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bom-ba-ye

Rizin 45 , 31 de dezembro de 2023, card final com as 17 lutas (+PV)

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2 minutos atrás, bom-ba-ye disse:

Mas o foco é o mercado japonês, que compra os ingressos cada vez mais caros e os PPV, se o Rizin focar para agradar o mercado externo não dá lucro.

Mas toda luta tem um história por trás, quem está fora não é interessante porque não entende, mas eu particularmente acho essa edição deste ano muito mais interessante do que a do ano passado, que tinha vários lutadores do Bellator que o Rizin trouxe a peso de ouro. As únicas lutas de estrangeiros que os japoneses gostam acabam sendo o dos estrangeiros radicados no Japão como o Roberto Souza ou Kleber.

 

 

Resumindo:" pra japonês ver"

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42 minutos atrás, afterforever disse:

Resumindo:" pra japonês ver"

Eu não engulo muito essa história de que o público jovem do Japão não se interessa por lutadores estrangeiros porque não acompanharam o Pride, culturalmente o japonês sempre gostou de luta, imagino que eles gostem de ver tudo, inclusive pela internet.

Eu acho meio "burrice" não levar lutadores estrangeiros por conta dessa suposta "falta de interesse" do público, quer coisa mais "interessante" para o público japonês do que ver os ídolos da casa vencendo os grandes nomes dos EUA/BRASIL/RÚSSIA/FRANÇA/NIGÉRIA ?

Eu acho que como disseram, essa nova tendência de preferir promover o evento através do  trash talk em detrimento da habilidade marcial faz com que o nível dos lutadores caia, e consequentemente os organizadores perdem a confiança neles, tipo, sentem que se fizerem um esforço pra trazer os estrangeiros tops, obrigarão a esse novo público japonês a assistir de camarote seus ídolos sendo derrotados um por um, como acontecia nos antigos Japan opens e aí o interesse que hoje é alto passe a cair, pois nenhuma nação gosta prestigiar um grande evento feito no país pra ver seus atletas perdendo.

Mas tem que arriscar porra, trazer atletas de fora o público gostando ou não, assim o nível sobe denovo, só surgiu um Sakuraba e outros japas duros no Pride pq antes nos Japan opens os japoneses eram escovados pelos gringos, esse intercâmbio obrigou eles a evoluírem nós anos 2000.

Mas mudando de assunto, que delícia essa japonesa de 52 anos.

 

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1 hora atrás, bom-ba-ye disse:

Mas o foco é o mercado japonês, que compra os ingressos cada vez mais caros e os PPV, se o Rizin focar para agradar o mercado externo não dá lucro.

Mas toda luta tem um história por trás, quem está fora não é interessante porque não entende, mas eu particularmente acho essa edição deste ano muito mais interessante do que a do ano passado, que tinha vários lutadores do Bellator que o Rizin trouxe a peso de ouro. As únicas lutas de estrangeiros que os japoneses gostam acabam sendo o dos estrangeiros radicados no Japão como o Roberto Souza ou Kleber.

 

 

Eu não gostaria de assistir eventos onde só tem brasileiro lutando, por mais que tenha uma história por trás,rivalidade de academias etc, uma vez ou outra tudo bem, mas se fechar totalmente a trazer atletas gringos só pra agradar o público é meio esquisito.

No Meca e no ivc sempre tinha boas rivalidades entre academias brasileiras, mas o que fazia o público vibrar e até esquecer as diferenças era quando aparecia um gringo duro, que por sinal eram desconhecidos no cenário mundial, estavam em início de carreira, tipo Mark kerr, Mike van arsdale, Kevin Randleman, Brandon Lee.

O público vibrava vendo Wanderlei Silva, Ebenézer Braga e Carlão Barreto enfrentando esses caras.

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25 minutos atrás, Ultimate Fighter disse:

Eu não gostaria de assistir eventos onde só tem brasileiro lutando, por mais que tenha uma história por trás,rivalidade de academias etc, uma vez ou outra tudo bem, mas se fechar totalmente a trazer atletas gringos só pra agradar o público é meio esquisito.

No Meca e no ivc sempre tinha boas rivalidades entre academias brasileiras, mas o que fazia o público vibrar e até esquecer as diferenças era quando aparecia um gringo duro, que por sinal eram desconhecidos no cenário mundial, estavam em início de carreira, tipo Mark kerr, Mike van arsdale, Kevin Randleman, Brandon Lee.

O público vibrava vendo Wanderlei Silva, Ebenézer Braga e Carlão Barreto enfrentando esses caras.

É bem isso... Todo evento que se propõe a ser razoavelmente grande quer ter lutas internacionais... Rizin é o Pride com receio de falir rs... E é o que acontece, Strikeforce, Bellator e o próprio Pride quebraram .. One acumulou dívidas... Não sei dizer como a PFL se mantém grande,os incentivadores devem ser gigantes... O UFC mesmo teve de ser vendido algumas vezes e correu o risco de acabar...

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2 horas atrás, Ultimate Fighter disse:

Eu não gostaria de assistir eventos onde só tem brasileiro lutando, por mais que tenha uma história por trás,rivalidade de academias etc, uma vez ou outra tudo bem, mas se fechar totalmente a trazer atletas gringos só pra agradar o público é meio esquisito.

No Meca e no ivc sempre tinha boas rivalidades entre academias brasileiras, mas o que fazia o público vibrar e até esquecer as diferenças era quando aparecia um gringo duro, que por sinal eram desconhecidos no cenário mundial, estavam em início de carreira, tipo Mark kerr, Mike van arsdale, Kevin Randleman, Brandon Lee.

O público vibrava vendo Wanderlei Silva, Ebenézer Braga e Carlão Barreto enfrentando esses caras.

Po mas comparar a época de Meca e IVC e o o local onde ocorreram os eventos com o mercado japonês é complicado, né?

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4 minutos atrás, Andrey disse:

Po mas comparar a época de Meca e IVC e o o local onde ocorreram os eventos com o mercado japonês é complicado, né?

Complicado em que sentido?

Meca e IVC eram eventos nacionais,com rivalidades interessantes entre brasileiros, mas que se ficassem só naquilo seriam meio cansativos, uns gringos as vezes vinham pra dar uma abrilhantada no evento, se bem que o meca acho que não tinha muito gringo e acho que por isso durou menos que o IVC.

então vamos dar outro exemplo, imagine se o UFC fosse um evento só pra americano ver, muito hambúrguer e coca cola pra plateia e apenas lutas entre americanos, alguns Freaks, outros influencers, alguns lutadores de verdade, quem se interessaria por aquilo?? Acho que nem mesmo os americanos, é que japonês é um ser diferente mesmo.

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7 minutos atrás, Ultimate Fighter disse:

Complicado em que sentido?

Meca e IVC eram eventos nacionais,com rivalidades interessantes entre brasileiros, mas que se ficassem só naquilo seriam meio cansativos, uns gringos as vezes vinham pra dar uma abrilhantada no evento, se bem que o meca acho que não tinha muito gringo e acho que por isso durou menos que o IVC.

então vamos dar outro exemplo, imagine se o UFC fosse um evento só pra americano ver, muito hambúrguer e coca cola pra plateia e apenas lutas entre americanos, alguns Freaks, outros influencers, alguns lutadores de verdade, quem se interessaria por aquilo?? Acho que nem mesmo os americanos, é que japonês é um ser diferente mesmo.

Eu falei em comparar com a situação do Japão.

 

E hamburguer é alemão, rsss

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Em 12/22/2023 at 1:58 PM, Rappa Hemp disse:

Tem uma cinquentona ali p enfrentar uma garota de 26 invicta.  Esses casamentos bizarros ainda prevalecem.   No mais, é um evento q deve revelar mtos talentos nos pesos mais leves.

Kkk 49 na verdade, mas a bizarrice nunca vai sair de moda no Japão

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27 minutos atrás, Ultimate Fighter disse:

Entendi (mentira)

Mercado japonês de 2022, 2023 é outro mundo comparado ao mercado brasileiro da década de 90 e início dos 00.

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5 horas atrás, Ultimate Fighter disse:

Eu não gostaria de assistir eventos onde só tem brasileiro lutando, por mais que tenha uma história por trás,rivalidade de academias etc, uma vez ou outra tudo bem, mas se fechar totalmente a trazer atletas gringos só pra agradar o público é meio esquisito.

No Meca e no ivc sempre tinha boas rivalidades entre academias brasileiras, mas o que fazia o público vibrar e até esquecer as diferenças era quando aparecia um gringo duro, que por sinal eram desconhecidos no cenário mundial, estavam em início de carreira, tipo Mark kerr, Mike van arsdale, Kevin Randleman, Brandon Lee.

O público vibrava vendo Wanderlei Silva, Ebenézer Braga e Carlão Barreto enfrentando esses caras.

mas se vc ver o card desta edição tem o Juan Archuleta, Dodson, Morales, mas creio que a partir do ano que vem a tendencia eh trazer mais lutadores de fora, estas edições de fim de ano costumam ser algo a parte, mais voltado para o Japão. Porque no plantel do Rizin tem inúmeros lutadores estrangeiras sobre contrato. 
Como já comentei em outro post, a pandemia impediu a entrada de lutadores estrangeiros e nesse período surgiram as estrelas japonesas, que com as redes sociais alavancaram a audiência e lucro do Rizin. Sakakibara disse semana passada que continuaria utilizando alguns lutadores devido a sua influência, mas não ia deixar de trazer lutadores de outros países.

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3 horas atrás, Ultimate Fighter disse:

Complicado em que sentido?

Meca e IVC eram eventos nacionais,com rivalidades interessantes entre brasileiros, mas que se ficassem só naquilo seriam meio cansativos, uns gringos as vezes vinham pra dar uma abrilhantada no evento, se bem que o meca acho que não tinha muito gringo e acho que por isso durou menos que o IVC.

então vamos dar outro exemplo, imagine se o UFC fosse um evento só pra americano ver, muito hambúrguer e coca cola pra plateia e apenas lutas entre americanos, alguns Freaks, outros influencers, alguns lutadores de verdade, quem se interessaria por aquilo?? Acho que nem mesmo os americanos, é que japonês é um ser diferente mesmo.

Essa é a explicação para o japonês não se interessar pelo UFC e o último UFC Japan ter sido um fracasso…😄

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19 horas atrás, Ultimate Fighter disse:

 

Mas mudando de assunto, que delícia essa japonesa de 52 anos.

 

Uma curiosidade para quem é das antigas, a Yamamoto Miyuu, que na verdade tem 49 anos, foi casada com o ex-lutador do UFC e Pride Enson Inoue no início dos anos 2000, antes disso foi casada com o jogador profissional de futebol Nobuyasu Ikeda. Após se separar de Enson se casou com o esquiador olímpico Akira Sasaki. Atualmente está casada desde 2020 com o lutador de MMA Kyle Aguon, 14 anos mais novo. Seu filho Arsen também é lutador de MMA do Rizin. Miyuu é tri-campeã mundial de Wrestling e 8 vezes campeã japonesa , se classificou para as olimpíadas do Rio, mas foi impedida por problemas na documentação.

Ela é naturalizada Canadense, e mora atualmente em Guam.

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