Lonely

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  1. Esse foi grande, viu. Muito agressivo, muito bom também.
  2. Não é normal, pô, tanto que o Cormier não conseguiu dar un takedown no Jones. Também não era normal dar um takdown no gordinho, medalhista olímpico de wrestling.
  3. Jones aplicou um takedown no Cormier qua do esse último ainda estava na ativa e não lembro do gordinho ter feito o mesmo. O wrestling do Jones é de outro mundo.
  4. Entendi, muito obrigado! Não sabia que os amadores ganhavam tanto assim na seleção nacional.
  5. Pq existe essa diferença, amigo? Eu nunca entendi a diferença entre amador e prof
  6. Ele fez 6 lutas em 2 anos. Poatan é lutador raiz, luta bastante e com frequência. Acho que esses caras de Muay Thai são todos assim.
  7. Nocaute esquisito, eu não entendi bem, pegou acima da cabeça? Só consegui ver por um corte ruim no YouTube.
  8. A do Shogun eu acho cabulosa, pensa bem: o cara da chute boxe, foi nocauteado e nocauteado bateu. Jon Jones brutal.
  9. É, mas não é assim que funciona na prática. Na prática: você tem muitos deputados que são corruptos ou corrompidos, geralmente a visão muito reduzida ao seu próprio reduto, e é o poder executivo que organiza e pressiona agendas para eles ou grupos de lobby.. além disso, o atual STF é composto praticamente por pessoas elegidas pelo mesmo partidos e com um processo de judicializsção do país (todo mundo joga tudo para lá), a força de decisão tem caído lá, ou seja, o povo tem condições muito limitadas de pressão justamente por estarem isolados e as decisões serem tomadas de maneira centralizada. Isso sem contar, claro, que quando um presidente é eleito, ele elege grande bancada ao poder legislativo, já que as pessoas votam por associação. E quando referendo foi respeitado? O de 2005 foi na prática? Até porque, quando um presidente é eleito, ele vai chegar ali com alguma agenda e aplicá-la. Não tem como fugir "Sem falar que a ultima vez que um presidente botou pressão no congresso, a gente BEM VIU o que aconteceu." Quando foi? Seus argumentos são acerca daquilo que deveria ser e pouco sobre como é, é por isso que disse que funciona nos Estados Unidos e não aqui. Lá realmente as instâncias menores tem maior impacto (e preocupam mais) as pessoas do que o presidente. Aqui é o inverso, não só por burrice, mas porque realmente a federação tem poder desproporcional. O problema do tráfico de drogas, por exemplo, ocorre justamente pelos problemas de: incapacidade das forças federais de pegar a droga antes de chegar no Brasil, as forças policiais têm problemas de lei nos seus estados, etc. E muito desses problemas vem da falta de liberdade local. No Brasil, a federação tem muito poder, e pouco localmente. E o meu argumento original era justamente apontando como o a federação e, or conseguinte, o presidente,tem uma influência elevada que não deveria ter no país. Deveria ter mais liberdade local para o sujeito realmente valorizar mais o prefeito ou o vereador, que na prática é aquilo que temos de mais próximo. Mas a ingerência federal tem consequências graves, incluindo na segurança. Não a toa, o Temer decidiu criar o Ministério de Segurança Pública, pois já estava claro que ia precisar de ações reunidas, pois só os Estados locais não davam conta. Que estranho, o secretário de seguranca do Rio de Janeiro: "Nesta terça-feira, o secretário de Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Luiz Henrique Marinho Pires, afirmou que houve migração de bandidos de outros estados para o Rio de Janeiro e atribuiu isso à decisão do ano passado do STF de regular as ações em comunidades do Rio. As operações não estão proibidas, mas entre as obrigações legais para a realização de incursões está a necessidade de comunicação ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), com antecedência ou até 24 horas após a após a ação "Começamos a reparar a migração dessas lideranças de uns tempos pra cá. E isso foi acentuando após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Fazer daqui o esconderijo deles é fruto dessa decisão. Estamos estudando essa questão, mas tudo nos leva a crer que isso se deve à decisão que limitou a ação das polícias nas comunidades”, disse Marinho Pires em entrevista coletiva." https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/05/25/fachin-ve-com-muita-preocupacao-operacao-policial-no-rio-que-levou-a-morte-de-24-pessoas-informa-stf.ghtml Mas tudo bem.
  10. Sim, cara, mas para o cara fazer policiamento, ele tem trocentas leis em cima, ordenamento jurídico, tem coisa que a própria PF poderia fazer, etc. O Rio de Janeiro mesmo, o STF proibiu a polícia subir o morro, o que está acontecendo? A violência aumentou, claro. "Mas aí é culpa do STF!!!" Quem colocou o iluministro? Quem poderia fazer pressão no Congresso para mudar as leis? Botar gente melhor no STF? É diferente do Estados Unidos, onde os Estados têm mais liberdade para colocar as penas que quiserem, pena de morte ou não, etc. Policiamento não é só polícia na rua. Policial tem que ter garantia jurídica, tem que ter uma jurisdição que o ajude, tem que ter gente dentro da política querendo ajudar a polícia, etc. Além da função do governador: bons salários, bom armamento, organizar inteligência, etc. Aqui no Brasil, o pessoal de Brasília resolve lá, e os governadores, cada a um a sua maneira, fazem o que podem. É tanto assim, que não existe diferença real entre os Estados, com exceção dos horrorosos. Brasil é no geral muito violento, com alguns piores, alguns um pouco melhores e outros terríveis. Essa liberdade estadual existia ANTES do Getúlio Vargas. Depois do Getúlio Vargas, o Rio e depois Brasília se tornaram o centro real do Brasil. Agora, é claro que tem governadores horríveis, no Rio começa com o Brizola. Mas a federação ajuda bastante nisso também.
  11. Seu argumento faz muito sentido... nos Estados Unidos. Desde o Getúlio Vargas, houve uma imensa centralização de poder e a federação interfere demais em todo o país. Então, por exemplo, na época do Moro, se começou a pegar muita cocaína, por quê? Porque tinha polícia federal na fronteira nas rotas de droga, então o recolhimento de cocaína era brutal e estava dando prejuízo aos traficantes do sudeste. Os estados no Brasil tem pouco poder, então acaba que o sujeito que estiver na presidência vai ter muita influência no resto do país, mais do que deveria. É claro que bons governadores conseguem fazer diferença, o Caiado, por exemplo, parece ser bom no quesito segurança, mas e as leis federais que influenciam todo o país? E os entendimentos do STF que atrapalham todo mundo? Por aí vai... Se o Brasil fosse mais o estado e menos a federação, ia acontecer como nos Estados Unidos: tem estado esquerdista e direitista, quem é esquerdista vive lá com os esquerdistas, quem é direitista vive entre os direitistas; aí, depois, é sócomparae quem está melhor ou pior. Aqui no Brasil é difícil de ter isso, por mais que exista diferença ideológica, os Estados ficam muito na média, com alguns horrorosos (tipo TJ).