Ralf Logan

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  1. Pra mim é o Jones também… até hoje nunca vi ninguém me deixar sem palavras do jeito que ele já me deixou. Nem Fedor, nem Anderson, nem GSP, nem Khabib, nem Cejudo, nem Mighty Mouse, nem Wanderlei, etc… o Bonés teve performances que eu considero genuinamente assustadoras.
  2. Calou minha boca, e eu queria muito ver essa luta. Ainda acho que não faz sentido pelo lado do americano, mas até aí, se aceitou que caia na porrada. Não sei se aquele lance do brazuca parar de lutar pra fazer trash talk vai funcionar com o Strickland.
  3. Sem contar que a vitória sobre o Romero foi em 2019
  4. O Carlão era muito f0d@, mas foi bem displicente em alguns momentos da carreira… até hoje não engulo a derrota pro Dave Beneteau. O Carlson falou em algum lugar que o Carlão passou o fds trancado com mulher no quarto… foi lutar ‘drenado’ kkkkk
  5. Diz a lenda que o Zane Frazer (que lutou o UFC 1) já nocauteou o Dux num estacionamento
  6. O AFC convocou atletas de todo o mundo: nomes que se tornaram conhecidos anos depois, como o americano Tra Telligman, o ucraniano Igor Vovchanchyn, que depois chegou a ser considerado o melhor peso-pesado do mundo, o brasileiro faixa-preta de jiu-jítsu Adilson Bita, entre outros. Além de Mikhail Ilyukhin, um russo conhecido como “Yuri Micha”, que pode ser considerado como um integrante da primeira geração de “bichos-papões” de seu país ao lado de Oleg Taktarov e Igor Zinoviev. Yuri Micha — Foto: Reprodução/Youtube Ricardão, no entanto, não fazia ideia de quem poderia enfrentar, mas traçou uma estratégia para estar pronto para qualquer desafio. - Eu saí do Brasil com a mente preparada para lutar com o (campeão olímpico de wrestling) Alexander Karelin, que era o único nome da Rússia que eu conhecia. Eu fui preparado mentalmente pra lutar com ele. Eu estava disposto praticamente a lutar até morrer. Eu não tinha a noção de que eram cinco lutas, mas eu estava preparado mentalmente pra lutar com ele. Mas não era ele. Ele não iria se expor a um evento de vale-tudo sendo campeão olímpico. Eu não conhecia nada de ninguém. Eu fui realmente pra uma arena de gladiadores, sem pensar nos lutadores que fossem experientes ou não. Uma coisa eu tinha em minha mente: lutar por honra e até morrer. Eu sempre tive isso na minha mente. O palco escolhido para o evento foi a Luzhniki Sports Arena. Chegando em Moscou, o brasileiro encarou uma outra adversidade, que poderia lhe prejudicar quando finalmente subisse ao ringue. Mas, preparado mentalmente para encarar até Alexander Karelin, o brasileiro não tomou conhecimento dos seus adversários. Para chegar até a final, Ricardão venceu quatro lutas: Alex Andrade por nocaute técnico com 1m48s, Onassis Parungao por finalização com 1m16s, Maxim Tarasov por nocaute técnico a 1m49s e Victor Yerohin por nocaute técnico a 1m33s. - Eram lutas duras e todos os golpes contundentes eram nocautes ou desistência. Eram lutas rápidas. O outro brasileiro no evento, Adilson Bita, acabou eliminado por Igor Vovchanchyn que, por sua vez, foi finalizado na sequência por Yuri Micha com uma técnica inusitada, que foi chamada de “queixo no olho”. Yuri Micha enfrentou o jovem Igor Vovchanchin no caminho até a final — Foto: Reprodução/Youtube Micha, por sinal, teve seu caminho até a final facilitado em comparação ao brasileiro. - Eu fiz quatro lutas com pessoas que iriam lutar normalmente, e o Yuri Micha lutou com dois amigos de academia, então praticamente fez três lutas à vera e duas de mentira, e eu fiquei mais desgastado do que ele. Na semifinal, ele finalizou muito rápido seu adversário (cinco segundos) e eles apertaram as mãos. Ali você já vê que estavam poupando ele pra lutar com quem fosse para a final. A luta pelo título foi a mais longa de Ricardão, uma disputa sangrenta definida após uma impiedosa sequência de socos e cotoveladas pelas costas até que o brasileiro encaixou um mata-leão e finalizou aos 9m44s. E foi nesse combate em que ele sentiu a pressão da torcida russa, além de uma sensação de que estaria testando seu limite. O título do AFC rendeu a Ricardão Morais outras lutas internacionais e um convite para se tornar, ao lado do americano Sean Alvarez, o primeiro integrante do Abu Dhabi Combat Team, uma equipe fundada pelo Sheik Tahnoon Bin Zayed, nos Emirados Árabes Unidos. Foi o pontapé inicial para a criação do ADCC, principal evento de grappling do mundo. Já com as luvas penduradas, Ricardão atualmente vive no Rio de Janeiro, onde leva uma vida, digamos, mais tranquila do que aquela que o levou até a Rússia. - Eu vivo aqui no Rio. Me aposentei por conta de contusões e hoje eu sou piscicultor, vendo peixes. É uma profissão e uma terapia. Muito bom Pipo, sempre quis ver o Ricardão falando sobre esse evento. Queria saber quanto $$ tava envolvido
  7. Inclusive teve esse brasileiro aí que honestamente não lembro o nome. Foi nocauteado pelo Vovchanchyn mas a equipe protestou, fizeram uma segunda luta e o ucraniano nocauteou de novo… o cara tem 2 derrotas por nocaute pro mesmo cara na mesma noite. E não foi tipo Sakuraba vs Conan que foi um flashdown duvidoso, foi KOzaço com tiro de meta. Na verdade acho que nem os organizadores sabiam o que tavam fazendo… só surfaram na onda. edit: dei uma olhada aqui e o BR nocauteado duas vezes chama Adilson Lima.
  8. De cabeça não me lembro de outro evento com 5 lutas na mesma noite… só o Van Damme no dragão branco kkkk
  9. Eu conhecia esse cara como Mikhail alguma coisa, mas acho que é o mesmo cara… sim, foram 5 lutas. Eu reassisti esse evento não tem muito tempo. O Vovchanchyn nocauteou um brasileiro duas vezes (em lutas diferentes). Loucura total!