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  1. Não em defesa dele kkkk mas pessoal que gera conteúdo digital as vezes tem muita coisa armazenada ja pre produzida.
  2. han? Não entendi a comparação com o Adriano, sem contar que o mesmo continua rico. Caso tenha sido feita alguma alusão aos mesmos estarem pobres
  3. Ai também não, duvidar da palavra do cara eu acho difícil, maaaaaaaaaas um baita idiota. Como que bebe antes da luta mais importante da vida e mesmo que tivesse feito tudo errado (como ele fez) não se sai falando disso assim, pois soa como desculpa e na minha opnião é realmente uma desculpa kkk mas duvidar que ele realmente não bebeu acho meio sem logica
  4. VB é um dos maiores fanfarrões que esse esporte ja viu. Como lutador foi uma lenda, mas como pessoa, que maluco chato
  5. Vitor Belfort recorda derrota para Anderson Silva: "Ele teve a maior sorte da vida dele" No aniversário de 10 anos da histórica vitória do Spider na "Luta do Século", Fenômeno diz que tinha certeza antes do confronto de que nocautearia o compatriota Por Marcelo Barone e Raphael Marinho — Rio de Janeiro 05/02/2021 12h00 Atualizado há 27 minutos Há 10 anos o Brasil parava para assistir à então chamada "Luta do Século". Naquele sábado, no UFC 126, Anderson Silva e Vitor Belfort dividiram o octógono em Las Vegas pelo cinturão do peso-médio (até 84kg) da organização. O combate terminou com o histórico chute frontal do Spider no rosto do compatriota que levou o Fenômeno ao solo já praticamente nocauteado. O golpe derradeiro, que até hoje é exibido a exaustão sempre que o nome de Anderson é citado, foi considerado por Vitor "a maior sorte da vida" do rival. - Ele teve a maior sorte da vida dele, que foi ali. Eu tinha certeza que ia ganhar dele, que eu ia nocautear ele. Ele sabia disso. Se ele não acertasse aquele chute, foi aquele chute que ele tinha e viu que poderia ganhar, o próprio time dele falava, eu tinha convicção. Se eu botasse a mão nele, ele ia pro chão. Não tem jeito - disparou Belfort, em entrevista ao Combate.com. Anderson Silva x Vitor Belfort — Foto: Getty A semana do UFC 126 foi repleta de troca de farpas dos dois lados, o que culminou em uma encarada tensa. Na ocasião, Anderson Silva utilizou uma máscara como resposta às declarações de Belfort de que ele tinha duas caras. Os dois precisaram ser contidos por Dana White após seus rostos se tocarem. - Acho que foi uma encarada normal. Foi do momento. Ele teve a criatividade dele, quando falei que ele era um homem de duas caras, né? Ele literalmente trouxe a terceira (risos). Têm pessoas que têm uma cara, duas e três. Ele trouxe a terceira. Foi bem criativo. Tiro o chapéu para o time dele - disse Vitor. Encarada de Anderson Silva e Vitor Belfort no UFC 126 — Foto: Getty Anderson Silva e Vitor Belfort foram companheiros de treinos anos antes desta luta, e a marcação do duelo deixou o campeão dos médios na ocasião irritado, já que, para ele, o Fenômeno estava quebrando um código de honra entre os lutadores por enfrentar um ex-parceiro de academia. O carioca, no entanto, acredita que ter feito este combate foi fundamental para o crescimento do MMA. - Eu sempre tive na cabeça que no Brasil a gente tinha que pensar como profissional. E, no Brasil, a gente tinha muito aquela coisa de ir para o pessoal. O Anderson levou para o lado errado, apesar de ele ter ganho, de ele ter crescido, de o nome dele ter crescido. Ninguém naquela época dava muita atenção para o que ele tinha feito. O lutador tem sempre um pensamento muito voltado só para a luta. Não costuma pensar adiante. Existem os Moisés de todo deserto. Que abrem as águas. Eu fui o cara que abriu essa água, naquela época todo mundo era contra, depois veio o André Pederneiras, o cara que mais me apoiou nisso, nas minhas decisões, um cara que teve uma visão de empreendedorismo na luta e, com isso, as pessoas foram ficando muito mais à vontade. Depois eu vejo o Renzo (Gracie), um cara que conseguiu abrir uma academia para todo mundo, parou com esse negócio de turminha, né? - contou, acrescentando que hoje este tipo de situação já é visto com mais naturalidade. - Ela foi o pontapé inicial, eu falo que eu sabia disso. Muita gente não entendia que essa luta precisaria ser feita. e, infelizmente, todo mundo que vê algo no futuro, ele é muito criticado no presente. Acho que meus críticos hoje falam: "Poxa, o Vitor sempre teve visão, né?". O cara pode não gostar de mim, da minha equipe, não curte aquilo que eu prego e que eu vivo, eventualmente ele gosta de ser um estilo mais falastrão, mas acho que quando você bota tudo de lado, o que vale mesmo depois que você vai ficando mais velho, é o que os lutadores vão criar pra eles, né? O lutador às vezes pensa muito "não, eu preciso ser bem pago, ele não…", e não pode ser assim. Porque se eu não for bem pago, ele não pode ser bem pago. Hoje em dia tem lutadores que eu vejo pedindo para o Dana White seguir eles, pulou a grade pra ser seguido no Instagram. Eu falo: qual o valor de mercado que esse lutador vai ter pro Dana White? Quase zero. Achei que ele ia pular a grade e pedir um aumento, né? Vitor Belfort falou com exclusividade sobre a luta para o Combate — Foto: Reprodução Entre as lembranças que Vitor Belfort carrega até hoje na semana da luta estão a dificuldade para bater o peso e, justamente, a forma como Anderson Silva criticava a realização da luta entre ex-companheiros de equipe. - A perda de peso foi uma coisa difícil pra mim, me lembro disso. E lembro que eu falava o quão pequena era a cabeça do lutador, de achar que era alguma coisa pessoal. Eu falei: "Quando é que a gente vai poder crescer? Quando é que a gente vai poder tornar este esporte maior, os lutadores vão poder ter vozes, não vão ser usados pelos promotores?". Meu pensamento é: "Quando é que os lutadores vão poder ser empresários, né?". E hoje em dia a gente tem a referência de um irlandês (Conor McGregor) que conseguiu transferir isso. Falo que ele conseguiu ser um divisor de águas, sim. Atualmente, Anderson Silva e Vitor Belfort estão fora do Ultimate e uma revanche ainda agradaria ao Fenômeno. - Se for um bom business, porque não? Lutas assim seriam economicamente muito boas e acho que trabalharia um conteúdo novo. A maneira que a luta gira, os youtubers estão ganhando - concluiu.
  6. Mas a inatividade é um fato que prejudica qualquer atleta, não vejo isso como uma desculpa. Saiu mais como um comentário. Diferente das inúmeras desculpas do "manual nogueira".
  7. Retrospectiva da década: veja quais foram os maiores lutadores do MMA entre 2011-2020 Jon Jones, Conor McGregor, Ronda Rousey e Amanda Nunes estão entre os nomes que mais se destacaram e avançaram o esporte nos últimos dez anos Por Combate.com — Rio de Janeiro 05/01/2021 12h00 Atualizado há 4 horas Info esporte Com a chegada de 2021, terminou a segunda década do século XXI, e o Combate.com faz a partir desta semana uma retrospectiva sobre quem movimentou o MMA neste espaço de tempo entre 2011 e 2020. Para começar, vamos ranquear os lutadores que mais se destacaram no esporte nesta década em que a modalidade explodiu pelo mundo. 1. Jon Jones Dentro do octógono, Jon Jones foi imbatível nos anos 2010 — Foto: Getty Images Foram 15 vitórias e nenhuma derrota na década. Apenas Khabib Nurmagomedov teve mais vitórias sem perder entre 2011 e 2020, mas com uma diferença crucial: enquanto o russo só foi disputar o cinturão de sua categoria em 2018, apenas uma dessas lutas de Jones não foi pelo título. O americano conquistou a cinta dos meio-pesados, então a categoria mais nobre do UFC, em março de 2011 - um mês após vencer Ryan Bader numa eliminatória pelo título - e passou o resto da década no topo. Apenas o próprio Jones foi capaz de derrotar a si mesmo: ele foi destituído do título três vezes, uma delas por incidente fora do cage que resultou numa prisão temporária, e as outras duas por doping. Após cada hiato, retornou e reconquistou seu cinturão, parecendo imbatível na maioria do tempo. No caminho, superou a marca de vitórias consecutivas no UFC (17) e igualou o recorde de defesas de cinturão (11). 2. Conor McGregor Conor McGregor foi o primeiro campeão de duas divisões de peso simultaneamente no UFC — Foto: Jason Silva Outros lutadores de nossa lista tiveram mais vitórias e menos derrotas. Mas o conjunto da obra do "Notório" o coloca no topo. McGregor é sem dúvida o maior astro do MMA na década e na atualidade, e um dos grandes responsáveis pela chegada do UFC à grande mídia europeia e americana. O carisma do lutador irlandês junto ao público e frente às câmeras foi tão importante quanto seus impressionantes e rápidos nocautes. Conor McGregor venceu 18 de 20 lutas na década e foi campeão de duas categorias em duas organizações, primeiro no Cage Warriors e depois no UFC. Dessas vitórias, 15 foram por nocaute no primeiro ou segundo round, incluindo o assombroso triunfo em 13 segundos sobre José Aldo que valeu o cinturão peso-pena do Ultimate. Foi sua fama e carisma que convenceram o evento a permitir que ele disputasse a cinta do peso-leve sem abrir mão do outro título, e a vitória sobre Eddie Alvarez o tornou o primeiro campeão de duas divisões de peso do UFC simultaneamente. Mesmo suas derrotas foram espetaculares e quebraram recordes de vendas de pay per view: quatro dos cinco eventos de maior sucesso comercial da história do UFC são lutas de McGregor, sendo o primeiro seu acerto de contas com Khabib Nurmagomedov, com estimados 2,4 milhões de pacotes vendidos. Seu sucesso também lhe deu uma oportunidade que vários companheiros de MMA buscaram e nunca receberam: uma luta de boxe contra uma lenda do esporte, Floyd Mayweather Jr, que vendeu 4,3 milhões de pacotes de pay per view - atrás apenas da luta de Mayweather contra Manny Pacquiao. 3. Ronda Rousey Ronda Rousey mobilizou multidões mesmo no Rio, quando enfrentou a brasileira Bethe Correia — Foto: André Durão Depois das surras sofridas nas suas duas últimas lutas antes de largar o MMA, as pessoas esqueceram o impacto que Ronda Rousey teve no esporte, e o quão dominante ela foi durante sua rápida e assombrosa carreira. "Rowdy" foi um fenômeno tão grande que se questionou se Floyd Mayweather teria alguma chance de vencê-la numa luta. A medalhista olímpica de judô venceu suas 12 primeiras lutas na carreira, todas elas sem levar para a decisão dos juízes e nove delas por finalização na chave de braço, que lhe deu um ar de inevitabilidade. 00:00/01:32 Melhores momentos Ronda Rousey Pode parecer estranho que a americana apareça à frente de Amanda Nunes, considerada a melhor lutadora de todos os tempos e que a atropelou em 48 segundos em sua última luta. Mas Ronda sobe ao pódio pela sua importância geral. Não haveria Amanda no UFC sem Rousey. A década começou com Dana White afirmando categoricamente que mulheres nunca lutariam no Ultimate. Foi Ronda, com seu carisma, personalidade e técnica, que cativou o chefão a abrir as portas para elas. Ainda antes de McGregor, também foi Ronda quem chamou a atenção da grande mídia para o MMA, com aparições em filmes, talk shows e revistas populares. 4. Amanda Nunes Amanda Nunes é a única a defender dois cinturões do UFC sem ter de abrir mão de nenhum deles — Foto: Getty Images Amanda não tem o carisma, o "pedigreé" olímpico ou o padrão europeu/norte-americano de Ronda, mas ela tem uma técnica e uma garra que superam tudo isso. A "Leoa", mulher negra natural do interior baiano, começou a década se mudando para os EUA atrás do sonho de ser lutadora profissional, sem saber nada de inglês. Com muito esforço, dormindo em academia, através de vitórias e derrotas, se estabeleceu e foi conquistando seu espaço. Terminou a década como a única lutadora a manter e defender dois cinturões do UFC, e com o recorde feminino de defesas de cinturão na companhia (seis). Pelo caminho, demoliu as duas lutadoras consideradas as melhores do mundo, Rousey e Cris Cyborg, para receber o reconhecimento de melhor de todos os tempos. 5. Demetrious Johnson Demetrious Johnson defendeu o cinturão do UFC 11 vezes consecutivas — Foto: Getty Images Um dos lutadores mais baixos do UFC foi também seu campeão mais dominante. "Mighty Mouse" passou quase a década inteira como primeiro e único campeão peso-mosca da organização, e o fez praticamente sem sofrer riscos. Foram 11 defesas de cinturão consecutivas, recorde histórico, sem nenhum resultado questionável. Na verdade, a maior polêmica foi justamente quando ele enfim perdeu, em 2018, uma decisão dividida a favor de Henry Cejudo que muitos fãs e jornalistas viram a favor de Demetrious. Após perder o título, DJ trocou o UFC pelo ONE Championship, onde venceu o GP peso-mosca e vai disputar o cinturão em 2021. 6. Khabib Nurmagomedov Khabib Nurmagomedov finaliza Conor McGregor no UFC 229, evento recorde em venda de pay per view — Foto: Stephen McCarthy/Sportsfile via Getty Images Falou em "dominante", falou em Khabib Nurmagomedov. O "Águia" venceu todas as suas 20 lutas de MMA na década, incluindo 13 no UFC. E em todas essas, raramente perdeu um round, sempre pressionando e amassando os adversários. Uma série de lesões o impediu de disputar o cinturão mais cedo, mas quando enfim recebeu sua oportunidade, em 2018, o conquistou e não parou mais. Massacrou Conor McGregor na luta mais vendida da história do Ultimate e finalizou os campeões interinos Dustin Poirier e Justin Gaethje em seguida para (pelo menos até segunda ordem) concluir sua carreira com impressionantes 29 vitórias e nenhuma derrota. 7. Cris Cyborg Cris Cyborg e seus quatro cinturões: Strikeforce, Invicta, UFC e Bellator — Foto: Reprodução/Twitter A "mulher mais temida do mundo" sofreu apenas uma derrota em 15 lutas na década, e foi frente a Amanda Nunes. De resto, foi atropelo atrás de atropelo, e a curitibana conquistou o "Grand Slam" do MMA feminino, feito único no esporte, ao ser campeã nas quatro principais organizações com divisões femininas do esporte: Strikeforce, Invicta, UFC e Bellator. Também vale mencionar que o Ultimate abriu a categoria peso-pena feminina em 2017 por sua causa, maior estrela feminina do esporte na época atrás de Ronda, e a rivalidade jamais resolvida com "Rowdy" ajudou a impulsionar o interesse pelo MMA na grande mídia. 8. Henry Cejudo Henry Cejudo é o único lutador da história a ter uma medalha de ouro olímpica e dois cinturões do UFC — Foto: Getty Images Assim como Ronda Rousey, "Triple-C" soube traduzir sua técnica medalhista olímpica para o MMA com grande sucesso. Cejudo lutou profissionalmente por apenas sete anos e chegou ao UFC em 2014, mas foi capaz de vencer 16 de 18 combates na década e conquistar cinturões em duas categorias de peso. O americano resgatou o peso-mosca de seu quase certo encerramento ao derrotar o então campeão da divisão de cima, TJ Dillashaw, em 2019, e em seguida bateu Marlon Moraes para conquistar o título vago do peso-galo, se tornando o primeiro a ter dois cinturões do UFC e uma medalha de ouro olímpica - daí, o apelido de "Triple-C", diminutivo para "campeão triplo". 9. Patrício Pitbull Patrício Pitbull posa com seus dois cinturões do Bellator — Foto: Divulgação O único desta lista que não lutou no UFC. O potiguar Patrício "Pitbull" Freire provou seu valor com uma década dominante no Bellator, principal concorrente do Ultimate nos EUA. Foram 17 vitórias em 20 lutas, dois títulos do GP peso-pena, duas conquistas do cinturão peso-pena da organização e seis defesas de título combinadas. A cereja no bolo foi a vitória sobre Michael Chandler, recentemente contratado pelo Ultimate, para levar também a cinta dos pesos-leves, tornando-o apenas o segundo lutador do Bellator com dois cinturões. Ele também é o recordista de vitórias (19) e de vitórias em lutas valendo título (nove) na história da promoção, entre outras marcas. 10. Stipe Miocic Stipe Miocic é recordista de defesas de cinturão consecutivas no peso-pesado do UFC — Foto: Getty Images O décimo maior lutador da década é talvez o maior peso-pesado da história do UFC - ou pelo menos o mais realizado. O americano Stipe Miocic não enche os olhos pelo seu estilo de luta ou pelo seu carisma, mas venceu 16 de 19 combates nos últimos 10 anos, deixando pelo caminho nomes como Junior Cigano, Fabricio Werdum, Alistair Overeem e Francis Ngannou. Miocic derrotou Werdum num estádio com mais de 45 mil brasileiros para conquistar o cinturão, que defendeu três vezes; pode não parecer muito, mas é o recorde para pesos-pesados no UFC. Ele perdeu o título para Daniel Cormier, mas o recuperou na revanche e bateu DC mais uma vez na trilogia para não deixar dúvidas. Menções honrosas: Daniel Cormier, Georges St-Pierre, José Aldo, Fabricio Werdum, Joanna Jedrzejczyk, Valentina Shevchenko, Eddie Alvarez, Michael Chandler, Anderson Silva, Donald Cerrone. Assine o Combate e assista a todos os eventos do UFC ao vivo
  8. Como o outro @André Filho mencionou, eu estava dizendo em questão de treinos e moradia
  9. Foda que todos esses atletas (exceto pitbull) tenham que atuar fora do brasil devido a condições (ruins) daqui.