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MMA2015

Pelé Landi desafia e responde Wallid Ismail

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10 horas atrás, masterblaster disse:

To curtindo muito também. Dá uma nostalgia danada, né?

Lembro de eu piá, magrelo. Para eu poder ir no clube onde eu era sócio tinha que passar na frente da academia de capoeira do Kunta Kintê e os mestres de capoeira mandavam os alunos me chamar pra porrada hehehehe. 

Nostalgia gigante.

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56 minutos atrás, masterblaster disse:

Show de bola. Com esse não fiz treino, lamento não tê-lo encontrado quando estive na CB. Técnica e agressividade. Sonho de treino para qualquer striker.

Esse não treinou na CB não, caiu nas mãos do Pelé, depois que ele saiu da CB, esse lutador fez história no Dream.... Agora vc ja sabe quem é!!! rsss

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14 minutos atrás, MMA2015 disse:

Esse não treinou na CB não, caiu nas mãos do Pelé, depois que ele saiu da CB, esse lutador fez história no Dream.... Agora vc ja sabe quem é!!! rsss

Pô, sei exatamente de quem você está falando, acho que quase todo mundo já matou a charada! Kkkk! Mas eu quis dizer que não fiz treino com o Pelé, porque não o encontrei lá. Esse aí ficou MUITO cascudo! 

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45 minutos atrás, NEGO DÁGUA disse:

Eu nunca o vi lutando ou treinando na academia , dizem que chamavam de o japonês e vi entrevista dele com o Pelé o exaltou e disse vc me preparou pra primeira luta da carreira.

E sua escola é fantástica Anderson e Katel ( esse ninguém fala mais é excepcional já velho ganhou um torneio grande de Thai.

O Anderson falou uma vez eu e o Katel treinando era Matrix.

Fale mais no Noguchi por favor mestre

 

Fala amigo!

Vou evitar falar muito senão me descobrem (he he )

Se tem uma coisa que define o Fabio e' dedicação, trabalho e cérebro: Uma maneira de lutar no contra ataque (marca registrada) que alguns do brigões da CB sentiram na pele e todos aqueles que disputaram campeonato com  ele. Pergunte pro China e pro Rudimar e eles te confirmam.

Mas acima de tudo:  muito silencio e discrição. ( como os japoneses fazem as coisas).

De tao discreto que mesmo alguns dos os tarimbados da mídia não o conheciam/conhecem e mesmo alguns dos veteranos daqui. 

Lembro de vê-lo treinando com o Rubens moleque como eu (um tanto mais velho). Mas nunca tive um contato continuo com ele, pois treinei com o Naja em 1981-82. Uma observação: ele sempre procurou o conhecimento fazendo contatos la fora e treinou também o Pele e o Wanderley Silva. Mas foi o Spider que ele lapidou no que todos conhecem, aquele incrível striker, mas ele nunca se gabou disso, como uma reportagem mostrou e e'verdade. Ele e' assim: brilhante lutador e treinador, um mestre que age no silencio.

Um aluno me falou de quando treinava sem pagar com o Fabio,  porque o cara acreditava que dinheiro não e' tudo, e isso diz muito sobre ele,. 

Achei isto num forum ( Uma observação: ele treinou com o Naja antes do falecido Rubens isso ja em fins de 1981 se não me engano e depois no Rio antes do Naja sair de cena):

Marcas da História: A trajetória de Noguchi        
Escrito por: Victor Hugo - Webmaster, em: 08-Mai-2009 
Acessos: 128 


Em novembro de 1982, Fábio Noguchi iniciava sua vida no muay thai, graças a seu irmão que o levou conhecer a academia Muay Thai, de Nélio Naja, o introdutor do muay thai no Brasil. 

Noguchi, que nasceu em Tupaciguara - MG, e desde pequeno acordava às 4h da manhã para ir ao CEASA e ajudar seus pais na feira, teve Rubens Melantônio como seu primeiro professor da arte tailandesa. Na época em que entrou na academia, Nélio Naja tinha acabado de sair, passando a responsabilidade para Rubens e Reginaldo China. 

Fiquei uns 3 anos com Rubens, aí a academia mudou de sócio e o China saiu e me chamou para treinar com ele. Então ficamos um ano e meio juntos, migrando por várias academias na cidade. 

Em 1986, Reginaldo China teria que ir ao Rio de Janeiro fazer seu exame para 2° Dan de faixa preta com Nélio Naja, então chamou Noguchi para ir junto e já fazer o exame de preta. 

Fizemos uma apresentação de facão e bastão e o Nélio gostou. Depois fiz uma luta de boxe e quando era a vez de lutarmos muay thai eles não quiseram”, conta Noguchi, que ao voltar do exame, recebeu a faixa preta de Reginaldo e abriu sua primeira academia, Força Livre. 


Noguchi e a Chute Boxe

Neste mesmo ano aconteceu na academia Chute Boxe a entrega da graduação de faixa preta pelo Mestre Naja. Na ocasião, o mestre Rudimar Fedrigo recebeu o 3° Dan na faixa preta, Reginaldo China o 2° Dan, e Noguchi ganhou a faixa preta, desta vez pelo mestre Nélio Naja. 

Noguchi fechou sua academia e ficou com o Rudimar, na Chute Boxe. Em 1987, recebeu mais uma faixa preta, agora dada pelo mestre Rudimar Fedrigo, tornando-se assim o único atleta com 3 diplomas da graduação preta, um dado por Nélio Naja, outro por Reginaldo China e outro por Rudimar Fedrigo. Os campeonatos aconteciam uma vez por ano, Noguchi lutou muitas vezes dentro da própria academia. Deu aulas na Chute Boxe até 1990 e depois, mais uma vez, abriu sua própria academia. 

Faixas pretas do Mestre Noguchi

O primeiro faixa preta formado por Noguchi foi Osmar Dias(Falecido). Depois foram formados Katel Kubis, Anderson Silva, Julinho Borges, Fabiano Paiva e Vagner Tiburcio. Somente em 2007 vieram novos faixas pretas: Wágner Gáveas, Liliane Balles Loli, Wágner Nega e Ivo. 

Com tantas conquistas, diplomas e reconhecimento, qual a maior alegria de Noguchi no mundo das lutas? A minha vida de lutador e de faixa preta não foi algo que eu quis ser. Foi tudo uma conseqüência. Mas a maior alegria é conhecer todos os dias pessoas diferentes, de áreas diferentes e de um mundo diferente do meu. Palavra de um dos mestres mais respeitados e reconhecidos no país e que tem sua própria história confundida com a história do Muay Thai no Brasil e em Curitiba. 

 

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@NEGO DÁGUA, aqui uma segunda reportagem , acho que ja leu, mas em todo o caso:  

https://www.gazetadopovo.com.br/esportes/primeiro-mestre-relembra-o-tempo-em-que-spider-era-do-ejbjd2jgcz64j08u7it8v71ou/

 

"Primeiro mestre relembra o tempo em que Spider era “Dô”
Sob esse apelido que Anderson Silva foi forjado no muay thai por Fabio Noguchi. Professor e aluno voltaram a se falar após polêmica em biografia


Fabio Noguchi em ação na sua academia, onde não há lembranças visíveis da passagem de Anderson Silva: "nosso marketing vem de mais de 30 anos de trabalho".
 
No início da década de 1990, na academia onde recebeu a faixa-preta de muay thai, Anderson Silva não era Anderson Silva. O maior campeão da história do UFC, que neste sábado volta ao octógono após 13 meses, era simplesmente 'Dô'.

"Chamávamos ele assim. É até estranho pra gente falar Anderson", admite, repetindo várias vezes o apelido do pupilo, o mestre Fábio Noguchi, de 48 anos.

Foi só a partir do momento em que ganhou fama mundial, bem longe da academia localizada na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Curitiba, que o nome completo do atleta que mais vezes defendeu o cinturão do evento (dez) passou a soar menos artificial para o professor. Isso porque o discípulo foi totalmente dissociado do campeão.

"Você chama o cara de um nome a vida inteira e depois muda, acha meio diferente, acha que é outra pessoa. E na verdade é", filosofa Noguchi.

Ao contrário de Anderson, Dô não sabia mais do que o básico da luta quando iniciou nos treinos da arte marcial tailandesa, em meados de 1992, aos 17 anos. Como praticava tae kwon do desde os 13 anos, carregava uma noção de socos e chutes. Mas o nível era somente iniciante.

O que as duas facetas do Spider já tinham em comum era o esforço e a vontade de evoluir como atleta. Além do talento nato.

"Ele não treinava por treinar, treinava até o limite", lembra Noguchi. "E corria atrás da informação. Se via algo que não conhecia, uma chave de pé ou uma esquiva diferente, procurava aprender", emenda.

Assim, misturando dedicação e qualidade fora do comum, Dô chegou à faixa preta mais rápido do que o normal, em apenas cinco anos — normalmente são dez. Sempre mantendo uma característica que carrega até hoje: o bom humor. "Apesar de passar por situações ruins, como todo mundo, sempre foi brincalhão, meio palhaço", conta o professor.

Uma das passagens marcantes está na biografia Anderson Spider Silva – O relato de um campeão nos ringues da vida, lançada em 2012. No livro, o lutador relata que Noguchi o acusou de um roubo, fato que mudou para sempre a relação entre os dois.

Depois de uma longa conversa terminada em lágrimas na mesa de uma churrascaria, o assunto está superado para o mestre. Ele voltou a ter contato — mesmo que restrito — com Dô. A última vez que conversaram por telefone foi semanas antes da fatídica revanche contra Chris Weidman, quando o brasileiro quebraria a perna esquerda de maneira chocante.

O papo começou no básico 'tudo bem, como está a família', e evoluiu até um convite para ir ao Rio de Janeiro ajudar em alguns treinamentos. O reencontro, porém, não aconteceu.

"E acabei não conseguindo falar com ele depois da luta, em um momento frágil da vida dele. Eu teria dito que ele iria passar facilmente por aquilo. Seria mais uma de suas vitórias", diz o mestre de muay thai, ciente de sua participação na carreira do Spider, mas sem pretensão alguma de colocar um quadro do aluno mais ilustre na parede da academia.

"Ele treinou aqui um tempo, pegou a faixa preta… Não coloco [referências] para no dia em que nos visitar não pensar que estou usando a imagem dele para conseguir mídia. Nosso marketing vem de mais de 30 anos de trabalho. Não sou milionário, mas sobrevivo", afirma.

Apesar do orgulho por participar da trajetória uma lenda do MMA, Noguchi garante que o crédito não é dele. Ele compara seu trabalho a uma universidade. É importante ter diploma, mas a faixa preta, sua graduação, só ganhou importância com o que veio depois.

"Preparamos ele para a luta. O mérito é o que ele fez dali para frente", crava."


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/esportes/primeiro-mestre-relembra-o-tempo-em-que-spider-era-do-ejbjd2jgcz64j08u7it8v71ou/
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Noguchi realmente é um excelente mestre e uma excelente pessoa. Meu pai costumava conversar com ele quando se encontravam nos cafézinhos no centro de Curitiba, aí meu pai contou que eu era fã de lutas e ele falou pro meu pai que eu podia ir na academia dele pra conhecer. Acabou que também treinei com Noguchi um breve período. Um cara bem na dele, trata todo mundo bem. Um dia fui a um restaurante com minha esposa e minha sogra. Aí minha sogra "Tem um rapaz que não para de me olhar". Quando vi era o Noguchi hehehehe. Expliquei pra elas quem era o "rapaz" e elas quase caíram de costas, depois demos risada. 

Mas é isso, o Noguchi nunca ficou se achando por ter sido ele quem formou o Anderson. Diz a lenda que foi o próprio Noguchi que falou pro Anderson ir pra CB que lá ele conseguiria lutas mais facilmente.

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13 horas atrás, masterblaster disse:

Po @rivvithead, vou te falar, você parece ser um cara muito persistente, daqueles que dão um boi para não entrar na briga e uma boiada para não sair, se esquentar ferrou! E o @NEGO DÁGUA seria um Lamborghini Diablo, vai de zero a cem em dois segundos. E falar que é simplesmente nada me dói o ouvido, na boa, isso não é coisa que se diga. Te garanto que gostaria de ter sua força de vontade e obstinação. Não sei como me viraria se tivesse que enfrentar as situações que você enfrentou. E se eu só tivesse meu desempenho no ringue para exibir, com certeza eu não seria nada nem ninguém. Caráter e honra estão muito acima disso, e você tem ambos de sobra.

Vou estar muito bem acompanhado no Arkham, o Coringa é fichinha perto da gente! Kkkkkk!

Obrigado pelas palavras Master, sou de evitar briga sim, foram poucas vezes que cheguei as vias de fato kkkkkk, mas isso por causa sempre da filosofia da defesa pessoal de evitar o conflito. Mas as vezes mesmo com vc evitando, até saindo do lugar, quando alguém quer brigar, vai ter briga e não tem jeito. Vou muito em show de metal, e não é raro encrencarem com vc por coisas bestas... pq vc não bebe, por exemplo, como já aconteceu comigo. Como eu tenho qse 2 metros então me deixam mais em paz, mas já vi mto amigo meu, conhecido ou cara que vc ve nos shows mas não é amigo e nem troca ideia, apanhar por nada, não está escrito.

Um dia em 2010 eu estava em São Paulo, no bairro do bexiga em um rock bar chamado seven beer. Tinha um casal sentado na calçada em frente a esse bar, e eu estava num botecão ao lado esperando a banda que eu realmente gostava tocar. Nisso do nada parou um carro e desceram uns playboys e começaram a bater nesse casal, eu uns amigos que estavam no boteco e tbm estava no show já fomos lá ajudar, além de sair um monte de cara do metal que estavam vendo o show e perceberam a merda. Um dos playboys foram pro carro e eu pensei 'fudeu, vai pegar um 38' kkkkk, mas na verdade ele pegou um copo e arremessou, o copo estilhaçou e cortou a gartanta de um conhecido. Foi foda essa, o cara qse morreu, levaram ele correndo pro hospital, ele desmaiou 3x no carro. O motorista do carro tava desesperado, foi seguindo tudo placa que dizia "hospital", e o cara foi parar no sirio libanes... sorte que os caras do sirio viram o estado do cara e atenderam (de graça diga-se de passagem) kkkkkkk.

Mas ta louco, foi desesperador, depois disso a gente ve como podemos até morrer por nada.

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35 minutos atrás, Gurkha disse:

@NEGO DÁGUA, aqui uma segunda reportagem , acho que ja leu, mas em todo o caso:  

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"Primeiro mestre relembra o tempo em que Spider era “Dô”
Sob esse apelido que Anderson Silva foi forjado no muay thai por Fabio Noguchi. Professor e aluno voltaram a se falar após polêmica em biografia


Fabio Noguchi em ação na sua academia, onde não há lembranças visíveis da passagem de Anderson Silva: "nosso marketing vem de mais de 30 anos de trabalho".
 
No início da década de 1990, na academia onde recebeu a faixa-preta de muay thai, Anderson Silva não era Anderson Silva. O maior campeão da história do UFC, que neste sábado volta ao octógono após 13 meses, era simplesmente 'Dô'.

"Chamávamos ele assim. É até estranho pra gente falar Anderson", admite, repetindo várias vezes o apelido do pupilo, o mestre Fábio Noguchi, de 48 anos.

Foi só a partir do momento em que ganhou fama mundial, bem longe da academia localizada na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Curitiba, que o nome completo do atleta que mais vezes defendeu o cinturão do evento (dez) passou a soar menos artificial para o professor. Isso porque o discípulo foi totalmente dissociado do campeão.

"Você chama o cara de um nome a vida inteira e depois muda, acha meio diferente, acha que é outra pessoa. E na verdade é", filosofa Noguchi.

Ao contrário de Anderson, Dô não sabia mais do que o básico da luta quando iniciou nos treinos da arte marcial tailandesa, em meados de 1992, aos 17 anos. Como praticava tae kwon do desde os 13 anos, carregava uma noção de socos e chutes. Mas o nível era somente iniciante.

O que as duas facetas do Spider já tinham em comum era o esforço e a vontade de evoluir como atleta. Além do talento nato.

"Ele não treinava por treinar, treinava até o limite", lembra Noguchi. "E corria atrás da informação. Se via algo que não conhecia, uma chave de pé ou uma esquiva diferente, procurava aprender", emenda.

Assim, misturando dedicação e qualidade fora do comum, Dô chegou à faixa preta mais rápido do que o normal, em apenas cinco anos — normalmente são dez. Sempre mantendo uma característica que carrega até hoje: o bom humor. "Apesar de passar por situações ruins, como todo mundo, sempre foi brincalhão, meio palhaço", conta o professor.

Uma das passagens marcantes está na biografia Anderson Spider Silva – O relato de um campeão nos ringues da vida, lançada em 2012. No livro, o lutador relata que Noguchi o acusou de um roubo, fato que mudou para sempre a relação entre os dois.

Depois de uma longa conversa terminada em lágrimas na mesa de uma churrascaria, o assunto está superado para o mestre. Ele voltou a ter contato — mesmo que restrito — com Dô. A última vez que conversaram por telefone foi semanas antes da fatídica revanche contra Chris Weidman, quando o brasileiro quebraria a perna esquerda de maneira chocante.

O papo começou no básico 'tudo bem, como está a família', e evoluiu até um convite para ir ao Rio de Janeiro ajudar em alguns treinamentos. O reencontro, porém, não aconteceu.

"E acabei não conseguindo falar com ele depois da luta, em um momento frágil da vida dele. Eu teria dito que ele iria passar facilmente por aquilo. Seria mais uma de suas vitórias", diz o mestre de muay thai, ciente de sua participação na carreira do Spider, mas sem pretensão alguma de colocar um quadro do aluno mais ilustre na parede da academia.

"Ele treinou aqui um tempo, pegou a faixa preta… Não coloco [referências] para no dia em que nos visitar não pensar que estou usando a imagem dele para conseguir mídia. Nosso marketing vem de mais de 30 anos de trabalho. Não sou milionário, mas sobrevivo", afirma.

Apesar do orgulho por participar da trajetória uma lenda do MMA, Noguchi garante que o crédito não é dele. Ele compara seu trabalho a uma universidade. É importante ter diploma, mas a faixa preta, sua graduação, só ganhou importância com o que veio depois.

"Preparamos ele para a luta. O mérito é o que ele fez dali para frente", crava."


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/esportes/primeiro-mestre-relembra-o-tempo-em-que-spider-era-do-ejbjd2jgcz64j08u7it8v71ou/
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Perfeito, já tinha lido essa então o Edmar dos anjos não participou ativamente na formação do Anderson quem fez o spider foi o Noguchi.

A lista de faixas pretas acima tem os cara que mais tem estilo que EU gosto como Julinho Borges, Osmar Dias falecido e lendário Anderson Silva uma escola que prima por um boxe mais técnico e aí estar minha preferência, se bem que o Anderson melhorou muito com 6 meses morando na Bahia treinando com o Dórea mas isso é outra história.

Katel lutando é fantástico um Anderson mais contudente porém não lutou no UFC...

Uma coisa interessante diz a outra reportagem que Rudimar é preta de Thai , muita gente diz que ele não é faixa preta, pelo relato é mentira o Nélio fez pazes com ele, depois da briga?

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19 horas atrás, MV8 disse:

Pega Amaury Bitetti e Zé Mário eles também vem de família boa acho que foram mlk de prédio kkk mas passaram pela formação completa e os 2 são guerreiros toma porrada na cara não desespera e não desiste

Amaury Bitetti era, naquela época, um dos maiores brigões do RJ. 

Já o Zé Mário não é do RJ, não sei como era... Valdera pode falar melhor sobre ele.

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6 minutos atrás, rivvithead disse:

Obrigado pelas palavras Master, sou de evitar briga sim, foram poucas vezes que cheguei as vias de fato kkkkkk, mas isso por causa sempre da filosofia da defesa pessoal de evitar o conflito. Mas as vezes mesmo com vc evitando, até saindo do lugar, quando alguém quer brigar, vai ter briga e não tem jeito. Vou muito em show de metal, e não é raro encrencarem com vc por coisas bestas... pq vc não bebe, por exemplo, como já aconteceu comigo. Como eu tenho qse 2 metros então me deixam mais em paz, mas já vi mto amigo meu, conhecido ou cara que vc ve nos shows mas não é amigo e nem troca ideia, apanhar por nada, não está escrito.

Um dia em 2010 eu estava em São Paulo, no bairro do bexiga em um rock bar chamado seven beer. Tinha um casal sentado na calçada em frente a esse bar, e eu estava num botecão ao lado esperando a banda que eu realmente gostava tocar. Nisso do nada parou um carro e desceram uns playboys e começaram a bater nesse casal, eu uns amigos que estavam no boteco e tbm estava no show já fomos lá ajudar, além de sair um monte de cara do metal que estavam vendo o show e perceberam a merda. Um dos playboys foram pro carro e eu pensei 'fudeu, vai pegar um 38' kkkkk, mas na verdade ele pegou um copo e arremessou, o copo estilhaçou e cortou a gartanta de um conhecido. Foi foda essa, o cara qse morreu, levaram ele correndo pro hospital, ele desmaiou 3x no carro. O motorista do carro tava desesperado, foi seguindo tudo placa que dizia "hospital", e o cara foi parar no sirio libanes... sorte que os caras do sirio viram o estado do cara e atenderam (de graça diga-se de passagem) kkkkkkk.

Mas ta louco, foi desesperador, depois disso a gente ve como podemos até morrer por nada.

2 metros???

Deus me livre tenho 1.83 tem gente que me acha alto sou um anão perto de vc!!

Problema viu ninguém mexe com vc aí não.

 

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9 minutos atrás, NEGO DÁGUA disse:

2 metros???

Deus me livre tenho 1.83 tem gente que me acha alto sou um anão perto de vc!!

Problema viu ninguém mexe com vc aí não.

 

Eu tenho 1,70...com 80kg, pareço um liquinho! Hehhe

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8 horas atrás, rivvithead disse:

Obrigado pelas palavras Master, sou de evitar briga sim, foram poucas vezes que cheguei as vias de fato kkkkkk, mas isso por causa sempre da filosofia da defesa pessoal de evitar o conflito. Mas as vezes mesmo com vc evitando, até saindo do lugar, quando alguém quer brigar, vai ter briga e não tem jeito. Vou muito em show de metal, e não é raro encrencarem com vc por coisas bestas... pq vc não bebe, por exemplo, como já aconteceu comigo. Como eu tenho qse 2 metros então me deixam mais em paz, mas já vi mto amigo meu, conhecido ou cara que vc ve nos shows mas não é amigo e nem troca ideia, apanhar por nada, não está escrito.

Um dia em 2010 eu estava em São Paulo, no bairro do bexiga em um rock bar chamado seven beer. Tinha um casal sentado na calçada em frente a esse bar, e eu estava num botecão ao lado esperando a banda que eu realmente gostava tocar. Nisso do nada parou um carro e desceram uns playboys e começaram a bater nesse casal, eu uns amigos que estavam no boteco e tbm estava no show já fomos lá ajudar, além de sair um monte de cara do metal que estavam vendo o show e perceberam a merda. Um dos playboys foram pro carro e eu pensei 'fudeu, vai pegar um 38' kkkkk, mas na verdade ele pegou um copo e arremessou, o copo estilhaçou e cortou a gartanta de um conhecido. Foi foda essa, o cara qse morreu, levaram ele correndo pro hospital, ele desmaiou 3x no carro. O motorista do carro tava desesperado, foi seguindo tudo placa que dizia "hospital", e o cara foi parar no sirio libanes... sorte que os caras do sirio viram o estado do cara e atenderam (de graça diga-se de passagem) kkkkkkk.

Mas ta louco, foi desesperador, depois disso a gente ve como podemos até morrer por nada.

Po, então quando falo grande rivvithead é no sentido literal! Kkk! Caramba! Perto de você e do @NEGO DÁGUA sou um anão, estou mais parelho com o @Ominöser, tenho 1,75m.

Essas situações que você descreveu são terríveis mesmo, não dá para entender porque essa playboizada consegue ser tão babaca. Uma vez estava indo para uma lanchonete em Juiz de Fora com uma namorada, por volta de 11 da noite, quando vi um cara deitado no chão e um garotinho de uns 11 anos do lado chorando. Desci do carro e fui ver, o garoto falou que eles tinham sido atacados por uma gangue e cortaram a garganta do pai com uma garrafa quebrada. Chamei os bombeiros e fiquei até chegarem, prestei os primeiros socorros ali mesmo e, por sorte,  vi  que não havia nada importante ferido, daí pude acalmar o filho. Mas não sei o que esses idiotas tem na cabeça, são muito covardes.

E você mandou muito bem ao falar da defesa pessoal. A primeira ideia é evitar o conflito e evitar que o agressor chegue na sua distância pessoal. Se precisar até corre. Hoje não tem mais o romantismo de resolver no braço, é tudo facada, tiro, etc.

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2 horas atrás, masterblaster disse:

Pô, sei exatamente de quem você está falando, acho que quase todo mundo já matou a charada! Kkkk! Mas eu quis dizer que não fiz treino com o Pelé, porque não o encontrei lá. Esse aí ficou MUITO cascudo! 

Isso ai irmão, papo aqui tá massa!!! E pra quem não conhece o Pelé, ele é gente fina d+++++, podem apostar.

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7 horas atrás, MMA2015 disse:

Isso ai irmão, papo aqui tá massa!!! E pra quem não conhece o Pelé, ele é gente fina d+++++, podem apostar.

Não tinha um lá que não falasse isso do Pelé, e se aplica ao Wand, gente finíssima fora do ringue e o bicho dentro!

Posso ajudar a galera, colocando uma letrinha só depois do B? Kkk! Dedo ta coçando!

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42 minutos atrás, masterblaster disse:

Não tinha um lá que não falasse isso do Pelé, e se aplica ao Wand, gente finíssima fora do ringue e o bicho dentro?

Posso ajudar a galera, colocando uma letrinha só depois do B? Kkk! Dedo ta coçando!

Bi?

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