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1 minute ago, NEGO DÁGUA said:

Uma equipe de boxe famosa decada de 60 a 90 ou 70 a 80.

Que era patrocinada  pela fábrica  Pirelli diversos funcionários  faziam boxe lá  ate o lendário  Servilho de Oliveira que era o substituto  de Eder Jofre, saiu de lá  também Miguel de Oliveira e famoso treinador  baiano Luis Dorea  aprendeu bastante  lá fora Chiquinho de Jesus,Peter Venâncio 

Comandados  por Antonio Carollo lendario treinador que ensinou  o boxe profissional  e amador  

Eram um trabalho  fantástico da empresa investindo  rm atletismo,vôlei  e judô  fora o boxe

Caramba, não sabia dessa, vou meter as caras na internet e pesquisar mais a respeito.

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Em 1/27/2021 at 9:59 PM, NEGO DÁGUA disse:

@masterblastere  c meu amigo @João P que tesouro é  conviver  con vcs muito conhecimento One  é  foda gosto do mma mas minha paixão  é  o striking em geral e aqui só  aula e realmente  o luta em pé  é  detalhes infinitos estou essa caminhada  a 15 anos final desse ano mais e te digo vi transformações  do boxe e thai ou kickboxing  e vejo cara  sei nada de luta.

Pq una 8 ou 9 anos era meu auge físico e competia  mas hj vejo que tecnicamente  sabia nada em relação  a hj.

Master vc é  um patrimônio  histórico  do kickboxing  brasileiro  

Que é isso Nego, a gente que aprende com você aqui. Você tem muito conhecimento da história do boxe e do striking no Brasil. Por exemplo, quem lembrava do boxe da Pirelli?

Todo mundo aqui aprende sempre, e o bacana é isso.

Agora, não estranha que é assim mesmo no boxe e kickboxing. Quanto mais a gente aprende, mais tem para aprender.

 

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Em 1/28/2021 at 5:58 PM, Rucci disse:

A Coreia pós guerra tem uma história muito interessante com relação às artes marciais. Depois que se livraram da invasão japonesa com a rendição deles na segunda guerra, vários imigrantes que foram para países como a China e o próprio Japão voltaram do exílio e trouxeram influências de diversas escolas marciais que se mesclaram com o tempo e foram condensadas em 9 escolas principais. Vários desses mestres fizeram intercâmbios entre as diferentes escolas então muitos sistemas híbridos surgiram por lá como o próprio Hapkido cujo mestre original bebia muito do Jujutsu japonês mas um de seus alunos, que popularizou o estilo no ocidente, adicionou o currículo de chutes do TKD.
É curioso perceber como algo parecido rolou por aqui com relação a mesclar os estilos para serem mais versáteis, acho que a diferença tenha sido que aqui as coisas ocorreram de forma mais competitiva enquanto lá tenha ocorrido um esforço natural pela unificação com investimentos pesados dos governos tanto na sistematização dos currículos como na promoção, principalmente do Taekwondo. Na origem os estilos eram muito mais voltados para as artes marciais, ao contrário do que temos hoje.
Acho que aqui no Brasil a própria competição entre as academias acabou forçando os caras a aprenderem pelo menos o básico para se defenderem em áreas que não eram sua especialidade, e o fato desses embates terem ocorrido de forma praticamente clandestina forçou uma adaptação marcial mais pura para o que se construiu aqui.
Eu nunca fui profissional, sempre gostei de estudar artes marciais para auto defesa e muito influenciado por aquela noção de honra que a gente via nos filmes, mas sempre me frustrava com as regras de competição que acabavam limitando o treino e impedindo que aspectos importantes do que estava no currículo fossem explorados nos sparrings.
Hoje eu até entendo em parte essa decisão, academias como a da família do Stephen Thompson nos EUA só fazem sparrings com contato leve na cabeça, e eu também acho isso importante, como ele costuma dizer "não existe condicionamento de queixo". Impacto na cabeça é dano que vai se acumulando e não é reversível, mas tem muitas formas de adicionar outras variáveis de forma segura, é mais questão de pensar soluções.
Os próprios protetores de tronco do Taekwondo foram inventados partindo de designs que eram utilizados para outras práticas, por exemplo. Pra mim o treino de sparring tem que ser feito aproximando ao máximo de uma situação real. Você não precisa, nem deve, machucar o seu parceiro de dança, mas treinar o mais solto possível e buscando os ângulos e aberturas de modo a corrigir falhas e lapidar as armas de ataque.
Vi alguns colegas comentando sobre preparação física mais acima, e concordo que é um dos nossos pontos fracos no cenário mais geral. Outro ponto que também foi citado e que tem voltado com muita força é o wrestling, que ainda vejo ser um pouco negligenciado em algumas das escolas formadoras de atletas nacionais mas outras tem construído bons intercâmbios nessa área.
No mais, sim acho que temos condições de formar atletas de elite por aqui, mas todo um ambiente precisa ser formado para que ocorra a profissionalização. Tanto atletas como treinadores precisam ser bem remunerados ou migrarão para fora onde alcançarão esses objetivos e formarão atletas dos países que os pagarem melhor.
Nossos resultados chegam muito pela garra e o espírito da galera que investe tempo nesse estudo por aqui, mas em termos de promoção, entendimento da mecânica empresarial dos eventos, treinos seguros, nutrição e preparação física ainda temos muito o que melhorar.
Acredito que quando chegarmos nesse nível os atletas de destaque passarão a ser a regra e não pontos fora da curva como é hoje.

Muito bacana a história né Rucci? Na verdade, a evolução da arte marcial, quando visa incorporar mais elementos nas suas técnicas, sempre acaba sofrendo miscigenação e influência de outras modalidades. 

Aqui temos condições de formar atletas de ponta realmente, mas hoje em dia isso praticamente só acontece por iniciativa própria, como o caso do Cosmo Alexandre, Poatan e tantos outros. Precisava mais estrutura e patrocínio, mas infelizmente isso é muito distante da nossa realidade, até porque hoje, sonhamos com educação e segurança de qualidade, coisa que nunca tivemos. Imagine priorizar o esporte.

Agora, essa questão do sparring acho que deve ter sim, inclusive na cabeça. Isso fica um pouco estranho naquelas modalidades de tkd e karate em que não pode dar soco nessa região, mas no boxe, kickboxing e muay thai tem que ter. Lógico que não toda hora, mas o lutador tem que saber não ficar apavorado ou até como reagir quando for atingido na cabeça.

E se você ver o relato do @LAWYER falando do preparo e condicionamento físico dos filhos dele nos EUA, vai perceber que tínhamos isso aqui explodindo nas décadas de 80/90 e depois abrimos mão. Uma pena. Ele postou naquele tópico do Miocic X Cormier 2. Vale a pena dar uma olhada.

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Em 2/2/2021 at 4:40 PM, NEGO DÁGUA disse:

Eder é  venerado  em todo o mundo..

Menos aqui...

São  Paulo  tinha  a antiga  Pirelli que  o mestre  @masterblaster bebeu agua de lá  o Dorea também  mas no amador o baiano tem algo diferente .

 

kkkk! Por causa do Servílio.

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Uma pessoa que sempre gostei de assistir era o Igor Vovchanchin, embora fosse "kickboxer" era na verdade mais um boxer adaptado ao MMA ( Mark Kerr que o diga). Vale a pena analisar a sua tecnica mais a fundo.

Edited by Gurkha

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Excelente tópico. Ando com pouco tempo para participar e estou postergando escrever aqui pq é um assunto que gosto muito e me tomaria um tempo, mas agradeço muito por me marcar. Ainda vou participar com mais calma e entrar no debate com os colegas. Tem muita coisa interessante para debatermos quanto a estilos de boxe em si, e estilos de boxe de lutadores de MMA. Até mesmo em um sentido que eu goto, de boxe para além do boxe inglês, e sim de qulquer 'soco', então acho que é válido discutir o 'boxe' - a parte de mão e tudo envolvido direto e indiretamente nela específicamente - de qualquer lutador, independente da arte de origem.

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22 horas atrás, Daniel Mendoza disse:

Excelente tópico. Ando com pouco tempo para participar e estou postergando escrever aqui pq é um assunto que gosto muito e me tomaria um tempo, mas agradeço muito por me marcar. Ainda vou participar com mais calma e entrar no debate com os colegas. Tem muita coisa interessante para debatermos quanto a estilos de boxe em si, e estilos de boxe de lutadores de MMA. Até mesmo em um sentido que eu goto, de boxe para além do boxe inglês, e sim de qulquer 'soco', então acho que é válido discutir o 'boxe' - a parte de mão e tudo envolvido direto e indiretamente nela específicamente - de qualquer lutador, independente da arte de origem.

Boa! Independente da arte, soco é soco, chute é chute, joelhadas e cotoveladas idem, assim como o grappling. Como fãs e estudiosos de Combate não podemos ter este ego de defender uma arte marcial e sim o conhecimento. Vai ser muito bem vindo a sua opinião. Aproveito para dizer aqui no tópico a todos que possam contribuir que estou planejando a minha 3 ida a Ásia, desta vez quero ir ao Japão e a China e quero aproveitar pra ver na origem Kickboxing/Karatê no Japão e Sanda na China. Vou dar um gás nos treinos de Muay Thai e chão este ano pq quero chegar em forma lá, me testar.

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