Vitor Azevêdo

Membros
  • Content Count

    44
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by Vitor Azevêdo

  1. O canal Combate vai exibir com exclusividade no Brasil os eventos desta temporada da PFL, a ‘Professional Fighters League’. Nomes como o americano Anthony Pettis (ex-campeão peso-leve do UFC), a ex-judoca e bicampeã olímpica americana Kayla Harrisson, além dos brasileiros Cézar Mutante, Antônio Carlos ‘Cara de Sapato’, e o recém-contratados Fabrício Werdum (ex-campeão peso-pesado do UFC), estarão em ação nos eventos da organização, com transmissão ao vivo do Combate e cobertura do Esporte da Globo em todas as suas plataformas. "Nosso objetivo é oferecer o melhor do mundo dos esportes de combate para a audiência apaixonada do Brasil. A Professional Fighters League reforça nosso portfólio e nos deixa muito empolgados com a oportunidade de oferecer um ótimo conteúdo para os fãs brasileiros que, com certeza, irão se envolver com a competição e apoiar os atletas", diz Rafael Gruenbaum, Head de Esportes de Combate & Canal Combate Disputada em um formato diferente do UFC, a PFL tem uma temporada regular e playoffs para definir o campeão em cada uma das seis divisões de peso. O primeiro evento da temporada 2021 acontece no dia 23 de abril, em New Jersey, nos Estados Unidos, com a presença dos brasileiros Natan Schulte, bicampeão peso-leve, e Sheymon Moraes, pela categoria peso-pena. http://www.antenadosnaskyecia.com/2021/03/combate-adquire-os-direitos-de.html
  2. Ex-campeão peso-pesado do UFC, Junior Cigano deixou o evento por onde lutou durante quase 13 anos. Em entrevista ao Combate, o lutador contou como foram seus últimos meses na organização e criticou a forma como aconteceu sua saída do Ultimate. Junior Cigano — Foto: Getty Images - O jeito como a luta (contra Ciryl Gané) acabou roubou totalmente a minha atenção, eu esqueci de tudo ao meu redor e fiquei pensando naquela sacanagem que estavam fazendo comigo. Na minha opinião, a melhor palavra para explicar isso é essa: sacanagem. Foi do jeito que foi. Agora, eu já estava esperando uma decisão nesse sentido do UFC, eles não respeitam história, não respeitam nada. Doze, treze anos na companhia, sempre dando o meu melhor e contribuindo com o esporte, mas para eles é apenas um negócio. Eu estava vindo de concussão, assim como estava vindo também na luta com o Gané. Perigosa, foi com um golpe ilegal na nuca. Eu vindo de concussão e eles pediram que eu fizesse uma luta no dia 27 de março, contra o (Marcin) Tybura. Há 20 dias, alguma coisa assim. Eu falei: “Caramba, não dá. Eu vou lá para perder de novo? Parece que estão querendo me usar de escada para os caras, pois não estão me dando tempo de nada.” Vindo de uma concussão, achei até sem noção essa proposta. Eu neguei, então eles falaram que numa votação decidiram por me afastar, encerrar o meu contrato. Foi uma situação bem estranha e complicada, na verdade. Na entrevista a seguir, Cigano conta como tem sido o início desta nova fase de sua carreira, admite que problemas psicológicos podem ter comprometido seu desempenho nas últimas lutas, além de revelar mais detalhes sobre sua saída do UFC e como viu o convite do campeão peso-pesado do Bellator, Ryan Bader, para que ele integre sua organização. Veja abaixo: Você estava no UFC desde 2008. Como tem sido essas primeiras semanas fora da organização? É uma situação nova, fazia muito tempo que eu não me sentia assim. Posso te falar com sinceridade que eu estou gostando bastante da sensação. Como comentei anteriormente, estou me sentindo até rejuvenescido É aquele negócio, comparando assim, é como se você tivesse com uma namorada por 12, 13 anos, de alguma forma acaba a relação, e você nota várias outras meninas interessadas em você. Eu percebo isso, graças a Deus, sempre fizemos um trabalho muito sério, dando o nosso melhor, e estou gostando bastante das oportunidades que estamos ouvindo por enquanto. Estamos esperando a poeira baixar, tendo calma para a decisão, minhas decisões, principalmente diante de resultados negativos. Eu queria ter logo um próximo objetivo, uma luta marcada para poder focar nela. Sem pensar, sem tempo para relaxar. Desta vez, estamos tirando um tempinho para colocar a cabeça no lugar, observar bem o que está acontecendo, as oportunidades que estão chegando para tomar uma decisão e seguir em frente. Sua ideia é tirar o primeiro semestre para descansar e negociar seu próximo contrato ou já toparia uma luta nestes próximos meses? Vai depender muito das negociações que estamos fazendo. Eu estou treinando todos os dias, esse é o meu estilo de vida, na verdade, não consigo ficar sem. Amo fazer isso e treino todos os dias, fazendo um treino por dia só, mas não parei. Caso apareça uma boa oportunidade ou luta que seja interessante, estarei pronto. Porém, não com pressa, nem correndo atrás de fazer uma luta acontecer, nada disso. Estamos calmos, avaliando tudo e vendo qual será o próximo passo. O Ryan Bader é o campeão peso-pesado do Bellator e abriu as portas para você lá... Ryan Bader é um cara bastante perigoso, ele tem uma mão pesada, bate muito forte, é do wrestling. Sinceramente, acho que faríamos uma grande luta. Interessante ele se mostrar disposto a poder estar me enfrentando numa futura luta, e quem sabe, vamos ver como as coisas caminham junto do Bellator. Seria bastante interessante poder enfrentar o campeão do Bellator. Eu sei da empolgação dele, como campeão ele tem que estar empolgado mesmo, mas acredito que o nocautearia. Em sua última luta, Cigano foi derrotado por Ciryl Gané — Foto: Getty Images Em toda sua carreira, você nunca havia emendado derrotas seguidas. Neste final de sua passagem pelo UFC, você teve quatro consecutivas. O que deu errado? É uma fase ruim? O alto nível dos adversários deixa os combates mais abertos? Com certeza, o alto nível existe, mas é difícil avaliar a situação com certeza, sabendo exatamente o que aconteceu, pois a gente não sabe. Sempre treinei bastante e me dediquei ao máximo. Muitas coisas acabaram mudando em minha vida, novos momentos acabaram acontecendo. Eu sou um cara muito feliz, tenho uma família linda, uma carreira maravilhosa, graça a Deus, então tudo na minha vida é legal. Mas às vezes a gente perde um pouco o foco do que realmente é o objetivo principal, vamos dizer, que no caso seria a carreira. É uma questão de aprendizado. Lidar com esses novos momentos, lidar com esses novos sentimentos, a forma como reagir a tudo. Eu mudei nesse sentido, principalmente, depois que meus filhos chegaram, de como eu absorvo e reajo a todas as coisas ao meu redor. Sempre, óbvio, pensando neles. Acaba refletindo de alguma forma na carreira. Não estou dando desculpa nenhuma. Pelo contrário, meus adversários foram excelentes, conseguiram o objetivo deles. Mas eu tenho 37 anos, me sinto bem, e posso dizer com certeza que provavelmente estou numa das melhores formas da carreira, senão a melhor. Estou com mais experiência, mais inteligente, sabendo treinar melhor. Sei que faremos muito barulho. Se você acompanhar meu treinamento na academia, meu dia-a-dia... Estou muito bem, me sinto empolgado, eu amo fazer o que faço. Sair na porrada na academia, com a galera, é muito bom. Com plena certeza, falo que tenho muita lenha para queimar ainda. Em breve, eu pretendo e espero poder comprovar isso. Você falou de pressão psicológica na semana da luta, mas você é um lutador muito experiente, certamente está acostumado com essas situações. Como foi isso? É pressão psicológica mesmo, é difícil explicar exatamente o que acontece, mas é uma pressão forte que acaba te tirando o foco do que realmente deveria estar prestando atenção, a luta. Acaba te colocando numa situação defensiva, e não agressiva, de ataque. É como eu tenho me sentido nessas últimas lutas, tenho tentado agir de uma forma a me cuidar mais, acho que isso é claramente notável. Ou seja, agindo mais na parte defensiva do que atacando meus oponentes e impondo a minha estratégica, força. Superficialmente, é isso. Mas temos trabalhado forte, e que bom que identificamos essa situação. Tem coisas que às vezes ficaram no passado, mas não foram bem resolvidas. Tudo na nossa vida temos que entender de uma forma boa. Pelo menos eu tinha o costume de ignorar as coisas que me chateavam e acabavam me perturbando, e isso é um problema. Acaba se tornando um peso para as suas coisas. Você tem que resolver as situações na sua vida e seguir em frente. Quando não existe solução, é necessário aprender a atender aquela situação como um acontecimento benéfico para a sua vida. Conversando com essa doutora, tive esclarecimentos bem legais sobre minha própria vida e estou muito feliz. É por isso que estou empolgado de dar o próximo passo é seguir em frente. A sensação é de liberdade, de poder estar ouvindo nossas propostas e situações ao redor. Até sobre boxe estamos conversando, vamos ver o que vai acontecer, mas estou bem feliz em relação a isso. Assim que saiu a notícia da sua saída do UFC, naturalmente a questão desta sequência negativa de derrotas já foi levantada como o principal fator, mas também aconteceu uma situação de que você não teria topado fazer uma luta em cima da hora. Como foi isso? A minha luta com o (Ciryl) Gané já foi em cima da hora. Eu estava no Brasil e voltei para os Estados Unidos algumas umas semanas antes da luta, não teria o tempo suficiente, dois meses e meio, que eu preciso para estar pronto para uma luta. Principalmente se eu não estiver numa constante de treinamento. Me ofereceram, eu não falei que não, eu não nego oponentes. Só pedi que a luta fosse em janeiro, mas eles disseram que eu precisaria lutar no dia 06 de dezembro, precisavam que eu lutasse nessa data, e como eu estava vindo de três derrotas, se eu não lutasse, provavelmente eles iriam me dispensar. Eu falei: “Po, você não está me dando uma opção então, você não está perguntando se eu quero lutar, mas dizendo “Você vai lutar nesta data, esteja pronto ou não”. Não posso dizer que eu não cheguei pronto, pelo contrário, meu corpo tem uma memória muito boa, eu me dedico sempre aos treinos, tenho um estilo de vida bastante saudável, não posso dizer que não estava pronto. Mas não foi o ideal para chegar numa luta contra um cara duro como é o Gané. Mesmo assim fomos para a luta, e aconteceu tudo que aconteceu, principalmente da forma como foi. O jeito como a luta acabou roubou totalmente a minha atenção, eu esqueci de tudo ao meu redor e fiquei pensando naquela sacanagem que estavam fazendo comigo. Na minha opinião, a melhor palavra para explicar isso é essa: sacanagem. Foi do jeito que foi. Agora, eu já estava esperando uma decisão nesse sentido do UFC, eles não respeitam a história, não respeitam nada. Doze, treze anos na companhia, sempre dando o meu melhor e contribuindo com o esporte, mas para eles é apenas um negócio. Eu estava vindo de concussão, assim como estava vindo também na luta com o Gané. Perigosa, foi com um golpe ilegal na nuca. Eu vindo de concussão e eles pediram que eu fizesse uma luta no dia 27 de março, contra o (Marcin) Tybura. Há 20 dias, alguma coisa assim. Eu falei: “Caramba, não dá. Eu vou lá para perder de novo? Parece que estão querendo me usar de escada para os caras, pois não estão me dando tempo de nada.” Vindo de uma concussão, achei até sem noção essa proposta. Eu neguei, então eles falaram que numa votação decidiram por me afastar, encerrar o meu contrato. Foi uma situação bem estranha e complicada, na verdade. Um desmerecimento, me senti como um soldado de uma tropa que sempre lutou por determinado ideal, o nosso esporte, fazer o nosso esporte cada vez melhor, eu fazia parte desse batalhão, um soldado assíduo. Competimos uns contra os outros, os atletas, mas lutamos sempre pela mesma causa, que é fazer o nosso esporte melhor. Ou seja, parte de um batalhão, uma tropa ofensiva para torná-lo cada vez melhor. O jeito que eu sentia… fui um soldado machucado no campo de batalha, e em vez de ser ajudado a sair, fui deixado para trás para morrer ou o que for. Mas como bom soldado e resistente que sou, estou pronto para surpreender de novo e seguir em frente. Posso ter pedido uma batalha, mas a guerra é muito maior do que isso. Ao contrário de alguns anos atrás, há bons desafios atualmente para enfrentar fora do Ultimate. Por isso estou tão empolgado, tenho gostado das conversas que temos tido, vamos ver o que está por vir, mas sem dúvidas, algo bastante legal. O próprio PFL, Bellator, vários eventos estão fazendo um trabalho legal. Uma das coisas que também me deixou empolgado foi o boxe, hoje em dia, vários caras desses de youtuber estão fazendo lutas de boxe, quero lutar um boxezinho. É a minha praia, o que eu gosto realmente de fazer, e caso role uma oportunidade nesse sentido, ficarei feliz. Mas a minha intenção principal é seguir em frente, como eu falei, tenho 37 anos, me sinto excelente, muito bem. Apesar dos resultados negativos pela parte psicológica, fisicamente eu estou muito bem. Trabalhando para ficar bem na parte da cabeça. Vamos em frente, fazer isso acontecer e participar de novas grandes lutas, tem vários excelentes atletas esperando por boas batalhas. Essa é a minha grande vontade, claro, de poder competir de novo. A galera que sempre me apoiou e gosta de ver o Cigano lutando, pode ficar preparada que em breve novas notícias chegarão. Seguimos na luta, como se fala aí. Em breve, faremos a coisa acontecer de novo. https://globoesporte.globo.com/combate/noticia/cigano-avalia-novos-desafios-e-conta-bastidores-da-saida-do-ufc-nao-respeitam-a-historia.ghtml
  3. Aconteceu de tudo no evento "AMC Fight Nights", realizado na cidade de Sochi, na Rússia. Com cinco brasileiros escalados para se apresentarem, entre eles o veterano Zuluzinho, de 180kg e 1,94m de altura, o torneio contou com momentos curiosos. De lesão durante a luta a desafio entre lutadores com 100kg de diferença de peso, passando por um lutador abertamente nazista sendo nocauteado no primeiro round. Zuluzinho derruba Yusup Shuaev no, AMC Fight Nights em Sochi — Foto: Reprodução/Youtube Confira no resumo abaixo: Zuluzinho confuso Aos 42 anos de idade, o veterano Zuluzinho, que ficou famoso pelas lutas que fez no PRIDE, quando enfrentou até mesmo a lenda russa Fedor Emelianenko, encarou o russo Yusup Shuaev. O brasileiro teve um ótimo momento na luta ainda no fim do primeiro round, quando acertou um cruzado que levou o rival à lona. Acreditando ter nocauteado Shuaev, o gigante maranhense festejou se jogando no chão, mas foi alertado pelo seu córner de que o árbitro o separou do rival porque o round havia acabado. No fim, o russo acabou sendo declarado o vencedor, e Zuluzinho não se conformou. Zuluzinho, MMA, AMC Fight Nights — Foto: Reprodução/Youtube - Não acho que foi certo. Ele sofreu um knockdown, e depois ficou fugindo a luta toda. Correu. Eu não sou preparado para correr, e sim para lutar. Na minha opinião eu venci - disse. Após a entrevista, o brasileiro foi desafiado por um atleta russo de 80kg - 100kg a menos do que ele - e aceitou imediatamente, colocando-se em posição de combate. A luta, no entanto, ainda não está acertada oficialmente. Lutador nazista é nocauteado Apologista do nazismo, com diversas tatuagens da suástica espalhadas pelo corpo, o peso-meio-médio russo Mikhail "Pitbull" Turkanov foi nocauteado nesta terça-feira pelo daguestanês invicto Alibeg Rasulov no card preliminar do "AMC Fight Nights", realizado na cidade de Sochi. Turkanov não economizou nas caretas durante a apresentação, mas acabou sendo superado por Rasulov, que aumentou seu cartel invito para 11-0. Ex-UFC Márcio Pedra perde no primeiro round A noite também não foi boa para o ex-UFC Márcio Pedra. O peso-médio brasileiro encarou o russo David Barkhudaryan, e não fez frente ao oponente, sendo nocauteado no primeiro round. Adriano Rodrigues é finalizado por ex-campeão do Bellator Na luta principal, o carioca Adriano Rodrigues, campeão peso-médio do Shooto Brasil, foi finalizado aos 4m38s do primeiro round pelo russo Andrey Koreshkov, ex-campeão meio-médio do Bellator. Rodrigues até acertou alguns chutes baixos no início, mas Koreshkov logo o agarrou e levou a luta para o chão. Lá, progrediu rapidamente para uma montada e golpeou duramente até o carioca ceder as costas. Dali, pegou o braço esquerdo numa chave e finalizou a luta. Brasileiro quebra o braço e cinturão fica com russo O peso-meio-médio Gustavo Erak enfrentou o russo Vladimir Egoyan, e mesmo tendo fraturado o braço no primeiro round, suportou a luta até o quarto round, quando os médicos decidiram suspender o combate. A luta valia o cinturão da categoria, e Erak relutou em aceitar a paralisação. No fim, foi aplaudido pelo público e pelo adversário, que sagrou-se campeão. Confira os resultados das principais lutas do evento: Andrey Koreshkov venceu Adriano Rodrigues por finalização aos 4m38s do R1 Vladimir Egoyan venceu Gustavo Erak por nocaute técnico (interrupção médica) aos 3m08s do R3 Yusup Shuaev venceu Zuluzinho por decisão majoritária David Barkhudaryan venceu Márcio Pedra por nocaute técnico aos 2m19s do R1 Badmatsyren Dorzhiev venceu Rildeci Dias por decisão unânime Alibeg Rasulov venceu Mikhail Turkanov por nocaute técnico aos 3m04s do R1 https://globoesporte.globo.com/combate/noticia/zuluzinho-confuso-lutador-nazista-nocauteado-e-derrotas-brasileiras-marcam-evento-russo-em-sochi.ghtml
  4. Quis fazer essa postagem com um sentimento de nostalgia pelo MMA, tenho 24 anos, e sempre tive tv a cabo mas não tinha acesso ao Combate, a operadora de tv a cabo da minha casa da época, estava com alguns problemas loucos de sinal, e o Combate ficou aberto, passava pelo canal, mas não tinha interesse, até que no dia do UFC 100 lá no já longínquo ano de 2009 minha mãe me disse "bota nesse canal de luta que tem um brasileiro com o short do Brasil e ele vai lutar agora", era o Thiago Alves na luta do título contra o GSP, assisti essa, fiquei fissurado, assisti logo após o Lesnar quase matar o Mir, com 12 anos me impactou forte, a cabeça do Mir na grade levando soco, mas a partir daí virei o viciado que sou por MMA, pode parecer meio bobo esse post, mas queria dizer a minha história e ouvir também a de quem quiser falar aqui. Abraços
  5. Daniel Straus, ex-campeão peso-pena do Bellator, foi preso por supostamente ter agredido uma mulher antes de esfaqueá-la no abdômen com "um instrumento perfuro-cortante afiado". De acordo com a declaração de prisão do Departamento de Polícia de Hollywood, na Flórida, obtida pelo site "MMA Junkie", Straus e a vítima estiveram envolvidos em 'um relacionamento íntimo intermitente' nos últimos três anos. O ex-lutador segue detido, com a fiança fixada em US$ 100 mil (cerca de R$ 537 mil). A última luta profissional de Daniel Straus foi em 2019, pelo Bellator — Foto: Instagram/ Daniel Straus A vítima afirmou que, em 21 de janeiro, iniciaram uma discussão por mensagem de texto, e o ex-lutador apareceu em seu trabalho. Com o objetivo de deixar o local, ela teria entrado no carro, mas Straus invadiu o veículo pela porta do passageiro. Ela então abandonou o próprio carro. Seguida por Daniel Straus, a moça teria sido empurrada, e revidou. Na sequência, tentou retornar ao veículo, mas "foi atingida várias vezes pelo réu e caiu no chão". De acordo com a moça, Straus fugiu, e quando ela enfim conseguiria ir embora, começou a receber várias ligações dele, afirmando estar em seu apartamento. Em vez de encontrá-lo lá, a vítima alegou estar preocupada com a chance do ex-lutador destruir sua propriedade e dirigiu-se até a residência de Straus para recuperar a chave reserva que ela havia dado a ele. Antes de empurrá-la para fora da porta, a teria ameaçado: "Você não me conhece. Vou te esfaquear". A vítima diz que respondeu: "Você é grande e forte. Vai fazer o que? Me apunhalar?" Neste momento, segundo a vítima, ele utilizou um instrumento afiado para apunhalá-la no abdômen. Devido à rapidez da sequência, ela não soube descrever o instrumento cortante. A vítima afirmou ainda que Straus a seguiu por algum tempo, mas ela conseguiu deixar o local e então procurou a ajuda de vizinhos, que a levaram ao hospital. Além do ferimento, que precisou de pontos, a declaração de prisão notifica também uma grande contusão no olho direito. De acordo com o depoimento, a vítima inicialmente se recusou a falar com o detetive responsável, mas acabou decidindo cooperar com o Ministério Público, por “medo absoluto do réu e por sentir que, se ele não for detido, virá atrás dela e causará ainda mais danos”. https://globoesporte.globo.com/combate/noticia/ex-campeao-do-bellator-daniel-straus-e-preso-por-supostamente-esfaquear-mulher-apos-discussao.ghtml
  6. O ex-campeão do UFC BJ Penn se envolveu em mais problemas com a lei nesta semana. A lenda do MMA foi presa no último sábado em Honokaa, no Havaí, EUA, por suspeita de embriaguez na direção. A informação foi confirmada pelo site "MMA Fighting". Penn já foi liberado e será investigado. Um vídeo do momento da prisão foi publicado na rede social Streamable nesta segunda-feira. O registro mostra Penn algemado e xingando muito enquanto é colocado dentro da viatura. BJ Penn é algemado e colocado dentro da viatura — Foto: Reprodução/Streamable Nem Penn, nem um representante de sua família comentaram o ocorrido até o momento desta publicação. É o segundo caso de suspeita de direção embriagada de BJ Penn, 42, em menos de um ano. Em fevereiro de 2020, o lutador foi investigado por dirigir bêbado após bater sua caminhonete em frente a um shopping center em Hilo, sua cidade natal. Ele foi hospitalizado devido ao acidente, e um exame de nível alcóolico no sangue causou a investigação. Penn enfrenta ainda dois casos referentes à paternidade. A professora brasileira Camila Amada entrou na Justiça para que o lutador reconheça a paternidade de sua filha, Mahina Amado Penn, conforme revelou o Combate.com em novembro. E ele trava uma disputa pela custódia de seus filhos com sua ex-companheira Shelean Uaiwa, que entrou com um pedido de ordem de restrição contra ele, sob alegação de anos de violência doméstica. BJ Penn é um dos poucos lutadores a conquistarem cinturões em duas categorias do UFC, peso-leve e peso-meio-médio. No entanto, o atleta havaiano perdeu sete de suas últimas oito lutas. Ele foi demitido pela companhia em setembro de 2019 após o surgimento de um vídeo que o mostrava brigando na rua e sendo nocauteado. https://globoesporte.globo.com/combate/noticia/bj-penn-e-preso-por-nova-suspeita-de-embriaguez-na-direcao-no-havai.ghtml
  7. O que foi isso? Jacaré paradão na frente do cara
  8. Alistair Overeem Recorde: 47-18 (1 NC) Lutas por titulo: 1 Kenny Florian Recorde: 14-6 Lutas por Titulo: 3 Nate Diaz Recorde: 20-12 Lutas por titulo: 1 Donald Cerrone Recorde: 36-15 (2 NC) Lutas por Titulo: 1 Joseph Benavidez Recorde: 28-7 Lutas por titulo: 4 Nick Diaz Recorde: 26-9 (2 NC) Lutas por titulo: 2 Alexander Gustafsson Record: 18-7 Lutas por titulo: 3 Demian Maia Recorde: 28-10 Lutas por titulo: 2 Urijah Faber Recorde: 35-11 Lutas por titulo: 4 Dan Henderson Recorde: 32-15 Lutas por titulo: 3 E aí pessoal gostaram da minha lista? Colocariam algum outro nome? Mas um post para a gente discutir, aqui no fórum. Abraços
  9. Não sei se a carreira do Anderson estaria muito diferente
  10. Arona teria sucesso naquele meio-pesado fraco dos anos 2000, e Paulão seria cabeça-cabeça com um jovem GSP no meio-médio eu acho
  11. Acho praticamente impossivel, existir como é hoje, boa lembrança,cara.
  12. O hype teria acabado muito mais cedo, mas do jeito que ele é falastrão, estaria por aí até hoje.
  13. Pessoal quis criar esses posts de opinião, para a gente debater bons temas do MMA, por favor se vocês gostarem da ideia, comentem aí. O primeiro é o famoso termo e se, quis trazer os maiores e se da história do MMA. E se Royce Gracie não tivesse ganho o UFC 1? E se o TUF não fosse um sucesso? E se Chuck Lidell tivesse ganho de Rampage no Pride? E se o WEC não tivesse sido comprado pelo UFC? E se Fedor tivesse ido para o UFC no fim do Pride ? E se o Pride não tivesse sido extinto?
  14. MMA Dana White anuncia plano de demissão em massa no UFC: "Cerca de 60 nomes" Anúncio foi feito de forma direta, e nomes devem ser divulgados nos próximos diasImagem: Ethan Miller/Getty Images Presidente do maior evento de MMAdo mundo, Dana White foi claro durante a coletiva de imprensa realizada ontem, logo após a realização do card do UFC Las Vegas 16. Nas próximas semanas, cerca de 60 atletas serão cortados do plantel da organização. O anúncio foi feito de forma direta, sem rodeios. Por sinal, o cartola apontou para o recente corte do cubano Yoel Romero como um dos primeiros que devem roubar a cena dos noticiários dos sites especializados nos próximos dias. "Bem, vamos ter cortes sérios aqui no final deste ano", prometeu Dana. "Provavelmente teremos cerca de 60 demissões até o primeiro dia do ano que vem. O Yoel (Romero) perdeu quatro de suas cinco últimas lutas e tem 44 anos. Nosso plantel está bastante inflado no momento. Vocês verão diversos nomes nas próximas semanas". Próximo de completar 44 anos, Romero protagonizou quatro duelos pelo cinturão dos pesos-médios (84 kg) em sua caminhada no UFC - seja ele interino ou linear. Na única vez em que obteve sucesso, ao nocautear Luke Rockhold, em 2018, a falha na balança no dia anterior o impediu de afivelar o cinturão. No entanto, o histórico do atleta, que ocupava a quinta colocação do ranking oficial do evento, não foi o suficiente. Em um momento delicado de cortes na organização, parece ter pesado contra o cubano o seu retrospecto mais recente, incluindo a derrota por pontos para Israel Adesanya em março deste ano, em duelo marcado pelas vaias da torcida durante os cinco monótonos assaltos. "Nós apenas olhamos para nossa lista. Ele tem 44 anos, perdeu quatro das últimas cinco, mas é uma decisão difícil que você tem que fazer", finalizou o presidente do UFC.