Fórum Portal do Vale Tudo: Entrevista Eddie Bravo - Fórum Portal do Vale Tudo

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Entrevista Eddie Bravo bem interessante

#1 Membro offline   pipo 

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Postou 30 March 2011 - 10:15 AM

TATAME


Faixa-preta de Jean Jacques Machado, o americano Eddie Bravo ficou famoso ao finalizar Royler Gracie com um triângulo, no ADCC em 2003. O faixa-preta também foi comentarista do UFC durante anos e sua maior paixão é a musica. Além de comandar diversas academias na América, Bravo é produtor musical e um grande defensor do Jiu-Jitsu específico para o MMA. Confira abaixo a polêmica entrevista com o casca-grossa, onde ele fala sobre a diferença do Jiu-Jitsu que ensina para o tradicional BJJ, comenta como muitas pessoas se voltaram contra ele, fala sobre a vitória em cima de Royler, entre muitos outros assuntos.



Qual é a diferença do Jiu-Jitsu que você ensina para o Brazilian Jiu-Jitsu?



Bom, na minha escola a gente ensina sem o quimono. A gente luta Jiu-Jitsu, eu uso o mesmo sistema de graduação, eu tenho minha faixa-preta com quimono, mas o que é mais importante para mim é que eu amo o Jiu-Jitsu demais, o Jiu-Jitsu está na minha alma, no meu coração, é a arte marcial número um para mim. Não é o Wrestling, não é o Sambo, não é o Caratê, é o Jiu-Jitsu. Meu foco e o que importa para mim é como o Jiu-Jitsu aparece dentro do MMA. O mundo está assistindo ao UFC, então como o Jiu-Jitsu aparece quando alguém está tentando esmagar a sua cabeça, seja nas ruas ou no UFC, é isso que importa para mim. O Jiu-Jitsu tradicional com o quimono tem foco em agarrar, puxar, empurrar, e isso não é tão importante para mim, é como o surfe: tem o longboard, as pranchinhas e eu prefiro as pranchinhas. O surfe veio do longboard, mas eu gosto das pranchas menores, elas são mais importantes para mim, assim como a coisa mais importante para mim no Jiu-Jitsu é como o Jiu-Jitsu é quando o mundo inteiro está assistindo UFC. Foi por isso que eu resolvi tirar o quimono e ensinar a todos os meus alunos como se luta sem o quimono, no clinche, e meu estilo é baseado no clinche. Quando você está no clinche, o seu oponente não pode te bater. Então todo o meu estilo ofensivo, não só defensivo, é a partir do clinche, começando as finalizações a partir daí, as raspagens também, então quando os socos estão entrando, não é diferente, é a mesma coisa porque você está fazendo o jogo de clinche o tempo todo.



Qual é a diferença nas técnicas? Tem diferença das técnicas do BJJ?



Sim, é bem diferente. É tão diferente quanto Judô e Luta Greco-Romana. O Judô e a Luta Greco-Romana têm a mesma premissa, o mesmo conceito: tentar derrubar alguém. No Judô, eles agarram no colarinho, puxam e empurram e todas as posições começam assim, enquanto que na Luta Greco-Romana ele puxam o cara de um lado, de outro, procurando o controle, são músculos diferentes, diferentes clinches, diferentes pegadas, então se você quer ser medalha de ouro em Greco-Romana, você não vai treinar Judô, eles vão treinar Luta Greco-Romana o dia inteiro. Se você quer ganhar uma medalha de ouro no Judô, não treine Luta Greco-Romana, treine Judô o dia todo. Na minha filosofia é a mesma coisa. Se você quer ser o melhor lutador de MMA e se você quer ter o melhor Jiu-Jitsu no MMA, você deve treinar sem o quimono no clinche, como se alguém tivesse te batendo o dia todo. É a mesma ideia.



Qual é a diferença desse tipo de Jiu-Jitsu e do Submission?



São apenas nomes diferentes. Você pode chamar o meu estilo de Submission Wrestling, você pode chamar de Cathing Wrestling (Wrestling de pegada), ou o que seja... Eu continuo chamando de Jiu-Jitsu porque, para mim, isso tudo veio do Jiu-Jitsu. Antes dos Gracie mostrarem para o mundo o que era possível fazer no chão, ninguém o fazia corretamente. Os Gracie mostraram para o mundo como fazê-lo. O que eu estou fazendo é dando um passo adiante, continuando a fazer de maneira correta, mas tirando a indumentária japonesa. Nem é uma roupa brasileira, é japonesa. Vamos nos livrar da roupa japonesa e focar na luta sem quimono, com socos e tudo mais, para que o Jiu-Jitsu seja bem visto no MMA, no UFC, em particular. Esse é o meu objetivo, eu estou fazendo isso para o Jiu-Jitsu, é tudo sobre o Jiu-Jitsu.



Há muita polêmica no Brasil sobre o seu estilo de usar o Jiu-Jitsu. O que você acha disso?



Sabe, é difícil, para mim, entender. Há muitos bons brasileiros no Jiu-Jitsu, eu gosto do Junior Perez, Ricardo Libório, há muitos brasileiros que entendem a minha filosofia, mas ela ainda não foi provada 100%, não para o mundo. Ainda está no estágio de provação, então você pensaria que se você realmente ama o Jiu-Jitsu, você espera que venham novas roupagens, novas técnicas para melhorá-lo. Mas é estranho como tem pessoas que estão se virando contra isso, e tudo o que eu estou fazendo é pelo Jiu-Jitsu. Tudo o que eu faço é pelo Jiu-Jitsu, então a razão que as pessoas estão se voltando contra mim, e há muita resistência, é uma pena, porque eu queria que todo mundo entrasse de cabeça nisso e trabalhando juntos nós poderíamos fazer mais, mas há tanta resistência que eu fico com uma pequena percentagem da comunidade do Brazilian Jiu-Jitsu, ao invés de todo mundo... Isso é desafiador.



Você acha que é impossível, hoje, ir bem no MMA treinando apenas com o quimono?



Não é impossível, mas definitivamente não é o melhor jeito, não é tão fácil como era antigamente. Royce é provavelmente o único lutador de Jiu-Jitsu, o único lutador brasileiro a lutar com o quimono. Ele deixou uma impressão tão forte com o quimono, que todo mundo pensou: eu tenho que ter um quimono também. Se o Royce não tivesse o feito no primeiro UFC, Rickson não o faria também, e a gente teria uma impressão bem diferente do Jiu-Jitsu se o Rickson tivesse feito, ou mesmo o Renzo, ou Bustamante, ou Wallid... Todos esses outros caras poderiam ter feito, mas foi o Royce, e ele decidiu usar o quimono e isso que deixou essa impressão de que o quimono te faz poderoso, o quimono é tudo, quando, para mim, o quimono te desacelera, diminui o seu ritmo. Se, em 2003, quando eu abri a minha primeira escola, e eu disse que abriria a minha escola sem quimono, me prometi que não ia fazer os meus alunos se acostumarem a se agarrar, puxarem daqui e dali... Eles vão lutar MMA, então eles têm que se ajustar. Quando eu fiz isso, a comunidade brasileira de BJJ achou que eu traí o Jiu-Jitsu, eles acharam que eu joguei fora o Jiu-Jitsu, que eu disse: “foda-se o Jiu-Jitsu”. Não foi isso que eu fiz. Eu me livrei do quimono, da indumentária japonesa, nem é brasileira... Eu me livrei dessa parte porque eu achei que isso ia tornar o Jiu-Jitsu melhor, iria trazer o Jiu-Jitsu de volta. Se o Hélio e o Carlos tivessem vivos em 2003, eles diriam: “esse americano está provando um ponto de vista. Por que nós ainda usamos essa indumentária japonesa? A gente evolui tanto, mudamos o esporte tanto, e ainda estamos usando essa indumentária japonesa. Por quê?”.



Eles diriam para todo mundo se livrar de seus quimonos, e agora o Jiu-Jitsu estaria esmagando, dominando todos os lutadores, mas a razão pela qual os lutadores de Wrestling estão dominando é que eles passaram suas vidas inteiras controlando o corpo sem alças, sem o quimono, é por isso que você vê o Matt Hughes dominando completamente Royce Gracie. Royce Gracie treinou com o quimono sua vida toda, e o Matt Hughes nunca treinou com quimono, mas é por isso que ele foi capaz de bater o Royce tão facilmente – ele está acostumado a controlar corpos sem alças. Até mesmo o Roger Gracie... O Roger Gracie acabou de dar seu testemunho esse ano, depois de toda essa resistência, de que 80% do Brazilian Jiu-Jitsu não funciona quando há socos, não funciona no MMA. Ele disse isso, e é o que eu venho dizendo esse tempo todo. Ele disse e ninguém mostrou muita reação. 80% do Brazilian Jiu-Jitsu não funciona quando há socos e trocação. Sim, claro que não funciona porque o Jiu-Jitsu fica puxando e agarrando o tempo todo, ninguém faz isso na luta. Você sabe o que acontece? Mesmo se você não tiver um nível elevado de clinche, ou de Luta Greco-Romana, quando você leva uma porrada, eles vão para o clinche, às vezes até mesmo quando eles não levam um soco, mas agora não é o estilo que eles gostam. Agora, aplicar finalizações não é mais tão fácil, mas se você praticar todo dia, ao invés de praticar o empurra e puxa, mas se você praticar todo dia situações onde você está por cima, por baixo, no clinche, se movendo no clinche, quando alguém começar a te socar, é o mesmo jogo que você faz todo dia, não é um jogo diferente. O que eu estou tentando dizer é: vamos praticar o mesmo jogo que você vai jogar no MMA, não é um jogo totalmente diferente, mas as pessoas parecem não entender.



Você acha que você provou o seu ponto em Abu Dhabi, contra o Royler?



Eu não sei. Obviamente eu não provei, porque as pessoas estariam acreditando em mim. Eu não sei.



Você provou para você mesmo?



Eu sei que, para o MMA, o melhor jeito de se preparar é treinar com qualidade sem o quimono. Tem que ser sem quimono e tem que vir de um instrutor de Jiu-Jitsu sem quimono muito bom, focado em técnicas sem o quimono – isso é melhor do que treinar todo dia com o quimono, para o MMA, apenas para o MMA. Quando um cara começa a te bater, como está o seu Jiu-Jitsu? Quando ele começa a te esmagar, como está a sua técnica? É tudo que importa para mim. No UFC, onde todo mundo está assistindo, todo mundo assiste porradaria. Para mim, o Jiu-Jitsu é tão importante que eu quero aparecer bem no Jiu-Jitsu, eu não estou me livrando do quimono para ajudar o Wrestling ou o Muay Thai, eu me livrei para ajudar o Jiu-Jitsu.



Como aquela vitória ajudou a melhorar o seu nome?



Talvez ganhar de um Gracie tenha sido a maior coisa da minha vida. Isso me deu uma voz mais alta, porque antes disso eu já dizia as mesmas coisas, mas ninguém me ouvia, ninguém nem sabia quem eu era. Batendo nele, agora pelo menos as pessoas me escutam. Eu tenho 29 escolas, eu não estou reclamando, minha vida é ótima, mas minha missão é fazer a minha filosofia um padrão para todos os atletas de Mixed Martial Arts. Eu não estou tentando me livrar do quimono. Algumas das minhas escolas têm aulas com e sem quimono. Eu quero que a comunidade do Jiu-Jitsu entenda que é que nem comparar Judô e Luta Greco-Romana. São dois estilos diferentes. Eu quero que em todas as escolas de Jiu-Jitsu tenha aulas sem quimono, direcionadas para o clinche, que é o mais importante para o MMA. Mas você também tem as aulas de Jiu-Jitsu Gracie, mas que em dois dias da semana tenha aulas sem o quimono. São dois estilos diferentes.



Por que você ensina Jiu-Jitsu com quimono se você acha que o sem quimono é melhor?



Não. Eu estou me referindo ao Jiu-Jitsu para o MMA. Mas há muitas pessoas que não querem lutar MMA, eles gostam do quimono, gostam de se enforcar com o colarinho... Eles gostam e não há nada errado nisso, isso está bem também. Eu não odeio o quimono. Tem pessoas que gostam do quimono e que treinam com ele. Tem gente que gosta do longboard, outros gostam das pranchinhas, então... Sabe o que eu quero dizer? Se você quer treinar com longboard, treine com ele. Eu foco na pranchinha. Você não tem que fazer os dois, mas se você quiser fazer os dois, faça-o. Se você quer fazer um, faça. Se você só quer lutar com o quimono, treine. Eu quero que haja uma escolha, mas eu não quero eliminar o quimono para sempre.



Sobre o UFC, você imaginaria que o evento fosse tão grande quanto é hoje?



Eu não trabalho mais com o UFC, eu acabei de me demitir. Eu trabalhei com eles por oito anos, mas eu tinha que viajar muito e agora estou focado nas minhas escolas, em seu crescimento, em treinar os meus lutadores e trabalhando com música, que é a minha maior paixão. O Jiu-Jitsu foi um acidente (risos). Eu só comecei a fazer Jiu-Jitsu para manter minha boa forma, porque eu não queria parecer um gorducho no palco. Eu comecei a treinar Jiu-Jitsu aos 24 anos, e venho produzindo música a minha vida toda. Eu comecei o Jiu-Jitsu para me manter em forma, me tornei bom nisso, ganhei do Royler e pensei: “que legal”. Eu tenho uma grande paixão pelo Jiu-Jitsu, mas a minha maior paixão sempre foi a música, então quanto maior o meu Jiu-Jitsu fica, maior fica a minha música. Estou trabalhando cada um separadamente. Quanto a eu ter me surpreendido com o tamanho que o UFC tomou, eu nunca me surpreendi. Desde o primeiro dia que eu vi o UFC, eu sabia que ele poderia tomar o mundo. Eu só estava esperando acontecer. Nos anos ruins, como de 1997 até 2000, eu sabia que era só uma questão de tempo, e eu literalmente disse isso: “haverá um bilionário que se apaixonará pelo esporte e irá salvá-lo”. Eu sabia que isso ia acontecer, eu sabia que alguém com dinheiro viria, e isso aconteceu. Os Fertitta se envolveram e compraram. Não houve choque para mim, eu estava esperando por isso esse tempo todo. Eu sabia que não havia como parar, porque todo mundo que eu conhecia que estava dentro disso era fanático por isso, então quando o pequeno mercado foi exposto a isso, a porcentagem de fanáticos foi enorme. É um teste de marketing... Você testa um filme para 40 pessoas, e 30 das 40 pessoas ficam loucas, falando: “cara, foi fantástico”. Você sabe, mesmo só com essas 40 pessoas, que aquele filme vai ser grande. É a mesma coisa quando eu olho para o UFC. Todos os meus amigos ficam doidos com o UFC, e eu sabia que iria decolar, só precisava de uma faísca para estourar, então eu não me choquei nem um pouco.



Você acha que talvez no futuro você volte a trabalhar com eles?



Eu acho que não. Meu foco, a partir de agora, será construir quantas escolas eu conseguir, provar minha filosofia para o MMA, continuar produzindo a minha música, ter dois filhos, mais alguns animais, e ser feliz.



Eu soube que você tem uma banda. Como vai esse projeto?



Como eu disse, eu estou no ramo musical há muito tempo. Eu venho trabalhando com várias bandas desde que tenho 10 anos. Os caras que eu estou produzindo agora, um dos projetos no qual eu estou trabalhando se chama Smoke Serpent, é uma banda como se pegassem o The Cure, Depeche Mode, Marilyn Manson, Smashing Pumpking e Peter Murphy se misturassem e dissessem: “vamos formar uma banda de Rap”. Esse é o som deles.
"Em um futuro que nós, civis, religiosos, militares, gente de bom senso, Desejarmos o bem.. não mais se firmará a Paz sob as esteiras rolantes de tanques, estrondo de canhões, sob pilhas de cadaveres, multidões de viúvas e orfãos..."
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#2 Membro offline   Paulo21 

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Postou 30 March 2011 - 10:35 AM

sempre odiei esse cara, mas vejo muita coerência nesta entrevista,"apesar de tudo":
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Se vc é um daqueles caras que curte ser um samurai dos teclados.
Me ignore, não responda os meus posts direta ou indiretamente.
Não fique visitando o meu perfil. Vá arrumar uma mulher e pare de me perseguir.
Acorda!! Homem que fica perseguindo homem é homossexual.
"O respeito é algo que se conquista!" ERRADO! Somente os ignorantes pensam assim.
.................................Respeito é algo que se perde!..................................
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#3 Membro offline   andre nishimura 

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Postou 30 March 2011 - 10:36 AM

em 2003 o mestre helio estava vivo senhor ed bravo , faleceu em 2009 e nao falo nada sobre isso q vc esta fazendo !!! .... nao saber nem quando o homem q desenvolveu a arte q vc diz amar é no minimo ignorancia da sua parte.... é lamentavel !!!
Bushidoooo !!!
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#4 Membro offline   FCB 

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Postou 30 March 2011 - 10:38 AM

Não sou praticante de BJJ.... mas o q ele me falou me parece correto.

Estamos falando de BJJ pro MMA, e não BJJ pra competição.


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#5 Membro offline   andre nishimura 

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Postou 30 March 2011 - 10:40 AM

fiquei tao nervoso q escrevi errado , um cara q diz amar o jiu jitsu nao saber quando o mestre maior do jiu jitsu faleceu é brincadeira !!!
esses americanos sao uns idiota cada hora inventa uma coisa diferente , é guerrilha jiu jitsu é american jiu jitsu agr outro me tira o quimono do jiu jitsu ..... afeeeeeeeeeeeeeee
Bushidoooo !!!
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#6 Membro offline   pipo 

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Postou 30 March 2011 - 10:59 AM

essa vai dar oq falar
"Em um futuro que nós, civis, religiosos, militares, gente de bom senso, Desejarmos o bem.. não mais se firmará a Paz sob as esteiras rolantes de tanques, estrondo de canhões, sob pilhas de cadaveres, multidões de viúvas e orfãos..."
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#7 Membro offline   Banana Maligna 

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Postou 30 March 2011 - 11:00 AM

Em geral a maioria não gosta de mudanças.
Ele sempre se mostrou respeitoso com os Gracie, até porque antes dele inventar esse 10th Planet jiu-Jitsu aí, ele treinava o Gracie jiu-jitsu.

O próprio Renzo já disse... o faixa preta quando leva um soco na cara vira marrom, no segundo soco vira roxa. Então o estilo do Eddie Bravo é focado pra evitar a queda de rendimento, usando um jogo de chão que evite os socos do adversário.

Não acho nada demais no que ele falou. Foi sensato e coerente.
Quem treina BJJ com pano sabe que é mais difícil treinar sem kimono, justamente por causa dos apoios.
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#8 Membro offline   alfred 

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Postou 30 March 2011 - 11:03 AM

Ver postJJ Vinhedo, em 30 March 2011 - 11:00 AM, disse:

Em geral a maioria não gosta de mudanças.
Ele sempre se mostrou respeitoso com os Gracie, até porque antes dele inventar esse 10th Planet jiu-Jitsu aí, ele treinava o Gracie jiu-jitsu.

O próprio Renzo já disse... o faixa preta quando leva um soco na cara vira marrom, no segundo soco vira roxa. Então o estilo do Eddie Bravo é focado pra evitar a queda de rendimento, usando um jogo de chão que evite os socos do adversário.

Não acho nada demais no que ele falou. Foi sensato e coerente.
Quem treina BJJ com pano sabe que é mais difícil treinar sem kimono, justamente por causa dos apoios.




O tal do Joe Rogan é chegado a uns químicos...
Geração Rede tv?Geração Plim Plim?Ainda bem que sou da geração "fita de video do ufc com Royce Gracie".
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#9 Membro offline   pipo 

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Postou 30 March 2011 - 11:23 AM

sobrou pro Joe Rogan kkkk



Concordo com o JJ Vinhedo.. treino JJ desde 1998 e sei dessa difuculdade de não ter pano
"Em um futuro que nós, civis, religiosos, militares, gente de bom senso, Desejarmos o bem.. não mais se firmará a Paz sob as esteiras rolantes de tanques, estrondo de canhões, sob pilhas de cadaveres, multidões de viúvas e orfãos..."
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#10 Membro offline   Dexter Morgan 

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Postou 30 March 2011 - 11:23 AM

Ver postsangnuzoi, em 30 March 2011 - 10:54 AM, disse:

Esse é da turma do Diaz.Alguém notou o potinho de THC na primeira foto...E o objeto la ta parecendo um tipo de narguilé....só pra descontrair rsrsrsr smmooke

Tetra Hidro Canabinol, eu acho que é isso.
vagabundo!
Aquele negócio ali é um Bong, o mesmo do Michael Phelps
To a man with a hammer, everything looks like a nail.
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#11 Membro offline   caue1 

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Postou 30 March 2011 - 11:31 AM

naDA de mais deixa o cara faze um MIX com a arte que ele aprendeu e diz que aprendeu de uma forma ou de outra todo JIU JITSU Brasileiro vem dos Gracies , o legado dos Gracies e Do Grande Helio e Carlos a Carlson jsmais serao esquecidos ,tudo vem de uma origem de Sr Helio franzino aprimorar tecnicas de finilização !!!

o resto é evolução ou não!!
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#12 Membro offline   RicardoBJJ 

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Postou 30 March 2011 - 11:34 AM

Acho que o que ele está falando faz sentido sim, tanto que nem é novidade... creio que qualquer academia de bjj que quiz um dia formar atletas ou equipes pra lutar MMA, treina sem quimono... não faz sentido nenhum treinar no pano pra usar o BJJ no MMA. Agora, se o foco do praticante ou da academia é o BJJ tradicional, pra competição, o foco é o pano, claro. É e sempre foi assim. A diferença é, não tenha dúvida, a incorporação das técnicas de Wrestling que os americanos que lutam e ensinam BJJ incorporam, o que para MMA, também faz muito sentido. Aqui, quando se pensa a se agregar técnicas de queda na prática de BJJ, pensa-se logo no Judô, o que é muito útil no pano, nas sem quimono, também perde o sentido.
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#13 Membro offline   lapada 

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Postou 30 March 2011 - 11:35 AM

Eu achei interessante oq ele falou sobre o pano... é uma vestimenta japa,que para o MMA n acrecenta nada...eh como treinar judo querendo utilizar para o MMA do vasto repertorio voce usa poucos golpes

Ver postCALBAIANO, em 08 July 2013 - 07:43 AM, disse:


Vão tomar no furico!!! fuyou fuyou fuyou

Meu final de semana esportivo foi fuleiro demais. Primeiro o AS, depois o Vasco. ainda bem que sou esperto e resenhei o flamengo de véspera. :D


Fiquei pirado demais. Não pela derrota, mas pela forma que ela veio... thumbdown thumbdown

E continuo batendo na tecla, que uáidimá não vence o ispáider. O moleque não fez nada demais. Falou que ia quedar e não perderia posição e o Anderson saiu da guarda dele e voltou em pé. Só segundo round o uáidimá tentou quedar e não conseguiu, tentou trocar e não achou nada. Ficou parecendo uma menina perdida. E precisou que o AS abaixasse a guarda, sambasse e fizesse tudo que fuleragem possível para ele mandar um soco.

Esse cinturão não fica nem mais uma defesa.

É POUCA ZOEIRA!?
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#14 Membro offline   Gustavowww 

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Postou 30 March 2011 - 11:39 AM

Não falou nenhum mentira. Quando o cara é lutador de MMA deve abdicar um pouco do kimono e focar no treino sem kimono. Na hora da luta não tem lapela, manga ou calça pra segurar.
"sometimes you win, sometimes you lose, but when I come here I put my life" - Tito Ortiz (UFC140)

"Mas a coisa ruim é que somos todos competidores - eu, Chuck e Randy. Você consegue essa vitória, aí você quer mais uma e mais outra. É uma doença. Nós apenas queremos competir" - (Matt Hughes)
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#15 Membro offline   duduceolim 

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Postou 30 March 2011 - 11:40 AM

Ele é claro em afirmar que é bjj para o MMA.


"Termos inimigos é inevitável. Porém depende de nós não ser inimigo de ninguém".
Valter da Rosa Borges
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