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  1. Eu entendo seu ponto de vista, mas até pelo contexto de trash talk eu não consigo afirmar que ele usou o termo "african" para referir-se à escravidão, até mesmo porque o insulto foi direcionado a uma pessoa específica e precedido pelo termo "pussy". Ainda que se possa crer que inconscientemente ele foi preconceituoso, eu acho que resta impossível apontar isso peremptoriamente. De toda forma, compreendo que pode gerar essa interpretação. Mas, tecnicamente falando, a fala dele não poderia ser enquadrada em racismo, ao menos sob o nosso ponto de vista legal. No máximo uma injúria racial, mas mesmo assim tenho muitas dificuldades em tipificar nesse crime. De toda forma, como apontei desde o primeiro post, a fala dele foi infeliz, justamente porque poderia gerar, como gerou, uma discussão que talvez não tenha sido a intenção do lutador. Abraços
  2. É verdade. Minha dúvida em relação ao Cowboy hoje em dia é que o queixo dele está bastante questionável. Em tese ele poderia surpreender todo mundo e finalizar o Connor também, é uma hipótese plausível. Abraços
  3. Cerrone pode estar mais ativo, mas o queixo do Cowboy está bastante cambaleante e o Connor acerta doído, além de ser um sniper. Aponto Connor como favorito. Abraços
  4. Imagina lutando sem luvas então? Esse desafio, percebe-se, não tem sentido. Abraços
  5. Colega, vou te falar uma coisa que eu mesmo demorei anos para entender: ninguém possui o monopólio da virtude. Abraços
  6. Tecnicamente você conclui, com certeza, que o comentário foi racista por qual razão? Abraços
  7. Nesse link que está na reportagem, o Wanderlei diz que ainda tem contrato com o Bellator. Fez duas lutas e tem duas pendentes ainda. https://agfight.com.br/wanderlei-silva-desafia-belfort-para-luta-de-boxe-sem-luvas-quero-ver-se-e-homem/ Atualmente, Wanderlei é atleta do Bellator e se encontra no meio de um contrato com a organização americana de MMA. No entanto, na visão do brasileiro, isso não seria um empecilho para que ele possa vir a competir no Bare Knuckle F.C. De acordo com o ‘Cachorro Louco’, existem formas de manter seu vínculo com o Bellator e atuar no evento de boxe sem luvas concomitantemente. “Tenho duas lutas, assinei um contrato de quatro lutas no Bellator, fiz duas e tenho mais duas. O meu contrato com o Bellator, não sei se dá para lutar ou não. Mas esse Bare Knuckle pode ser enquadrado como uma apresentação, um show. Pode ser considerado de uma outra maneira. Há abertura no contrato para se fazer sim. Não é luta de MMA, boxe ou muay-thai, é outro esporte, esse é o meu entendimento”, finalizou Silva, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight. Abraços
  8. No boxe não tem sentido nenhum. Seria ridículo. Se os caras bons de trocação no MMA não possuem boxe apurado para dar uma luta decente pro Money, que dirá o Khabib, cujo jogo maravilhoso no MMA é baseado em outras valências? Venderia, mas o resultado da luta e a competitividade da luta poderiam ser um tiro pela culatra. Abraços
  9. O problema no caso é de linguagem também. Ele não falou "africano de merda". Ele falou, mais ou menos, "africano frouxo" ou apenas frouxo. A frase é mais direcionada ao indivíduo, ao menos é o que parece. No linguajar do trash talk do MMA (que eu eu não gosto) existe esse direcionamento. Falar "pussy brazilian" é bem diferente de falar "filthy animals" direcionado a toda a população. Muito diferente também do seu exemplo acima e diferente de usar uma palavra que já carrega preconceito intrinsecamente, o que eu já coloquei nesse tópico também. Dito isso, eu entendo que, na atual fase do mundo, onde temos um binômio de ascendência dos direitos identitários em contraposição a uma polarização exacerbada (vista inclusive nesse tópico) e que é culpa não só dos conservadores, mas talvez mais até dos ditos progressistas, eu creio que declarações assim devem ser evitadas, porque realmente dão margem a interpretações. Abraços
  10. Sim, cena clássica, com o sangue caindo por debaixo da máscara. Abraços
  11. Pelo link da reportagem ele não assinou ainda. Desafio confuso, porque segundo o próprio Wanderlei, ele tem contrato vigente com o Bellator para mais duas lutas. O Belfort tem contrato com o ONE. Os dois eventos teriam que entrar em acordo pra luta acontecer. No Bare Knuckle acho impossível, uma vez que nenhum dos eventos, com os quais os atletas têm contrato, os liberaria. Levando em conta que ambos já passaram dos 40 anos, essa luta não deve sair mais. Abraços
  12. hahahahahhahahahhahhaha ótima síntese. Também não tenho ideia, os dois caíram muito nos últimos anos e isso tende a piorar com o passar da idade. Acho uma luta desnecessária hoje. Sem luvas então... Abraços
  13. Se ele tivesse dito mesmo "africano de merda", talvez fosse o caso de se analisar se ele foi preconceituoso. Ocorre que ele chamou o cara de "frouxo" ou algo similar. Já muda todo o contexto. Existem palavras e expressões que, por si só, trazem uma carga de preconceito, eu já dei dois exemplos nacionais, tem vários nos EUA também. Africano não é uma delas. Como eu disse, tendo a achar que não houve preconceito no trash talk. Abraços
  14. Exato, existe uma sutileza na linguagem que é complicada e só quem sofre o tipo de preconceito pode sentir. O exemplo que eu dei cristaliza isso. Chamar qualquer nordestino de "baiano", com a conotação e a ênfase dada aqui em Sampa, é pejorativo e preconceituoso. Agora se me chamarem de piauiense eu não tô nem ai, porque é minha naturalidade e eu tenho orgulho dela. Pelo contexto da frase em inglês e da discussão em si, um desafio de luta etc, tendo a acreditar que o Borracha não quis ser ofensivo com um continente ou com as pessoas africanas ou negras. Todavia, hoje, e tendo em vista as filigranas da língua, traduções e toda essa carga louca da polarização exacerbada, redes sociais, fake news etc, nós e, principalmente, as pessoas públicas, têm de tomar muito cuidado. Veja que o negócio já tomou um rumo inesperado, com discussões em fóruns, gente atacando ele nas redes e um veículo de imprensa nacional traduzindo a frase de forma errada e, talvez, fora de contexto. Querendo ou não, os tempos são esses, não são iguais há alguns anos e, concordando ou discordando, a realidade é posta e ninguém foge dela. Abraços