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  1. Em partes. A gripe suína também atingiu nível 6 de pandemia em 2009 e de longe não ocorreu o que está acontecendo agora. Apesar dela ser menos letal, as pessoas geralmente numa histeria coletiva não contabilizam se algo mata 1 ou 4%. Há sim uma amplificação pelo efeito twitter e mídia sensacionalista. Somos bombardeados o dia todo com essa história.
  2. Cara, você não entendeu nada. Falei da escassez como princípio econômico e não como substantivo. Ele é um dos 10 princípios para que a economia de escalava funcione normalmente. nas palavras de Greg mankiw: "economia é o estudo de como a sociedade gerencia seus recursos escassos." Dado isso, a economia é totalmente interligada no gerenciamento dos recursos. no próprio exemplo que você usou: a parada de fabricação e roupa e sapato impede uniformes de segurança para funcionários de empresas médicas e hospitalares, gerando onerosidade na produção por falta de condições. Isso impede que o abastecimento de remédios seja feito de acordo com a demanda, gerando escassez para hospitais. Inclusive, muitas fábricas de máscaras respiratórias e produtos de TNT já pararam. O que poderá impedir o trabalho de enfermeiros e médicos. A Parada de empresas de peças automotivas impede que tanto o mecânico como a manutenção do transporte fiquem limitados, o que atrapalha o abastecimento de alimentos e recursos médicos, onerando, mais uma vez, a saúde, além de suprimentos alimentícios. As pessoas que trabalham no comércio, produção, representação, transporte, limpeza etc. de empresas eletrônicas não terão mais recursos para criar demanda em produtos aleatórios farmácia ou planos de saúde por exemplo. Isso gera uma quebradeira na cadeia de suprimentos de saúde (aliás os planos de saúde já estão parando de aceitar novos clientes), fazendo com que as pessoas onerem mais ainda o sistema de saúde público e, consequentemente, aumente o número de mortalidade por outras doenças e acidentes pela falta de leito. Tudo na economia é interligado, pois foi evoluído numa rede complexa, e uma peça faltante cria um espiral de recessão e escassez. É justamente por isso que economias planejadas como na União Soviética e China tiveram tantos problemas ao longo da história, não conseguiam fazê-la se encaixar artificialmente e dirimir o problema a escassez. Alías, já vou avisando aqui. Dependendo do tempo que alastrar isso poderemos chegar no pior cenário possível: quebra bancária. É fato que muitas empresas grandes estavam se recuperando ainda e detinham muitos títulos corporativos alimentando seu investimento; um risco de default pode gerar um efeito manada no sistema financeiro. Já alerto aos amigos: se não arrumarem uma vacina para esse negócio, tomem cuidado com seu dinheiro no banco! "Cara, são algumas semanas, talvez 1 mes, sem a comercialização daquilo que não é considerado essencial para vida!" Então, mas você começou falado "que quebre!" até passar, que pare tudo. Agora você já está falando em algumas semanas ou 1 mês, sem aquilo que é "essencial". Então você mesmo concorda que a saúde e bem estar não vivem sem a economia. Portanto, que a economia "não quebre". "Então vc acha mesmo que não é possível que uma parcela considerável da nação se infecte ao mesmo tempo? " Opa, você não disse parcela considerável, você fez uma proposição fantasiosa em que TODO mundo estaria doente e portanto não existiria economia.Eu estava falando da sua proposição que você criou uma alternativa falsa para colocar seu ponto. "Na minha lógica, o mal tem ser cortado pela raiz enquanto é tempo, para nao termos que enfrentar uma verdadeira catastrofe depois" Também creio que devemos solucionar agora, mas não copiando o que países ricos fazem. Sendo que ainda tempos uma larga massa que está pouco acima da linha de pobreza. E uma parada brutal na economia pode ser nociva, até mesmo com a volta do problema da fome nas regiões periféricas do Brasil. Aliás, isso já pode ser sentido já que com a parada da China, os grandes exportadores estão direcionando suas vendas para o mercado interno. Isso poderá quebrar o pequeno e médio produtor que era essencial para a cadeia alimentícia interna. E adivinha quem vai se prejudicar com isso? Não somos Itália que inclusive parece que aumentou o tempo de isolamento, então se ficarmos nessa onda de cópia, provavelmente poderemos ficar meses parados. Repito, nós não temos opção, temos sacrifício. O que vamos sacrificar? Essa é a pergunta que deveríamos fazer aqui.
  3. Fica a questão. O governador vai dar férias para funcionários públicos.Será que esse pessoal vai tirar féria e ficar em CASA? Não parece o caso dos italianos.
  4. Aliás, para desanimar mais a coisa. Mesmo com as medidas bruscas na itália, houve aumento de novos casos e mortes.
  5. Se é óbvio, então se deve tomar cuidado como quer o andamento da coisa. A saúde não está separada da econômica. Para tal dependemos de remédio, médico, dinheiro, comida, água. Tudo isso é produzido por alguém. Não se pode separar na mente absolutamente o que é conjunto na realidade. Separar saúde e trabalho é algo que se faz na mente, mas na realidade, ou natureza como queira, não existe essa separação. "De que adianta termos empresas funcionando, comercio aberto se as pessoas estão doentes, se infectando umas as outras? Ai te pergunto, tem como a própria economia girar com todos doentes? " - As empresas funcionando e comércio aberto é justamente necessário para que se enfrente a primeira premissa econômica: escassez. Quanto a segunda pergunta questão, isso é uma falácia de generalização. Você cria uma generalização na premissa e tira sua própria conclusão a partir dela. Simplesmente não há como todo mundo estar doente ao mesmo tempo, já que o tempo, evento, região ou fato decorre diferentemente para diferentes agentes. Na sua lógica, a humanidade já teria sido exterminada em algum momento. Quanto aos países e guerras. Sua reconstrução é inteiramente dependente da sua economia antes da guerra. Por exemplo, de acordo com o modelo de Solow, o Japão obteve um rápido nível de recuperação por conta da sua alta taxa de poupança obtida antes da guerra. Isso permitiu atingir um estado estacionário rapidamente. Agora outros países que não tem a mesma sorte, como alguns países da áfrica por exemplo, entram num grave espiral de aumento de taxa de mortalidade e expectativa de vida por conta da destruição da , já escassa, infraestrutura. Ora, é claro que uma função de produção depende da relação de investimento, capital e trabalhador. Qualquer dessas variáveis faltantes significa um declínio na na produção. E se há um declínio na produção, há um declínio na arrecadação. Se há um declínio na arrecadação, haverá uma escassez induzida na saúde. se há uma escassez NA SAÚDE SIGNIFICAM MAIS MORTES, para dar um exemplo. A coisa não para. Não á toa velhos modelos econômicos estão sendo substituídos por complexos. "claro que mercados, farmacias devem e vão continuar abertos" - Essa é mais uma falácia da simplificação. Por acaso são separados? Mercados, farmácias dependem de uma rede de escala de produção nacional e mundial. Como eles irão vender se houver uma parada da produção em escala: entramos no problema mais simples da economia novamente: escassez. O que ocorre nesse mundo que você imaginou é justamente parar o mercado e famárcia. "A forma que vc falou é como se a terra parasse assim como na canção de Rau Seixas, e a realidade é bem distante disso" - Olha, deixando de lado a arrogância dessa frase. Eu retruco: Para quem o mundo para? para aquele que o vê numa escala de causa e efeito com o tempo, como é o caso dos choques de oferta e demanda do mercado, ou aquele que vê que todo mundo vai ficar doente ao mesmo tempo? "Com relação ao governo, fique tranquilo, eles arrecadam impostos até da sua respiracão, nao vai ser o comercio ficar fechado por 3 semanas que vai fazer o país quebrar, relaxa! " Então me explica uma coisa, a saúde, por exemplo, arrecada dinheiro do lucro e do faturamento. Portanto, como ela vai arrecadar se a empresa está parada? raul seixas? Concluindo. Não quero aqui dizer que esse não é um caso se´rio ou que medidas não devam ser tomadas. Só acho que devemos tomar cuidado em ser absolutistas, já que a realidade é mais complexa do que nossa cabeça. Não somos um país que passou da renda média e medidas copiadas de países ricos podem ter um efeito devastador nessas terras.
  6. Ainda que o assunto seja sério e cuidadoso, dizer que "que quebre" é uma redução ao absurdo. Já que a própria necessidade de dirimir o problema depende da, pasmem, economia. Para as pessoas ficarem em casa elas dependerão de recursos para que possam se manter. O estado também depende de arrecadação do que a pessoa produz e trabalha para que canalizar para a saúde continuar andando. A farmácia depende das suas vendas para que possa pagar o fornecedor, caso contrário haverá uma diminuição no fornecimento de remédios aleatórios. Os fornecedores dependem do consumo para que continuem investindo em pesquisas e cuidados de laboratórios privados. Os mercados depende de um equilíbrio de oferta e demanda para que possam distribuir seus produtos para quem pode comprar, se houver um isolamento e consequente corrida aos mercados, quem você achar que vai ficar sem recursos para um longo isolamento? O assalariado ou o rico. Se o assalariado não tem dinheiro para longas despesas isso significa que ele não se alimentará direito o que pode causar duas opções: ou ele terá que sair à rua atrás de comida, o que lhe pode contaminar, ou estará com sua imunidade baixa por falta de reidratação e nutrientes. Acho que não é nem lá e nem cá. Temos que ter cuidado mas dentro de nossas possibilidades. Não somos europa, que está acima da renda média e com larga taxa de poupança o que permite uma gordura longa antes de dar problema, e muito menos somos USA que pode imprimir moeda à vontade sem consequências. Aqui nós não temos opção, nós temos sacrifício, qualquer decisão é um beco sem saída. Então temos que ter cuidado, devemos tratar o assunto com responsabilidade, mas também não temos luxo de escolhas bruscas.
  7. Havia grandes chances de acontecer isso. O israel sofre do mesmo problema que o Anderson: joga na abertura do outro. Se o adversário não fizer nada ele não tem repertório suficiente para preparar um grande golpe ou mesmo um bom combo. E o Romero é um lutador que luta completamente plantado, reservando energia para explosões esporádicas e de surpresa. Única coisa que eu acho é que ele poderia ter tentado algumas quedas em algum momento. No mais, luta previsível.
  8. Único problema é que, ultimamente, o UFC costuma ser implacável com quem recusa lutas. Além do que eles costumam dar um bom crédito na fila para quem topa tudo. Estrategicamente, hoje em dia, é preciso ter cuidado e analisar bem ao recusar luta. Esse é um grande problema de ranking oficial também Antigamente os lutadores olhavam mais pelo hype do momento do que por posição.
  9. Outro. Os brasileiros estão ficando com uma fama de trapaceiros do caramba. Não vi nenhum dado comparativo por país, mas os comentários estão fortes.
  10. O Lawler deu a volta por cima, mas ele não chegou a ser campeão da primeira vez. O Mir é um caso complicado pois o problema dele foi o acidente, não sei se dá pra colocar na mesma categoria.
  11. É engraçado que o Weidman, assim como outros ex-campeões, é o típico lutador que você sabe que não tem mais "muito a fazer". No melhor das imagens ele vence algumas lutas, perde outras e se torna escada. Aliás, a história do UFC costuma ser bem concreta nesse sentido. Qual lutador que depois de umas surras voltou a ser campeão novamente? de cara só me lembro do Couture, e com uma grande ajudinha do UFC. De resto, houve casos que um lutador foi mal numa luta ou perdeu por um erro, como foi o caso do GSP, mas voltou com tudo na próxima. È por isso que chega a ser desanimador ver caras como Weidman, Cigano, Shogun etc; quem assiste já não espera mais nada deles.
  12. Sim, estava. Por isso falei que ele esteve meio displicente nas lutas. A última derrota dele contra o Greene também foi terrível. Ele claramente era superior no boxe e acabou se desconcentrando com uma dedada no olho que o árbitro estranhamente não viu ou fingiu que não viu; voltou do chão completamente apático e já entregue. Não digo que o Albini seria um candidato à disputa de cinta nem nada disso, mas ele tem sim sua qualidade. No entanto, falta raça e cabeça. Boa sorte para ele e assistirei suas lutas.
  13. Também acho uma pena para o Albini. Ele é bom lutador, mas sofreu uma mistura de azar, desvantagem física e uma certa displicência nas lutas. Foram derrotas um tanto quanto estranhas. Precisaria de alguns ajustes apenas de um bom trinador para dar uma decolada. Acho que ele tem um bom potencial mas não sei se vai conseguir arrumar a cabeça depois disso. Uma pena. O peso pesado, sem dúvida, é a categoria mais injusta desse esporte, onde bons lutadores se vão e borracheiros ficam.
  14. É uma tentativa, mas não acredito que fará tanta diferença a não ser no entretenimento. O problema não está aí. O problema está em definirem o mais objetivamente possível e com clareza certas questões das lutas. Quanto, afinal, vale uma queda e quais? Quanto vale uma defesa de queda? Como pesar a potência dos golpes? O que vale mais: dois jabs ou um direto? Quanto vale uma tentativa de finalização? Qual o peso do confronto de uma coisa com a outra? Vale a pena avaliar uma luta em apenas um canto? Enquanto não se reunirem e tomarem uma definição do que estão tratando sempre ocorrerá decisões de merda. Você não pode avaliar aquilo que você não sabe a definição. Se não fizerem isso, pode colocar lutador ou até o Papa que ainda teremos decisões malucas como esta.
  15. Pra mim foi escandaloso. Reyes venceu claramente 4 rounds. Mas, mais uma vez, os juízes relativizam quando interessa. Percebi que alguns defenderam aquelas meias quedas que Jones deu. Balela! Já foi decidido há muito tempo entre eles que queda só contaria se chegasse em posição de vantagem para atacar. Ridículo contabilizarem quando interessa. Outra coisa é que já tá na hora de mudarem de local os apresentadores. Quem assistiu pode perceber que quando é um lutador favorito deles, eles começam a gritar quando ele golpeia. Já ouvi dizer que os juízes são um pouco influenciados por eles.