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  1. Lutador polonês de MMA morre defendendo Ucrânia na guerra Tomasz Walentek era combatente voluntário e integrava a Legião Internacional de Defesa da Ucrânia, grupo que recebia estrangeiros na luta contra a ocupação russa Por Combate.com — Rio de Janeiro 05/08/2022 11h00 Atualizado há 3 horas Tomasz Walentek faleceu mês passado enquanto atuava voluntariamente como combatente na região de Donbass, no leste da Ucrânia. O lutador de MMA perdeu a vida num bombardeio de artilharia no local. Walentek integrava a Legião Internacional de Defesa da Ucrânia, movimento criado pelo presidente Volodymyr Zelensky para receber estrangeiros na luta contra a ocupação russa. Após a tragédia vários lutadores poloneses de MMA prestaram suas condolências através das mídias sociais, incluindo o veterano do KSW Lukasz Jurkowski, que tuitou “Descanse em paz, guerreiro”. Tomasz Walentek durante a invasão russa — Foto: Reprodução/ Twitter A Associação de MMA da Polônia lamentou a perda do lutador nas redes sociais. "É com muita tristeza que recebemos a informação sobre a morte de Tomek, que era um voluntário polonês que lutou na legião de defesa internacional da Ucrânia e morreu lá. Tomek participou e venceu o Segundo Campeonato de MMA organizado em Gliwice. Descanse em paz". Walentek não foi o único lutador a perder a vida na invasão russa ao território ucraniano. Maksym Kagal campeão de kickboxing, faleceu em março em Mariupol. Ele fazia parte do regimento Azov, uma unidade ultranacionalista da Guarda Nacional da Ucrânia que inclui neonazistas. O campeão dos meio-médios do Bellator, Yaroslav Amosov, continua lutando pela Ucrânia. Oleksandr Usyk medalhista de ouro no boxe, na categoria peso-pesado nas Olímpiadas de Londres 2012 recebeu permissão para deixar o exército ucraniano para se preparar para as próximas lutas.
  2. Torcendo muito para o Conor passar o caro no porier, e pegar o charles. Maluco merece muito, vem lutando a muito tempo e escorregando, merece as cifras que viram junto do Conor
  3. Mas se o chales precisa melhor muito a defesa em pé, muito golpeado. Essa base de muay thay fixa, de ficar trocando na frente pode custar caro. Como quase custou contra o Chandler.
  4. Não em defesa dele kkkk mas pessoal que gera conteúdo digital as vezes tem muita coisa armazenada ja pre produzida.
  5. han? Não entendi a comparação com o Adriano, sem contar que o mesmo continua rico. Caso tenha sido feita alguma alusão aos mesmos estarem pobres
  6. Ai também não, duvidar da palavra do cara eu acho difícil, maaaaaaaaaas um baita idiota. Como que bebe antes da luta mais importante da vida e mesmo que tivesse feito tudo errado (como ele fez) não se sai falando disso assim, pois soa como desculpa e na minha opnião é realmente uma desculpa kkk mas duvidar que ele realmente não bebeu acho meio sem logica
  7. VB é um dos maiores fanfarrões que esse esporte ja viu. Como lutador foi uma lenda, mas como pessoa, que maluco chato
  8. Vitor Belfort recorda derrota para Anderson Silva: "Ele teve a maior sorte da vida dele" No aniversário de 10 anos da histórica vitória do Spider na "Luta do Século", Fenômeno diz que tinha certeza antes do confronto de que nocautearia o compatriota Por Marcelo Barone e Raphael Marinho — Rio de Janeiro 05/02/2021 12h00 Atualizado há 27 minutos Há 10 anos o Brasil parava para assistir à então chamada "Luta do Século". Naquele sábado, no UFC 126, Anderson Silva e Vitor Belfort dividiram o octógono em Las Vegas pelo cinturão do peso-médio (até 84kg) da organização. O combate terminou com o histórico chute frontal do Spider no rosto do compatriota que levou o Fenômeno ao solo já praticamente nocauteado. O golpe derradeiro, que até hoje é exibido a exaustão sempre que o nome de Anderson é citado, foi considerado por Vitor "a maior sorte da vida" do rival. - Ele teve a maior sorte da vida dele, que foi ali. Eu tinha certeza que ia ganhar dele, que eu ia nocautear ele. Ele sabia disso. Se ele não acertasse aquele chute, foi aquele chute que ele tinha e viu que poderia ganhar, o próprio time dele falava, eu tinha convicção. Se eu botasse a mão nele, ele ia pro chão. Não tem jeito - disparou Belfort, em entrevista ao Combate.com. Anderson Silva x Vitor Belfort — Foto: Getty A semana do UFC 126 foi repleta de troca de farpas dos dois lados, o que culminou em uma encarada tensa. Na ocasião, Anderson Silva utilizou uma máscara como resposta às declarações de Belfort de que ele tinha duas caras. Os dois precisaram ser contidos por Dana White após seus rostos se tocarem. - Acho que foi uma encarada normal. Foi do momento. Ele teve a criatividade dele, quando falei que ele era um homem de duas caras, né? Ele literalmente trouxe a terceira (risos). Têm pessoas que têm uma cara, duas e três. Ele trouxe a terceira. Foi bem criativo. Tiro o chapéu para o time dele - disse Vitor. Encarada de Anderson Silva e Vitor Belfort no UFC 126 — Foto: Getty Anderson Silva e Vitor Belfort foram companheiros de treinos anos antes desta luta, e a marcação do duelo deixou o campeão dos médios na ocasião irritado, já que, para ele, o Fenômeno estava quebrando um código de honra entre os lutadores por enfrentar um ex-parceiro de academia. O carioca, no entanto, acredita que ter feito este combate foi fundamental para o crescimento do MMA. - Eu sempre tive na cabeça que no Brasil a gente tinha que pensar como profissional. E, no Brasil, a gente tinha muito aquela coisa de ir para o pessoal. O Anderson levou para o lado errado, apesar de ele ter ganho, de ele ter crescido, de o nome dele ter crescido. Ninguém naquela época dava muita atenção para o que ele tinha feito. O lutador tem sempre um pensamento muito voltado só para a luta. Não costuma pensar adiante. Existem os Moisés de todo deserto. Que abrem as águas. Eu fui o cara que abriu essa água, naquela época todo mundo era contra, depois veio o André Pederneiras, o cara que mais me apoiou nisso, nas minhas decisões, um cara que teve uma visão de empreendedorismo na luta e, com isso, as pessoas foram ficando muito mais à vontade. Depois eu vejo o Renzo (Gracie), um cara que conseguiu abrir uma academia para todo mundo, parou com esse negócio de turminha, né? - contou, acrescentando que hoje este tipo de situação já é visto com mais naturalidade. - Ela foi o pontapé inicial, eu falo que eu sabia disso. Muita gente não entendia que essa luta precisaria ser feita. e, infelizmente, todo mundo que vê algo no futuro, ele é muito criticado no presente. Acho que meus críticos hoje falam: "Poxa, o Vitor sempre teve visão, né?". O cara pode não gostar de mim, da minha equipe, não curte aquilo que eu prego e que eu vivo, eventualmente ele gosta de ser um estilo mais falastrão, mas acho que quando você bota tudo de lado, o que vale mesmo depois que você vai ficando mais velho, é o que os lutadores vão criar pra eles, né? O lutador às vezes pensa muito "não, eu preciso ser bem pago, ele não…", e não pode ser assim. Porque se eu não for bem pago, ele não pode ser bem pago. Hoje em dia tem lutadores que eu vejo pedindo para o Dana White seguir eles, pulou a grade pra ser seguido no Instagram. Eu falo: qual o valor de mercado que esse lutador vai ter pro Dana White? Quase zero. Achei que ele ia pular a grade e pedir um aumento, né? Vitor Belfort falou com exclusividade sobre a luta para o Combate — Foto: Reprodução Entre as lembranças que Vitor Belfort carrega até hoje na semana da luta estão a dificuldade para bater o peso e, justamente, a forma como Anderson Silva criticava a realização da luta entre ex-companheiros de equipe. - A perda de peso foi uma coisa difícil pra mim, me lembro disso. E lembro que eu falava o quão pequena era a cabeça do lutador, de achar que era alguma coisa pessoal. Eu falei: "Quando é que a gente vai poder crescer? Quando é que a gente vai poder tornar este esporte maior, os lutadores vão poder ter vozes, não vão ser usados pelos promotores?". Meu pensamento é: "Quando é que os lutadores vão poder ser empresários, né?". E hoje em dia a gente tem a referência de um irlandês (Conor McGregor) que conseguiu transferir isso. Falo que ele conseguiu ser um divisor de águas, sim. Atualmente, Anderson Silva e Vitor Belfort estão fora do Ultimate e uma revanche ainda agradaria ao Fenômeno. - Se for um bom business, porque não? Lutas assim seriam economicamente muito boas e acho que trabalharia um conteúdo novo. A maneira que a luta gira, os youtubers estão ganhando - concluiu.
  9. Mas a inatividade é um fato que prejudica qualquer atleta, não vejo isso como uma desculpa. Saiu mais como um comentário. Diferente das inúmeras desculpas do "manual nogueira".