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  1. Mesmo assim, o achei mais lento. Mas, mostrou que suco não ensina a lutar.....mas, que ajuda, ajuda em uma luta e treino
  2. UFC 264 - COLETIVA PÓS LUTA - (LEGENDADO)
  3. Entrevistas de Octógono com Dustin Poirier e Conor McGregor | UFC 264 - Legendado
  4. Poirier vs McGregor 3: the cause of McGregor's injury?
  5. ‘Karate Combat’ confirma brasileiro em disputa de cinturão na terceira temporada Com seu retorno programado para acontecer no próximo mês de julho, o ‘Karate Combat’ promete atrair a atenção do público brasileiro nesta terceira temporada. Além da já confirmada presença de Lyoto Machida como ‘sensei’ convidado, a nova edição da liga profissional de caratê pode coroar um atleta tupiniquim como próximo campeão dos leves (68 kg). Trata-se de Bruno Assis, que enfrentará o atual campeão Edgar Skrivers, da Letônia, em disputa válida pelo cinturão da categoria e pelo direito de portar a faixa dourada na cintura (ao invés da preta), como manda o figurino da liga. O brasileiro chega para o confronto embalado por uma invencibilidade de quatro lutas, mas reconhece a dificuldade do desafio que terá pela frente ao tentar destronar o rival. “Esse combate já era cotado há algum tempo como um dos mais esperados nos leves. Entrei no Karate Combat para lutar contra os melhores, então chegou a hora. Vou usar todos os recursos possíveis para fazer história”, disse Bruno Assis, antes de analisar o adversário. “O Skrivers vem na contramão de boa parte dos lutadores da organização. É um atleta de MMA que migrou para o Karate Combat. Assim, já vem com bagagem sólida nas lutas de contato pleno. Eu e muitos outros viemos de modalidades de semi-contato, como o caratê olímpico. Então, foi preciso desenvolver uma preparação diferenciada ao longo da jornada. Mas estou na melhor forma da minha vida, confio na minha técnica e vou até o fim para garantir esse cinturão”, afirmou. Além de Bruno Assis, a terceira temporada do ‘Karate Combat’ terá a participação de mais seis caratecas brasileiros. Desta vez, o evento também terá como ‘senseis’ (professores) convidados nomes do quilate de Lyoto Machida e Georges St.Pierre, caratecas de origem e ex-campeões meio-pesado (93 kg) e meio-médio (77 kg) do UFC, respectivamente. As datas oficiais e a forma de transmissão para o Brasil serão divulgadas em breve. https://agfight.com/noticias/karate-combat-confirma-brasileiro-em-disputa-de-cinturao-na-terceira-temporada/
  6. Jiri Prochazka compara experiências entre lutar no Ultimate e em companhia asiática Tcheco descreve atmosfera da ‘Saitama Super Arena’ e afirma que as vivências do passado também colaboram com seu foco no UFC J. Prochazka agora é o segundo na posição dos meio-pesados. Foto: Reprodução/Instagram A ascensão meteórica nos meio-pesados (até 93kg.) do Ultimate não fez com que Jiri Prochazka esquecesse seu passado. Após duas vitórias seguidas na organização, o tcheco falou sobre as principais diferenças entre competir pela empresa e pelo RIZIN FF. Ele também destacou que suas atuações têm influência com as vivências no Japão. “Saitama Super Arena. É um espaço aberto tão grande que faz você se sentir como se tivesse sido engolido. É quase como estar em uma nave gigante. Imagine isso. Eu sempre ficava tipo: ‘O quê ?!’ E então há todas essas cerimônias ao redor, estrelinhas, performances, anúncios, fogos de artifício, exibições e tudo mais. Tem uma atmosfera única e inconfundível”, afirmou Prochazka em entrevista ao podcast ‘Fair Play Thinker’. Na Saitama Super Arena, em Tóquio, Jiri fez nove lutas e pôde sentir as sensações da lotação máxima, que suporta 36.500 mil pessoas. Já no Ultimate, até o instante, ele competiu apenas com a ausência de público, mas contou a diferença entre as organizações. “Comparando com o UFC agora, não importa, mesmo que tivesse multidão. Você só vai lá focado na luta. Não há distrações ao redor. Foco de luta puro. Nada pode te confundir depois dessa experiência no Japão”, concluiu o lutador. Ex-campeão do RIZIN, Prochazka precisou de apenas duas apresentações no Ultimate para chegar à elite da categoria até 93kg. Com dois nocautes consecutivos, o atleta encheu os olhos da diretoria da empresa e, hoje, ocupa a segunda posição na divisão, atrás apenas de Teixeira e Jan, que detém o cinturão. https://www.superlutas.com.br/noticias/149525/jiri-prochazka-compara-experiencias-entre-lutar-no-ultimate-e-em-companhia-asiatica/
  7. Ex-lutador e comentarista do UFC, Dan Hardy critica ‘nova geração’ e pede respeito aos veteranos no MMA Inglês diz que a motivação financeira está superando o prazer do esporte para os novos lutadores e revela que não gosta de vê-los enfrentando algumas das principais lendas do Ultimate D. Hardy não luta desde 2012, mas deseja retornar ao esporte. Foto: Reprodução/Instagram Além do aumento de público consumidor, a ascensão do MMA também envolve a evolução dos lutadores com o passar do tempo. Porém, nem todos aprovam as constantes mudanças no esporte. Um dos competidores mais populares da geração passada, Dan Hardy criticou a similaridade entre os atletas na atualidade. Em entrevista ao site norte-americano ‘MMA Fighting’, o ex-lutador e comentarista do UFC destacou a ‘falta de amor’ dos competidores, que já entram no octógono visando os lucros que podem receber no esporte. “Todos parecem clones uns dos outros agora (…), como esses caras estão chegando agora, a ideia agora é: ‘Como posso me proteger, jogar o jogo e ganhar mais dinheiro?’. Você olha para trás, nos velhos tempos de Nick Diaz x Robbie Lawler e eles estavam lá por amor, pela honra disso, pelo privilégio de estar lá e mostrar do que você é capaz. Eu não sei, mas parece que estamos nos afastando um pouco disso agora”, afirmou Hardy. Ainda sobre a nova geração, o inglês não concorda com os rumos dos veteranos no Ultimate. Ele diz que lutadores experienes não devem enfrentar jovens promessas, que podem usá-los como um ‘elevador’ para chegarem no topo de suas divisões. Hardy, inclusive, argumenta que também não faz bem para a nova geração enfrentar lendas do esporte. “Eu só queria que houvesse algum tipo de cuidado por lutadores como (Donald) ‘Cowboy’ (Cerrone), Jim Miller, Clay Guida e Diego Sanchez, que eles ainda querem lutar. Ainda podemos celebrá-los no topo do esporte, e eles não precisam estar neste tanque de tubarões com todos esses jovens tentando manter a cabeça acima da água. (…) Os jovens chegando e vencendo essas lendas que costumavam admirar, não é bom para nenhuma das partes. Isso é outra coisa que acho que poderia ser mais bem tratada. Seria melhor para o esporte também”, finalizou o ex-lutador. Apesar de estar aposentado do MMA desde 2012, Dan Hardy nunca deixou de estar perto do esporte. O inglês foi comentarista do Ultimate até março deste ano e ainda é possível vê-lo treinando, em publicações nas redes sociais. Popular entre os fãs norte-americanos, ele também não descarta retomar a carreira em superlutas de boxe no futuro. https://www.superlutas.com.br/noticias/149609/ex-lutador-e-comentarista-do-ufc-dan-hardy-critica-nova-geracao-e-pede-respeito-aos-veteranos-no-mma/
  8. Dariush cobra ‘Do Bronx’ por duelo e afirma que é melhor que o brasileiro em tudo Em grande fase no UFC e sem saber o que é uma derrota desde março de 2018, Beneil Dariush não tirou da cabeça uma luta que faria em 2020, mas acabou que não aconteceu. O combate seria diante de Charles ‘Do Bronx’, atual campeão do peso-leve (70 kg) no Ultimate, que na época alegou problemas familiares para não se apresentar. Meses depois deste episódio, o iraniano deu uma leve provocada no brasileiro. Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o atleta da equipe ‘Kings MMA’ cobrou essa luta do brasileiro e colocou em dúvida o real motivo de ‘Do Bronx’ ter saído do embate contra ele. Um dos motivos da desconfiança do iraniano foi pela postura do recordista de finalizações do Ultimate logo na sequência. “Eu acho que Charles me deve uma luta. Eu aceitei enfrentá-lo de última hora quando eu deveria estar de férias. Sean (Shelby, matchmaker do UFC) me ligou e disse: ‘Você quer enfrentar Charles em cinco semanas?’ Eu disse que sim. Ele disse que teve problemas com a família e saiu da luta. Ele desafiou Tony (Ferguson), enquanto me evitava, conseguiu a luta que queria e depois lutou pelo título. Não estou provocando. Ele fez o que precisava, conquistou a disputa de cinturão, e ganhou o cinturão”, explicou. Portanto, caso Dariush tenha ‘Do Bronx’ pela frente dentro do octógono, ele não tem dúvidas de que sairia vencedor. Embora o brasileiro mostre sua evolução em todas as áreas e estar com oito vitórias seguidas, isso não assusta o iraniano que fez questão de exaltar a confiança em seu jogo. “Estilisticamente, acho que sou o pior confronto para ele entre os cinco primeiros (do ranking da categoria). Eu tenho a luta para vencê-lo. Eu tenho a trocação para vencer a dele. Acho que sou mais físico que ele. Acho que tenho a capacidade de eliminá-lo em tudo o que ele faz”, completou o lutador. No UFC desde 2014, Beneil Dariush vive sua melhor fase na organização, tendo vencido seus últimos sete compromissos no octógono mais famoso do mundo. A sequência positiva levou o peso-leve à terceira posição no ranking da categoria e o colocou no caminho para sonhar com uma disputa de cinturão em breve. https://agfight.com/noticias/dariush-cobra-do-bronx-por-duelo-e-afirma-que-e-melhor-que-o-brasileiro-em-tudo/
  9. ‘Karate Combat’ terá Lyoto Machida como ‘sensei’ convidado na terceira temporada Um dos principais representantes do caratê no mundo, Lyoto Machida mais uma vez disponibilizará seu conhecimento e fama para ajudar na popularização da arte marcial na qual iniciou sua trajetória nos esportes de combate. O ex-campeão do UFC será um dos ‘senseis’ (professores) convidados na terceira temporada do ‘Karate Combat’, liga profissional da modalidade. Com a experiência de quem pratica a arte marcial japonesa desde os primeiros anos de vida, Lyoto vai comentar e analisar os principais desafios do show, além de revelar segredos técnicos que o levaram ao topo do esporte. Vale lembrar que Machida quebrou barreiras no MMA, ao provar, na prática, a eficácia do caratê, chegando à conquista do título meio-pesado (93 kg) do UFC. “Ser um dos ‘senseis’ convidados significa muito. É a forma mais eficiente de passar meus conhecimentos para as novas gerações de lutadores e fãs. Se você é carateca, agora você tem dois sonhos: competir nas Olimpíadas e no Karate Combat”, disse o ex-campeão do UFC e atual contratado do Bellator, antes de completar. “Se o Karate Combat já existisse quando comecei minha carreira, garanto que teria lutado pela organização. A forma como eles misturam tradição com produção moderna é única e sensacional. Agora sou um dos ‘senseis’. Mas quem sabe não poderei estar em ação em breve”, ressaltou Lyoto. A participação do veterano no ‘Karate Combat’ também foi celebrada por Adam Kovacs, presidente da organização. O dirigente, inclusive, creditou Machida à revolução da modalidade e ao aparecimento da liga que preside. “Lyoto Machida é uma lenda viva das artes marciais e uma das figuras mais importantes da história moderna do caratê. Ele foi o principal responsável em revolucionar a modalidade em todos os sentidos. Sem o que ele fez, talvez o Karate Combat jamais teria sido criado”, disse o presidente da organização. A terceira temporada do evento está em fase final de produção e a transmissão no Brasil será anunciada em breve. Sete caratecas brasileiros estarão em ação desta vez. https://agfight.com/noticias/karate-combat-tera-lyoto-machida-como-sensei-convidado-na-terceira-temporada/
  10. Thiago ‘Pitbull’ destaca experiência no MMA para ser campeão no boxe sem luvas Depois de 12 anos, Thiago ‘Pitbull’ vai ter uma nova chance de ser campeão. Se em 2009 o brasileiro disputou o cinturão dos meio-médios (77 kg) do UFC, mas acabou derrotado por Georges St-Pierre, agora ele vai brigar pela coroa da categoria até 79,3 kg no ‘Bare Knuckle FC’, evento de boxe sem luvas. Para isso, o veterano encara Ulysses Diaz no dia 4 de junho, e, apesar de estar somente há um ano na modalidade, destaca sua experiência nas artes marciais para esbanjar confiança. O confronto entre ‘Pitbull’ e Ulysses era para ter acontecido em maio deste ano, mas foi adiado devido a pandemia da COVID-19. Mas nada que tirasse o foco e a motivação do atleta da equipe ‘American Top Team’. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), o lutador recordou sua trajetória nas artes marciais para destacar sua maturidade para finalmente ser campeão. “É um privilegio lutar pelo cinturão. Cheguei perto no MMA e agora estou em um esporte que esta crescendo. O pessoal acha que é carnificina, sangue para todo lado, mas tem cara do MMA olha e vê que aqui os caras saem na mão mesmo. Então é só experiência positiva e vou trazer esse cinturão”, afirmou o lutador, antes de concluir. “Quando lutei pelo cinturão do UFC foi um dos maiores pay per views do mundo, o UFC 100, contra o Georges St-Pierre, então a exposição é diferente, a pressão também, mas isso me deu experiência para lidar com essa situação agora. Hoje estou bem confortável, tranquilo porque eu luto porque eu gosto. Eu gosto de competir e o cachorro não morreu. Aprendi muito e estou aproveitando o processo”, concluiu o atleta da ‘ATT’. Embora esbanje confiança antes de lutar pelo título, Thiago admitiu que ainda não se sente 100% adaptado à modalidade. Após 18 anos no MMA, o brasileiro disse que segue os treinamentos para ficar completamente acostumado ao boxe sem luvas, mas adiantou que mesmo sem estar como gostaria, tem todas as condições para ficar com o cinturão. “Preciso de umas quatro lutas a mais para ficar confortável. Na primeira passei dez minutos, contra um cara mais experiente, mas agora posso trabalhar no que aprendi. Estou bem confortável, não do jeito que quero estar. Sou perfeccionista, quero estar bem 150%. Tenho o suficiente para ser campeão por um bom tempo. O tempo que quiser ser campeão, eu tenho. Estou preparado para o que der e vier”, finalizou. Thiago ‘Pitbull’ é um veterano nas artes marciais e se destacou no UFC. O brasileiro atuou pela organização no período de 2005 até 2019, disputou 27 lutas nela, venceu 15 e perdeu 12 vezes. Seus triunfos de maior importância na organização foram sobre Josh Koscheck e Matt Hughes. Após sua passagem pelo MMA, o profissional decidiu migrar para o boxe sem luvas. Além de atuar no Bare Knuckle FC, o atleta também é um dos treinadores responsáveis pela parte de trocação da American Top Team. https://agfight.com/entrevistas/thiago-pitbull-destaca-experiencia-no-mma-para-ser-campeao-no-boxe-sem-luvas/
  11. Renzo Gracie aposta em sucesso de Gordon Ryan no MMA: “Ele vai brilhar” Um dos principais nomes do jiu-jitsu na atualidade, especialmente nas competições sem quimono, Gordon Ryan foi contratado pelo ONE Championship, evento pelo qual terá sua primeira experiência no MMA. Por isso, assim que o anúncio da chegada do americano foi feito, a expectativa sobre sua performance dentro de um cage se tornou um dos assuntos mais omentados do mundo das lutas. Para dar mais detalhes da transição de Gordon para o MMA, a reportagem da Ag. Fight entrou em contato com Renzo Gracie, dono da academia em que o americano deu os primeiros passos no jiu-jitsu nos Estados Unidos. O membro da família mais importante da história da arte suave exaltou o profissionalismo de Ryan e afirmou que ele pode repetir o sucesso das competições de luta agarrada em sua nova empreitada. Vale destacar que a primeira apresentação de Gordon Ryan no ONE Championship já está definida, mas ainda não será no MMA. A estreia do americano na organização vai acontecer no dia 27 de agosto, em uma superluta de grappling contra o astro japonês Shinya Aoki. O confronto será de peso-aberto, ou seja, sem classe de peso definida. “O Gordon Ryan é aluno nosso desde cedo. Era questão de tempo e agora ele vai brilhar no MMA. Ele é muito técnico, dedicado, um super profissional. Muitas pessoas não conhecem o julgam pelo o que ele fala na internet, mas quando você o conhece percebe que é um dos caras mais educados que já viu na vida. Foi uma maneira que ele achou para chamar a atenção, crescer no esporte e virar o que é hoje. Hoje ele é a maior estrela sem quimono. Então eu sei que ele vai brilhar no MMA porque vai colocar a mesma dedicação e tempo que ele colocou para ser campeão sem quimono”, afirmou Renzo, responsável por graduar John Danaher. treinador de Gordon, à faixa-preta. Uma das dúvidas que paira quando um atleta migra da luta agarrada para as artes marciais mistas é como ele vai se comportar ao ter que lidar com a troca de golpes traumáticos. Porém, de acordo com Renzo Gracie, Gordon não vai passar por esse problema. A lenda do jiu-jitsu revelou que o americano já foi ‘testado’ no MMA durante treinamentos. “O que ninguém sabe é que o Gordon Ryan estava ajudando os amigos dele de equipe que estão lutando. Ele estava treinando MMA, apesar de ainda não estar lutando, mas ajudando todo mundo a evoluir. Ele fez sparring, trocou ideia. Temos um centro de artes marciais, que damos acesso a tudo e o Gordon é uma estrela ali dentro. Ele mostrou que a dedicação traz um bom serviço. Ele não vai ficar surpreso em levar soco na cara. Falavam a mesma coisa do Ricardo Almeida e, quando ele estreou no Pride, chocou todo mundo. Quem duvidava da valentia e do jiu-jitsu dele se impressionou, porque ele foi trocar porrada e não vejo o Gordon fazendo diferente não”, finalizou. Aos 25 anos, Gordon Ryan mora e treina com a equipe de John Danaher em Porto Rico e é atualmente um dos principais nomes do cenário do jiu-jitsu no mundo. O contrato do americano com o ONE prevê tanto combates de grappling, como possíveis lutas no MMA. No entanto, a estreia do atual campeão absoluto do ADCC nas artes marciais mistas ainda segue sem previsão para acontecer. https://agfight.com/entrevistas/renzo-gracie-aposta-que-gordon-ryan-deve-brilhar-no-mma/
  12. Michael Bisping afirma que Blachowicz mostrou a Vettori como ser campeão do UFC No próximo dia 12 de junho, Israel Adesanya e Marvin Vettori voltam a medir forças dentro do octógono mais famoso do planeta. Só que, ao contrário da primeira vez, o embate tem valor extra por valer o cinturão peso-médio (84 kg) do Ultimate, em duelo que encabeça o card do UFC 263. E caso o italiano queira se ‘vingar’ do revés sofrido para o nigeriano no passado, ele sabe o que precisa fazer. Pelo menos foi o que adiantou Michael Bisping, ex-lutador da franquia. Em entrevista ao canal ‘The Schmo’, o ex-campeão dos médios do Ultimate apontou que a última apresentação de Adesanya mostrou brechas em seu jogo que podem ser utilizadas por Vettori. Na mais recente aparição do nigeriano, ele foi superado por Jan Blachowicz na disputa do título dos meio-pesados (93 kg), em duelo marcado pelo domínio do polonês na luta agarrada. “Adesanya deve entrar muito confiante para essa luta por já ter derrotado Marvin Vettori. Os dois se tornaram melhores, mas acho que Vettori evoluiu mais. Acredito que Marvin, vendo a forma que Blachowicz derrotou (Israel), tem uma noção de como fazer. (…) Ele vai chegar com um plano de wrestling, como ele fez com Kevin Holland”, disse, emendando. “Acho que a maneira de vencer Adesanya é derrubá-lo. A maioria das pessoas tentam a queda contra as grades. É mais fácil se defender, porque você pode usá-las para se levantar. O que vimos na luta contra o Blachowicz foi o polonês o levou para o chão no centro do octógono. Derrubar alguém no meio é mais difícil, mas você terá mais sucesso contra Israel porque eles não têm a grade para se apoiar, então o rival vai cair. E então, quando você o derruba, é realmente muito mais difícil se levantar se você estiver no meio do octógono, porque você não tem nada em que se apoiar”, completou o inglês. Esse duelo marca o retorno de Adesanya à sua divisão de origem após breve passagem pelos meio-pesados, onde acabou derrotado pelo campeão da categoria, o polonês Jan Blachowicz, na tentativa de conquistar seu segundo título pelo UFC. A última defesa de cinturão do nigeriano aconteceu em setembro do ano passado, quando superou o brasileiro Paulo ‘Borrachinha’ por nocaute técnico no segundo round. Marvin Vettori, de 27 anos, vive sua melhor fase no UFC. O italiano venceu cinco confrontos seguidos e faturou os bônus de luta e performance da noite em duas recentes aparições. Em sua trajetória no MMA profissional, onde atua desde 2013, ‘The Italian Dream’ possui um cartel de 22 combates, sendo 17 vitórias, quatro derrotas, um empate. https://agfight.com/noticias/michael-bisping-afirma-que-blachowicz-mostrou-a-vettori-como-ser-campeao-do-ufc/
  13. Covington diz que venceria St-Pierre e provoca: “Luta extremamente fácil para mim” Colby Covington não costuma ter papas na língua quando é questionado sobre qualquer assunto. Dessa vez o ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg) do Ultimate comentou sobre um hipotético duelo contra Georges St-Pierre, que reinou na divisão até 77 kg por longos anos na liga e encerrou sua carreira com o título do peso-médio (84 kg). Em entrevista ao ‘MMA Roasted Podcast’, o atleta da ‘MMA Masters’ adiantou que não teria dificuldades em derrotar o canadense se eles tivessem a chance de se enfrentar pelo Ultimate. Para comprovar a sua tese, o americano citou o casamento de estilos para desmerecer as qualidades técnicas de ‘GSP’ e exaltar as suas. “Eu venceria St-Pierre. Ele derrubou vários caras e os manteve no chão para golpeá-los. Ele não iria me derrubar. Meu cardio é completamente diferente. Nunca fui derrubado no octógono do UFC, então ele não seria o primeiro”, disse o americano, emendando. “A trocação do Georges St-Pierre era muito básica, muito jardim de infância. Ele não tinha muitos truques. Ele só tinha aquele jab realmente bom, mas é muito fácil contra-atacar se você estiver movendo a cabeça e usando os pés. Acho que Georges St-Pierre teria sido uma luta extremamente fácil para mim”, completou o ex-campeão do UFC. Colby Covington perdeu apenas um combate em suas nove últimas apresentações, justamente na disputa de título contra Kamaru Usman. O americano chegou a conquistar o cinturão interino dos meio-médios em 2018, mas foi destituído de seu título antes mesmo de tentar unificá-lo diante do até então campeão Tyron Woodley. https://agfight.com/noticias/covington-diz-que-venceria-st-pierre-e-provoca-luta-extremamente-facil-para-mim/