Vicking

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  1. https://agfight.com.br/wp-content/uploads/2015/03/aldo1.jpg Após o anúncio do acordo entre o UFC e Reebok, as empresas ficaram proibidas de exibir suas logomarcas dentro do octógono, assim como vincular suas imagens ao show durante a semana que antecede cada evento, onde ocorrem diversas atividades oficiais, como o treino aberto e encontro com os fãs e mídia. Dono de uma das principais marcas de “fightwear” do mundo, a Venum, André Vieira lamenta o que está acontecendo e, segundo ele, o “UFC quebrou o mercado”. Em entrevista exclusiva à Ag. Fight, o empresário que já patrocinou diversos atletas do UFC, revelou que permaneceu apenas com o campeão dos penas (66 kg), José Aldo e procurou outras áreas para investir o capital de sua empresa. “O UFC quebrou o mercado todo, porque ninguém consegue mais fechar contrato com nenhum patrocinador, já que não há visibilidade nenhuma, ninguém se interessa em patrocinar os lutadores. Todo o capital que era investido pela Venum no UFC não pode mais ser investido, o que nos obrigou a migrar para outras áreas. Temos patrocinado atletas do jiu-jitsu, muay thai e no boxe inglês, além do caratê. Toda a parte de patrocínio dedicada aos atletas caiu muito, os valores pagos atualmente estão bem inferiores. Qual a fightwear no Brasil atualmente que está bem das pernas? Se você conhecer alguma me fale, porque eu não conheço. Todos as grandes marcas saíram de cena, não vejo mais nenhuma. Lá fora a situação é a mesma, já que os caras são totalmente voltados para o mercado americano”, lamentou André. O empresário que tinha 40 lutadores do calibre de Lyoto Machida e Gegarg Mousasi dentro do UFC, só permanece com José Aldo, mas mesmo assim ainda não sabe até quando o investimento vai lhe trazer retorno. O empresário também citou o nome de um brasileiro que perdeu nada menos do que sete patrocínios com a chegada da parceria UFC x Reebok. “O único atleta do UFC que permaneceu com a Wenum é o José Aldo, até pelo lançamento do filme dele no ano que vem, além do que ele é o nosso garoto propagando número um em luvas e equipamentos. Ele é o número um peso por peso do mundo, mas não sei até que ponto isso vai ser válido para a empresa , porque o UFC castrou todo mundo. O atleta Thiago Marreta conseguia fechar sete patrocínios antes de uma luta, ele gerava uma verba boa e isso ajudava muito a carreira dele e atualmente nenhuma empresa tem interesse em patrociná-lo porque não terá visibilidade alguma”. Como a Reebok não produz luvas de MMA, caneleiras e boa parte do equipamento necessário para os treinamentos, os lutadores estão tendo que custear do próprio bolso a compra de luvas, por exemplo. Até grandes nomes do esporte, como o atualmente aposentado, Rodrigo ‘Minotauro’, teve que se virar para conseguir luvas para treinar para sua luta de despedida contra Stefan Struve, no Rio de Janeiro. “O UFC não dá luva para os atletas treinarem, a Reebok não produz luvas, o cara vai fazer o que, vai comprar? A situação complicou demais para os atletas do UFC. Eles me ligam pedindo luvas porque não tem para treinar. Um atleta de alto nível não pode ter que se preocupar em comprar luvas. O Minotauro, antes da última luta dele, de despedida, me ligou pedindo luvas, porque não tinha para treinar. O Thiago Marreta me ligou e passou aqui no escritório pedindo uma ajuda, antes de se mudar para os EUA para ir treinar na ATT. O cara estava sem caneleira, não tem luvas… É chato para um atleta do porte do Marreta ter que entrar em uma loja para comprar o seu próprio equipamento de trabalho, isso não existe. Estamos limitados as redes sociais, o que fez com que os valores reduzissem drasticamente, atualmente os valores são muito baixos, quando não são pagos em permuta com material”, contou. Com a proibição das marcas de entrarem no maior espetáculo de MMA do planeta, muitos concorrentes, como o Bellator, estão tirando proveito da situação e já existem atletas que optam por lutar no concorrente ao invés do, antes sonhado UFC, pela questão dos patrocínios. “O UFC tem montado muitos cards que não dá vontade alguma de ver, porque são muito ruins, eles estão fazendo muitos eventos e isso também deu uma esfriada no mercado, a galera perdeu o apetite. Enquanto isso, o Bellator está fazendo uns cards interessantes. Isso está gerando uma migração dos atletas, porque hoje em dia o cara soma o salário dele no Bellator com os patrocínios que ele ganha e vê que vale mais a pena estar fora do UFC, pois ele não fica rendido e tem mais segurança”, concluiu. Fonte Ag. Fight
  2. Apontados por muitos como o “clone” de Anderson Silva por sua maneira irreverente e até debochada de lutar, Michael Page é um show à parte. O inglês de 28 anos compete no Bellator e está invicto no MMA com nove vitórias, mas passou a ser contestado por muitos lutadores da organização, onde tem quatro vitórias, por nunca ter enfrentado um oponente ranqueado. Em entrevista exclusiva à Ag. Fight, o lutador analisou a comparação com ‘Spider’ e apontou seu único erro na luta com Weidman, elegeu seus atletas brasileiros favoritos e garantiu que será o maior nome da industria do MMA, entre muitos outros assuntos. Confira abaixo o bate-papo completo com Michael “Venom” Page, que tem seis nocautes, duas vitórias por finalização e apenas um triunfo na decisão dos juízes: Quem te inspirou a começar a lutar? Existe algum lutador em que se espelhou? Não me inspirei em nenhum lutador em especial, treino desde que tenho cinco anos de idade, minha grande inspiração foi a minha família. Minha mãe, pai e irmãos sempre treinaram, então foi algo que herdei deles. Muitos comparam o seu estilo irreverente de lutar com o de Anderson Silva. O que você acha dessa comparação? É uma boa comparação, porque Anderson Silva é um excelente atleta e uma estrela incrível do MMA, fico muito feliz que as pessoas me comparem a ele, mas ao mesmo tempo, eu quero criar o meu próprio legado, construir minha própria estrada. Quero ser maior do que o Anderson Silva. Você já fez quatro lutas no Bellator e ainda não enfrentou um top da categoria. Não acha que já está na hora? Definitivamente estou pronto para enfrentar um atleta do topo, desde que entrei nessa competição, minha intenção é mostrar ao mundo que o meu estilo funciona em todos os níveis. Penso que ainda existem muitas áreas onde eu posso melhorar antes de disputar o cinturão do Bellator, mas já estou preparado para enfrentar um cara do top 10. Muitos atletas dizem que o Bellator lhe protege. O que você acha desses comentários? Estou em uma competição contra mim mesmo, tento a cada dia me superar e evoluir, o Bellator não vai a lugar nenhum, só preciso de um tempo (para disputar o título). Sei que muitas pessoas falam que o evento me protege, mas ainda tenho que bater todo mundo que o Bellator coloca contra mim dentro do cage, não tenho garantia de nada. Muitos dos lutadores que falam isso poderiam perder para mim, eu subo lá e faço o meu trabalho. O meu cartel fala por si próprio e tem que ser respeitado, independente do evento que luto. As pessoas que falam que eu nunca fui desafiado, tem que entender que eu ainda sou novo no MMA, então preciso trabalhar bastante e ter mais tempo dentro da jaula, mais experiência. Mas pegarei um grande desafio em breve e garanto que continuarei vencendo usando o mesmo estilo. Acredita que o seu estilo polêmico de lutar intimida seus oponentes? Acredito que meu estilo intimide alguns oponentes, sem dúvidas, porque os lutadores levam muito a sério o combate e, a partir do momento que eles veem que você está se divertindo, ficam intimidados e a minha confiança transparece. Meu estilo funciona e deixa muita gente sem reação. Ainda tenho muito o que aprender, mas acredito que minha trocação será uma das melhores do mundo. Você não teme passar do limite entre a diversão e a irresponsabilidade, como Anderson fez com Weidman? Tenho que ser cauteloso em cada luta também para não cruzar essa linha. Acredito que o único erro que Anderson Silva cometeu naquela luta, foi que ele não soltou os golpes, porque ficou claro que ele intimidou o Weidman demais. Ele estava se divertindo muito, mas demorou a atacar e acabou atingido. Mas ele continua sendo um lutador incrível. Para mim, o estilo irreverente de lutar está funcionando, então não tenho que mudar. Existe algum lutador brasileiro que goste de assistir? Existem muitos brasileiros que eu adoro assistir, vocês tem tantos lutadores incríveis que é difícil citar um. Gosto de assistir os brasileiros, principalmente por causa do jiu-jitsu e para aprender alguns movimentos no chão. Posso dizer que gosto muito do Renan Barão, esse cara é um lutador fantástico, sei que ele não foi bem em suas últimas lutas, mas ele é demais, assim como o José Aldo também. Estou sempre de olho nos brasileiros, são caras que eu realmente gosto de ver lutar. Qual o seu palpite para a luta entre José Aldo e Conor McGregor? Para mim, o McGregor é um lutador empolgante, mas a gente não pode ignorar que o Aldo está há oito anos como campeão, meu amigo. Alguém como o Aldo, você não vai derrotar com facilidade, não existe essa possibilidade. Acredito que o McGregor tem até o estilo para bater o campeão, mas a experiência do Aldo vai pesar. Ele sabe exatamente como vai vencer, ele sabe de verdade como vencer essa luta e isso vai ser mostrado lá dentro. Estou muito empolgado para ver esse combate, mal posso esperar. Qual a sua maior meta como lutador? Sonha competir pelo UFC? Acredito que poderia ser campeão no UFC sim, independentemente do evento em que eu luto, estou nesse esporte para ser o melhor de todos. Seja no Bellator ou UFC, estou aqui para ser o melhor e estou certo de que faria o mesmo no Ultimate. No momento, o Bellator tem sido um excelente lugar para eu estar, os espetáculos estão muito bons, mais criativos do que os do UFC. Tenho que dar um passo de cada vez, mas meu objetivo é ser a ‘cara do MMA’. Quero ser o principal rosto do MMA e não importa em qual evento isso aconteça. Primeiro irei conquistar o título do Bellator, depois meu objetivo é ser o maior nome da indústria inteira do MMA. Fonte: Ag. Fight
  3. Ex-campeão dos meio-pesados (93 kg ) do UFC, Vitor Belfort retorna ao octógono diante do veterano Dan Henderson no próximo dia 7 de novembro, em São Paulo, em uma das trilogias mais aguardadas dos últimos tempos. Treinador de jiu-jitsu de ‘Hendo’, o brasileiro Ricardo “Pantcho” Feliciano revelou, em entrevista exclusiva à Ag. Fight, que tentou evitar que a luta acontecesse no Brasil para que o ‘Fenômeno’ não fosse “acobertado por uso de doping”, sugerindo que Vitor usa substâncias proibidas, além testosterona. Sobrou até para o UFC, a quem o treinador também acusou de fazer vista grossa em casos de doping, quando lhe convém. A primeira vez que um caso de doping de Belfort veio a público foi justamente após a primeira luta do brasileiro contra Dan Henderson, ainda em 2006, quando o carioca foi batido por pontos e testou positivo com elevados índices de testosterona no corpo, em duelo realizado no extinto Pride. Em 7 de fevereiro de 2014, Vitor foi submetido a um exame antidoping surpresa e mais uma vez flagrado com níveis de testosterona bem acima do permitido, época em que o lutador fazia TRT (Terapia de Reposição de Testosterona). Na ocasião, o atleta alegou que teria tomado uma dose a mais por conta de uma viagem e o tratamento acabou sendo banido pela Comissão Atlética logo depois. Em sua última luta, em maio desse ano, quando acabou nocauteado por Chris Weidman no primeiro round, o campeão acusou o brasileiro de continuar a se dopar já que, apesar da proibição da TRT, Belfort apareceu nos exames realizados na época com níveis mais altos do que o campeão dos médios (84 kg), oito anos mais novo, tanto para testosterona, quanto para a taxa de testosterona-epitestosterona. “Não é novidade para ninguém no mundo do MMA, fãs e o público em geral, que o Belfort não luta limpo. Ele usa os anabolizantes dele e eu acho que não se restringe apenas à testosterona. O fato é que ele já foi pego várias vezes e nada aconteceu. Esse foi o motivo pelo qual nós não queríamos que a luta acontecesse no Brasil, exatamente para que o Vitor não fosse acobertado. E pelo jeito, parece que o UFC também acobertou o Jon Jones, então acabou que a gente viu que não ia ter diferença entre lutar no Brasil ou nos EUA”, afirmou Ricardo Pantcho. Na semana passada, o site “Deadspin.com” publicou um documento que indicava que Belfort teria sido flagrado no exame antidoping antes de enfrentar Jon Jones e, mesmo assim, foi liberado para competir. O ex-campeão teria sido flagrado novamente com níveis de testosterona acima do permitido pouco antes de enfrentar o campeão no UFC 152, em 2012. A publicação traz uma cópia do documento que atesta que Belfort estava com índices hormonais duas vezes e meio mais elevados do que o normal. A data do exame é de 1º de setembro, ou seja, três semanas antes do carioca enfrentar e ser finalizado por Jon Jones, em disputa vália pelo cinturão dos meio-pesados (93 kg). “É uma pena para o esporte e para os fãs o UFC continuar encobrindo atletas como o Jon Jones e agora o Belfort. Eu acho que o esporte só tem a perder com isso”, lamentou o treinador de Dan Henderson. O caso que o brasileiro cita se refere ao flagra que Jon Jones sofreu por uso de cocaína, no começo do ano, onde o Ultimate admitiu ter recebido os testes antes da luta, mas o argumento para a luta contra Cormier não ser cancelada é que a droga utilizada por ‘Bones’ não aumentava sua performance. Quem também comentou a situação do Fenômeno, através das redes sociais, foi o manager de Jon Jones, Malki Kawa, que afirmou que seu lutador estaria revoltado com a polêmica que envolve o brasileiro. Tanto o UFC quanto Vitor Belfort ainda não se pronunciaram sobre a publicação dos exames da luta do carioca contra Jon Jones. Após ser derrotado por ‘Hendo’ em 2006, Vitor devolveu o revés com um nocaute fulminante sobre o veterano de 45 anos, em novembro de 2013, pelo UFC Goiânia. Fonte: Ag. Fight
  4. Peso médio (84 kg) do UFC, Antônio Braga Neto foi parar na delegacia no último domingo (16) após se envolver em uma confusão na choperia ‘Copacabana’, na zona oeste de Manaus (AM). De acordo com matéria publicada no site “Globo Esporte”, o boletim de ocorrência registrado no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP) relata que, quando a guarnição policial chegou ao estabelecimento, mais de dez seguranças tentavam controlar o lutador, que teria urinado em um canto da casa noturna. Nesta segunda-feira (17), a reportagem da Ag. Fight entrou em contato com o atleta por telefone e o manauara afirmou que foi espancado por vários seguranças do estabelecimento, ação de terminou por deixar seu rosto muito machucado. “Fui a essa casa noturna sozinho, e os seguranças entraram numa comigo e me meteram a porrada, foi basicamente isso. Os caras alegaram na delegacia várias coisas, que eu mijei, depois que eu estava me escorando nos outros, arrumando confusão… Só sei que do nada os caras me agarraram e me jogaram para fora da boate feito um animal, aí eu pirei. Os caras me juntaram, me deram um prejuízo e pretendo tomar as medidas cabíveis e processar a casa noturna e os seguranças que me espancaram”, disse o atleta, que passou a madrugada na delegacia e depois no IML, motivo pelo qual ele garante ainda não ter conseguido dormir. “Foi uma coisa muito ruim o que eles fizeram comigo, e que não poderia ter acontecido. Me deixaram com o rosto muito machucado. Isso aconteceu ontem comigo, não consegui descansar, comer e nem parar para refletir muito sobre porque fizeram isso. Passei a noite fazendo o boletim de ocorrência, exame de corpo de delito no IML e até agora não consegui entender o que aconteceu”, afirmou abalado. Quando perguntado se teria urinado em local proibido, o faixa-preta de jiu-jitsu não disse que sim nem que não, mas garantiu que não agrediu nenhum segurança. “Mesmo que eu estivesse mijando em um canto, seria certo os caras me espancarem? Eles alegam que eu agredi primeiro, mas você acha que eu ia sair de casa sozinho para arrumar confusão com seguranças? Só se eu fosse muito burro. Eu estava passando perto do local da festa, vi um pagode e pensei: “Vou parar aqui para ver se eu arrumo uma gata”. Arrumei foi uma ‘junta’ e um problemão para a minha vida”, disse Braga, que ainda perdeu bens materiais. “Os caras me deram um prejuízo físico, material e moral, posso ficar mal com o UFC por causa disso. Perdi relógio, celular, chave, entre outras coisas na confusão. Só tenho receio de que essa história seja mal contada e me prejudique com o UFC. O resto eu corro atrás. Estou machucado, mas estou bem. Terminamos todos na delegacia, foi brabo”, concluiu. Braga Neto não luta desde junho do ano passado, quando acabou derrotado por Clint Hester, após estrear com vitória por finalização sobre Anthony Smith. O manauara chegou a ser escalado para enfrentar Zak Cummings, em julho, mas uma lesão no quadril o deixou de fora do evento. Fonte Ag. Fight
  5. Demitido do UFC após não soltar a finalização sobre o adversário em duas ocasiões, Rousimar ‘Toquinho’ voltou a cometer o mesmo erro, só que desta vez em uma defesa de cinturão pelo WSOF. Rapidamente, o atleta teve o título dos meio-médios (77 kg) cassado após pegar Jake Shields em uma kimura e permanecer com a posição encaixada, mesmo após a desistência do adversário. E se a maioria dos que viram a cena condena a atitude do mineiro, há quem ache que Toquinho está sendo perseguido. Primeiro treinador de jiu-jitsu e MMA do atleta, Iran ‘Brasileiro’ treinou o lutador na academia “Pantera Negra”, em Divinópolis (MG) até Rousimar chegar à faixa-roxa. Em entrevista à Ag. Fight, o antigo mestre isentou seu pupilo de ter a intenção de machucar os adversários. “Ele treinou comigo durante três anos e meio. Ele treinava com crianças, adultos e nunca machucou ninguém na minha academia. Quando ele foi expulso do UFC, revi o vídeo e não achei que ele segurou muito tempo aquela chave de calcanhar (sobre Mike Pierce) que eu desenvolvi para ele. Depois, na luta do Jon Fitch, tentaram culpá-lo pelo mesmo erro, mas o próprio americano disse que tinha sido tudo normal. A chave de calcanhar é um golpe que se dá com explosão, não é algo que vai progredindo. Os caras muitas vezes giram para o lado errado e se machucam, como já aconteceu no UFC”, disse Iran. Sob a tutela de Iran Brasileiro, Toquinho fez três lutas amadoras de MMA e venceu todos seus oponentes por finalização no primeiro round. No entanto, o mestre nunca parou de acompanhar a carreira do ex-pupilo e deu o seu parecer sobre a luta que culminou com a perda do cinturão do brasileiro. “Na luta contra o Shields, ele segurou um pouco mais sim, é algo comum de a gente fazer até com faixa-branca. O que ele não poderia fazer, é continuar forçando a kimura, o que não aconteceu. Ele encaixou a chave, segurou, mas não alongou mais do que o cara permitiu. Ele paralisou ali. Se ele quisesse ser desleal, faria o que o Frank Mir fez com o Minotauro e arrancava o braço do Shields fora. O Golpe não foi solto, mas ele paralisou a chave”, ponderou. Antes de ser batizado de Toquinho, Rousimar Palhares era conhecido como “doido”, alcunha dada pelo próprio Iran, que acredita que seu pupilo está sendo perseguido. “Eu dei o apelido de doido a ele, pelo jeito que ele falava, meio caipira, a gente não entendia muito bem, e aí acabou pegando. Ele está sofrendo uma perseguição cruel. O doido nunca machucou ninguém na minha academia, esses eventos americanos fazem regras para prejudicar o jiu-jitsu. Muitas vezes ele já perdeu finalizações por não ir com tudo e ficar com receio de explodir, como aconteceu na luta com o Dan Henderson. Quando alguém aplica um golpe a mais em um nocaute técnico ninguém fala nada, até porque é normal”, concluiu. Fonte Ag. Fight
  6. Aos 41 anos de idade, Jose ‘Pelé’ Landi-Jons foi um dos maiores nomes do MMA durante a década de 90 e início do século 20. O lutador venceu seis das sete últimas lutas que fez e retorna ao cenário internacional neste sábado (18), quando encara Tyler Stinson em sua estreia pelo Titan FC, em Missouri (EUA). Dono de uma genética privilegiada, o cubano naturalizado brasileiro não quer saber de aposentadoria e ainda sonha alto. “Estou como um ‘sniper’, apontando para o UFC, essa é minha meta, 110%. Rasguei meu contrato com o WSOF porque o Titan me ofereceu mais lutas, uma grana melhor, além do que o meu contrato é da Zuffa, então meu sonho não tem limites. O UFC está junto com o Titan. O que eu espero é fazer lutas maravilhosas, antológicas. Posso lutar até os 57 anos se meu corpo permitir [risos]. Não penso em parar tão cedo e só Deus sabe até onde posso ir. Mas quando eu parar, posso ser dono de um evento, encabeçar uma equipe, quem sabe? Mas só me vejo como lutador no momento e estou aqui para revolucionar, me vejo lutando até muito velho, como o Dan Severn”, disse Pelé, em entrevista exclusiva à Ag. Fight. Com vitórias histórias em sua carreira sobre nomes do calibre de Matt Hughes, Pat Miletich, Alexander Shlemenko e Jorge ‘Macaco’, além de embates marcantes como a derrota para Chuck Liddell em 1998, ainda pelo IVC, o lutador deseja mostrar para a nova geração que acompanha MMA um pouco de sua história, mas em uma versão mais amadurecida. “Estou muito concentrado na minha profissão. O Pelé atual quer uma estabilidade financeira, naquela época quando eu era mais novo eu não pensava em dinheiro. Estou muito mais amadurecido e estrategista, antes eu era mais ‘porra louca’, com o sangue latino, você sabe como é. Quero mostrar para os mais novos que não conhecem bem a história do esporte, que o Pelé existiu e ainda existe”. Com 29 vitórias na carreira, Pelé fez toda sua preparação para a luta com Stinson, em Nova Iorque (EUA), e já projeta como será o desfecho da batalha contra o americano, que tem como especialidade a luta agarrada. “Estou com o motor forte e muito preparado, principalmente feliz com esse meu retorno ao circuito internacional. Meu adversário vai vir querendo me agarrar e conter o meu ímpeto, mas nós fizemos um trabalho bem feito e vai ser demais para ele. Se ele vacilar a joelhada vai entrar, mas tenho o cotovelo e uma greco-romana para trocar. Não vai ser tão fácil quanto ele pensa.Espero que essa luta termine por intervenção médica. Prometo mostrar um show de agressividade na minha próxima luta, vai ser algo grande e gracioso, estou curtindo muito esse momento”, comemorou. Parceiro de treino de Anderson Silva nos tempos áureos da academia Chute Boxe, Pelé cortou relações com o ex-campeão do UFC, após acusá-lo de publicar uma mentira em seu livro, onde ‘Spider’ acusa o cubano de ter passado de propósito em um poça de lama para sujar ele e a filha. Apesar da rivalidade com o antigo companheiro, Pelé não quis gerar polêmica sobre o caso de doping de Anderson Silva, flagrado com diferentes esteroides no corpo, nos exames para a luta com Nick Diaz. “Com relação ao Anderson, o antidoping existe para tentar pegar essas pessoas que tentam burlar. Nosso esporte é de alto rendimento, você vê os jovens cada vez mais aperfeiçoados na evolução, mas não tenho nada para falar desse atleta, afinal é um momento da carreira dele que temos que respeitar, mas a realidade é que ele foi pego, enquanto tem muitos outros que usam esteroides e o doping não consegue detectar”, concluiu. Fonte Ag. Fight
  7. Ex-campeão do Pride e do UFC, Maurício ‘Shogun’ vive o pior momento de sua carreira ao conquistar apenas uma vitória em suas últimas cinco lutas. Após os maus resultados, o curitibano decidiu fazer sua preparação para a luta contra Rogério ‘Minotouro’, que acontece em 1º de agosto, no Rio de Janeiro, com seu primeiro treinador, Rafael Cordeiro, nos Estados Unidos. Mudança esta que, a julgar pela empolgação do líder da academia “Kings MMA” pode ser mais do que passageira, conforme Cordeiro revelou em entrevista exclusiva à Ag. Fight. “Meu desejo é que no futuro ele venha morar aqui nos EUA e fazer parte do nosso time definitivamente. Não sou nenhum mágico, mas consigo motivar o Shogun como ninguém e tenho sempre umas palavras que inspiram a vitória em nosso treinamento. O Shogun está se reinventando, aqui ele tem a oportunidade de ter treinos diferentes, reformulando aquilo que já está pronto. Estou muito feliz por ele ter tomado essa decisão de vir fazer o camp aqui conosco”, comemorou Cordeiro. Shogun e Minotouro se enfrentaram pelo extinto Pride, em 2006, quando o curitibano levou a melhor na decisão dos juízes, após três rounds que entraram para história do MMA. A ideia de Rafael Cordeiro é trazer o “velho” Maurício de volta, para que o seu pupilo possa passar a figurar entre os tops dos meio-pesados (93kg) do Ultimate. “O Shogun está muito bem fisicamente e muito motivado. Ele estava precisando trabalhar em áreas especializadas com pessoas extremamente gabaritadas e eu estou acompanhando. Isso tem feito a diferença, com todos nossos professores qualificados, é claro. Estamos em um projeto para fazer o ‘velho’ Shogun voltar a figurar entre os tops. Estou muito feliz em estar treinando ele novamente, sei muito bem do que ele é capaz de render,”, disse o treinador, emendando. “Os resultados positivos que tivemos juntos durante o treinamento não foram esquecidos pela memória muscular dele. Formei ele da faixa branca, quando tinha apenas 16 anos, até a preta. O meu comando dentro do tatame ele sempre escutou bem e isso a gente vai levar para a luta com o Minotouro, com toda certeza”, concluiu. Na luta principal do UFC Rio 7, a campeã dos galos (61kg) Ronda Rousey irá defender o cinturão da divisão diante da brasileira Bethe Correia, em um combate entre invictas. Fonte Ag. Fight
  8. Ex-campeão dos médios (84kg) do UFC, Anderson Silva foi flagrado em exames antidoping antes e após a luta contra Nick Diaz no UFC 183, em 31 de janeiro, com dois tipos de esteroides anabolizantes no organismo, além de ansiolíticos. A audiência do lutador está marcada para o dia 7 de agosto, nos Estados Unidos. Fiel escudeiro de Anderson Silva, amigo pessoal e companheiro de treinos do ex-campeão, Rafael ‘Feijão’ esteve com ‘Spider’ em um churrasco, mas não encontrou clima para conversar com o paulista sobre o assunto. “Nas duas vezes que ele veio no Brasil, eu vi que ele estava sobrecarregado com essa questão de doping, então procurei evitar esse assunto. A gente fez um churrasco lá em casa e nem tocamos no assunto”, disse Feijão, em recente entrevista à jornalistas no Rio de Janeiro. Escalado para enfrentar Patrick Cummings em 1º de agosto, pelo UFC Rio 7, Rafael Feijão não crê que seu parceiro de treinos seja culpado. “Eu acredito na inocência dele. Eu já vi ele bater peso várias vezes comendo McDonald’s no dia da pesagem, então não tem nada a ver”, concluiu. O julgamento de ‘Spider’ foi adiado algumas vezes, e o motivo pode ter sido revelado pelo repórter Larry Pepe, do portal “ProMMARadio”. De acordo com o jornalista, os dois laboratórios que testaram as amostras de urina de Anderson na noite do evento apresentaram resultados diferentes. O teste realizado pelo “Sports Medicine Research & Testing Laboratory” (SMRTL) acusou a presença de esteroides anabolizantes e ansiolíticos no organismo de Anderson. Já o exame conduzido pelo “Quest Labs, “feito no mesmo dia e aproximadamente na mesma hora do outro laboratório, teria dado negativo para qualquer substância proibida. Fonte Ag. Fight
  9. Tem 3 anos esse vídeo galera e vale registrar que toda essa sequência é sem o Aldo parar nem para beber água e com cortes, ele fez uns 15 rounds. Fonte Erik BJJ
  10. Hall da Fama do UFC e considerado o segundo maior meio-pesado (93kg) da organização, Tito Ortiz vive uma excelente fase no maior rival do evento que lhe consagrou, o Bellator. O lutador vem de vitórias sobre Alexander Shlemenko e Stephan Bonnar e aguarda o chamado para disputar o cinturão diante do campeão Liam McGeary. Segundo Tito revelou em entrevista exclusiva à Ag. Fight, sua ideia é conquistar o cinturão do Bellator, fazer uma defesa e se aposentar como campeão. O ex-campeão do UFC, deixou a organização presidida por Dana White, em 2012, após uma controversa derrota parra Forrest Griffin. Tito nunca teve uma relação boa com o presidente do Ultimate e fez questão de comparar o maior evento do mundo com o Bellator, onde compete atualmente. “O Bellator se preocupa com os lutadores e o UFC se preocupa com o UFC. O Bellator cuida de seus lutadores e constrói grandes estrelas. É um lugar onde os atletas podem fazer carreira e estamos promovendo lutas que os fãs querem ver”, disse Tito, emendando. “O UFC me tratou mal, mas foi algo muito pessoal, agora estou no Bellator feliz e não penso em processar ninguém”, concluiu. Aos 40 anos, Ortiz fez história no UFC ao defender o cinturão do evento em cinco oportunidades, atrás apenas de Jon Jones, que defendeu seu título em oito ocasiões. Fonte Ag. Fight
  11. Única mulher no planeta a derrotar Cris ‘Cyborg’, Erica Paes está de volta ao MMA. A faixa-preta de jiu-jitsu enfrentará Evelin Gomes no dia 26 de março, no ‘Circuito Team Nogueira’, em Ananindeua (PA). A lutadora chegou recentemente de uma temporada de dois meses em Las Vegas (EUA) e revelou com exclusividade à Ag. Fight, que está a um passo do UFC. “Passei um tempo na América, a convite do meu amigo Fredson ‘Paixão’, que já está em Las Vegas há oito anos. Ele é professor de jiu-jitsu da Zuffa e me convidou para conhecer a cúpula da organização, para eles saberem que eu existo e posso dizer que a conversa foi bastante proveitosa. O povo ficou encantado (risos). Passei o réveillon com o Sean Shelby e com a esposa dele e foi muito proveitoso”, disse Erica. Apesar de não ter assinado contrato com a maior organização de MMA, a lutadora deixou as portas abertas para entrar no UFC, mas pretende se testar antes, pois está parada desde 2013, quando foi derrotada por Bethe Correia por pontos no Jungle Fight. Na ocasião, a atleta da X-Gym afirma que lutou com a costela fraturada e a base de morfina. “Não fechei nada, porque estou há muito tempo parada e vindo de uma segunda cirurgia no mesmo joelho. Mas atualmente estou 100% recuperada, chutando, pulando e treinando com tudo. A conversa com a alta cúpula da Zuffa foi muito boa, mas como estou há muito tempo sem lutar, preciso de um tempo para retomar o ritmo. Estourei o meu joelho na véspera da luta contra a Holly Holm, pelo Legacy, ou seja, mais uma vez eu estava na porta de entrada do UFC. Já havia um contato e aconteceu tudo isso. Por isso decidi fazer uma luta antes para ver como irei me sair, para depois sentar com o UFC e falar que estou pronta para assinar”, explicou. A vitória sobre Cris ‘Cyborg’ aconteceu em 2005, quando Erica finalizou a atual campeã do Invicta com uma chave de joelho dupla, ainda no primeiro round, em evento realizado em São Paulo. A faixa-preta sonha em conceder a revanche a Cyborg, em um futuro próximo, dentro do Ultimate. “Acredito que a Cyborg está mais perto do que nunca do UFC, pois está se esforçando muito para bater o peso. Quero conceder a revanche a ela, e a única possibilidade de isso acontecer seria dentro do UFC. Eu daria essa revanche a ela fácil. Se precisar, luto com ela dez vezes, mas dentro do objetivo maior, que é o Ultimate. A Cyborg tem muita velocidade, muita explosão, mas não a vejo com essa mão tão pesada como falam. Você pode ver que a maioria das vitórias dela são por nocaute técnico e não por nocaute. Torço para que essa revanche aconteça”, disse Erica, emendando. “Vários fatores pesam a meu favor para eu fechar com o UFC, o fato de eu ter derrotado a Cyborg, a luta que eu deveria ter feito com a Holly Holm… O que pesou bem também foi o fato de a Ronda ter falado de mim com muito respeito em uma reportagem, onde ela disse que tinha vontade de lutar comigo e que me admirava como lutadora”, concluiu. Fonte Ag. Fight
  12. Ex-desafiante dos médios (84kg) do UFC, Demian Maia é o atual número sete no ranking dos meio-médios (77kg), categoria onde fez seis lutas e venceu quatro. O próximo desafio do paulista será diante do invicto Ryan LaFlare, na luta principal do UFC Rio 6, que acontece em 21 de março, no Maracanãzinho. Head Coach da equipe de Demian Maia, Eduardo Alonso sofre muito preconceito por nunca ter sido um competidor em nenhuma arte marcial e chegou a exercer a função de treinador sem que ninguém soubesse, no começo de sua carreira à frente da equipe. Para Demian Maia, a falta de experiência dentro do cage não influencia em nada a qualidade do trabalho de seu treinador. “Existem muitos treinadores que nunca entraram num cage e para quem não sabe, o Eduardo Alonso treinou kickboxing em São Paulo quando era mais novo e também fez um pouquinho de jiu-jitsu. Ele é um cara que tem uma experiência muito grande no meio. Não vejo diferença nenhuma, já tive outros treinadores que nunca entraram em um cage, como o próprio Josuel Distak, que é um excelente treinador”, garantiu Demian, em entrevista à Ag. Fight. Apesar de não poder ir muito a fundo nas questões técnicas do treinamento de Demian Maia, o lutador considera Alonso um excelente treinador de MMA. “Para mim, isso não faz diferença alguma, existe preconceito das pessoas que sentem a necessidade de rotular os outros. As pessoas tem dificuldade de separar que uma coisa é ser treinador e a outra é ser lutador. Eu acho o Alonso um excelente Head Coach, caso contrário não estaria com ele”, disse Demian, revelando que o MMA ainda é um meio preconceituoso. “Quando ele começa a não ter tantos resultados positivos, todos falam que ele não tem experiência como competidor, que é o ponto fácil de atacar dele, para aqueles que não tem argumento. Mas quem conhece o trabalho dele, sabe que toda semana tem uma planilha com a intensidade de cada treino, ele se reúne com todos os treinadores para discutir a intensidade dos treinamentos, não a parte técnica. Ele é um autodidata, conversa com muitos cientistas e eu me dou muito bem fazendo meus camps com ele”, concluiu. Fonte Ag. Fight
  13. Hall da Fama do UFC e atual lutador do Bellator, Tito Ortiz pode ser considerado o segundo maior meio-pesado (93kg) da história do Ultimate, atrás apenas de Jon Jones, que tem oito defesa de títulos, enquanto o ‘Bad Boy’ tem cinco. Ortiz deixou o UFC em 2012, após controversa derrota na decisão para Forrest Griffin. Depois do doloroso revés, o atleta declarou sua aposentadoria, mas aquela derrota nunca foi bem digerida por Tito, que decidiu retornar ao batente. Em entrevista exclusiva à Ag. Fight, o lutador revelou que se sentiu ‘garfado’ em sua última luta no UFC, principal motivação que o fez retornar ao esporte que compete há 17 anos. “Quando pensei com a cabeça fria, vi que a minha mente estava pedindo e voltei. Resolvi uns problemas com a minha família, cuidei da situação e vi que não podia ficar sem treinar. Também refleti que não poderia deixar o esporte após aquela luta contra o Forrest Griffin, onde me tomaram a vitória, fui roubado. Aquilo me deixou com um sabor amargo na boca e pela maneira como eu me apresentei, vi que tinha plenas condições de voltar a lutar”, disse Tito. Com duas vitórias no Bellator, sobre Alexander Shlemenko e Stephan Bonnar, os planos de Ortiz são conquistar o cinturão do evento, defender uma vez e se aposentar como campeão, aos 40 anos, conforme revelou em bate-papo com a Ag. Fight. Tito garantiu que irá enfrentar o vencedor de Liam McGeary vs. Emanuel Newton, que lutam pelo cinturão da categoria em 27 de fevereiro, nos Estados Unidos. Quando Tito Ortiz assinou contrato com o Bellator, os fãs do MMA clamaram por um confronto contra Quinton Jackson, mas ‘Rampage’ acabou retornando ao Ultimate e a luta nunca saiu do papel. Cavalheiro, Ortiz deseja boa sorte ao companheiro de trabalho em sua nova jornada. “Eu amaria lutar com o Rampage, mas infelizmente hoje estamos em empresas diferentes, quem sabe um dia? Minha meta é ser campeão e espero que o Rampage tenha muito sucesso nesse retorno dele ao UFC, vença lutas e seja campeão”, concluiu. Fonte Ag. Fight
  14. Tetracampeão mundial de jiu-jitsu e atual campeão do ADCC (maior torneio de luta agarrada do mundo) , Marcus ‘Buchecha’ é considerado o maior astro da arte suave na atualidade. O faixa-preta vem treinando bastante wrestling e boxe nos Estados Unidos, onde está radicado atualmente, visando uma futura transição para o MMA. Volta e meia, ‘Buchecha’ treina na American Kickboxing Academy, ao lado de feras como o campeão dos pesados (120kg) do UFC, Cain Velasquez, Daniel Cormier e Luke Rockhold. Quando perguntado, em entrevista exclusiva à Ag. Fight, qual atleta que tem o melhor jiu-jitsu da AKA, Buchecha não ficou em cima do muro. “Todos os lutadores da AKA tem um jiu-jitsu muito bom, é difícil dizer quem tem o melhor. Mas o jiu-jitsu do Luke Rockhold é bem diferenciado e imprevisível, considero o melhor. Nas o Cain Velasquez e o Daniel Cormier não estão muito atrás não, também sabem muito”, avaliou. Peso-médio (84kg) do UFC, Luke Rockhold enfrentará o brasileiro Lyoto Machida, no dia 18 de abril, em Nova Jérsei (EUA). Fonte Ag. Fight