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Cláudio Hannibal revela passado de roubos

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"Celebridade do crime": Cláudio Hannibal revela passado de roubos, tráfico e prisão

Às vésperas de voltar ao octógono no UFC Liverpool após quase quatro anos, peso-meio-médio brasileiro passa a limpo trajetória obscura e vive redenção em Londres


Por Marcos Luca Valentim, Direto de Londres

24/05/2018 08h00  Atualizado há 1 hora

 
Muitos antes de usar a máscara do personagem de cinema Hannibal Lecter, Cláudio Henrique da Silva teve um passado sombrio (Foto: Buda Mendes/Getty Images)

Muitos antes de usar a máscara do personagem de cinema Hannibal Lecter, Cláudio Henrique da Silva teve um passado sombrio (Foto: Buda Mendes/Getty Images)

 

Não chega a ser novidade contar a história de um atleta que foi salvo pelo esporte. Assim como também não é raro ler nas páginas do passado que determinado lutador teve envolvimento em pequenos delitos antes de chegar ao estrelato. Estarrecedor é saber que Cláudio Henrique da Silva, ou Cláudio Hannibal, como é conhecido o lutador que representa o Brasil no UFC Liverpool do próximo domingo, traz na bagagem um rastro sinistro, iniciado na periferia de Uberlândia-MG, cujos moldes envolvem tráfico de drogas, roubos de carga à mão armada, passagens pela polícia, prisão e tiro.

O pacato bairro de Tocantins, em Uberlândia, tem cerca de 20 mil habitantes, e um deles se destacou ainda jovem, muito antes de chegar à maior organização de MMA no planeta. Não fossem as escutas policiais, Cláudio Henrique passaria batido. A BR-365, que liga Uberlândia ao Mato Grosso, seduziu o hoje atleta do UFC. O motivo? A rodovia é uma conhecida rota de mercadorias.

- Eu roubava muitos caminhões de carga que vinham do Paraguai. A gente ia para a rodovia armado. Como Minas é uma rota para São Paulo e tem gente que segue na rodovia até o Paraguai, tem muito sacoleiro, então, passava muita mercadoria por ali. Como o bairro é do lado, facilitava. A gente ia armado pra rodovia e só dava bote certo - relata Hannibal, em entrevista exclusiva ao Combate.com.

Para compreender esta história e todas as suas nuances, é preciso recorrer ao enfático pleonasmo: começar do começo. E o ano de 1996 é o que nos embala nesse início.

 

Paixão pelas artes marciais desde garoto

 

As artes marciais entraram na vida de Cláudio cedo: o pai, militar da reserva, matriculou o menino em aulas de caratê e capoeira. Aos 14 anos, o garoto, porém, quis mais. E numa dessas idas e vindas do acaso, bateu o olho em algo que mudaria para sempre o curso de sua jornada.

 

- Naquela época, as bancas de jornal colocavam muita coisa de luta, e uma vez eu vi duas revistas que chamaram a minha atenção: Tatame e GracieMag. Comecei a pedir pro meu pai comprar as edições pra mim. Passei a ler muito sobre a equipe do Carlson Gracie. Vi que os caras estavam sempre lutando: o (Rodrigo) Minotauro, o Ricardo Arona, o Paulão (Filho)... Eu era muito fã dos caras e comecei a querer treinar jiu-jítsu também - recorda.

 
Adolescente, Cláudio Henrique posa no centro (com quimono escrito "Voo Livre") de turma de jiu-jítsu durante seminário de Fernando Tererê (Foto: Reprodução/Facebook)

Adolescente, Cláudio Henrique posa no centro (com quimono escrito "Voo Livre") de turma de jiu-jítsu durante seminário de Fernando Tererê (Foto: Reprodução/Facebook)

O Rio de Janeiro abrigava os maiores "cascas-grossas" daquele tempo, e alguns faixas-pretas começaram a dar aulas em outros estados, tamanho o sucesso da arte suave. E foi assim que Cláudio Henrique conheceu Elan Santiago, mestre forjado entre as quatro paredes da saudosa academia de Carlson Gracie em Copacabana, Zona Sul do Rio. Aos 17 anos, o mineiro começou a treinar para valer.

"E, daquele momento em diante, o jovem de Uberlândia passou a praticar jiu-jítsu, ganhou o mundo e chegou ao UFC", seria a continuação mais provável, fosse este um livro de previsível final feliz. Acontece que a história de Cláudio passou por páginas de capítulos sombrios até que o personagem principal se tornasse o "Hannibal".

Dos 14 aos 20 anos, Cláudio Henrique da Silva ostentou a fama de prodígio do crime.

 

 

Ascensão na criminalidade

 

O bairro em que foi criado, Tocantins, é um dos mais violentos e carentes de Uberlândia. Não tardou para o rapaz ter seu primeiro contato com a ilegalidade e passar a viver à margem da sociedade – e da tal BR-365.

 

- Eu sempre falava que o jiu-jítsu era meu hobby, e o crime, minha profissão. Hoje, o jiu-jítsu e o MMA são minhas profissões, e meu hobby é viajar pelo mundo.

 

Apesar de já envolvido com jiu-jítsu na adolescência, o dinheiro fácil e a adrenalina fascinavam Cláudio. No início, roubou uma casa lotérica. Coisa pouca. Depois, os roubos de carga, que eram, sem hipérboles, a grande paixão do jovem. Levou um tiro numa investida de roubo. Perguntado sobre o assunto, desconversa com um sorriso no rosto, acompanhado de "foi uma parada que deu errado".

Certa vez, arquitetou um plano para assaltar o shopping da cidade. Munido de pistolas e na companhia de alguns comparsas, roubou todo o caixa do cinema. Jornais e canais de televisão locais só falavam disso, e assim Cláudio deixou de ser "só mais um Silva" e virou personalidade da vida bandida. Mas para toda ação, há uma reação: o jovem de 20 anos foi preso como consequência do caso.

- Quando entrei na cadeia, foi aquele choque, né? O mundo tinha desabado na minha cabeça. Por minha mãe ser muito religiosa, achei que ela nunca fosse me perdoar. Na delegacia, antes mesmo de ir para a prisão, dei de cara com um monte de conhecido lá do bairro. Pensei: "'Tô' em casa, tranquilo". Mas aí fui levado ao presídio, e a coisa ficou séria. Pelo crime que cometi, os bandidos me receberam como celebridade, e eu era mesmo naquela época! Por ser muito jovem e já ter feito tantas coisas, eles me tratavam como celebridade lá dentro - relembra Cláudio.

 

 

- Os caras "da pesada" me apadrinharam, mas me deram um aviso logo de cara: "Mano, você é esportista, muito novo, tem que sair daqui". Aquilo ficou na minha cabeça por dias.

 

A ideia que perturbou-lhe a mente por semanas tomou forma. E coube a um juiz, cujo nome é lembrado com demasiado zelo por Cláudio, dar liberdade ao pensamento.

- Nunca vou esquecer o Dr. Faleiros. Ele me deu uma das maiores responsabilidades da vida! Quando fui julgado, ele falou: "Você é atleta, estou vendo que você não usa drogas, mas não pode mais voltar aqui". Eu olhei no olho dele e prometi que nunca mais ia me envolver com crime e nem fazer nada de errado. Depois disso, voltei a treinar. Fui vice-campeão brasileiro, campeão europeu e campeão paulista. Toda medalha que eu ganhava, eu levava para o Dr. Faleiros ver, para mostrar a ele que ele tinha acertado em me dar aquela oportunidade. Às vezes, o ser humano só precisa disso, de um voto de confiança. E foi o que ele fez comigo. Eu nunca vou me esquecer - conta.

Se todos diziam ao rapaz que ele tinha futuro no esporte, por que não dar ouvidos? Por que insistir no crime? Rebelde sem causa? A explicação pode estar na criação do jovem – e, indo além, pode-se aplicar o exemplo de Cláudio a uma das mais fervorosas polêmicas da sociedade moderna.

Militar aposentado, o pai do hoje faixa-preta ensinou o garoto a manusear armas logo cedo, aos 10 anos de idade. Entendeu ser cultural. Essa parte é melhor contada em primeira pessoa.

- No Brasil, se seu pai anda armado e te ensina a atirar com 10 anos de idade, você cresce com aquela cultura de ter de ser homem, de ter de encarar tudo. E isso contribuiu para a minha entrada no crime. Não por ter um pai do Exército, mas é que você é um produto do meio. Infelizmente, eu tive uma iniciação muito cedo. O adolescente quer autoafirmação, quer mostrar que pode, que faz e acontece, mas graças a Deus eu consegui canalizar toda essa energia no esporte depois. E deu certo - analisa.

 
 
Cláudio Henrique posa com colegas de equipe e mostra medalhas conquistadas num torneio de jiu-jítsu (Foto: Reprodução/Facebook)

Cláudio Henrique posa com colegas de equipe e mostra medalhas conquistadas num torneio de jiu-jítsu (Foto: Reprodução/Facebook)

 

A redenção no esporte

 

O sucesso com o jiu-jítsu veio só mais tarde – até porque o garoto dividia-se entre o tatame e o ilícito até então. Daí em diante, foi tudo muito rápido: largou o crime, começou a competir, sagrou-se campeão brasileiro, foi morar com uma tia na Itália, lutou o Europeu de jiu-jítsu em 2009 como faixa-marrom, venceu e, de repente, foi parar na Inglaterra. Vida louca.

O Campeonato Europeu foi o responsável pela segunda maior mudança de sua vida. Lá, conheceu um brasileiro que convidou Cláudio a treinar na sua equipe em Londres. Aqui, uma história comum a muitos atletas: sem ter um teto, Hannibal passou um tempo morando na academia e limpando tatame. Ele queria continuar no jiu-jítsu, sim, mas queria ter seu dinheiro, suas coisas, sua casa. E aproveitou a diversidade cultural londrina para chegar a seus objetivos.

Brick Lane é uma famosa rua em Londres, conhecida pelo vasto comércio e muitos artistas de rua. Nas palavras de Cláudio, "é como se fosse a Lapa no Rio". Cosmopolita que é, a capital inglesa abriga uma infinidade de pessoas e culturas distintas. E não tardou para o lutador se misturar nessa aquarela genética.

- Aqui tem muito muçulmano, indiano, africano, japonês... Gente do mundo inteiro! E eu, naquela época, continuava sem saber falar inglês e tinha que fazer dinheiro. Como eu tinha uma bagagem de capoeira, comecei a me apresentar pelas ruas na noite para ganhar um trocado. Aí, uma coisa leva à outra: conheci uns brasileiros lá que fazem festa de forró e comecei a fazer contatos, conhecer outras pessoas... E estou aqui até hoje. Lá se vão onze anos. Já me considero um britishzilian - brinca.

 
 
Cláudio Hannibal posa em frente à Cooper Box Arena, durante o Abu Dhabi Grand Slam em Londres: lutador vai entrar pela porta da frente no UFC Liverpool (Foto: Marcos Luca Valentim)

Cláudio Hannibal posa em frente à Cooper Box Arena, durante o Abu Dhabi Grand Slam em Londres: lutador vai entrar pela porta da frente no UFC Liverpool (Foto: Marcos Luca Valentim)

Agora, Cláudio Hannibal tem sua academia, dá aula e vive de trabalhar com o que ama: o jiu-jítsu. Concilia aulas com treinos. Aliás, tem uma metodologia interessante quando está com seus alunos.

- Eu incorporo muitas coisas da capoeira nas minhas aulas, faço os caras aprenderem português. Eu não uso nomes de raspagens em inglês, por exemplo. Nada disso. Raspagem, passagem de guarda, montada... Se é "brazilian jiu-jítsu", a gente tem que ensinar o português, até porque o americano dá nome para tudo e quer patentear tudo! Coisas que existem há vinte anos, eles dizem que inventaram. Na capoeira, todos os movimentos são em português. Os gringos que treinam capoeira, na maioria, falam português. O judô é todo em japonês, por exemplo. Não podemos perder nossa raiz - afirma.

Assaltos à mão armada, tiro, tráfico de drogas, prisão, conselhos, forró e quatro cirurgias no pé depois, Cláudio Henrique da Silva está pronto para a luta com Nordine Taleb no UFC Liverpool, no próximo domingo. Recuperado das lesões que o mantiveram afastado por quase quatro anos, ele vai incorporar o apelido e vestir, uma vez mais, a máscara que faz jus ao aterrorizante personagem que lhe dá apelido, o vilão do premiado filme "O Silêncio dos Inocentes".

 

Afinal, Hannibal tem que manter a sua fama de mau.

O Combate transmite ao vivo e com exclusividade o UFC Liverpool no domingo, a partir de 10h55 (horário de Brasília). Você pode assistir a este evento pelo Combate na TV ou no Combate Play via internet e aplicativo. Acesse assinecombate.globo.com e saiba mais. O Combate.comacompanha o torneio em Tempo Real e exibe as duas primeiras lutas do card preliminar em vídeo ao vivo. Na sexta-feira, site e canal transmitem a pesagem ao vivo às 10h55.

Confira o card completo:

UFC Liverpool
27 de maio de 2018, na Inglaterra
CARD PRINCIPAL (14h, horário de Brasília):
Peso-meio-médio: Darren Till x Stephen Thompson
Peso-meio-médio: Neil Magny x Craig White
Peso-pena: Arnold Allen x Mads Burnell
Peso-pena: Jason Knight x Makwan Amirkhani
Peso-galo: Davey Grant x Manny Bermudez
Peso-médio: Eric Spicely x Darren Stewart
CARD PRELIMINAR (11h, horário de Brasília):
Peso-meio-médio: Cláudio Hannibal x Nordine Taleb
Peso-médio: Daniel Kelly x Tom Breese
Peso-mosca: Molly McCann x Gillian Robertson
Peso-médio: Elias Theodorou x Trevor Smith
Peso-meio-médio: Brad Scott x Carlo Pedersoli
Peso-galo: Gina Mazany x Lina Lansberg

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Que passado sinistro...

Abandonou o crime, deu exemplo.

Parece ser boa pessoa, sorte para ele.

Como lutador vou conhecer no domingo.

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"Eu incorporo muitas coisas da capoeira nas minhas aulas, faço os caras aprenderem português. Eu não uso nomes de raspagens em inglês, por exemplo. Nada disso. Raspagem, passagem de guarda, montada... Se é "brazilian jiu-jítsu", a gente tem que ensinar o português, até porque o americano dá nome para tudo e quer patentear tudo! Coisas que existem há vinte anos, eles dizem que inventaram. Na capoeira, todos os movimentos são em português. Os gringos que treinam capoeira, na maioria, falam português. O judô é todo em japonês, por exemplo. Não podemos perder nossa raiz - afirma. "

 

Somente verdades ! Gringo queria patentear até a palavra " cupuaçu", um tempo desses...

 

 

 

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conseguiu voltar...

mas fez bem em não se viciar e usar.

.se usasse droga como o crack jamais teria conseguido...pois ali é sem volta.

 

 

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26 minutos atrás, ravi disse:

conseguiu voltar...

mas fez bem em não se viciar e usar.

.se usasse droga como o crack jamais teria conseguido...pois ali é sem volta.

 

 

Cara tudo na vida é querer um amigo meu saiu dessa onda sem igreja, casa de recuperação nada.

Tava na pedra , hj graças a Deus largou as drogas

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1 hora atrás, Tiresias disse:

"Eu incorporo muitas coisas da capoeira nas minhas aulas, faço os caras aprenderem português. Eu não uso nomes de raspagens em inglês, por exemplo. Nada disso. Raspagem, passagem de guarda, montada... Se é "brazilian jiu-jítsu", a gente tem que ensinar o português, até porque o americano dá nome para tudo e quer patentear tudo! Coisas que existem há vinte anos, eles dizem que inventaram. Na capoeira, todos os movimentos são em português. Os gringos que treinam capoeira, na maioria, falam português. O judô é todo em japonês, por exemplo. Não podemos perder nossa raiz - afirma. "

 

Somente verdades ! Gringo queria patentear até a palavra " cupuaçu", um tempo desses...

 

 

 

Concordo demais! Os nomes tem que ser ensinado em português! 

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4 hours ago, NEGO DÁGUA said:

Cara tudo na vida é querer um amigo meu saiu dessa onda sem igreja, casa de recuperação nada.

Tava na pedra , hj graças a Deus largou as drogas

Caralho ... Mas acho  q esse caso e raro

 

Editado por ravi

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1 minuto atrás, ravi disse:

Caralho ... Mas acho  q esse caso e raro

 

Te juro era meu colega de muay/kickboxing detalhe gás infinito, muito forte pro peso eu sempre pesei 80 e poucos quilos ele 70 e tinha pegada descomunal, nosso sparring o bicho pegava

Porém a droga o prejudicou como atleta , mas de repente largou não usa nada e nem bebi ,um exemplo.

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5 horas atrás, Tiresias disse:

"Eu incorporo muitas coisas da capoeira nas minhas aulas, faço os caras aprenderem português. Eu não uso nomes de raspagens em inglês, por exemplo. Nada disso. Raspagem, passagem de guarda, montada... Se é "brazilian jiu-jítsu", a gente tem que ensinar o português, até porque o americano dá nome para tudo e quer patentear tudo! Coisas que existem há vinte anos, eles dizem que inventaram. Na capoeira, todos os movimentos são em português. Os gringos que treinam capoeira, na maioria, falam português. O judô é todo em japonês, por exemplo. Não podemos perder nossa raiz - afirma. "

 

Somente verdades ! Gringo queria patentear até a palavra " cupuaçu", um tempo desses...

 

 

 

Discordo totalmente. Jiu-jitsu é oriundo do Japão, com nomes de golpes japoneses. Ezekiel, por exemplo, sempre foi Sode Guruma Jime, daí por causa do judoca brasileiro o nome criou popularidade, o que não quer dizer que seja daqui. Nada se cria, tudo se copia ou aperfeiçoa. Deixa os caras inventarem os nomes próprios deles. 

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14 minutes ago, NEGO DÁGUA said:

Te juro era meu colega de muay/kickboxing detalhe gás infinito, muito forte pro peso eu sempre pesei 80 e poucos quilos ele 70 e tinha pegada descomunal, nosso sparring o bicho pegava

Porém a droga o prejudicou como atleta , mas de repente largou não usa nada e nem bebi ,um exemplo.

Impressionante . Muitos q vao não voltam . 

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6 minutes ago, Lucas Timbó said:

Discordo totalmente. Jiu-jitsu é oriundo do Japão, com nomes de golpes japoneses. Ezekiel, por exemplo, sempre foi Sode Guruma Jime, daí por causa do judoca brasileiro o nome criou popularidade, o que não quer dizer que seja daqui. Nada se cria, tudo se copia ou aperfeiçoa. Deixa os caras inventarem os nomes próprios deles. 

No cartel em inglês eles põe os nomes em inglês . Em

português idem . Sou adepto e estudioso da ciência da tradução . Gosto dessa aérea . 

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