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  1. Falou a verdade. Foi na loucura e sifu. Como já vimos acontecer várias vezes. Com Wand, Shogun, Werdum... pode ser mentalidade Chute Boxe, sair na mão, dar show, enfim.. Pra mim ela merece a revanche por tudo que fez na carreira alavancando o MMA feminino. A Cyborg deu credibilidade numa época em que faltava um pouco pras meninas. No tempo em que Gina Carano era a referência lá fora Cyborg veio e tratorizou. Eu lembro duma galera que não levava as atletas a sério mas dizia que da Cyborg tomariam pau. Mesmo dizendo isso eu entendo a Amanda não querer dar a revanche, mas pro evento eu acho que seria a maior luta feminina a casar.
  2. Vitor TRT era igual o Bane do Batman, calibrado no veneno.
  3. Lembrei de quando alugava os primeiros UFC em fita VHS. Bons tempos. Tank é uma lenda pra galera dessa época. Lutador mediocre, porém ajudou a dar brilho numa época em que o esporte tava engatinhando.
  4. Um dos maiores de todos os tempos, pena que tem cabeça de camarão. Ele é seu pior inimigo. Enquanto não conseguir domar seus demônios interiores nunca vai desenvolver todo o potencial que tem. Um cara desses teria muitos benefícios se tivesse uma família estável e até um acompanhamento terapêutico com um bom psicólogo. Nunca vou esquecer daquele episódio lastimável da batida.
  5. JPHD

    Os pilares e valores do campeão Robert Whittaker.

    Excelente entrevista. Tentei dar uma força aí.
  6. JPHD

    Os pilares e valores do campeão Robert Whittaker.

    Respeito, trabalho e ajuda brasileira: os pilares e os valores do campeão Robert Whittaker Dono do cinturão peso-médio do UFC, australiano recebe o Sensei Combate e fala da ajuda do técnico de jiu-jítsu Alex Prates, além do trabalho com aborígenes: "Verdadeiros donos dessas terras" Se você quiser encontrar o atual campeão peso-médio do UFC, é simples: basta ir à academia Gracie Jiu-Jitsu Smeaton Grange, no subúrbio industrial de Sidney. Lá está, de 9h às 17h, sete dias por semanas, o primeiro campeão australiano do Ultimate, Robert Whittaker. Nos arredores da cidade mais populosa da Austrália, o lutador de 27 anos constrói seu legado às custas de muito trabalho. - É um trabalho em tempo integral. Treinando nesse nível, sendo um atleta profissional, muita gente pensa: "Ah, você só vai para o treino". Não, é um trabalho em tempo integral, como um trabalho tradicional, das 9h às 17h você vai para o trabalho, (depois) vai para casa. É assim que se faz - disse o lutador, que recebeu a equipe do Sensei Combate em sua academia. E foi desse jeito que Robert Whittaker chegou longe. Em julho de 2017, Whittaker venceu o cubano Yoel Romero no UFC 213 e conquistou o cinturão interino da categoria até 84kg. Cinco meses depois, herdaria o cinturão linear no momento em que o canadense George St-Pierre abdicou do título. Whittaker é só elogios ao ex-campeão meio-médio e médio do UFC. - Um lutador que respeitei muito na minha carreira foi Georges St-Pierre. Acredito que ele era a tradução de um guerreiro. Respeitoso. Eu teria gostado dessa luta por causa do quanto o respeito. Teria sido uma boa luta para mim, para o meu ânimo. Mas, ao mesmo tempo, foi bom não ter lutado porque gosto muito dele. Essa é uma característica de Whittaker. Em tempos de provocações sem limites no mundo do MMA e a busca incessante por polêmica e holofotes, o australiano dono de um cartel com 20 vitorias e quatro derrotas usa o caminho inverso. - Acredito que a luta, o combate, é um esporte muito honroso e eu não vejo muita honra em falar mal do meu adversário, provocar antes da luta. Acho que você precisa ser respeitoso, entender que os dois fazem isso para viver, ir até e lutar honrosamente. Só assim você pode apertar as mãos do seu oponente no final (...). Esse é o meu caminho, o caminho que eu sigo, é a minha mentalidade em relação à luta. Se eu fosse tentar promover lutas falando mal dos outros, estaria traindo a mim mesmo. Eu estaria deixando meu caminho, e eu não vou fazer isso. Whittaker garante compreender o papel do UFC em usar as provocações dos lutadores para promover os combates. O público gosta de polêmicas que coloquem rivais e desafetos frente a frente. O australiano aposta que apenas suas performances o levarão adiante. - O UFC definitivamente quer tentar dinheiro. E toda essa provocação, como a de Conor McGregor, faz dinheiro. Isso pode se voltar contra você nesse sentido, mas ao mesmo tempo estou trabalhando duro aqui. Se estou ganhando, ninguém pode falar nada para mim. Eles não podem não me dar lutas, não podem não me dar o que é meu por dever se estou lá e estou vencendo todas as pessoas que eles colocam na minha frente. Quando Whittaker fala que tem vencido todas as pessoas, desde 2014 tem sido mesmo assim. Já são nove vitórias seguidas, entre elas duas diante do cubano Yoel Romero. Ele também venceu o brasileiro Rafael Natal, por decisão unânime, e levou a nocaute Ronaldo Jacaré. E por falar em brasileiros e Ronaldo Jacaré, vale ressaltar que o Brasil está na formação do campeão. Um dos seus técnicos é o brasileiro Alex Prates, faixa-preta de Rolker e Royler Gracie no jiu-jítsu. Ele, que mora há 17 anos e é sócio de Whittaker na Gracie Jiu-Jitsu Smeaton Grange, conta que o lutador australiano tem um grande respeito pelo Brasil e por seus atletas. - Depois da luta contra o Jacaré, nosso vestiário parecia que a gente tinha sido derrotado, estava um silêncio. Aí o Robert até fez um comentário, disse: “Pô, a gente gosta do cara mas vamos comemorar um pouco”. Acho que são dois atletas que se conduzem de uma maneira parecida, então o respeito vem daí. Alex Prates, por exemplo, não pôde estar ao lado de Whittaker no programa “The Ultimate Fighter Championship 28”, realizado neste ano com o australiano e seu próximo adversário, Kelvin Gastelum, mas o brasileiro faixa-preta de jiu-jítsu Sérgio Penha esteve com ele na equipe. Whittaker é só elogios aos brasileiros. - O Brasil tem um calibre alto de atletas. É por isso que metade dos meus treinadores são latino-americanos. Tenho muito respeito por esses lutadores, como Jacaré, Belfort, Natal, são todos fortes, muito fortes oponentes de enfrentar. E sempre muitos lutadores bons aparecem no Brasil. Eles são sempre muito respeitosos, humildes, é sempre bom lutar com pessoas respeitosas como eles. Além do jiu-jítsu do faixa-marrom que fica a cargo de Alex Prates, no karatê, esporte que pratica desde criança, Robert Whittaker tem a faixa preta. E ainda tem um trunfo na manga: seu Wrestling. Ele chegou a cogitar representar a Austrália nos Jogos da Commonwealth, que são os jogos da coroa britânica, espécie de Olimpíadas das ex-colônias inglesas. A agenda com o UFC acabou impedindo sua participação, onde mostraria que seu Wrestling é de alto nível. - Essa é definitivamente uma carta que carrego na manga. O fato de eu ter um jogo forte de pé mascara o meu grappling. Sempre tento levar pra cima porque é onde gosto de lutar, mas eu tenho algumas habilidades escondidas que ainda estão esperando para serem usadas. Nesta reta final de 2018, Whittaker tem finalmente podido usar todo o seu potencial nos treinos. A temporada não foi fácil. Logo em janeiro, ele teve que ficar de fora do UFC 221 que aconteceu em Perth, na Austrália, por conta de uma infecção estomacal por estafilococos, uma bactéria perigosa. A infecção não foi tratada corretamente e ele ficou em estado grave. Depois de se recuperar, ainda pegou catapora. - Foi difícil no aspecto mental, porque sou um lutador, isso é o que amo fazer, é o que eu faço para me sustentar, o que eu faço para viver. Não poder lutar significou desapontar um monte de gente, porque eu ia lutar na Austrália, era o meu card, era o meu show, era o meu momento de defender meu cinturão. Não fazer isso foi difícil, foi difícil mentalmente. Mas eu entendi o que precisava fazer, voltei para o octógono, voltei a treinar e tive a luta contra o Romero pela segunda vez. Na segunda luta contra Romero, no UFC 225, em Chicago, Robert Whittaker lesionou a mão direita ainda no primeiro round e precisou passar por uma cirurgia logo em seguida, em junho. No cage, mesmo com a adversidade, venceu de novo o cubano num duelo intenso. - Acho que o maior ponto forte dele é o psicológico. A performance dele é sempre impressionante, ele se supera no momento da luta, o que é super especial para o atleta. A performance dele é sempre mais alta do que o rendimento dele nos treinos. Ele tem uma performance muito boa sob pressão. Whittaker defende o cinturão dos médios no UFC 234, em Melbourne, no dia 10 de fevereiro do próximo ano. Kevin Gastelum será o responsável por tentar acabar com a hegemonia do australiano. - Minha carreira e minha profissão são o combate. E eu quero aperfeiçoar a minha arte no combate para tentar atingir o maior nível que puder. E o nível máximo que eu vejo para mim é ser lembrado como o melhor de todos os tempos. Para fazer isso, eu só preciso seguir nessa jornada com um passo de cada vez, me cercar de pessoas boas, ir junto com as pessoas que me ajudaram no começo ao longo dessa jornada, e seguir trabalhando. Se não bastasse a dedicação à própria profissão, Robert Whittaker ainda faz parte de um projeto de um centro de educação australiano que ensina educação física a pessoas da comunidade aborígene. Os aborígenes são os primeiros habitantes da Austrália, que estavam no local há 125 mil anos. Eles foram praticamente dizimados quando os ingleses chegaram, e ainda sofrem pra se inserir na sociedade australiana. - Espero que vocês estejam gostando do curso. Artes marciais e jiu-jítsu me ajudaram muito, me fizeram humilde. Tornem-se um pouco humildes também. Você acha que está no topo do mundo, até cair - ensina o lutador ao grupo que treina na academia. Segundo Alex Prates, que trabalha no programa com Whittaker, eles já têm uma parceria com a UFC Gym Sydney - academia que o Ultimate tem em algumas cidades pelo mundo - em que todos os que se formarem no curso têm três meses de estágio. - Eles são os verdadeiros donos dessas terras. E eu acho que nós, australianos, deveríamos abraçar essa cultura e aprender com eles - completou Whittaker.
  7. Acho que o Arona volta antes do maconha.
  8. Mais um pra conta da ETC. A tendência é que se arrombe mesmo. Como diria Didi: Aguarde e confie! Tenho pena, já deve ter ganhado dinheiro o suficiente, não precisava mais se expor assim.
  9. Anderson calado é um poeta. Não sei o que foi maior, a capacidade dele de lutar ou de falar merda. Impressionante!
  10. Sei que o Toquinho fez muita merda, mas sei lá... não consigo ter essa raiva do cara. Sempre admirei demais o Bustamante, acho que o respeito a ele transferiu um pouco pra cria. Acho que o Toco é um cara bruto com visão de túnel, estilo jegue de tapadeira. Não o conheço pessoalmente como alguns aqui que podem falar com mais autoridade, mas a minha impressão sempre foi de um cara grosseirão do interior brabo criado na dureza e que na hora H fica cego. Tipo um retardo, sei lá...
  11. Vou discordar da galera. Um dos maiores nome do jiu-jitsu competitivo de todos os tempos. Além disso, antes da luta com Weidman tavam falando q quem ganhasse a luta disputaria a cinta, pq tavam achando q Chris ganharia. O mesmo Weidman que vinha de 3 derrotas nas últimas 4 lutas. 3 derrotas e por nocaute. Mas se tivesse ganhado de Jaca provavelmente disputaria a cinta. Acredito piamente que Jaca fica sendo passado pra trás pq é brasileiro e n fala inglês, sendo difícil promover um cara com esse perfil pro fãs casuais. O grande lance é o seguinte: o UFC n é um esporte tradicional, é show business. Eles casam lutas que dão dinheiro, estão certos.
  12. JPHD

    Rony Jason que lutar contra Aldo no UFC Fortaleza

    kkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkk esse tópico tá rendendo mais do q eu esperava!!