Ultimate Fighter

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  1. Engraçado que nos "YouTubes" e "Facebooks" sempre que passam algum vídeo antigo de um Wanderlei, Arona, Ninja, Anderson nos Mecas e até dos primeiros UFC, desde Royce até as aparições de Don frye e Coleman, a própria geração RedeTV diz que aquilo sim era luta de verdade e não o que vêm no UFC. Acho curioso que até a geração RedeTV tem essa percepção.
  2. Eu acho que o filho do Wanderlei trava com as câmeras, Wanderlei deve ter sacado isso, por ser pai e acompanha-lo deve saber que ele tem talento mas trava com camera filmando, tá só acostumando o garoto a se soltar.
  3. Achei que o Lyoto lutou bem, mas senti ele desconfortável com esse peso, ele parece não conseguir bater mais 93kg só de músculo, aí acaba ficando lento pra se movimentar, chutar e socar, poderia tentar descer pra 84kg. Ryan bader não mostrou muita coisa, acho um lutador bem meia boca, no final o Lyoto tá na vantagem, nocauteou no auge e vendeu caro o peixe na revanche. Assistindo essa luta chego a conclusão de que o Lyoto é um atleta natural, o Bellator é conhecido por não ser tão rigoroso no controle antidoping, e mesmo assim vimos um lyoto com Shape bem normal e um gás de quem não está turbinado como Randy couture que aos 45 anos parecia incansável em suas lutas no UFC antes da USADA, o cara explodia o tempo todo. Se o Lyoto fosse adepto dos "suquinhos" estaria voando mesmo aos 42 anos, penso eu.
  4. Não tenha dúvidas, não existe coisa mais agonizante do que ter um sujeito atlético e forte como a maioria dos wrestlers voando nas suas pernas e vc não poder meter um joelho com vontade na cara dele. Wanderlei silva, Shogun, Murilo ninja provaram isso no Pride despachando wrestlers gabaritados na base do joelho na fuça, e com certeza teriam carreiras mais brilhantes no UFC se não fosse este pequeno detalhe das regras.
  5. Lyoto Machida e Ryan Bader batem o peso e confirmam estreia do GP do Está tudo certo para o início do GP dos meio-pesados (93 kg) do Bellator. Na luta de abertura da atração, Lyoto Machida e Ryan Bader medem forças nas quartas de final. Nesta quinta-feira (8), a pesagem oficial da edição de número 256, foi realizada em Connecticut (EUA), e a dupla não teve problema ao passar pela balança. Agora, os ex-UFC aproveitam os últimos momentos antes de realizarem a revanche, nesta sexta-feira (9), na Mohegan Sun Arena. Para a cerimônia, Lyoto, ex-campeão dos meio-pesados do UFC, se apresentou com 92,8 kg, enquanto Bader, ex-número um da categoria do Bellator, pesou 92,9 kg. Na encarada, os atletas fizeram postura de luta e o clima era de rivalidade, apesar do respeito cultivado ao longo dos anos. Como o duelo faz parte do GP do Bellator, terá duração de cinco rounds (25 minutos). Essa será a segunda vez que Bader e Lyoto se enfrentam. Em 2012, quando atuavam pelo Ultimate, o brasileiro nocauteou o adversário no segundo round. O Bellator 256 também marca a estreia de Vanessa Porto na organização. A brasileira, ex-campeã do Invicta FC, vai enfrentar a veterana Liz Carmouche pelo peso-mosca (57 kg), conhecida por sua passagem no UFC. As atletas bateram o peso da categoria, ao se apresentarem com 57,1 kg e 56,8 kg, respectivamente. O duelo entre as lutadoras é importante para a divisão e a imprensa especializada especula que o a vencedora possa desafiar a campeã Juliana Velasquez, na sequência. Goiti Yamauchi e Talita Nogueira também representam o Brasil no evento. O primeiro vai enfrentar Dan Moret pelo peso-leve (70 kg) e a segunda vai duelar contra Jessica Borga no peso-pena (66 kg). Os quatro lutadores mostraram profissionalismo e também ficaram dentro do limite de suas respectivas categorias. Dos 26 atletas que passaram pela balança, apenas Jeffrey Glossner, integrante do card preliminar, não bateu o peso dos galos (61 kg) e teve sua bolsa reduzida. Sendo assim, o duelo contra Jaylon Bates vai acontecer em peso casado. Confira os resultados da pesagem oficial do Bellator 256: Ryan Bader (92,9 kg) vs Lyoto Machida (92,8 kg) Liz Carmouche (56,8 kg) vs Vanessa Porto (57,1 kg) Adam Borics (66,1 kg) vs Jeremy Kennedy (66 kg) Cat Zingano (65,8 kg) vs Olivia Parker (65,9 kg) Goiti Yamauchi (70,6 kg) vs Dan Moret (70,5 kg) Dalton Rosta (84,1 kg) vs Tony Johnson (84 kg) Talita Nogueira (66,2 kg) vs Jessica Borga (65,8 kg) Cass Bell (61,5 kg) vs Jornel Lugo (61,2 kg) Cody Law (65,8 kg) vs Nathan Ghareeb (65,2 kg) Jaylon Bates (61,6 kg) vs Jeffrey Glossner (62,5 kg) Nainoa Dung (70,7 kg) vs Izzy William (70,7 kg) Diana Avsaragova (57 kg) vs Tara Graff (56,7 kg) John Douma (61,4 kg) vs Will Smith (61 kg) https://agfight.com/pesagem/lyoto-machi ... -bellator/
  6. Demetrious Johnson elogia regra que o fez ser nocauteado e felicita Adriano Americano, que só havia perdido por pontos, recebeu joelhada que seria ilegal no UFC, mas é permitida no ONE Championship, evento em que luta atualmente: "Eu gosto dessa regra" Com a classe de um verdadeiro campeão, o americano Demetrious Johnson disse, na coletiva de imprensa do ONE após ser nocauteado pelo brasileiro Adriano Mikinho no segundo round, que gosta da regra que permite que um lutador acerte uma joelhada na cabeça do adversário quando este está caído. O golpe, banido das regras unificadas do MMA, que são utilizadas pelo UFC e outros grandes eventos no mundo, é permitido no ONE, e foi determinante para o desfecho do combate. Demetrious Johnson após a derrota para Adriano Mikinho no ONE — Foto: Reprodução / YouTube - Eu gosto dessa regra. É a progressão da luta. Eu caí de costas, estava me levantando após sofrer um uppercut e Adriano percebeu, me acertou uma joelhada devastadora e a luta acabou. Ponto. Não tive nenhuma concussão, simplesmente acabou. Foi diferente de tudo pelo qual eu já passei. Adriano fez um ótimo trabalho usando a sua envergadura. Ele me afastou e conectou a joelhada. Eu apoio essas regras. Como eu disse antes, ela possibilitou que a luta fosse encerrada. Eu não estava grogue. Estava tentando me levantar para voltar a lutar em pé e fui pego. Na minha primeira luta eu fiz isso com Yuya Wakamatsu e consegui o nocaute. Essa regra existe para fazer a luta progredir e acabar. Se Adriano não pudesse dar aquela joelhada, eu voltaria para a luta e ele teria que ter feito algo totalmente diferente. Estou totalmente de acordo com o que aconteceu. Não vou dizer: "Essa regra tem que mudar!" Nós sabíamos as regras, Adriano as usou bem a seu favor e eu estava do lado que perdeu. Adriano Mikinho festeja vitória sobre Demetrious Johnson no ONE — Foto: Divulgação Johnson, que ainda detém o recorde de defesas bem sucedidas de cinturão do UFC, com 11, disse que assistiu à luta pelo menos cinco vezes antes da coletiva, e garantiu que não se surpreendeu com as imagens da sua derrota. - Claro que é péssimo perder, mas sou um atleta muito maduro. Claro que eu poderia sentar e ficar frustrado e com raiva de mim mesmo, mas eu já vi a luta cinco vezes. Não fiquei surpreso com o que eu vi. Eu sei o que aconteceu, e agora é hora de ir para casa. Já perdi e já ganhei antes, e nada mudou. Vou descansar com a minha família, voltar à academia e retomar a minha rotina. Tudo como sempre foi. Perguntado sobre quais seriam seus planos para o futuro, Johnson surpreendeu ao deixar aberta a possibilidade de fazer uma luta de kickboxing pelo ONE - o evento permite que seus atletas disputem lutas de outras modalidades de artes marciais além do MMA. Segundo ele, mesmo que perca e "leve uma surra", ter tido a chance de lutar outra modalidade que não o MMA na carreira o agrada bastante. - Uma das razões pelas quais eu vim para o ONE foi ter opções. Se eu quiser fazer uma luta de kickboxing, eu posso. Obviamente eu vou continuar lutando MMA para voltar a buscar o cinturão. Agora quero relaxar para depois pensar no que farei em seguida. Talvez eu me arrisque no kickboxing e leve uma surra, mas o que vale é tentar e explorar novas possibilidades. Eu só tenho uma carreira, e quero que ela seja a melhor possível. Poder dizer que fiz uma luta de kickboxing no ONE seria sensacional. Mas primeiro tenho que ir para casa, me recuperar e, depois, continuar a minha caminhada. https://globoesporte.globo.com/combate/ ... inho.ghtml
  7. Brasileiro faz história e impõe 1º nocaute da carreira de Demetrious Johnson Citar O Brasil ganhou mais um campeão mundial de MMA na madrugada desta quinta-feira (8). Em duelo realizado em Cingapura, Adriano ‘Mikinho’ Moraes fez história ao se tornar o primeiro atleta a vencer o multicampeão Demetrious Johnson sem precisar da decisão dos jurados laterais. Com um nocaute aplicado no segundo assalto, o brasileiro manteve o cinturão dos pesos-moscas (61 kg) do evento asiático ONE Championship – o limite de peso de cada categoria é diferente em relação ao UFC. Desta forma, Adriano, de 31 anos, ampliou seu cartel para 19 triunfos como profissional, retrospecto que conta com apenas três derrotas. Melhor desde o início do combate, o atleta da academia ‘American Top Team’ soube aproveitar a vantagem de envergadura para golpear e manter a distância, frustrando as tentativas de aproximação de ‘DJ’. Na segunda etapa, ao tentar agarrar uma das pernas de Adriano, o americano recebeu um forte cruzado de direita que o levou a knockdown. O movimento abriu caminho para que o novo campeão imprimisse rápida sequência no ground and pound obrigando o árbitro a interromper a disputa. Ex-campeão do UFC, Demetrious é o recordista do evento em número de defesas seguidas de títulos, com 11 no total, uma a mais do que o brasileiro Anderson Silva. Dentre seus feitos no show presidido por Dana White, o americano se tornou o lutador com o maior número de finalizações em disputas de título, com quatro ao todo. https://agfight.com/eventos-internacion ... s-johnson/
  8. Borrachinha defendeu bem a queda de um Romero com gás no início da luta, quase revertendo com uma queda no cubano. Não acho acho defesa de quedas dele ruim não. Quem derruba melhor, Brunson ou Romero?
  9. Neste sábado (3), a partir das 20h (horário de Brasília), o Third Coast Grappling dá início à sua sexta grande edição, em Houston, no Texas (EUA). Na atração principal da noite, oito atletas disputam o GP Elite 8, sem limite de peso, com premiação de US$ 15 mil (cerca de R$ 85 mil) para o campeão e US$ 5 mil para o vice. O Brasil vai ser representado por Kaynan Duarte, Victor Hugo, Pedro Marinho (naturalizado americano) e Manuel Ribamar, enquanto Nicky Rodriguez, Tex Johnson, William Tackett e Mason Fowler completam o torneio. Medalhista de prata no Mundial 2019, Lucas Valente aceita superluta de última hora no 3CG e analisa GP Criado em 2018 por Ryan McGuire e Zach Marshall, o 3CG (Third Coast Grappling) chega ao seu 20º evento, sendo seis principais, e quer mais. Em entrevista à TATAME, o presidente McGuire comentou a respeito dos planos da organização de seguir crescendo, fazendo torneios melhores, com premiações mais robustas e maiores oportunidades aos atletas. Segundo ele, o objetivo é quebrar barreiras no universo da arte suave. “Em 3 anos esperamos estar com o esporte e nossa marca ainda mais reconhecidos mundo afora. Estamos trabalhando com pessoas ótimas que acreditam em nós e na nossa visão, então o céu é o limite. Só queremos continuar movendo as barreiras e inovando. Quando você se acomoda ou fica satisfeito, a complacência toma conta e o produto fica insípido. Estamos sempre testando coisas novas para manter bem e as pessoas entretidas, querendo mais”, aposta Ryan, que antes trabalhou anos na indústria musical. Sobre o aguardado GP absoluto sem quimono, que reunirá oito especialistas na luta agarrada, o presidente disse que espera uma multidão de fãs no White Oak Music Hall, em Houston, e um grande público via pay-per-view. Já quem acompanhar pode aguardar um evento repleto de finalizações, sem amarrações. “Os atletas estão competindo por um grande prêmio (quase 110 mil reais). Espero muita emoção, drama e intensidade, do tipo que só as nossas regras e nosso formato conseguem trazer à tona. O dinheiro, sem dúvida, também é um grande motivador (risos), mas o que faz o 3CG diferente é, acredito, nosso conjunto de regras, que realmente pega o melhor das regras baseadas em pontos e das regras de só finalização, juntando tudo para criar o nosso estilo. Temos uma taxa de 80% de finalizações em quase 20 eventos”. “Para o público brasileiro, só queremos que eles saibam que respeitamos e amamos a arte a partir da qual desenvolvemos nossa marca. Ter o professor Vinícius Draculino na Gracie Barra Texas desde a faixa branca também me deu um amor especial e apreço pela população brasileira. Realmente é uma arte que muda vidas, e sem ela não existiria 3CG”, comentou McGuire. “Por que ignorar, ou em certos casos até desrespeitar, um mercado enorme onde a arte já vem crescendo por anos? Todo mundo diz: ‘Ah, o Brasil só quer saber do quimono’. Bem, estamos aqui para mostrar que nossa marca pode entreter até os mais conservadores. Amamos o Brasil e, antes da pandemia, até tivemos discussões preliminares sobre realizar shows lá”, disse. Por fim, Ryan McGuire, que é um assíduo praticante de Jiu-Jitsu, mandou um recado para os fãs brasileiros e citou a importância de se valorizar os atletas do país, destacando a garra e gratidão os “canarinhos” como um diferencial. “Quando se trata de trabalhar com atletas brasileiros, é até difícil não fazê-lo. Eles têm tanto talento e, na maior parte, tem sido tão bom lidar com o povo brasileiro, a atmosfera é sempre a melhor possível. Eles apreciam verdadeiramente a oportunidade, e você vê um tipo diferente de gratidão e abordagem ao esporte do que encontra em alguns dos atletas mais novos nos Estados Unidos. Sobre o país, nós do 3CG amamos a cultura brasileira, este esporte que nos deu um negócio, amigos, e esperamos que todos sintonizem na hora do show para aproveitar o que com certeza será incrível”, completou o dirigente. O Third Coast Grappling será transmitido exclusivamente em pay-per-view na FITE TV, uma das plataformas multiesportivas de streaming que mais tem se destacado nos Estados Unidos. O preço para público no Brasil é de US$ 5.99 (contra US$ 14.99 no resto). O evento está previsto para começar às 20h (horário de Brasília). CARD COMPLETO: Third Coast Grappling Houston, no Texas (EUA) Sábado, 3 de abril de 2021 Pay-per-view: AQUI GP Elite 8 Quartas de final: Kaynan Duarte (Brasil) x Tex Johnson (EUA) Quartas de final: NickY Rodriguez (EUA) x Pedro Marinho (EUA/Brasil) Quartas de final: Victor Hugo (Brasil) x William Tackett (EUA) Quartas de final: Mason Fowler (EUA) x Manuel Ribamar (Brasil)
  10. Velho por 10 milhões eu luto com o Ngannou de olhos vendados.
  11. O canal combate fez uma parceria com o PFL e vai transmitir os eventos. Veremos o werdum em ação.
  12. Jon Jones: "Só quero números respeitáveis, para não me sentir um idiota entrando na maior luta da minha vida" Citar Mensagem 31 Mar 2021 17:26 Nesta quarta-feira, Jon Jones usou as redes sociais para falar sobre o assunto que virou polêmica nesta semana no UFC: uma possível luta pelo cinturão peso-pesado (até 120kg) com o novo campeão Francis Ngannou. Ele revelou uma reunião recente com um advogado do Ultimate, Hunter Campbell, em que apontou que valores em torno de US$ 8 a 10 milhões por essa luta seriam baixos. Numa enorme sequência de posts, Jon Jones destaca que tem sentido que essa seria a maior luta de todos os tempos para o UFC, e que merece ser bem pago por ela. Também ressaltou que, apesar de não estar reclamando sobre isso agora, teria sido mal pago ao longo do tempo na organização. Claramente o ex-campeão meio-pesado (até 120kg) quer uma fatia maior que de costume para fazer essa luta acontecer. Do outro lado, já na coletiva após o UFC 260, no último sábado, Dana White, presidente do UFC, tentou minimizar os pedidos de ganhos de Jon Jones. O chefão tentou dar a impressão de que o lutador estaria com medo de enfrentar Ngannou ao colocar o dinheiro como condição. Confira as postagens de Jon Jones nesta quarta-feira: - Tive uma breve reunião por telefone com o advogado do UFC, Hunter [Campbell], há alguns dias. A partir de agora, disse a ele que algo em torno de oito a US$ 10 milhões seria muito baixo para uma luta dessa magnitude. Isso é tudo o que foi discutido até agora. - Na teoria, estou esperando para ver como vai ser a oferta deles. Realmente espero que os números não estejam perto disso [desses valores baixos]. Vamos ver o que acontece. - De uma coisa tenho certeza, nunca tive tanta gente animada para ver uma luta quanto estão agora, literalmente não consigo andar até a minha caixa de correio sem que alguém me pergunte sobre a luta. - Eu tenho trabalhado pra caramba por anos, contusões, cirurgias, lutando a competição mais difícil que o UFC tinha a oferecer ao longo dos meus 20 anos por cerca de 2 milhões [de dólares] por luta. Só estou tentando ter meu dia de pagamento, a luta que todos nós, lutadores, acreditamos que um dia seja possível. - Eu twittei "me mostre o dinheiro" e, evidentemente, irritou o chefe. Lição aprendida. Eu sinto que se Connor [McGregor] tivesse enviado o mesmo tweet, teria tido uma noite do uísque. Acredito que fui muito mal pago em todos os meus 20 anos. Eu nem estou aqui reclamando disso. Eu só quero ver o futuro sendo feito certo. - Eu sinto que essa luta é monumental, confrontos como esse não acontecem com frequência na vida. Parar Francis [Ngannou] na minha primeira luta no peso-pesado seria nada menos do que extraordinário. [Muhammad] Ali x [George] Foreman, apresentado pelo UFC. - Essa luta tem o potencial de trazer centenas de milhares de novos fãs de todo o mundo. Eu posso sentir em meus ossos o quão grande isso pode ser. - Todo mundo sabe que os lutadores não chegam perto do que realmente trazem quando lutam. Eu realmente não vejo qual é o grande problema de pagar o seu evento principal por uma das maiores lutas possíveis de todos os tempos. Não é nem como se eu estivesse pedindo pelo meu valor justo. - Só quero números respeitáveis, para não me sentir um idiota entrando na maior luta da minha vida. fonte: https://globoesporte.globo.com/combate/ ... nnou.ghtml
  13. e Ngannou defende Jon Jones: "Todos gostariam de um super pagamento" Cita Logo após Francis Ngannou se tornar o novo campeão dos pesados, Jon Jones, que está cotado para ser o próximo desafiante ao título, foi às redes sociais pedir uma boa quantia para que a luta, de fato, acontecesse. Diante da publicação do americano, o presidente do Ultimate insinuou que ele estaria com medo de enfrentar Ngannou. Em entrevista ao TMZ Sports, no entanto, o camaronês saiu em defesa do provável adversário. - Acredito que Jon Jones queira essa luta. Ele quer que aconteça porque vai ser uma superluta, basicamente uma das maiores. Ele luta há muito tempo, foi campeão por muito tempo, mas acho que essa pode ser a maior luta da carreira dele, e da minha. Ele quer colocar algo assim em seu legado. Quanto aos (números), sim, ele está pedindo dinheiro, mas faz sentido. Por uma superluta, todo mundo gostaria de ter um super pagamento. Eu quero essa luta. Eu gostaria de ter um bom pagamento, e todos os outros lutadores por aí gostariam disso, então não há nada de irracional nisso. Tudo está normal. Vejo o 'Mostre o dinheiro' como uma prova de que, sim, ele realmente quer. Se mostrarem o dinheiro, ele vai lutar. O camaronês não se apega à última vitória, em cima de Stipe Miocic, como indicativo de que também superaria Jones, mas alerta que essa luta pode ser um confronto bem difícil para o ex-campeão meio-pesado, que se mostra cada vez mais forte. - Minha mensagem para Jon seria que ele se preparasse e levasse a sério, pois ele terá o maior desafio de sua vida. Eu não irei até lá para lutar da forma como aqueles caras têm feito. Será diferente. Ele pode aumentar de peso o quanto quiser, mas isso não tira minha força ou meu poder - concluiu. Fonte: https://globoesporte.globo.com/combate/ ... ento.ghtml
  14. Derrick Lewis entra na briga e pede R$ 45 milhões para disputar cinturão do UFC Cita A novela protagonizada por Jon Jones para enfrentar Francis Ngannou começa a afetar os demais atletas do peso-pesado. Após o camaronês se tornar campeão da categoria no último sábado (27), em Las Vegas (EUA), ‘Bones’ e Dana White divergiram em relação aos valores para a realização da superluta contra ‘The Predator’. Nesta quarta-feira (31), o americano informou que conversou com a companhia e indicou que seu passe vale mais do que dez milhões de dólares (cerca de R$ 56 milhões). Atento ao cenário, Derrick Lewis se posicionou. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Lewis aproveitou a insatisfação de Jones, que considerou baixa a quantia oferecida pelo UFC, para colocar suas cartas na mesa. De acordo com o número dois no ranking do peso-pesado, ele aceita enfrentar Ngannou pela segunda vez por um valor ‘mais acessível’ ao exigido pelo ex-campeão dos meio-pesados (93 kg), mas também na casa dos milhões. A declaração de Lewis veio em boa hora, já que o atleta vive excelente fase na carreira e ocupa boa posição no ranking do peso-pesado. Além disso, o próprio Dana revelou na coletiva de imprensa pós-UFC 260 que ‘The Black Beast’ seria o próximo desafiante da categoria, caso algo impedisse a realização da superluta entre Jones e Ngannou. Como Lewis disputou o título da divisão e enfrentou o camaronês no passado, pode receber uma nova oportunidade contra o campeão. “Farei isso por oito milhões (cerca de R$ 45 milhões). M****”, escreveu o maior nocauteador da história do peso-pesado do UFC em sua conta oficial no ‘Twitter’. Além de pedir um valor menor do que Jon Jones ao UFC para enfrentar Francis Ngannou, Derrick Lewis também pode levar a melhor na queda de braço com o ex-campeão dos meio-pesados por outros motivos. Em 2018, ‘The Black Beast’ venceu o atual campeão do peso-pesado, em duelo que frustrou parte da comunidade do MMA. Em desvantagem no placar, ‘The Predator’ adiantou que a revanche com o americano faz parte de seus planos e garantiu que vai dar rodagem à categoria. https://agfight.com/ufc/derrick-lewis-e ... ao-do-ufc/