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pipo

MMA explodiu na Netflix, mas infelizmente não dará certo

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Difícil demais manter uma liga competindo com UFC e outros eventos... Quem sabe se fosse um evento misto,com boxe e kickboxing/muay thai tivessem um pouco mais de facilidade de aumentar o número de lutadores... Mas como chamar atenção sem nomes grandes? Ronda só lutou pq tinha certeza que venceria,ela não vai lutar novamente,pegar Holm,Cyborg... Não tem outros nomes pra fazer um evento com a mesma audiência...  E seria investimento demais pra um retorno menor do que o primeiro evento.... Podem comprar o Karatê Combat,puxar lutadores do One,PFL,KSW,Rizin ou o que for ... O público leigo não conhece... Teria de fazer algo mirabolante... Tyson, Mayweather,Pacquiao lutando em evento misto ou mesno MMA... Nem grandes lutas pra nós são tão grandes pro público leigo... Jones(que teria de ser liberado )vs Ngannou ... Nada vai chamar muita atenção... Se contar a decepção de quem queria ver um combate de verdade e assistiu um Gif com uma vídeo aula de queda,montada e chave de braço... Vão querer ver novamente? As principais não foram nem competitivas... Eu não vejo muitas opções,Jake Paul teria de lutar MMA num próximo evento...

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Achei controverso a opinião no vídeo.  Na primeira metade ele traz números fortíssimos o q comprova q o evento foi um sucesso e na segunda metade ele é mto enfático ao dizer q a Netflix: (1) não tem material humano para um segundo evento e (2) para ser concorrente ao UFC teria q ter de dois a três eventos por mês.  Essa última opinião ao meu ver é totalmente equivocado.  Se a Netflix tiver um super evento trimestralmente ela já será uma concorrente ao UFC visto q deixou o Fight Night às moscas.  Ser concorrente não quer dizer, nesse momento, q tenha chance de desbancar.  Isso é um processo de médio a longo prazo.  E sobre material humano é puro chutometro.  Tendo mta $$ não duvidem até de trazerem um Tyson Fury pro MMA pra trocar soco com Ngannou.

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Posted (edited)

A verdade é que um evento que vive de ex-ufc tende a não dá muito certo.

Edited by André Filho

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12 horas atrás, André Filho disse:

A verdade é que um evento que vive de ex-ufc tende a não dá muito certo.

Exato. É a sobra, os aposentados e os que brigaram com o UFC...como isto pode competir? Pode ter audiência, Netflix, dinheiro, o escambau...é um business sem qualquer vantagem competitiva...nao precisa entender muito de Negócios pra ver que é algo insustentável 

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Concorrência ao UFC? Ex-presidente do Bellator anuncia criação de nova liga de MMA
 

Ao que tudo indica, muito em breve, a 'MVP MMA' - que fez seu show de estreia, em parceria com a Netflix, no último sábado (16) - não deve ser o único novo concorrente do UFC no mercado de eventos de MMA. Isso porque o experiente dirigente Scott Coker anunciou seu retorno ao esporte e a criação de uma nova liga, que estará sob seu comando, em 2027.

Coker possui larga experiência na função, já tendo ocupado o cargo de presidente em duas grandes - e já extintas - organizações: o Bellator e o Strikeforce. Desta vez, de acordo com o site 'The Hollywood Reporter', o dirigente contará contará com o apoio de um grande grupo de investidores e com o aporte financeiro de 60 milhões de dólares (cerca de R$ 300 milhões) para lançar a nova liga.

Detalhes adicionais como o nome da nova liga, plantel de lutadores e data para o lançamento oficial ainda não foram divulgados. O profissional anunciou sua volta também através das redes sociais e através de comunicado enviado à imprensa, no qual prometeu comandar uma organização baseada em respeito aos atletas e aos fãs.

"Eu sempre soube que eu queria retornar quando fosse a hora certa, com a visão correta e um time selecionado cuidadosamente. E essa hora é agora. Existe uma incrível demanda para uma nova marca global no MMA. Essa nova liga é sobre retornar ao que interessa: a integridade da competição, respeito aos atletas e compartilhar suas jornadas extraordinárias com o mundo. Nós estamos construindo algo autêntico, algo que pertence aos atletas e aos fãs que vivem e respiram este esporte", declarou Scott Coker, em comunicado

Mercado aquecido

A chegada de uma nova liga presidida por Scott Coker em 2027 confirma o aparente aquecimento do mercado de eventos de MMA - liderado já há bastante tempo pelo UFC. Além das já tradicionais franquias internacionais que permanecem ativas, como PFL, ONE CHAMPIONSHIP, LFA, entre outros, novas companhias estão sendo lançadas, como foi o caso recente da 'MVP MMA', que promoveu seu primeiro card na história no último sábado (16), já com recorde de audiência na Netflix

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Posted (edited)
Em 5/20/2026 at 9:47 PM, André Filho disse:

A verdade é que um evento que vive de ex-ufc tende a não dá muito certo.

 

Em 5/21/2026 at 9:53 AM, João P disse:

Exato. É a sobra, os aposentados e os que brigaram com o UFC...como isto pode competir? Pode ter audiência, Netflix, dinheiro, o escambau...é um business sem qualquer vantagem competitiva...nao precisa entender muito de Negócios pra ver que é algo insustentável 

Pessoal, vamos só se ater a um pequeno detalhe: não dá pra dizer que  " vivem de ex UFC" para uma organização que realizou apenas UM EVENTO rs

Há uma limitação contratual óbvia que protege o elenco ativo do UFC.  Pra trazer audiência não se pode apostar em novos nomes e sim trazer aqueles q tem popularidade.  Sem contar q estava no card o Francis Ngannou q é alguém q estaria disputando o cinturão dos pesados do UFC sem a menor sombra de dúvidas.  Aliás, saiu da organização vencendo um dos q estarão na disputa.

O trabalho de concorrência é um processo.  Não tem outra fórmula. Borrachinha e outros q estão com contrato expirando podem ser seduzidos e em contrapartida novos nomes podem ganhando popularidade tal como Bellator fez com Michael Chandler, Pitbull brothers, Eddie Alvarez, Douglas Lima, Michael Page etc.

Edited by Rappa Hemp

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Acho que foi sim um início da aventura do Netflix no mundo do MMA. Só tentaria sair ainda mais um pouco da fórmula padrão do UFC (testar audiência em outra faixa de horário, por exemplo). Uma coisa que achei boa foi o número de lutas reduzido.

No mais, a Ronda é igualzinha ao koopa troopa daquela SUPERPRODUÇÃO do filme que fizeram do Mario Bross:
 

goombas---filme-do-super-mario-1505152069525_v2_300x300.jpg

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18 horas atrás, Rappa Hemp disse:

 

Pessoal, vamos só se ater a um pequeno detalhe: não dá pra dizer que  " vivem de ex UFC" para uma organização que realizou apenas UM EVENTO rs

Há uma limitação contratual óbvia que protege o elenco ativo do UFC.  Pra trazer audiência não se pode apostar em novos nomes e sim trazer aqueles q tem popularidade.  Sem contar q estava no card o Francis Ngannou q é alguém q estaria disputando o cinturão dos pesados do UFC sem a menor sombra de dúvidas.  Aliás, saiu da organização vencendo um dos q estarão na disputa.

O trabalho de concorrência é um processo.  Não tem outra fórmula. Borrachinha e outros q estão com contrato expirando podem ser seduzidos e em contrapartida novos nomes podem ganhando popularidade tal como Bellator fez com Michael Chandler, Pitbull brothers, Eddie Alvarez, Douglas Lima, Michael Page etc.

Certeza, é um processo e demora para ser construído e ai que tá...será que a empresa está disposta a sangrar por este tempo? Eu acredito em negócios que tenham diferenciais competitivos e não consigo enxergar nenhum neste evento a não ser o dinheiro e a audiência do Netflix. Pode ser que seja suficiente mas eles precisam pensar em criar novos ídolos pq enquanto dependerem dos aposentados esquece...

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Em 5/21/2026 at 9:53 AM, João P disse:

Exato. É a sobra, os aposentados e os que brigaram com o UFC...como isto pode competir? Pode ter audiência, Netflix, dinheiro, o escambau...é um business sem qualquer vantagem competitiva...nao precisa entender muito de Negócios pra ver que é algo insustentável 

Ketlen vieira foi demitida, é mais uns nomes do masculino tbm, ela tem lenha pra queimar e pode ser uma estrela por lá.

Eu me lembro que antes do surgir, o UFC DOMINAVA O cenário do "Vale tudo" na época, todo mundo aguardava a chegada das revistas Gracie magazine e tatame pra ver o resultado de Coleman vs Maurice Smith, Belfort vs Couture 1 e o torneio onde Carlão Barreto poderia colidir contra Mark Kerr, os eventos que concordam com o UFC na época eram Japan Open, Extreme Figthing e IVC, além de alguns eventos no nordeste onde o Igor Vovchanchin participava, mas nenhum chegava aos pés do UFC.

Até que surgiu o Pride, um evento que não época diziam ter sido criado exclusivamente para o Rickson, ou seja, seria uma edição especial e única  de vale tudo pro Rickson enfrentar a grande estrela japonesa Nobuhiko Takada, acontece que foi tão bem sucedida aquela edição que teve a segunda, e nem tinham tantos conhecidos, muitos japas desconhecidos, mas que demonstraram uma técnica e reca incomum na época, e foram conquistando o público e chamando a atenção de atletas de outros eventos, inclusive do UFC, o Pride pouco a pouco foi "roubando" estrelas que brilhavam na América, trouxeram Mark Kerr, Vernon Whitte, Guy Metzger, Alan Góes, Chuck liddel, Antony Macias, Chuck liddel, Dan Henderson(que tinha acabado de ser campeão do UFC vencendo Alan Góes e Carlos newton no UFC 16), Gary goodridge, Tom Erickson, Dan Severo, kimo Leopoldo, Royce Gracie é mais uma galera que me esqueci.

Resumindo, se o evento tem uma fotografia bonita, espaço de luta com uma iluminação e cor forte(o ninguém branco do Pride e as luzes fortes  bem vivas focadas nos atletas ajudava) faz cair nas graças do público e atrai os lutadores, que além de atraídos pelas bolsas altas querem fazer parte daquele show bonito.

A Netflix tem que se inspirar no Pride daquela época, pagar bem os atletas e até copiar a cor do tablado, branco ou cinza claro como é no UFC.

Se pagar bem consegue ir tirando algumas estrelas que serão demitidas ainda no auge pelo UFC por conta do contrato ridículo da Paramount que prioriza o show para leigo comedor de Doritos com Coca 

 

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2 horas atrás, Ultimate Fighter disse:

Ketlen vieira foi demitida, é mais uns nomes do masculino tbm, ela tem lenha pra queimar e pode ser uma estrela por lá.

Eu me lembro que antes do surgir, o UFC DOMINAVA O cenário do "Vale tudo" na época, todo mundo aguardava a chegada das revistas Gracie magazine e tatame pra ver o resultado de Coleman vs Maurice Smith, Belfort vs Couture 1 e o torneio onde Carlão Barreto poderia colidir contra Mark Kerr, os eventos que concordam com o UFC na época eram Japan Open, Extreme Figthing e IVC, além de alguns eventos no nordeste onde o Igor Vovchanchin participava, mas nenhum chegava aos pés do UFC.

Até que surgiu o Pride, um evento que não época diziam ter sido criado exclusivamente para o Rickson, ou seja, seria uma edição especial e única  de vale tudo pro Rickson enfrentar a grande estrela japonesa Nobuhiko Takada, acontece que foi tão bem sucedida aquela edição que teve a segunda, e nem tinham tantos conhecidos, muitos japas desconhecidos, mas que demonstraram uma técnica e reca incomum na época, e foram conquistando o público e chamando a atenção de atletas de outros eventos, inclusive do UFC, o Pride pouco a pouco foi "roubando" estrelas que brilhavam na América, trouxeram Mark Kerr, Vernon Whitte, Guy Metzger, Alan Góes, Chuck liddel, Antony Macias, Chuck liddel, Dan Henderson(que tinha acabado de ser campeão do UFC vencendo Alan Góes e Carlos newton no UFC 16), Gary goodridge, Tom Erickson, Dan Severo, kimo Leopoldo, Royce Gracie é mais uma galera que me esqueci.

Resumindo, se o evento tem uma fotografia bonita, espaço de luta com uma iluminação e cor forte(o ninguém branco do Pride e as luzes fortes  bem vivas focadas nos atletas ajudava) faz cair nas graças do público e atrai os lutadores, que além de atraídos pelas bolsas altas querem fazer parte daquele show bonito.

A Netflix tem que se inspirar no Pride daquela época, pagar bem os atletas e até copiar a cor do tablado, branco ou cinza claro como é no UFC.

Se pagar bem consegue ir tirando algumas estrelas que serão demitidas ainda no auge pelo UFC por conta do contrato ridículo da Paramount que prioriza o show para leigo comedor de Doritos com Coca 

 

Boa, o case do Pride sempre pode ser uma inspiração pq tomou a liderança do UFC nos anos que esteve vigente...o motivo de ter acabado é triste mas é uma realidade de boa parte dos eventos de luta...só servia para lavar o dinheiro da Yakuza e quando o contrato com a Fuji TV acabou o interesse da Yakuza em manter...o ponto é se nao tá servindo pra lavar e/ou nao tá dando lucro e não tem perspectiva de dar o evento acaba, como todos acabaram. Algo que fica claro nesta discussão, inclusive com a sua contribuição acima - eles precisam mudar a estratégia para fazer sentido, criar diferenciais, senão vai ser mais um evento que o UFC vai atropelar

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na minha humilde opnião, um kick ou um karate combat passando ao vivo em uma netflix em pouco tempo explodiria... kick é muito bom e é oq o povo quer ver

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Sobre o UFc o pessoal tem que entender que nao foi da noite para o dia... foram muitas ações consistentes ate chegarem onde chegaram

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1 hora atrás, bigby disse:

Sobre o UFc o pessoal tem que entender que nao foi da noite para o dia... foram muitas ações consistentes ate chegarem onde chegaram

Exato...foi muito tempo tomando prejuízo mas corrigindo os erros, melhorando, aprendendo, inovando, arriscando até tornar a empresa lucrativa. Isto é gestão, eles são um belo case e ainda não teve nenhum concorrente que soube fazer isto. Todos morreram na praia e o evento do Netflix não trouxe nada diferente para se mostrar capaz de ser o primeiro a fazer.

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O fato é que o monopólio de um evento é muito perigoso para o ecossistema. Limita muito a possibilidade de trabalho das equipes. 

No Brasil também falta um evento sério... e, para mim, é esse fato que limita o crescimento do esporte aqui. 

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