Eder Jofre55

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Everything posted by Eder Jofre55

  1. Além da USADA as constantes e numerosas lesões acabaram com ele ,ninguém performa em alto nível com mais de vinte cirurgias no corpo! Voltando ao tema original do tópico é bacana saber que ele se arrepende do que fez na época da luta com o Anderson e a solidariedade do brasileiro em um momento tão triste na vida de um ex adversário e colega de profissão, o passar dos anos sempre nos muda ,muitas vezes para melhor, tomara que esse seja o caso!
  2. Se você estivesse no lugar dele ,iria recusar um milhão de dólares por causa do legado, orgulho, respeito as artes marciais etc...? Quem paga pra ver esse tipo de "show " tá pouco se importando se o Askren sabe alguma coisa de boxe ou não ,a estrela é o YouTuber e é por ele que a maioria torce e quer ver vencer! União no mma nunca existiu , cada um dá o seu jeito, desde sempre! O Vitor está virando uma caricatura mal feita, ele adoraria que alguém relevante ($$$) desafiasse ele para lutar, o cara só tem se destacado pela boca ao invés dos punhos! Esses irmãos são expertos desafiando aposentados do mma e que não são especialistas na trocação , as chances de ganhar aumentam e os bolsos ficam cada vez mais cheios e o hype nas alturas!
  3. Jake Paul parabeniza Anderson Silva por vitória e oferece luta contra lenda do boxe Ag Fight Os astros de diferentes esportes de combate se renderam a Anderson Silva. No último sábado (19), a lenda do MMA foi até o México lutar boxe contra Julio Cesar Chavez Jr. e surpreendeu ao vencer o ex-campeão mundial da modalidade. Como o veterano, de 46 anos, teve boa atuação no ringue, recebeu elogios de parte dos fãs, lutadores, imprensa e um deles veio diretamente de Jake Paul. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Jake, youtuber que se destaca cada vez mais na nobre arte, mostrou ser fã de Anderson e o parabenizou pela vitória no boxe. A empolgação do youtuber com o feito de ‘Spider’ foi tanta, que o mesmo até escreveu uma parte da mensagem em português. A celebridade, que assinou o contrato para encarar Tyron Woodley, no ringue, em agosto, sinalizou que gostaria de contar com a lenda do MMA em ação no evento. Para isso acontecer, Jake ofereceu ao brasileiro um duelo contra Roy Jones Jr., ícone do boxe. Vale lembrar que Anderson nunca escondeu que o encontro com o também veterano é a luta de seus sonhos. “Respeito ao Anderson Silva pela vitória. Você é uma lenda brasileira! Seria uma honra tê-lo contra Roy Jones Jr. no mesmo card da minha luta com Tyron”, escreveu o youtuber em sua conta oficial no ‘Twitter’. Anderson Silva, de 46 anos, é um dos lutadores mais celebrados dos esportes de combate. Em seu auge no MMA, o brasileiro marcou época no UFC. ‘Spider’ conquistou o título do peso-médio logo após sua estreia na companhia e o defendeu dez vezes. Não à toa, o veterano é considerado por parte da comunidade das artes marciais mistas o maior nome da história da modalidade. Seus principais trunfos foram diante de Chael Sonnen (duas vezes), Dan Henderson, Demian Maia, Forrest Griffin, Rich Franklin (duas vezes) e Vitor Belfort.
  4. Chris Weidman pede desculpas a Anderson Silva por suas atitudes após a fratura do brasileiro Americano lembra como se comportou após a lesão do brasileiro no UFC 168, em 2013, e diz que, só após ter passado pela mesma situação e ver a atitude do Spider com ele, entendeu que errou Combate.com A primeira edição do podcast de Chris Weidman, "Won’t Back Down", serviu mais como uma sessão de terapia para o ex-campeão peso-médio do UFC. Tendo como seu primeiro convidado ninguém menos que Anderson Silva, o americano aproveitou para se desculpar com o Spider por atitudes que teve após a fratura que encerrou a segunda luta entre os dois, no UFC 168, em dezembro de 2013. Weidman revelou que chegou a tirar fotos com fãs simulando a defesa de chute que causou a fratura no brasileiro, e o quanto hoje isso o faz se sentir mal. Ele também falou sobre a atitude de Anderson Silva logo após a sua fratura. Chris Weidman se desculpa com Anderson Silva na primeira edição do seu podcast — Foto: Reprodução / Instagram - Eu agradeço muito, mas ainda assim eu tenho que tirar essa pressão do meu peito, porque é uma forma de terapia para mim. E uma das coisas que mais me assombra é que, fazendo encontros com os fãs - nós fizemos alguns juntos, e foram ótimas experiências -, eles pediam que eu tirasse fotos com eles defendendo chutes como se fosse com você. No começo eu me neguei, achei desrespeitoso. Mas o tempo passou e eu acabei fazendo. E isso me incomoda, porque tendo passado pelo que eu passei, toda a dor e a longa caminhada para voltar, e a forma como você lidou com a situação... Você poderia ter sido um babaca e ter acabado comigo, e eu não poderia te culpar. Mas a postagem que você fez - eu vi muita coisa de muitas pessoas, mas a que veio de você representou muito para mim. Você ter me ligado e me dado conselhos foi super inspirador. Eu estava com a minha esposa e quatro filhos no carro, e você me passou a sua rotina, e me disse que eu poderia voltar a academia em quatro meses. Eu não imaginava que seria possível. Isso me fez me sentir muito melhor. Te agradeço de coração. Eu tinha que tirar isso de dentro de mim. Anderson Silva fraturou a perna na revanche contra Chris Weidman no UFC 162 — Foto: Reuters Weidman falou sobre os momentos que se seguiram à sua fratura, e como a lembrança de Anderson Silva veio à sua cabeça imediatamente. - Veio à minha cabeça, assim que eu caí no chão, ou quando olhei a minha perna e a vi partida ao meio o pensamento: "Não acredito!" E pensei em você. "É Anderson Silva!" A minha perna estava exatamente igual à sua. Eu não acreditava que aquela era a minha perna. E a dor começou a vir. E eu me lembro, quando aconteceu com você, que eu não sabia que você havia quebrado a perna, eu estava andando para o outro lado. Mas eu me lembro dos seus gritos. Era como se alguém estivesse sendo assassinado. Eu voltei e te vi segurando a sua perna. O americano também disse se arrepender por não ter insistido em entrar em contato com o brasileiro após algumas tentativas, e afirmou que ter passado pela mesma situação o fez criar uma grande empatia pelo ex-rival. - Na medida em que o tempo passou, eu tentei entrar em contato com você naquela semana, mas depois a vida seguiu. E agora eu me sinto péssimo, porque entendi que a dor que você sentiu e tudo o que você passou. Isso me fez ter muito mais empatia por você, e para ser honesto - eu nunca disse isso para ninguém, mas sempre esteve na minha cabeça desde aquele dia - eu quero me desculpar com você. E eu me senti mal e tudo, mas a nossa luta foi tão louca, com tanta gente falando tanta coisa. Anderson Silva respondeu pedindo que Weidman não se desculpasse, porque as emoções e a adrenalina envolvidas em lutas como as que eles fizeram tornam as reações dos lutadores diferentes do que seriam em situações normais. - Eu disse isso a você quando nos falamos por telefone. Quando vamos para uma luta, você põe toda a sua energia ali e não percebe muito o que está acontecendo ao redor por causa da adrenalina e coisas assim. É normal. Fora do cage, quando vamos promover a luta, eu vi seus filhos e sua esposa. Não se preocupe com isso. Eu sei o que aconteceu com você, e sei que na hora você só sente a dor. Não peça desculpas, porque as pessoas julgam sem saber o que acontece lá dentro.
  5. UFC Zumbi Coreano x Ige 19 de junho de 2021, em Las Vegas (EUA) CARD PRINCIPAL: Chan Sung Jung venceu Dan Ige por decisão unânime (48-47, 49-46 e 49-46) Sergey Spivak venceu Alexey Oleynik por decisão unânime (triplo 29-28) Marlon Vera venceu Davey Grant por decisão unânime (29-27, 29-28 e 30-26) Seung Woo Choi venceu Julian Erosa por nocaute técnico com 1m36s do R1 Bruno Blindado venceu Wellington Turman por nocaute aos 4m45s do R1 Matt Brown venceu Dhiego Lima por nocaute aos 3m02s do R2 CARD PRELIMINAR: Nicolae Negumereanu venceu Aleksa Camur por decisão dividida (29-28, 28-29 e 29-28) Virna Jandiroba venceu Kanaku Murata por nocaute técnico aos 5m do R2 Khaos Williams venceu Matthew Semelsberger por decisão unânime (30-27, 29-28 e 29-28) Josh Parisian venceu Roque Martinez por decisão dividida (28-29, 29-28 e 29-28) Rick Glenn venceu Netto BJJ por nocaute aos 37s do R1 Casey O'Neill venceu Lara Procópio por finalização aos 2m54s do R3
  6. Ag Fight Anderson Silva retornou ao mundo do boxe neste sábado (19), em Guadalajara (MEX), para um duelo contra o ex-campeão mundial dos pesos-médios Julio Cezar Chavez Jr. E para a surpresa dos amantes da nobre arte, a lenda do MMA deu show e venceu o combate por pontos ao mostrar desenvoltura inesperada diante do experiente rival. Depois de um início de confronto estudado, Anderson impôs o estilo que o tornou famoso no mundo do MMA. Agressivo, brincalhão e provocador, o Spider chegou a baixar a aguarda e convidar o mexicano para atacar junto às cordas. A estratégia deu certo e o melhor preparo físico do ex-campeão do UFC fez a diferença para seu triunfo por decisão dividida. Combinações de golpes com ângulos inusitados, boa absorção de ataques e domínio do tempo de luta levaram o veterano a voltar a vencer, fato que não acontecia desde fevereiro de 2017, quando o Spider bateu Derek Brunson por pontos no octógono. Aos 46 anos de idade, Anderson encerrou suas atividades no UFC no final de 2020, quando foi nocauteado por Uriah Hall. Depois de negociar o fim de seu contrato com o show, o brasileiro, ex-campeão dos médios (84 kg), anunciou seu retorno para os ringues de boxe. Em 1998, o Spider estreou na modalidade e acabou nocauteado. Sete anos depois, o curitibano venceu por nocaute em sua segunda apresentação no boxe profissional. A luta O primeiro assalto foi pouco movimentado. Enquanto os atletas se estudavam, Anderson mediu a distância com jabs, enquanto o rival dominou o centro do ringue e caminhou para frente o tempo todo. Com alguns ataques fortes na clinha de cintura, o mexicano ditou o ritmo. Anderson 9 x 10 Chavez. Na etapa seguinte, foi a vez de Anderson comandar as ações. Mesmo pressionado contra as cordas, o brasileiro usou sua guarda baixa para tirar a concentração de Julio. Ao mesmo tempo, a precisão de seus cruzados de esquerda lhe garantiu a melhor na parcial. Anderson 19 x 19 Chavez. O terceiro round foi marcado pelo show do Spider. Pressionado contra as cordas pelos potentes golpes do mexicano, Anderson baixou as mãos e chamou o rival para atacá-lo. Após alguns socos, Chavez recuou. Por sua vez, Anderson relembrou seu auge no MMA e voltou a colocar as costas contra as cordas, pedindo por mais golpes do rival. Anderson 28 x 29 Chavez. No quarto assalto, Anderson foi incrível. Com combinações de cruzados, diretos e ataques no clinche, o brasileiro obrigou o rival a caminhar para trás. Sem poder de reação, o mexicano se resignou a esperar a etapa acabar de forma favorável ao ex-campeão do UFC. Anderson 38 x 38 Chavez. Anderson voltou a dominar as ações na etapa seguinte. Com precisos jabs e angulações de golpes fora do padrão para o mundo do boxe, Spider pressionou o rival contra as cordas e alternou ataques no corpo e na cabeça. Anderson 48 x 47 Chavez. Como vinho, o lutador brasileiro, 11 anos mais velho do que o oponente, voltou a levar a melhor no round seis. Com o ritmo mais cadenciado devido ao cansaço dos atletas, o brasileiro mostrou intimidade inesperada com o esporte diante de um ex-campeão mundial. Bailando no ringue, o atleta conectou importantes ataques em linha reta diante de um confuso Julio Cezar Chavez. Anderson 58 x 56 Chavez. Na etapa seguinte, o equilíbrio dominou as ações. Com ataques francos, ambos os atletas alteraram bons momentos. Enquanto o mexicano acertava mais na média distância e caminhava para frente, o Spider acertava ataques de encontro. A contundência de seus ataques, no entanto, roubaram a cena. Anderson 68 x 67 Chavez. No último round, ciente da vantagem, o brasileiro administrou e acabou perdendo a parcial. Anderson 77 x 75 Chavez.
  7. Faz sentido, mas acredito que seja algo fácil de se resolver, em caso de uma vitoria boa o UFC procura ele para renovar e até incluí no top 15 ,como já foi dito pelos colegas e eu concordo, ele tem um jogo plástico e bacana de assistir, além de ser efetivo ,tem tudo pra se manter no evento, mesmo perdendo!
  8. PFL 2021 #5 17 de junho de 2021, em Atlantic City (EUA) CARD PRINCIPAL (22h, horário de Brasília): Peso-meio-médio: Rory MacDonald (77,5kg) x Gleison Tibau (77,3kg) Peso-meio-médio: Ray Cooper III (77,9kg) x Nikolai Aleksakhin (76,6kg) Peso-meio-pesado: Emiliano Sordi (93kg) x Dan Spohn (93,2kg) Peso-meio-pesado: Cezar Ferreira (93,1kg) x Chris Camozzi (92,8kg) CARD PRELIMINAR (18h30, horário de Brasília): Peso-meio-pesado: Antônio Cara de Sapato (93kg) x Vinny Magalhães (92,5kg) Peso-meio-pesado: Marthin Hamlet (93,2kg) x Cory Hendricks (93,2kg) Peso-meio-médio: João Zeferino (77,5kg) x Jason Ponet (76,8kg) Peso-meio-médio: Magomed Magomedkerimov (77,5kg) x Curtis Millender (77,3kg) Peso-meio-pesado: Tom Lawlor (92,3kg) x Jordan Young (93,4kg) Peso-meio-médio: Sadibou Sy (77,1kg) x Aleksei Kunchenko (76,9kg) PFL desta quinta tem duelos de ex-UFC e definição de classificados aos playoffs Rory MacDonald e Gleison Tibau fazem luta principal do evento, que ainda tem Cezar Mutante x Chris Camozzi e Cara de Sapato x Vinny Magalhães Por Combate.com O quinto evento da Professional Fighters League (PFL) em 2021 acontece nesta quinta-feira em Atlantic City (EUA). O card destaca a segunda rodada de classificação dos pesos-meio-médios (até 77,6kg em lutas que não valem cinturão) e dos pesos-meio-pesados (até 93,4kg). Ao final da noite, estarão definidos os quatro nomes que passam aos playoffs em cada divisão. Mas os combates escalados para esta quinta poderiam facilmente estar incluídos na pós-temporada, tanto pelo nível dos confrontos quanto pela pressão sobre os lutadores. O Combate transmite o PFL 2021 #5 ao vivo e com exclusividade nesta quinta-feira a partir de 18h30 (horário de Brasília). O SporTV 3 e o canal do Combate no YouTube mostram as duas primeiras lutas ao vivo no mesmo horário. Rory MacDonald (esq.) encara Gleison Tibau (dir.) na pesagem do PFL 2021 #5 — Foto: Divulgação/PFL A luta principal do torneio traz dois atletas com ampla experiência no UFC: o canadense Rory MacDonald, ex-desafiante número 1 no Ultimate e ex-campeão do Bellator, contra o brasileiro Gleison Tibau, que fez 28 lutas no octógono e já esteve entre os recordistas de aparições na companhia. Derrotado por João Zeferino na estreia, Tibau precisa vencer para ter chances de se classificar, enquanto MacDonald busca confirmar sua classificação; atualmente ocupa a primeira posição, com seis pontos. Um empate ou "No Contest" (luta sem resultado) rendem um ponto para cada lutador e devem ser suficientes para garantir MacDonald. Mesmo derrotado, seria preciso uma combinação de resultados para tirá-lo das semifinais. Ainda assim, é melhor não vacilar. Ray Cooper III, segundo do ranking e atual campeão, enfrenta Nikolai Aleksakhin, russo que venceu suas últimas sete lutas e parecia encaminhado para vencer Sadibou Sy na primeira rodada até receber um cutucão inadvertido no olho. A luta terminou como No Contest. Cooper III perdeu um ponto por não bater o peso para o combate, agora está com cinco pontos na classificação, e também não irá pontuar esta noite, seja qual for o resultado. + Comendo pelas beiradas no meio-médio, João Zeferino critica falastrões: "Acho patético" João Zeferino lutará contra Jason Ponet — Foto: PFL Com um ponto, Sadibou Sy enfrenta o ex-UFC Aleksei Kunchenko e, se nocautear no primeiro round, também pode passar MacDonald e Cooper III caso ambos percam. O brasileiro João Zeferino, que tem três pontos por sua vitória sobre Tibau, encara o francês Jason Ponet, e o americano Curtis Millender, outro ex-UFC, encara Magomed Magomedkerimov. Vitórias de Tibau, Aleksakhin e Sy no primeiro round e de Zeferino até o terceiro round tirariam os dois líderes dos playoffs. Classificação do peso-meio-médio Posição Lutador Pontuação 1. Rory MacDonald 6 pts 2. Ray Cooper III 5 pts 3. João Zeferino 3 pts 4. Sadibou Sy 1 pt 5. Nikolai Aleksakhin 1 pt 6. Gleison Tibau 0 pt 7. Curtis Millender 0 pt 8. Jason Ponet 0 pt 9. Alexey Kunchenko -1 pt 10. Magomed Magomedkerimov -1 pt + Confira programação, resultados e classificação da PFL em 2021 Situação parecida vivem Cezar Mutante e Antônio Cara de Sapato. Os dois ex-campeões do TUF Brasil são os líderes do peso-meio-pesado, com seis pontos cada. Por ter vencido em menos de um minuto, Mutante está mais tranquilo, já que o tempo de cada vitória é critério de desempate. Como não houve empates ou No Contests na primeira rodada dos meio-pesados, não há ninguém com um ponto, então são apenas três lutadores com potencial de ultrapassá-los. Cezar Mutante terá pela frente o veterano Chris Camozzi — Foto: PFL + Cezar Mutante aprova possível duelo com Sapato por cinturão da PFL: "Espero encontrá-lo na finalAmbos encaram outros lutadores que também tiveram passagens pelo UFC. Mutante enfrenta o americano Chris Camozzi num duelo de lutadores de base canhota. Cara de Sapato encara o compatriota Vinny Magalhães, que, como ele, é faixa preta de jiu-jítsu. Magalhães foi vice-campeão do GP da PFL em 2018, mas entra no combate com -1 ponto devido à falha em bater o peso na primeira rodada. Antônio Cara de Sapato e Vinny Magalhães fazem duelo entre brasileiros — Foto: PFL + Campeão na PFL, Emiliano Sordi revela "não" ao UFC: "Para ir agora e não ganhar nada, fico aqui" Campeão em 2019, o argentino Emiliano Sordi enfrenta Dan Spohn, finalizado por Marthin Hamlet na primeira rodada. O norueguês Hamlet enfrenta Cory Hendricks, substituto de Nick Roehrick, e o americano Jordan Young, que ganhou três pontos automáticos com a falha de Vinny, enfrenta Tom Lawlor. Classificação do peso-meio-pesado Posição Lutador Pontuação 1. Cezar Mutante 6 pts 2. Antônio Cara de Sapato 6 pts 3. Marthin Hamlet 5 pts 4. Emiliano Sordi 3 pts 5. Jordan Young 3 pts 6. Chris Camozzi 0 pt 7. Dan Spohn 0 pt 8. Tom Lawlor 0 pt 9. Nick Roehrick 0 pt 10. Vinny Magalhães -1 pt
  9. Exato ,acho que é por aí a ideia dele , fazer um contrato longo não é garantia de nada ,se você não interessa mais por algum motivo eles te dispensam ou deixam mofando ou oferecem luta com curto espaço de tempo pra queimar o cara !
  10. Claressa Shields lista diferenças entre treinos de MMA e boxe, e elege o mais difícil Ag Fight Claressa Shields surpreendeu a comunidade dos esportes do combate quando anunciou que daria um tempo em sua carreira no boxe para se aventurar no MMA. Na última quinta-feira (10), em evento realizado pelo PFL em New Jersey (EUA), a bicampeã olímpica da nobre arte estreou na nova modalidade e na organização com vitória sobre Brittney Elkin. Apesar do triunfo, a estrela dos ringues sofreu no cage e também nos treinos. Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Shields confessou que os treinos de MMA exigem muito mais dos atletas do que a rotina que costumava praticar no boxe. A americana listou as diferenças existentes entre as modalidades e, apesar da dificuldade para se ambientar, deu a entender que gostou da experiência. Para iniciar sua jornada no novo esporte, a bicampeã olímpica da nobre arte passou a integrar a renomada equipe ‘Jackson Wink MMA Academy’ e treina com profissionais de alto nível, como Holly Holm e Jon Jones. “Me desculpe, boxe, mas o treino de MMA é muito mais difícil do que o treino de boxe. Porque há diferentes artes marciais. Lutei boxe por 15 anos. E eu sou uma boxeadora que não fuma e não bebe, então eu me mantive em boa forma a minha vida toda. No boxe você tem condicionamento físico, você tem treino de manopla, e é meio que repetição, você tem sparring. Mas no MMA, eu estava treinando cinco vezes ao dia para me preparar para a última luta”, “(No MMA) tenho que praticar jiu-jitsu, wrestling, trabalho de manopla para o boxe e para o kickboxing. E depois ainda tem o condicionamento físico porque eu amo estar em forma. E eu fui de lutar dois minutos por round no boxe para lutar cinco minutos por round (no MMA). Você tem que estar preparado mental e fisicamente. É muito mais difícil. Até mesmo no sparring, pode não ser no soco que te machuca, alguém pode te derrubar, alguém pode te chutar. (…) O treino para o MMA é muito mais difícil e você tem que misturar tudo no sparring para funcionar. É realmente duro”, analisou a lutadora conhecida como ‘T-Rex’. Claressa Shields, de 26 anos, é uma das grandes estrelas do boxe, sendo multicampeã mundial da modalidade, e, apesar da migração para o MMA, ainda vai atuar nos ringues. A bicampeã olímpica da nobre arte foi uma das muitas contratações de impacto feitas pelo PFL para a temporada 2021. Além da americana, a organização também anunciou Anthony Pettis, Fabrício Werdum e Rory MacDonald como reforços.
  11. Exato ,além disso pode buscar outro evento se o UFC não quiser mais ele ou deixar de molho , essa é uma maneira de saber usar as armar que se tem para poder negociar ,como disse o GSP!
  12. Concordo ,se fosse tudo embasado e com lógica não teria a menor graça , quando não extrapola o bom senso faz parte do jogo!
  13. O cara teve infecção intestinal na véspera da luta e caiu pra dentro ,não deixou o evento na mão e fez a luta da noite ,quantos caras no UFC teriam culhões para segurar a onda e lutar? não entendo porque muitos só exaltam os defeitos do cara !
  14. Debate sem paixão não tem graça ,rs , as vezes exageramos na critica até sem perceber ,quem nunca?
  15. Michel Pereira mostra confiança em ousada tática de negociação contratual com o UFC Ag Fight Escalado para enfrentar Niko Price no próximo dia 10 de julho, pelo card do UFC 264, que terá como sede a cidade de Las Vegas (EUA), Michel Pereira chega para o combate, mais uma vez, com apenas uma luta em seu contrato com o Ultimate. A situação tem se repetido nos últimos compromissos do paraense, e faz parte de uma ousada estratégia articulada pelo lutador e pela empresa que gerencia sua carreira, a ‘Paradigm Sports’. De estilo agressivo e pouco ortodoxo na luta em pé, com direito a golpes acrobáticos, o ‘Paraense Voador’ já ganhou simpatizantes entre os fãs e dirigentes do Ultimate. Porém, o fato de ainda não ter garantido uma vaga no ranking dos meio-médios do UFC afeta o poder de barganha de Michel e de seus representantes nas negociações por uma boa remuneração, e isso os levou a optarem por seguir na entidade com contratos de curta duração, tendo apenas uma luta prevista no acordo. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), Michel explicou o raciocínio por trás da ousada tática de negociação e se mostrou confiante no sucesso da mesma. Vale destacar que a prática mais comum dentro do UFC é de contratos mais longos, normalmente com quatro combates acordados. “Uma coisa é você fechar um contrato sendo ranqueado, outra coisa é você fechar um contrato com o UFC não sendo ranqueado. Então, por confiar no meu trabalho, eu prefiro fechar um contrato estando ranqueado. Eu e meu empresário chegamos à conclusão que é melhor fechar um contrato (longo) com o UFC estando no ranking. Os valores vão ser melhores, a gente vai ganhar muito melhor estando ranqueado. Então, eu estou arriscando, confio no meu trabalho”, explicou Michel, antes de completar. “Tudo pode acontecer porque é luta, mas eu sei do meu potencial, sei do meu esforço, da minha dedicação nos treinos, na minha vida, o que eu faço para eu chegar bem e lutar. Então, eu confio que o resultado (da aposta) vai ser positivo. Já é, acho, a terceira luta que eu estou fazendo assim, fechando uma luta por contrato. E eu estou acreditando que eu vou entrar no ranking, com essa (vitória) agora eu entro. E aí nós vamos conversar, meu empresário com o UFC. Aí nós vamos negociar”, finalizou. Após estrear com o pé direito no UFC ao nocautear Danny Roberts, em maio de 2019, Michel Pereira duas inesperadas derrotas em sequência, para Tristan Connelly e Diego Sanchez. O meio-médio se recuperou em seus dois compromissos mais recentes, com vitórias sobre Zelim Imadaev e Khaos Williams, respectivamente. Dependendo de sua apresentação diante de Niko Price, no UFC 264, o ‘Paraense Voador’ pode pleitear uma vaga no top 15 da divisão até 77 kg da organização. Para isso, Michel tem feito sua preparação na ‘Overcome Academy’, do preparador físico Rafael Alejarra, que fica localizada em Las Vegas, mesmo local onde o evento vai acontecer.
  16. É verdade até a página dois ,Daico foi parar no hospital, esse corte debilitou ele mais que da outra vez pelo visto, estava lento, aceitando todos os golpes do adversário, caiu com um jab ,nem sombra do cara que ele já demonstrou em outras lutas ,não tirei os méritos do Moreno mas acho que ele não ganha do brasileiro do jeito que ganhou com o Daico em condições melhores !
  17. Não pode deixar o Chiesa se embolar e gastar o gás tentando sair do jogo de carrapato que ele tem , fora isso não vejo como o Luque perder essa luta!
  18. Em condições normais do Daico ele vence o mexicano , o cara salvou um card no fim do ano passado, lutou todo ferrado e o Moreno não fez nada parecido com o que fez nesta luta ,não tiro os méritos do adversário mas não vi essa evolução toda que alguns falam por aí! Acho que merece sim a revanche imediata, no máximo mais uma luta ,Zhang não viu a cor da bola contra a Rose e ela lutar direto pelo cinturão é visto como uma coisa normal, Romero perdeu e lutou pela cinta ,Aldo quase aconteceu a mesma coisa e por aí vai ...
  19. Pelé manda lembranças ... "O atleta tem que saber usar seu status para poder negociar" , perfeito e cirugico ,como fazia em suas lutas, algumas foram chatas e soniferas, mas o que importa é o resultado final, e tem que ter talento até para fazer isso com competência, se manteve campeão em época que tinha desafios reais ao seu reinado, o rei do timing, sabia mudar o jogo como ninguém!
  20. Deiveson abre o jogo sobre derrota e revela planos de camp na Alpha Male Diego Ribas Os últimos dias não foram os melhores da vida de Deiveson Figueiredo. Depois de sofrer com um desgastante corte de peso, que, por pouco, não o fez falhar na balança, o agora ex-campeão peso-mosca (57 kg) esteve irreconhecível no octógono do UFC 263, no último sábado (12), onde acabou derrotado por Brandon Moreno, encerrando, assim, seu reinado na divisão. Embora ainda esteja digerindo o revés, o paraense já tem claro em sua cabeça que mudanças precisam ser feitas. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), Deiveson abriu o jogo e contou detalhadamente todo o sofrimento pelo qual passou no corte de peso. O ‘Deus da Guerra’ elegeu o clima seco do Arizona, sede do UFC 263, assim como um desgastante treino realizado na véspera da pesagem, como os principais vilões de sua jornada malsucedida. Além do drama vivido no corte de peso, o ex-campeão revelou ter sofrido também com problemas em sua preparação – motivados principalmente pela recente mudança de sua academia e pela falta de material humano para sparring -, e apontou um grave erro técnico cometido por ele nos momentos finais da disputa: ceder as costas para Moreno ao tentar se levantar do chão. Por isso, Deiveson deixou em aberto a possibilidade de um intercâmbio com a equipe ‘Alpha Male’, sediada na Califórnia (EUA), na qual já a oportunidade de treinar no passado. “Na semana da luta, eu estava fazendo treinos que não deveria ter feito. Treinos muito pesados, que me deixaram bem cansado também. Ainda contribuiu com a perda de peso, que foi uma m***. Mas eu quero voltar para casa e corrigir isso. E não descarto a possibilidade também de sair do Brasil para fazer um camp fora. (…) Quando eu voltar para o Brasil, eu vou ter que sentar para conversar com a minha nutricionista porque já são várias dietas que eu faço – são 12 lutas no UFC, se eu não estou enganado – e são 12 lutas que eu bato o peso sempre assim, sofrendo. Para mim, é tão desgastante que eu chego até a pensar: ‘Porra, vai ser a minha última luta. Não quero mais lutar’. Sofrendo para c*** batendo peso. (Ou então): ‘Ah, eu vou subir de categoria’. Então, é uma conversa bem séria que eu tenho que ter com a minha nutricionista”, revelou Deiveson, antes de se aprofundar nas mudanças que pretende fazer. “Mas, por mais que eu tenha sofrido para bater o peso, eu dormi bem, descansei, eu achei que recuperei bem – eu lutei acho que com 66 (kg). A questão toda foi treinamento. Então, é voltar para casa e corrigir isso. Mas eu vou viajar, quero fazer um camp fora, ficar mais focado. Não deixar a porra do peso subir muito, porque é um erro que eu cometo também. (…) Eu não tive sparring para essa luta. Faltou mais material humano para completar o meu treinamento. (…) (Já) treinei na Alpha Male. É um time que eu gosto. Te confesso que até penso em ir para a Alpha Male, ficar um tempo (lá). Até porque eu tenho vários amigos na Califórnia. É uma academia que eu gosto, tenho um grande respeito pelo Urijah Faber. A gosto muito da galera toda da Alpha Male. (Vou) levar alguns coaches meus para lá e ficar um ou dois meses treinando”, finalizou. Com o resultado do último sábado, Deiveson Figueiredo conheceu sua segunda derrota na carreira. Anteriormente, o paraense havia sido superado pelo compatriota Jussier Formiga, em março de 2019. Ao todo, o agora ex-campeão peso-mosca do UFC soma 20 vitórias, dois reveses e um empate, justamente no primeiro duelo contra Brandon Moreno, disputado em dezembro do ano passado.
  21. Campeão na PFL, Emiliano Sordi revela "não" ao UFC: "Para ir agora e não ganhar nada, fico aqui" Meio-pesado tenta repetir título de 2019, e aprova possível Brasil x Argentina na final deste ano: "Vocês sempre gostam de bater o argentino, e o argentino sempre gosta de bater o brasileiro" Por Adriano Albuquerque e Zeca Azevedo Atual campeão meio-pesado da PFL, o argentino Emiliano Sordi começou a temporada 2021 com vitória em busca do bicampeonato. No mês passado, ele venceu o ex-UFC Chris Camozzi por decisão, na primeira rodada da temporada regulamentar, e somou três pontos. Com seis vitórias seguidas desde 2019, e com um 2020 inativo por conta da pandemia, Sordi chegou a receber proposta recente do Ultimate, mas não viu vantagens no momento e disse “não”. - Tive uma proposta agora no meio da pandemia, mas minha ideia é fazer um nome maior fora do UFC para depois ir lá ganhar dinheiro. Para ir agora e não ganhar nada, fico aqui que é melhor. A PFL é um evento que paga bem e tem um trato muito bom com os atletas, está todo dia perguntando se precisamos de alguma coisa, não só na luta. No UFC, quando você está no topo dando dinheiro para eles, vai ser o filho deles, mas perdeu duas ou três lutas, ou falou algo que não gostaram, você vai ser uma merda. Vou continuar aqui, faço meu nome maior, e vamos ver o que acontece. Ou talvez continue para sempre na PFL - disse o lutador de 30 anos em entrevista ao Combate. Emiliano Sordi é o atual campeão meio-pesado da PFL — Foto: Divulgação / PFL E por falar no lado financeiro, Emiliano Sordi pode se dar ao luxo hoje de escolher o próprio caminho sem ter que aceitar qualquer oferta para lutar. Com o título da PFL conquistado em 2019, ele colocou na conta US$ 1 milhão. E ele garante que não precisa de muito. - Na verdade, não preciso de muito dinheiro para viver. Não quero ter uma Ferrari e uma casa na praia. O dinheiro está no banco. Acho que continuo igual, mas agora sei que não vou passar alguma necessidade. Lembro que andava de ônibus aqui (nos EUA), e tinha que sair de casa uma hora antes do treino. Hoje tenho meu carro e em cinco minutos estou lá. Algumas coisas estão muito melhores, mas acho que a minha cabeça está igual (...). Luto não pelo dinheiro, mas pelo meu nome. Ainda sobre o UFC, Emiliano Sordi quase assinou com a organização em 2018, antes de iniciar sua trajetória na PFL. Ele esteve no Contender Series e acabou nocauteado por Ryan Spann com apenas 26 segundos. O lutador argentino tirou boas lições daquela luta, principalmente sobre o aspecto mental do esporte. - Acho que essa foi a melhor luta da minha carreira. Perdendo, me deu a oportunidade de estar onde estou (risos). A verdade é que nunca fiquei muito triste depois de perder uma luta, nunca. Para mim, faz parte. Perder uma luta é para você saber onde está estagnado. Nessa época, eu tinha um problema que era lutar sem sentir nada. Estar falando com vocês agora é o mesmo sentimento de quanto ia lutar. O físico estava bom, o treino específico estava bom também, mas nunca tinha feito treino mental, e aí comecei a fazer. E agradeço, porque me dá uma ajuda gigante. Minha recomendação a todo mundo é que tem que fazer o treino mental. A gente fala: “sou duro, vou sair na porrada com qualquer um”, mas não é só isso. Mas precisa ter um nível equilibrado, e eu estava muito relaxado. Talvez seja pior que ter muito medo, que se tiver muito medo fica esperto talvez, e eu estava muito relaxado. E foi o que aconteceu nessa luta, o cara veio para lutar, como tem que ser, e eu estava tomando cafezinho no cage. Foi com essa derrota que a guinada rumo ao cinturão da PFL veio. Pouco mais de dois meses depois do Contender, por convite do lutador inglês ex-UFC Luke Barnatt, surgiu a chance na nova organização. A Professional Fighters League tinha ganhado novo nome depois de uma reformulação no hoje extinto WSOF. - Depois de perder essa luta, pensei: ou vou voltar para a Argentina, começar a trabalhar (em outra coisa), ou ficar aqui e continuar trabalhando. E fiquei aqui. Até que um dia o Luke Barnatt foi chamado para lutar na PFL, mas ele estava com contrato (com outro evento) e me perguntou se eu podia lutar. Eu disse que estava pronto para lutar amanhã, e ele disse: “ótimo, que a luta vai ser daqui a cinco dias (risos)”. Só sabia que era na PFL, com US$ 1 milhão de dólares, que nessa época a gente conhecia só pelo dinheiro. A viagem era no outro dia, fiz a mala, e ganhei por nocaute em 16s (contra Jason Butcher) - disse Emiliano, natural da cidade argentina de Rio Cuarto, e que mora em San Diego desde que chegou aos EUA em 2016. Com três pontos somados após a primeira rodada e em quarto lugar na classificação, Emiliano Sordi enfrentará na próxima luta o americano Dan Spohn, na quinta-feira, dia 17. A rodada define os quatro classificados às semifinais. O rival vem de derrota para Marthin Hamlet Nielsen e não tem pontos somados. - Ele é canhoto, e fiz a luta anterior com canhoto também. Já estou há cinco meses treinando para canhoto, nem lembro como fazer com destro (risos). É difícil lutar com canhoto, é tudo do outro lado, mas já estou acostumado, então será melhor. E ele é bom, tem experiência, lutou Bellator, UFC, TUF... Mas mudei muita coisa do meu camp passado, que foi um pouco ruim. A academia fechou e treinei sem um plano. Depois dessa luta já comecei a treinar bem duro. Passei pela Covid antes da luta anterior, então fiquei um pouco fraco, agora já estou me sentindo 100%. Na disputa pelas vagas na semifinal, dois brasileiros já estão bem encaminhados. Cezar Mutante e Antônio Cara de Sapato venceram no primeiro round, e lideram a classificação com seis pontos. Emiliano Sordi aprova um duelo Brasil x Argentina na decisão, mas lembra que já é quase “metade brasileiro”, e não tem nenhuma animosidade com os brasileiros. Pelo contrário. - Seria legal ter um Brasil x Argentina na América, seria bom! Já treinei com Cara de Sapato na Nova União. E o Mutante conheço também. Vocês sempre gostam de bater o argentino, e o argentino sempre gosta de bater o brasileiro (risos). Seria bom, ainda mais agora que está passando pelo Combate, a torcida brasileira gostaria também. E a torcida argentina também, lógico. Na verdade, posso lutar com qualquer um. Adoro brasileiro, já morei aí, lutei com eles, e acho a gente bem parecido no estilo de vida. Não tenho nada contra vocês. Meu treinador de boxe aqui é brasileiro, meu treinador de jiu-jítsu é brasileiro (na Atos), faço sparring na Kings MMA e todo mundo é brasileiro lá. Sou quase metade brasileiro já (risos). Passei muito tempo morando no Brasil ou morando com brasileiros. O esporte tem muitos brasileiros. No mundo inteiro do MMA, se for na China, tem algum brasileiro dando aula de jiu-jítsu. E aqui (nos EUA) acontece a mesma coisa. Emiliano Sordi venceu Chris Camozzi por decisão na primeira rodada do torneio meio-pesado 2021 — Foto: Divulgação / PFL Serviço da PFL O Combate transmite o PFL 2021 #5 ao vivo e com exclusividade nesta quinta-feira a partir de 18h30 (horário de Brasília). O SporTV 3 e o canal do Combate no YouTube mostram as duas primeiras lutas ao vivo no mesmo horário. Confira o card completo: PFL 2021 #5 17 de junho de 2021, em Atlantic City (EUA) CARD PRINCIPAL (22h, horário de Brasília): Peso-meio-médio: Rory MacDonald x Gleison Tibau Peso-meio-médio: Ray Cooper III x Nikolai Aleksakhin Peso-meio-pesado: Emiliano Sordi x Dan Spohn Peso-meio-pesado: Cezar Mutante x Chris Camozzi CARD PRELIMINAR (18h30, horário de Brasília): Peso-meio-pesado: Antônio Cara de Sapato x Vinny Magalhães Peso-meio-pesado: Marthin Hamlet x Cory Hendricks Peso-meio-médio: João Zeferino x Jason Ponet Peso-meio-médio: Magomed Magomedkerimov x Curtis Millender Peso-meio-pesado: Tom Lawlor x Jordan Young Peso-meio-médio: Sadibou Sy x Aleksei Kunchenko
  22. ‘Borrachinha’ responde a desafio feito por Vettori e debocha do italiano Ag Fight Ao que parece, as declarações de Marvin Vettori não passaram despercebidas por Paulo ‘Borrachinha’. Através de sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui), o brasileiro respondeu ao desafio feito pelo italiano e ainda debochou do rival no peso-médio (84 kg). Ao, aparentemente, demonstrar interesse no duelo, ‘Borrachinha’ relembrou o episódio em que o italiano vestiu a nova bermuda de competição – desenvolvida em parceria com a ‘Venum’ – ao contrário para uma sessão de fotos, a fim de provocá-lo. Vale lembrar que o desafio feito por Vettori ao mineiro veio logo após a derrota sofrida por ele para Israel Adesanya, em disputa pelo título peso-médio do UFC, no último sábado (12), no Arizona (EUA). “Eu posso lutar com esse imbecil se ele aparecer para lutar assim”, debochou ‘Borrachinha’. Sem lutar desde setembro do ano passado, quando perdeu a chance de conquistar o cinturão dos médios ao ser nocauteado pelo campeão da divisão Israel Adesanya, Paulo ‘Borrachinha’ entrou em rota de colisão com o UFC recentemente. Inicialmente escalado para enfrentar Jared Cannonier no próximo mês de agosto, o brasileiro se recusou a assinar o contrato da luta, alegando insatisfação com a bolsa oferecida pelo Ultimate. ASSUNTOS RELACIONADOS
  23. St-Pierre relata como negociava com o UFC e revela que faturou milhões na carreira Ag Fight Ao longo de sua carreira no MMA, Georges St-Pierre se tornou conhecido pelo seu alto nível no octógono e Q.I. de luta elevado. Não à toa, o canadense se tornou campeão dos meio-médios (77 kg) e do peso-médio (84 kg) do UFC, e se aposentou sendo apontado por parte dos fãs como um dos melhores lutadores da história do esporte. Ciente do que representou para a modalidade, ‘GSP’ analisou sua trajetória e fez revelações. Em um texto publicado na ‘Wealthsimple Magazine’, ‘GSP’ relatou como era negociar o contrato de suas lutas com o UFC. Sabendo que o assunto gera curiosidade tanto nos lutadores, quanto nos amantes do esporte, a lenda do MMA detalhou uma passagem marcante de sua carreira. O canadense explicou que sempre soube o que representou para a modalidade e indicou que os profissionais deveriam utilizar seus status para negociar melhores contratos com o UFC. Sincero, ‘GSP’ abriu o jogo e informou que chegou a receber 10 milhões de dólares (cerca de R$ 51 milhões) da organização em sua luta de despedida do MMA, realizada em 2017. “Não existe união no jogo da luta. Para nós, do MMA, as negociações podem ser como um jogo de xadrez. Outras organizações queriam me ter como garoto propaganda e o UFC sabia disso. Como um blefe no pôquer, dissemos que não queríamos assinar novamente antes da luta e sim terminar o contrato. Corremos um grande risco, porque é como um mercado de ações. Seu estoque pode subir se você tiver sucesso, mas também pode cair se você perder. Apostei muito em mim e disse ao UFC que não voltaria a assinar com eles. Um dia antes da minha luta com Fitch, o UFC voltou com um grande contrato, porque eles não queriam que eu me tornasse um agente livre”, declarou ‘GSP’, antes de completar. “Você leu que ganhei 400 mil dólares por luta? Não. Ganhei muito mais. Quando estava no auge da minha carreira, ganhava muitos milhões de dólares. Você não só consegue o dinheiro por lutar e vencer, mas também tem uma porcentagem das compras no PPV, que é onde está o dinheiro real, mas você precisa ter o poder de negociar esses termos. Eu sabia que minha carreira seria muito curta para gastar meu dinheiro com luxo. Para a luta com Bisping, com o PPV, patrocínio e tudo mais, ganhei cerca de 10 milhões de dólares. Tive sorte e o privilégio de terminar por cima. Muitos lutadores acabam quebrados. Eles lutam por muito tempo, sofrem danos cerebrais e vão à falência. Estou saudável e rico. É raro se aposentar assim”, concluiu. Para parte dos fãs, Georges St-Pierre, de 40 anos, é o melhor lutador da história do MMA, já que é dono de uma das carreiras de maior sucesso no esporte. Em sua trajetória, o canadense disputou 28 lutas, venceu 26, perdeu duas e conquistou o cinturão dos meio-médios do UFC e também do peso-médio. A última aparição de ‘GSP’ no octógono aconteceu em 2017, quando finalizou Michael Bisping.
  24. Pelo visto o Figueiredo virou um zé ninguém da noite pro dia ,foi amador em não bater o peso de maneira correta e pagou o preço na luta ,agora tem escalar a categoria porque não merece uma revanche imediata ,tem horas que não dá pra entender mesmo ...
  25. Em retorno ao MMA, Antônio ‘Pezão’ sofre derrota por nocaute na Sérvia; veja Ag. Fight Após ficar quatro anos afastado do MMA, e se aventurar – sem sucesso – no kickboxing e no boxe sem luvas, Antônio ‘Pezão’ fez seu retorno à modalidade que o consagrou no último domingo (13). Em ação na Sériva, pela nona edição do evento ‘Megdan Fighting’, o peso-pesado – ex-desafiante ao cinturão do UFC – não teve sorte em sua volta e acabou nocauteado por Quentin Domingos no segundo round da peleja. O resultado, porém, foi alvo de polêmica. Logo após a interrupção do juiz, que considerou que ‘Pezão’ não tinha mais condições de se defender e, portanto, de competir, o brasileiro se levantou e reclamou da ação, considerada por ele precipitada. Em sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), o veterano manifestou sua insatisfação. “Por que o árbitro parou a luta? Megdan Fighting. Você treina meses, se abdica de muitas coisas, como alimentação, diversão e, às vezes, até mesmo família, para chegar 100% em uma luta. Aí, então, vem um árbitro e estraga todo trabalho árduo que você fez dia a dia. Perder ou ganhar faz parte, mas infelizmente algumas pessoas não sabem ou entendem do esporte em que está fazendo parte. Me mandaram esse vídeo que dá para ter uma ideia que não houve motivo para o árbitro parar a luta”, reclamou ‘Pezão’. Ex-lutador do UFC, Antônio ‘Pezão’ não competia sob as regras do MMA desde junho de 2017, quando também foi nocauteado, na ocasião por Vitaly Minakov, no evento ‘Fight Nights Global’. Neste período ausente da modalidade, o veterano atuou em uma luta de kickboxing e uma de boxe sem luvas, sendo derrotado em ambas, por nocaute. Desde que disputou o cinturão do Ultimate contra Cain Velasquez, em 2013, o peso-pesado soma oito derrotas, sete delas por nocaute, um ‘no contest’ (sem resultado) e apenas uma vitória. No total, ‘Pezão’ agora acumula 19 triunfos, 13 reveses e uma luta sem resultado. ASSUNTOS RELACIONADOS