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  1. Às vésperas do UFC Washington, Jairzinho mira ‘combate de bichos-papões’ contra Ngannou Invicto no MMA, Jairzinho parece disposto a se testar contra os melhores – Diego Ribas Francis Ngannou é, talvez, o peso-pesado mais temido do Ultimate atualmente, mas isso não parece intimidar Jairzinho Rozenstruik. Isso porque, mesmo às vésperas do UFC Washington deste sábado (7), onde enfrenta Alistair Overeem na luta principal do show, o atleta do Suriname desafiou ‘O Predador’ para um confronto de bichos-papões, como o próprio denominou. Em conversa com a imprensa nessa quarta-feira (4) durante os treinos abertos do UFC Washington, Jairzinho projetou um duelo contra o camaronês, em caso de vitória sobre Overeem no sábado. De acordo com ‘Big Boy’, como é conhecido, um possível combate contra Ngannou seria o mais atrativo da categoria para os fãs de MMA. “Vencendo essa luta, Ngannou é o próximo, porque é o maior desafio. Ele é o grandalhão assustador que nocauteia as pessoas, eu faço o mesmo. Seria uma grande luta. Ele é o cara assustador da divisão – o bicho papão. (Eu sou) o outro bicho papão da categoria. Vocês querem criar uma bomba no octógono? Me coloque contra ele e tranque as portas. Os fãs do UFC vão amar isso”, opinou Rozenstruik, antes de falar sobre a possibilidade de Francis aceitar enfrentá-lo. “Se ele é esperto, ele vai aceitar a luta. Se não, é culpa dele. Acho que posso melhorá-lo porque sou um lutador melhor no final das contas. Então se eu fosse ele, aceitaria a luta”, completou o surinamês, de acordo com o site ‘MMA Junkie’. Mas antes de qualquer coisa, Big Boy tem que voltar seu foco para o confronto de sábado. Afinal de contas, o peso-pesado terá pela frente um dos principais strikers da divisão mais pesada do MMA: o holandês Alistair Overeem – especialista em muay-thai. Mas assim como fez em seus últimos compromissos na liga, Jairzinho espera adicionar mais um nocaute para seu cartel irretocável até então, que conta com nove triunfos. “Todos podem dizer que você bate forte. Eu bato forte. Mas se você não consegue golpear com precisão, você vai errar. Então o objetivo é encontrar o queixo e derrubá-lo (Overeem). Assim que isso acontecer, vocês verão o resultado” projetou o peso-pesado. O embate entre Jairzinho e Overeem promete ser bastante movimentado. Por se tratar de um confronto de nocauteadores, a previsão é que o confronto não dure os 15 minutos programados. No mesmo show, na posição de ‘co-main event’, Marina Rodriguez encara Cynthia Calvillo, na categoria peso-palha (52 kg). https://agfight.com.br/as-vesperas-do-ufc-washington-jairzinho-mira-combate-de-bichos-papoes-contra-ngannou/
  2. Ex-TUF Brasil revela trabalho em clínicas de reabilitação nos EUA e mira lutar no ONE Daniel Sarafian foi uma das estrelas da primeira edição do TUF Brasil – Jessica Portasio Em 2012, Daniel Sarafian ganhou visibilidade nacional ao participar da primeira edição do ‘The Ultimate Fighter Brasil’ e ter alcançado a final. Porém, uma lesão de última hora o tirou da decisão e da oportunidade de ser campeão do programa. Após este destaque, o lutador chegou ao UFC e fez seis lutas, com duas vitórias e quatro derrotas. Porém, fora da organização desde 2016, o paulista conseguiu se apresentar apenas duas vezes, uma em 2017 e outra em março de 2018. Ausente das competições desde então, o atleta explicou o motivo do público não vê-lo em ação, revelou um novo trabalho nos Estados Unidos e já mirou um retorno aos eventos em 2020. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o ex-lutador do Ultimate, que atualmente mora em Los Angeles (EUA), admitiu que encontrou problemas com o ACB, última franquia em que se apresentou, principalmente por questões financeiras, fato que o desanimou a continuar em atividade. Após esse episódio, além de treinar celebridades, o atleta decidiu dar aulas para pessoas que lutam contra o vício nas drogas. “Decidi tirar um tempo para mim. Porque desde a minha última luta… Fui pago atrasado e ia lutar em julho, mas aconteceu alguma coisa com o evento que cancelaram a minha viagem no dia. O evento foi cancelado. Perdi dinheiro no meu camp, enfim… Decidi tirar um tempo e correr atrás de outras coisas, focar nas minha aulas, nos meus grupos. Cuido de cinco casas de reabilitação de drogas, em Los Angeles. É um trabalho que está me trazendo benefício espiritual e financeiro. Não parei de lutar. Só dei um tempo. Quando vim para Los Angeles só trabalhava com celebridades, mas depois expandi meu trabalho e comecei a trabalhar com outras pessoas e também com essas casas de reabilitação”, afirmou o lutador, que admitiu que chegou a cogitar se aventurar como dublê. “Já pensei se eu deveria me arriscar, virar dublê. Aqui em Los Angeles todo mundo é ator, é artista, dublê. Eu faria, com certeza se caísse no meu colo. Mas não tenho a pretensão de focar nisso e buscar arduamente isso, assim como fiz com a luta. É difícil virar ator, dublê e acho que não tenho tempo para isso, porque meu foco está em outro sentido. Isso ia me tirar muito tempo e não conseguiria fazer o trabalho que faço”, completou. O ano de 2019 marcou Sarafian fora das competições, mas para 2020 a ideia é outra. Mas engana-se quem imagina que ele ainda tem como sonho retornar ao UFC. O peso-médio está atento ao crescimento de outra organização e a possibilidade de lutar em edição de estreia no Brasil o deixa empolgado. “Não é uma meta voltar ao UFC. Lutar o ONE seria uma meta. Parece que o ONE está indo para o Brasil e quero lutar esse card. Adoraria lutar no ONE. Não tenho meta de voltar ao UFC, mas voltaria, vindo de vitórias, é uma grande oportunidade. Luto no UFC, ONE, Rizin, Bellator… Luto para quem quiser que eu lute, respeitando o meu valor, não só financeiro, mas como atleta. Essa é a meta para 2020. Vou buscar isso. E daquele jeito da última luta, com sorriso no rosto e bora para a guerra que eu adoro (risos)”, explicou. Se em 2012 Sarafian alcançou um patamar alto de reconhecimento, em 2016 pode-se dizer que foi o pontapé para ele voltar as suas origens. A explicação é que esta época marcou o fim de sua trajetória no Ultimate, que, segundo ele, estava o prejudicando em algumas questões. Apesar de destacar a motivação dos tempos de início de carreira, o atleta ressaltou que ainda encontra dificuldades de arrumar eventos para trabalhar. “A vida pós-UFC foi, na verdade, aliviante. Quando estava no UFC, a pressão de ser mandado embora, caso derrota, eu tinha um medo de perder a chance de estar lá. Quando eu sai, eu percebi que tinha acabado a pressão. Comecei a enxergar a luta como antes. No começo da minha carreira, ia lá para me divertir. No UFC tinha uma pressão diferente, ficava muito maluco. Sai do UFC e voltou tudo ao normal. Voltei a lutar tranquilo, ia me divertir. De uma outra maneira atrapalhou (sair do UFC), porque quando sai do UFC é difícil arrumar contrato. Pequenos eventos não têm dinheiro para te pagar e tem muito lutador que tem medo de enfrentar ex-UFC. Eles nem sabem porquê estão lutando. Mas tem outros eventos bons e são esses que estou tentando fechar algo. Atingi um status que tenho que me respeitar e não me vender por nada. Assim que fechar algo apropriado, estarei de volta”, finalizou. No MMA profissional desde 2006, Daniel Sarafian possui um cartel de 11 vitórias e seis derrotas na carreira. O paulista não atua desde março de 2018, quando derrotou Carlos Eduardo ‘Cachorrão’, no ACB. https://agfight.com.br/ex-tuf-brasil-revela-trabalho-em-clinicas-de-reabilitacao-nos-eua-e-mira-lutar-no-one/
  3. Filhas de falecido fundador da Blackzilians repudiam comentário "desagradável" de Covington Conhecido por não ter filtro em suas declarações, Colby Covington se envolveu em mais uma polêmica por conta de suas palavras. Desta vez, o imbróglio envolve o nome de Glenn Robinson – fundador ‘Blackzilians’, equipe da qual Kamaru Usman foi membro durante grande parte de sua carreira. Em novembro, durante uma conferência de imprensa em Nova York, Covington – que duela com Usman pelo cinturão meio-médio (77 kg) do UFC no dia 14 de dezembro, em Las Vegas (EUA) – acusou, em tom provocador, o rival de ter responsabilidade na morte de Glenn Robinson. De acordo com o falastrão, o fato do nigeriano ter, em sua visão, fugido do confronto contra ele durante anos teve papel fundamental no ataque cardíaco sofrido pelo fundador da Blackzilians, que faleceu em setembro de 2018. Não satisfeito, Colby foi além e alegou que Glenn Robinson assistiria ao combate do dia 14 de dezembro diretamente do inferno. A polêmica declaração resultou em uma resposta da família do falecido. As filhas do fundador da Blackzilians repudiaram as palavras de Covington em um comunicado escrito por elas e enviado ao site ‘MMA Junkie’. “Nos entristece ter que fazer uma declaração a respeito de um desagradável comentário feito anteriormente por Colby Covington, sugerindo que nosso falecido pai, Glenn Robinson, estará assistindo sua próxima luta do inferno. No entanto, após pensar e considerar cuidadosamente, em nome de nossa família, nós sentimos que é necessário defender o nome de nosso pai. A morte de nosso pai ainda é muito recente. Nossa família ainda está de luto por sua perda, então imagine a dor que sentimos ao ouvir palavras tão odiosas ditas de forma imprudente sobre nosso pai. Nós entendemos a animação ao construir o ‘hype’ antes de uma luta, mas nós temos certeza que Colby Covington pode conseguir mídia para sua próxima luta com seu próprio mérito e sem cuspir palavras de ódio em direção ao nosso pai, o fundador da Blackzilians. (…) Por último, nós não queríamos fazer essa declaração ou dar mais vida a alguém que não tem relevância em nossas vidas, mas nós sempre vamos defender nosso pai, sua reputação e seu nome, o qual nós compartilhamos orgulhosamente”, escreveram as filhas do falecido Glenn Robinson. Esta é apenas mais uma da extensa lista de polêmicas nas quais Colby Covington se envolveu devido ao estilo provocador adotado em suas declarações. O americano foi duramente criticado por suas palavras pouco amigáveis em relação ao Brasil quando veio ao país enfrentar Demian Maia, em outubro de 2017. Além disso, alguns de seus próprios companheiros de equipe na ‘American Top Team’, como Jorge Masvidal e Dustin Poirier, já ameaçaram agredi-lo na academia por conta de rixas iniciadas por ele. https://br.yahoo.com/esportes/noticias/filhas-falecido-fundador-da-blackzilians-151328130.html
  4. Yamaguchi Falcão empata contra americano e perde chance de conquistar cinturão Yamaguchi soma 16 vitórias, um empate, e uma derrota em seu cartel no boxe – Diego Ribas A temporada de 2019 não foi, definitivamente, o ano dos sonhos para Yamaguchi Falcão, longe disso. Após perder sua invencibilidade no boxe profissional em maio, o brasileiro não reencontrou o caminho das vitórias e apenas empatou contra D’Mitrius Ballard, na última quinta-feira (5). Com o resultado, o peso-médio (73 kg) perdeu a oportunidade de conquistar o cinturão vago da (NABF) – Federação Norte-Americana de Boxe. Após os dez rounds programados para a disputa, um dos juízes enxergou o triunfo de Ballard por (97-93). No entanto, os outros dois árbitros responsáveis por julgar o combate marcaram empate (95-95). Sendo assim, o empate majoritário foi oficializado e nenhum dos atletas saiu com a vitória de Costa Mesa, na Califórnia (EUA). “Obrigado a cada um que acreditou no meu trabalho e torceu. Infelizmente a vitória não veio, mas a derrota também não, ficamos com o empate. Uma luta muito dura e um adversário duro. Agora é levantar a cabeça, consertar os erros para saber o que fazer nas próximas (lutas). Vamos que vamos!”, declarou Yamaguchi, através de suas redes sociais. O combate começou disputado, mas com uma leve vantagem para o brasileiro. Com maior movimentação e desenvoltura no ringue, Falcão desferia os melhores golpes, mas por vezes era surpreendido com contra-ataques do americano. Yamaguchi viveu seu melhor momento no sexto assalto, quando conectou uma sequência de socos que inchou o olho de seu adversário. O ímpeto do brasileiro, porém, acabava por ali. Visivelmente mais cansado do que o norte-americano, Yamaguchi assistiu Ballard tomar conta do confronto nos rounds finais. A reação do rival fez com que o triunfo do medalhista de bronze olímpico em Londres, 2012, escapasse pelas mãos no fim do duelo. Com uma temporada sem vitórias, Yamaguchi terá que remar seu caminho de volta ao topo em 2020 para almejar novamente uma eventual disputa de cinturão. https://agfight.com.br/yamaguchi-falcao-empata-contra-americano-e-perde-chance-de-conquistar-cinturao/
  5. Ex-UFC ‘dribla’ suspensão da USADA e luta pelo cinturão meio-pesado do Rizin Ainda cumprindo a suspensão de dois anos imposta pela USADA (agência americana antidoping) após testar positivo para diversas substâncias proibidas, CB Dollaway vai retornar ao MMA antes do previsto. O americano – que só estará liberado pela entidade de controle antidoping em dezembro de 2020 – assinou com o Rizin e disputará o cinturão meio-pesado (93 kg) da organização contra o campeão Jiri Prochazka no evento marcado para o próximo dia 31 de dezembro, no Japão. Por se tratar de um evento japonês que não reconhece as suspensões impostas pela USADA, Dollaway poderá voltar à ativa antes do período imposto pela agência antidoping americana. Com isso também fica claro que o veterano não faz mais parte do plantel de atletas do UFC, sua casa nos últimos 11 anos. Finalista da sétima edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’, CB Dollaway finaliza sua trajetória no UFC com 11 triunfos e nove derrotas. Em seu último combate no octógono mais famoso do mundo, o veterano foi superado por Khalid Murtazaliev em setembro de 2018, na Rússia. Já seu adversário, Jiri Prochazka, é o atual campeão meio-pesado do Rizin. O lutador tcheco acumula nove triunfos consecutivos em sua carreira, tendo sido derrotado pela última vez em dezembro de 2015, quando foi nocauteado por Muhammed ‘King Mo’ Lawal. Aos 27 anos, o atleta europeu possui bastante experiência no MMA profissional, com 25 vitórias, três reveses e um empate em seu cartel. O Rizin FF 20, marcado para acontecer na Saitama Super Arena, no Japão, no dia 31 de dezembro, deve ter mais duas disputas de título em seu card. Além disso, o evento contará com as semifinais do Grand Prix peso-leve (70 kg) da entidade, com participação dos brasileiros Patricky ‘Pitbull’ Freire e Luiz Gustavo, que se enfrentam em busca de uma vaga na final do torneio. https://agfight.com.br/ex-ufc-dribla-suspensao-da-usada-e-luta-pelo-cinturao-meio-pesado-do-rizin/
  6. Ex-campeão do UFC perde em estreia em evento de grappling Em má fase em sua carreira no MMA, o ex-campeão dos pesos-médios (84 kg) do UFC Luke Rockhold anunciou que ficaria um tempo afastado dos combates de contato. Neste sábado (30), o americano se testou no Polaris 12, um torneio de grappling, no qual também acabou derrotado após o tempo regulamentar. No entanto, Rockhold estreou já em alto nível, enfrentando um jovem rival que foi vice-campeão do ADCC (maior torneio da modalidade) em 2019. E o duelo de estilos entre um competidor nato de grappling contra um atleta de MMA ficou evidente. Enquanto Rockhold pareceu frustrado com a estratégia cadenciada do oponente e buscava a luta franca, Nick Rodriguez, aluno de Renzo Gracie, escolheu melhor os momentos de atacar e sempre esteve a frente no placar. Vitória tranquila do novo fenômeno do submission mundial. https://agfight.com.br/ex-campeao-do-ufc-perde-em-estreia-em-evento-de-grappling/
  7. Esse idiota do Colby passou de todos os limites dessa vez. Fazer esse palhaçada de thash-talk que americano gosta é uma coisa, agora, falar de um ente querido falecido, não é nem falta de bom senso, é ser um escroto total mesmo.
  8. Com medo de ‘furada de fila’, Sterling critica mudança de peso de Aldo e Edgar O americano Aljamain Sterling vive um bom momento no Ultimate – Diego Ribas O fim de 2019 e início de 2020 promete fortes emoções no peso-galo (61 kg) do Ultimate. A motivo é que nomes como José Aldo e Frankie Edgar, que competiam na divisão dos pesos-penas (66 kg), decidiram se testar na categoria de baixo. No entanto, um dos principais nomes do peso, Aljamain Sterling, não aprovou essas mudanças. Em entrevista ao podcast ‘UFC Unfiltered’, o lutador afirmou que não vê com bons olhos essa migração atletas, ciente de que Aldo e Edgar, que já foram campeões dos penas e dos leves (70 kg), respectivamente, possam ‘furar’ a fila por uma possível disputa de cinturão contra o campeão Henry Cejudo. O americano, que atualmente é o número dois do ranking, pediu mais oportunidades para os atletas que estão há mais tempo na divisão. “Dois campeões de duas categorias diferentes seria histórico, mas eles são mais velhos e lutam contra caras quase uma década mais jovens que eles. Então será muito interessante para ver como eles se saem. Não tenho nenhum tipo de má vontade, mas ao mesmo tempo desejo que eles tenham lutas chatas. Não vejo muito sentido eles no fim de carreira descerem de categoria assim. É a última corrida para uma disputa de cinturão e a chance deles se tornarem campeões da divisão”, afirmou o lutador, emendando o raciocínio. “Espero que o pessoal que está na divisão há mais tempo e que estavam fazendo seu trabalho tenham lutas boas para tentar (uma disputa de cinturão). Já eles (Faber, Edgar e Aldo) tenham lutas chatas e se cansem”, completou. Com 18 vitórias e três derrotas na carreira, Aljamain Sterling está em um grande momento no Ultimate. Sem lutar desde junho deste ano, quando derrotou Pedro Munhoz, o americano está com quatro triunfos seguidos. Até o momento o lutador ainda não tem previsão de quando vai pisar no octógono novamente. https://agfight.com.br/com-medo-de-furada-de-fila-sterling-critica-mudanca-de-peso-de-aldo-e-edgar/
  9. Alistair Overeem explica motivação para competir por mais de 20 anos Veterano do mundo do MMA e kickboxing, Alistair Overeem completou em outubro passado 20 anos de longevidade em sua carreira. E com novo duelo marcado para o dia 7 de dezembro contra o promissor Jairzinho Rozenstruik, o gigante holandês garante motivação de garoto para a disputa. Além do renome já conquistado e da segurança financeira, assim como a busca pelo título de campeão do UFC, Overeem fez questão de destacar a paixão pelos esportes de combate para seguir competindo em alto nível. Aos 39 anos, o atleta acumula 63 apresentações profissionais de MMA. “Estivem em todos os lugares do mundo, tenho 89 lutas entre kockboxing e MMA, e estou apenas fazendo meu trabalho, seguindo a minha paixão. Tem sido divertido e eu ainda me sinto forte. Tenho meus objetivos, claro, e ser campeão do UFC é um deles”, narrou durante conversa com o site oficial do UFC. Atual número seis do ranking oficial do evento, Alistair vem embalado por duas vitórias por nocaute enquanto que seu oponente, número 14 da lista, segue invicto no MMA com um modesto cartel de nove vitórias e nenhuma derrota. https://agfight.com.br/alistair-overeem-explica-motivacao-para-competir-por-mais-de-20-anos/
  10. Isso que é confiança! Dominick Reyes já projeta revanche contra Jon Jones Dominick Reyes será o próximo desafiante ao cinturão de Jon Jones – Scott Garfitt Campeão indiscutível do peso-meio-pesado (93 kg) do UFC, Jon Jones é considerado por muitos como um dos maiores lutadores de MMA de todos os tempos. A superioridade apresentada sobre os rivais durante toda a carreira o colocam como um dos homens mais temidos do esporte. No entanto, apesar de estar ciente das credenciais de ‘Bones’, Dominick Reyes – próximo desafiante ao título até 93 kg do Ultimate – demonstra enorme confiança na possibilidade de acabar com o reinado do rival. Ao site ‘MMA Fighting’, Reyes afirmou que já projeta inclusive a revanche que terá que ceder a ‘Bones’ após derrotá-lo no dia 8 de fevereiro, em Houston (EUA), na luta principal do UFC 247. Nem mesmo os diversos anos como campeão dos meio-pesados do Ultimate – interrompidos por breves períodos após Jones ter sido flagrado em exames antidoping –, ou o fato de a única derrota de sua carreira, para Matt Hamill, em 2009, ter ocorrido por desqualificação, após um golpe ilegal, parecem assustar o desafiante. “Mal posso esperar pela revanche. Eu já estou planejando a revanche no Cowboy Stadium (estádio do time Dallas Cowboys, da NFL). Eu já sei o que vai acontecer. Vou vencê-lo (na primeira luta) e não vai ser o suficiente. Perfeito, vamos fazer (a revanche) no Cowboy Stadium, mas dessa vez é o meu pay-per-view”, declarou Dominick Reyes. A confiança demonstrada pelo desafiante pode até parecer exagerada, mas Reyes tem ciência da dificuldade do desafio que é tentar destronar Jon Jones do posto de campeão do UFC. A importância de vencer um dos maiores lutadores da história talvez seja, de acordo com ele, um prêmio ainda maior do que a própria conquista do título. “É Jon Jones. Isso é maior do que o título. Sim e não, porque o título é grande, porém não apenas vencer o título, mas você vai estar vencendo discutivelmente o melhor que já fez (esse esporte). É enorme. É grande para c***”, finalizou o lutador. Invicto após 12 combates no MMA profissional, Dominick Reyes conquistou metade de seus triunfos como atleta do plantel do UFC. O desafiante vem de vitória sobre Chris Weidman – ex-campeão peso-médio (84 kg) da organização – que fazia sua estreia nos meio-pesados, em outubro de 2019. Já Jon Jones fez sua última luta em julho deste ano, quando derrotou por decisão dividida o brasileiro Thiago ‘Marreta’. https://agfight.com.br/isso-que-e-confianca-dominick-reyes-ja-projeta-revanche-contra-jon-jones/
  11. Francis Ngannou se oferece para pagar passagem de rival para luta em Las Vegas Francis Ngannou desafiou Volkov de olho em uma luta pelo cinturão do UFC – Diego Ribas Número dois do ranking oficial dos pesos-pesados do UFC, Francis Ngannou já está de olho no card marcado para o dia 18 de janeiro, em Las Vegas (EUA). O show, que marca o retorno de Conor McGregor ao octógono mais famoso do mundo, caiu no gosto do camaronês, que se ofereceu para pagar a viagem de um possível rival para a data. Através de suas contas em redes sociais, Ngannou convidou o russo Alexander Volkov, número sete da seleta lista, para medir forças no UFC 246, em duelo que poderia credenciar o vencedor para cobiçar a vaga de próximo desafiante ao cinturão do evento. “Volkov, qual a sua agenda para 18 de janeiro? Te ofereço uma viagem de graça para a cidade com mais entretenimento do mundo. Las Vegas. UFC 246”, provocou o camaronês, antes de ser rebatido pelo rival. “O que você acha de Paris em março? Ou você está com medo de cair na frente da sua audiência?”, questionou Volkov de referindo à dupla nacionalidade de Ngannou, que provavelmente deve ser escalado para o primeiro evento do UFC em solo francês. Independentemente do caminhar da negociação e de onde a luta potencialmente possa ocorrer, a rivalidade criada entre os pesos-pesados certamente interessa ao UFC, evento sempre carente de grandes holofotes para a divisão. https://agfight.com.br/francis-ngannou-se-oferece-para-pagar-passagem-de-rival-para-luta-em-las-vegas/
  12. De olho em título, Esquiva mira mudar cenário do boxe e ‘copiar’ feitos de Medina e ‘Guga’ Esquiva Falcão está perto de conseguir uma chance pelo cinturão – Diego Ribas No início do mês, Esquiva Falcão deu um passo importante para brigar pelo posto mais alto da categoria peso-médio da Associação Mundial de Boxe (WBA). O brasileiro nocauteou Manny Woods e manteve sua invencibilidade após 25 lutas. Agora o atleta volta ao ringue no dia 2 de fevereiro, quando encara Ainiwaer Yilixiati, em evento escalado para a China. Do vencedor desta peleja sai o próximo desafiante ao título, que está com Ryota Murata. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o pugilista destacou que para sua próxima luta tem duas missões: conquistar o cinturão e mudar o panorama do esporte no país. Com 29 anos, Esquiva sabe que tem que correr contra o tempo para ter a chance de sagrar-se campeão. Apesar de ser medalhista de prata dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, o brasileiro ainda sente falta de mais incentivo, que segundo ele, atualmente é fundamental na carreira de um lutador de boxe. Mas engana-se quem pensa que são patrocinadores que faltam ao pugilista, mas sim um apoio das TVs do Brasil. “Para o atleta é importante ganhar, mas hoje em dia que não tem um apoio da TV o caminho é mais longo no boxe. O Ryota Murata, que me venceu na final olímpica, foi campeão com 13 lutas. Ele tem a TV japonesa ao lado dele que dá muito apoio. O Brasil não tem isso, infelizmente. Por isso tenho essa dificuldade maior (para ter a chance de brigar pelo título) e tenho que trabalhar um pouco mais que meus adversários. Mas isso é um aprendizado, porque no futuro, quando for campeão, abrirei um espaço para outros atletas não precisarem passar por isso também”, afirmou o atleta, emendando. “Fui medalhista olímpico e é isso que me ajuda a ter meus patrocinadores. Com eles que mantenho a minha família. Eu achei que fosse mudar muita coisa (após ser prata na Olimpíada de 2012), que ia passar o boxe na TV aberta, mas não mudou nada, continua sendo difícil para todo mundo. Mas acredito que depois que for campeão ou outro brasileiro conseguir isso, vai mudar. Assim como foi com o surfe, com o (Gabriel) Medina, o tênis, com o ‘Guga’. A TV começa a olhar melhor. Uma medalha só não muda muita coisa”, completou. Com seu objetivo traçado, Esquiva sabe que primeiro precisa passar por Yiliaxiati para poder cumprir todas suas metas. Por isso, brasileiro já fez o seu dever de casa e tem as características do seu adversário gravadas na sua cabeça. E assim como sua última luta, ele não pretende deixar sua vitória nas mãos dos jurados. “Meu adversário é um cara duro, que tem 11 vitórias por nocaute. É o número um da China e já vi algumas lutas dele. Não tem tanta experiência como eu, mas vem para dentro, pega forte. Estou planejando como vou enfrentá-lo. A ideia é usar muita movimentação, trabalhar alguns golpes de encontro. Ele é lento e anda para frente. Então a minha movimentação tem que estar em dia. É ganhar por nocaute para não ter dúvida, já que estarei na casa dele, com a torcida contra”, contou. Além de Ainiwaer pela frente, Esquiva terá um outro fator extra que pretende deixar para trás: a questão do fuso horário. Atualmente morando em Los Angeles (EUA), o pugilista já tem traçada a estratégia para fugir dessa questão que atrapalha muitos lutadores. O foco é tão grande que o atleta não pensa nem em voltar ao Brasil para passar as festas de fim de ano e adiantou que levará sua família para os Estados Unidos, tudo para não atrapalhar seus treinamentos. “Não vou voltar para o Brasil esse ano. Vou ficar aqui treinando. A ideia é ir para lá uns 15 a 20 dias antes para se adaptar ao fuso, treinando direitinho lá também. Maior problema será isso, porque a luta será a noite lá e aqui (Los Angeles) será de manhã. Preciso me acostumar para não ter problemas”, finalizou. Esquiva Falcão foi medalhista de prata nas Olimpíadas de Londres, em 2012, ainda pelo boxe amador. Como profissional, o brasileiro – que está invicto – acumula 25 vitórias, sendo 17 por nocaute e apenas oito por decisão dos juízes. https://agfight.com.br/de-olho-em-titulo-esquiva-mira-mudar-cenario-do-boxe-e-copiar-feitos-de-medina-e-guga/
  13. Patrick Teixeira acaba com invencibilidade de dominicano e conquista título mundial de boxe A noite deste sábado (30) ficou marcada na história do boxe brasileiro. Aos 28 anos, Patrick Teixeira bateu o até então invicto Carlos Adames no Hotel Cassino Cosmopolitan, em Las Vegas (EUA), para conquistar o cinturão interino dos super-meio-médios (69,850 kg) da Organização Mundial de Boxe (WBO). Com a conquista, o atleta se torna o quinto pugilista brasileiro na história a se tornar campeão mundial em uma das cinco principais entidades que regem o boxe. Antes dele, em ordem, Éder Jofre, Miguel de Oliveira, Acelino ‘Popó’ e Valdemir ‘Sertão’ marcaram seus nomes no esporte nacional. A disputa, no entanto, passou longe de ser tranquila. Depois de um início equilibrado e marcado por ligeira vantagem do atleta dominicano nos seis assaltos iniciais, o catarinense usou sua potente canhota para surpreender o oponente e levá-lo a knockdown no sétimo assalto. Neste momento, o árbitro pareceu cogitar interromper a disputa tamanha a superioridade apresentada por Patrick ao longo do assalto. No oitavo round, novo domínio do brasileiro, que pareceu abalar as estruturas de Adames, novamente preso junto às cordas e sem equilíbrio. A seguir, já cansados, os atletas voltaram a travar um confronto com mínimas vantagens parciais para cada, a ponto de, ao final dos 12 assaltos, o triunfo por decisão unânime de Patrick ser creditado justamente ao knockdown anotado no sétimo round. Isso porque, com exceção ao jurado que marcou 116 -111, os outros dois anotaram 114-113 em favor do brasileiro. Marca que, não fosse o ponto anotado automaticamente pelo knockdown, significaria um empate majoritário pelas papeletas. No próximo mês, Patrick deve ser oficializado como campeão linear da WBO, uma vez que o mexicano Jaime Munguía, atual campeão dos super-meio-médios, tem duelo marcado para janeiro de 2020 contra Gary O’Sullivan, em duelo que marca sua estreia na divisão dos médios (72,600 kg). https://agfight.com.br/patrick-teixeira-acaba-com-invencibilidade-de-dominicano-e-conquista-titulo-mundial-de-boxe/
  14. Valentina defende título peso-mosca do UFC contra Chookagian em fevereiro, diz site Shevchenko vai para a terceira defesa do cinturão peso-mosca do UFC – Leandro Bernardes Atual campeã indiscutível do peso-mosca (57 kg) feminino do UFC, Valentina Shevchenko já tem data e oponente para sua próxima defesa de cinturão. De acordo com a emissora americana ‘ESPN’, a quirguistanesa defenderá seu título pela terceira vez contra Katlyn Chookagian no dia 8 de fevereiro de 2020, em evento numerado, ainda sem local confirmado oficialmente. Considerada uma das melhores lutadoras do mundo, Shevchenko vem de quatro triunfos consecutivos desde que desceu para o peso-mosca. A quirguistanesa conquistou o cinturão até 57 kg do UFC ao derrotar Joanna Jedrzejczyk em dezembro de 2018. Desde então, a campeã defendeu seu título com sucesso em duas ocasiões, contra Jessica Eye e Liz Carmouche, respectivamente. Já Chookagian vem de duas vitórias consecutivas no octógono mais famoso do mundo, sobre Joanne Calderwood e Jennifer Maia, respectivamente. Desde que estreou no UFC, em julho de 2016, a americana acumula seis triunfos e duas derrotas, suas únicas na carreira. Atualmente, ela ocupa a primeira colocação no ranking peso-mosca da organização. Valentina Shevchenko compete no MMA profissional desde 2003. Em sua carreira, a lutador acumula 18 vitórias e três derrotas. A desafiante, Katlyn Chookagian, iniciou sua trajetória no esporte apenas em 2014 e, desde então, possui 13 triunfos e dois reveses em seu cartel. https://agfight.com.br/valentina-defende-titulo-peso-mosca-do-ufc-contra-chookagian-em-fevereiro-diz-site/
  15. Brasileiros do PFL são flagrados em exame antidoping; americano também é pego Três lutadores que competiram nos playoffs do PFL, em outubro deste ano, foram flagrados no exame antidoping e estão suspensos preventivamente pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC). De acordo com informações obtidas pelo site da emissora americana ‘ESPN’ com Jeff Mullen – assistente chefe da NSAC –, os brasileiros Glaico França e Luis Laurentino testaram positivo para o esteroide estanozolol, enquanto Ramsey Nijem foi pego com resquícios de maconha no organismo – cada um dos três atletas terá o direito de se explicar para a Comissão em audiências disciplinares no dia 18 de dezembro. O meio-médio Glaico França foi derrotado nas semifinais do playoff da categoria do PFL por David Michaud, no dia 11 de outubro, após ter passado pelo português Andre Fialho, no mesmo dia, pelas quartas-de-final. Já Luis Laurentino foi eliminado do mata-mata peso-pena da organização no dia 17 de outubro, ao ser nocauteado por Jeremy Kennedy. Ao site ‘MMA Fighting’, os dois lutadores brasileiros alegaram ingestão de suplementos contaminados para justificar os exames antidoping positivos. “Eu fui pego de surpresa porque eu sou um atleta 100% limpo. Então, você não espera falhar em um exame antidoping. Vou provar que esse metabolito do estanozolol que apareceu no meu teste de urina veio de um suplemento contaminado”, afirmou Glaico França em seu comunicado. Assim como Luis Laurentino, Ramsey Nijem foi eliminado nas quartas-de-final dos playoffs peso-pena do PFL no dia 17 de outubro, ao ser finalizado por Natan Schulte. Após sua derrota para David Michaud, Glaico França anunciou sua aposentadoria do MMA, mas, recentemente, o brasileiro deixou em aberto a possibilidade de seguir competindo. Os três atletas serão julgados e correm o risco de sofrer suspensões significativas, além de serem multados. https://agfight.com.br/brasileiros-do-pfl-sao-flagrados-em-exame-antidoping-americano-tambem-e-pego/
  16. Joanna Jedrzejczyk pede criação de cinturão ‘BMF’ feminino e cogita luta com Ronda Joanna pediu pela criação do novo cinturão entre as mulheres – Diego ribas No último dia 2 de novembro, Jorge Masvidal derrotou Nate Diaz e conquistou o cinturão ‘BMF’ (mais “durão” do mundo), no UFC Nova York. Com o sucesso deste evento e a repercussão que ele gerou, agora foi a vez de Joanna Jedrzejczyk pleitear um título feminino com esta mesma nomenclatura e já tem uma rival escolhida. Em entrevista ao ‘South China Morning Post’, a ex-campeã peso-palha (52 kg) afirmou que por suas características, merecia esse título ‘BMF’ feminino. Segundo a polonesa, somente Ronda Rousey poderia disputar com ela esse cinturão, pela história que ambas as lutadoras fizeram no Ultimate. “As pessoas costumavam me chamar de violenta, selvagem. O Jorge (Masvidal) acabou de ganhar o cinturão de o “mais durão” de todos. Eu quero ser a mulher ‘BMF'”, disse a polonesa, completando. “Essas (outras) garotas conseguem ganhar o cinturão, mas não há ninguém como eu e Ronda Rousey. Claro que a Amanda Nunes é a ‘GOAT’ (Melhor atleta de todos os tempos), mas Ronda Rousey teve seis defesas de cinturão, eu, cinco. Rose (Namajunas)? Teve uma defesa. Jéssica (Bate-Estaca) não conseguiu defender o título”, finalizou. Apesar de sonhar com esse novo cinturão em uma versão feminina, Joanna Jedrzejczyk deve antes disputar o título da categoria dos palhas. A polonesa é a favorita para encarar a campeã Zhang Weili. https://agfight.com.br/joanna-jedrzejczyk-pede-criacao-de-novo-cinturao-feminino-quero-ser-a-mulher-bmf/
  17. Khabib Nurmagomedov revela prazer ao bater em um adversário na carreira Khabib Nurmagomedov ainda não tem data para voltar a lutar – Diego Ribas Com uma carreira invicta até o momento após 28 combates, Khabib Nurmagomedov é um pesadelo para seus rivais no Ultimate. Entretanto, o campeão peso-leve não tem um sentimento ruim pelos seus adversários. Em sessão de perguntas e respostas em evento em Moscou (RUS), o lutador afirmou que não gosta de entrar nas suas apresentações para machucar seus oponentes, mas fez uma exceção com um deles. Em mais de sete anos de Ultimate, Khabib ainda não foi levado ao limite em um combate, sendo pouco ameaçado. Com uma soberania tão grande nas suas apresentações, o russo afirmou que se dá ao direito de até ‘pegar leve’ com seus rivais. Porém, deu a entender que contra Conor McGregor, teve prazer em batê-lo. “Já passei por lutas em que eu entendia que poderia machucar mais seus rivais, mas eu falava para eles desistirem, pois assim eu não bateria neles tão forte. Nosso esporte é brutal, mas meu objetivo nunca foi machucar meus adversários. Se eu tivesse noção que estava vencendo, não queria machucá-los tanto. Bem, com exceção de uma luta. Vamos dizer que em uma luta eu bati num cara com prazer”, afirmou o atleta, em tradução da ‘RT Sports’. Khabib Nurmagomedov e Conor McGregor se enfrentaram em outubro de 2018, com a vitória do russo por finalização no quarto round. Após este confronto, houve uma briga generalizada entre as equipes de ambos os lutadores. Os atletas, desde então, cultivam uma grande rivalidade se continuam se provocando. Após finalizar Dustin Poirier, em setembro deste ano, Khabib ainda não tem previsão de quando vai defender pela terceira vez o cinturão peso-leve do Ultimate. A expectativa é que o russo encare Tony Ferguson. https://agfight.com.br/khabib-nurmagomedov-revela-prazer-ao-bater-em-um-adversario-na-carreira/
  18. Sucesso nas redes sociais, ‘Hulk Iraniano’ assina com organização de boxe sem luvas Apostando cada vez mais em personagens famosos para alavancar sua popularidade, o Bare Knuckle FC anunciou mais uma contratação de peso, literalmente. A organização, que promove lutas de boxe sem luvas e conta com alguns veteranos com passagem pelo UFC, confirmou após a edição número nove do show – realizada no último sábado (16) – a chegada de Sajad Gharibi, conhecido como ‘Hulk Iraniano’, ao seu plantel de atletas. Com quase meio milhão de seguidores em sua conta oficial no ‘Instagram’, Gharibi é um fenômeno nas redes sociais. E, se já não bastasse o fator curiosidade em vê-lo com seu físico descomunal em uma luta de verdade, o Bare Knuckle FC sinalizou que sua estreia deve acontecer em um evento com o título ‘Estados Unidos vs Irã: Terceira Guerra Mundial’, programado para o início de 2020. Empolgado, David Feldman, presidente da organização, comentou sobre a contratação do ‘Hulk Iraniano’, que pesa mais de 180 quilos. “Esse cara vai fazer sua estreia no Bare Knucke Fighting Championship no começo de 2020. Nós vamos fazer um show chamado ‘EUA vs Irã: Terceira Guerra Mundial’. Ele é literalmente a maior contratação que nós já fizemos. Esta vai ser sua casa, e nós realmente esperamos grandes coisas do ‘Hulk Iraniano’”, declarou o dirigente, de acordo com o site ‘MMA Fighting’. Na nona edição do show, realizada no último sábado, os ex-lutadores do UFC Jason Knight e Artem Lobov se enfrentaram na luta principal do evento, com vitória por nocaute do primeiro. No Bare Knuckle 8, que ocorreu em outubro deste ano, dois veteranos do Ultimate – Gabriel ‘Napão’ Gonzaga e Antônio ‘Pezão’ – também mediram forças no main event do espetáculo de boxe sem luvas. O combate terminou com vitória de ‘Napão’, também por nocaute. https://agfight.com.br/sucesso-nas-redes-sociais-hulk-iraniano-assina-com-organizacao-de-boxe-sem-luvas/
  19. Campeã do UFC prevê vitória rápida sobre Joanna: “Um ou dois rounds” Joanna voltou a obter uma boa performance diante de Waterson, no UFC Tampa – Diego Ribas Weili Zhang chocou o mundo em agosto deste ano ao nocautear Jessica ‘Bate-Estaca’ em apenas 42 segundos e se sagrar campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate. E com a confiança em alta, a chinesa já projetou um possível desfecho para sua primeira defesa de cinturão, caso ela seja realizada contra Joanna Jedrzejczyk. ‘Magnum’, como é conhecida, afirmou que um duelo contra a polonesa ex-detentora do título da divisão não duraria os cinco rounds programados. Desde que venceu Michelle Waterson de forma categórica em outubro, Joanna tem alfinetado a campeã a fim de se credenciar novamente para um ‘title shot’. Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Zhang ironizou os nervos acalorados da polonesa e afirmou que essa postura pode vir a ser prejudicial para ela mesma dentro dos octógonos. E até por conta disso, a peso-palha chinesa previu um triunfo precoce diante da possível rival. “Para mim, ela parece muito irritada o tempo todo, e essas emoções podem lhe causar problemas. Ela está querendo me enfrentar agora, mas teve uma época em que ela não quis lutar comigo também. Estou pronta para qualquer momento para uma batalha. Apenas ligue para meu empresário Brian e para o chefe Dana, e podemos lutar semana que vem”, opinou Zhang, antes de dar seu palpite sobre o combate. “Estou sempre procurando terminar a luta o quanto antes para que minha oponente não tenha que sofrer longos períodos de dano. Vejo essa luta acabando em um ou dois rounds. Acho que a Joanna é muito habilidosa na trocação, tem um bom poder, mas confio no meu time e nos meus treinos que me deixam pronta para derrotar ela em qualquer lugar. Ela está muito raivosa e emotiva, vou acalmá-la”, completou a campeão peso-palha do Ultimate. Apesar de ainda não estar credenciada oficialmente como próxima desafiante ao cinturão, tudo indica que Joanna realmente seja a próxima adversária de Weili na companhia. E prova disso é que Dana White, presidente do UFC, se mostrou animado com a troca de farpas virtual entre as duas atletas e declarou que seria um combate “muito legal” https://agfight.com.br/campea-do-ufc-preve-vitoria-rapida-sobre-joanna-um-ou-dois-rounds/
  20. Astro do telecatch mexicano treina com campeão do Bellator para duelo com Tito Ortiz Alberto Rodriguez enfrenta Tito Ortiz no Combate Americas – Divulgação/Combate Americas Aos 42 anos e afastado do MMA desde 2010, Alberto Rodriguez aceitou o desafio de encarar o ex-campeão meio-pesado (93 kg) do UFC Tito Ortiz em seu retorno ao esporte, pelo Combate Americas. E para se preparar para o duelo – que está agendado para o dia 7 de dezembro, na cidade de Hidalgo, no Texas (EUA) –, o ex-astro da WWE (liga de pro wrestling americana) tem contado com a ajuda de Ryan Bader, atual detentor dos cinturões meio-pesado e peso-pesado do Bellator. Ao site ‘TMZ Sports’, Rodriguez revelou que se mudou para o Arizona (EUA) com a intenção de treinar com o campeão do Bellator e ex-lutador do UFC, Ryan Bader. Ciente de que o MMA passou por diversas mudanças desde os dias nos quais competia, além de ser um esporte de combate real, ao contrário das lutas simuladas do pro wrestling, onde fez grande parte de sua carreira nos últimos anos, o mexicano sentiu a necessidade de se preparar com atletas de alto rendimento. Nem que, para isso, precise se afastar de seus filhos durante o período de treinamentos para o duelo com Tito Ortiz. “Eu saí da minha zona de conforto. Deixei San Antonio, me mudei para Phoenix (no estado de Arizona) para treinar com os melhores do planeta. Lutadores incríveis como Ryan Bader, CB Dollaway, Javier Torres. Eles estão me ajudando, eu vou ser sempre grato porque eles estão me dando seu tempo, seu conhecimento. Ao invés de estar em casa aproveitando suas famílias, como eles deveriam, eles estão me dando esse tempo precioso. Estou no Arizona, eu não vejo meus filhos há 12 semanas, estou completamente focado (na luta)”, declarou Alberto Rodriguez. De carreira mediana no MMA, Rodriguez acumulou nove vitórias e cinco derrotas em seu cartel no esporte. Já como atleta de telecatch, o mexicano colecionou glórias e títulos. Sob a alcunha de Alberto Del Rio, o lutador foi campeão peso-pesado da WWE, se consolidando como um dos principais astros da organização de pro wrestling. https://agfight.com.br/astro-do-telecatch-mexicano-treina-com-campeao-do-bellator-para-duelo-com-tito-ortiz/
  21. De contrato renovado, Augusto Sakai visa oponente bem ranqueado para crescer no UFC Augusto Sakai possui 14 triunfos, uma derrota e um empate em seu cartel – Natassia del Fischer Entusiasmado após renovar seu contrato com o UFC, Augusto Sakai agora mira um adversário ranqueado para continuar crescendo dentro da organização. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o peso-pesado afirmou que pretende retornar o mais rápido possível ao octógono mais famoso do mundo, a fim de dar sequência na boa fase vivida. Apesar disso, o curitibano manteve sua postura de não desafiar nominalmente algum rival, mas admitiu sua preferência por alguém que esteja à sua frente no top 15 da divisão. Sakai – que conquistou seu primeiro contrato com o UFC em agosto de 2018, ao derrotar Marcos Conrado Jr, na edição brasileira do programa ‘Contender Series’ – possui três vitórias desde que estreou oficialmente na maior organização de MMA do planeta. Em sua última apresentação, o curitibano nocauteou, com menos de um minuto de luta, o polonês Marcin Tybura, em setembro deste ano. Sem combate agendado desde então, a jovem promessa brasileira, de apenas 28 anos, mira um próximo oponente bem ranqueado, que possa lhe render uma evolução no ranking da categoria, no qual já ocupa a décima segunda posição. “Por incrível que pareça, eu ainda não tenho luta marcada. Estamos esperando. Eu pedi qualquer adversário, mas o UFC disse que tem que ser alguma luta que faça sentido para o evento, para o ranking em si, já que eu faço parte dele. Espero ter uma luta marcada em breve para dar continuidade nessa sequência de vitórias”, revelou Augusto, antes de completar. “As pessoas me criticam muito, mas eu nunca falo em nomes, nunca peço ninguém. Todos dizem que eu tenho que falar nomes. Eu me sinto tranquilo, estou bem no ranking e se me derem qualquer um do top 15 eu vou ficar muito feliz. Não tenho nenhum nome específico, mas gostaria de lutar com qualquer um do ranking. Se for alguém que esteja na minha frente seria melhor ainda para eu poder tomar a posição dele no ranking”, concluiu o peso-pesado. Bastante jovem para a categoria dos pesos-pesados, que costuma ter atletas mais veteranos no topo, Augusto Sakai, de contrato renovado, tem tempo para subir passo a passo em busca de uma chance pelo cinturão. Atualmente o campeão da divisão é o americano Stipe Miocic, de 37 anos, que deve defender seu título contra Daniel Cormier, de 40 anos. https://agfight.com.br/de-contrato-renovado-augusto-sakai-visa-oponente-bem-ranqueado-para-crescer-no-ufc/
  22. "........ Ela está muito raivosa e emotiva, vou acalmá-la” Essa foi ótima....kkkkkkkkkk
  23. Para vcs que gostam de boxe @Eder Jofre55 @Daniel Mendoza .Do mais, concordo, falta apoio sim da TV, a última vez que teve foi com Popó, mas, no Brasil, só futebol mesmo e vôlei, esse só nas finais.