Ultimate Fighter

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  1. Galera não perdoa hehehe Eu acho que o chandler é mais forte fisicamente do que qualquer adversário que o russo já teve no UFC, além de ter uma base no wrestling, sei lá vai que o cara consegue por o russo pra baixo, explosão pra isso ele tem, então apesar do favoritismo do russo o americano é um adversário muito mais perigoso comparado aos que o russo já teve até então. Até o Patrício pitbull que é mais leve se for pro UFC e subir não vai vender seu peixe barato pro russo não. É não podemos esquecer que muitas lutas somos nós que acompanhamos é que fazemos acontecer, muitos fãs especulando como seriam esses combates chama a atenção dos promotores que começam a se coçar pra fazer acontecer.
  2. Eu tenho a impressão que o americano é mais forte do que o russo, sendo mais forte ele talvez se sinta a vontade em testar o seu wrestling contra o russo e de quebra tentar calar a boca de quem o julga como incógnita nessa área. Quanto pesam os dois em off?
  3. Se esse cara for pro UFC e conseguir manter a pujança física vai dar trabalho e acredito que pode dar um pau no khahib, isso se o justin gaeth não o fizer antes. Outro cara que precisa ir pro UFC é o Patrício pitbull, não tanto pelo dinheiro pois acredito que ganhará menos no UFC, mas po uma questão de honra, provar que é o melhor enfrentando os melhores. Creio que ele já está com um pé de meia bom e já pode ir pro UFC ganhar um pouco menos fazendo lutas épicas, eu no lugar dele iria, dinheiro não é tudo e um sujeito com o nome dele não ficará pobre só pq migrou pro UFC.
  4. Lutadora mineira, número 12 do peso-palha, espera voltar a lutar no final de setembro ou em outubro: "Já estou treinando, cheguei aqui em Varginha e já cheguei moendo nos treinos"Amanda Ribas tem sido uma lutadora ativa no UFC. Depois ser liberada da suspensão por doping em maio de 2019 - ou seja, há um ano e três meses -, ela já esteve no octógono em quatro combates. Venceu todos eles. Vinda de vitória contra Paige VanZant ainda no primeiro round há menos de um mês, na Ilha da Luta, Amanda espera lutar de novo no fim de setembro ou em outubro.Sobre a próxima adversária, a lutadora mineira vislumbra alguns nomes de destaque no peso-palha (até 52.2kg), mas também aponta para duelos no peso-mosca (até 56.7kg), onde fez sua última luta.- Pedi duas (no peso-palha), a vencedora dessa (entre Marina Rodriguez e Carla Esparza) e a vencedora de Michelle Waterson com a Angela Hill. Se tiver no 57kg alguém ranqueado, também pedi. Tudo depende agora de data que vai aparecer para lutar - afirmou a lutadora em conversa com o Combate.Amanda Ribas vem de vitória contra Paige VanZant no peso-mosca — Foto: Mike Roach/Getty ImagesCarla Esparza venceu Marina Rodriguez por decisão dividida duas semanas após a vitória de Amanda Ribas na Ilha da Luta. A brasileira não quis questionar a decisão dos juízes sobre a derrota da compatriota.- Assisti e foi um lutão! São duas meninas “guerreiraças”. Muita gente achou que a Marina ganhou, mas sou uma pessoa que não julga a decisão dos árbitros, é muito difícil ser um árbitro. Achei uma luta dura, mas se o UFC quiser me dar (a Esparza) fico muito feliz! Já estou treinando, cheguei aqui em Varginha e já cheguei moendo nos treinos.Amanda Ribas é atualmente a 12ª colocada no ranking peso-palha. Esparza é a sétima na mesma lista. Waterson, número 8, enfrenta Hill, atual 13ª do ranking, no dia 22 de agosto. Mas o peso-mosca também está na mira. O pai e treinador de Amanda, Marcelo Ribas, chegou a postar nas redes sociais um pedido pelo casamento de luta entre a filha e Cynthia Calvillo, atual número 2 do peso-mosca.- Isso seria um passo gigante na minha carreira. Se o UFC acreditar em mim, vou estar mais que preparada. Entro com todo o meu coração ali, imagina lutar com a número 2 do ranking do 57kg, vou ficar muito feliz!De volta ao Brasil após atuar na Ilha da Luta em Abu Dhabi, Amanda não sabe se irá aos EUA para fazer parte do camp na American Top Team, como costuma fazer. Hoje ela treina na academia da família em Varginha-MG.- (Gostaria de lutar no) final de setembro ou outubro seria uma boa (...). (Ida para os EUA) depende de quando o contrato vier e com quem vai ser para decidir tudo direitinho. Lá (na Flórida) parece que tem muito caso de Covid, então estou esperando dar uma amenizada também. Tudo depende do contrato e de quando for ser a luta - concluiu.
  5. "Macho é isso Não brinca em serviço Macho é parrudo Macho é roliço Macho é parrudo Macho é pescoçudo Macho é poderoso Macho é o que há E eu gosto muito rapá Macho é lindo Macho é demais!!! " Gabriel pensador
  6. Lutadora relata mensagens - e fotos - ofensivas que costuma receber e promete "calar a boca de muita gente que acha que para subir na vida (a mulher) tem que sair com o patrão"O assunto não é novo, pelo contrário. Mas é preciso falar cada vez que ele acontece, e repudiar. A lutadora peso-palha Amanda Ribas, 26 anos, postou há duas semanas uma foto no Instagram ao lado presidente do UFC, Dana White. Foi o suficiente para os comentários machistas começarem a pipocar não só ali, mas em outras páginas que repostaram a imagem, como a do UFC e do próprio Combate. “Tem cara de romance no ar”. “Tá pegando...”. “Se sentar no colo rola cinturão hein Amandinha!”. “Percebi que rolou algo aí”. Esses foram alguns exemplos.Amanda não gostou e usou as redes sociais para repudiar o que não só ela, como toda a família, tinha lido. Em entrevista ao Combate, a lutadora mineira explicou que foi avisada pelos familiares sobre os comentários machistas.Amanda Ribas postou foto com Dana White na Ilha da Luta e recebeu comentários machistas e ofensivos — Foto: Reprodução / Instagram- Tento responder tudo que consigo, mas não tinha visto isso ainda. Aí estou vendo minha irmãzinha falar: “não fica chateada não, o povo vai falar mesmo”. E eu: “tranquilo”. Daí meu irmão falou também. Não lembro quem me mostrou, mas vi - não sei se no UFC ou no Combate primeiro - a minha foto com o Dana e um tanto de gente falando: "Deve estar saindo com ela...". E estou falando bonitinho, porque pegaram pesado! Sinceramente, achei feio, mas para mim tanto faz, mas a minha irmã, o meu pai e meu irmão ficaram muito bravos, meu pai até entrou para falar com a galera. A maioria ali é casado, tem filha, é médico... Às vezes a gente acha que são pessoas sem formação para falar uma besteira dessas, mas não são, tinham médicos, caras formados, não são pessoas ignorantes e falando uma coisa ignorante dessas, achando que só por uma pessoa tirar foto com um ícone no MMA é porque está saindo, é porque não posso chegar ao lado do Dana White por mérito meu, por mérito do meu esporte, do meu esforço. Se fosse com minha irmã ficaria mais chateada, mas comigo fiquei até tranquila, mas minha família ficou muito brava - desabafou Amanda.Mas se machistas estavam presentes, as mulheres se juntaram para se defender. Uma das seguidoras publicou: “... Qualquer um que tira conclusões maldosas queria estar no lugar dela. Vendo o nome em destaque, mas não por erros, e sim pelo belo trabalho que ela apresenta. Devíamos ter orgulho porque ela é Brasil e nos representa”. O recado foi dado.Amanda Ribas lutou no último dia 11 em Abu Dhabi, no UFC 251, no primeiro card realizado na “Ilha da Luta”. Ela finalizou Paige VanZant ainda no primeiro round, e depois ainda deu um jeito de assistir na arena os dois cards seguintes. Foi lá que encontrou o patrão, e também entusiasta do seu trabalho.- Gosto de conversar muito, daí conversava com o pessoal do hotel e fiz amizade sei lá com quem e conseguiram colocar a gente para assistir o UFC. Sem falar com ninguém do UFC, fui com o meu pai. Quando vimos, estava só eu lá assistindo e me achando na área VIP (risos). Passa o Mick (Maynard, matchmaker do UFC), dá uma olhada e faz assim (dando um joinha). Quando passa o Dana, cruza os braços, olha para mim... Eu: “Ah, gente”! Daí ele me chamou para sentar do lado dele e assistir o card principal, e meu pai foi junto. Quando ele disse: “Amanda, vamos assistir ali comigo”, fiquei mega feliz. Só de estar na área VIP já estava feliz, imagina quando o Dana me chamou! O Dana não é só o cara que organiza o UFC, ele é um cara muito visionário, sou muito fã (...). Ele me elogiou, me mostrou as mensagens do pessoal perguntando: "Nossa, quem é essa menina que além de lutar bem ainda dá entrevista super bem?". Ele me elogiou muito nisso.A lutadora, dona de um cartel com dez vitórias e apenas uma derrota, garantiu não perder tempo com mensagens negativas. E ainda explicou que os comentários maldosos geralmente não chegam diretamente a ela nas redes sociais.- Não perco muito meu tempo com gente assim (e os respondendo). Tento gastar minha energia com quem manda mensagem positiva. Engraçado, geralmente eles não têm coragem de chegar e falar para mim, no meu direct, e comentam na foto para aparecer. É muito doido isso! O pessoal quer aparecer independente do que for, se for falando mal, se for fazendo uma coisa doida, quer é aparecer. Se quisesse falar comigo mesmo, me mandava direct, e não acontece. O que recebi (no direct) mesmo foi parabéns, e fiquei muito feliz.Se dessa vez os comentários numa foto publicada por Amanda chamaram a atenção, no dia a dia o machismo se faz presente de outras formas nas redes sociais da lutadora.- O que acontece é gente mandando cantada indelicada, gente que manda foto do pênis, isso é o que mais acontece. Mas nunca tinha visto em relação a uma foto, acho que é uma coisa errada, muito feia. O MMA feminino está crescendo tanto, as meninas estão mostrando técnica, espero que eu consiga calar a boca de muita gente que acha que para subir na vida, para poder ser uma boa lutadora, (a mulher) tem que sair com o patrão. Coisa mais feia! É até feio de falar isso, nem gosto.Amanda Ribas, Paige VanZant, UFC 251, MMA — Foto: Jeff Bottari/Zuffa LLCAmanda Ribas ainda lamentou que os comentários machistas vieram mais do próprio país, ainda que o machismo tenha se feito presente também em outros idiomas.- Teve muito brasileiro, foi mais brasileiro. Tiveram alguns americanos, comentários em inglês, mas o que mais teve foi brasileiro. Isso que é mais triste - lamentou, mas garantindo que não mudará seu alto astral.- Não ligo porque não estou fazendo nada errado. Se parar para pensar duas vezes antes de fazer alguma coisa, é porque não é para fazer. Se encontrar o Dana White de novo, vou pedir para tirar foto porque sou muito fã, assim como se encontrar com José Aldo, Jon Jones, McGregor, todo mundo que sou fã vou pedir para tirar foto. Não estou em aí!https://globoesporte.globo.com/combate/ ... sado.ghtml
  7. A verdade é que o Vanderlei já estava no seu auge quando perdeu pro Vitor belfort, tanto que todos os atletas nos bastidores tinham o Vanderlei como favorito, ele vinha detonando grandes nomes no IVC(van arsdale e outros ) e já era conhecido como o "Ronaldinho " do vale tudo, o nocaute que ele levou do Vitor deixou todos incrédulos pela forma como aconteceu, inclusive o pessoal da chute boxe ficou sem entender nada. Falam que SE o Vanderlei tivesse no auge poderia ser diferente, como se o sucesso que ele teve no pride tivesse acontecido muitos anos após ser no nocauteado pelo Vitor, mas a verdade é que poucos meses após ser demolido pelo Belfort o Vanderlei já estava no pride destruindo seus oponentes e apenas 3 anos depois já estava destronando o mito "sakuraba " pra virar rei no Japão. O queixo de titânio nunca existiu, o Vanderlei do Pride sempre entrou aberto, e sempre dobrou os joelhos quando levava uma no queixo, a diferença é que o Vitor como bom boxe que era soube capitalizar cirurgicamente e com precisão, coisa que o Dan henderson, sakuraba (pride13) e muitos outros não souberam, dando tempo pro Vanderlei se recuperar. Não tem jeito, o Vitor pode ser chato, sem coração, mas o fato é que ele tirou o Vanderlei silva no auge pra nada.
  8. O Jiu Jitsu é uma arte tão eficiente que se o sujeito for talentoso em apenas 6 meses de treino ele já fica indigesto e se for forte fisicamente consegue fazer um antijogo até quando pega um faixa preta gabaritado, como o demian, buchecha etc.. Ainda mais se o cara tem como base outras lutas de chão, um wrestler, judoca, sambo etc. Não precisa muito pra neutralizar um excelente lutador de Jiu Jitsu, treine 6 meses, se recuse a trocar posições no chão, foque em neutralizar o cara e pronto, os riscos serão mínimos ainda mais com esses rounds ridículos de 5 mim. Se fosse fácil trabalhar o chão nessas regras atuais vcs acham que o Kron, serginho e outros iam perder tempo "trocando" mesmo sabendo que o chão deles pode acabar com a luta a hora que querem? Eles trocam em pé pq conhecem a realidade e a realidade é que qualquer bom lutador hj em dia neutraliza o chão deles fácil com essas regras atuais de rounds curtos. Por isso que não vejo essa entrada do buchecha no mma com muita empolgação, ele que nao se iluda e entre pra jogar o jogo com o ele é, seu chão dificilmente sera trabalhado pois os adversários não irão permitir, entre sabendo que é outro esporte, totalmente diferente do Jiu Jitsu esportivo do qual está acostumado. Boa sorte.
  9. Não concordo muito, acho muito mais difícil um lutador de 80 kg enfrentar um cara de 110kg do que um de 110kg enfrentar um de 130kg. De 100kg pra cima a força já é diferente e um cara de 100kg pode nocautear um de 130kg se o soco pegar na ponta do queixo, o que dificilmente acontece se um cara de 80kg acerta o queixo do de 110kg. O jacaré mesmo comentou que quando pesa de 90kg pra cima já não sente muita diferença de força dos oponentes independente da vantagem de peso em relação a ele. Deve ter alguma explicação científica pra isso.
  10. Não vi a luta, mas deixo minha pergunta pra quem viu, vcs acham que o se o Shogun abandonar o Eduardo alonso e ir buscar uma preparação decente tem condições de fazer lutas equilibradas com os tops da categoria?pergunto isso pois vejo o Shogun muito mais técnico e talentoso do que um "Marreta" e até do que o "Glover", e esses dois até que fazem Boas lutas contra tops na categoria, imagino que o Shogun bem preparado e com vontade possa fazer melhor que esses dois visto que ele não é um cara velho ainda, tem as lesões, acumuladas pela longa carreira mas é aí o que acham?
  11. 1kg a menos que Werdum; Massaranduba não bate o peso VÍDEOS, NOTÍCIAS Gustafsson surpreende com apenas 1kg a menos que Werdum; Massaranduba não bate o peso Por Natassia del Fischer, em Abu Dhabi (EAU) - 24/07/2020 Fabrício Werdum fará sua última apresentação no UFC neste sábado – Natássia del Fischer Realizada nesta sexta-feira (24), a pesagem oficial para o UFC Fight Island 3 contou com uma grande surpresa. Fazendo sua estreia na categoria dos pesos-pesados, Alexander Gustafsson não economizou na nova dieta e cravou incríveis 108,8 kg – bem acima do limite de 93 kg que acompanhou sua carreira como meio-pesado no octógono. Curiosamente, a marca foi apenas um quilo menor do que a de seu rival, o brasileiro Fabrício Werdum, ex-campeão da categoria dos pesos-pesados e que faz sua última luta contratual neste sábado, em Abu Dhabi. Veterano, o gaúcho de 42 anos afirmou ao longo da semana que ainda continuará lutando, mas que seu ciclo no UFC chegou ao fim. Dentre os lutadores que mais sofreram para atingir o peso correto de suas categorias, destaque para os brasileiros Bethe Correia e Francisco ‘Massaranduba’, que foram os últimos atletas a encararem a balança do UFC Fight Island 3. Bethe Correia cravou 61,7 kg e celebrou a vitória conta a balança – Natássia del Fischer De máscara, a brasileira, que bateu a marca limite de 61,7 kg, celebrou a vitória contra a balança com socos no ar em direção à câmera oficial do Ultimate, que registrava cada um dos momentos dos atletas. Por fim, Massaranduba cravou 160 libras (72.5 kg), quatro acima do permitido, e deverá pagar uma porcentagem de sua bolsa como multa para poder enfrentar Jai Herbert. Entre os demais competidores, todos confirmaram suas lutas sem grandes problemas dentro dos primeiros 40 minutos da janela de duas horas reservadas para que a pesagem fosse feita. Protagonistas da luta principal do show, Robert Whittaker e Darren Till registram o limite de 84,3 kg para um duelo de pesos-médios. Ao todo serão oito brasileiros presentes no card de despedida na ‘Ilha da Luta’. Confira o peso dos atletas do card do UFC Fight Island 3: Robert Whittaker (84,3 kg) vs (84,3 kg) Darren Till Maurício ‘Shogun’ (93,4 kg) vs (93,4 kg) Rogério ‘’Minotouro’ Fabrício Werdum (109,7 kg) vs (108,8 kg) Alexander Gustafsson Carla Esparza (52,6 kg) vs (52,4 kg) Marina Rodriguez Paul Craig (93,4 kg) vs (93,4 kg) Gadzhimurad Antigulov Alex ‘Cowboy’ (77,5 kg) vs (77,5 kg) Peter Sobotta Khamzat Chimaev (77,5kg) vs (77,3 kg) Rhys McKee *Francisco ‘Massaranduba’ (72.5 kg) vs (70,7 kg) Jai Herbert Nicolas Dalby (77,5kg) vs (77,5kg) Jesse Ronson Tom Aspinall (112,5 kg) vs (119,7 kg) Jake Collier Movsar Evloev (66,2 kg) vs (66,2 kg) Mike Grundy Tanner Boser (106,5 kg) vs (119,7 kg) Raphael ‘Bebezão’ Bethe Correia (61,7 kg) vs (61,7 kg) Pannie Kianzad Ramazan Emeev (77,5kg) vs (77,3 kg) Niklas Stolze Nathaniel Wood (61,7 kg) vs (61,7 kg) John Castañeda *Atleta não bateu o peso correto de sua divisão
  12. ‘Shogun’ e ‘Minotouro’ em ação em evento no Rio em 2015 – Erik Engelhart Uma das rivalidades mais marcantes da história do MMA vai ter um ponto final nesse sábado (25), em evento do UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). Maurício ‘Shogun’ e Rogério ‘Minotouro’ vão escrever o derradeiro capítulo de uma disputa que até hoje é mencionada pelos fãs como um das mais emblemáticas da modalidade. Desta forma, o final da trilogia acompanhará a última luta da carreira do irmão gêmeo de ‘Minotauro’, que pediu pelo confronto para encerrar sua jornada no esporte. Atento à situação, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do Ultimate não pretende deixar o rival diminuir a diferença no confronto direto. Curiosamente, assim que o combate foi anunciado pelo UFC, Shogun passou a ser questionado sobre a motivação para travar nova luta contra ‘Minotouro’, uma vez que ele venceu os outros dois encontros que travou com o rival – uma pelo extinto Pride, em 2005, e outra pelo UFC, dez anos depois. Pensando nisso, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o curitibano revelou que encarar seu compatriota sempre o empolga e, por isso, o obriga a se apresentar em sua melhor versão no octógono. “Aceitei essa luta porque me motiva, sei que ele queria essa luta. Sei que ele vai querer muito me vencer, mas eu também. Então acho que vai ser uma luta boa, assim como as duas anteriores, porque ele gosta da trocação e eu também, então fica do jeito que a galera gosta. Espero que seja um lutão. Quem me conhece sabe que busco sempre o nocaute e ele também. Pode ser que dessa vez aconteça um nocaute e espero que seja para o meu lado (risos)”, afirmou o ex-campeão o UFC. Além de destacar sua confiança em uma nova grande apresentação, ‘Shogun’ sabe que essa luta vai ter um significado especial por ser a última do seu adversário no MMA. No entanto, o lutador garantiu que não pretende se apegar a isso como forma de manter sua concentração para a disputa. “É a carreira dele, ele que está parando. Mas fico lisonjeado em fazer parte da carreira dele desde o começo, meio e fim. Com certeza ele é uma lenda e vai ser lembrado para sempre por todos os fãs do MMA. Ele vai estar focado, concentrado em tudo que ele treinou. Acho que não muda nessa questão de pressão”, explicou. ‘Shogun’ venceu quatro de suas últimas seis lutas. O ex-campeão dos meio-pesados teve vitórias sobre Corey Anderson, Gian Villante e Tyson Pedro, somente sendo superado por Anthony Smith. Na sua mais recente aparição, em novembro de 2019, teve um empate com Paul Craig, em evento que aconteceu em São Paulo. Copyright © 2020 | AGFIGHT Agência de Notícias | AgFight é um Parceiro do iG Esporte
  13. Werdum desmente versão de Gustafsson sobre sparring: “Nunca quebrei o nariz” Por Natássia Del Fischer, em Abu Dhabi (EAU) - 22/07/2020 O brasileiro Fabrício Werdum é ex-campeão peso-pesado do UFC – Diego Ribas Prestes a dar as boas vindas a Alexander Gustafsson nos pesos-pesados, em duelo marcado para o card do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), Fabrício Werdum viu o adversário quebrar uma ‘regra não escrita’, bastante comum entre os lutadores, e comentar sobre uma sessão de sparring feita com o brasileiro no passado. No treinamento, de acordo com o relato do sueco, ele teria levado vantagem sobre o gaúcho e quebrado seu nariz. Informação contestada por ‘Vai Cavalo’, como é conhecido o ex-campeão do Ultimate. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja abaixo ou clique aqui), Werdum confirmou a realização do treinamento em conjunto com o rival há cerca de oito anos, mas desmentiu a versão do sueco. De acordo com o ex-campeão peso-pesado do UFC, o nariz quebrado revelado por Gustafsson não passou de um corte, semelhante ao aberto por ele no rosto do europeu na mesma sessão de sparring. O brasileiro ressaltou ainda que foi vítima de uma espécie de armadilha projetada pelo sueco e por Travis Browne, ex-lutador do UFC. De acordo com Werdum, ele virou o foco do treinamento, sem descanso, enquanto Gustafsson e o americano se revezavam durante as sessões de sparring diante do gaúcho. Apesar disso, o veterano afirmou que levou vantagem sobre ambos. “Treino não se comenta, mas já que ele comentou… Mas eu não me lembro de ter o nariz quebrado (por ele). Eu nunca quebrei o nariz, eu acho que não. Se aconteceu, não foi ele, com certeza, que quebrou meu nariz. Ele me deu um soco e realmente abriu. Mas eu também posso falar que abri o rosto dele com uma joelhada no rosto. Teve esse sparring, eles armaram uma ‘casinha’. Eu fui treinar wrestling com o Mark Muñoz, que eu fazia terças e quintas, alguma coisa assim. E eles estavam lá, o Travis Browne e o Gustafsson”, contou Werdum, antes de detalhar o momento em questão. “Eles estavam lá para fazer um sparring entre eles, e ficou aquele clima de luta, de lutador, eles me olhando, eu olhando, aquela coisa. Eu botei a bandagem, a luva e fui treinar com eles. E a ‘casinha’ foi que o treinamento era para eles e, no final das contas, eu fiquei no meio e fiz três rodadas com cada um deles. Eu ficava no meio, um saía, entrava o outro, e ficavam revezando entre eles. E o treinamento não era para mim, mas eu me dei bem, isso eu tenho certeza”, explicou. Com quase duas décadas de carreira no MMA profissional, Werdum está acostumado com as provocações pré-luta dos adversários – tática muitas vezes utilizada para atrair o interesse da mídia e dos fãs do esporte para o combate. Apesar disso, o peso-pesado se mostrou confuso com a real intenção de Gustafsson, especialmente por, de acordo com ele, se tratar de uma mentira. “Eu acho que ele quis fazer isso para poder puxar um pouquinho a mídia, dizendo que quebrou meu nariz, mas ele sabe que não quebrou. Como eu falei, é claro que sangrou meu nariz, mas logo depois eu abri o rosto dele. Não sei se ele chegou a levar pontos no rosto, mas ele quis fazer uma mídia, quer fazer um jeito de puxar para vender a luta. Eu não sei o que ele quis fazer, qual a ideia dele, mas ele mentiu”, finalizou. No MMA profissional desde 2002, Fabrício Werdum soma 23 vitórias, sendo 11 por finalização, e nove derrotas, além de um empate, em sua carreira. Por sua vez, Alexander Gustafsson, seu adversário no próximo sábado (25), acumula 18 triunfos e seis reveses em seu cartel.
  14. Sempre achei isso, o Deivison não é o único exemplo, fora do mma tem outros exemplos, Roger Gracie foi o que foi no Jiu-jitsu sem grandes preparações , Rickson passou boa parte de sua vida de lutador treinando com alunos. O negócio é ter talento e ser dedicado no treino, mesmo que este seja realizado no quintal dos fundos da sua casa, após o treino quando tiver no descanso, refazer alguns movimentos de luta em tudo que for fazer, durante as tarefas domesticas, varrendo a casa, ao desviar de algum objeto, as vezes investir demais nesses camps é jogar dinheiro fora,se não tiver talento não adianta nada.
  15. Disseram aí que o Minotauro era bom mas não era forte nem explosivo pra um peso pesado, discordo, peguem a luta dele contra o Coleman como exemplo, o americao ainda era jovem, no auge da força, qualquer um que ousasse esgrimar com o Coleman virava boneca de pano, Minotauro foi lá, esgrimou e nem se mexeu, pelo contrário foi ele que espremeu o Coleman nas cordas, e na parte de boxe nessa mesma luta nota-se mãos rápidas e explosivas. Outro exemplo foi contra o heat herring, que era outro cavalo de forte, trocou boxe com uma velocidade e explosão acima da media, e não ficou em desvantagem no quesito força em relação ao americano. O Problema é que certa época na carreira o Minotauro resolveu mexer em time que tava ganhando e começou a fazer um tratamento que surgiu na epoca e estava na moda que era o tratamento ortomolecular, lembro de algumas entrevistas dele todos orgulhoso falando do médico que o tratava, dizendo que perdeu 10 kg e estava com 100kg se sentindo mais ágil. Só que esses 10 kg a menos lhe custaram como atleta, perdeu força e explosão, deu pra perceber isso na luta contra o cro cop e nas duas com o Fedor. O Minotauro perigoso era aquele com 110 kg do início de carreira.