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  1. Tá certo, se tivesse feito assim antes tava já tinha lutado pelo cinturão dos leves, porque os caras querem lutar com quem vende mais, agora tem que ser um trash talk bem feito, tem que ser bem assessorado.
  2. Com certeza o rapaz que pediu para parar errou, porém o cara é ex lutador e provavelmente não teve a instrução suficiente para ser comentarista e agiu na emoção.
  3. Esse cara era campeão de outro evento, acho que se o Massa fosse de outro evento tmb seria , e outra coisa se ele fosse um cara falastrão, talvez já tivesse disputado o cinturão no UFC.
  4. Massaranduba é um cara subestimado, luta muito, merece uma luta com top.
  5. O que ameniza pro lado do Massaranduba é que é primeira em vez em muitas lutas que ele não bate o peso.
  6. São os 2, Massaranduba tem talento, e é muito esforçado, e o Dida tem muito conhecimento na trocação, aí essa combinação deu certo.
  7. É verdade, tem poucas derrotas e acho que nessas, o único cara que o dominou foi o Chiesa, a última derrota dele foi até garfo.
  8. O peso-leve Francisco "Massaranduba" Trinaldo é um dos oito brasileiros que estarão em ação no "UFC: Whittaker x Till" deste sábado. Um dos mais experientes lutadores do país na organização, com 21 apresentações dentro do octógono, porém, Massara terá pela frente um estreante no Ultimate: o inglês Jai Herbert, de 32 anos, dez a menos que o piauiense (Massaranduba completa 42 em agosto). - Eu pedi um cara ranqueado, pedi um cara de nome, mas eles disseram que não tinha, né. Mas a gente tem que lutar. No começo, a gente fica um pouco chateado, mas tem que aceitar, né. Esse é o trabalho da gente, então a gente tem que lutar com qualquer um - disse o brasileiro em entrevista por telefone ao Combate.com. Herbert, no entanto, não é um estreante qualquer. O inglês tem 10 vitórias, incluindo oito nocautes, e apenas uma derrota como profissional no MMA, venceu suas últimas seis lutas e é ex-campeão peso-leve do Cage Warriors. Ele é considerado uma das maiores promessas europeias no esporte, e apesar de Massaranduba não conhecê-lo, gostou de saber do "hype" em cima do adversário. - Legal que o cara é bom. Quero que ele solte o jogo dele lá, que eu vou soltar o meu. Eu treino para lutar com o melhor. Se ele for o melhor, ele vai aguentar os três rounds. Se ele não for o melhor, ele não vai aguentar os três rounds não - avisou Massara. A pandemia global da Covid-19 forçou a maior parte do mundo a se isolar e fechou portas de estabelecimentos de todas as áreas, inclusive academias esportivas. Entretanto, o lutador brasileiro garante que isso não foi um problema para ele. - Eu treinei até mais do que das outras vezes. (...) No meu isolamento, eu treinava escondido, né. Tenho um bocado de parceiros do meu peso. Nós escolhemos os caras que tinham o biotipo do cara lá e treinamos normal. Sempre treinei com as mesmas pessoas, com os meus meninos. Como nós somos um time bastante grande, tem bastante gente do meu peso, então treino para mim não faltou. O Combate transmite o "UFC: Whittaker x Till" ao vivo e com exclusividade neste sábado a partir de 17h45 (horário de Brasília). O SporTV 2 e o Combate.com exibem as duas primeiras lutas do card preliminar ao vivo, e o site acompanha o torneio inteiro em Tempo Real.
  9. Claro que dá, se a academia tiver bons treinadores, que se mantêm atualizados, o cara for talentoso e esforçado dá resultado.
  10. Francisco ‘Massaranduba’ viveu período de instabilidade no Ultimate ao não conseguir engatar uma sequência de vitórias no octógono. Porém, essa fase acabou no último sábado (14). O brasileiro derrotou John Makdessi, no UFC Brasília, por decisão unânime dos jurados e agora tem dois triunfos consecutivos, o que não acontecia desde 2016. Com essa questão deixada para trás, o lutador já definiu qual será sua próxima meta na organização. Em conversa com a imprensa após o final do show, com a presença da reportagem da Ag. Fight, o ex-TUF Brasil reiterou o desejo de voltar a vencer um compromisso por nocaute ou finalização. ‘Massara’ não consegue esse feito desde 2018, quando nocauteou Evan Dunham com uma joelhada no corpo em uma edição do Ultimate realizada em São Paulo. “Agora só falta o nocaute. Quero nocautear ou finalizar alguém. Eu quero ser o outro Massaranduba. Estou indo atrás dele. Não ando para trás, vou buscar a luta. Mas vou conseguir chegar onde eu quero. E quero lutar contra alguém que queria lutar mesmo, não seja fujão. Dessa maneira vou dar show para o público e vão gostar. É meu estilo, ir para a briga”, disse o lutador, antes de mencionar um rival que gostaria de encarar. “Quero lutar com os atletas mais bem colocados da categoria. Eu vou bater no Kevin Lee. Luto com ele em qualquer lugar”, completou o atleta de 41 anos e está no UFC desde 2012. Com 16 aparições em eventos do Ultimate no Brasil, o peso-leve (70 kg) sabe a importância que a torcida tem para os lutadores locais. Mas nesse UFC Brasília, pela primeira vez na história da organização, o show foi de portões fechados e sem público, como medida de precaução devido à pandemia de coronavírus pelo mundo. Com essa questão atípica, ‘Massaranduba’ admitiu que sentiu a diferença de atuar sem os fãs. “Faltou o grito da galera. Isso faz a diferença, empurra, dá força, energia. Hoje não teve como eles assisterem, mas no próximo, eu quero estar presente para dar show para eles. No dia da pesagem soubemos que não ia ter público. Então já nos preparamos mentalmente e desligamos. Vamos fazer o trabalho com público ou sem”, completou o peso-leve.