Eder Jofre55

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Everything posted by Eder Jofre55

  1. Tem que focar em se defender primeiro ,perder o medo de levar soco na cara pra depois pensar em nocautear e dosar a adrenalina, gastou toda a energia querendo botar pra baixo o tempo todo e partindo pra finalizar como um esfomeado por um prato de comida!
  2. Nenhuma novidade o Conor não ter mais aquela sede de outrora, ainda acho que o que prejudica muito ele é a falta de ritmo , ficar muito tempo sem lutar ,e o cara não gosta de perder, vai vir diferente para a revanche e a mão entrou várias vezes no Poirier antes de sucumbir! Quanto ao Bisping o cara tem trinta vitórias e 16 nocautes na carreira, é até sacanagem dizer que o cara era mão de pantufa , foi um grande lutador, uma história de superação muito legal.e é melhor ainda como comentarista, carismático e com humor ácido e inteligente, típico dos britânicos!
  3. Até agora não entendi se ele está com raiva porque ninguém do boxe ou youtuber fazendo as vezes de boxeador desafiou ele pra ganhar grana no ringue ou se ele tomou alguma surra no treino de alguém melhor que ele na trocação ,papo sem.pé nem cabeça!
  4. Não é o campeão mais técnico que já passou por essa categoria mas eu o vejo dando trabalho se tivesse DJ e Cejudo lutando hoje no UFC, com o corte de peso e a USADA, ONE é outro evento sem essas obrigações, não dá pra comparar! Cejudo sofre muito pra bater 57 e o DJ também ia penar pra se readaptar ao velho corte de peso ,Figueiredo tem punch ,força, queixo e um psicológico foda ,quantos champs teriam a casca grossa que ele teve pra defender a cinta em um intervalo tão curto , entrando fudido e fazendo a luta da noite ,sem essa de lutar pra ganhar por pontos, foi pra cima o tempo todo! O cara vai pra machucar o adversario ,luta pra frente ,empolga ,como diria o saudoso Januário, é disso que o povo gosta!
  5. Volkanovski relata dificuldades em treino e cita sequelas da covid como possíveis causas Campeão peso-pena do UFC defenderá cinturão contra Brian Ortega, mas ainda não tem data definida para a disputa Combate.com Alexander Volkanovski colocaria seu cinturão peso-pena do UFC em jogo contra Brian Ortega, em março, mas o duelo acabou cancelado porque o campeão foi diagnosticado com a covid-19. Já recuperado, o lutador australiano revelou em suas redes sociais que vem tendo dificuldades em seus treinos, e que o motivo talvez possa ser as sequelas do novo coronavírus. - Fiz um treino de força e depois fui para a bicicleta ergométrica. Vou te dizer, isso foi muito desconfortável. Eu não sei se foi esse ar congelante da Austrália, porque está gelado demais aqui, e nós viemos de Vegas, onde está muito quente. Nós tentamos levar até a bicicleta para o lado de fora (da academia)... me abalou demais. Eu não sei se isso foi por causa da covid ou só o frio, mas fiquei destruído. Volkanovski terá tempo de se recuperar. O campeão foi selecionado para gravar a nova temporada do The Ultimate Fighter em um duelo contra Brian Ortega. O confronto entre eles não deve acontecer até a final do reality, em setembro.
  6. Gregor Gillespie abre as portas para enfrentar amigo Islam Makhachev Ag Fight Islam Makhachev passou a ser visto com outros olhos pelos integrantes do peso-leve (70 kg) do UFC após conquistar um lugar no top-10 da categoria. Se no passado o russo reclamou que parte dos lutadores recusou enfrentá-lo, agora o cenário é diferente. O amigo e parceiro de treino de Khabib Nurmagomedov vai lutar contra Thiago Moisés, no dia 17 de julho, ainda sem local definido, e também aparece no radar de Gregor Gillespie. Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘James Lynch’, Gillespie, membro do top-10 do peso-leve, elogiou Makhachev e indicou que o russo ocupa uma posição enganosa no ranking, pois merecia mais do que a nona colocação. A declaração do americano é compartilhada por parte dos fãs, Daniel Cormier e Khabib, que apontaram o atleta do Daguestão como ameaça aos tops da categoria e forte candidato a ser campeão no futuro. Assim como Makhachev, Gillespie também cresce na divisão e classifica um eventual encontro como inevitável. “Quem sabe? Ele acabou de assinar para lutar contra Thiago, então, obviamente, isso não está próximo. Mas ele é um cara que, provavelmente, está classificado abaixo do que é capaz. Eu poderia ver, talvez, mais para a frente, a gente lutando pelo cinturão. Quem sabe? Sei que muitas pessoas pediram isso, mas tem que fazer sentido. Vou lutar contra quem fizer mais sentido e que me é oferecido, a luta que me empurra para a direção certa. Felizmente, é alguém classificado à minha frente”, declarou o americano. Gregor Gillespie, de 33 anos, se recuperou da perda da invencibilidade diante de Kevin Lee ao nocautear Carlos Diego Ferreira em maio. Agora, o americano possui sete vitórias, sendo seis pela via rápida, em oito aparições pelo UFC. Nelas, ‘The Gift’ impressionou por mostrar bom nível no wrestling e foi considerado por parte dos fãs como uma potencial ameaça no peso-leve por sua qualidade no grappling e pela pressão que exerce sobre os oponentes no octógono.
  7. Ex-sparring de ‘Spider’ afia trocação de Rodolfo Vieira e se diz otimista com evolução Neri Fung Um dos grandes nomes da história recente do jiu-jitsu, o multicampeão mundial Rodolfo Vieira iniciou sua trajetória no MMA há pouco mais de quatro anos e, portanto, ainda busca evoluir nas demais áreas da modalidade para, quem sabe, alcançar o mesmo sucesso que obteve nos tatames da arte suave. Para auxiliá-lo nessa empreitada, o peso-médio (84 kg) do UFC conta agora com o reforço de Roberto Neves, o ‘Facada’, experiente lutador oriundo da luta em pé e que ficou conhecido recentemente por ser o principal sparring de Anderson Silva antes de seu último combate pelo Ultimate. O veterano assumiu o comando dos treinos de trocação de Rodolfo, visando o confronto do faixa-preta contra Dustin Stoltzfus, marcado para o dia 17 de julho. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Roberto ‘Facada’ explicou quais são os principais pontos de ênfase no trabalho com o lutador carioca e rasgou elogios ao pupilo, especialmente pela disposição e facilidade no aprendizado. A relação entre Rodolfo e ‘Facada’ vem desde os tempos em que ambos ainda estavam no Brasil, onde foram parceiros de treino na ‘Team Nogueira’. Agora, os caminhos de ambos voltaram a se cruzar nos Estados Unidos, onde o agora treinador reside há cerca de um ano e meio, período no qual tem tido dificuldade de encontrar novas oportunidades de competir novamente no MMA, um dos fatores que o levaram a assumir as manoplas. “A gente se conhece há algum tempo. Fomos parceiros de treino na Team Nogueira. Fizemos vários sparrings juntos. A gente lutou o ACB – que agora é ACA, evento russo – juntos. Eu fiz três lutas lá e a gente lutou no mesmo evento. Eu acabei encontrando ele aqui (nos EUA). E apareceu essa oportunidade de dar aula para ele, para essa luta agora. O professor Mano, que é do karate, está no Brasil. A gente alinhou, eu com o Mano, para montar o treino para o Rodolfo. O Mano me mandou os treinos. E nós estamos dando uma força para ele aqui, o preparando para essa próxima luta e esperando um nocaute. Estamos confiantes nisso”, contou Roberto ‘Facada’, antes de analisar o trabalho com o novo pupilo. “Como o próprio Rodolfo já disse em algumas entrevistas, ele não está acostumado com porrada. Ele mesmo já disse que tem um pouco de medo, aquela insegurança na trocação. Então, a gente está focando em prepará-lo, não para virar um striker, mas para ele se acostumar com aquela situação. Fazer ele melhorar a movimentação, o tempo de resposta. Aquele básico da trocação, que um atleta tem que ter para lutar MMA. Porque o Rodolfo, com o nível que ele tem de jiu-jitsu, ele não precisa ser um striker nato. Ele só precisa alinhar algumas coisinhas ali e adaptar no jogo dele. Ele está evoluindo muito dentro do que está sendo proposto para ele. E eu poderia até arriscar que ele pode nocautear na próxima luta”, declarou o antigo sparring de Anderson Silva. No último compromisso, Rodolfo conheceu a primeira derrota no MMA profissional. Apesar do revés ter vindo, de forma surpreendente, por meio de uma finalização, ficou nítido que os principais pontos que necessitam de evolução são a luta em pé e o condicionamento físico, além da experiência que só virá com a prática. No entanto, não há motivo para pânico. Pelo menos de acordo com Roberto ‘Facada’. O responsável por afiar a trocação do faixa-preta rasgou elogios ao pupilo e garantiu que o mesmo possui o necessário para triunfar no MMA, assim como fez no jiu-jitsu. “A gente está trabalhando para ele contra golpear, achar o timing e colocar para baixo. E uma vez que levar para baixo, a gente está trabalhando para ele ter calma, paciência, para finalizar a luta. Para não ter pressa. Estabilizar, ganhar a posição, que a finalização chega. O trabalho está sendo bem feito. O Rodolfo é um cara muito inteligente, pega as coisas fácil. É um cara que tem talento para luta no geral.Ele nasceu para fazer isso. E o principal ele tem, a humildade de reconhecer que tem muito a aprender, a melhorar. Acredito que a curto e médio prazo, o Rodolfo vai evoluir muito e com certeza vai se sentir muito bem na trocação”, finalizou Roberto ‘Facada’. Vale destacar que o trabalho é o primeiro de ‘Facada’ como técnico de um atleta do UFC e tem sido realizado sob a orientação à distância do mestre de karate Mano Santana, responsável por afiar a parte em pé de grandes nomes do MMA mundial, como os irmãos Patrício e Patricky ‘Pitbull’, entre outros. O experiente treinador deve se juntar à preparação de Rodolfo na equipe ‘Fusion X-Cel’, na Flórida (EUA), em breve. No MMA profissional desde 2017, Rodolfo Vieira soma sete vitórias, sendo seis por finalização, e uma derrota em seu cartel. Pelo UFC, foram dois triunfos e um revés, justamente em sua última apresentação. No próximo dia 17 de julho, o faixa-preta terá a oportunidade de se recuperar ao encarar Dustin Stoltzfus, em evento do Ultimate ainda sem sede definida.
  8. Jorge Masvidal anuncia main event de seu primeiro show de MMA sem luvas Ag Fight Recentemente, Jorge Masvidal revelou que planejava se aventurar como cartola no mundo das lutas e, de fato, tal anúncio não demorou a acontecer. Após a criação do ‘Gamebred Fighting Championship’, companhia de MMA sem luvas, o detentor do cinturão ‘BMF’ do UFC informou, no último domingo (30), por meio de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), que o primeiro show vai acontecer no dia 18 de junho, no Mississipi (EUA), e tem como ‘main event’ Charles Bennett vs Jason Knight. De acordo com Masvidal, a proposta do GFC, sua organização de MMA sem luvas, é tornar o esporte mais atrativo e empolgante para os fãs. Dessa forma, ‘Gamebred’ decidiu convidar Knight, ex-UFC, e o veterano Bennett, conhecido como ‘Krazy Horse’, para compor o primeiro show por conta do estilo de luta agressivo e irreverente da dupla. A curiosidade é que Bennett e Knight já disputaram combates sem luvas anteriormente. “O ‘Gamebred Fighting Championship’ 1 será na sexta-feira, 18 de junho, em Biloxi, Mississippi. Nosso primeiro evento profissional de MMA sem luvas será liderado por Jason ‘The Kid’ Knight vs ‘Felony’ Charles Bennett”, escreveu Masvidal em sua conta oficial no ‘Instagram’. Charles Bennett, de 41 anos, é um veterano do MMA. ‘Krazy Horse’ iniciou sua trajetória no esporte em 1999, disputou 73 lutas, venceu 30, perdeu 41 e empatou duas vezes. Na modalidade, o profissional atuou por organizações conhecidas do público como Elite XC, King of the Cage, Pride FC e Rizin FF. Um dos momentos marcantes da carreira do atleta foi o vídeo no qual protagonizou uma briga generalizada com membros da academia ‘Chute Boxe’ nos bastidores de um evento do Pride. Jason Kinght, de 28 anos, segue se aventurando em um circuito alternativo. O atleta estreou no UFC em 2015, disputou nove lutas pela maior organização de MMA do mundo, venceu quatro, perdeu cinco vezes e encerrou sua trajetória nela em 2018. Depois, o lutador integrou o ‘Bare Knuckle FC’, companhia de boxe sem luvas, e protagonizou uma rivalidade com Artem Lobov. No primeiro encontro, o amigo de Conor McGregor venceu por decisão unânime, mas o americano deu o troco na revanche e levou a melhor por nocaute técnico.
  9. Kkkk ,verdade, foi só uma ideia, tem muito tempo que eu não esquento mais com as decisões do UFC, não vale à pena! Essa ideia do Diaz entrar com Money foi show ,tudo a ver com o "espetáculo "!
  10. Curioso pra saber se o Charles vencer Justin ou Conor na sequência se ele vai ter a humildade pra reconhecer que o brasileiro não é um campeão passageiro como está afirmando! Não existe estilo que não possa ser superado, se ele tivesse ficado mais tempo lutando poderia experimentar essa "sensação " !
  11. Evoluir eu acredito que sim ,mas no nível que ele chegou é que tenho dúvidas, o Lima é mais que um técnico e isso faz diferença!
  12. Excelente postura , essa vitória contra o Woodley ,do jeito que foi é pra dar muita moral e confiança , agora é manter o foco e uma sequencia de bons resultados ,condições pra isso já demostrou que tem !
  13. Exato ,teria que ter alguns critérios para não virar bagunça!
  14. Excelente entrevista do Charles , se for mesmo esse percentual para a equipe é uma facada ,ao mesmo tempo isso é dividido para quantas pessoas que fazem parte de um camp ,alguém sabe? O Charles teria conseguido evoluir o que evoluiu se tivesse em outra academia ?
  15. Algumas lutas poderiam ser de cinco rounds ,não todas ,acho que as três ultimas do card principal ou três de cada card que não tenha disputa de cinturão ,as que mais prometem pelo casamento de estilos ,rivalidade entre os lutadores , candidatos ao título ... alguns cards terminam muito tarde ,se for o card principal inteiro as vezes tem seis lutas ,o evento vai até quatro da madruga se todas a s lutas forem para a decisão , tem que gostar muito de mma pra ficar tanto tempo vendo luta!
  16. Ponzinibbio recorda drama que o afastou do UFC: “Falaram poderia não voltar” Carlos Antunes Em novembro de 2018, Santiago Ponzinibbio alcançou seu melhor momento no UFC, quando engatou a sua sétima vitória seguida na organização, ao nocautear Neil Magny, e se colocou entre os dez melhores do mundo nos meio-médios (77 kg). No entanto, o que poderia ser o início da caminhada até o cinturão da divisão se tornou um pesadelo para o lutador. Após esta apresentação que aconteceu no seu país natal, o ‘Argentino Gente Boa’ ficou mais de dois anos afastado do Ultimate travando uma batalha por sua saúde. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), o ex-integrante do TUF Brasil 2 revelou que chegou a conviver com um laudo médico que, mesmo com 34 anos, poderia nunca mais lutar em sua vida. A explicação por essa declaração foi pelo longo período que o sul-americano lutou para descobrir um problema de saúde que estava lhe afetando e o deixou durante tratamento por cerca de um ano. “Chegaram a falar que poderia nunca mais lutar na minha vida. Foi muito difícil. Eu tive uma infecção em maio, operei, colocaram um cateter no braço, passei por medicação, enfermeiros na minha casa e em seis semanas de tratamento quando estava para acabar, comecei com febre. Me internaram de novo, trocaram a medicação. A medicação que deram mataram todos os glóbulos brancos no corpo, fiquei sem defesa. Fiquei três meses tomando antibiótico constantemente. Foi bem complicado. Quando me liberaram, fui para Las Vegas (EUA) terminar a minha reabilitação e depois de sete semanas não melhorava. Fizemos uma ressonância e o médico disse que tinha infecção no osso e que poderia não voltar a lutar. Foi um balde de água fria”, disse, emendando. “Por um lado eu pensava que não poderia ser certo, porque ainda vou ser campeão do mundo e tenho muita coisa a fazer, mas por outro, bateu um medo. Passei todo 2019 tentando saber problema. E 2020 foi um ano que batalhei com minha saúde para voltar a treinar. Depois veio a pandemia, peguei COVID-19, fraturei o dedo do pé. Foram pequenas coisas que atrasaram tudo. Volto em janeiro e perco por nocaute, pior derrota da minha vida. Nunca tinha perdido assim. Foi mais uma vez enfrentar as adversidades e falar: ‘Vamos fazer o que com isso? Vamos lamentar e desistir ou usar como combustível para seguir trabalhando?’. Peguei como combustível, como fiz em toda minha vida, para trabalhar e mostrar para o mundo que ainda vou ser campeão”, concluiu. Neste sábado (5), Santiago Ponzinibbio sobe ao octógono para encarar Miguel Baeza, no UFC Las Vegas 28. No MMA profissional, o sul-americano soma 27 vitórias e quatro derrotas em seu cartel. O argentino compete pelo Ultimate desde 2013, após se destacar na segunda temporada da versão brasileira do reality show ‘The Ultimate Fighter’, e possui nove triunfos e três reveses pela maior liga de MMA do mundo. ASSUNTOS REL
  17. Dana White justifica Leon Edwards vs Nate Diaz ser realizado em cinco rounds Ag Fight No próximo dia 12 de junho, o Ultimate vai implementar uma novidade no UFC 263, que será realizado no estado do Arizona (EUA). Pela primeira vez, um duelo que não é o principal da noite e que não conta com um cinturão em jogo será disputado em cinco rounds. O combate escolhido para inaugurar o novo modelo foi entre Leon Edwards vs Nate Diaz, válido pelos meio-médios (77 kg). Em entrevista ao site ‘Yahoo Sports’, o dirigente revelou o motivo desse confronto não ser realizado em três rounds. Além disso, Dana White mostrou sua empolgação para o evento que vai contar com duas disputas de título: Israel Adesanya vs Marvin Vettori, pelo peso-médio (84 kg), e Deiveson Figueiredo vs Brandon Moreno, pelo peso-mosca (57 kg). “Eles queriam lutar cinco rounds. Foi fácil. Era para isso que eles estavam programados na luta anterior (no UFC 262) também”, analisou o cartola. “Quando você olha para este card, você tem Adesanya vs Vettori, Figueiredo vs Moreno, que estava na disputa de ‘Luta do Ano’ no ano passado. Se Weili Zhang vs Joanna (Jedrzejczyk) não tivesse acontecido, eles teriam vencido. Então você tem Edwards vs Diaz. É um ótimo card de cima para baixo e (Edwards vs. Diaz) deve ter um impacto no pay-per-view”, completou o mandatário da maior organização de MMA do mundo. Terceiro colocado no ranking dos meio-médios (77 kg), Leon Edwards atravessa longa sequência sem derrotas pela organização. Nos seus últimos nove compromissos, o inglês venceu oito e teve um ‘No Contest’ (luta sem resultado). A última vez que o inglês acabou derrotado foi em 2015, quando ele foi superado por Kamaru Usman. Nate Diaz não pisa no octógono desde novembro de 2019, quando enfrentou Jorge Masvidal pelo cinturão ‘BMF’ (mais “durão” de todos). Naquela ocasião, o lutador acabou derrotado por nocaute e, desde então, ficou afastado das competições. No MMA profissional desde 2004, o americano possui 20 triunfos e 12 derrotas na carreira.
  18. É uma ótima lutadora mas está lesada das ideias, vai pegar alguém do top cinco e trate de vencer ou vai ganhar uma geladeira do UFC ,se achando muito mais do que é ,a categoria está recheada de boas contenders!
  19. O UFC tem umas palhaçadas que não dá pra entender, Marina salvou um card aceitando luta de última hora, viajou na véspera do evento, teve que cortar algum peso, fez uma luta muito boa por cinco rounds e como "prêmio " o careca quer que ela enfrente uma adversária muito perigosa e com um jogo que é onde ela sofre mais com tempo curto outra vez ???? Fez muito bem em não topar essa luta agora!
  20. Joanna tinha declarado que só voltaria a lutar quando tivesse público!
  21. Khabib parabeniza Charles do Bronx, mas diz que Dustin Poirier será o campeão do UFC em breve Russo, ex-campeão dos pesos-leves da organização, acredita que americano vencerá Conor McGregor no UFC 264, em 10 de julho, e tomará o cinturão do brasileiro ainda em 2021 Combate.com A conquista do cinturão dos pesos-leves do UFC por Charles do Bronx não passou despercebida por ninguém que acompanhe o mundo do MMA. O brasileiro chamou a atenção pela vitória consistente sobre Michael Chandler no UFC 262, e recebeu um importante reconhecimento por seu feito vindo de ninguém menos que o maior peso-leve da história da organização: o russo Khabib Nurmagomedov. Khabib Nurmagomedov acredita que Dustin Poirier vencerá Conor McGregor e Charles do Bronx até o fim de 2021 — Foto: Helena Rebello - Parece que ele venceu oito lutas seguidas. Muitas lutas acabando rápido. Que eu me lembre, somente contra Tony Ferguson ele lutou os cinco rounds. Acho que Charles do Bronx é um campeão muito merecedor. Muitas finalizações, muitos recordes do UFC. Seria uma vergonha se Michael Chandler vencesse. Duas lutas no UFC e já ser o campeão? Teria algo errado se isso acontecesse. E Charles evoluiu muito. É merecedor de todo esse sucesso. Fico feliz por ele - disse o russo em entrevista coletiva concedida no seu país. Para Nurmagomedov, no entanto, Charles do Bronx não será campeão por muito tempo. O russo acredita que quando o seu amigo e companheiro de treinos Islam Makhachev chegar ao topo do ranking, em condições de disputar o cinturão, o campeão já não será o brasileiro, e sim Dustin Poirier. Para Khabib, Poirier vencerá Conor McGregor na luta principal do UFC 264, e em seguida tomará o cinturão de Charles do Bronx ainda em 2021. - Quando Islam Makhachev chegar à parte de cima do ranking, Charles do Bronx não será mais o campeão. Espero que ele entenda bem as minhas palavras. Eu o respeito, ele merece ser o campeão. Mas quando chegar a hora de Islam, haverá um novo campeão, e já será este ano. Na minha opinião, o campeão será Dustin Poirier - finalizou.
  22. Charles do Bronx: "As pessoas pensam que estou rico, mas não estou. Ainda vou me tornar rico" Campeão peso-leve do UFC explica que descontos em bônus conquistados fazem valor real ser bem menor do que o esperado, e admite sorriso irônico ao ser provocado por McGregor Por Luciano Andrade, Marcelo Russio e Zeca Azevedo Charles do Bronx é o novo campeão peso-leve do UFC. É também o maior vencedor por finalizações na história da organização, assim como o que mais lutas finalizou sem deixar com os juízes. De quebra, é o segundo na história com mais bônus somados, chegando a quase US$ 1 milhão apenas com premiações extras. Estamos falando então de um lutador rico? O lutador nascido no Guarujá-SP garante que não. Na participação que fez nesta semana no podcast Mundo da Luta #139, o lutador de 31 apenas - quase 11 deles dentro do UFC -, explicou que os números divulgados não mostram a realidade. Apesar de garantir que leva uma vida confortável hoje, Do Bronx diz que ainda precisa se preocupar com a vida financeira, mas já vislumbra um conforto maior agora que é campeão. - Quando vai ver no final de tudo, ganhou não US$ 50 mil, ganhou US$ 15 mil, US$ 20 mil. Sem contar que a gente mora no Brasil, então tenho que passar o meu dinheiro de lá (dos EUA) para cá, já tem mais taxa. Quando chega aqui, tenho que pagar treinador, suplementação, é complicado... As pessoas pensam que estou rico, mas não estou. Ainda vou me tornar rico, vou ganhar dinheiro com pay-per-view, cheguei num patamar onde começo a ganhar dinheiro. As coisas vão começar a melhorar, mais do que já estão boas. Charles do Bronx é o novo campeão peso-leve do UFC — Foto: Evelyn Rodrigues O que faz Charles do Bronx parecer um lutador rico são as conquistas de bônus por performance a cada evento. Ele já conquistou a bonificação por 17 vezes, variando valores entre US$ 40 mil e US$ 75 mil. Somadas as premiações, o valor bruto chega a US$ 970 mil. Só que é aí que entram os descontos de impostos e as partes de outros envolvidos. - Todo mundo fala: você ganhou vários bônus de US$ 50 mil. Realmente, ganhei vários bônus de US$ 50 mil, mas você sabe o quanto de desconto acontece? Só para a equipe você paga 30%. Aí você tem mais 12% ou 15% (de desconto) a depender do estado (americano) onde luta. Você tem mais porcentagem de não sei o quê, não sei de onde... Quando você vai ver no final, recebeu menos que os caras que não fizeram nada. Não ganhei 17 bônus de US$ 50 mil, ganhei 17 bônus onde ganhei US$ 15 mil, US$ 12 mil, US$ 10 mil... Hoje o Charles é rico? Não, sou bem de vida. Tenho uma vida melhor do que eu tinha. Tenho um carro? Tenho, mas tenho um talão desse tamanho para pagar todo mês. Tenho uma moto? Tenho, mas tenho um talão para pagar todo mês. O que propus para a minha vida foi ter tudo do bom e do melhor que eu possa ter, porque a gente não sabe o dia de amanhã, e realizar os meus sonhos. E ir pagando as minhas coisas devagar. Se eu ficar seis, sete meses sem lutar, já começo a me apertar. Saiu uma matéria dizendo que ganhei novecentos e tantos mil dólares, e falei: estou sendo roubado, que esse dinheiro não chegou para mim. Conor McGregor ou Dustin Poirier? Após se tornar o novo campeão peso-leve (até 70,3kg) do UFC, Charles do Bronx agora já se depara com o próximo passo: quem enfrentar? A tendência é que o rival saia do UFC 264, no dia 10 de julho, quando Dustin Poirier e Conor McGregor atingem uma trilogia entre eles, que tem até aqui uma vitória para cada lado. O brasileiro garante não ter preferência, mas sabe que o irlandês é a luta do dinheiro. - Para mim é indiferente, de verdade. Sempre lutei no UFC sem pensar em dinheiro, mas pensando em fazer história. Lógico, lutando com o Conor é muito dinheiro que vai vir, seria muito bom isso, dinheiro é sempre bom, mas não estou preocupado com quem vai vir ou deixar de vir. Quero continuar fazendo essa história, continuar vivendo esse momento maravilhoso, e estar pronto para qualquer um dos dois que venha. O Dustin é um cara duríssimo, o último que nocauteou o Conor, mas a gente também sabe que o Conor não é um cara bobo, e deve vir com uma estratégia completamente diferente para essa luta. Que vença o melhor, e se for melhor o Conor, que venha o Conor, a gente vai ganhar dinheiro e vamos bater nele. Se for o Dustin, a gente vai ganhar menos dinheiro, mas vamos continuar vencendo. O mais importante é vencer. Charles do Bronx nocauteou Michael Chandler no segundo round no UFC 262 — Foto: Getty Images Charles também admitiu que teve uma sensação boa ao ser informado durante a coletiva após o UFC 262, em Houston, que Conor o tinha provocado nas redes sociais. Chegou a hora de ser citado pelos grandes adversários, depois de tanto pedi-los e ninguém ouvir até então. - Pedi durante anos esses caras, e eles nunca cogitaram o meu nome. O sorriso foi irônico: “então quer dizer que agora vocês sabem quem eu sou? Vocês estão me notando?” Estou feliz demais com tudo o que vem acontecendo, é bom saber que eles estão olhando, e é bom saber também que me respeitam. Eles pensavam que eu era um cara só do jiu-jítsu, e hoje venho nocauteando. Se eles estão falando, é porque estão me notando, estão vendo o quanto estou evoluindo. O Conor tinha que soltar a gracinha dele querendo lutar, mas é como falei, tem que se preocupar primeiro em vencer o Dustin Poirier, que não é fácil, para depois pensar em vir lutar comigo. E o “fantasma” Khabib Nurmagomedov? O russo, que renunciou ao título em outubro de 2020 após três defesas de título e um cartel invicto com 29 vitórias, é sempre citado quando o assunto é a divisão até 70,3kg. Charles não deixou de dar seu recado. - Todo mundo gostaria de ver Charles x Khabib, mas a gente tem que respeitar demais o Khabib pela história que ele fez, são 29-0. É um cara que fez o trampo acontecer. Com todos os caras que ele lutou, ele bateu. Não se pode falar que varreu a categoria porque ele não lutou com todos, mas com os que ele lutou, foi lá e bateu. Se aposentou porque perdeu o pai, merece todo respeito do mundo. Mas é uma nova era, um novo legado, a era Charles Oliveira. Não importa o quanto as pessoas vão falar ou deixar de falar, não tem mais o Khabib, ele parou, se aposentou, ele escolheu isso, e começou o legado Charles Oliveira. Charles do Bronx se emocionou bastante ao receber o cinturão das mãos de Dana White — Foto: Getty Images Confira outros trechos da entrevista com Charles do Bronx: UFC preparou Chandler campeão? - De verdade, não me preocupei em tentar ficar procurando essas coisas. Procurei continuar focado, pé no chão, sabendo que poderia ser campeão. Se você pegar todos os meus professores, eles vão falar o quanto eu estava tranquilo. Lógico, você sente, você vê... O cara acabou de chegar e já vai lutar direto pelo título, você sabe que eles queriam muito que isso tivesse acontecido, mas, de verdade, estava muito tranquilo. Passei um momento difícil naquele primeiro round, mas isso foi bom, porque mandei mais um recado para a categoria. Ele falou o tempo todo que quando as pessoas me batiam, eu não aguentava. Mandei mais um recado: se vocês quiserem me bater, têm que bater duro, porque não vou desistir. Estou aqui para ser campeão. Poder nocautear o Michael Chandler, que é um cara duríssimo, pegador, um cara que nocauteia, e nocautear ele de mão esquerda ainda, mostra o quanto estou evoluindo, o quanto estou pronto para lutar com esses caras. Estou aqui para me provar, para mostrar o quanto sou bom, o quanto mereço a oportunidade, e hoje sou o número 1 do mundo, sou o campeão. Mereço respeito de todo mundo. Aqueles que não acreditaram, hoje passaram a acreditar, e aqueles que ainda não acreditam, vão ver nas minhas lutas o quanto sou bom e o quanto evoluí. Momento difícil no primeiro round - A gente estudou o Michael Chandler dos pés à cabeça. A gente sabia o que vinha, a gente sabia que os dois (primeiros) minutos do primeiro round eram os dois minutos de maior guerra. A gente sabia que ele é um cara que bate muito na nuca, a mão dele pega muito lá na nuca. Se você pegar todas as lutas dele, toda vez que ele acertou e puniu os caras, ele sempre matava uma mão na cabeça para poder bater na outra, e ele bate atrás, na nuca, é onde te bambeia e o juiz para a luta. A gente estudou tanto o que podíamos fazer de bom, como também o que tinha que fazer se tivesse num momento ruim. Nessa parte caí e ele ficou me batendo, fiquei mexendo a cabeça para um lado e para o outro. Quem analisou a luta e achou que eu estava tonto ou tinha perdido, não tem noção de luta. Quando acabou e bateu o gongo, levantei como se nada tivesse acontecido e fui direto para o meu córner, ou seja, eu não estava tonto, estava ali na luta, sabia o que estava acontecendo. Tomei uma pedrada sim atrás da nuca, tomei deda no olho em pé, e no chão, quando ele estava no ground and pound, ele apertou os meus olhos. Eu estava vendo, estava lúcido com tudo o que estava acontecendo. Tomei a pedrada na nuca e senti, por isso que entrei nas pernas, mas o tempo inteiro que eu estava mexendo a cabeça sabia o que estava fazendo, sabendo onde eu estava. Charles do Bronx teve um bom momento já no primeiro round quando ficou nas costas de Chandler — Foto: Getty Images Finalização quase veio - Não acho que faltou algo, acho que ele foi mais esperto do que eu. Me precipitei no momento. Poderia ter ficado nas costas, porque sabia que ele voltaria mais morto ainda, mas ele foi esperto e esticou a minha mão, e no momento que fui fazer a transição ele estourou e girou. Mas foi bom ele ter saído também, porque se eu tivesse ficado nas costas dele o round inteiro, todo mundo já saberia o que aconteceria, e falariam: “ele matou o cara ali nas costas e depois bateu nele”. Foi bom ele poder ter saído e colocado umas mãos em mim, para eu poder ter sentido e dar a volta no round, e mostrar o quanto venho evoluindo. Volta ao Brasil e encontro com a família - Foi um momento maravilhoso, momento único. Tenho certeza de que tem coisas na nossa vida que a gente nunca vai esquecer, e esse momento é um deles, que nunca vou esquecer. Poder chegar com o cinturão para a minha família, para os meus amigos, para aquelas pessoas que nunca nem vi na vida e estavam ali comemorando como se fosse o título deles. E como falei: esse título é nosso, é do povo brasileiro, de todas as pessoas que torceram, choraram, vibraram comigo. Nunca vou esquecer desse momento, nunca! Alegria da filha Tayla - Só 4 aninhos, mas tenho certeza de que ela tem uma noção maravilhosa do quê que é (a conquista). Ela é uma menina que tem muito orgulho do pai, queria levar o cinturão, queria segurar o cinturão: “Esse é meu, papai, esse é meu”. Falei: “Ah, se você pediu, tá aqui”, falei que o cinturão era dela. Em todos os momentos ela quer pegar (o cinturão), quer ficar, fala que é dela, que ela é a campeã. Quando ela não está comigo, ela fala para todo mundo que o pai dela é campeão. Poder realizar o sonho dela tão pequena, com apenas 4 anos, é bom demais. Charles do Bronx com a filha Tayla e o cinturão do UFC — Foto: Reprodução / Instagram Pés no chão após o título - Sonhei com isso, em ser famoso, ser conhecido. Meu pai sempre falou: é fácil você chegar, difícil é se manter. Quando cheguei no UFC, meu pai falou isso, e a gente se mantém lá há 11 anos, e vamos nos manter. Hoje sou o campeão e quero me manter assim. Hoje tenho a minha fama, então quero me manter nisso. Para me manter, tenho que treinar, me dedicar, então não vou deixar o treino de lado. Não vou cair na loucura, nas besteiras. Todo mundo fala: “agora é um monte de mulher, um monte de gente atrás de você, agora é dinheiro”, mas não vou deixar nada disso tomar conta. Vou me manter focado do jeito que sou. O mundo gira, é uma roda-gigante, vou me manter com os pés no chão, humilde, respeitador. Lógico, aproveitando esses momentos maravilhosos, mas sabendo o que é e o que não é. Volta ao peso-pena? - Se tiver a oportunidade de lutar direto pelo título, me dando tempo para fazer isso, faria de boa. Hoje tenho um nutricionista bom, uma equipe boa que vai me ajudar nisso e fazer acontecer. Mas só se fosse direto pelo título. Treinos em meio aos holofotes - Voltei a treinar ontem (segunda-feira), mas tirei uma semana para descansar, só que só gravei. Como (Rodrigo) Minotauro me falou, são dois ou três meses essa loucura toda, então saio de uma entrevista e vou para outra. Só estou conciliando as gravações com meus treinos, porque não posso parar de treinar, tenho que me manter treinado. Mas mudou muita coisa, tenho 1 milhão de seguidores no Instagram, Twitter bombando, Facebook bombando, todos os lugares que passo as pessoas querem me abraçar e tirar fotos. A vida melhorou mais ainda.
  23. Lutador acusa TJ Dillashaw de enviar espiões para camp de Cory Sandhagen Ag Fight Após TJ Dillashaw se lesionar e sair da luta contra Cory Sandhagen, em maio, o UFC remarcou o combate para o dia 24 de julho, ainda sem local definido. Como o duelo entre os atletas é importante para o peso-galo (61 kg), a imprensa especializada especula que o vencedor pode se tornar o desafiante da categoria, mas um novo fator coloca drama na história. Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘James Lynch’, Justin Wetzell, parceiro de treino de Sandhagen na ‘Elevation Fight Team’. afirmou que Dillashaw enviou espiões para o camp do adversário. Vale lembrar que os profissionais já trabalharam juntos, uma vez que o ex-campeão do peso-galo integrou a equipe no período entre 2015 e 2017. “Sim, ele teve alguns alunos de Ludwig fazendo parte do nosso sparring de sexta-feira. Eu não estava lá naquele dia, mas ouvi sobre isso de outras pessoas. Quando Sandhagen começou a treinar, eles sacaram seus telefones e começaram a gravar. Mais tarde, no Instagram, eles postaram besteiras se gabando, dizendo que tinham tudo registrado. Foi um pouco surpreendente, mas é o que é. Não acho que isso vá ajudar”, declarou Wetzell. Após testar positivo para EPO, substância proibida, em 2019, TJ Dillashaw cumpriu a suspensão de dois anos aplicada pela USADA e se tornou alvo dos principais nomes do peso-galo do UFC. Além de Cory Sandhagen, o ex-campeão da categoria foi desafiado por Cody Grabrandt, José Aldo, Pedro Munhoz, entre outros atletas. Apesar de expressar o interesse em se tornar o número um da divisão pela terceira vez na carreira, ‘Viper’ também faz questão de reforçar que busca um acerto de contas com Henry Cejudo, atualmente aposentado.
  24. Conselheiro aposta em final feliz para a novela que envolve Jon Jones e Dana White Ag Fight Recentemente, Jon Jones surpreendeu ao anunciar Richard Schaefer, ex-CEO da ‘Golden Boy Promotions’, como seu conselheiro e tal decisão agradou parte da comunidade do MMA. Até mesmo Dana White, que vive relacionamento conturbado com o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, elogiou o homem de negócios. Sendo assim, Schaefer se pronunciou a abriu o jogo quanto a sua missão no MMA. Ao participar do programa ‘Fight Nation’, Schaefer revelou que Jones o contratou, especificamente, para tirar a superluta contra Francis Ngannou, campeão do peso-pesado do UFC, do papel. O homem de negócios garantiu que, ao contrário do que uma parcela dos amantes do esporte pode pensar, seu cliente tem como objetivo principal enfrentar o camaronês para se tornar o novo número um da categoria. Constantemente, Dana e Jones discutem de forma pública e tal divergência impediu a realização do duelo contra Ngannou. Sendo assim, parte da comunidade do MMA passou a considerar Schaefer uma espécie de última cartada para salvar o combate. Como possui experiência no boxe, já que lidou com as carreiras de ‘Canelo’ Álvarez e Floyd Mayweather, o homem de negócios sinalizou que vai chegar a um denominador comum com o líder do UFC, já que se entende muito bem com o mesmo. “Há uma grande luta por aí, a luta contra Ngannou. Essa é a luta que todos querem ver. É isso que os fãs de luta querem ver, não apenas os fãs do UFC. Essa é a minha tarefa, verificar se há uma maneira de realizar essa luta e representar Jones, a lenda, contra o UFC. Dana e eu temos um ótimo relacionamento. Nós nos respeitamos, nos conhecemos há muito tempo. Vocês viram isso com os comentários dele também. Eu o respeito, ele me respeita. Eu conheço o negócio de pay-per-view tão bem quanto ele”, declarou Schaefer, antes de completar. “É uma questão de encontrar um terreno comum. Nos encontraremos em breve para ver se podemos estruturar um acordo com o qual todos possam aceitar. Os melhores negócios são aqueles em que ninguém está feliz. Isso é o que vou tentar fazer. Tenho uma tarefa, que é entregar essa luta a Jones e farei o que puder para isso acontecer com base na minha experiência e no meu ótimo relacionamento com Dana. Isso vai se transformar no que eu acho que pode ser o o maior evento pay-per-view do UFC de todos os tempos”, concluiu.
  25. Por camp completo e foco em título, Marina justifica recusa de luta com Mackenzie Carlos Antunes Na última semana, Dana White, presidente do UFC, anunciou o duelo entre Marina Rodriguez e Mackenzie Dern, válido pela categoria do peso-palha (52 kg). Apesar do cartola não ter confirmado a data da luta, a comunidade do MMA já ficou na expectativa para ver o combate entre duas integrantes do top 10 da divisão. No entanto, dias depois da declaração do cartola, ambas as atletas desmentiram o acerto para a disputa. A primeira a negar o combate foi Mackenzie Dern, em entrevista à reportagem da Ag. Fight. Agora foi a vez de Marina dar a sua versão da história, também em declaração exclusiva. A lutadora, que há menos de um mês venceu Michelle Waterson em Las Vegas (EUA), planeja fazer um camp completo para sua próxima apresentação. “O UFC nos ofereceu a Mackenzie para julho, mas já tinha avisado que queríamos lutar em setembro ou outubro. Como vi que ela quer lutar antes, acredito que nossa luta possa nem acontecer por agora. E, claro, depois de pegar uma luta com 11 dias (de antecedência), conversamos com meu treinador Marcio Malko e decidimos que iríamos fazer o nosso planejamento completo para a próxima luta, por que a gente sabe que está ficando cada vez mais perto do cinturão e não queremos perder essa oportunidade quando vier”, ressaltou. “Então, este ano vamos treinar como se fosse para o cinturão. Se vier, que bom, perfeito, se não vier faremos a próxima luta como se fosse para poder chegar cada vez mais perto dele. Queremos mostrar sempre uma evolução a cada luta, e para isso precisamos de um camp completo. Acredito que vai valer a pena esperar um pouco para me ver voltar ao octógono”, completou a brasileira, atual número cinco do ranking dos palhas. Marina Rodriguez assinou com o UFC após ser revelada pelo reality ‘Dana White’s Contender Series Brasil’, realizado em 2018. Pela franquia, a brasileira disputou sete combates, venceu quatro, empatou dois e perdeu apenas um. As suas vitórias no Ultimate foram contra Jessica Aguilar, Tecia Torres, Amanda Ribas e Michelle Waterson.