Potencia
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Tenho a impressão de que a quantidade e o tempo dos anúncios aumentou muito.
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PBP - UFC 317 - Topuria x Oliveira. Pantoja x Kara France
Potencia replied to André Filho's topic in Vale Tudo
Existem lutadores que prosperaram com um estilo de luta mais elusivo, como o Lyoto Machida. Era até especulada a Era Machida. Outros lutadores prosperaram justamente com um estilo mais ofensivo, onde se expõem mais, embora consigam resultados favoráveis, seja no chão ou na trocação. Essa é a imensa regra, no meu ponto de vista: Wanderlei Silva, Fedor Emelianenko, Charles Oliveira, Shogun, McGregor... Raríssimos lutadores reuniram a característica de terem o jogo adaptável o suficiente para "cozinharem o galo" enquanto mediam um pouco do estilo do oponente nos primeiros minutos do 1º round, até que pudessem adaptar e implementar a sua estratégia com inteligência (QI de luta). Esse é o caso de Anderson Silva, Jon Jones, Khabib Nurmagomedov. Charles Oliveira fez o que por inúmeras vezes deu certo e lhe trouxe sucesso. Tentou a trocação até o ponto em que pudesse levar o Topuria ao chão, o que aconteceu, mas sem a efetividade que tantas vezes tinha dado certo. Sofreu provavelmente um golpe acidental que lhe feriu o rosto. Mas para se aproximar para quedar, precisava encurtar, o que era justamente um dos grandes perigos ao lutar com o Topuria. Deu no que deu. O que quero dizer é que o que antes dava certo, em algum momento vai dar errado. Seja por algum erro de execução, seja pela idade, seja pelo jogo do adversário que não "casa". Anotem aí... Um dia vão criticar o Topuria, quando ele cair numa luta justamente por ter ... encurtado a distância para bater. Terão esquecido de todo o passado de seu sucesso. Ver as lutas do Charles sempre foram um ponto de emoção e, porque não dizer, de aprendizado. Ele acabou de ser homenageado no UFC Hall da Fama 2025 (prêmio comunitário), e detém até hoje recordes pra lá de notáveis: maior número de finalizações na história do UFC, maior número de vitórias por via rápida, maior número de bônus pós-luta, maior número de vitórias por finalização na divisão do peso pena. Esses dados embasaram a opinião que tenho: o melhor Jiu-Jitsu para o MMA até hoje foi o dele, embora existam outras questões. Só espero que o Charles saiba administrar com sabedoria os seus próximos passos, pois desejo que ele preserve a sua saúde. -
Acredito que o Ankalaev sabe que Poatan está necessitando de um pouco mais de tempo pra se recuperar de alguma lesão na mão, e finge que quer lutar desesperadamente com o Poatan, que supostamente estaria correndo. Na verdade, ele está mantendo a faixa de tempo mais estreita, pleiteando lutar no menor tempo possível, justamente para lutar com outro lutador. Só acho. Não tenho informação privilegiada de nada.
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Huahuahuahuahua Não é só o tempo que é implacável. Mas tudo bem. Aceito sua observação, que não é uma crítica.
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Ao ler o último trecho, onde citas que o tempo é implacável, e é mesmo, me lembrei dessa reflexão sobre o tempo.
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Acredito que não seja nada pessoal. A categoria dos moscas já chegou a ficar em risco, por conta da baixa demanda e apelo, por algumas vezes. Pra salvar a categoria, o lutador tem que ter uma dominância, carisma e atitude pra lá de diferenciadas, o que é muito raro de ser encontrado tudo num único lutador. Não duvidaria nada se em algum momento o Dana suprimir essa categoria dos seus quadros. Quanto à presença feminina, por sua vez, teve uma chance aumentada com a chegada da Kayla Harrison, que tem carisma e resultados de sobra pra manter a chama acesa. Esperemos pra ver no que dá
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Se o contrato dele prevê um aumento bem substancial, como ficaria no caso de ele precisar descer pra pegar lutadores menos ranqueados?
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Dúvida: se estará lá Charles do Bronx e Alex Poatan, me pergunto quem será a luta principal do UFC no Rio de Janeiro.
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Da luta do Poatan, achei um pouco injusta a cobrança um pouco exagerada com o brasileiro. O sujeito enfrentou um sujeito com uma carcaça maior (não falo de altura), com experiência no MMA, e que foi um cara que despachou pelo menos 3 aspirantes dos médios, que tentaram alçar vôos maiores nos meio-pesados: Rockhold, Adesanya e Jacaré. Todos sofreram bastante com o polonês. Eu já tava me preparando para uma derrota do Poatan, esperando alguma das limitações que poderiam surgir no decorrer da luta, e que saltaram aos olhos quando aqueles 3 lutaram com o Blachowicz. Para mim, eu não alivio tanto para o Poatan pelo fato de ele ter pouco tempo de MMA. Afinal de contas, o cara se apresentou e buscou acertadamente lutar com os tops. Afinal de contas, devido à idade, e também por sua história, ele tem que buscar a rapidez mesmo. Pois Poatan enfrentou uma situação completamente adversa, lutando contra um adversário que já deu claros indícios de que não queria correr riscos na trocação já reconhecida mundialmente. Suportou uma "mochilada" de um sujeito grande, com todo o esforço decorrente disso, seja pela fadiga de suportar o peso, seja de fugir das diversas tentativas de mata-leão, seja pela isometria. Tudo isso cobrou um preço muito alto a ambos os lutadores. As tentativas frustradas do polonês, na minha opinião, não poderiam de forma alguma dar margem a um 10x8. Chega o segundo round, e o visual do desgaste físico do Blachowicz ficava naturalmente mais evidenciado ainda que o do Poatan. Isso abriu caminho para um segundo round onde o brasileiro conseguiu começar a investir nos chutes baixos, que teriam maior efetividade numa luta de 5 rounds. Mas ainda assim servia para pontuar e dosar o desgaste já sofrido. Afinal de contas, aquele round era precioso. Perdê-lo seria praticamente perder a luta, visto que a contundência dos golpes ficava atenuada pelo desgaste físico de ambos. No terceiro round, ainda mais esgotado fisicamente, o polonês não tinha mais o mesmo ímpeto inicial, sua respiração quase saía do corpo sonoramente. Mas o Poatan também cansou. Dominou o centro do octógono, encaixou uma quantidade de golpes superior ao adversário, e de vez em quando também tomava alguns golpes. Naquela altura da luta, a consciência plena das situações de esquiva e de ataque ficavam confusas, daí as pessoas terem cobrado que esperavam mais dos lutadores. Se coloquem na posição deles. Difícil. Alguns poderiam pensar em dar uma importância à queda que poderia levar ao round para o polonês. Não tem nenhum absurdo nisso. Já eu entendi que aquela queda (diferente do 1º round), foi mais uma tentativa desesperada do polonês de atenuar o sofrimento em pé, tanto é que a efetividade do pós-chão foi quase nenhuma. Por isso, marquei o round também para o brasileiro. Até o fato de ter sido uma decisão dividida, eu achei justo. Afinal de contas, a luta foi parelha. Festejo a vitória. O brasileiro acabou de chegar numa realidade de peso diferente, pegando uma verdadeira pedreira, que já pleiteava a disputa do título. Nenhum pangaré. Poatan não foi o Super Homem, mas ao contrário da maioria, fiquei super contente com o desempenho dele. Eu queria uma dominância à la Jon Jones? Claro que sim, mas aí é até injusto, por pelo menos dois motivos. Charles do Bronx já entrou como azarão inúmeras vezes, lembram? Torço que o Poatan dispute e vença logo a disputa do cinturão. Depois, desça e marque o "acerto de contas" citado no pós-luta com o Adesanya. Quem sabe ele não venha a se tornar duplo campeão? E a gente reclamando por aqui... E olha que o Adesanya tem dominância real sobre quase todos os outros lutadores de sua categoria, mas ao encontrar o Poatan encontrou um verdadeiro desafio.
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Obrigado pela gentileza
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Alguém tem outro link fora esse?
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Agora que não tá mais por lá nem o Jon Jones nem o Cormier, que sobravam, agora é que seria a hora dele voltar pros meio pesados.
