Eder Jofre55

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  1. Shogun mira mais duas lutas para aposentadoria e acredita em Jon Jones campeão do peso-pesado Em reta final de carreira, curitibano projeta volta ao octógono no segundo semestre deste ano, celebra expansão de sua rede de academias e prevê sucesso de "Bones" na nova divisão Pedro Felipe Machado Maurício “Shogun” Rua planeja sua despedida do MMA com no máximo mais duas lutas. Aos 39 anos de idade, quase 21 de carreira, o curitibano ainda se vê em boa forma no UFC, mas elenca as lesões como maior desafio enfrentado na profissão e um motivo a mais para pendurar as luvas. — Quero ter calma e tranquilidade para decidir isso sozinho. Vou fazer minha luta (a próxima) como se fosse a última, mas pode ser que não seja. Então, não quero fazer cerimônia nem nada. Quero lutar sem carga alguma e pode ser que seja a última ou a penúltima — afirma Shogun, que já ostentou o título de campeão do Ultimate. Em entrevista ao Combate.com, ele fala sobre o atual momento da carreira e celebra a expansão de sua franquia de academias pelo Brasil, a “Shogun Team”. A rede já conta com 50 filiais vendidas até o início deste mês e teve a inauguração de sua maior unidade neste sábado, no Rio de Janeiro, com a presença do atleta. O ex-campeão do Pride também analisa a subida de Jon Jones ao peso-pesado do UFC, prevê um caminho bem sucedido a "Bones" e detalha os caminhos para Glover Teixeira vencer Jan Blachowicz na disputa do cinturão até 93kg, em 5 de setembro, no UFC 266. Confira abaixo a entrevista completa Qual tipo de filosofia e metodologia tenta implementar nas suas academias? — Quando meus irmãos (Murilo Ninja e Marcos Shaolin) e eu começamos com as franquias, queríamos quebrar dois tabus: o de que academia de arte marcial é fedorenta e o de que você vai se machucar. Conheço muitas pessoas que querem fazer muay thai, jiu-jítsu, mas não fazem por medo de entrar na academia, se machucar, e não poder ir trabalhar depois. Ex-campeão do UFC inaugurou a Shogun Team no Rio de Janeiro no último sábado — Foto: Arquivo Pessoal — A gente sabe diferenciar o aluno profissional daquele que treina por esporte, físico, coordenação motora… 95% dos alunos treinam por esporte, e o nosso foco é esse. Claro que o profissional também tem espaço, mas a gente sabe diferenciar o cara que é empresário, médico, a mulher... Então a gente quebrou esses dois tabus. Você encara as academias também como uma forma de deixar o seu legado como atleta de MMA? — Meus irmãos e eu tivemos uma grande experiência como alunos. Aprendemos tudo com o mestre Rafael Cordeiro e Rudimar (Fedrigo) na Chute Boxe. O Ninja é um cara que parou, e eu também não vou lutar por muito tempo. Então a gente pensou em ter uma academia… mas depois pensei em algo maior, em ter academias espalhadas por todo o Brasil. Eu fui um atleta muito privilegiado por ter treinado com o mestre Rafael Cordeiro. Então é algo que quero passar para outras gerações. — Se as pessoas tiverem um pouco do treinamento que tive, tenho certeza que vão ver como a arte marcial é importante para a vida e para o caráter da pessoa. Quando o cara se torna faixa-preta, se torna também um faixa-preta na vida. Tem que ser exemplo dentro e fora do tatame. Essa é a filosofia que a gente passa para todas as filiais. E o que você traz dos ensinamentos e do espírito da Chute Boxe para as suas academias? — Acho que a filosofia da arte marcial. De você respeitar quem é mais graduado que você. Arte marcial é como exército, você sabe a sua patente e respeita quem é maior que você. Na luta é assim também. Meus irmãos e eu somos todos faixas-pretas mas o Ninja foi o primeiro, então o respeitamos dentro do tatame por ser mais graduado. Na arte marcial tem que ter sempre isso, respeitar o professor e quem é mais graduado que você. Shogun (ao centro, na segunda fileira), com os companheiros de Chute Boxe e ao lado dos mestres Rafael Cordeiro (à esquerda) e Rudimar Fedrigo (à direita) — Foto: Marcelo Alonso Como você está fisicamente e como tem sido os treinamentos desde a última luta? — Na última luta eu machuquei o braço, então voltei devagar aos treinos. O braço está cada vez melhor, melhorou bem, mas ainda não posso treinar 100% a parte de grappling e wrestling. Aos poucos vou forçando mais. Estou bem, fazendo bastante muay thai sem dor alguma e jiu-jístu e wrestling quase 100%. Já tem ideia de quando volta a lutar? Pensa em algum adversário específico? — Em agosto ou setembro, é o objetivo que tenho com a minha equipe. E não penso no adversário, meu empresário cuida disso com o UFC. Está nas mãos dele, nunca me envolvi muito nessa parte. Em 2019 você já falava que fazia cada luta com se fosse a última. Já se passaram dois anos disso. Como está a sua cabeça com relação à aposentadoria? — Minha cabeça está tranquila. Sou um cara realizado com a minha carreira, quando eu parar serei grato pelas bênçãos que tive. Quero fazer mais uma ou duas lutas, não sei ao certo ainda. Quero ter calma e tranquilidade para decidir isso sozinho. Vou fazer minha luta (a próxima) como se fosse a última, mas pode ser que não seja. Então não quero fazer cerimônia nem nada. Quero lutar sem carga alguma e pode ser que seja a última ou a penúltima, então não sei. Shogun teve sua última vitória em julho de 2020, quando bateu Rogério Minotouro em final de trilogia que marcou aposentadoria do rival — Foto: Getty Images Mas então você tem essa ideia certa de fazer no máximo mais duas? — Sim, o objetivo é no máximo mais duas. E como você chegou a esse número? — Eu não me considero um cara velho. Treino bem e faço bons sparrings com todo mundo. Tem atletas com mais de 40 anos que estão bem, como o Demian Maia e o Fabrício Werdum. A maior dificuldade que tive na minha carreira foram as lesões. Então prezo pela minha saúde pós-luta e por isso penso em fazer no máximo mais duas. Dana White pede aposentadoria de Shogun: "Acho que é a hora" Nesse grupo de quarentões que estão bem tem também o Glover Teixeira... Como você vê o confronto dele com o Jan Blachowicz? — O Glover é um cara duríssimo, venceu e convenceu nas últimas lutas. Lutou com uns caras muito bons, ganhou do Marreta que estava sempre nas cabeças. Acho que ele merece a chance de disputar o título e tem grandes chances de ser campeão. Ele tem um bom single leg e se derrubar pode vencer qualquer um. Tem um jiu-jítsu afiado e eu apostaria nele para essa luta. Eu acho que o forte do Glover é o ground and pound, então essa estratégia (levar para o chão) seria uma boa. E como você vê os caminhos que a divisão tomou desde a saída do Jon Jones? — Acho que abriu bastante com o Jones subindo, e o Cormier parando, a categoria ficou bem ampla. Agora quem está ali no top 5 tem mais chances. Acho que isso é legal, mexe com a divisão, motiva a galera e faz com que o pessoal tenha mais gana para vencer as lutas (risos). Jon Jones vai se dar bem no peso-pesado? — Acho que sim. É um cara que luta de uma forma muito inteligente e vai incomodar muitas pessoas no peso-pesado. Tem grandes chances de ser o campeão. Pela história dele e por ser o maior campeão do UFC, ele merece já lutar pelo cinturão. E como você vê um confronto entre Jones e Francis Ngannou? — O Stipe Miocic mostrou na primeira vez em que enfrentou o Ngannou qual pode ser o caminho para vencê-lo. Ficou desgastando com ele nas grades e acabou facilitando o caminho para vencer a luta. Acho que o Jones tem que buscar a parte do wrestling, em que ele é muito bom, para derrubar, buscar o corpo a corpo e desgastar o Ngannou, que tem as mãos pesadas e é muito perigoso no boxe. Isso com certeza o Jones vai evitar. Por falar em Jon Jones, em março fez dez anos da sua luta contra ele. Qual sentimento você traz daquele período da sua carreira, das suas lutas contra o Lyoto, a conquista do título, e depois a derrota para o americano? — Um sentimento de felicidade, por ser o campeão, e ao mesmo tempo de tristeza, porque lutei com um cara duro como o Jon Jones e não consegui colocar o meu jogo. Essa luta para mim foi muito frustrante. Mas luta é assim mesmo, um ganha e outro perde. E o Jon Jones provou para o mundo todo que é um cara muito bom, inteligente, estrategista. Jon Jones conquistou cinturão do peso-meio-pesado do UFC contra Maurício Shogun em 2011 — Foto: Getty Images — Se olhar para a minha carreira como um todo, tenho muito orgulho de mim, mesmo nas derrotas. Porque são as derrotas que te fazem crescer. Então tenho sempre a sensação de missão cumprida. Quando comecei a lutar não imaginava que chegaria onde cheguei. De onde vem a motivação para continuar ativo depois de tudo o que você já conquistou? — Tiro motivação da minha família e dos meus fãs. Encaro cada luta como um sonho pessoal. E sou um cara sadio, não bebo, não fumo… estou sempre no gás, bem treinado. Então tiro motivação dos meus fãs e principalmente do meu sonho pessoal de vencer cada luta.
  2. Carla Esparza desafia campeã do peso-palha após impressionar no UFC Vegas 27 Ag Fight Carla Esparza parece disposta a se consolidar como desafiante número um no peso-palha (52 kg). No UFC Vegas 27, evento realizado no último sábado (22), a americana foi dominante ao nocautear Yan Xiaonan, conquistou a quinta vitória seguida e se aproximou de disputar o título da divisão. Empolgada, ‘Cookie Monster’, que pediu para enfrentar a campeã da categoria na coletiva de imprensa, repetiu o ato. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Esparza desafiou Rose Namajunas, atual detentora do título do peso-palha, e fez questão de relembrar o passado. As lutadoras se enfrentaram em 2014, na final do TUF 20. Na ocasião, ‘Cookie Monster’ finalizou ‘Thug’ no terceiro round e se tornou a primeira campeã da categoria na história do UFC. Apesar de liderar o placar, Esparza mostrou respeito pela rival. “Nós começamos essa divisão juntas. Round 2? #Respeito”, escreveu a lutadora em sua conta oficial no ‘Twitter’. Mesmo vivendo excelente fase no UFC, Carla Esparza terá que convencer Dana White de que é a próxima desafiante no peso-palha. Após o triunfo da lutadora no UFC Vegas 27, o cartola elogiou a ex-campeã da categoria, mas revelou que uma revanche entre Rose Namajunas e Zhang Weili segue nos planos da organização.
  3. Mackenzie Dern revela por quê luta com Marina Rodriguez não é oficial Diego Ribas Embalada com quatro vitórias seguidas no Ultimate, Mackenzie Dern viu seu nome ser especulado em mais uma luta importante na divisão do peso-palha (52 kg). Depois de vencer Nina Nunes, a faixa-preta de jiu-jitsu estaria perto de encarar Marina Rodriguez em um duelo que aconteceria em setembro. No entanto, a americana, que representa o Brasil por ter dupla cidadania, fez questão de desmentir que teria acertado esse combate. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), Mackenzie revelou que recebeu a proposta para encarar Marina em uma data anterior a setembro, o que lhe agradaria. No entanto, ao saber que sua rival não estaria pronta e que o combate poderia ser agendado para meses depois, a atleta adiantou que tem outros planos para a sequência de sua carreira. Vale destacar que Dern fez sua última apresentação no UFC em abril deste ano. “Não tem nada oficial das duas partes, foi uma sugestão. Depois da luta com a Nina o Mick (Maynard) perguntou quando eu gostaria de lutar e eu disse até agosto, porque quero lutar mais três vezes no ano, então seria um tempo que conseguiria, lógico que sem lesões. Ofereceram a Marina para o dia 31 de julho, na luta principal. Eu fiquei surpresa porque a Marina tinha acabado de lutar cinco rounds com a Michelle e me espantei dela estar pronta. Mas depois o Mick disse que ela faria só em setembro e eu estou aberta para lutar antes. Se quiserem que eu lute em julho, tomara que seja alguma principal e depois setembro, seria o ideal”, disse a número seis do ranking da divisão. Justamente por querer lutar logo e aproveitar seu bom momento, Mackenzie já retornou aos treinamentos. Depois de tirar poucas semanas de férias, inclusive com passagem por Cancún, a lutadora adiantou que está pronta para um novo desafio no Ultimate. A especialista na arte suave, inclusive, revelou que quase atuou em maio em um chamado de última hora da organização, o que lhe acendeu um sinal de alerta. “Eles me ofereceram a luta com a Michelle, porque estavam nervosos da Marina não conseguir o visto. Eles me perguntaram se eu toparia fazer essa luta, seria no peso de cima porque estava muito perto e eu estava pronta, pois tinha acabado de lutar. Mas depois falaram que a Marina lutaria. Mas esse lance deles me questionarem de uma luta em cima da hora me deixou ligada para estar sempre treinando. Se aparecer alguma chance, de uma luta principal, como foi com a Michelle… Agora eu estou treinando normal, porque tinha a luta da Esparza com a Xionan, poderia acontecer algo, com lance de COVID-19, então é bom estar preparada”, completou a lutadora. Mackenzie vive seu melhor momento no UFC. Em suas últimas apresentações, a faixa-preta de jiu-jitsu venceu quatro lutas seguidas, sendo três por finalização no primeiro round. Atualmente, ela ocupa a sexta posição no ranking dos pesos-palhas. No MMA, a atleta disputou dez lutas e foi derrotada apenas uma vez, por Amanda Ribas, em 2019.
  4. Ter categoria é só um detalhe, o UFC não vai querer perder a Amanda para outro evento, provavelmente iria lutar uma vez ao ano , no maximo três vezes em dois anos ,alguém sempre vai querer roubar a hegemonia da baiana, adversárias ela teria . Não esqueça que UFC é entretenimento misturado com lutas ,desde sempre ,no início tinha cinturão da divisão e de super luta valendo cinta na mesma noite! A categoria não fechou porque a Amanda pediu ao Dana , depois de bater de frente ela resoveu gastar energia só dentro do Cage!
  5. Amanda não esconde que sofre pra bater 61 ,pra mulher isso vai ficando ainda pior com a idade , por isso que defendeu duas vezes seguidas o cinturão dos leves , não ficaria surpreso se ela optasse em ficar só na 66 em um futuro próximo!
  6. Perfeito, a Amanda foi atrás da Cyborg ,Germaine preferiu perder o cinturão pra não enfrentar a brasileira, depois da derrota para a Zingano ela evoluiu muito ! Valentina é um monstro, técnica exuberante mas preferiu descer de categoria, quem quer revanche não faz isso! Kayla precisa se provar contra alguém e a Cyborg é uma lenda e um ser humano admirável ,raro !
  7. Sei lá ,acho que esse discurso varia muito de um lutador para o outro, o Khabib lutou com lesão contra o Justin e não lembro de ninguém falando em manual Nogueira ... Desculpa pra mim foi aquela do Borrachinha ,o Lima disse que o Charles não podia chutar muito, não que não pudesse chutar por conta da lesão e que eles tinham planejado muitos chutes, só isso!
  8. Eu ia falar isso mas a ultima luta dele foi em outubro e os tops acabaram se enfrentando entre si nesse tempo ,ficou meio sem opções!
  9. Acho que tem a ver um pouco com a personalidade e a formação de ambas nas artes marciais, Chute Boxe sempre teve esse espírito de guerra, se testar o tempo todo ! A última entrevista da Amanda ela respondeu sobre tudo, essa questão da Valentina eu acho estranha, o lugar dela é a 57 mesmo, nos galos ia sofrer com o tamanho e envergadura das adversárias mas fica enchendo o saco que quer lutar com a Amanda porque é má perdedora e decidiu descer ao invés de ficar nos galos, provavelmente essa terceira luta já tivesse saído ou estaria muito perto de acontecer! No atual momento da carreira ela tem muito a perder se entrar nessa de enfrentar todo mundo pra se desafiar, Kayla é uma atleta olímpica top e bi campeã, ponto, no mma só pegou carne assada ,pra que que a Amanda vai dar moral e aceitar lutar nos leves com ela ,em uma categoria que nunca existu no UFC? Eu vejo como uma questão de inteligência, não que quem faça o contrário seja burro, só é algo tipo assim : ok ,você quer o meu cinturão, venha para a minha divisão e vença alguém do peso ,hoje ela está em um nível que pode fazer esse tipo de "exigência ". Eu vejo ela lutando com quem o UFC quiser , nas categorias dela ,ela só é mais na dela ,não é de falar toda hora e as vezes passa a ideia de marra ou algo assim !
  10. Faz sentido, ambos vem de derrota em lutas pelo cinturão ,tem tudo pra ser uma grande luta!
  11. Juiz da luta de Charles ‘Do Bronx’ no UFC 262 justifica pontuação polêmica; entenda Ag Fight No último dia 15 de maio, Charles ‘Do Bronx’ venceu Michael Chandler, pela luta principal do UFC 262, em Houston (EUA), e conquistou o cinturão peso-leve (70 kg) da organização. Porém, a festa pelo triunfo – que se concretizou no segundo round da peleja, por meio de um nocaute aplicado pelo brasileiro – poderia ter se transformado em revolta e polêmica, caso o combate tivesse sido decidido pelas papeletas dos jurados. Isto porque dois dos três responsáveis pela pontuação da disputa marcaram vitória de Michael Chandler por 10 a 8 no primeiro assalto, fato que causou estranheza em grande parte da comunidade do MMA ao ser divulgado, momentos depois do término do evento. De fato, a etapa inicial foi vencida pelo americano, que esteve próximo de encerrar o combate de forma prematura após acertar potentes golpes no rival, porém a primeira metade do round foi controlada por ‘Do Bronx’, o que não configuraria o amplo domínio necessário para o placar apontado pelos juízes. Ciente da polêmica causada pela divulgação das papeletas com a pontuação parcial da disputa, Sal D’Amato – um dos juízes que pontuou o primeiro round com 10 a 8 para Chandler – se defendeu das críticas. Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o profissional explicou o critério utilizado por ele ao analisar o combate e admitiu que talvez não repetisse seu julgamento se soubesse que o brasileiro voltaria em boas condições para a segunda etapa, demonstrando que a avalanche de golpes aplicada pelo rival não o afetou tão profundamente. “O critério, se você ler, mostra que naquele round você poderia marcar um 10-8. Agora, eu entendo o argumento para 10-9, mas naquela noite eu pontuei 10-8, e uma das razões é que, no critério, aquilo consta como um 10-8. Nosso critério também afirma um round 10-8, se um lutador causar dano a um oponente e não dominar o round inteiro. Bem, eu diria que Oliveira sofreu dano naquele round. Ele esteve perto de ser finalizado. Agora, claro que Oliveira teve seus momentos, o derrubou, pegou suas costas. (Mas) para mim, ele não estava levando perigo nas costas”, recordou Sal D’Amato, antes de continuar. “Ele segurou a posição e depois Chandler reverteu, e dois minutos para acabar, Chandler quase o nocauteou. Oliveira meio que se dobrou e levou alguns golpes e depois ficou de costas no chão. Eu acho que se ele não botasse as costas no chão aquela luta poderia ter sido interrompida com outro soco. E foi por isso que eu fiz isso (10-8). Na hora, na hora de verdade, eu pensei: ‘Eu estou mais para 10-8 do que para 10-9’. E foi por isso que eu fiz isso. É por isso que nós temos dificuldades como juízes”, concluiu o juiz. Ao final, Charles conseguiu se recuperar plenamente no intervalo entre o primeiro e segundo rounds, voltando com tudo e conquistando sua vitória por nocaute aos 19 segundos da segunda etapa. Com isso, o brasileiro evitou uma grande polêmica que poderia se instaurar em razão da controversa pontuação dos juízes.
  12. Dana indica possibilidade de promover luta entre Michael Chandler e Justin Gaethje Ag Fight Derrotado por Charles ‘Do Bronx’, em duelo válido pelo cinturão peso-leve (70 kg) do UFC, Michael Chandler pode ter outra pedreira pela frente em seu próximo compromisso pela organização. Pelo menos é o que indica Dana White, presidente do Ultimate. Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, o dirigente ventilou a possibilidade de colocar Chandler frente a frente com um dos lutadores com maior poder de nocaute da categoria, Justin Gaethje. Sem competir desde outubro do ano passado, quando foi derrotado por Khabib Nurmagomedov, também em disputa pelo cinturão dos leves, Gaethje ocupa a segunda posição no ranking da categoria, dois degraus acima do ex-campeão do Bellator. “Essa é uma boa pergunta. Quer dizer, existem algumas oportunidades. Ele (Michael Chandler) pode lutar com (Justin) Gaethje, vamos ver. Nós não temos nada acertado ainda, mas isso faz sentido e seria uma luta divertida. Imagine, Chandler e Gaethje”, declarou Dana White. Ex-campeão peso-leve do Bellator, Michael Chandler chegou ao UFC com status de grande contratação da organização na temporada passada. Em sua estreia, o americano aplicou um nocaute relâmpago sobre o neozelandês Dan Hooker e se credenciou para disputar o cinturão da divisão. Porém, os planos do lutador foram frustrados pelo brasileiro Charles ‘Do Bronx’, em confronto disputado no último dia 15 de maio, em Houston (EUA), pela luta principal do UFC 262.
  13. Isso é uma meia verdade ,nesse ultimo UFC teve luta na categoria dos penas , a Amanda já defendeu duas vezes a cinta nessa categoria ,não tem uma categoria formalizada que nem o Bellator , apenas isso ! Fui eu quem disse porque é verdade mesmo , Cyborg acabou de defender o cinturão contra a inexpressiva Leslie Smith que tem o fantástico cartel de 12-9-1 , uma adversária de verdade e o resto é carne assada ou adversária decadente pra engordar cartel , a grande diferença é o numero de frangas que o Bellator tem a mais que o UFC e a categoria formal ,só isso! E volto a repetir , foi a Kayla que começou com esse papo de lutar contra a Amanda , o UFC não manifestou desejo de ira atrás dela , se assinar com outro evento é mais uma cascateira ,padrão olimpico!
  14. No mínimo, contra quem???? tem lutadora lá com cartel 7-7 ,12 -9 ou algo assim , quem falou em enfrentar a Amanda, em ganhar muito dinheiro no UFC foi a Kayla e não o evento, ela está careca de saber que vai ter que lutar nos leves ,vai ter USADA e a categoria é quase virtual, vai lutar uma vez por ano ,levando em conta que lute e ganhe da Amanda, ou ela realmente está atrás da GOAT ou é só fanfarronice! Como é uma atleta de nível olímpico e essa galera tem um nível de competição surreal vou dar um voto de confiança que ela quer realmente o maior desafio, Cyborg também é uma parada indigesta e acho que ela não passa !
  15. Marina começou no jj com 26 anos , não dá pra querer milagres, mesmo assim não lembro de ela sofrer golpes contundentes quando é quedada , a Sparza não fez 10% do que fez na chinesa ontem, pra mim nem ganhou aquela luta contra a Marina! Acho que ela tem que manter a distância segura , a Dern vai que nem uma louca pra cima pra tentar se embolar e derrubar, não pode deixar ela confiante nesse jogo e minar a adversária com socos , joelhadas e cotovelos no clinche!
  16. Se a Jaula vier vai ser pra lutar nos penas ,Amanda não vai subir de categoria pra enfrentar alguém que não tem história no mma e ainda dar vantagem no peso ! Essa categoria ainda existe porque a Amanda pediu para o Dana e o careca topou , se a Kayla for para o Bellator só tem a Cyborg de importante, maior feito da Zingano foi ter ganho da Amanda quando ela não era nem sombra do monstro que é hoje , e a questão fisica fez a diferença, tinha perdido claramente dois rounds ,se lutarem hoje é sodomizada sem perdão!
  17. Pois é, se for pela ótica e do agrado de quem torce vira nogueiragem ou mais um feito de superação, coerência pra quê!
  18. Eu não vejo nada demais o treinador dele falar sobre os bastidores da disputa, acho até legal saber desses detalhes de bastidores, engraçado que o Khabib disse que lutou lesionado contra o Justin e não lembro de ninguém falando que era nogueiragem ,só elogios a mais uma performance arrasadora do russo!
  19. Acredito que não, como ele não está lutando e dando algum retorno ao UFC o evento não vai gastar dinheiro com ele!
  20. Não sou especialista mas se não estiver enganado o contrato se renova automaticamente se você for campeão, tem que defender o cinturão ,como o canadense se aposentou sem fazer isso o contrato deve manter o lutador "preso" ao evento ,no sentido de não poder lutar em outro evento ou modalidade sem a concordância do UFC!
  21. Na 66 talvez a Holm.,Germaine (se não peidar outra vez ) Megan ,Amanda ,70 esquece , no PFL tem categoria mas só carne assada, provavelmente vai disputar a final com a perigosíssima Larissa Pacheco, a grana e o hype ela já tem, falta vitórias contra lutadoras de verdade, alguém com história e legado e a Amanda é a cereja do bolo ,mas tem altas chances de dar indigestão!
  22. Certeza que o careca está puto até hoje com aquela doença terrível que " impediu" que o GSP defendesse o cinturão e não quer ver o canadense se machucando!
  23. A luta que faltou pra mim foi contra o Ferguson, falem o que quiserem ,ainda mais agora que ele está em baixa e a bola de cristal rola solta com afirmações que seria um passeio no parque por parte do russo ! Até a luta contra o Justin, que era pra ter sido contra o Khabib o Ferguson apanhava mas quem dava os três tapinhas ou acabava nocauteado na maioria das vezes era o adversário ,o queixo ,o gás e a fome de ganhar eram do americano! Os dois tinham o mesmo número de vitórias com jogos totalmente opostos ,o russo não era tocado praticamente e o Ferguson corria sérios riscos em quase todas as lutas e acabava vencendo, e infelizmente acabou não rolando! O que eu vejo por aqui, e é direito de cada um pensar como bem entender é que as vitórias do Ferguson são meio que desvalorizadas por conta do estilo suicida dele e o Khabib é levado ao olimpo e tido por muitos como invencível e intocável em um quase esporte que um golpe bem encaixado muda o rumo e muitas vezes o desfecho de uma luta! Eram doze vitórias pra cada lado ,dentro das regras e da proposta de cada um !
  24. De olho em duelos no boxe, Junior ‘Cigano’ faz desafio inusitado para os irmãos Paul Carlos Antunes Desde que saiu do UFC no início deste ano, Junior ‘Cigano’ ainda não decidiu qual será o próximo passo de sua carreira. O lutador deixou em aberto a possibilidade de seguir no MMA, em outra organização, ou realizar um sonho antigo de lutar boxe profissional. E, justamente na nobre arte, o ex-campeão dos pesados do UFC cogitou a possibilidade de se aventurar com a nova tendência de encarar youtubers, principalmente Jake e Logan Paul. Entretanto, por ser um peso-pesado, ‘Cigano’ sabe que a possibilidade maior é que Jake e Logan não aceitem enfrentá-lo. Por isso, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o lutador revelou um plano curioso para fazer com que os irmãos, que estão fazendo barulho e gerando muito dinheiro no mundo das lutas, topem medir forças com ele nos ringues de boxe. “Eu faria (essa luta), mas acho que eles não iriam querer (risos). Até pensei uma estratégia para fazer esse negócio acontecer. Eles são caras grandes, tem 95 kg, algo assim, então a gente vê como uma excelente oportunidade de ir lá e fazer uma luta com um cara desse, que na primeira ideia não teria tanta experiência lutando. A ideia que eu tive, para não ficar ruim para eles porque sou peso-pesado, nós lutamos dez rounds e eles revezam, um round cada um (risos). Se alguém for nocauteado antes do tempo, o outro assume até o final. Seria uma forma interessante dessa luta acontecer”, revelou. Com menos de um ano em evidência no boxe, Jake Paul ganhou mais holofotes em abril deste ano, quando nocauteou Ben Askren, ex-lutador do UFC, em um duelo na nobre arte. Por ser um especialista na modalidade, ‘Cigano’ elogiou a técnica do youtuber. “Mas do que a gente conseguiu ver, o Jake Paul foi inteligente contra o Ben Askren. Não foi um soco solto, ele faz uma estratégia boa, finta o jab, desviava o olhar, quando você faz isso, um cara que não tem experiência boa no boxe a tendência é ele seguir esse olhar e quando faz isso não vê o outro golpe vindo. Conseguiu um ótimo nocaute. Agora tem Logan que vai lutar com o Mayweather e vamos ver”, afirmou o brasileiro de 37 anos. Júnior ‘Cigano’ iniciou sua carreira no MMA em 2006 e chegou ao UFC dois anos depois. Pelo Ultimate, o brasileiro disputou 23 lutas, venceu 15 e se tornou campeão do peso-pesado em 2011, quando nocauteou Cain Velasquez no primeiro round. Além de Cain, as maiores vitórias do atleta foram diante de Derrick Lewis, Fabrício Werdum, Frank Mir, Mirko ‘Cro Cop’, Shane Carwin e Stipe Miocic. O profissional encerrou sua passagem pelo Ultimate como o terceiro pesado que mais triunfou na história da organização.
  25. Dana White muda discurso e admite possibilidade de contratar Kayla Harrison Ag Fight Estrela do PFL e invicta na carreira após nove lutas, Kayla Harrison desperta a atenção do mundo do MMA. Depois de fazer sucesso no judô, a atleta ingressou nas artes marciais mistas e não tomou conhecimento das rivais até então. Por isso, com a confiança em alta, a competidora almeja voos mais altos e já até falou sobre um possível duelo com Amanda Nunes, atual campeã do peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg) do UFC. Mesmo com um ‘hype’ elevado, a americana não tinha convencido Dana White, presidente do UFC, do seu potencial – em entrevistas anteriores o cartola desdenhou da chance de contratar a judoca. No entanto, parece que o mandatário mudou de ideia. Em entrevista ao canal ‘Big Night Breaks’, ele abriu as portas para a contratação de Kayla. “Eu sei que o contrato dela (Kayla) acaba em breve. Eu não sei se ela está pronta para vir para cá ou se sua equipe acredita que ela está preparada. Mas quando ela estiver, estaremos prontos”, disse Dana, sem dar qualquer previsão para a possível aquisição. No MMA profissional desde junho de 2018, Kayla Harrison segue invicta na modalidade após nove lutas e é a atual campeã do torneio do peso-leve do PFL. Antes de se aventurar na modalidade, a ex-judoca conquistou o bicampeonato olímpico ao garantir medalhas de ouro nas Olimpíadas de Londres, em 2012, e do Rio, em 2016.