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  1. Johnny Walker revela ‘calote’ de ex-técnico como um dos motivos para rompimento Johnny Walker possui três vitórias e uma derrota no Ultimate – Jason Silva/PXImages Após um início de 2019 avassalador, com duas vitórias por nocaute, Johnny Walker conheceu seu primeiro revés no Ultimate, em novembro. Uma das explicações para o atleta não repetir as primeiras atuações e ter esse resultado negativo teria sido o acúmulo de problemas pessoais às vésperas do duelo contra Corey Anderson, no UFC 244. E a relação com agora seu ex-treinador, Leonardo Gosling, fez parte desse cenário. Segundo o atleta, a convivência entre eles estava desgastada há tempos e culminou com um episódio no fim do ano. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, Johnny afirmou que seu ex-treinador acabou lhe dando um calote. Tudo começou com a ideia de ‘Leo’ em fechar uma parceria com uma academia na Tailândia. Porém, depois de meses, o lutador descobriu que não havia nada fechado no país asiático e que ele teria sido enganado. “Depois da minha cirurgia (no ombro), eu estava em Los Angeles e meu treinador queria fazer uma parceria com uma academia na Tailândia. A gente se mudaria para lá, colocaria meu nome e ele daria umas aulas também. Mandei 30 mil dólares (cerca de R$ 123 mil), confiando, né?! Mas acabou que ele não deu aula nenhuma, eu não tinha nada de direito lá e eu perdi 30 mil dólares. Estava com muitos problemas com ele. Agora estou liberto”, afirmou. Atualmente sem head coach, Johnny iniciou a procura para quem vai assumir esse posto. Para o UFC Brasília, que acontece dia 14 de março, o brasileiro vai treinar com Firas Zahabi, líder da Tristar Gym e ex-técnico de Georges St-Pierre, em Montreal (CAN). No entanto, ele não descartou voltar a fechar uma parceria com John Kavanagh, da SBG Ireland e atual treinador de Conor McGregor, com quem trabalhou recentemente. “Uns amigos assistiram o podcast do Joe Rogan e ele perguntou quem o Firas gostaria de treinar, que tinha um potencial para ser campeão, já que ele já tinha treinado o St-Pierre. Ele disse que sou um grande nome, que gostaria de trabalhar comigo. Que eu ia aprender com ele e ele comigo. Depois que soube disso entrei em contato com ele. Estou sem head coach e procuro um para ficar comigo”, explicou o brasileiro, emendando o raciocínio. Johnny Walker tem compromisso marcado para o UFC Brasília, em março – PXImages “Eu também tive essa experiência na Irlanda, com o John Kavanagh. Então vou escolher um dos dois, ver qual que eu gosto mais. Ou ele ou o Firas. Quero parar em algum lugar, criar raízes”, completou o brasileiro, que também adiantou que já está se programando para se mudar de vez para Las Vegas (EUA). Atualmente entre os 15 primeiros do ranking dos meio-pesados, Johnny admitiu que poderia estar mais perto do topo da divisão, caso não tivesse perdido para Anderson. Entretanto, o atleta afirmou que já deixou esse revés para trás e tem plena confiança que pode recuperar seu espaço neste ano para se aproximar de uma chance por título. “Não gosto de ficar escolhendo lutas como muitos fazem. Quem vier, eu encaro. No ano passado eu passei sete meses sem lutar por conta da cirurgia no ombro. Esse ano quero lutar mais, umas quatro ou cinco vezes para chegar mais próximo do top, continuar fazendo barulho e pegar esse cinturão ainda em 2020 ou, no máximo, no início de 2021. Ganhando essa e mais uma eu já vou começar a pedir meu title shot”, explicou. Desde que estreou no UFC, em 2018, Johnny chamou a atenção por ter um estilo agressivo de lutar aliado a um alto astral e um carisma singular. Para o carioca, falta mais essa característica aos seus compatriotas. “Tem gente que leva muito a sério, acha que tem que ser arrogante, meter uma de brabo. Mas é só uma profissão. Eu levo como estilo de vida, normal, como qualquer trabalho. O Brasil necessita de gente assim. Tem o Michel (Pereira) que é assim também, sempre com alto astral. Mas precisamos de gente que mostre respeito, mas com uma energia bacana para mudar o que muitos pensam da gente”, completou o atleta de 27 anos. https://agfight.com.br/johnny-walker-revela-calote-de-ex-tecnico-como-um-dos-motivos-para-rompimento/
  2. Volkanovski muda de ideia e não vê Holloway como merecedor de revanche imediata Alexander Volkanovski derrotou Max Holloway no UFC 245 – Rigel Salazar/PXImages Logo após derrotar Max Holloway e conquistar o cinturão peso-pena (66 kg) do UFC, Alexander Volkanovski – seguindo a mesma linha de raciocínio adotada por Dana White, presidente do Ultimate – indicou que poderia dar a revanche imediata ao rival. Porém, aparentemente, o australiano mudou de ideia e não parece mais tão convencido de que o ex-campeão mereça a chance de lutar pelo título em sua próxima luta. Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Volkanovski explicou que, ao rever o confronto contra Holloway, pôde dimensionar a superioridade que demonstrou durante toda a peleja contra o então campeão. Apesar disso, o australiano reconheceu o histórico do havaiano como soberano da categoria durante anos e não descartou a possibilidade de defender pela primeira vez seu título contra ele. “Logo depois (da luta), Dana White estava mencionando uma revanche (imediata) e até mesmo eu falei sobre isso, mas assistindo o vídeo, a luta não foi tão parelha como eu pensei inicialmente. Assistindo de novo e tentando ser imparcial, eu definitivamente estava tentando ver tudo que ele fez. Eu estava com dificuldade em dar um round para ele (na pontuação). Obviamente tiveram rounds mais equilibrados do que outros, mas se você estiver dando um desses rounds para ele, é somente porque ele era o campeão e você queria que ele vencesse. Não é como se eu estivesse acabando com ele em todos os rounds, mas eu definitivamente estava na frente”, comentou Volkanovski, antes de completar. “Se fosse mais próximo, uma decisão dividida, até meus treinadores diriam que ele mereceria uma revanche. Mas eles viram o vídeo e disseram: ‘Você não pode simplesmente dar uma revanche para ele depois disso”. Eu sou o tipo de pessoa que vou lutar contra qualquer um. Acredito que eu venceria de qualquer jeito (na revanche). Não apenas isso, eu reconheço que existe dinheiro nessa revanche, e eu provavelmente poderia refazer meu contrato, vamos ver. De novo, vamos ver, temos tempo”, declarou o campeão peso-pena do UFC, que se recupera de uma cirurgia na mão direita, realizada após o combate contra Holloway. Volkanovski citou até mesmo uma possível mudança de Holloway para o peso-leve – já mencionada como possibilidade pelo havaiano no passado – como fator de impedimento para uma revanche entre eles. Além disso, o pouco interesse demonstrado pelo ex-campeão, que, de fato, não tem se pronunciado de forma mais enfática ultimamente em busca de uma chance de recuperar o cinturão, seria outro fator que afastaria um segundo encontro dos dois. “Max não está falando sobre a revanche ou algo do tipo. Não sei se ele quer lutar no peso-leve. Ele tem falado sobre isso por um longo tempo. Sem ser rude, eu falei que pegaria o cinturão e faria a decisão ficar mais fácil para ele subir de categoria. Talvez seja isso que ele esteja fazendo, eu não sei”, concluiu. Em recuperação após a cirurgia, Alexander Volkanovski projeta seu retorno para junho ou julho deste ano. Com 21 vitórias e apenas uma derrota no cartel, o campeão não sabe o que é perder desde maio 2013, quando foi nocauteado por Corey Nelson, no ‘Australian Fighting Championship’. https://agfight.com.br/volkanovski-muda-de-ideia-e-nao-ve-holloway-como-merecedor-de-revanche-imediata/
  3. Revanche quente! Deontay Wilder e Tyson Fury trocam farpas em coletiva de imprensa Wilder (à esquerda) defende seu título do Conselho Mundial de Boxe – Mike Williams/Top Rank No dia 22 de fevereiro, dois dos principais pugilistas da atualidade entram em rota de colisão em uma revanche que promete tirar o fôlego dos fãs de boxe. E os torcedores mais fanáticos puderam ter uma prévia do que está por vir nessa segunda-feira (13), durante a coletiva de imprensa oficial do evento, realizada em Los Angeles (EUA). Como já era de se esperar, Deontay Wilder e Tyson Fury trocaram provocações durante a cerimônia e aumentaram ainda mais as expectativas para o confronto que coloca em jogo o título mundial peso-pesado do Conselho Mundial de Boxe (WBC) – hoje em posse de ‘The Bronze Bomber’. No primeiro confronto entre os dois, em dezembro de 2018, o duelo terminou empatado. Como era o detentor do cinturão na época, Wilder manteve o título mundial com o resultado. Mais de um ano depois, o americano segue hegemônico na divisão dos pesos-pesados, assim como Fury, que também nunca saiu derrotado de um ringue de boxe na carreira. Com carteis invejáveis, ambos esbanjaram confiança na iminente revanche. “É ótimo estar de volta para outro grande evento. Essa é a maior luta por título desta era, com certeza. Estou no clima, me preparando. Mal posso esperar pelo dia 22 de fevereiro. Todos sabem que em revanches eu chego afiado, porque já lidei com aquilo antes e sei do que meu oponente é capaz de fazer e o que ele planeja fazer. Estou mais do que preparado para essa luta. Derrubei ele na primeira vez que lutamos. Disse a ele há dois anos que iria batizá-lo. Se reerguer faz parte do batismo, mas isso é uma história diferente. São negócios inacabados. Como ele está na WWE, vou fazer questão que ele seja nocauteado para fora do ringue. Quem sabe até mesmo eu lance uma cotovelada voadora de cima das cordas. Eu sou o leão, o rei da selva. E vou para arrancar a cabeça dele do corpo”, provocou Deontay, antes de receber a resposta de ‘Gypsy King’. “Nós finalmente fechamos essa revanche e eu não consigo lembrar uma luta de pesos-pesados maior que essa recentemente. Talvez Lennox Lewis vs Mike Tyson foi a última tão grande quanto essa. E foi outro duelo de EUA vs Reino Unido. O consenso é que ou ele me nocauteia, ou eu ganho por pontos. Normalmente quando as pessoas têm essa opinião, o contrário acontece. Esperem ele boxeando e eu procurando sempre o nocaute. Ele acha que eu vou vir com meu famoso estilo, mas quero mesmo é que ele me encare no centro do ringue para fazermos uma festa, o melhor homem ganha. Te encontro no centro do ringue no dia 22 de fevereiro. Mas tome cuidado com a mão direita, porque você vai dormir em dois rounds”, retrucou Fury, através de comunicado enviado à imprensa. Ao longo de suas trajetórias como profissionais de boxe, Deontay e Fury acumulam, respectivamente, 42 e 29 vitórias em seus carteis. Além, claro, do empate na primeira disputa realizada entre os dois. A revanche dos pesos-pesados será realizada em Las Vegas (EUA). https://agfight.com.br/revanche-quente-deontay-wilder-e-tyson-fury-trocam-farpas-em-coletiva-de-imprensa/
  4. Overeem valoriza rivalidade com Werdum e elogia: “Ele evoluiu ao longo da carreira” Alistair Overeem soma duas vitórias nas suas últimas três lutas no UFC – Rigel Salazar Alistair Overeem e Fabricio Werdum iniciaram uma rivalidade no MMA em 2006. E após 14 anos, o holandês fez questão de valorizar os confrontos diante do brasileiro e apontá-lo como um dos principais adversários de sua carreira. Em entrevista à ‘Grange TV’, o peso-pesado do UFC elogiou a evolução do rival durante todo esse tempo na modalidade, mas ressaltou que sempre soube como vencer o ex-campeão dos pesados do Ultimate. O primeiro capítulo dessa rivalidade aconteceu no extinto Pride, quando o gaúcho venceu com uma kimura no segundo round. Já o segundo combate entre eles ocorreu nas quartas-de-final do GP dos pesados do Strikeforce, em 2011, com vitória do europeu por decisão unânime. Por fim, o terceiro e decisivo encontro foi no UFC, em 2017, com o ‘Demolition Man’ levando a melhor novamente, dessa vez por decisão majoritária. “Werdum e eu tivemos uma rivalidade que foi interessante. Fizemos três lutas ao longo de muitos anos. Ele também é um lutador que evoluiu bastante ao longo da carreira. Lembro que no começo, ele era apenas um grappler, um cara de jiu-jitsu. Mas depois, na segunda luta, de repente ele também atacou. Eu o superei, mas ele me atacou, o que também foi interessante. Ele cresceu muito como lutador, mas eu meio que sabia como lidar com ele. Se você está observando alguém há 11 anos, 12 anos… Você meio que sabe o que esperar”, analisou. Em sua última apresentação, Overeem foi superado por Jairzinho Rozenstruik, em dezembro de 2019. Antes disso, o holandês vivia um bom momento no Ultimate, com duas vitórias seguidas, sobre Sergei Pavlovich e Alexey Oleynik. Atualmente o holandês é o oitavo colocado no ranking. Já Fabricio Werdum cumpre suspensão depois de ter sido flagrado em um exame antidoping. O brasileiro não luta desde março de 2018. https://agfight.com.br/overeem-valoriza-rivalidade-com-werdum-e-elogia-ele-evoluiu-ao-longo-da-carreira/
  5. Rani Yahya comemora presença no UFC Brasília e minimiza inconvenientes de se lutar em casa Rani Yahya vem de sete triunfos em suas últimas dez lutas no UFC – Jon Roberts/ Ag Fight No dia 14 de março, Rani Yahya volta a competir em sua cidade natal após mais de três anos. O peso-galo (61 kg) encara o peruano Enrique Barzola, no UFC Brasília, visando reverter o resultado de sua última luta, na qual saiu derrotado por Ricky Simon. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o faixa-preta – nascido e criado na capital federal – celebrou o fato de lutar novamente ‘em casa’, e minimizou os pontos negativos que a pressão de se apresentar diante de amigos e familiares traz. Como tudo na vida, lutar em sua cidade natal traz prós e contras para um atleta. Ao mesmo tempo em que a torcida a favor pode ajudar durante o combate, os inúmeros pedidos de membros da família e amigos próximos por ingressos, por exemplo, podem desconcentrar um lutador na semana pré-evento. À Ag. Fight, Rani afirmou que aprendeu a lidar com essas situações ao longo de sua carreira, e contou até mesmo com a ajuda de um livro para focar mais em si mesmo e menos em agradar a todos. “É uma luta muito importante para mim, é um retorno, uma luta em casa, que acrescenta muita coisa. A expectativa é a melhor possível, a última vez (em Brasília) foi em 2016, e sempre foi muito bom lutar em casa. O fato de eu ter sido nascido e criado em Brasília, ter vivido minha vida toda ali, acho que favorece muito. Eu até vejo outros lutadores falando que em casa você tem agilizar questão de ingresso (para amigos e familiares), e realmente isso é uma coisa que acontece, mas lutar no quintal de casa para mim é bom demais. Eu lido de uma forma tranquila, é uma coisa que faz parte do jogo. Temos que saber lidar com coisas externas, que podem tirar um pouco seu foco da luta. A gente vai atingindo uma certa idade, até mesmo o próprio desenvolvimento pessoal, que a gente procura não ter que agradar a todos”, declarou Rani, antes de se aprofundar no assunto. “Faço acompanhamento psicológico, dentro dessa área esportiva, e já tenho experiência de lidar com isso, muitas lutas. Ano passado eu li um livro que me ajudou muito nessa parte, chamado ‘A incrível arte de tocar o f***-se’. É muito interessante, quando conseguimos focar em nós mesmos, a gente acaba influenciando mais pessoas do que quando tentamos agradar todo mundo”, contou o lutador. Atualmente fora do ranking top 15 do peso-galo, mesmo com apenas duas derrotas em seus últimos dez confrontos, Rani tem consciência da importância crescente no papel do lutador fora de competição. Porém, o ‘trash talking’ e a bravata normalmente não fazem parte de sua personalidade. Comedido em sua postura e nas declarações, o brasileiro sente dificuldade neste aspecto do negócio, apesar de admitir que tem tentado modificar aos poucos suas atitudes, especialmente ao pegar o microfone do UFC no pós-luta. Ainda assim, segundo ele, o processo tem sido lento e natural, até mesmo para que não soe como algo forçado. “Pensei (em mudar a postura). Na verdade, eu comecei a forçar um pouco a barra no ano passado, mas eu acabei ficando na minha porque eu acho que é melhor a gente fazer as coisas que queremos fazer. Mas no ponto que eu estou na minha carreira, e como a empresa (UFC) está funcionando, para você se manter e crescer, você tem que estar o tempo todo botando as cartas na mesa. Por exemplo, quando você tem a oportunidade de pegar o microfone em cima do octógono, na verdade ali é uma oportunidade boa de você crescer, desafiar alguém. O esporte cresceu de uma maneira que a gente tem que entender como podemos entreter as pessoas, que são quem mantém a gente lá. Então, eu estou deixando isso acontecer de uma forma natural. Eu entendo como funciona o esporte, mas sem forçar muito a barra, de ter que falar de alguém, criticar. Existe um respeito entre todos os lutadores, mas ao mesmo tempo existe algo pessoal entre todos eles porque todo mundo quer a mesma coisa”, contou Yahya. Como um lutador que não vê a autopromoção como algo natural, Rani não concorda com a provável próxima disputa de título de sua divisão. Ao que tudo indica, José Aldo – ex-campeão peso-pena (66 kg) do Ultimate – será o próximo desafiante ao cinturão dos galos, atualmente em poder do falastrão Henry Cejudo. Ambos vêm trocando provocações nas redes sociais, e através da imprensa, no sentido de promover o possível duelo. Ainda que demonstre respeito pelo passado do manauara, Yahya demonstrou incômodo com o fato do ‘Campeão do Povo’ estar próximo de um ‘title shot’, mesmo tendo estreado com derrota na nova categoria. “Acharia justo (Aldo receber o title shot) se ele tivesse vencido a luta com o Marlon. Se tivessem levantado a mão dele naquele dia, aí seria justo. Inclusive a luta foi muito parelha, eu achei que o Marlon venceu a luta, mas foi equilibrada. Poderiam ter dado pro Aldo e do mesmo jeito que argumentaram do lado do Aldo, iriam argumentar para o lado do Marlon. Agora, eu acho que tem gente que está na fila que merece mais que o Aldo. Não é que eu não queira ver o Aldo lutando pelo título, eu gosto dele, da história dele, é um brasileiro, querer vê-lo lutando pelo cinturão, eu quero. Inclusive eu acho que ele teria boas chances contra o Cejudo na luta em pé, mas em questão de merecimento tem outras pessoas que merecem mais. O Sterling, que ficou um pouco apagado porque operou e ficou afastado, o Petr Yan está sendo o nome mais falado agora porque nocauteou, e ele realmente é muito bom. E até mesmo o Dominick Cruz, pelo que ele fez, pelo tempo em que foi campeão, ficou afastado, acho que ele também mereceria e faria uma boa luta com o Cejudo”, concluiu o brasiliense. No MMA profissional desde 2002, Rani Yahya acumula 26 vitórias, dez derrotas e um no contest (luta sem resultado). O peso-galo, que compete pelo UFC desde 2011, participou do card nos dois eventos realizados pela organização em Brasília, e fará sua terceira luta na sua cidade natal na carreira. https://agfight.com.br/rani-yahya-comemora-presenca-no-ufc-brasilia-e-minimiza-inconvenientes-de-se-lutar-em-casa/
  6. Adriano Moraes relembra ‘tietada’ a Demetrious Johnson, futuro rival no ONE No dia 11 de abril, em evento programado para ser realizado na China, Adriano Moraes vai defender o cinturão peso-mosca (57 kg) do ONE Championship contra o ex-campeão do UFC, Demetrious Johnson. Consciente do nome que seu adversário tem, o brasileiro revelou uma velha admiração por ele e admitiu que essa luta pode ser um divisor de águas em sua carreira. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, ‘Mikinho’ valorizou a história do seu adversário, principalmente por ele ser o recordista de defesas de cinturão dos moscas seguidas da história do Ultimate, com 11 no currículo. Entretanto, o brasileiro aposta que o melhor momento do americano ficou no passado. “Toda pessoa tem um auge, o dele já passou quando perdeu para o (Henry) Cejudo. Ali foi meio que acabou aquela magia, mas ele tem um legado que não tem discussão. Ele é o melhor peso-por-peso, melhor que Anderson Silva, que Jon Jones. Não tem discussão. Mas eu sou a nova geração. Estou no meu auge em tudo”, explicou. De 2012 a 2018, Demetrious Johnson reinou na categoria dos moscas do UFC com muitos fãs espalhados pelo mundo. Adriano Moraes era um deles e inclusive revelou ter uma foto com o americano. Mas o tempo de admiração pelo lutador ficou no passado e reiterou que não vai sentir a pressão de encarar uma inspiração em sua carreira. “Ele é um cara muito inteligente lutando. Não tem o que dizer. É um cara correto, homem de família, é admirado por muitos. Até eu tenho foto com ele, de fã, quando encontrei em Kansas antes da luta dele com o Wilson Reis. Ele tem um gás infinito. Vai ser uma luta muito boa. Vou chegar bem preparado. Eu não vou respeitar quando começar a luta. Assim que o juiz falar que está valendo, vai ser 50 a 50 para cada lado”, disse, emendando. “Tem aquele ditado ‘treine muito até uma pessoa admirada vire seu oponente’. Eu cheguei nessa fase. Fico orgulhoso de segurar esse título todos esses anos e poder realizar essa luta. Nesse dia da foto, fui falar com ele, ele e sua equipe já me conheciam, gostavam de assistir minha luta. Ele perguntou minha idade, eu na época tinha 27 anos e ele disse que e tinha tempo. Mas eu já era campeão do ONE. Só que hoje em dia eu entendi o que ele quis dizer aquele dia. Nem precisei sair do ONE. Ele veio até a mim. Agora é fazer meu dever de casa para ter mais essa vitória”, contou. Apesar do nome mundial de Demetrious Johnson, Adriano Moraes confia que vai ter a torcida ao seu lado. O brasileiro tem uma justificativa simples, mas com embaçamento. Seus anos de ONE vão fazer a diferença e espera, caso consiga o triunfo diante do americano, já atingir um grande um outro patamar no MMA. “Agora é no meu território asiático, onde eu recebo uma força maior. Não tenho explicações, só sinto isso. Já tenho sete anos de ONE, vai ser minha quarta vez na China. Acredito que pela experiência que tenho na Ásia, a torcida vai ficar do meu lado. Já recebi muitas mensagens dos fãs asiáticos e vou ter uma torcida muito boa. Ele sendo famoso não vai interferir. É uma luta com o peso maior, por ele ser famoso e eu podendo entrar nesse meio. Vai ser ótimo para mim. Uma vitória sobre ele vai me colocar com maior visibilidade, sem dúvida.”, explicou. No MMA desde 2011, Adriano Moraes tem um cartel de 18 vitórias e apenas três derrotas. O brasileiro não pisa no cage desde janeiro de 2019, quando derrotou Geje Eustaquio. https://agfight.com.br/adriano-moraes-relembra-tietada-a-demetrious-johnson-futuro-rival-no-one/
  7. Cerrone questiona especulações sobre salários do UFC 246: “Alguém é um mentiroso” Conor McGregor projeta receber 80 milhões de dólares no UFC 246 – Diego Ribas Enfrentar Conor McGregor normalmente significa, além de se testar contra um dos principais nomes do plantel do UFC, um retorno financeiro maior do que o lutador está acostumado. Um fenômeno na venda de pay-per-view, o irlandês é o lutador mais bem pago pela organização em suas lutas, e arrasta consigo seu oponente, que vê um aumento em seu salário quando escalado para duelar com ele. No entanto, segundo Donald Cerrone – que encara o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate no próximo sábado (18), em Las Vegas (EUA) -, os números especulados pela imprensa não condizem com a realidade. Em conversa com a imprensa em evento pré-UFC 246, ‘Cowboy’, como é conhecido, brincou com as altas cifras presentes nos rumores sobre sua remuneração para a luta contra McGregor. Algumas especulações levantadas justamente por seu próprio rival, que projetou seus rendimentos para esta peleja em torno dos 80 milhões de dólares (cerca de R$ 332 milhões). “Em algum lugar nesse negócio, alguém é um mentiroso, porque o dinheiro que vocês me mostram que eu estou ganhando (por essa luta) não corresponde ao dinheiro que eu vou receber. Preciso encontrar essa pessoa e dizer: ‘De onde você tirou esses números? Eu os quero”, declarou Cerrone, antes de comentar sobre a quantia especulada como salário de Conor. “Hey, bom para você. Se você quiser dar um pouco disso para o ‘Cowboy’, uma porcentagem ia ser bem legal. Como eu disse, se esse é o número real? P***, muito bom cara! Isso significa que eu fiz algo direito, que ele fez algo certo, e que estamos vendendo uma ótima luta. Muito bem, cara. Bom para você. Jogue um pouco dessa grana para o Cowboy”, brincou o americano, de acordo com o site ‘MMA Junkie’. Donald Cerrone e Conor McGregor se enfrentam na luta principal do UFC 246 neste sábado, em Las Vegas (EUA). ‘Cowboy’ vem de duas derrotas seguidas no Ultimate, para Tony Ferguson e Justin Gaethje, respectivamente. Já o irlandês não sobe ao octógono desde outubro de 2018, quando foi finalizado por Khabib Nurmagomedov, em disputa pelo cinturão dos leves. https://agfight.com.br/cerrone-questiona-especulacoes-sobre-salarios-do-ufc-246-alguem-e-um-mentiroso/
  8. Eu vi sim Henry. Só postei essa matéria, por frisar a frase do Cerrone, sobre mentiroso. Abração
  9. Tyson Fury revela prática ‘inusitada’ em preparação para encarar Deontay Wilder; entenda Tyson Fury encara Deontay Wilder no dia 22 de fevereiro – Mike Williams/Top Rank Tyson Fury é realmente um indivíduo diferente da maioria das pessoas, por assim dizer. Enquanto diversos atletas já declararam que se mantém distantes de qualquer atividade sexual antes de um importante evento esportivo, o pugilista inglês revelou sem delongas que tem se masturbado sete vezes por dia como uma das formas que adotou para se preparar para o duelo contra Deontay Wilder, que será realizado no dia 22 de fevereiro, em Las Vegas (EUA). Em conversa com a imprensa durante o evento promocional da luta realizado na última segunda-feira (13), Fury justificou que a prática está ajudando a manter suas taxas de testosterona elevadas para a luta do próximo mês. A revanche contra Wilder – a quem o inglês enfrentou em dezembro de 2018, em duelo que terminou empatado – terá em jogo o título mundial peso-pesado do Conselho Mundial de Boxe (WBC), atualmente em poder do americano. “Estou me masturbando sete vezes por dia para manter minha testosterona pulsando. (…) Tenho que me manter ativo e a testosterona fluindo para a luta. Não quero que os níveis caiam”, revelou Tyson Fury durante conversa com um jornalista do ‘LA Times’. Tanto Tyson Fury quanto Deontay Wilder estão invictos em suas carreiras no boxe profissional. O pugilista inglês acumula 29 vitórias, enquanto o americano possui 42 triunfos, além do empate entre eles fechando o cartel de ambos. https://agfight.com.br/tyson-fury-revela-pratica-inusitada-em-preparacao-para-encarar-deontay-wilder-entenda/
  10. @Eder Jofre55 @Farmaceutico @kachorro_loko @Daniel Mendoza @NEGO DÁGUA
  11. @Eder Jofre55 @Farmaceutico @kachorro_loko @NEGO DÁGUA @Daniel Mendoza
  12. Que merda...errou o salto, é o que parece e deu com a cabeça, pode ter quebrado o pescoço ali.
  13. Sakai espera voltar a lutar até março e visa um adversário do top 10 do peso-pesado Contratado pelo UFC em 2018, após passar pelo ‘Contender Series’, Augusto Sakai ainda não sabe o que é derrota após três lutas no octógono mais famoso do mundo. Mas em 2019 o peso-pesado ratificou que chegou para ser um dos melhores e já entrou no ranking da categoria, logo após bater Andrei Arlovski, em abril. Mas agora considerado um dos grandes nomes, o brasileiro também já mira um teste a altura em seu próximo compromisso, ainda sem data marcada. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o paranaense já recebeu um indicativo do Ultimate de quando deve voltar a lutar. No entanto, o lutador ainda não sabe quem terá pela frente, mas pela sua vontade, chegou o momento de enfrentar um top 10 da divisão. “Falaram que até março pode surgir uma data e estamos nessa esperança. Enfrentar um top 10 já nessa próxima luta é algo que quero. Não é nem pelo teste, porque confio no meu potencial e sei o que preciso fazer. Mas lutando com um top 10 dá uma outra visibilidade e saindo com a vitória me joga lá para cima”, disse o lutador, destacando o 2019 que teve e com a promessa de um 2020 ainda superior. “Foi o melhor ano da minha carreira, não apagando minha história e o que fiz até hoje. Mas por estar no UFC, vencendo as lutas e entrando no ranking, foi o melhor. Agora para 2020 podem esperar uma evolução ainda maior. Que seja um ano excelente. Estou trabalhando para isso para fazer ainda melhor. Sei o quanto tenho a evoluir e crescer e vou continuar trabalhando para vir melhor”, completou. Logo após vencer Marcin Tybura, em setembro, Augusto Sakai recebeu elogios de ninguém mais, ninguém menos que Fabricio Werdum, ex-campeão dos pesados do UFC. O atleta não deixou de agradecer a confiança do ‘Vai Cavalo’ e prometeu seguir crescendo na franquia. “Fico muito feliz (com os elogios de Werdum). Isso é fruto de um trabalho de muitos anos e agora só vem tomando mais notoriedade. Mas sempre com pés no chão, continuar trabalhando e crescendo”, finalizou o peso-pesado. Com 28 anos, Augusto Sakai possui 14 vitórias, uma derrota e um empate em seu cartel. Apesar de jovem, o peso-pesado conta com a experiência adquirida na longa passagem pelo Bellator, antes de assinar com o UFC. O lutador está sem se apresentar no octógono mais famoso do mundo desde setembro deste ano, quando nocauteou Marcin Tybura. https://agfight.com.br/sakai-espera-voltar-a-lutar-ate-marco-e-visa-um-adversario-do-top-10-do-peso-pesado/
  14. Ultimate destaca Blachowicz e Anderson em pôster do UFC Rio Rancho Corey Anderson encara Jan Blachowicz no UFC Rio Rancho – Jason Silva/PXImages O UFC Fight Night 167 – que será realizado na cidade de Rio Rancho, no Novo México (EUA), no dia 15 de fevereiro – já tem pôster oficial. Como era de se esperar, os principais destaques da imagem, divulgada pela organização em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), são os protagonistas da luta principal do evento: Jan Blachowicz e Corey Anderson. Os meio-pesados (93 kg), ambos ranqueados no top 6 do ranking da divisão, duelam de olho em uma oportunidade de disputar o cinturão até 93 kg do Ultimate, atualmente em poder de Jon Jones. O duelo servirá como revanche para Blachowicz, que foi derrotado pelo americano em setembro de 2015, no UFC 191, em Las Vegas (EUA). O polonês vem em boa fase nos últimos dois anos, com seis triunfos e apenas um revés, para Thiago ‘Marreta’, por nocaute, em fevereiro de 2019. Jan se recuperou do resultado negativo com duas expressivas vitórias na sequência sobre lutadores que faziam sua estreia nos meio-pesados: Luke Rockhold e Ronaldo ‘Jacaré’. Atual quinto colocado no ranking até 93 kg do Ultimate, Corey Anderson vem de quatro vitórias consecutivas, a última delas sobre a promessa brasileira Johnny Walker, em novembro do ano passado, no UFC Nova York. O americano chegou a pedir pelo title shot de forma veemente, mas acabou vendo Dominick Reyes ser o escolhido como próximo desafiante ao título de Jon Jones pela organização. Com um triunfo sobre Blachowicz, é possível que ele receba sua tão esperada chance pelo cinturão da divisão. O pôster oficial do UFC Rio Rancho tem ainda a imagem de Michel Pereira e Diego Sanchez, que farão o co-main event do show do próximo dia 15 de fevereiro. O brasileiro vem de derrota surpreendente para Tristan Connelly, que aceitou o combate na semana da luta e fazia seu debute na organização. Diego Sanchez também foi superado em seu último confronto. O veterano perdeu por pontos para Michael Chiesa em julho de 2019. https://agfight.com.br/ultimate-destaca-blachowicz-e-anderson-em-poster-do-ufc-rio-rancho-veja/
  15. Israel Adesanya detona Jon Jones: “Vão lembrar de você como um trapaceador” Israel Adesanya venceu as três lutas que realizou em 2019 – Jon Roberts/ Ag Fight A rivalidade de Jon Jones e Israel Adesanya parece não ter fim, e nessa segunda-feira (6) a novela ganhou um novo capítulo. Campeão peso-médio (84 kg) do Ultimate, o nigeriano voltou a provocar ‘Bones’ ao usar seu histórico de doping a fim de alfinetá-lo. Na opinião de ‘The Last StyleBender’, os fãs de MMA não lembrarão do legado esportivo do meio-pesado (93 kg), e sim de seus flagras em exames realizados pela USADA (agência americana antidoping). Em participação no programa ‘Ariel’s Helwani MMA Show’, Israel rebateu uma recente crítica feita pelo seu desafeto. Em outubro passado, quando conquistou o cinturão linear dos pesos-médios, Adesanya fez uma entrada épica com direito a dança coreografada. Mas a performance foi motivo de deboche para Jones, que ironizou a irreverência do nigeriano. A crítica foi suficiente para que The Last StyleBender respondesse o campeão americano à altura. “Outra coisa que o Jon Jones disse, o filho da p*** do Jones. Foi tipo: ‘Bem, quando me aposentar, fico feliz que as pessoas se lembrem dos meus feitos ao invés das minhas entradas’. Cara, cale a boca. As pessoas vão lembrar de você porque você é um trapaceador drogado. Um trapaceiro de esteroides. É disso que vão lembrar. Ninguém liga para a toda m*** que você fez depois de (vencer o) Shogun, porque sabem que você trapaceou. Minhas entradas serão mais grandiosas que toda a carreira dele”, rebateu Israel, antes de complementar. “Estou apenas começando. Dois anos apenas no UFC…. Imagine o que vou fazer nos próximos cinco, seis, sete anos. Estou nisso há apenas dois. Ele já é ultrapassado, é velho. Poderia dizer o que bem quisesses, no final das contas são apenas palavras. Eventualmente nos encontraremos e ele será obrigado a me enxergar da forma que todos veem”, concluiu o atleta de 30 anos. Adesanya segue invicto como profissional de MMA com um cartel irretocável de 18 vitórias. A ascensão meteórica do peso-médio fez com que os fãs sonhassem com uma ‘superluta’ entre ele e Jones. No entanto, apesar de demonstrar interesse no duelo, o nigeriano deixou claro que seu objetivo, no momento, é defender seu reinado na divisão até 84 kg. https://agfight.com.br/israel-adesanya-detona-jon-jones-vao-lembrar-de-voce-como-um-trapaceador/
  16. ‘Big John’ McCarthy justifica desinteresse de Dana White por copromoções com o UFC Dana White não possui interesse em uma parceria do UFC com outra franquia – Diego Ribas Principal e mais conhecido árbitro da história do MMA, especialmente por sua atuação nos primórdios do UFC, John McCarthy fala com propriedade sobre os assuntos relacionados à organização. Aposentado dos cages desde 2018, ‘Big John’, como é conhecido, trabalha atualmente como comentarista do Bellator, e ao ser questionado no podcast ‘Weighing in’ sobre os motivos pelos quais o Ultimate não se interessa em uma possível copromoção com outra entidade, ele relembrou uma experiência mal sucedida do passado. De acordo com McCarde Dana Whithy, a relutância te – presidente do UFC – em trabalhar com outra organização se explica pelo episódio no qual o Ultimate cedeu Chuck Liddell, uma de suas principais estrelas na época, para participar do Grand Prix peso-médio do Pride, em 2003, e não recebeu nenhuma retribuição do favor em troca. Além disso, ‘Big John’ aponta para o receio do dirigente com uma possível desvalorização do seu produto caso um de seus lutadores perdesse um confronto contra um rival de outra entidade. “Dana foi roubado, e eu não o culpo (por não fazer uma co-promoção com outra organização). Dana foi roubado quando ele foi primeiro presidente do UFC pelo Pride ao ceder Chuck Liddell para o Pride e depois não receber nada de volta. Ele disse: ‘Eu nunca mais vou fazer isso de novo’. E, infelizmente, ele manteve isso”, contou ‘Big John’, de acordo com transcrição do site ‘BJ Penn’, antes de completar. “Agora ele está preso nisso ao ponto em que ele olha para isso tipo: ‘Por que vou danificar meu produto se eu colocar um lutador do meu lado contra um lutador de outro lado e ele perder? Isso apenas danifica meu produto, não há razão para fazer isso’. Eu não o culpo”, finalizou McCarthy. Muitas organizações têm se mostrado abertas para colaborar entre si, com a parceria entre Bellator e Rizin sendo a mais proeminente nos últimos tempos. E ainda que exista apelo por parte dos fãs, o UFC provavelmente não deve colocar em risco sua reputação de maior evento de MMA do mundo em uma co-promoção com uma franquia rival. https://agfight.com.br/big-john-mccarthy-justifica-desinteresse-de-dana-white-por-copromocoes-com-o-ufc/
  17. Campeões olímpicos, Henry Cejudo e Kayla Harrison trocam farpas pela internet Cejudo não gostou de ter seu posto de ‘triple C’ ameaçado por Kayla – Dan Wainer/Ag Fight Um festival de provocações entre dois campeões olímpicos movimentou as redes sociais nessa terça-feira (7). Henry Cejudo e Kayla Harrison trocaram farpas virtualmente após um simples questionamento de um fã de MMA. Em sua conta no ‘Twitter’, o torcedor se perguntou se a judoca americana poderia ser considerada a nova ‘campeã tripla’ do esporte – termo adotado pelo especialista de wrestling após se tornar detentor dos cinturões dos pesos-moscas (57 kg) e galos (61 kg) do UFC, além, claro, de sua medalha de ouro olímpica em Pequim, 2008. Em resposta ao questionamento do fã, Kayla ressaltou que possui quatro títulos já que, além do cinturão peso-leve (70 kg) do PFL e das duas medalhas de ouro olímpicas em Londres, 2012, e Rio, 2016, a judoca também detém um mundial da modalidade no currículo. Desta forma, a americana seria uma ‘campeã quádrupla’. A declaração foi suficiente para iniciar um duelo de alfinetadas com Henry Cejudo pelas redes sociais. “Sim. Tecnicamente eu tenho quatro títulos, porque ganhei o mundial em 2010. O Cejudo ganhou mundiais? Não consigo me lembrar…”, ironizou a judoca, momentos antes de iniciar uma troca de farpas com o campeão do UFC. “Kayla, por que você não assina o contrato? Falar é fácil. Você sabe quem é o melhor atleta de combate de todos os tempos. Se ajoelhe”, retrucou Cejudo, antes de ser novamente provocado – desta vez, por sua estatura. “Eu também diria para você se ajoelhar, mas você já está tão próximo do chão… uma saudação educada de judô já é o suficiente”, alfinetou a campeã do PFL, antes de ter suas performances criticadas pelo especialista em wrestling. “Primeiramente, uma medalha de ouro olímpica no wrestling equivalem a cinco medalhas de ouro olímpicas no judô. E para finalizar, suas lutas são ótimos remédios naturais para curar insônia”, concluiu ‘The Messenger’, como é conhecido. Vale ressaltar que Cejudo não pode mais ser considerado ‘campeão triplo’, uma vez que o próprio abriu mão do seu título na divisão dos pesos-moscas no fim da temporada de 2019. No entanto, o americano segue como o rei da categoria até 61 kg do Ultimate. https://agfight.com.br/campeoes-olimpicos-henry-cejudo-e-kayla-harrison-trocam-farpas-pela-internet/
  18. Chael Sonnen afirma que Ronda Rousey nunca foi a melhor lutadora do mundo Ronda Rousey faz parte do Hall da Fama do UFC – Diego Ribas Indiscutivelmente uma das principais responsáveis pelo crescimento e popularização do MMA feminino, Ronda Rousey não tem sua importância negada por qualquer pessoa ligada ao ambiente do esporte. Porém, suas habilidades como lutadora foram questionadas recentemente pelo ex-lutador do UFC Chael Sonnen, conhecido por suas declarações polêmicas. Em participação no programa ‘Ariel and The Bad Guy’, da emissora americana ‘ESPN’, Sonnen revelou que nunca considerou Ronda como a melhor lutadora do mundo. De acordo com ele, a ex-judoca, medalhista de bronze na Olimpíada de Pequim, em 2008, apenas se beneficiou de estar no lugar certo na hora certa para conquistar sua popularidade. Rousey foi a principal responsável pelo interesse do UFC em investir no MMA feminino, sendo a primeira atleta mulher a ser contratada pela entidade, em 2012, após se destacar no Strikeforce, onde foi campeã peso-galo (61 kg). A lutadora chegou ao Ultimate já com status de estrela da companhia e foi coroada pela organização como a primeira campeã peso-galo da história. Durante mais de dois anos, Rousey manteve seu título, com atuações dominantes sobre as desafiantes, que faziam sua popularidade crescer exponencialmente. Seu reinado durou até novembro de 2015, quando foi nocauteada com um chute alto por Holly Holm. Um ano depois, Ronda foi novamente superada via nocaute, dessa vez contra Amanda Nunes, ao tentar recuperar o cinturão da categoria. Este foi o último combate da americana, que passou a se dedicar à carreira de atriz e, posteriormente, ao pro wrestling. “Eu admito que nunca pensei que Ronda era a melhor lutadora do mundo. A divisão estava apenas se formando e ela estava no lugar certo na hora certa. Isso soa como um insulto, mas é como eu vejo isso”, declarou Chael Sonnen. Apesar da polêmica declaração, Sonnen também teve palavras elogiosas para Rousey. De acordo com ele, a ex-campeã do UFC soube a hora certa de parar e dar oportunidade para que outras atletas conquistassem seu espaço no esporte e na mídia. “Eu acho que ela merece um elogio. Quando ela pegou sua bola e foi para casa, como você colocou, eu acho que isso deixou uma mensagem. Acho que essa decisão parece como um bom vinho e ficou melhor com o tempo, quando você se cansar desse esporte, saia dele. Seja para abrir um espaço no plantel, ou no caso dela, o lugar dela em lutas pelo título e main events, dando a oportunidade para outra pessoa, ou apenas para a sanidade e saúde física dela. Se não é mais o que você quer fazer, saia do caminho”, concluiu Sonnen. Em sua carreira no MMA profissional, Ronda Rousey acumulou 12 vitórias e apenas duas derrotas. Nos últimos anos, a ex-campeã do Ultimate tem se dedicado à carreira de atriz, além de se apresentar na WWE, entidade de pro wrestling americana. Ela foi eleita para o Hall da Fama do UFC em julho de 2018. https://agfight.com.br/chael-sonnen-afirma-que-ronda-rousey-nunca-foi-a-melhor-lutadora-do-mundo/
  19. Para afastar má fase, Alex ‘Cowboy’ enfrenta Max Griffin em Las Vegas Alex ‘Cowboy’ busca uma recuperação no Ultimate após três derrotas – Gaspar Bruno Alex ‘Cowboy’ tem um novo adversário pela frente no Ultimate. O brasileiro enfrentaria Mickey Gall, no dia 29 de fevereiro, mas o duelo foi cancelado, ainda sem justificativa pela franquia. Com essa mudança, agora o atleta tupiniquim encara Max Griffin, no UFC 248, dia 7 de março, em evento marcado para Las Vegas (EUA). A informação foi divulgada primeiramente pelo site ‘MMA Junkie’ nesta terça-feira (7) e confirmada pela reportagem da Ag. Fight com fontes próximas ao show. Pressionado, o meio-médio (77 kg) vive sua pior fase no Ultimate, com três derrotas consecutivas. A última vitória de Cowboy na liga foi em setembro de 2018, quando nocauteou Carlos Pedersoli Jr no UFC São Paulo. Em setembro de 2019, o brasileiro subiu no octógono e foi derrotado por Nicolas Dalby. Max Griffin também não vive um bom momento na organização e só soma um triunfo nas últimas quatro lutas, que aconteceu em abril de 2019 sobre Zelim Imadaev. Em outubro desse mesmo ano, em sua mais recente aparição no UFC, o americano acabou superado por Alex Morono, por decisão dos jurados. A luta principal do UFC 248 já está confirmada e será entre a campeã Zhang Weili e Joanna Jedrzejczyk, pelo título do peso-palha (52 kg) da organização. Essa será a primeira defesa de cinturão da chinesa. https://agfight.com.br/para-afastar-ma-fase-alex-cowboy-enfrenta-max-griffin-em-las-vegas/
  20. Ben Askren elege Masvidal como o lutador de 2019: “Infelizmente ele merece” Jorge Masvidal alcançou o patamar de astro na temporada de 2019 – Scott Garfitt Jorge Masvidal parece mesmo ter sido uma unanimidade na última temporada. O sucesso do americano foi tamanho que fez com que um de seus algozes no ano desse o braço a torcer e o reconhecesse como melhor lutador de 2019. Nocauteado por ‘Gamebred’ em apenas cinco segundos – um recorde do Ultimate -, Ben Askren elegeu o carrasco como o principal artista marcial deste período. O triunfo de Jorge sobre Askren foi o segundo dos três que conquistou em 2019 – e possivelmente o mais brutal deles. Com uma joelhada voadora precisa logo no início do combate, Masvidal ‘apagou’ o wrestler americano, que precisou de suporte médico para deixar a arena em Las Vegas (EUA) no UFC 239, em julho passado. “Gostaria de escolher o Israel Adesanya, mas acho que – sinto que isso seria meio falso da minha parte. Se eu tenho que olhar isso de um ponto de vista não tendencioso, tenho que ficar com o Jorge. E se você dissesse que isso aconteceria um ano atrás, todos diriam que você está drogado ou tem algum tipo de problema. Mas infelizmente, sinto que ele merece”, admitiu Askren, antes de falar sobre como se sente. “Não me machuca (ter que admitir isso). As coisas são como são, essa é a verdade. É a realidade da situação. Agora, me sinto bem? (falando isso). Também não. Mas foi o que aconteceu”, completou o americano, em participação no programa ‘The Ariel Helwani’s MMA Show’. Aos 35 anos, Askren anunciou sua aposentadoria justamente nesta temporada. Após o revés para Masvidal, o falastrão foi finalizado pelo brasileiro Demian Maia. E após o confronto, em outubro de 2019, ‘Funky’, como é conhecido, pendurou as luvas. Masvidal, por sua vez, chega em 2020 cotado como um dos principais postulantes ao título dos meio-médios (77 kg) do Ultimate. https://agfight.com.br/sincero-ben-askren-elege-masvidal-como-o-lutador-do-ano-infelizmente-ele-merece/
  21. ........" “Eu também diria para você se ajoelhar, mas você já está tão próximo do chão… uma saudação educada de judô já é o suficiente”, alfinetou a campeã do PFL, antes de ter suas performances criticadas pelo especialista em wrestling. ".... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  22. Invencibilidade de Khabib pode motivar volta de St-Pierre ao MMA, revela treinador Georges St-Pierre é ex-campeão dos meio-medios e dos médios do UFC – Diego Ribas Em 2019, Georges St-Pierre anunciou sua aposentadoria do MMA e deixou uma legião de fãs órfã. Desde então, sempre surgem rumores sobre um possível retorno do canadense à modalidade, com campeões do UFC almejando um confronto diante do ex-detentor dos títulos dos meio-médios (77 kg) e médios (84 kg). E quem recentemente aumentou a expectativa para uma volta do lutador foi um dos seus treinadores, Firas Zahabi. Em entrevista ao podcast ‘FightTips’, o técnico acredita que a carreira do canadense ainda não chegou ao fim e vê uma motivação para seu retorno. Segundo ele, um duelo contra Khabib Nurmagomedov seria um grande estímulo para o ex-campeão deixar a aposentadoria de lado e voltar a pisar no octógono. “Acho que ele ainda não terminou (a carreira). Ele é tão competitivo que um dia verá um cara que todo mundo acha imbatível, e ele vai querer voltar. Khabib é um desses caras, mas tem que ser uma luta até 75 kg. O UFC fará isso? Essa é a questão”, disse o treinador do canadense, antes de completar. “Georges não quer mais ser campeão no meio-médio, porque isso significa que ele teria que defender o título a cada três ou quatro meses, o que eu acho que esse estilo de vida acabou para ele”, contou. Em um possível duelo entre Nurmagomedov, GSP testaria ainda mais seu jogo de chão e defesas de quedas, uma das principais armas do russo quando atua. Mas apesar de ter consciência da alta qualidade de Khabib nestas técnicas, o treinador do canadense acredita que ele não teria dificuldades para anular esses ataques. “O Georges é muito difícil de derrubar. Veja a carreira dele: quantas vezes ele foi derrubado? E quando ele foi derrubado, por quanto tempo ficou no chão? Foi uma fração de segundo. Ele é difícil de controlar no chão”, avisou. Após reinar de 2008 até 2013 nos meio-médios, Georges S-Pierre fez sua última luta da carreira no peso-médio, quando derrotou Michael Bisping, em 2017, e faturou seu segundo cinturão no UFC. https://agfight.com.br/invencibilidade-de-khabib-pode-motivar-volta-de-st-pierre-ao-mma-revela-treinador/
  23. Programa antidoping do UFC inicia testes experimentais via fluido oral Jeff Novitzky anunciou o novo método de coleta para exames da USADA – Diego Ribas O programa antidoping do UFC começou a realizar testes experimentais via fluido oral em seus atletas. A informação foi confirmada por Jeff Novitzky, atual vice-presidente de saúde e desempenho do Ultimate, em sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui). O novo método de exames foi anunciado inicialmente no dia 12 de dezembro de 2019. De acordo com Novitzky, uma das vantagens do novo método de testes antidoping é que substâncias como maconha/THC só serão detectadas caso o lutador tenha feito uso das mesmas algumas horas antes do material ter sido coletado através do exame em competição, e não o que um atleta fez na semana ou mês anterior ao exame. No comunicado divulgado pela USADA (agência antidoping americana), a entidade enfatiza o fato do teste via fluido oral ser “uma livre de dor, não invasiva experiência de coleta que está sendo experimentada tanto dentro quanto fora de competição”. “O programa (antidoping) do UFC começou a experimentar um novo método de coleta (fluido oral). Principal lado positivo… Potencialmente, isso só vai detectar o uso de substâncias proibidas apenas em competição (como maconha/THC) dentro de algumas horas de uso… não o que o atleta fez uma semana ou mês atrás”, escreveu Jeff Novitzky em sua publicação no ‘Twitter’. O teste via fluido oral não vai substituir os métodos anteriormente utilizados, e servirá para complementar os exames de urina e sangue caso seja considerado confiável. Além disso, seus resultados não serão divulgados durante essa fase experimental. https://agfight.com.br/programa-antidoping-do-ufc-inicia-testes-experimentais-via-fluido-oral/
  24. Deiveson promete nocautear Benavidez: “Quero ganhar o cinturão com sobras, bonito” Deiveson Figueiredo vai lutar pelo cinturão dos moscas no fim de fevereiro – Ag Fight Com seis vitórias e apenas uma derrota no Ultimate, Deiveson Figueiredo construiu sua trajetória na organização em busca de uma oportunidade pelo cinturão peso-mosca (57 kg). E essa chance finalmente chegou. No dia 29 de fevereiro, o brasileiro encara Joseph Benavidez, pelo título da categoria, no UFC Norfolk. No que depender da confiança do atleta tupiniquim, o Brasil voltará a ter um campeão masculino na franquia. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, o peso-mosca admitiu o espanto por ter a chance pelo título linear logo nesse seu próximo compromissos. De acordo com ele, a expectativa é que esse duelo contra Benavidez fosse pelo cinturão interino. No entanto, após o campeão Henry Cejudo ser destronado, o ‘Deus da Guerra’ teve essa oportunidade. E sua intenção é chegar ao posto mais alto da divisão em grande estilo. “Ele (Benavidez) é um cara rodado. Tenho certeza que está um pouco gasto, um cara que já teve duas vezes lutando pelo cinturão e não conseguiu (perdeu ambas para Demetrious Johnson). Estou chegando com força total. Todos que colocaram para mim eu ‘papei’ e tenho certeza que com o Benavidez não será diferente. É um cara que não oferece muito perigo para mim, apesar de ser experiente. Conheço o jogo dele e estou trabalhando em cima disso. Ele não vai querer trocar comigo e vai buscar usar o wrestling. Vou estar apto para defender as quedas e conectar duros golpes. Objetivo é nocautear esse cara, quero ganhar o cinturão com sobras, bonito”, adiantou. Desde 2017 no Ultimate, Deiveson vai fazer sua primeira luta de cinco rounds. Ciente da diferença, o paraense sabe que pode se precipitar para não ter o risco de perder o gás. Mas isso não vai impedi-lo de manter seu estilo de atuar. “Tenho que ser mais cauteloso, por ser uma luta de cinco rounds, mas não vou deixar de ser agressivo. Vou lutar como sempre lutei. Ele está esperando isso de mim, que eu seja agressivo mesmo. Então vou ser um pouco mais cauteloso, por ser uma disputa de cinturão, mas sempre com objetivo de nocautear. Vou dosar o gás nos primeiros rounds, mas nos últimos vou partir para cima”, adiantou o brasileiro. Atualmente o Brasil só possui uma atleta campeã do Ultimate, com Amanda Nunes com os títulos do peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg). A última vez que o país teve um lutador com cinturão foi em 2017, com José Aldo. Caso vença Benavidez, Deiveson espera alcançar um outro patamar de popularidade. “Ganhando esse cinturão vai me dar mais um reconhecimento, uma moral entre os fãs. Vai dar mais uma moral para o pessoal do 57 kg. Espero que a galera me siga nas redes sociais, dê um valor a mais ao meu trabalho. Espero que me dê mais visibilidade, patrocínio”, completou o número três do ranking dos moscas. No Ultimate, Deiveson Figueiredo soma seis triunfos e apenas um revés, que aconteceu para Jussier ‘Formiga. O brasileiro vem de duas vitórias seguidas, contra Alexandre Pantoja e Tim Elliott, essa última por finalização, em embate que aconteceu em outubro deste ano. https://agfight.com.br/deiveson-promete-nocautear-benavidez-quero-ganhar-o-cinturao-com-sobras-bonito/