Sign in to follow this  
marionetoo

Filosofar é preciso - Jiu-Jitsu Olímpico, ser ou não ser?

Recommended Posts

Para os amantes da arte-suave!

Após a confirmação do Rio de Janeiro como cidade sede dos jogos olímpicos de 2016, nunca se esteve tão perto de se concretizar o sonho de ver o Jiu-Jitsu como esporte olímpico.

Infelizmente, para o sonho se tornar realidade, as coisas não são tão simples e o trabalho a ser realizado não é nada fácil. Isso porque, o Comitê Olímpico Internacional (COI) exige que, para uma modalidade ser considerada Olímpica, o esporte deve ser praticado por homens em pelo menos 75 países e em quatro continentes, e por mulheres em 40 países e em três continentes.

Sabe-se que existem muitos esportes na expectativa de inclusão, contudo o mais estruturado e mais bem organizado que será o escolhido. Para exemplificar tal fato, citamos o ocorrido nas Olimpíadas de Seul de 1988, onde tivemos o Tae-Kwon-Do como esporte de exibição, somente passando a ser considerado esporte Olímpico e oficializado no ano 2000, nas Olimpíadas de Sydnei.

Em um curto espaço de tempo, o Brasil conseguiu uma medalha Olímpica na modalidade anteriormente citada, nos jogos de Pequim de 2008, com a atleta Natália Falavigna, demonstrando que o trabalho quando é feito com seriedade torna-se válido e traz resultados favoráveis.

Voltando ao assunto Jiu-Jitsu, muito se ouve que este poderia ao menos tentar entrar como esporte de exibição nas Olimpíadas de 2016, assim como fez o Tae-Kwon-Do. Contudo, vale lembrar que não existe mais a possibilidade de esportes de apresentação em Olimpíadas, tal impedimento ocorreu exatamente a partir das Olimpíadas de Seul.

O Jiu-Jitsu nunca esteve tão perto dessa oportunidade, além de ser um esporte genuinamente verde e amarelo, a modalidade obtém pontos exigidos pelo Comitê Olímpico Internacional. Aquele é amparado por uma federação internacional que realiza campeonatos em todos os continentes, com isso, podemos afirmar que existem praticantes de Jiu-Jitsu em qualquer lugar do mundo. Em relação às regras, o modelo de competição é semelhante ao do Judô.

Além disso, não podemos esquecer da história do Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro, nem de todos os momentos eletrizantes e marcantes realizados nos famosos mundiais de Jiu-Jitsu, começando na década de 90 no ginásio do Tijuca Tênis Clube, momentos de glória que não voltam mais.

Infelizmente nem tudo são flores e da mesma forma que temos pontos positivos, também temos pontos negativos. O primeiro passo é definir qual federação internacional é a mais importante, infelizmente ainda temos muitos caciques e poucos índios, muito eu e pouco nós, muita gente querendo ganhar e fazendo pouco pelo Jiu-Jitsu.

Com isso, as olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, a comunidade do Jiu-Jitsu tem que começar uma movimentação muito bem organizada para que esse assunto possa vir a se tornar uma realidade.

http://combatzoneblog.blogspot.com/

Share this post


Link to post
Share on other sites
Guest Silver_Surfer

Antes de convidar alguem pra nossa casa, temos primeiro que arruma-lá antes...

Share this post


Link to post
Share on other sites

Bom, até 2016 o Rolles Gracie já deve ter dado a faixa preta (sem quimono) pra praticantes em mais de 100 países. Portanto, se ele não avacalhar de vez com o esporte, temos grandes chances de povoar o mundo de professores faixas pretas... rsrs ... zueira...

Mas falando sério, acho que ainda falta muito pra o jiu jitsu ser um esporte olímpico... falta organização e profisionalismo em vários aspectos.

Parece que o Senador Arthur Virgílio está fazendo um bom estudo e trabalho pra incluir o submission wrestling (grapling - tipo adcc), por constatar que diante desses critérios, seria mais viável do que o jiu-jitsu de quimono...

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now
Sign in to follow this