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Dano Cardoso

Reportagem e entrevista com o Rickson (nova)

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Rickson Gracie, aos 49 anos, continua imbatível e, como se diz no vale-tudo, “marrento”. Ele é considerado a jóia da coroa da família Gracie, famosa no mundo inteiro por ter criado o “jiu-jitsu brasileiro”, uma série de técnicas de finalização e defesa pessoal baseada em alavancas.

Não é à toa que é conhecido internacionalmente como “A Lenda”. Em Manaus, no intervalo do seminário que reuniu centenas de lutadores, fãs explícitos, ontem, no Tropical Hotel, ele falou ao EM TEMPO sobre sua relação com Hollywood, onde treinou diversos artistas – é famoso o desfecho de “Máquina Mortífera”, onde Mel Gibson luta com o vilão “no braço” e vence com um golpe de jiu-jitsu, o “triângulo” -, a carreira e, principalmente, a luta que deve marcar a despedida. Kazuchi Sakuraba, conhecido como “o Exterminador de Gracies”, pelas vitórias seguidas sobre membros da família, recebe um recado direto: “Esse japonês está precisando levar um pau”. Rickson, para lutar, depende de bolsa acima da que levou o brasileiro Minotauro ao ringue, recentemente, calculada em US$ 1 milhão. Ou isso ou está aposentado. Eis a íntegra da entrevista:

Marcos Santos

Da equipe do EM TEMPO

marcossantos@emtempo.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

EM TEMPO - Como foi a recepção dos amazonenses, nesses dias em Manaus?

Rickson Gracie – Acho que foi muito boa. O nível do esporte no Estado é grande e acho que vim acrescentar alguns pontos que deixaram boa impressão. Como primeiro contato foi muito bom e estou muito feliz.

ET – O que foi dito de diferente em seu seminário?

Rickson – Estamos no intervalo, mas já falamos de posições básicas e intermediárias, mas com uma profundidade maior do que os alunos estão acostumados a ver. Fiz um refinamento que pegou a atenção de todos eles. Eles sentiram a eficiência de detalhes aos quais não estão acostumados.

ET – Quer dizer então que existe o famoso “pulo do gato”?

Rickson – Com certeza. E é invisível. Você tem que sentir. O jiu-jitsu é especial porque a movimentação pode até parecer igual, mas o sentimento da posição é diferente quando você “sente”.

ET – As posições básicas, como arm-lock e triângulo, ainda resolvem tudo ou é preciso algo mais?

Rickson – Não acredito em posições inovadoras. Essas aí podem parecer elementares, mas executadas com precisão milimétrica ainda são as mais eficientes.

ET – O Amazonas foi, durante muito tempo, o segundo maior pólo de títulos no jiu-jitsu do país. Como está hoje essa relação?

Rickson – Não tenho certeza porque também estou retornando há pouco tempo ao Brasil. Sei que o Rio é muito forte e São Paulo também. Se o Amazonas não for o segundo está muito perto. É admirável. Os atletas daqui têm talento à beça.

ET - Quais são os nomes do Amazonas que você conhece?

Rickson – Os irmãos Ribeiro, Xande e Saulo, Bibiano, Jacaré. Tem muita gente boa e eu corro sempre o risco de esquecer alguém importante.

ET – Você continua usando uma faixa-preta e seu pai tem uma faixa vermelha. Como você vê essa relação?

Rickson – Meu pai e a velha-guarda do jiu-jitsu, meus primos, tios e pais, mais alguns veteranos, como Hélio Vígio, João Alberto, Francisco Mansur e outros, são grandes mestres e merecem o título.

ET – O que você acha da atribuição da faixa máxima se dar fora do tatame?

Rickson – É a consagração de uma vida dedicada ao esporte. Eficiência tem um ponto. Ao ficar mais velho você não se torna mais eficiente, mas tem a sabedoria, a história e tudo isso é expressado na faixa vermelha, vermelha e preta. É uma condecoração de uma vida dedicada ao esporte.

ET – Seu irmão, Rollis, faixa-preta, morreu invicto. Alguns dizem que ele foi o seu paradigma, o exemplo que você seguiu...

Rickson – ...Sempre foi uma boa alavanca para chegar ao máximo. Infelizmente, ele partiu, como campeão da família e assumi a posição, que tenho procurado honrar da melhor maneira possível.

ET – Como se deu a sua entrada em Hollywood e como é a relação dos artistas com o jiu-jitsu?

Rickson – Depois que mudei para os Estados Unidos, em 1989, a gente começou a difundir o jiu-jitsu em vários segmentos, não só em departamentos como Polícia, DEA, Swat, Exército, Marines, Seals, Delta Force. Todos tiveram acesso ao jiu-jitsu e apreciaram muito, desde o início.

ET – Depois vieram os artistas...

Rickson - ...Com certeza. Não só na coreografia de alguns filmes, mas também pessoalmente. A coisa foi começando a fluir. Um grande pedaço do mercado americano prefere o jiu-jitsu a boxe e outras artes marciais, por tudo o que nós conseguimos construir.

ET – Quais artistas trabalharam com você?

Rickson – Mel Gibson, Chuck Norris e, agora mesmo, acabei de dar aulas para Ed Norton, no Hulk 2. Existe uma gama de atores, produtores e diretores, pessoas ligadas a esse mundo, como o esposo da Madonna, que passaram pelas nossas mãos.

ET – Como estão os preparativos para sua luta de despedida?

Rickson – Não depende de mim, mas de promotores que devem abraçar esse evento, como eu acredito que deve ser feito. Não tenho nada para provar e eles precisam coçar o bolso para eu ganhar o que mereço (risos). Se vou lutar ou não, depende dos promotores fazerem a parte deles, prepararem tudo devidamente. Meu compromisso é de fazer um superevento. Fora isso, estou fora. Já me aposentei.

ET – Dizem que Minotauro ganhou US$ 1 milhão, na última luta dele. Quando seria seu cachê para a última luta?

Rickson – Eu procuro manter isso fechado, mas seria algo mais que isso.

ET – O lutador Sakuraba, campeão do UFC, é conhecido como “o Exterminador de Gracies”, por ter derrotado vários membros de sua família. Esse apelido o incomoda?

Rickson – Sim. Seria um sonho poder finalizar a carreira lutando com Sakuraba. Ele tem esse apelido e eu tenho que viver com isso atravessado na garganta. Ele não lutou comigo e não poderia usá-lo. Esse japonês está merecendo levar um pau. Mas como a gente não tem tudo o que deseja, só me resta esperar que os promotores consigam as condições para nos reunir no tatame. Se não der, paciência.

ET – Qual o maior dos seus adversários?

Rickson – Respeito todos os meus adversários. Enfrentei muita gente valorosa. A pior situação foi na primeira luta, com o Rei Zulu, em Brasília. Foi meu primeiro vale-tudo, com um cara de 120 vitórias e quatro empates. Senti que meu cansaço estava me apavorando. Aos 10 minutos, quando terminou o primeiro round, voltei para o córner e disse para meu pai: “Acho que já está bom. Não agüento mais”. Meu pai (Hélio Gracie) nem ligou. Ele me disse: “Ele está tão cansado quanto você. Vai lá e resolve isso”. Eu disse: “Não, o negócio é sério mesmo. Está maior do que eu posso agüentar”. Aí ele me jogou um balde de gelo na cabeça e mandou eu voltar para o ringue. Parti para dentro, meio no empurrão, e venci em três minutos. Percebi que minha mente estava querendo me atrapalhar. A partir de então, eu passei a usar minha mente como minha aliada e não como inimiga, como aconteceu naquele momento. Não tinha uma deficiência técnica e nem física, mas mental.

ET – Muitos lutadores de jiu-jitsu se queixam que a imposição de tempo determinado para as lutas é prejudicial. Eles ainda preferem aquelas lutas sem tempo, que só terminavam quando um dos oponentes desistia. O que você acha?

Rickson – Claro que concordo porque, com tempo determinado, a explosão da luta pode fazer com que um cara com menos técnica e força explosiva possa fazer tudo o que tem naquele curto espaço de tempo. Quando não tem tempo, mesmo com uma pequena má continuidade, o lutador de jiu-jitsu, com as técnicas que o esporte oferece, pode sobreviver melhor. Com o tempo, o quadro vai mudando e o lutador de jiu-jitsu tem que partir para a explosão também. Sem tempo, o cara gasta a força e a técnica prevalece. Eu preferia que fosse desse jeito.

ET – Como atleta realizado, líder de um esporte de massa e consagrado internacionalmente, com dinheiro e mulheres, qual o conselho que você daria a alguém que esteja iniciando no esporte, como os amazonenses que estão partindo agora para o vale-tudo?

Rickson – Que não esqueçam da continuidade do trabalho. Sempre me dediquei muito ao esporte, como atleta, professor e entidade que procura valorizar o esporte e atletas como um todo. Minha missão continua rica de prazer, por contribuir para o desenvolvimento do esporte como um todo. Agora, procuro parceria para agregar serviço a comunidade do jiu-jitsu, que se espalha pelo mundo.

fonte: emtempo.com.br

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Eu achei excelente essa entrevista.

Edited by MaCeT

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Gostei da entrevista..salvo a parte referente ao Saku, é sempre a mesma ladainha...acho que o japones nem pensa mais no Rickson, ja enfrentou tantas feras do Vale tudo, verdadeiras batalhas contra adversarios de força muito superior e bastantes tecnicos..venceu, perdeu, enfim o japa tem muita coisa pra contar no mma. Arrisco dizer - com o risco de ser apedrejado - que pra mim quem nao merece mais enfrentar o japa e o Rickson.

Mas eu gosto de ver o rickson falando sobre jiujitsu...nessa area ele realmente fala com autoridade. Nem acho que ele deveria lutar mais, ja teve sua epoca..tem historia, o que fez ta feito, e se nao fez lutas que deveria ter feito, acho que agora nao teriam o mesmo peso de outrora, vemos pela luta do Taktarov contra o Kerr, nunca vai ser a mesma coisa. Enfim, eu até respeito o Rickson como o grande iconce de uma modalidade tao respeitada e praticada aqui e lá fora...mas esse respeito vai ta sempre mesclado com a decepção de na ter visto ele enfrentar alguns nomes que estiveram em atividade quando ele ainda ainda competia.

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Galerinha, vamo abrir o bolso pro cara lutar. Passou dos 50 já era, vamo aproveitar q ele ainda acha que dá. Vamos iniciar um movimento na internet??? VAQUINHA NO PORTAL.

Porra, eu dô 30 R$, e vc??

PS: Rickson é uma lenda, e a cada entrevista ele consegue agregar alguma coisa nova para nós praticantes. Sem dúvida é um grande mestre.

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Concordo com o amigo acima :

Quem não merece enfrentar o Sakuraba é o Rickson !!!

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Guest MalabiSabe
Gostei da entrevista..salvo a parte referente ao Saku, é sempre a mesma ladainha...acho que o japones nem pensa mais no Rickson, ja enfrentou tantas feras do Vale tudo, verdadeiras batalhas contra adversarios de força muito superior e bastantes tecnicos..venceu, perdeu, enfim o japa tem muita coisa pra contar no mma. Arrisco dizer - com o risco de ser apedrejado - que pra mim quem nao merece mais enfrentar o japa e o Rickson.
Concordo com o amigo acima :

Quem não merece enfrentar o Sakuraba é o Rickson !!!

[3]

Rickson é um fanfarrão!!!!

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porque que ele nao resolve essa parada com o sakuraba,se nao rolar um evento,a portas fechadas??

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Rickson Gracie, um samurai a serviço do jiu-jítsu

Maior lutador de jiu-jitsu de todos os tempos fala com exclusividade para o ipcdigital.com

Shizuoka, Hamamatsu - Osny Arashiro/ipcdigital.com

Músculos não lhe faltavam. Mas não movia um músculo da face. Não piscava os olhos. Parecia ter rosto de pedra. Encarou o adversário feito um felino a caçar sua presa. No menor descuido, deu-lhe o bote. Lembrava uma serpente naja indiana, de tocaia, traiçoeira, sem desperdiçar movimentos, até chegar a hora do ataque. Na primeira investida, ao tentar agarrar as pernas do oponente, ficou ajoelhado no tablado. Mesmo em posição inferior, investiu no adversário com o instinto de um touro miura, levantando os 95 quilos até o alto de sua cabeça e feito um saco de batatas, espatifou-o no tablado.

Veio então a luta no chão. Não mais parecia um felino. Não era mais um touro miura na arena. Nada lembrava da naja indiana. Era uma sucuri a estrangular sua presa. De onde vem tal técnica? Acaso teria aprendido com os animais? Um camaleão guerreiro, a mudar de estratégia conforme o perigo? Veio então o golpe de misericórdia. E a certeza de que essa técnica foi aprendida com a Dinastia Gracie. Um perfeito arm lock, a chave de braço com que Rickson Gracie derrotou Nobuhiko Takada no primeiro Pride realizado no Japão.

Os 47 mil espectadores aplaudiram aqueles 4 minutos e 47 segundos de luta, entre o maior lutador japonês de luta-livre da época e o maior lutador de jiu-jítsu do mundo, sob as regras do MMA (mixed martial arts, nome oficial do vale-tudo).

Passaram-se mais de uma década, desde aquele 11 de outubro de 1997. O local não é mais o Tokyo Dome, mas o Hamamatsu Arena, de Hamamatsu (Shizuoka), onde o legendário Rickson Gracie esteve durante o Golden Week, para prestigiar o torneio que levou o seu nome, Rickson Gracie Cup - International Jiu-Jítsu Championship 2008. Na ocasião, Rickson falou ao ipcdigital.com e entre outros assuntos, recordou sobre a sua participação naquele Pride 1, o maior evento de vale-tudo do mundo, que posteriormente foi vendido para as organizações do Ultimate Fighting Championship (UFC). .

ipcdigital.com: O significou para você ter sido a maior atração no Pride inaugural?

Rickson Gracie: Foi um momento muito importante da expansão do jiu-jítsu no Japão. Depois do Vale Tudo Japan Open, que era um evento pequeno, o Pride 1 foi o primeiro evento que realmente expôs o jiu-jítsu e a minha carreira para o grande público e isso se tornou um marco na minha vida. Ficar famoso no Brasil é interessante, mas eu sou brasileiro. E ficar famoso no Japão é superinteressante, porque sou um brasileiro que fincou uma bandeira do Brasil neste país e esse marco é importante e valorizo.

ipcdigital.com: O título de "maior lutador do mundo" lhe cai bem?

RG: Simplesmente faço o que tenho que fazer. Acredito no meu jiu-jítsu e na sua eficiência, que já foi comprovada nos ringues e nunca me decepcionei. Se sou ou não sou o melhor do mundo, isso não é exatamente o que estou correndo atrás. O fundamental é que me dou 100 por cento ao jiu-jítsu feito um moderno samurai. O samurai está a serviço de algo e eu estou a serviço do esporte. Vou seguir até esgotar minhas energias.

ipcdigital.com: Você confirma que detém 460 lutas sem derrotas?

RG: Pelo menos isso, porque muito das minhas lutas não foram contabilizadas. Em toda a minha vida "botei minha cara em jogo" e nunca perdi, seja em treino de garagem, desafios, briga de rua, sempre consegui vencer através da técnica. No meu coração sou invicto.

ipcdigital.com: Qual foi a luta na qual você passou mais dificuldades?

RG: Talvez a pior luta para mim tenha sido a primeira que fiz contra o Zulu. Na época eu não tinha experiência e o Zulu estava no top da sua carreira. Quando acabou o primeiro round eu estava exausto e no corner, eu disse "papai acho que não dá mais porque estou muito cansado". Meu pai nem me ouviu. Falou que ele estava mais cansado do que eu, jogou um pouco de gelo na minha cabeça e entrei de volta para mais três minutos de combate e venci. Aprendi com essa luta que o meu pior inimigo é a minha consciência e que não preciso ficar pensado que estou mal. Vou com tudo até o fim. Se a coisa dar errada, deu. Mas até então tem dado certo.

ipcdigital.com: Se pudesse escolher um adversário hoje, quem seria?

RG: Como eu não tenho mais nada que provar, acho que o adversário mais dramático seria o Sakuraba, porque ele vem tendo alguns resultados positivos com os Gracie (N.R. Sakuraba venceu quatro lutadores da família Gracie no Pride). E pessoalmente eu gostaria desse confronto, para saber se ele é tão bom assim mesmo, ou se foi um lapso do resto da família.

ipcdigital.com: O Sakuraba tinha uma camiseta escrita The Gracie Hunter (O caçador dos Gracie). Que recado mandaria para ele hoje?

RG: Eu diria que ele ganhou algumas, mas para ele ser realmente um matador de Gracie ele teria de lutar contra mim, porque acho que sou quem tem uma certa posição.

ipcdigital.com: Quanto à dinastia Gracie, também tem uma contabilidade? Quantos Gracie são hoje?

RG: Isso é engraçado! Há uns trinta anos, meu pai e meu tio Carlos tentaram reunir toda a família e ficamos numa casa talvez para mais de 150 pessoas mas não tinha nem uma porcentagem disso. Hoje em dia deve ter mais de 500 Gracie, sei lá! Tem gente na família que ainda não conheço. Dizem, oi tio tudo bem! Mas você é filho de quem?! Tem que pesquisar na árvore (genealógica).

ipcdigital.com: Por que o Rickson Gracie é considerado um semideus no Japão?

RG: A filosofia do jiu-jítsu está embutida em mim, não aprendi nos livros. Aprendi vestindo quimono como os meus alunos. Aprendi que a relação humana é profunda e com base nesse crescimento humano, fui ganhando experiência que pode servir de boa liderança a muita gente. E o povo japonês percebe detalhes e gosta de filosofia. E quanto mais me conheciam, mais percebiam que não sou simplesmente um lutador, mas uma pessoa que procura através de ensinamentos, valorizar o ser humano.

ipcdigital.com: Quem foi o maior, Bruce Lee ou Rickson Gracie?

RG: Bruce Lee foi um cara que trouxe para o mundo ocidental uma visão muito positiva para as artes marciais, muita filosofia nos filmes. Ele foi um motivador do código Bushido e fez muito pela arte marcial, embora nunca tivesse sido um competidor. Foi um filósofo, master em filosofia pela Universidade de Washington. Toda essa aura em torno do Bruce Lee eu tenho que respeitar porque ele foi um grande veículo para o desenvolvimento da arte marcial no mundo.

ipcdigital.com: Afinal de contas, você volta ou não para o ringue?

RG: Esse negócio de malhar, levantar ferros, tomar vitamina, acordar cedo para correr e treinar já estou cansado. Fiz isso a vida inteira. Deixa o Kron fazer isso nos próximos 20 anos, agora é com ele ...

Fonte: http://www.ipcdigital.com/ver_noticiaA.asp...mp;codSecao=467

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porque que ele nao resolve essa parada com o sakuraba,se nao rolar um evento,a portas fechadas??

Boa dica hein?? Já que ele quer saber se o japa é tudo isso... Botava fim nesse negócio.

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Foi-se o tempo dessa luta

Ela teria algum apelo se fosse logo após as surras que o japa deu na família toda.

Agora não tem mais graça. O Gracie beirando 50 anos, Saku com quase 40 e fígado de 85.

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Foi-se o tempo dessa luta

Ela teria algum apelo se fosse logo após as surras que o japa deu na família toda.

Agora não tem mais graça. O Gracie beirando 50 anos, Saku com quase 40 e fígado de 85.

Pode não ter o apelo comercial. Mais o rickson não pode morrer com isso na garganta, tem q seguir a frase do Renzo: - Vou morrer cagando nas calças, mas sabendo quem eu fui.

Não foi culpa dele, mas a família foi desonrada, e a vitória do Royce não foi convincente, ele tem que fazer esse último esforço, não por ninguém fora, mas por ele, pra saber se ele conseguiria. A situação tomou uma proporção que chega a fazer sombra na brilhante carreira do Rickson, e sei que provavelmente seria dificil ele conviver com isso, principalmente depois de ficar velho demais pra isso ser possível. A situação é maior que Rickson vs Sakuraba, são as idéias dele de jiu jitsu tradicional, da tradição e filosofia da família dele, contra o cross training e aplicar seu método contra alguém versado em jiu jitsu. Portas fechadas é a solução.

Hélio Gracie, mesmo velho encarou a luta contra o Waldemar por muito menos. O negócio é colocar o próprio na reta e chutar a bola pro Kron.

Edited by Lucifer Krieg

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Guest rambo1

cara essa luta contra o sakuraba e maior incognita não so pelo rickson mais pelo própio sakuraba, sakuraba faz lutas que todo mundo olha cara rickson morreria se lutasse com ele mas tem outras.. que o olha e não ei pq o rickson não pega o sakuraba e da logo um pau a exemplo o skau destruiu o quinto jackson atual campeão do ufc nem fudendo o rickson ganha do jackson, porém o saku fez akela luta ridicula com royce

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cara essa luta contra o sakuraba e maior incognita não so pelo rickson mais pelo própio sakuraba, sakuraba faz lutas que todo mundo olha cara rickson morreria se lutasse com ele mas tem outras.. que o olha e não ei pq o rickson não pega o sakuraba e da logo um pau a exemplo o skau destruiu o quinto jackson atual campeão do ufc nem fudendo o rickson ganha do jackson, porém o saku fez akela luta ridicula com royce

Isso não é incognita, chama: Jogo que não casa. E Royce é um lutador de nível. As pessoas avaliam muito mal as lutas, baseando-se apenas nos movimentos, esquecendo QUEM SÃO OS CARAS que estão lutando. O que faz toda a diferença. Uma coisa é encaixar uma Kimura em x, outra em Y.... Só tem idiota avaliando luta, do tipo: Ah, Royce perdeu pro sakuraba da primeira vez, então x, y, z... se esquecendo que o sakuraba era um lutador/atleta top do japão na época, o melhor do mundo, e o Royce foi lá, deu a cara à tapa e ficou provado que o saku não fechava a conta dele.

Edited by Lucifer Krieg

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