Rucci

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  1. Seu equívoco está em achar que respeitar o legado é o mesmo que bater palmas para os exageros. Se foi sempre tão fácil fazer fama a portas fechadas, batendo artistas marciais que não eram necessariamente lutadores profissionais, e sem ganhar nada por esses feitos, porque afinal seria tão complicado ganhar uma bela grana para mostrar isso contra adversários de maior nível em eventos públicos? Essa pergunta nunca foi respondida por nenhum deles, que diga-se, são todos praticantes, embora as histórias sejam muito famosas. Mas até aí, tem várias delas também sobre outras figuras do meio. Jiu jitsu é efetivo, como foi comprovado em competições de alto nível e ainda o é hoje, mas muito longe de ser infalível. Se você não consegue notar a diferença, bom, não há mesmo muito o que discutir...
  2. Liberação sob fiança em casos como esse normalmente ocorrem quando não há evidências ou, a partir da análise delas, não se considera que há risco para a sociedade. Nós não temos os dados que foram levados em consideração quando tomaram essa decisão e tem muitos casos em que há erros, mas é como eu disse, a investigação continua e não é porque alguém foi liberado sob fiança que essa pessoa se livrará do veredicto final.
  3. O velho da foto é o padrasto do cara acusado pelo Cain de ser o abusador. O abusador não foi ferido no tiroteio. A questão da fiança vale para qualquer cidadão se a justiça avaliar que não há evidências o suficiente para que ela seja negada, mas o julgamento e a coleta de provas segue do mesmo jeito com o sujeito sendo preso ou liberado após o veredicto quando tudo tramita como deve ser. Cain vai passar um bom tempo em cana, e a defesa dele apelar para o descrédito das autoridades responsáveis não vai ajudá-lo de nenhuma forma, provavelmente terá o efeito oposto. Aliás, o resultado da merda que ele arrumou tentando fazer justiça com as próprias mãos é o exato motivo pelo qual não se deve buscar esse caminho. Se o sujeito que ele perseguiu for culpado das acusações, que seja julgado e sentenciado de acordo, como deve ser.
  4. Nesse caso eu imagino que pela tua desaprovação você tenha talvez é fé na fábula do mestre invencível, presente em 9 em cada 10 artes marciais tradicionais. Que é basicamente o que foi colocado mais acima e é tão antigo quanto as academias que disputam espaço e, por óbvio, grana.
  5. Não há nada de respeitoso em não compreender o contexto do que é exposto e tentar desacreditar um interlocutor simplesmente por dizer o óbvio.
  6. O que me preocupa nesse embolo que está o topo da categoria dos leves é que, com a cinta vaga, o UFC pode querer forçar um retorno precoce do Charles e ele faria bem em se dar um descanso esse ano. A merda é que se oferecerem uma luta para ele antes de dezembro, que é a data que ele próprio definiu, e ele recusar podem colocar a cinta em jogo para outros caras disputarem.
  7. Tem um monte. Teve um lutador chinês que estava virando celebridade recentemente no youtube, saiu desafiando verbalmente um monte de lutadores que estão na ativa e dizendo que os venceria facilmente. Conseguiu marcar uma luta de boxe contra um ex lutador de MMA e na luta basicamente o que ele fez foi clinche praticamente o tempo inteiro. Quando o juiz separava ele basicamente andava para trás. Mas é o que eu falei, essas histórias fazem parte do negócio das artes marciais, você vê desde fraudes descaradas até lutadores profissionais puxando esse tipo de história para vender o seu peixe.
  8. Sim, isso é generalizado nas artes marciais e mais velho que Roma. O bom da era do MMA moderno é que você passou a ter uma noção real do que funciona ou não. Mas vê se isso resolveu a crença que a galera ainda tem nos Mac Dojos que prometem invencibilidade e ensinar aquelas técnicas secretas que o mestre aprendeu com um asiático misterioso que somente passou isso para ele? Enfim.
  9. Invencível só é quem não luta o o suficiente para perder. Essa mística em torno dos caras é a estratégia mais antiga de qualquer arte marcial para atrair praticantes. Vai desde os caras legítimos até o "Mestre da Morte". O Chael no canal do youtube dele comenta sobre isso, essa cultura do desafio nas artes marciais. Normalmente nas antigas ocorria quando um cara chegava num lugar novo e queria chamar atenção para o que ele estava oferecendo ensinar. Qual a forma mais eficaz de promoção? Fazer um evento onde ele poderia lutar e mostrar para um público considerável o que sabia fazer. Essa era uma estratégia, a outra são as histórias das centenas de lutas que ninguém viu. As vezes o cara computa como luta os treinos que ele fazia com a galera menos graduada e que ele, por motivos óbvios, dava passeio. Se não aconteceu de forma pública, sinceramente, é história. Sem ser público ninguém tem como atestar a qualidade dos adversários, o contexto das lutas etc. O único ponto que há em trazer esse tipo de história é promoção, ou seja, pura publicidade.
  10. Para a época dele ele certamente devia ser muito efetivo. Mas era um tempo em que o Jiu Jitsu não era tão difundido e o anti jogo não era tão desenvolvido. Hoje tá no vocabulário no mínimo defensivo de todo atleta que resolve se arriscar no MMA e, é como dizem, aço afia aço. Não acho que dê para comparar com os caras de agora que são muito mais diversificados, tanto defensiva quanto ofensivamente. Se o Eugênio Tadeu fez o Royler dobrar os joelhos numa luta a portas fechadas, ainda que não tenha finalizado a conta, imagina essa galera de agora que já cresce sabendo o feijão com arroz e muito mais de outras áreas? São duas realidades totalmente diferentes mas o presente não seria o que é se não fosse essa evolução que eles ajudaram a começar. Tem que tirar o chapéu, gostando ou não dos caras.
  11. Mas falando sério agora, acho o Kai bom, mas ele já tomou finalização por se afobar e ir para trocação franca depois de deixar o adversário fazendo a dancinha da galinha. Aliás foi até um cara que venceu bem no último fim de semana o último a derrotá-lo. Quando tá inspirado ele vai bem, mas tem de saber segurar a onda nessas horas para nadar com os grandes tubarões.
  12. Sei não, einh? Se a luta for na França eu acho que ele cai de cara.
  13. Assumiu a cagada da balança, ainda que não tenha declarado abertamente. Mas meio que garantir o Charles na disputa pela cinta vaga já apontava nessa direção. Ele costuma ser bem incisivo contra caras que não batem o peso.
  14. Sei de uma coisa, o Charles sai gigante dessa luta de hoje. Lutou contra um dos caras mais populares do UFC e definiu com classe no primeiro round. Apesar do anti-climax que foi essa destituição da cinta, isso também chama mais atenção para o personagem. Vi muita gente defendendo ele nos comentários de todos os canais em inglês que cobriam o evento e ele fez a bendita limonada no final.