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  1. Centenas de vezes e se você perguntar hoje, garanto que a resposta será a mesma. Só lembrar da Kyra Gracie declarando que, quando cogitou ir a um seminário do Rickson, indagou ao Renzo se o Mestre era tudo isso, ao que o Renzo retrucou: "Não, ele é muito mais". Abraços
  2. Veja o vídeo colocado recentemente aqui no PVT pelo aluno do Hugo e do Brunocilla (o mesmo que cedeu as únicas imagens conhecidas do acontecido, colocadas naquela edição histórica da Tatame). Veja quem ele aponta como "diretoria", quem tomou a frente e liderou a invasão da Academia Gracie. Pra liderar uma invasão à Academia Gracie naquela época, te garanto, o cidadão teria de possuir alguma moral e ascendência sobre os companheiros de treino. Pra ter ascendência hoje sobre os colegas de treino você tem de ser um leão,um líder, naquela época você imagina. Ele não era segundo time. Abraços
  3. OSS! Palavras de Mestre. Abraços
  4. Todavia é a regra do MMA atual, acaso não seja o golpe considerado intencional, no sentido de deliberado, e a luta é interrompida, vamos às papeletas. O mesmo ocorre no boxe, notadamente com cabeçadas, que são frequentes na nobre arte. O golpe intencional eu entendo como sinônimo de deliberado. Precisaria rever a luta, mas acredito que não se pode afirmar que ele deliberadamente mirou a cabeça, e só a cabeça, do adversário. Outra coisa a ser ponderada no caso é que o médico afirmou, salvo engano, que o lutador poderia continuar. Assim, o certo seria punir o infrator com a perda de um ou dois pontos e a lutar prosseguir após ser dado tempo ao lutador para recuperar-se. Não sei como a regra unificada do MMA trata casos como esse, ou seja, em que o médico afirma uma coisa e o lutador diz outra. Nesse caso, acredito que o certo não seria desqualificar, mas, no mínimo, um no contest. Abraços
  5. Não há como acreditar nisso diante do diálogo travado entre Diego e o árbitro. Inclusive solicitou falar com seus treinadores, o que não foi deferido pelo árbitro. Abraços
  6. No máximo. Mas nesse caso defendo que a luta deveria ser paralisada e ter ido pras papeletas até aquele momento. Domínio total do Michel. Tem que ver as nuances da luta, não me pareceu uma coisa deliberada, foi um acidente mesmo. Se tivesse ido pra papeletas, mesmo perdendo um ponto pelo golpe ilegal, Pereira venceria. Abraços
  7. Mas o russo poderia lutar em outro evento que não o UFC? Ou os sauditas teriam oferecido a grana pra luta ser realizada no próprio UFC? O Khabib, provavelmente, está proibido de lutar MMA em outro local, isso com certeza está no contrato com o UFC. Outras modalidades, pelo que vejo com outros lutadores, o UFC pode liberar (se estiver previsto no contrato) e no boxe, o único exemplo que tivemos foi o Macgregor, no qual o UFC participou da promoção do evento e deve ter ganho uma grana violenta, por isso liberou. Abraços
  8. Acho que o Cachorrão é brasileiro mesmo. Salvo engano nasceu quando o pai estava em missão diplomática nos EUA, o que lhe dá a cidadania brasileira. Em relação ao Rafael Lovato, uma notícia triste. O cara é um autêntico representante do JJ e estava se saindo muito bem no MMA. Abraços
  9. Obrigado por compartilhar sua experiência pessoal. Esse é o ponto questionado no estudo. Os pesquisadores afirmam que, em muitos casos, a maconha pode piorar o vício e, portanto, não poderia ser utilizada como redução de danos. Acho que por isso teve tanto destaque, uma vez que a maconha costuma ser utilizada dessa forma. Sei que a Holanda tem um programa de redução de danos em que se utiliza maconha e, inclusive, álcool, para diminuir a dependência de drogas como cocaína e heroína. O estudo não trata de efeitos terapêuticos de agentes isolados, tais como o canabidiol etc, mas apenas da maconha fumada. Inclusive eles destacam que podem sim existir efeitos interessantes em derivados da cannabis sativa linneu. Por fim, pelo que pude perceber, o estudo não destaca qualquer relação da maconha como porta de entrada para outras drogas. Acho que essa delimitação não era objeto do estudo, inclusive. Abraços
  10. Os três pontos destacados coincidem com as conclusões do estudo. E o estudo não fala em porta de entrada para outras drogas. Apenas diz que ela não funcionaria como política de redução de danos, quando o cara já é consumidor de drogas tais como a cocaína. Abraços
  11. Pelo que entendi eram bolsistas da FAPESP. Mas o colega pode me esclarecer, com dados e/ou provas quem financiou a pesquisa. Abraços
  12. 1-) Não tenho capacidade técnica para discutir. Não é minha área. Apenas trouxe o artigo para debate e que bom que gente com capacidade técnica pode me esclarecer alguns pontos. Agora, ou que tudo indica, o estudo foi feito por profissionais gabaritados, daí minha dificuldade em não levá-lo a sério "nem por um minuto". Mas pode ser que você tenha razão. Eu não tenho capacidade para afirmar. 2-) Esse segundo destaque me interessa. Vai de encontro em que sentido? Quanto à política de redução de danos, ou seja, uso de maconha em usuários de drogas mais pesadas? Ou em relação aos efeitos da maconha? Abraços
  13. É um estudo de pesquisadores da USP, não de empresas... Foi feito para embasar políticas públicas de redução de danos... Você leu o estudo científico? E o estudo, obviamente, foi feito por pessoas reais, por especialistas respeitados, professores da USP, bolsistas da FAPESP, atuantes no HC. Abraços
  14. Primeiro, deixar claro que não tenho opinião formada sobre legalização da maconha ou de qualquer outra droga ilícita. Segundo deixar claro que, sob um ponto de vista pessoal, acredito que a pessoa decide se quer ou não utilizar-se de drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas. Tanto assim que, embora o uso não tenha sido descriminalizado no país, ele foi despenalizado (não existe mais pena corporal para o uso de drogas entorpecentes). Terceiro que, pelas características da apreensão, provavelmente o Mestre Relson deve ser colocado em liberdade e, possivelmente, ao fim do processo, não será condenado por tráfico. E eu não julgarei o Mestre por essa atitude específica, até mesmo porque as preferências pessoais dele pouco me importam. Continuará sendo um grande nome do GJJ, sendo ou não usuário de maconha, tendo ou não prescrição médica para o uso de qualquer substância entorpecente. Dito isso, eu mesmo coloquei aqui, páginas atrás, um estudo científico recente, levado a cabo por pesquisadores da USP, que refutou a ideia da maconha como "redução de danos" no trato de drogas ditas "mais pesadas". Inclusive o uso pode piorar o vício em cocaína e crack. Na mesma matéria, é dito pelos pesquisadores que há consenso científico para o fato de que a maconha causa déficits de atenção, memória, aprendizado verbal e, com o uso prolongado, danos ao córtex pré-frontal e psicose. É dito também pelos pesquisadores que o uso precoce tem efeitos importantes no desenvolvimento do cérebro e em distúrbios psiquiátricos, além de estar associado a níveis baixos de sucesso escolar e empregabilidade. Ainda segundo os pesquisadores, a maconha é a droga conhecida que tem maior poder para desencadear sintomas psicóticos e linhagens de maconha com mais THC estão mais associadas aos sintomas. Os pesquisadores afirmam que isso está consolidado, ou seja, é um consenso científico. Pelas minha características pessoais (não religioso, humanista etc) respeito muito os consensos científicos. Portanto, essa história de que maconha não faz mal ou faz pouco mal não mais me convence, diante das descobertas e estudos da ciência médica. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-51114635; https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2020/01/15/em-vez-de-reduzir-danos-maconha-pode-piorar-vicio-em-cocaina-e-crack-estudo-brasileiro.htm; https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/estudo-contesta-uso-de-maconha-no-tratamento-da-dependencia-de-cocaina/; http://agencia.fapesp.br/estudo-contesta-uso-de-maconha-no-tratamento-da-dependencia-de-cocaina/32315/ Estudo publicado em inglês: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0376871619304193/ Abraços
  15. Exatamente. Segue trecho que recente reportagem lavada a cabo por pesquisadores da USP. https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2020/01/15/em-vez-de-reduzir-danos-maconha-pode-piorar-vicio-em-cocaina-e-crack-estudo-brasileiro.htm No estudo com os 123 dependentes e voluntários, os pesquisadores perceberam também que, quanto mais cedo na vida estes pacientes começaram a usar maconha e cocaína, maiores as chances de recaída. Segundo os autores, isto vai ao encontro de uma literatura que já vem mostrando de forma consolidada que o uso precoce destas drogas tem efeito importante no desenvolvimento do cérebro e em distúrbios psiquiátricos, além de estar associado a níveis mais baixos de sucesso escolar e empregabilidade. "O amadurecimento biológico do cérebro está muito forte na adolescência e pode ser muito abalado pelo uso de substâncias tóxicas como a maconha", diz Cunha. Para os autores, apesar de focado em em dependentes em cocaína, o estudo traz indicações sobre os efeitos da maconha fumada para um público mais geral. "A maconha é a droga conhecida que tem maior poder para desencadear sintomas psicóticos. Isso é bastante consolidado. E linhagens de maconha com mais THC estão mais associadas a sintomas — é uma relação praticamente estatística", diz Oliveira Júnior. Abraços