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  1. ‘Cigano’ revela interesse em superluta contra campeão de boxe: “Sou a melhor chance do MMA” Junior ‘Cigano’ foi campeão peso-pesado do UFC – Carlos Antunes Junior ‘Cigano’ tem um objetivo claro em sua mente: recuperar o cinturão peso-pesado do Ultimate. Para se reaproximar de um ‘title shot’, o brasileiro encara Curtis Blaydes neste sábado (25), na luta principal do UFC Raleigh. Entretanto, outro desafio também faz seus olhos brilharem. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o ex-campeão revelou que gostaria de se testar contra um pugilista profissional, tanto no MMA como no boxe. Desde o sucesso promocional do duelo entre Floyd Mayweather e Conor McGregor no ringue, existe um crescente interesse em tentar promover novos desafios entre atletas das duas modalidades. Recentemente foi a vez de Tyson Fury, ex-campeão mundial dos pesados, revelar sua intenção de se aproximar do MMA, fato que chamou a atenção tanto de ‘Cigano’ quanto de outros lutadores, como Francis Ngannou, atual número dois no ranking do UFC. De olho no interesse do pugilista inglês, ‘Cigano’ afirmou que se considera como o atleta de MMA mais gabaritado para desbancar um boxeador em seu próprio esporte, além de desdenhar do potencial do rival camaronês na nobre arte. “O foco é lutar pelo cinturão, conquistar o cinturão e depois bater num cara campeão de boxe como esse aí (Tyson Fury). Teria um prazer em dar as boas-vindas ao Tyson Fury no MMA, depois enfrentaria ele no boxe. Sei que o Ngannou tem falado isso também, mas o Ngannou é um cara que só tem muito poder de nocaute, um cara muito forte, isso que faz ele sobressair. Mas boxe de verdade, – sem querer ser prepotente nem nada, mas é a realidade – eu sou a melhor chance de (um atleta de) MMA vencer um campeão de boxe numa luta de boxe. Eu sou a melhor chance que o MMA tem de vencer uma luta de boxe contra um campeão de boxe. Não tem um atleta que lute tanto boxe quanto eu dentro do MMA. É uma arte, no boxe eu estou em casa, é onde me sinto bem, o que eu busco sempre”, declarou Junior ‘Cigano’, antes de completar. “Então seria uma grande conquista poder fazer uma luta de boxe contra um campeão desses aí. O Deontay (Wilder) está se saindo muito bem, o (Anthony) Joshua recuperou o cinturão dele. O próprio Tyson Fury que é um belo lutador de boxe também. Sem sombras de dúvida ficaria muito feliz em dar essas boas-vindas para ele. Inclusive vou dar uma dica. Já que dão uma credibilidade bastante grande para o boxe do Ngannou, por que não fazem uma luta minha e do Ngannou de boxe, e o vencedor dessa luta enfrenta um campeão de boxe? No boxe a luva é muito maior, o que acabaria frustrando um pouco esse poder de nocaute dele (Ngannou). Aí o que iria valer é a técnica, e isso pesa para o meu lado”, sugeriu o brasileiro. Apesar de traçar planos para dois objetivos paralelos, e que poderiam se sobrepôr, o peso-pesado afirmou que possui condições de cumprir bem suas atividades nas duas frentes. O compasso de espera no qual a categoria se encontra em razão da aguardada trilogia entre Daniel Cormier e Stipe Miocic pelo título dos pesados do Ultimate pode influenciar também no futuro do brasileiro. Além disso, Junior relembrou que seu desejo de enfrentar um grande atleta do boxe vem desde a época em que detinha o cinturão do UFC e desafiou Wladimir Klitschko, então campeão mundial peso-pesado na nobre arte. “O boxe seria um encontro de artes, porque é o meu carro forte e que eu adoraria me testar. Estou com disposição para cuidar de todas as oportunidades que aparecerem para mim. Tanto buscar o cinturão do UFC, quanto lutar contra um cara de boxe desses aí. Tenho dito isso desde 2011, quando me tornei campeão do mundo. E desafiei o Wladimir Klitschko, que na época era campeão de boxe. Ele acabou não dando tanta atenção porque talvez eu não seja tão bom promotor quanto o McGregor (risos) ou Floyd”, brincou ‘Cigano’, antes de comentar sobre a possível revanche entre Floyd Mayweather e Conor McGregor. “Espero, inclusive, que essa luta aconteça de novo, acho que é bem positivo. Não acho que o resultado seria diferente. Acho o McGregor um excelente atleta, mas no quesito do boxe, principalmente contra o Floyd, acho difícil. Mas seria bem interessante até porque o McGregor tem muito poder de nocaute. Vamos ver como vai ser o futuro, mas a gente consegue sim cuidar de todas as frentes”, ressaltou o peso-pesado. Antes de pensar em se aventurar contra Tyson Fury ou outro pugilista de destaque, ‘Cigano’ tem pela frente um grande desafio para se reaproximar de uma chance pelo cinturão do Ultimate. Completamente recuperado, segundo o próprio, de uma séria infecção bacteriana na perna que o levou ao hospital e o afastou do combate contra Alexander Volkov, marcado para novembro de 2019, o brasileiro precisará superar o duro Curtis Blaydes, que ocupa a terceira posição no ranking dos pesados do UFC, uma posição a frente do catarinense. “Um cara duríssimo, terceiro do ranking hoje, com um jogo duro, de wrestling. Ele gosta de derrubar o oponente, ficar fazendo aquele jogo – até meio chato – mas bastante eficaz no sentido de deixar a luta do jeito que ele quer. É um adversário duro, mas eu não escolho adversário. Assim que me ofereceram ele, eu disse sim, e me preparei para mais esse desafio na minha carreira, até porque quero ser campeão do mundo, então não posso ficar escolhendo adversário nenhum. Estou feliz com essa luta. É uma batalha de estilos. Gosto de lutar em pé, ele gosta de lutar no chão. Vamos ver quem acaba se sobressaindo e conseguindo se impor na luta”, projetou. Após engatar três triunfos consecutivos, Junior ‘Cigano’ acabou sendo nocauteado por Francis Ngannou em sua última apresentação. Seu algoz inclusive é o responsável pelas únicas duas derrotas na carreira de Curtis Blaydes, seu próximo adversário. Recentemente, o brasileiro participou do quadro ‘Dança dos Famosos’, apresentado no ‘Domingão do Faustão’, pela Rede Globo, e alcançou o quinto lugar junto com sua instrutora. https://agfight.com.br/cigano-revela-interesse-em-superluta-contra-campeao-de-boxe-sou-a-melhor-chance-do-mma/
  2. ‘Cabocão’ mira ser o “funcionário do ano” para entrar no ranking do UFC em 2020 ‘Cabocão’ soma nove vitórias e apenas uma derrota como profissional de MMA – Divulgação UFC Felipe ‘Cabocão’ tem um roteiro ideal bem definido para 2020. Mas para isso, o peso-galo (61 kg) terá que romper com um retrospecto recente de inatividade dentro dos octógonos. Com apenas duas lutas nos últimos dois anos, o brasileiro promete recuperar o tempo perdido e se tornar o ‘funcionário do ano’ no UFC. Desta forma, com mais aparições na companhia, o atleta da ‘Team Nogueira’ afirma que estará próximo de seu principal objetivo no ano: entrar no ranking de sua categoria no Ultimate. Durante entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Cabocão revelou que a estratégia é se manter ativo na organização para ganhar prestígio e se manter em evidência. E o primeiro desafio do brasileiro no ano será no próximo sábado (25), quando encara Montel Jackson no UFC Raleigh. “Na temporada de 2020 eu falo que serei funcionário do ano (risos). Quero trabalhar bastante, quero estar lutando o máximo de vezes possível. Estar trabalhando, hoje estou dentro do UFC e me sinto ainda mais encantado com a luta. Estou realizando um sonho. Então quanto mais vezes eu conseguir estar dentro do octógono esse ano, melhor. Única vez que comecei o ano lutando foi em 2019, fiz duas lutas em um ano. E agora já estou fazendo a primeira em janeiro. Quanto mais lutas possíveis, melhor”, projetou, antes de revelar seu objetivo para a temporada. “Falo para todo mundo que não quero dar um passo maior que minha perna e tropeçar. Mas acredito que o ano de 2020 seria um ano perfeito para mim se eu acabasse entre os top 15 da categoria peso-galo, que eu sei que é uma categoria muito disputada. Eu terminando 2020 entre os top 15 seria ótimo porque em 2021 eu já buscaria top 10, depois top 5, depois uma disputa de cinturão. Espero terminar o ano, na virada do ano, estando nos top 15. Claro que eu posso subir mais rápido com vitórias expressivas, mas top 15 para este ano está de bom tamanho, não quero dar um passo maior que a perna”, completou Felipe. Mas para se manter firme na briga por uma vaga no top 15 dos pesos-galos, uma vitória no UFC Raleigh para começar o ano com o pé direito é fundamental. Após estudar seu adversário, Cabocão previu um duelo equilibrado, mas que, em caso de vitória, pode beneficiá-lo ainda mais, já que, de acordo com o brasileiro, Jackson é um lutador com certa fama nos EUA – país onde os dois se enfrentam no sábado. “Acredito que vai ser uma luta muito importante para mim pelo fato dele ser um cara expressivo aqui fora, e dentro do UFC também. Tem um cartel bom, é um cara que tem um cartel parecido com o meu. Então deve ser uma luta muito boa e bem técnica, que vai ser decidida nos mínimos detalhes. Tenho trabalhado dia após dia com meus treinadores para sair vitorioso”, ressaltou o brasileiro, antes de detalhar sobre o confronto de estilos dos dois. “Ele é um cara que tem o background de wrestling também, pelo que estudei. Ele começou no wrestling e depois foi migrando para outras artes marciais. E quando entrou no MMA, ele se encontrou como striker. Creio que ele tenha cinco nocautes, e eu tenho cinco finalizações, então é bem parecido. Porém não vou buscar somente a luta agarrada, não vou entrar só para botar ele para baixo. Se eu vir que a luta em cima está boa para mim, que estou machucando ele, vou manter a luta em cima até conseguir o nocaute. Caso contrário, se a luta estiver muito parelha, vou buscar botar para baixo e vencer ele”, complementou o peso-galo do Amapá. Apesar de estar focado em seu confronto diante de Jackson, Cabocão já possui planos para entrar em ação em seguida no Ultimate. Sincero, o peso-galo admitiu que uma vaga no UFC Brasília talvez o prejudicasse em um eventual processo de corte de peso e preparação. Desta forma, o brasileiro elegeu o card planejado pelo UFC para maio – possivelmente com sede em São Paulo -, como o ideal. “Acho que para (o card de) Brasília fica um pouco em cima, até porque eu baixo muito o peso para lutar de galo, então Brasília está um pouco em cima. Mas venho cogitando lutar em maio, no UFC em São Paulo ou no Rio, que estão cogitando ainda, do Cejudo com o Aldo. Caso se concretize, acredito que essa seja uma data muito boa. Porque dá para recuperar o peso, baixar novamente e lutar em alto rendimento. Em Brasília eu estaria mais pela emoção, e não pelo profissionalismo. Maio é uma data excelente para eu voltar aos octógonos”, concluiu, em conversa com a Ag Fight. Além de Felipe, o card do UFC Raleigh conta com a presença de outros três brasileiros: Herbert Burns, Júnior ‘Cigano’ e Rafael Dos Anjos. Os dois últimos fazem, respectivamente, a luta principal e o ‘co-main event’ do show nos EUA, diante de Curtis Balydes e Michael Chiesa. https://agfight.com.br/felipe-cabocao-revela-estrategia-para-entrar-no-ranking-do-ufc-em-2020-serei-funcionario-do-ano/
  3. Herbert Burns destaca importância de ajuda de Belfort antes de sua estreia no UFC Herbert Burns passou pelo ‘Contender Series’ antes de entrar no UFC – Diego Ribas A cada dia que passa, a estreia de Herbert Burns no Ultimate se aproxima mais. Mas engana-se quem pensa que essa questão está aumentando a sua ansiedade. O brasileiro, que encara Nate Landwer neste sábado (25), no UFC Raleight, destacou que está ‘blindado’ e bem assessorado antes de subir pela primeira vez no octógono. Confiante em manter o trabalho que o colocou na maior organização de MMA do mundo, o peso-pena (66 kg) valorizou as ajudas do ex-campeão da franquia, Vitor Belfort, além do seu irmão Gilbert ‘Durinho’. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o brasileiro adiantou a importância de ter dois lutadores experientes o ajudando antes de um combate tão importante para sua carreira. Com esse respaldo, o atleta admitiu que se sente ainda mais confiante para buscar sua primeira vitória no Ultimate. “Eles passam uma segurança de que meu trabalho estava bem feito. Conversei bastante com o Gilbert, com o Vitor, eles me deram vários toques, que eu estava bem nas últimas lutas, para manter meu estilo, não deixar a pressão me afetar. É manter esse meu ritmo que vou fazer um grande trabalho. Dentro do cage é tudo igual. Na entrada posso sentir adrenalina mais alta, mas não vai me influenciar”, afirmou o atleta, antes de completar quais as dicas que o ‘Fenômeno’ lhe passou e o quão foi proveitoso esse período de treinos ao seu lado. “Ele (Vitor) me deu várias dicas. Conhece muito de luta. Ele tem muita sabedoria e experiência. Tudo que ele fala eu tento ficar igual esponja, para absorver tudo (risos). Presto atenção em tudo. Ele me deu dicas de estratégia, como me comportar, os contra-ataques que posso fazer. É muito bom ter essas pessoas que só agregam”, completou. Com seu combate logo no primeiro mês do ano, Herbert confia que possa voltar a lutar o máximo que conseguir em 2020. Segundo o lutador, sua meta é tentar logo uma boa quantia financeira com suas apresentações, além de já galgar um espaço no ranking da divisão. O atleta natural de Niterói (RJ), inclusive deixou como uma de suas metas poder atuar no Brasil, em evento que está sendo especulado para São Paulo, em maio. “Tenho 31 anos e tenho que tentar capitalizar financeiramente as chances na categoria para chegar no ranking. Quero dar uma acelerada. Minha meta é fazer quatro lutas, mas depende do UFC. É me manter saudável. Tentar acabar com a luta sem passar na lanternagem depois e quem sabe lutar em maio, porque soube que o UFC está planejando um evento em São Paulo. Meu objetivo é ganhar para lutar no Brasil. Só lutei uma vez no Brasil, peguei a luta em cima da hora e nem minha família viu. O resto foi tudo fora. Seria então a minha ‘estreia’ no Brasil”, explicou o lutador que possui nove vitórias e duas derrotas na carreira. Herbert Burns fez sua estreia no MMA em 2012, possuindo nove triunfos e duas derrotas na carreira. Nate Landwer também deu seus primeiros passos na modalidade no mesmo ano que o brasileiro, mas tem mais lutas em seu cartel. O americano anotou 13 triunfos e dois reveses. https://agfight.com.br/herbert-burns-exalta-importancia-de-conselhos-de-belfort-antes-de-sua-estreia-no-ufc/
  4. Após ‘bater na trave’, Poirier planeja retorno em busca de cinturão linear do UFC Dustin Poirier também já destacou seu desejo de encarar Nate Diaz – Diego Ribas Dustin Poirier é definitivamente um dos melhores pesos-leves (70 kg) da atualidade. Ex-campeão interino do Ultimate, o americano é um dos atletas mais temidos da categoria. Mas isso parece não ser o suficiente para ‘The Diamond’. Após ‘bater na trave’ em uma disputa pela unificação dos títulos contra Khabib Nurmagomedov, em setembro passado, o americano planeja um retorno em 2020 focado apenas em um objetivo: conquistar o cinturão linear do UFC. Aos 31 anos, Poirier ressaltou a importância de retomar às atividades o quanto antes, já que, segundo o próprio, o auge de sua carreira se concretizará nas próximas temporadas. Com a idade a seu favor, o americano pretende limpar o estigma de “apenas” campeão interino do UFC ao conquistar o título linear dos pesos-leves no futuro. “Meu principal objetivo é me tornar campeão mundial linear. Não posso dar prosseguimento na minha carreira buscando apenas grandes lutas, ou lutas emocionantes. Claro que quero fazer parte disso, entreter os fãs e dar ótimas lutas. Mas ao mesmo tempo quero me tornar campeão mundial. Não quero ter um asterisco junto às minhas conquistas para o resto da vida. Não quero que as pessoas digam: ‘campeão interino’ toda vez que alguém mencionar que Dustin foi o campeão”, revelou Dustin, antes de falar sobre sua longevidade no esporte. “Sendo sincero comigo mesmo, sei muito bem em que pé estou na minha carreira. Sinto que os melhores anos serão os próximos dois ou três. Acho que será meu auge, nos próximos dois ou três anos. Quando era mais próximo de Robbei Lawler, ele me disse que se sentiu no auge por volta dos 32 anos, Mike Brown disse o mesmo. Quero trabalhar meu caminho de volta ao topo para me tornar campeão linear, ou senão minha carreira e legado terão um asterisco porque fui apenas interino. Não quero isso. Quero minha mão erguida novamente conquistando o ouro”, completou ‘The Diamond’, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’. Em busca de grandes desafios em seu retorno ao UFC, Poirier ventilou nomes como Conor McGregor, Nate Diaz e Justin Gaethje. Liberado pelos médicos após passar por um procedimento cirúrgico no quadril, o peso-leve americano projeta um retorno aos octógonos em abril deste ano. https://agfight.com.br/apos-bater-na-trave-poirier-planeja-retorno-em-busca-de-cinturao-linear-do-ufc/
  5. Dos Anjos diminui vitória de McGregor e lança desafio: “Tem que me enfrentar” Rafael Dos Anjos mira voltar o caminho das vitórias no UFC Raleigh – Diego Ribas Neste sábado (25), Rafael Dos Anjos vai fazer sua oitava luta na categoria dos meio-médios (77 kg) quando encara Michael Chiesa, pelo UFC Raleigh. Apesar de ressaltar seu foco total no americano, o atleta não deixou de comentar a apresentação de seu antigo desafeto, Conor McGregor, na sua atual divisão. Ambos os lutadores estiveram perto de se enfrentar em maio de 2016, mas o brasileiro se lesionou e saiu do combate. Por isso, no que depender da sua vontade, o caminho dos dois vai se cruzar novamente. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o lutador natural de Niterói (RJ) afirmou que o irlandês ainda não provou nada na categoria até 77 kg, apesar do triunfo em apenas 40 segundos sobre Donald Cerrone, no UFC 246, no último sábado. Para ele, falta para o ‘Notorious’ enfrentar um rival que esteja há mais tempo na divisão e se colocou à disposição do Ultimate para resolver essa questão, para assim ser um verdadeiro teste para o europeu. “O McGregor caiu de paraquedas na categoria. Ele nunca ganhou de um meio-médio mesmo. Venceu o Cerrone e o Nate Diaz, que ficam flutuando nas divisões. Ele são pesos-leves que aceitam lutar nos meio-médios. Ele nunca pegou um Usman, Lawler, que são caras grandes. Tem eu, o Masvidal, que conquistou esse cinturão, que não entendo o que é isso. A categoria está recheada, tem vários nomes e o Conor chegou para movimentar mais. Nós dois temos uma história, estivemos perto de lutar e acho que essa luta é do meu interesse, está no meu radar. Pretendo ficar mais ativo esse ano e, lutando em janeiro, acho que vou conseguir”, disse o lutador, emendando o motivo de confiar uma luta entre ele e o irlandês faça sentido “Estou no top 5 da categoria (atualmente ocupa a quinta posição no ranking). Aqui nos Estados Unidos me chamam de ‘guardador do portão’, porque todo mundo que entra na categoria tem que me enfrentar. Não tenho problema com isso, não ligo. Dizem que o Dana (White) me vê assim também, não me importo. Então acho que se ele quiser se testar na divisão, tem que passar por mim. Se essa oportunidade aparecer, vou pegar”, completou. Sem lutar desde julho de 2019, quando encarou e acabou derrotado por Leon Edwards, Dos Anjos destacou que para esse confronto contra Chiesa conseguiu, pela primeira vez desde que chegou aos meio-médios, ter um camp completo e sem pressa. Para o brasileiro, esse fator será um diferencial para ter uma grande apresentação e adiantou que está preparado para um possível jogo de solo, sua especialidade e do seu rival também. “Ele é um cara duro, vem embalado, subiu de peso como eu. É um cara alto, tem uma grande envergadura e gosta de fazer uma luta no chão. Vai casar bem o jogo. Treinei bem meu jogo de luta agarrada, pela primeira vez agora na categoria fiz um camp longo para uma luta de três rounds. Foram dez semanas, tudo ocorreu bem, sem lesões. Agora é uma oportunidade de mostrar meu arsenal. Treino jiu-jitsu há anos. A luta começa em pé, pode ser que vá para o chão, mas o MMA é imprevisível demais. Estou preparado para tudo”, finalizou. Ex-campeão dos leves, Rafael Dos Anjos subiu para a categoria dos meio-médios em 2017. Nessa nova divisão, o brasileiro soma quatro vitórias e três derrotas. Em 2018, o lutador teve a oportunidade de conquistar o título interino, mas acabou superado por Colby Covington. https://agfight.com.br/dos-anjos-ignora-vitoria-de-mcgregor-e-lanca-desafio-tem-que-me-enfrentar/
  6. Ex-UFC, Thiago ‘Pitbull’ assina com organização de boxe sem luvas Thiago ‘Pitbull’ atuou no UFC durante quase 15 anos – Leandro Bernardes Após ter seu contrato com o UFC encerrado em dezembro de 2019, Thiago ‘Pitbull’ já tem nova casa. O lutador – que negociava também com o PFL e o Bellator, e chegou a cogitar a aposentadoria – assinou com o Bare Knuckle FC, organização que promove confrontos de boxe sem luvas. A informação foi divulgada em primeira mão pelo site ‘MMA Figthing’ e posteriormente confirmada pela própria entidade em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). Veterano dos esportes de combate, Thiago construiu grande parte de sua carreira no UFC, onde estreou em outubro de 2005. Durante sua expressiva trajetória na maior organização de MMA do planeta, ‘Pitbull’ chegou a disputar o cinturão dos meio-médios (77 kg), mas acabou derrotado pelo canadense Georges St-Pierre, considerado um dos maiores atletas da história. Em seu último compromisso pelo Ultimate, o brasileiro foi superado por Tim Means no dia 7 de dezembro do ano passado, em Washington, DC (EUA). Desde então, o cearense manteve conversas com outras entidades de MMA, como o Bellator e o PFL. De acordo com o próprio, o fator financeiro seria primordial no acerto com seu novo empregador. ‘Pitbull’ cogitava até mesmo pendurar as luvas, caso não recebesse uma proposta financeira vantajosa para continuar sua carreira, citando inclusive seu desejo em se tornar policial como o próximo passo de sua vida se realmente se aposentasse do esporte. Em 38 combates no MMA profissional, Thiago ‘Pitbull’ acumula 23 vitórias e 15 derrotas. Além do brasileiro, o Bare Knuckle FC tem investido pesado na contratação de ex-lutadores do UFC, como o cubano Hector Lombard, que encara David Mundell na luta principal do próximo evento da entidade, marcado para o dia 15 de fevereiro, em Fort Lauderdale, na Flórida (EUA). https://agfight.com.br/ex-ufc-thiago-pitbull-assina-com-organizacao-de-boxe-sem-luvas/
  7. Toda história tem dois lados, essa é a versão do treinador. A verdade deve esta no meio das duas versões.
  8. Ex-treinador desabafa, nega calote e rebate acusações de Johnny Walker Johnny Walker ao lado de Leonardo Gosling em uma das vitórias no UFC – Rigel Salazar No início deste ano chegou ao fim a parceria de longa data entre Johnny Walker e seu treinador Leonardo Gosling. Entretanto, não foi de maneira amigável que eles decidiram não trabalharem mais juntos, e a separação se deu através de polêmicas e acusações. Após o lutador do UFC afirmar que teve problemas financeiros com seu agora ex-técnico, foi a vez de ‘Lorinho’ abrir o jogo e contar como estava a relação com o meio-pesado (93 kg) do Ultimate. Questão financeira, problemas de ego após chegada ao Ultimate e até envolvimento com mulheres em semana da luta foram temas para o desabafo. Incomodado com a situação, Leonardo não quis se pronunciar quando foi procurado pela reportagem da Ag.Fight em um primeiro momento. De acordo com ele, a ideia era não ‘queimar’ o lutador do UFC e evitar a exposição pública de situações particulares. No entanto, após a repercussão negativa envolvendo seu nome a um suposto calote, o treinador mudou de ideia. De início, o prejuízo financeiro que o atleta teria recebido foi rebatido de prontidão. “Fomos para Tailândia, arrumei camp de graça na AKA. Eu que fazia essa parte. (…) Gostamos de lá e dei a ideia de ficarmos, arrumar um lugar para dar aula, ele e o irmão gostaram e consegui um lugar. Eu propus: ‘Vamos construir um Dojo na academia do cara, porque só tem muay thai. Você paga metade e eu pago a outra quando começar a fazer dinheiro’. E ele mandou 10 mil dólares (cerca de R$42 mil) e construímos do zero, tenho as fotos todas. Mas ficou obscuro, não ficou legal lidar com contrato com tailandês, a lei lá é bem louca. A gente não se deu bem realmente e entendemos que era melhor sair, aceitar esse prejuízo – não foram 30 mil, não sei de onde surgiu isso. Tomamos um atraso, não foi calote. Estava ruim, não tinha aluno, a academia era escondida, teria que investir em marketing. Combinei que ia tirar da minha porcentagem e iria amortizando aos poucos esses 5 mil”, disse. Apesar da insatisfação com a repercussão da história e deixar claro que essa não seria a melhor maneira de resolver tais problemas, Leonardo admitiu que a pressão foi tamanha e ele precisou reagir. A questão do possível ‘calote’ o estava assombrado e ele garantiu que tem o recibo da quantia investida na academia, provando que o valor é três vezes menor do que o divulgado pelo atleta. De acordo com o treinador, o fim da parceria pode ter sido planejado para evitar custos com o treinos aproveitando a falta de contrato entre as partes. Johnny Walker é um dos brasileiros mais procurados pela imprensa – Diego Ribas “Acho que eu podia ter dado calote no Johnny, poderia ter feito qualquer coisa, mas o Johnny deveria me preservar porque fui treinador dele. Eu não fui o melhor, mas fui o suficiente para ele chegar até lá. Fui treinador de todas as modalidades, eu não sou bom em nenhuma, mas eu fui de todas. Então, ele tinha que preservar nossa história, ele ter morado comigo, ter ficado comigo esse tempo todo. Porque eu estaria sempre agradecendo, postando, elevando o trabalho do meu mentor, se eu fosse o Johnny. E isso nunca aconteceu, esse reconhecimento. Pelo contrário, eu estou vendo agora que eu era ruim, que ele vai procurar uma coisa melhor, que ele quer evoluir, que não quer perder mais. Ele está completamente ‘baratinado’ com essa derrota. Ele está fingindo que está tudo bem, que ele é forte, mas ele vai inseguro para essa luta, com dúvidas. Eu conheço ele mais do que ninguém, sei das dúvidas que ele tem. Então, espero que quem vá ajudar entenda um pouco dele e possa ajudá-lo”, contou. E essa mudança de comportamento de Johnny Walker já teria sido percebida por Leonardo. Assim que deu seus primeiros passos no UFC, o lutador conquistou o público com seu jeito irreverente e com os nocautes plásticos aplicados. Dessa maneira, ele rapidamente atraiu seguidores e ganhou os holofotes, cenário este que teria pego Walker desprevenido. “Na semana da luta ele marcou com uma mulher para ficar com ele no hotel. Eu combinei com uma colega lutadora para ela ir, falei com o Johnny para ver se ele tinha ingresso. Pedi pra ele e ele disse ok. Chegamos lá ele disse que ficaria com ela no quarto, aí eu disse: ‘Pô, Johnny, não vai transar na semana da luta, não é legal, vamos focar na luta’. E ele: “Eu vou destruir ele, relaxa, confia em mim’. Calei minha boca e fui embora, nunca discuti com ele. Na segunda vez que encontrei com ele, pedi o ingresso, ele disse que já tinha dado para outra pessoa. Fiquei bem chateado, mas consegui arrumar um ingresso para ela. Foi isso que ele chamou de estresse”, explicou. Johnny Walker vai voltar a lutar no UFC Brasília, em março – Leandro Bernardes/Ag Fight A preparação para o UFC Nova York também foi um tema a ser levantado pelo técnico – o camp do brasileiro aconteceu na Rússia, foi programado por Gosling e realizado de graça. No entanto, o comportamento do atleta já não estava com antes. Sem foco e nem intensidade para treinar, ele lidou com críticas de treinadores por não comparecer nas atividades. Dessa maneira, Leonardo destacou que já sentia que o resultado no octógono não seria positivo e revelou que o lutador ainda descontou mais do que o combinado na sua bolsa final. “Antes dele perder a luta eu já tinha comentado com algumas pessoas que ele estava muito prepotente, que ia tomar um nocaute. Treinador sente. Aconteceu, tomou ponto no rosto e apertou minha mão. Fez uma contabilidade e descontou minhas passagens do Brasil para Tailândia, da Tailândia para Rússia, sendo que eu estava acompanhando ele para o camp, mas ele descontou porque a bolsa foi pequena. Acabou que ele me depositou menos de mil dólares na minha conta, ou mil dólares exatos. Eu tava com filhos na Rússia, passando aperto, contando com a grana para comprar passagem e levar eles para o Brasil”, lamentou. Atualmente Leonardo Gosling está em Lisboa (POR) onde está no processo da criação de sua equipe, Invictus. Ele destacou que pretende revelar uma série de lutadores para a nova geração do esporte e mostrar seu valor no mercado novamente, repetindo sua história de sucesso com Walker. Apesar de trabalhar para virar a chave com a polêmica sobre Johnny, o técnico não deixou de mostrar sua tristeza por saber do fim da parceria somente através da imprensa. Porém, ele ainda confia que o atleta do UFC vai se redimir com ele. “Fiquei sabendo tudo pela mídia, que ele trocou de treinador. Não teve coragem de falar comigo: ‘É assim daqui pra frente, vou continuar pagando seus 10% que foi o combinado”. Ouvia sempre as conversas pelo irmão dele, o Walter. Ele me falava porque ele ficava desesperado, não por fofoca. (…) Ele começou a lidar com treinadores famosos, com empresários que estão oferecendo dinheiro para ele. Ele sabe que meu sonho era ser treinador e manager no UFC, ele sabe da minha origem, o quanto que eu sonhei. Ouvir as declarações dele de que eu não sabia segurar manopla, foram bem pesadas. Acho que eu podia ter dado calote, poderia ter roubado, qualquer coisa, mas ele deveria me preservar. Porque eu fui treinador dele. Não fui o melhor, mas fui o suficiente para ele chegar lá. Fui treinador de todas as modalidades. Não sou bom em nenhuma, mas fui de todas. Tinha que preservar nossa história”, desabafou. Atualmente Johnny Walker está no Canadá na equipe Tristar Gym em preparação para seu compromisso no dia 14 de março, diante de Nikita Krylov no UFC Brasília. Essa será a primeira luta do brasileiro sem Leonardo Gosling e também sua estreia em solo nacional pelo maior torneio de lutas do mundo. https://agfight.com.br/ex-treinador-nega-calote-e-rebate-acusacoes-de-johnny-walker/
  9. Johnny Walker revela ‘calote’ de ex-técnico como um dos motivos para rompimento Johnny Walker possui três vitórias e uma derrota no Ultimate – Jason Silva/PXImages Após um início de 2019 avassalador, com duas vitórias por nocaute, Johnny Walker conheceu seu primeiro revés no Ultimate, em novembro. Uma das explicações para o atleta não repetir as primeiras atuações e ter esse resultado negativo teria sido o acúmulo de problemas pessoais às vésperas do duelo contra Corey Anderson, no UFC 244. E a relação com agora seu ex-treinador, Leonardo Gosling, fez parte desse cenário. Segundo o atleta, a convivência entre eles estava desgastada há tempos e culminou com um episódio no fim do ano. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, Johnny afirmou que seu ex-treinador acabou lhe dando um calote. Tudo começou com a ideia de ‘Leo’ em fechar uma parceria com uma academia na Tailândia. Porém, depois de meses, o lutador descobriu que não havia nada fechado no país asiático e que ele teria sido enganado. “Depois da minha cirurgia (no ombro), eu estava em Los Angeles e meu treinador queria fazer uma parceria com uma academia na Tailândia. A gente se mudaria para lá, colocaria meu nome e ele daria umas aulas também. Mandei 30 mil dólares (cerca de R$ 123 mil), confiando, né?! Mas acabou que ele não deu aula nenhuma, eu não tinha nada de direito lá e eu perdi 30 mil dólares. Estava com muitos problemas com ele. Agora estou liberto”, afirmou. Atualmente sem head coach, Johnny iniciou a procura para quem vai assumir esse posto. Para o UFC Brasília, que acontece dia 14 de março, o brasileiro vai treinar com Firas Zahabi, líder da Tristar Gym e ex-técnico de Georges St-Pierre, em Montreal (CAN). No entanto, ele não descartou voltar a fechar uma parceria com John Kavanagh, da SBG Ireland e atual treinador de Conor McGregor, com quem trabalhou recentemente. “Uns amigos assistiram o podcast do Joe Rogan e ele perguntou quem o Firas gostaria de treinar, que tinha um potencial para ser campeão, já que ele já tinha treinado o St-Pierre. Ele disse que sou um grande nome, que gostaria de trabalhar comigo. Que eu ia aprender com ele e ele comigo. Depois que soube disso entrei em contato com ele. Estou sem head coach e procuro um para ficar comigo”, explicou o brasileiro, emendando o raciocínio. Johnny Walker tem compromisso marcado para o UFC Brasília, em março – PXImages “Eu também tive essa experiência na Irlanda, com o John Kavanagh. Então vou escolher um dos dois, ver qual que eu gosto mais. Ou ele ou o Firas. Quero parar em algum lugar, criar raízes”, completou o brasileiro, que também adiantou que já está se programando para se mudar de vez para Las Vegas (EUA). Atualmente entre os 15 primeiros do ranking dos meio-pesados, Johnny admitiu que poderia estar mais perto do topo da divisão, caso não tivesse perdido para Anderson. Entretanto, o atleta afirmou que já deixou esse revés para trás e tem plena confiança que pode recuperar seu espaço neste ano para se aproximar de uma chance por título. “Não gosto de ficar escolhendo lutas como muitos fazem. Quem vier, eu encaro. No ano passado eu passei sete meses sem lutar por conta da cirurgia no ombro. Esse ano quero lutar mais, umas quatro ou cinco vezes para chegar mais próximo do top, continuar fazendo barulho e pegar esse cinturão ainda em 2020 ou, no máximo, no início de 2021. Ganhando essa e mais uma eu já vou começar a pedir meu title shot”, explicou. Desde que estreou no UFC, em 2018, Johnny chamou a atenção por ter um estilo agressivo de lutar aliado a um alto astral e um carisma singular. Para o carioca, falta mais essa característica aos seus compatriotas. “Tem gente que leva muito a sério, acha que tem que ser arrogante, meter uma de brabo. Mas é só uma profissão. Eu levo como estilo de vida, normal, como qualquer trabalho. O Brasil necessita de gente assim. Tem o Michel (Pereira) que é assim também, sempre com alto astral. Mas precisamos de gente que mostre respeito, mas com uma energia bacana para mudar o que muitos pensam da gente”, completou o atleta de 27 anos. https://agfight.com.br/johnny-walker-revela-calote-de-ex-tecnico-como-um-dos-motivos-para-rompimento/
  10. Eu vi sim Henry. Só postei essa matéria, por frisar a frase do Cerrone, sobre mentiroso. Abração
  11. Adriano Moraes relembra ‘tietada’ a Demetrious Johnson, futuro rival no ONE No dia 11 de abril, em evento programado para ser realizado na China, Adriano Moraes vai defender o cinturão peso-mosca (57 kg) do ONE Championship contra o ex-campeão do UFC, Demetrious Johnson. Consciente do nome que seu adversário tem, o brasileiro revelou uma velha admiração por ele e admitiu que essa luta pode ser um divisor de águas em sua carreira. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, ‘Mikinho’ valorizou a história do seu adversário, principalmente por ele ser o recordista de defesas de cinturão dos moscas seguidas da história do Ultimate, com 11 no currículo. Entretanto, o brasileiro aposta que o melhor momento do americano ficou no passado. “Toda pessoa tem um auge, o dele já passou quando perdeu para o (Henry) Cejudo. Ali foi meio que acabou aquela magia, mas ele tem um legado que não tem discussão. Ele é o melhor peso-por-peso, melhor que Anderson Silva, que Jon Jones. Não tem discussão. Mas eu sou a nova geração. Estou no meu auge em tudo”, explicou. De 2012 a 2018, Demetrious Johnson reinou na categoria dos moscas do UFC com muitos fãs espalhados pelo mundo. Adriano Moraes era um deles e inclusive revelou ter uma foto com o americano. Mas o tempo de admiração pelo lutador ficou no passado e reiterou que não vai sentir a pressão de encarar uma inspiração em sua carreira. “Ele é um cara muito inteligente lutando. Não tem o que dizer. É um cara correto, homem de família, é admirado por muitos. Até eu tenho foto com ele, de fã, quando encontrei em Kansas antes da luta dele com o Wilson Reis. Ele tem um gás infinito. Vai ser uma luta muito boa. Vou chegar bem preparado. Eu não vou respeitar quando começar a luta. Assim que o juiz falar que está valendo, vai ser 50 a 50 para cada lado”, disse, emendando. “Tem aquele ditado ‘treine muito até uma pessoa admirada vire seu oponente’. Eu cheguei nessa fase. Fico orgulhoso de segurar esse título todos esses anos e poder realizar essa luta. Nesse dia da foto, fui falar com ele, ele e sua equipe já me conheciam, gostavam de assistir minha luta. Ele perguntou minha idade, eu na época tinha 27 anos e ele disse que e tinha tempo. Mas eu já era campeão do ONE. Só que hoje em dia eu entendi o que ele quis dizer aquele dia. Nem precisei sair do ONE. Ele veio até a mim. Agora é fazer meu dever de casa para ter mais essa vitória”, contou. Apesar do nome mundial de Demetrious Johnson, Adriano Moraes confia que vai ter a torcida ao seu lado. O brasileiro tem uma justificativa simples, mas com embaçamento. Seus anos de ONE vão fazer a diferença e espera, caso consiga o triunfo diante do americano, já atingir um grande um outro patamar no MMA. “Agora é no meu território asiático, onde eu recebo uma força maior. Não tenho explicações, só sinto isso. Já tenho sete anos de ONE, vai ser minha quarta vez na China. Acredito que pela experiência que tenho na Ásia, a torcida vai ficar do meu lado. Já recebi muitas mensagens dos fãs asiáticos e vou ter uma torcida muito boa. Ele sendo famoso não vai interferir. É uma luta com o peso maior, por ele ser famoso e eu podendo entrar nesse meio. Vai ser ótimo para mim. Uma vitória sobre ele vai me colocar com maior visibilidade, sem dúvida.”, explicou. No MMA desde 2011, Adriano Moraes tem um cartel de 18 vitórias e apenas três derrotas. O brasileiro não pisa no cage desde janeiro de 2019, quando derrotou Geje Eustaquio. https://agfight.com.br/adriano-moraes-relembra-tietada-a-demetrious-johnson-futuro-rival-no-one/
  12. Rani Yahya comemora presença no UFC Brasília e minimiza inconvenientes de se lutar em casa Rani Yahya vem de sete triunfos em suas últimas dez lutas no UFC – Jon Roberts/ Ag Fight No dia 14 de março, Rani Yahya volta a competir em sua cidade natal após mais de três anos. O peso-galo (61 kg) encara o peruano Enrique Barzola, no UFC Brasília, visando reverter o resultado de sua última luta, na qual saiu derrotado por Ricky Simon. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o faixa-preta – nascido e criado na capital federal – celebrou o fato de lutar novamente ‘em casa’, e minimizou os pontos negativos que a pressão de se apresentar diante de amigos e familiares traz. Como tudo na vida, lutar em sua cidade natal traz prós e contras para um atleta. Ao mesmo tempo em que a torcida a favor pode ajudar durante o combate, os inúmeros pedidos de membros da família e amigos próximos por ingressos, por exemplo, podem desconcentrar um lutador na semana pré-evento. À Ag. Fight, Rani afirmou que aprendeu a lidar com essas situações ao longo de sua carreira, e contou até mesmo com a ajuda de um livro para focar mais em si mesmo e menos em agradar a todos. “É uma luta muito importante para mim, é um retorno, uma luta em casa, que acrescenta muita coisa. A expectativa é a melhor possível, a última vez (em Brasília) foi em 2016, e sempre foi muito bom lutar em casa. O fato de eu ter sido nascido e criado em Brasília, ter vivido minha vida toda ali, acho que favorece muito. Eu até vejo outros lutadores falando que em casa você tem agilizar questão de ingresso (para amigos e familiares), e realmente isso é uma coisa que acontece, mas lutar no quintal de casa para mim é bom demais. Eu lido de uma forma tranquila, é uma coisa que faz parte do jogo. Temos que saber lidar com coisas externas, que podem tirar um pouco seu foco da luta. A gente vai atingindo uma certa idade, até mesmo o próprio desenvolvimento pessoal, que a gente procura não ter que agradar a todos”, declarou Rani, antes de se aprofundar no assunto. “Faço acompanhamento psicológico, dentro dessa área esportiva, e já tenho experiência de lidar com isso, muitas lutas. Ano passado eu li um livro que me ajudou muito nessa parte, chamado ‘A incrível arte de tocar o f***-se’. É muito interessante, quando conseguimos focar em nós mesmos, a gente acaba influenciando mais pessoas do que quando tentamos agradar todo mundo”, contou o lutador. Atualmente fora do ranking top 15 do peso-galo, mesmo com apenas duas derrotas em seus últimos dez confrontos, Rani tem consciência da importância crescente no papel do lutador fora de competição. Porém, o ‘trash talking’ e a bravata normalmente não fazem parte de sua personalidade. Comedido em sua postura e nas declarações, o brasileiro sente dificuldade neste aspecto do negócio, apesar de admitir que tem tentado modificar aos poucos suas atitudes, especialmente ao pegar o microfone do UFC no pós-luta. Ainda assim, segundo ele, o processo tem sido lento e natural, até mesmo para que não soe como algo forçado. “Pensei (em mudar a postura). Na verdade, eu comecei a forçar um pouco a barra no ano passado, mas eu acabei ficando na minha porque eu acho que é melhor a gente fazer as coisas que queremos fazer. Mas no ponto que eu estou na minha carreira, e como a empresa (UFC) está funcionando, para você se manter e crescer, você tem que estar o tempo todo botando as cartas na mesa. Por exemplo, quando você tem a oportunidade de pegar o microfone em cima do octógono, na verdade ali é uma oportunidade boa de você crescer, desafiar alguém. O esporte cresceu de uma maneira que a gente tem que entender como podemos entreter as pessoas, que são quem mantém a gente lá. Então, eu estou deixando isso acontecer de uma forma natural. Eu entendo como funciona o esporte, mas sem forçar muito a barra, de ter que falar de alguém, criticar. Existe um respeito entre todos os lutadores, mas ao mesmo tempo existe algo pessoal entre todos eles porque todo mundo quer a mesma coisa”, contou Yahya. Como um lutador que não vê a autopromoção como algo natural, Rani não concorda com a provável próxima disputa de título de sua divisão. Ao que tudo indica, José Aldo – ex-campeão peso-pena (66 kg) do Ultimate – será o próximo desafiante ao cinturão dos galos, atualmente em poder do falastrão Henry Cejudo. Ambos vêm trocando provocações nas redes sociais, e através da imprensa, no sentido de promover o possível duelo. Ainda que demonstre respeito pelo passado do manauara, Yahya demonstrou incômodo com o fato do ‘Campeão do Povo’ estar próximo de um ‘title shot’, mesmo tendo estreado com derrota na nova categoria. “Acharia justo (Aldo receber o title shot) se ele tivesse vencido a luta com o Marlon. Se tivessem levantado a mão dele naquele dia, aí seria justo. Inclusive a luta foi muito parelha, eu achei que o Marlon venceu a luta, mas foi equilibrada. Poderiam ter dado pro Aldo e do mesmo jeito que argumentaram do lado do Aldo, iriam argumentar para o lado do Marlon. Agora, eu acho que tem gente que está na fila que merece mais que o Aldo. Não é que eu não queira ver o Aldo lutando pelo título, eu gosto dele, da história dele, é um brasileiro, querer vê-lo lutando pelo cinturão, eu quero. Inclusive eu acho que ele teria boas chances contra o Cejudo na luta em pé, mas em questão de merecimento tem outras pessoas que merecem mais. O Sterling, que ficou um pouco apagado porque operou e ficou afastado, o Petr Yan está sendo o nome mais falado agora porque nocauteou, e ele realmente é muito bom. E até mesmo o Dominick Cruz, pelo que ele fez, pelo tempo em que foi campeão, ficou afastado, acho que ele também mereceria e faria uma boa luta com o Cejudo”, concluiu o brasiliense. No MMA profissional desde 2002, Rani Yahya acumula 26 vitórias, dez derrotas e um no contest (luta sem resultado). O peso-galo, que compete pelo UFC desde 2011, participou do card nos dois eventos realizados pela organização em Brasília, e fará sua terceira luta na sua cidade natal na carreira. https://agfight.com.br/rani-yahya-comemora-presenca-no-ufc-brasilia-e-minimiza-inconvenientes-de-se-lutar-em-casa/
  13. Cerrone questiona especulações sobre salários do UFC 246: “Alguém é um mentiroso” Conor McGregor projeta receber 80 milhões de dólares no UFC 246 – Diego Ribas Enfrentar Conor McGregor normalmente significa, além de se testar contra um dos principais nomes do plantel do UFC, um retorno financeiro maior do que o lutador está acostumado. Um fenômeno na venda de pay-per-view, o irlandês é o lutador mais bem pago pela organização em suas lutas, e arrasta consigo seu oponente, que vê um aumento em seu salário quando escalado para duelar com ele. No entanto, segundo Donald Cerrone – que encara o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate no próximo sábado (18), em Las Vegas (EUA) -, os números especulados pela imprensa não condizem com a realidade. Em conversa com a imprensa em evento pré-UFC 246, ‘Cowboy’, como é conhecido, brincou com as altas cifras presentes nos rumores sobre sua remuneração para a luta contra McGregor. Algumas especulações levantadas justamente por seu próprio rival, que projetou seus rendimentos para esta peleja em torno dos 80 milhões de dólares (cerca de R$ 332 milhões). “Em algum lugar nesse negócio, alguém é um mentiroso, porque o dinheiro que vocês me mostram que eu estou ganhando (por essa luta) não corresponde ao dinheiro que eu vou receber. Preciso encontrar essa pessoa e dizer: ‘De onde você tirou esses números? Eu os quero”, declarou Cerrone, antes de comentar sobre a quantia especulada como salário de Conor. “Hey, bom para você. Se você quiser dar um pouco disso para o ‘Cowboy’, uma porcentagem ia ser bem legal. Como eu disse, se esse é o número real? P***, muito bom cara! Isso significa que eu fiz algo direito, que ele fez algo certo, e que estamos vendendo uma ótima luta. Muito bem, cara. Bom para você. Jogue um pouco dessa grana para o Cowboy”, brincou o americano, de acordo com o site ‘MMA Junkie’. Donald Cerrone e Conor McGregor se enfrentam na luta principal do UFC 246 neste sábado, em Las Vegas (EUA). ‘Cowboy’ vem de duas derrotas seguidas no Ultimate, para Tony Ferguson e Justin Gaethje, respectivamente. Já o irlandês não sobe ao octógono desde outubro de 2018, quando foi finalizado por Khabib Nurmagomedov, em disputa pelo cinturão dos leves. https://agfight.com.br/cerrone-questiona-especulacoes-sobre-salarios-do-ufc-246-alguem-e-um-mentiroso/
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