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  1. Justamente por isso, ja bateu na trave 3x. Sem contar a derrota em casa. Vejo nele um caso semelhante ao do marreta, subiu perdeu a vantagem física e mesmo assim chegou a um TS enfileirando uns caras. O viking precisava de uma motivação, novos "ares"
  2. Exatamente isso, hater é foda, distorce tudo seloco
  3. Wanderlei Silva é atropelado ao andar de bicicleta: "Se não usasse capacete, poderia ter morrido" Lutador foi levado ao hospital, diz que fraturou um osso do pé e teve escoriações no rosto e pede mais atenção e consciência aos motoristas de Curitiba: "Não usem o celular no trânsito" Por Combate.com — Curitiba 04/06/2020 10h59 Atualizado há 3 horas Lenda do MMA e um dos maiores nomes do esporte em todos os tempos, Wanderlei Silva sofreu um novo acidente ao andar de bicicleta em Curitiba - já havia passado pela mesma situação na cidade em 2016. O atleta foi atropelado e teve de ser encaminhado para o hospital com escoriações no rosto e uma fratura no osso do pé. Em entrevista ao blog "Direto do Octógono", o "Cachorro Louco" explicou o acidente e desabafou sobre a dificuldade de pedalar na capital paranaense. Wanderlei Silva postou o rosto ferido após ser atropelado ao andar de bicicleta em Curitiba — Foto: Arquivo pessoal - Eu estava passando pela Praça da Ucrânia em direção ao centro. Ali tem dois sinais de trânsito. Eu passei no primeiro sinal, e quando estava passando pelo segundo sinal, não posso falar que eu passei no vermelho ou o cara passou no vermelho. Eu passei distraído, e foi bem no momento em que o cara passou junto comigo. Ele bateu na minha bicicleta e me arremessou longe. Eu caí de cara no chão, e por isso ralei o rosto. Se eu não estivesse usando o capacete, poderia até ter morrido. De novo. É muita emoção nessa vida - disse o lutador ao site. Ao contrário da primeira vez em que foi atingido andando de bicicleta, quando o motorista fugiu, desta vez, segundo Wanderlei, ele foi atendido prontamente pelo condutor do veículo. Wanderlei Silva fraturou um osso do pé no acidente — Foto: Arquivo pessoal - Desta vez o motorista foi super gente boa, me colocou no carro dele. Apareceram algumas pessoas, uma guardou a minha bicicleta, outra guardou as minhas coisas e me ajudaram. Fiquei muito nervoso. Pensei até que pudesse ter sido um atentado de algum inimigo, mas acho que não. Foi um acidente. Mas podíamos frisar para que as pessoas em Curitiba e no Brasil tenham mais atenção no trânsito. Temos tido muitos mais ciclistas na cidade e não tem um lugar adequado pra andar. Eu tenho que andar na canaleta, que é o lugar menos pior, porque os motoristas não respeitam o ciclista, tiram fino, não dão a vez. Fiquei muito triste com esse acidente mais uma vez. Quebrei o pé e lixei o rosto, mas graças a Deus não tive nada mais grave. Quero pedir que as pessoas tenham mais consciência e não usem o celular no trânsito. Isso pode custar a vida de alguém, até de alguém que você gosta. UFC 250: Uma noite de show! Nunes x Spencer ao vivo no Combate Play! — Foto: Infoesporte
  4. Jon Jones tira latas de spray das mãos de manifestantes e publica vídeo nas redes sociais Campeão do peso-meio-pesado do Ultimate, americano vai às ruas em Albuquerque (EUA) durante protestos contra a morte de George Floyd Por Combate.com — Las Vegas, EUA 01/06/2020 10h01 Atualizado há 3 horas Em meio ao entrave com o Ultimate após a negociação mal sucedida para enfrentar Francis Ngannou, Jon Jones foi para as ruas para "proteger" a cidade de Albuquerque (EUA), segundo ele mesmo, durante os protestos contra a morte de George Floyd, que morreu há uma semana após um policial pressionar o joelho contra seu pescoço por mais de oito minutos. O lutador publicou um vídeo em sua conta no "Instagram" que mostra ele pedindo para pessoas com máscaras entregarem para ele latas de spray de tinta que carregavam. Jon Jones publicou vídeo pedindo para as pessoas não destruírem suas cidades — Foto: Evelyn Rodrigues Jones fez um desabafo em seu perfil na rede social pedindo para que os adolescentes não tornem a situação pior do que já é. Nos Estados Unidos, diversas cidades foram alvos de protestos violentos nos últimos dias, após a morte de George Floyd. "Esta m*** anda é sobre George Floyd? Por que vocês adolescentes estão destruindo nossas cidades? Como um jovem negro, acredite, também estou frustrado, mas não é deste jeito. Estamos começando a piorar uma situação que já é ruim. Se você realmente tem amor por sua cidade, proteja sua m***. Todos vocês mais velhos precisam falar, ligar para os jovens de suas famílias e pedir que voltem para casa hoje à noite" UFC 250: Uma noite de show! Nunes x Spencer ao vivo no Combate Play! — Foto: Infoesporte
  5. O problema seria mesmo se fosse ao contrario ne, complicado reprimir certos termos para uns e para outros não. OBS: Não que vc esteja fazendo isso, apenas comentando a hipocrisia alheia.
  6. E o aldo? Quanto a ronda, ela foi o carro chefe na popularização do mma feminino.
  7. Dominick Cruz projeta luta contra Henry Cejudo: "Ideal é fazer o que Masvidal fez com Ben Askren" Ex-campeão do peso-galo afirma que quer vencer sem ser tocado pelo detentor do cinturão da divisão até 61kg Por Combate.com — Jacksonville, EUA 08/05/2020 08h00 Atualizado há 2 horas São mais de três anos sem pisar no octógono. A última vez que Dominick Cruz atuou foi em 30 de dezembro de 2016, quando perdeu para Cody Garbrandt em disputa de cinturão. Neste sábado, ele volta a lutar pelo título, desta vez contra Henry Cejudo, no co-evento principal do UFC 249, em Jacksonville (EUA). O tempo afastado não parece preocupar o desafiante, que comparou seu estilo ao de Marlon Moraes, que foi o último oponente de Cejudo, e declarou que pretende vencer sem ser tocado pelo rival. - Alcance e espaço são as maiores diferenças. Marlon é um cara que fica muito na sua frente. Eu, não. Eu tenho muita experiência em wrestling, sei como sofrer nesse esporte. Os caras que ele venceu, Johnson e Benavidez, vieram do peso-mosca, e eu nunca estive nessa categoria, sei que eu não conseguiria. Henry conseguiu superar esses caras no wrestling, coisa que eu poderia fazer também, e eu sou mais alto que eles e que ele também. Tenho muito mais experiência em lutas de cinturão que Marlon Moraes, então acho que levo uma boa vantagem nesse aspecto. Eu vou entrar lá para finalizar a luta. O ideal é fazer o que Masvidal fez com Askren. Queria sempre fazer isso. Claro que quase nunca se consegue algo assim, mas é o objetivo. Se eu puder entrar lá e não ser tocado nenhuma vez, para mim seria perfeito. Eu venho trabalhando as minhas quedas, mas sem deixar de lado o jogo de chão e a trocação. estudei muito o estilo dele. Nós dois treinamos muito a luta agarrada, claro, mas acho que, se formos para a grade, acho que levarei vantagem contra ele - afirmou, em "Media Day" virtual promovido pelo Ultimate. Dominick Cruz disputa o título dos galos contra Henry Cejudo no UFC 249 — Foto: Evelyn Rodrigues O UFC 249 será diferente ao que Cruz está acostumado, já que acontecerá sem a presença de torcedores por conta da pandemia do Covid-19, mas o americano viu pontos positivos no fato. - Eu costumava ver o PRIDE, e as lutas eram muito silenciosas. Eu tinha muita curiosidade para saber como seria lutar em silêncio, ouvir os córneres dos meus adversários e os meus, ouvir apenas os sons do cage. Acho que agora eu vou conseguir sentir essa experiência. Apesar da confiança, Cruz reconheceu o favoritismo de Henry Cejudo, mas acredita que sua experiência em lutas por cinturão farão a diferença neste sábado. - Eu me sinto tratado por grandes profissionais. Tudo está limpo, perfeito. Parece que somos membros da realeza. Nem parece que existe o coronavírus. Todo mundo está mais simpático, atencioso e parece que todos estão todos a seu serviço. Tinha que ser assim sempre. Foi uma grande demonstração de profissionalismo do UFC. Nunca pensei ver isso na minha vida. Todos que aceitaram lutar nesse card têm muita coragem. Tivemos pouco tempo para nos preparar. Sei que sou o azarão nessa luta. Henry é o campeão, é o favorito. Mas estou entre os melhores desse esporte porque respeito meus adversários, sei quem eles são e treino forte para enfrentá-los e vencê-los. Estive no topo desse jogo por muito tempo, e tive que parar por conta de lesões. Fiz muito poucas lutas que não foram por cinturão. Estou acostumado a estar aqui. Com diversas lesões ao longo da carreira, Dominick Cruz quer deixar para trás o histórico e garantiu que está pronto para se manter ativo daqui para a frente. - Estou cortando peso, então não é muito legal. Mas meu corpo está bem. Nas minhas últimas lutas eu senti muitas dores nos ombros. Agora meus joelhos estão mais fortes que nunca, me sinto muito melhor que antes. Ter feito três lutas de cinturão em um ano me fez pagar um preço alto, que só agora terminei de pagar - concluiu. O Combate transmite o UFC 249 ao vivo, na íntegra e com exclusividade no dia 9 de maio, a partir das 19h15 (de Brasília), com o "Aquecimento Combate". O SporTV 2 e o Combate.com transmitem o "Aquecimento" e as duas primeiras lutas do card preliminar. O site acompanha todo o evento em Tempo Real. UFC 249 9 de maio de 2020, em Jacksonville (EUA) CARD PRINCIPAL (23h, horário de Brasília): Peso-leve: Tony Ferguson x Justin Gaethje Peso-galo: Henry Cejudo x Dominick Cruz Peso-pesado: Francis Ngannou x Jairzinho Rozenstruik Peso-pena: Jeremy Stephens x Calvin Kattar Peso-pesado: Greg Hardy x Yorgan De Castro CARD PRELIMINAR (19h30, horário de Brasília): Peso-leve: Donald Cerrone x Anthony Pettis Peso-pesado: Alexey Oleynik x Fabricio Werdum Peso-palha: Carla Esparza x Michelle Waterson Peso-médio: Ronaldo Jacaré x Uriah Hall Peso-meio-médio: Vicente Luque x Niko Price Peso-pena: Charles Rosa x Bryce Mitchell Peso-meio-pesado: Ryan Spann x Sam Alvey Assista ao melhor do mundo da luta no Combate! — Foto: Infoesporte
  8. Quem dera ele fosse um CR7 da vida, exemplo de disciplina e dedicação. Sem em alto nivel a mais de 1 decada no top 5 do mundo desportivo em geral.
  9. Bolsas baixíssimas, seloco como que um lutador se mantem... triste
  10. É... concordo com o seu ponto de vista, porém continuo achando um retrocesso