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Eder Jofre55

Ludwig reconhece “granada” de Cody, mas aposta em “canivete suíço” de TJ

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Treinador reconhece “granada” de Cody, mas aposta em “canivete suíço” de TJ

Diego Ribas

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Duane Ludwig é uma dos mais renomados treinadores de striking no mundo do MMA. Primeiro junto à equipe Alpha Male e depois como técnico particular de TJ Dillashaw, o americano elevou o nível da trocação e viu seu pupilo ser campeão dos pesos-galos (61 kg) em duas ocasiões. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight em Los Angeles (EUA), Ludwig explicou como se deu o camp de TJ para a defesa do título contra Cody Garbrandt, neste sábado (4), no UFC 227, e fez uma curiosa analogia para argumentar por que acredita que o cinturão continuará com seu aluno.

De acordo com o treinador, se ‘No Love’ tem granadas nas mãos, fato que remete às tatuagens no atleta na região, Dillashaw possui um canivete suíço. O comentário, obviamente, refere-se à potência dos socos de Garbrandt, autor de nove nocautes em suas 11 vitórias, assim como da variedade de estilo de seu pupilo. Mas apesar de comparar os contragolpes de Cody aos de Conor McGregor, Duane garantiu confiar no jogo mais variado de TJ.

“Ele [Garbrandt] é bom, cara. Não é uma luta fácil para ninguém, tanto que ele ganhou o título, ele é um grande desafio. Ele é bom. Ele é muito rápido, muito afiado, é um mestre no contra-ataque, como Conor McGregor é. Ele é bom para caramba. Se Cody tem uma granada nas mãos, TJ tem um canivete suíço. É perfeita essa analogia! (risos) Ele tem um canivete suíço, porque tem muitas maneiras de vencer. Cara, eu amo isso [o próprio trabalho]. Me dá vida, me dá propósito, me dá combustível. Sem animosidade, porque meu objetivo principal é ver em que nível um ser humano pode chegar nas artes marciais”, declarou, empolgado.

Ex-lutador, Duane adotou seu próprio estilo de treinamento para os que o seguem. Dito isso, o americano frisa que o foco de sua equipe é evoluir, e não se moldar aos adversários durante os camps. Por isso, mesmo que embora considere os pontos fortes dos oponentes, ele promete concentrar suas atividades em extrair o melhor do potencial de TJ.

“Obviamente, levamos em conta o adversário e aquilo de que precisamos ficar atentos, além de [simular] alguns cenários, para que tenhamos 100% de acerto na trocação. [Mas] Pouco muda, exceto o fato de que ele vai ficando melhor a cada treinamento. Minha procura, minha missão é ver quão bem um ser humano pode se sair em uma situação de combate com regras de MMA. É isso que eu busco ver. TJ tem áreas para crescer, mas tem áreas que
ainda estamos descobrindo. Claro, eu sou o técnico dele, o que me faz suspeito, mas ele tem um nível de
entendimento de luta que não foi visto ainda”, prometeu.

Nativo do estado americano do Colorado, Ludwig contou que, durante a preparação de Dillashaw para o UFC 227, passava três dias por semana na Califórnia. Questionado se não seria melhor se mudar para Los Angeles, onde mora TJ, Duane mostrou apego às raízes.

“Eu amo o Colorado. Eu me mudo para cá por três dias por semana ou algo do tipo [risos] Mas não de vez. Já morei aqui antes, como lutador, como treinador, mas no Colorado tenho casas, meus negócios, minha família e amigos. Então, quero ficar por lá”, falou, sempre bem-humorado.

De acordo com o treinador, o seu trabalho com TJ, que alterna manopla, técnica e sparring, é perfeitamente possível de ser feito em três dias por semana. Ludwig afirmou acreditar que as interrupções nas atividades são fundamentais para que o aluno apreenda o que lhe foi ensinado.

“Sim, é suficiente, foi a mesma coisa que fizemos no último camp que TJ fez em Sacramento [onde fica o Team Alpha Male], eu também passei este tempo com ele. Não fazemos manopla todos os dias. É importante ter certas paradas. Encontramos um bom cronograma de treinos, que o ajuda a reter as informações”, destacou.

Em sua carreira como lutador de MMA, encerrada em 2012, Duane conquistou 21 vitórias e sofreu 14 derrotas. Exímio trocador — como não poderia deixar de ser —, é autor do nocaute mais rápido da história do UFC, contra Jonathan Goulet, no UFC Fight Night 3. Embora os créditos oficiais apontem que o cronômetro marcava 11 segundos quando o duelo terminou, o UFC corrigiu o erro e considera a vitória obtida em apenas 6.06s.

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Um puta técnico, muito melhor que aquele japonês otário da Alpha Male querendo se aparecer no TUF, ficou com cara de cu quando Cody caiu e agora saiu de lá... Quanta fidelidade kkkkkkkkk

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Realmente ele colocou o TJ em um patamar retado!!

Escola excelente de kickboxing.

Gosto bastante do JAb +chute do mesmo lado e direto + chute mesmo lado.

Adicionei isso meu jogo e quando vejo o cara pegando a combinação eu largo esse é geralmente entra

 

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