Jaison79

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  1. Se desvirtuar o tópico falando mal do homem, o Timbozinho não se incomoda. Mas, se for ao contrário ( falar bem) ele pede arrego e chama a moderação. Kkkk Como disse e agora torno a dizer: “A turma da Ricksonfobia pira!”.
  2. Os relatos que o homem era de outro planeta são vários. E relato de grandes nomes do seguimento, como esse do Rani Yahya. A turma pira!
  3. Com exceção do meu, todos os comentários estão relacionados ao tema do tópico né!? A turma pira!
  4. O que me assusta não é o pangaré, mas sim o seu coice! Meu irmão, vá estudar um pouco de gramática e tratar a sua “Ricksonfobia” que depois conversamos. Tem um bom livro para tratar isso, tal seja: “respire uma vida em movimento”.
  5. Realmente é vergonhoso, amigo! Senão bastasse o que você falou, ainda por cima colocaram para produzir o filme o José Padilha, que foi responsável pela direção do Mecanismo", Narcos, "Ônibus 174" e a "Tropa de Elite". Esse pessoal é louco mesmo! E pior, é que está loucura não é só aqui, no EUA o livro dele está no top 10 dos mais vendidos. Não sei onde vamos parar com essa loucura e principalmente com a globolixo! Meu sonho é a globo falir com o canal combate e voltarmos à época que víamos o UFC pelo vídeo cassete.
  6. Parabéns pelas palavras, as colocou de forma elegante e sem ofender o Rickson, sua família e, tampouco, eu que o defendo, algo raro por aqui. Como já disse várias vezes nesse espaço: o que deve brigar são as ideias e não as pessoas! Nesse mesmo cotejo, uma frase atribuída a Voltare, diz mais ou menos assim: “Posso não concordar como uma única palavra sua, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la”. Dito isso, o parabenizo novamente pelo texto e apesar de não concordar com ele em absoluto, passo a dar a minha visão do assunto: Rickson é de uma época que o negócio não era televisionado e os embates se davam, principalmente, para comprovar qual era a melhor arte. Os embates ocorriam, inclusive, com os gracies fazendo eventos oferecendo dinheiro para lutadores que os vencessem As lutas foram ocorrendo e o Jiu Jitsu foi demonstrando a sua eficiência como a melhor arte num confronto “estilo contra estilo” e sem peso. Rickson por ser um exímio lutador da arte, vinha ganhando de todos os seus oponentes e, surpreendentemente, por finalização! Tanto que os adversários não queriam mais lutar com ele. Era comum ele muitas vezes ficar frustrado com isso e até parabenizar quem aceitasse lutar com ele. Diante desses fatos, como o Vale tudo só existia no Brasil e o Rickson ganhava de forma avassaladora de seus adversários, tanto no jiu jitsu como nos confrontos de “estilo contra estilo”, atingiu o estutus de maior do mundo! A partir daí, o mundo todo passou a querer lutar com ele e. no rio, começou-se a falar que tinha gente que poderia vencê-lo, como: Ruas, Hugo e outros. Assim, quando ele estava próximo de ir a o EUA, avisou que iria ao Boqueirão (templo da luta-livre), maior desafio para o jiu jitsu naquela época. Para tirar isso a limpo! Foi lá (na casa dos caras), e chamou pra porrada não só o Marcos e sim mais dois ou três pra fazer na hora, sem limite de peso, ou com qualquer restrição de Regras. Imagina a ousadia, valentia e o desaforo que foi isso. Ruas ficou quietinho e pediu tempo para treinar. O único que achou aquilo um absurdo foi o Hugo, que devolveu a visita e apanhou duas vezes; e o Tadeu que também disse que faria com dois três no peso dele. Naquela época ( era selva no rio), não tinha essa de preparar, todos estavam sempre preparados, o pau literalmente cantava! A coisa segue, talvez não cronologicamente dessa forma, - o Vale tudo fica suspenso por cerca de 10 a 15 anos no rio. Fato que, notadamente, prejudicou o Rickson em ter se testado mais. Após isso, começam a profissionalizar o negócio e surgir os grandes eventos, como PRIDE ( criado só pra ele ) e UFC. Os japoneses, na sua ótica, escolhem seus melhores lutadores e oferecem ao Rickson, que finaliza todos. Doravante, o Rickson já consagrado totalmente, manda entrar na fila, pegar a senha e pagar! Faria o mesmo!! E por ser considerado o melhor do mundo, começa a ser desafiado pelo campeões que vão surgindo. Rickson pede caro para valorizar o seu passe e, sobretudo, para a valorização do esporte, afinal a diferença em relação a bolsa do boxe era ainda mais abissal! Consegue o que quer e os japoneses trazem o Sakuraba, porém, ele é acometido de uma tragédia famíliar (morte do seu filho), e daí decide encerrar a carreira, quando, inclusive, já deveria ter encerrado, porque já tinha certa idade. Questão parecida que fez o russo khabibe também parar. Portanto, como coloquei ao longo dessa minha manifestação, para fazer uma abordagem da trajetória do Rickson, é preciso analisar vários aspectos, sobretudo, o contexto e a época que ocorreram. Utilizando-se de critérios que se usam hoje para avaliar, é impossível, pois naquela época, não era como é hoje. Poderia ter se testado mais, obviamente, que sim, porém, não o fez, quem perdeu foi o esporte, não ele! Era o cara da época (várias elementos históricos comprovam isso), o mundo todo queria ele e, senão bastasse isso, foi tão relevante que a Netflix resolveu botar um bilhão no filme dele, chamou o José Padilha e seu livro está no top 10 dos mais vendidos no EUA. Fraco o homem!? Como disse um aqui: “quem é o Rickson na fila do pão!” Kkkkk Mas a discussão é longa e existem ainda vários, mais vários outros aspectos que não abordei, que fica impossível eu abordar todos por aqui, uma pelo tempo e outra porque seria cansativo. Além disso, a questão envolve paixões, resistência da turma do stricker, tanto que um já me chamou pra porrada aqui. E eu como não sou bobo, como o Ruas, pedi tempo para treinar.Kkkkk Um fraternal abraço e gostaria de dizer que é um prazer dialogar contigo Muito educado! Parabéns!!
  7. Essa sua colocação envolve uma série de nuances, sobretudo, o contexto histórico, notadamente, o fato de que antes, era a era do Vale tudo e não do MMA. E nessa época, o negócio não era televisionado e, ainda, não tinha o glamour da era PRIDE e UFC e, mais ainda, no auge do Rickson, o Vale tudo ficou proibido no rio por cerca de dez anos, o que, obviamente, fez o Rickson ficar sem lutar. Rickson tinha o status de melhor do globo nessa época, tanto isso é verdade, que o mundo todo queria lutar com ele. Era o cara! foi no Boqueirão ( templo da luta-livre - na casa dos caras) e chamou pro pau o Ruas e mais dois três pra fazer na hora. Todos arregaram! Pensa na coragem do cabra! Ele era de uma época que o Jiu Jitsu dominava e, por ele ser o melhor da arte, era o top! Fato que embora não seja reconhecido por alguns brasileiros, é reconhecido pelos Americanos ( livro no top 10 de lá, isso sem verba publicitária) e, inclusive, pela Netflix que colocou um bilhão no filme dele. Mas, porém, todavia, o fórum aqui está certo, e a Netflix, José Padilha e os americanos que estão comprando os livros dele estão errados. Kkkkkkk
  8. Eu já respondi a sua pergunta várias vezes, porém, você não percebeu.