André Filho

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  1. Caramba, deixo os meus pêsames ao Khabib é toda a sua família. Como será o seu psicológico caso permaneça lutando? Alguns atletas quando perdem pessoas importantes em sua vida simplesmente desandam, Tyson é um bom exemplo disso.
  2. Geralmente essa é a mesma desculpa usada nas lutas Mc Gregor x Aldo e Amanda x Cyborg.
  3. Uma coisa percebi faz tempo, Connor só faz lutas freaks contra DIAZ, Cerrones ou Masvidal da vida, ou luta por cinturão.
  4. Calma que o Saldamato está pontuando essa luta kkkk
  5. Clássico volume x Potência.
  6. Dana White, presidente do UFC há quase 20 anos, é uma das figuras mais controversas e polarizantes da história do MMA. Ame ou odeie, é difícil dizer que, se ele não tivesse convencido seus amigos bilionários (Frank e Lorenzo Fertitta) a comprarem um evento de vale-tudo falido e marginalizado em 2001, o MMA teria o alcance global que tem hoje. E, na opinião desse cidadão, após tantos anos de trabalho, quatro nomes emergem como os mais importantes para o esporte: Royce Gracie, Chuck Liddell, Jon Jones e Amanda Nunes. As explicações dele são simples. Royce é o pioneiro, o cara que venceu as quatro primeiras edições e botou o Ultimate no mapa. A narrativa do homem menor e mais leve dominando grandalhões com a técnica ensinada pelo pai foi, simplesmente, arrebatadora. Já a mistura de popularidade com carisma e poder de fogo trazida pelo “Homem de Gelo” foi fundamental para virar a mesa num momento difícil (quando as contas ainda não fechavam). Sem Chuck Liddell, Dana White talvez nem tivesse comprado o UFC. A notícia de que o UFC estava à venda só chegou aos seus ouvidos por que ele era o empresário do Chuck na época. Já os casos de Jon Jones e Amanda Nunes são menos subjetivos. É o melhor e a melhor de todos os tempos na opinião do chefe. Amanda alcançou esse patamar após 12 anos de carreira e vitórias sobre todas as campeãs até 61 e 66kg que o UFC já teve. Já Jon Jones dizimou gerações inteiras de meio-pesados e se mantém no topo de uma categoria historicamente complicada há quase 10 anos. Esses dois, que detém boa parte dos recordes masculinos e femininos, ainda têm mais em comum: 1- a mesma idade (32 anos) e 2- a vontade declarada de abandonar precocemente a carreira. No futebol dá até pra dizer que um jogador de 32 anos se encaminha para o fim da caminhada, mas, no MMA, essa faixa etária representa o auge em boa parte dos casos. E por quê os “G.O.A.T.s” (sigla em inglês que significa “Greatest of all Time”, ou ‘Maior de Todos os Tempos”) estão propensos a tomar essa dura decisão? Jones estagnou. Sua rotina é a mesma há tanto tempo que receber o próximo da fila e defender o posto de campeão ficou velho. Não faz mais o sangue ferver. A lista de desafiantes famintos, com a faca nos dentes, é grande - e combate-los desmotivado é entregar de mão beijada algo valoroso demais. A saída seria o bom e velho doping financeiro, mas, como é ano de pandemia, Dana se recusa a abrir a carteira - nem para uma interessantíssima super luta com o peso-pesado Francis Ngannou. Há duas semanas, Jones disse que abriria mão do cinturão até 93kg, mas não houve confirmação oficial, então, tudo leva a crer que as negociações seguem quentes nos bastidores. O racional da Amanda também não é muito diferente. Ela varreu duas categorias, já defendeu ambos os cinturões e não há qualquer opção minimamente interessante no momento. Na ponta do lápis, nem Amanda nem Jones são fenômenos de popularidade, daqueles que arrastam multidões pelo mundo. Durante todos esses anos, apesar dos resultados, nem um nem outro foi a grande força motriz de um pay-per-view que tenha vendido ao norte de 1 milhão de pacotes. Mas não ser campeão de vendas não significa que a empresa deve descartá-los. Pelo contrário. Atletas como esses elevam o nível de competição, despertam os instintos mais primitivos na concorrência. Ter um Jon Jones ativo pra incentivar jovens meio-pesados a tiraram, de fato, a sua invencibilidade ou uma Amanda forçando o desenvolvimento das categorias femininas mais pesadas é um privilégio. O sarrafo nesse esporte aumentou muito graças a eles e, enquanto for uma questão de pagar um pouco mais, injetar ânimo e proporcionar desafios, é obrigação do promotor resolver essas pendengas na mesa de negociação. Os dois conquistaram esse poder de barganha “na bola”. Dana White não chegou nesse patamar sendo ingênuo ou botando os pés pelas mãos. Ele sabe que perder Jones e Nunes representa um duplo prejuízo: técnico e financeiro (afinal, são campeões estabelecidos, propagandeados há anos pelo UFC). Então, que tire a Kayla Harrison da PFL, bote Jones na próxima disputa pelo cinturão dos pesados ou qualquer coisa do tipo. Mas traga soluções para a manutenção de ambos. Fonte: Renato Rebelo Fonte:http://www.espn.com.br/blogs/renatorebelo/765417_o-ufc-nao-pode-abrir-mao-de-jon-jones-e-amanda-nunes
  7. Sean O’Malley tem chamado a atenção do público e se colocado como uma das grandes promessas da organização. O lutador de apenas 25 anos ainda está invicto e já acumula quatro vitórias dentro do octógono mais famoso do mundo. Por isso, o americano já almeja voos maiores e adiantou o desejo de fazer um duelo diante de Cody Garbrandt, ex-campeão do peso-galo (61 kg). No entanto, no que depender do UFC, ele ainda vai esperar mais um pouco para realizar esse confronto. Em entrevista ao ‘The Schmozone Podcast’, o presidente do Ultimate, Dana White confessou que tem um plano de carreira para o jovem lutador e, por isso, ainda não é o momento dele dar esse passo por uma luta desse tamanho. Além disso, o cartola relembrou os problemas que O’Malley teve fora do octógono, quando foi pego em exame antidoping e o quanto ele amadureceu nesse período. “Você precisa fazer mais algumas lutas antes que ele chega até Cody Garbrandt. Se ele luta e vence Cody Garbrandt, ele entraria no Top 5 e poucas pessoas em suas carreiras conseguiram entrar no top 5. Ele é um daqueles garotos em que estamos focados e desde o Contender Series. Ele teve alguns problemas com os quais teve que lidar nos últimos dois anos, o que tem sido brutal, mas isso lhe deu a chance de se curar, e aqui estamos nós”, adiantou o mandatário da organização. Sean O’Malley está invicto na carreira após 12 lutas. O lutador chegou ao Ultimate através do Contender Series, programa da franquia que revela novos nomes. No UFC, o americano acumula quatro triunfos, o último deles no dia 6 de junho, no UFC 250, em nocaute sobre Eddie Wineland. Fonte:https://www.espn.com.br/artigo/_/id/7059363/ufc-dana-white-diz-omalley-ainda-precisa-mais-vitorias-encarar-garbrandt
  8. Recentemente, Amanda Nunes pegou a todos de surpresa ao indicar que tem cogitado pendurar as luvas por já ter alcançado todos os seus objetivos no esporte. Apesar de compreender o sentimento da campeã peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg) do UFC, Holly Holm torce para que a brasileira desista da ideia, ao menos até conseguir uma revanche contra ela. Sem saber o que é perder desde setembro de 2014, Amanda soma 11 vitórias seguidas e já superou todas as lutadoras que em algum momento já foram campeãs nas divisões até 61 kg e 66 kg no UFC, incluindo Holly Holm, ex-campeã peso-galo. Aparentemente sem novos desafios reais pela frente, a baiana poderia se aposentar no auge do seu domínio e curtir a família, que vai aumentar em breve com o nascimento da primeira filha com a companheira Nina Ansaroff. “Ela meio que tem estado bem ativa e imparável. Obviamente ela atropelou todo mundo, então talvez ela se sinta satisfeita, talvez ela não sinta o desejo de continuar, mas você tem um pequeno espaço entre as lutas e é tipo: ‘Ah não, eu quero fazer isso novamente’. Eu não sei. Vamos ver o que ela realmente vai fazer. Sei que ela está em uma posição onde ninguém a culparia por se afastar, mas eu não acho que ela realmente queira se aposentar. Talvez ela queira continuar lutando”, especulou Holly Holm, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’. “Quando você está no topo, às vezes é difícil se afastar disso, então eu acho que vai depender de como ela se sente. A vida sempre continua para todo mundo fora do cage, muitas pessoas estão sentindo algumas coisas em suas vidas. Onde quer que ela queira continuar seu caminho, mais poder para ela. Mas eu espero que ela continue, para que eu possa ter uma revanche com ela”, declarou a americana. Fonte:https://www.google.com/amp/s/www.espn.com.br/artigo/_/id/7063478/ufc-olho-em-revanche-holly-holm-torce-para-que-amanda-nunes-nao-aposente%3fplatform=amp
  9. Tá na hora do Zabit fazer lutas de 5 rounds.
  10. Acredito que foi mais um que caiu de rendimento pós USADA.
  11. No entanto temos que levar em consideração que o Dos Anjos só pegou lutadores com o estilo que era péssimo para ele. Nesse caso pode ser por conta do encaixe técnico. Outro detalhe foi a diferença física contra os adversários que ele enfrentou ficou gritante, aparentemente o Durinho não está sofrendo desse mal.
  12. Gilbert está insano, vai ser a 5° luta em menos de 1 ano, sendo 3 nas condições de pandemia mostrando oportunidade e competência.