Tiago Bentes

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  1. Parece que o Brasil inventou moda. Até o Dana nessa de mensagem de whatsapp.
  2. E a rivalidade mais saudável de todas: Lyoto v. Shogun. Os dois no topo, respeito de todos os lados. Boa época.
  3. Galera, o portal principal tá com defeito? Não consigo acessar. Tem que vir direto no Forum.
  4. Concordo que em muito pode haver a questão de gênero, mas questiono se há nessa situação. Demetrious Johnson fez 11 defesas de cinturão, perdeu na 12º por decisão dividida e não recebia 500k por luta. Nate Diaz, à mesma época, já embolsava seu 1 milhão. A Ronda Rousey, por sua vez, chegou a receber 3 milhões de dólares pela apresentação no UFC 207 contra a própria Amanda Nunes. Logo, parece que se recebe proporcionalmente a quanto se vende mesmo. Estranho é o Aldo (2 vezes linear, 1 vez interino, maior número de defesas na categoria) ainda ganhar menos que todos os outros no card, se formos comparar realizações. Porém ganha mais quem vende mais.
  5. Pois então, Filipovic, pra mim faz todo sentido que o Miragliota tenha visto não só a postura do Overeem, mas também aquela ferida enorme no rosto. Ele tava perto, difícil não ter notado. Ainda bem que o Jairzinho não deu mais socos, poderia causar danos irreversíveis ao adversário.
  6. Alguém considerou que o Miragliota viu o rombo na cara do Overeem e por isso também resolveu parar? Porque, vendo o corte, dou todo o mérito pro árbitro. Não acompanhei a discussão completa, mas o Dan Miragliota falou algo sobre isso?
  7. Massaranduba arrastou meia divisão, inclusive o Felder. Nunca pegou um Main Event. Felder vem nessa de potencial astro faz tempo, Massara é um grande talento não reconhecido pelo evento.
  8. Nick tem mais punch, mais força e mais envergadura. Nunca vimos o nível dele cair de fato e analisando as últimas lutas (nas quais foi derrotado) podemos dizer que: 1. Carlos Condit: foi uma luta estranha, Condit tava no auge, Nick adotou um estratégia complicada, além do corre-corre do Condit. 2. Georges St. Pierre: o melhor atleta da história do esporte, ainda assim bateu de frente. Infelizmente havia o GSP do outro lado. 3. Anderson Silva: o GOAT quando falamos de striking. Principalmente nas duas últimas, perdeu pra dois dos maiores da história. Nate alcançou maior patamar comercial, Nick o maior patamar competitivo. Gostaria de ver como ele se sairia com um Masvidal hoje.
  9. Na minha opinião, Lyoto fez um primeiro round fantástico. A técnica dele era perfeita pra fazer frente ao Jones.
  10. Gostaria de ver Michael Page em uma revanche. No MMA não sabemos como ele é contra um adversário já conhecido, principalmente que o venceu.
  11. Pois então, cara, eu me considero um membro bem antigo até, mas não sou de comentar tanto. Às vezes seria bom ter um bate papo em tempo real e direto com a galera como @MV8 , @cello e outros que há tempos só vejo em tópicos mais antigos da segundona. Alguém se habilita a criar esse grupo?
  12. Tópico justo e honroso. Merece o principal. Saudação aos amigos do PVT. A gente deveria criar um grupo no whatsapp.
  13. @rivvithead e @MV.8 , na verdade, até acredito que o MMA pode ser superpopular no Brasil. Aumentar receitas, bolsas de atletas, patrocínios, etc. Porém, a gente precisa de todo um trabalho bem integrado. Uma das coisas a ser feita é levar o MMA pros noticiários, mas não só sobre eventos do UFC, nem somente as notícias de quando acontece alguma tragédia no esporte. Tem que se tornar corriqueiro. Por exemplo, Patrício Pitbull se tornou campeão de duas categorias. Isso era pra ser notícia em jornal, etc. Mas falta um trabalho de marketing e relações públicas mais efetivo por parte dos eventos em tornar seus atletas verdadeiras estrelas, a ponto irem a eventos de famosos, etc. Há no MMA a cultura de que "não somos celebridades, somos lutadores, resolvo lá dentro e pronto". Aí o cara vence as lutas, mas ganha pouca grana e reclama do evento. Culpa do cara, mas principalmente do evento. O cara não é uma estrela de verdade, não traz tanta grana, porém quer ganhar muito. McGregor (apesar de reprovar as falas e atitudes dele) entendeu isso perfeitamente. No entanto, o trabalho de criar estrelas é dos eventos, das empresas. A Nike criou o Ronaldo, de uma certa forma. Ele era um craque, mas o marketing foi ela quem fez. Quanto ao Futebol, é melhor que o país seja forte em vários esportes. Isso é melhor pro povo e pra Economia. Além de ser um orgulho pra Nação.
  14. Exacto, cara. Gostaria muito de ver esses eventos mais populares no Brasil. Inclusive já cheguei a conversar com alguns executivos, como no caso do PFL, a fim de começarmos uma expansão inicialmente através das mídias sociais focadas pro público brasileiro. Até hoje parece haver uma cautela quase desinteressada da parte de alguns eventos, os quais não avançam aos poucos para o Brasil ou outros continentes. Seria muito bom ver o crescimento de novas opções ao grande público, assim aumentando o conhecimento da massa sobre o esporte.