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  1. Então vc é o Benja? kkkkkk Legal te ver aqui, seja bem vindo.
  2. Sem muita mídia no Brasil, o campeão peso médio do Bellator, Rafael Carvalho, vai para a sua quarta defesa de cinturão na organização. Nesta sexta-feira, o brasileiro enfrenta o veterano Gegard Mousasi na luta principal da edição especial de número 200 do evento, que acontece em Londres. Em entrevista ao PVT, o carioca da equipe Evolução Thai, de Curitiba, disse o que espera do duelo. “Sabendo que ele é um striker perigoso, mas que também gosta da luta agarrada, acredito que ele não vá querer manter essa luta em pé por muito tempo, vá querer praticar o antijogo. Mas meu camp foi todo preparado para isso, para manter esse antijogo dele o mais longe possível”, comentou o campeão. Invicto desde sua estreia no MMA, o lutador de 31 anos vem de uma incrível sequência de 15 vitórias (12 por nocaute), fazendo vítimas como Melvin Manhoef e Alessio Sakara, ambos nocauteados nas últimas lutas, com chute alto e cotovelada, respectivamente. Ao analisar em qual posição ficaria num ranking geral de pesos médios no mundo, ele mostra humildade, mas não deixa de se colocar entre os melhores. “Me vejo ali entre um top 5. Estou procurando sempre melhorar o meu jogo, evoluir, então me considero um top 5, sem desmerecer os outros lutadores”, disse o aluno de André Dida. Bellator 200 Londres, Inglaterra Sexta-feira, 25 de maio CARD PRINCIPAL Rafael Carvalho x Gegard Mousasi Michael Page x David Rickels Phil Davis x Linton Vassell Aaron Chalmers x Ash Griffiths CARD PRELIMINAR Kate Jackson x Anastasia Yankova Vladimir Filipovic x Anatoly Tokov Pedro Carvalho x Daniel Crawford Carl Noon x Mike Shipman Louis King x Charlie Ward Jeremy Petley x Saul Rogers Kevin Fryer x Costello Van Steenis Tom Green x Charlie Leary Walter Gahadza x Kent Kauppinen Jahreau Shepherd x Marcin Zywica Chad Griffiths x Tom Mearns Amir Albazi x Iurie Bejenari http://portaldovaletudo.uol.com.br/rafael-carvalho-esbanja-tranquilidade-para-defesa-de-cinturao-contra-gegard-mousasi-preparado-para-evitar-o-antijogo-dele/
  3. O que eu mais gostei foi o clima de resenha. Aí os convidados devem se soltar mais, que nem o Joinha. É tipo aquele programa da ESPN onde só vai boleiros e os caras ficam soltinhos
  4. Salve galera, tem uma fanpage nova chamada Confraria da Porrada no Facebook. É uma mesa redonda sobre MMA. Eu tinha visto semana passada e hoje peguei pela metade. O convidado foi o Joinha e foi bem maneiro. Pelo que entendi, é toda quarta ao vivo. Se eu lembrar, semana que vem posto o link na hora pra galera participar dos debates Abs!
  5. Ta no site oficial do UFC: http://www.ufc.com/news/Holloway-vs-Nurmagomedov-new-UFC-223-main-event
  6. Uma vitória sobre Tecias Torres neste sábado no UFC Orlando pode render a Jessica Andrade uma nova chance de disputar o cinturão-peso palha da organização. Só que a norte-americana, que perdeu apenas uma das 11 lutas que disputou na carreira e vem embalada por três triunfos em sequência, não deve vender a derrota facilmente, e a brasileira sabe disso. “Luta dura. Conheço o jogo da Tecia, ela é bem dura, bem agressiva, caminha o tempo todo para frente, é da trocação também e aguenta muita pancada. Então é uma luta bem difícil, mas estou indo com todas as armas bem afiadas. Se tivermos que fazer uma trocação franca, vai dar tudo certo”, disse a atleta da PRVT em em bate-papo com o PVT. Vindo de uma vitória contundente em uma apresentação de gala contra a também ex-desafiante Claudia Gadelha, em setembro do ano passado, Jessica Andrade é, como dito acima, em caso de vitória neste sábado, o nome mais cotado para enfrentar a vencedora da revanche entre a campeã, Rose Namajunas, e a ex-campeã Joanna Jedrzejczyk, marcada para o dia 7 de abril. Entretanto, a brasileira demonstra paciência. “Eu acho que, ganhando, provavelmente o UFC vai me dar a oportunidade de lutar pelo cinturão, sim. Vou ficar aguardado, nunca se sabe o que o UFC vai fazer, qual a ideia deles, mas eu estarei aguardando e estarei bem preparada seja a Joanna ou a Namajunas”. UFC Orlando Sábado, 24 de fevereiro de 2018 CARD PRINCIPAL (22h, no horário de Brasília): Peso-pena: Josh Emmett x Jeremy Stephens Peso-palha: Jéssica Bate-Estaca x Tecia Torres Peso-meio-pesado: Ovince St-Preux x Ilir Latifi Peso-meio-médio: Mike Perry x Max Griffin CARD PRELIMINAR (18h, no horário de Brasília): Peso-galo: Renan Barão x Brian Kelleher Peso-galo: Sara McMann x Marion Reneau Peso-palha: Angela Hill x Maryna Moroz Peso-meio-médio: Ben Saunders x Alan Jouban Peso-meio-pesado: Sam Alvey x Marcin Prachnio Peso-galo: Rani Yahya x Russell Doane Peso-mosca: Eric Shelton x Alex Perez Peso-galo: Albert Morales x Manny Bermudez
  7. Salve, salve! É um prazer começar a parceria entre o Oddsshark.com e o Portal do Vale Tudo com um evento tão especial quanto o UFC on Fox 28, que será realizado em Orlando, nos EUA, nesta sábado (24). No card principal, as lutas mais importantes serão entre Josh Emmett e Jeremy Stephens (peso-pena) e da brasileira Jéssica “Bate-Estaca” Andrade contra Tecia Torres, na categoria peso-palha. Você parou pra pensar que já acertou inúmeros palpites, com relação aos vencedores em vários combates, e que poderia ter ganhado dinheiro com isso? É por isso que estamos aqui! A cada semana, traremos os prognósticos sobre os principais eventos do UFC e de eventos de MMA em geral, para que você ainda tenha mais confiança para aplicar nos lutadores que farão o seu dinheiro alcançar um ótimo retorno. Portanto, já fique atento ao nosso “menu especial” para este fim de semana. JOSH EMMETT X JEREMY STEPHENS De cara, falaremos sobre a luta que fecha o card principal do UFC on Fox 28, que será realizado no Amway Center, que reunirá os experientes norte-americanos Josh Emmett e Jeremy Stephens, na categoria peso-pena. Não teremos aqui um aspecto de barbada, já que ambos apresentam técnicas complementares e encontram-se em bom momento em suas respectivas carreiras – eles venceram em seus últimos compromissos. ANÁLISE DE JEREMY STEPHENS Começando por Stephens, de 31 anos, temos um exemplo interessante de um competidor que evolui como um bom vinho. A cada ano que passa, ele apresenta uma melhora progressiva de suas técnicas, desde que passou a treinar na Alliance MMA. Com uma constante melhora no jogo de pés, o lutador de Iowa passou a incorporar mais chutes em seu repertório, muito bem associadas ao wrestling. Em seus dois últimos combates, vimos Stephens atacar as pernas de Gilbert Melendez e Dooho Choi com bastante intensidade. Mais importante: ele conseguiu atingir as extremidades das mesmas, em uma tática que tem crescido em popularidade nesse esporte. Segmentar a região tibial não é apenas um ataque difícil de defender, mas também mais complicado de se esquivar. Stephens busca sua terceira vitória consecutiva, o que não acontece desde o período entre 2013 e 2014. Sua marca principal é a agressividade, quando foi nocauteado apenas uma vez na carreira, apesar de já contar com 14 derrotas em seu cartel – além de 27 triunfos no UFC. Das últimas seis vitórias, três foram por nocaute. ANÁLISE DE JOSH EMMETT Aos 32 anos, Josh Emmett iniciará a luta com um recorde de 13/1 resultados positivos em lutas de MMA, quando ganhou 54% dos duelos por decisão. Emmett venceu cinco de seus últimos seis combates, sendo o mais recente sobre Ricardo Lamas, em dezembro do ano passado – com um nocaute impressionante no primeiro assalto. De estilo mais técnico e nem um pouco chamativo, o lutador de Phoenix é um especialista em wrestling e que conta com grande capacidade para controlar seus oponentes. Emmett defende extremamente bem, sendo que sua única derrota foi uma decisão apertada contra Desmond Green. Resistência é o forte dele. PALPITE ODDSSHARK.COM: VENCE STEPHENS A chave da estratégia de Josh Emmett será levar Jeremy Stephens à exaustão, que por sua vez irá despejar sua artilharia pesada para derrubar o atleta do Arizona. Prepare-se para um verdadeiro jogo de xadrez, que não terminará com um nocaute. Como tomará a iniciativa do combate e dispõe de um repertório mais completo, sugerimos que o seu investimento seja em Stephens, que traz o retorno de 60%. Cotas: (R$ 2,35) Josh Emmett x Jeremy Stephens (R$ 1,60) JÉSSICA “BATE-ESTACA” ANDRADE X TECIA TORRES No evento co-principal, teremos a brasileira Jéssica “Bate-Estaca” Andrade, número 2 do ranking do peso-palha, que irá encarar a quinta colocada na mesma lista, a norte-americana Tecia Torres. Bate-Estaca – que segue em busca de uma revanche contra a polonesa Joanna Jedrzejczyk, atual campeã da divisão – declarou que espera vencer a “Pequeno Tornado”, apelido de Torres, por nocaute no primeiro ou no segundo round. Se a americana resistir, a tática da brasileira será levar o combate para o chão no intuito de “finalizar” a adversária. Cotas: (R$ 1,33) Jéssica “Bate-Estaca” Andrade x Tecia Torres (R$ 3,30) PALPITE Investidor, perceba o comportamento dos odds – cifra que indica as probabilidades de cada competidora para vencer o combate. O triunfo de Bate-Estaca paga quase o triplo em relação a Torres. Além disso, há o aspecto técnico. Com cinco centímetros a mais de envergadura e superioridade no ranking, a escolha da brasileira é um negócio com maiores chances de sucesso. Aliás, este é o nosso palpite. COTAÇÕES DAS LUTAS DO UFC ON FOX 28, DE ACORDO COM O ODDSSHARK.COM CARD PRINCIPAL Peso-pena: (R$ 2,35) Josh Emmett x Jeremy Stephens (R$ 1,60) Peso-palha: (R$ 1,33) Jéssica “Bate-Estaca” Andrade x Tecia Torres (R$ 3,30) Peso-meio-pesado: (R$ 1,74) Ovince St-Preux x Ilir Latifi (R$ 2,05) Peso-meio-médio: (R$ 1,27) Mike Perry x Max Griffin (R$ 3,70) CARD PRELIMINAR Peso-galo: (R$ 1,62) Renan Barão x Brian Kelleher (R$ 2,30) Peso-galo: (R$ 1,42) Sara McMann x Marion Reneau (R$ 2,85) Peso-palha: (R$ 1,62) Angela Hill x Maryna Moroz (R$ 2,30) Peso-meio-médio: (R$ 3,10) Ben Saunders x Alan Jouban (R$ 1,37) Peso-meio-pesado: (R$ 3,00) Sam Alvey x Marcin Prachnio (R$ 1,38) Peso-galo: (R$ 1,37) Rani Yahya x Russell Doane (R$ 3,10) Peso-mosca: (R$ 2,10) Eric Shelton x Alex Perez (R$ 1,74) Peso-galo: (R$ 2,45) Albert Morales x Manny Bermudez (R$ 1,57)
  8. Ressuscitou o topico hein. Eu vi o Borracha num programa do Combate ano passado, não faz muito tempo, e vejo ele nas redes sociais também. Deveria estar na ativa no Combate ou no Esporte Interativo, ele é muito bom. Inesquecivel as perolas que ele soltava com o Joinha
  9. Brasileira faz sua segunda luta no UFC este domingo – Foto: Getty Images Kalindra Faria volta ao octógono neste domingo, em Missouri-EUA, três meses depois de sua estreia no UFC. Tentando a primeira vitória na organização, ela enfrenta Jessica Eye pela categoria dos moscas e espera um combate travado quase todo na luta em pé, embora se garante caso a norte-americana tente levar para o solo. “Vou me movimentar bastante, sei que ela gosta da trocação, tem tudo para ser uma luta bacana para quem gosta de trocação, mas se ela quiser me levar para o chão também, e acredito que ela não esteja preparada para isso, eu tenho chão, tenho wrestling, dá para fazer uma luta bacana. Mas a estratégia é a de sempre: bastante movimentação e lutar em pé, que é o que eu gosto de fazer”, disse a brasileira em bate-papo com fãs. Na luta anterior, em outubro do ano passado, Kalindra foi finalizada por Mara Borello com um mata-leão no primeiro round. Segundo ela, o fator estreia pesou no combate, o que não acontecerá no sábado. “Estou bem treinada, na minha estreia eu não estava, ainda tomei um choque da estreia. A gente conseguiu chegar onde a gente queria depois de tanto tempo de luta, e se Deus quiser a gente vai mostrar aquela Kalinra que se movimenta, que chuta, que finaliza, e se Deus quiser, vai dar tudo certo”, projetou a peso-mosca. Profissional desde 2009, a brasileira, oriunda do Sanda (Boxe Chinês), venceu 18 das 25 lutas que fez (seis derrotas e um empate), e a metade de seus reveses foram no chão. Apesar disso, ela rechaça qualquer despreparo. “Sempre treinei Jiu-Jitsu, desde 2009, mas infelizmente acontecem falhas, erros… Sempre perguntam se eu treinei jiu-jítsu… É MMA, rola de tudo. Sempre treinei, sempre gostei de treinar, e estou preparada para tudo que possa acontecer”. Como a categoria feminina dos moscas é recém-nascida no UFC, Kalindra sabe que, se tudo ocorrer como o planejado, em breve ela poderá ser uma das desafiantes ao cinturão. Em caso de vitória no sábado, ela já tem um próximo alvo em mente. “Primeiramente eu preciso vencer a luta de sábado. Vencendo sábado, eu peço uma top 5 da categoria, que pode ser a Barb Honchak, uma menina que eu já queria enfrentar há um tempo e acho que pode ser uma boa luta para mim. Vencendo ela eu acho que já posso pedir uma chance pelo cinturão”. UFC Fight Night St-Louis, EUA Domingo, 14 de janeiro de 2018 CARD PRINCIPAL (1h, no horário de Brasília): Peso-pena: Jeremy Stephens x Doo Ho Choi Peso-médio: Uriah Hall x Vitor Belfort Peso-mosca: Paige VanZant x Jessica-Rose Clark Peso-meio-médio: Kamaru Usman x Emil Meek CARD PRELIMINAR (21h, no horário de Brasília): Peso-pena: Darren Elkins x Michael Johnson Peso-leve: James Krause x Alex White Peso-leve: Matt Frevola x Marco Polo Reyes Peso-meio-médio: Thiago Alves x Zak Cummings Peso-mosca: Kalindra Faria x Jessica Eye Peso-galo: Talita Bernardo x Irene Aldana Peso-palha: Danielle Taylor x JJ Aldrich Peso-pena: Mads Burnell x Michael Santiago Peso-galo: Kyung Ho Kang x Guido Cannetti
  10. Amanda Ribas só pode voltar a lutar em junho de 2019 – Foto: Leonardo Fabri O ano não começou nada bom para a brasileira Amanda Ribas. Na última quarta-feira a USADA anunciou uma suspensão de dois anos para a peso-palha por conta do uso da substância proibida ostarine, encontrado em sua urina em teste feito em junho de 2017. Com o gancho, a mineira só pode voltar a lutar em junho de 2019. Vale lembrar que Amanda Ribas sequer estreou pelo UFC. Aos 24 anos de idade, a judoca possui um cartel de seis vitórias e apenas um revés. Antes de estrear profissionalmente, ela ainda sagrou-se campeã mundial de MMA amador em competição realizada em Las Vegas-EUA no ano de 2014. Em comunicado oficial enviado à imprensa, Amanda Ribas acatou a decisão da USADA, mas garantiu inocência. “Quem me conhece sabe a minha opinião sobre esse tipo de produto. Fui atleta da seleção brasileira de Judô, sou lutadora profissional de MMA e sempre fui completamente contra esse tipo de coisa (dopagem)”, afirma. “Jamais fiz uso de doping e tampouco sabia o que era essa substância. Me sinto extremamente humilhada e prejudicada por estar pagando por algo que não fiz”. A lutadora também revelou que uma análise feita a partir dos suplementos usados por ela acusou a existência de uma outra substância proibida, que não foi detectada no antidoping. “Depois de gastarmos muito dinheiro com os testes, que são todos pagos pelo atleta, soubemos que ostarine não foi encontrado nos produtos. Porém, em um dos suplementos foi encontrado clenbuterol, substância que, apesar de não ter surgido nos meus exames antidoping, também é classificada como ilegal”. Amanda Ribas agora quer alertar outros atletas para tomarem cuidado na hora de comprar produtos de suplementação. “O aparecimento de clenbuterol em um dos suplementos anteriormente utilizados por mim só mostra a má qualidade e a fiscalização precária de alguns fabricantes desse tipo de produto. Aconteceu comigo e com outros atletas brasileiros. Quero declarar minha inocência e deixar um imenso alerta a todos os outros atletas profissionais do Brasil sobre esse risco que pode prejudicar vidas e carreiras”. Por fim, a lutadora garante que o episódio não a desanimou para seguir em frente na busca do sonho. “Vou continuar treinando forte em busca do meu cinturão do UFC”.
  11. O ano de 2018 mal começou e a peso-palha Mackenzie Dern já riscou um item em sua guia de metas: se tornar atleta da maior organização de MMA do mundo. O anuncio veio no segundo dia do ano, junto com a marcação do primeiro compromisso, que acontece no dia 03 de março em Las Vegas-EUA, onde enfrenta Ashley Yoder pelo UFC 222. Para muitos, desde que a multicampeã de Jiu-Jitsu decidiu migrar para o MMA, sua contratação pelo UFC seria questão de tempo, já que sua carreira no tatame foi bastante consagrada. Em entrevista ao PVT, a faixa-preta e filha do brasileiro Wellington Megaton revelou que não foi pega de surpresa com o convite, mas confessou que a ficha ainda não caiu. “Meus empresários já vinham conversando com o UFC e eu sabia que para entrar eu precisaria bater 52kg de novo. Bati 52kg na minha primeira luta de MMA, mas na segunda e na terceira eu não consegui bater o peso, na quarta eu fui no peso de cima, mas eu sou mesmo da categoria de baixo, e sabia que eu precisava mostrar que eu podia bater esse peso. Não era 100% certeza que eu ia entrar no UFC depois da minha última luta, mas a gente sabia que a chance era muito grande, pois a gente já estava conversando, faltava somente bater o peso e, lógico, ganhar. Enfrentei uma adversária de alto nível e mostrei que estou preparada. Não foi nenhuma surpresa (entrar para o UFC), mas a ficha ainda não caiu, ainda é surreal. Já iniciei o camp para minha luta do dia 03 de março, estou muito ansiosa, creio que será uma ótima luta e tomara que dê tudo certo”, contou a lutadora. Confira abaixo o bate-papo completo: Mackenzie chega ao UFC com um cartel invicto de cinco vitórias em cinco lutas – Foto: Divulgação/Legacy PVT: Sua carreira no MMA já tem mais de 1 ano e meio. Até agora aconteceu tudo como planejado ou superou as expectativas? Mackenzie: Na verdade até o final de 2017 eu já queria estar no UFC. Lógico, eu queria ter batido o peso todas as vezes, isso poderia ter me colocado no UFC antes. Mas acredito que nada acontece por acaso. Eu odiei a sensação de não bater o peso, mas tudo foi um aprendizado, uma experiência e entender qual dieta era melhor para mim, qual o procedimento, quais os melhores treinos. Eu sempre coloco objetivos, uma guia para eu tentar alcançá-los. Tive alguns obstáculos no último ano, como cirurgia, coisas que eu não esperava, mas nada que não faça parte da vida. Estou muito feliz com tudo o que está acontecendo, está tudo muito bem e tomara que continue assim. Talvez nada aconteça rápido, mas se eu continuar evoluindo, batendo o peso nas lutas e me sentindo bem, tudo vai dar certo. PVT: Agora estabelecida como lutadora de MMA e parte do plantel do maior evento do mundo, quais as principais mudanças na rotina? Mackenzie: Com certeza eu sinto que tenho muito mais olhos em mim do que tinha no Jiu-Jítsu. No Jiu-Jitsu eu representava as mulheres. Agora, além das mulheres, eu represento um esporte inteiro, uma comunidade. Eu me identifico como representante do Jiu-Jitsu no MMA. Realmente eu quero ser uma inspiração, uma referência como pessoa dedicada, não só para as meninas, mas mostrar para todos que se você acreditar, tudo pode dar certo. No Jiu-Jitsu eu lutava todo mês, toda hora, no MMA é diferente, a gente luta três ou quatro vezes por ano, e talvez essa seja a maior mudança para mim, de treinar sem motivo às vezes. No Jiu-Jitsu a gente treina todo dia, mas tudo com a motivação de lutar os campeonatos, pois toda hora tinha competição, seja Europeu, Pan-Americano, Mundial, World Pro… todo mês tem alguma coisa, então sempre treinava por algum motivo. No MMA é diferente, porque você tem que continuar treinando e evoluindo mesmo sem ter nada marcado, e é um esporte mais difícil, você toma soco na cara (risos). O desafio é manter a motivação nos treinos para não deixar de evoluir como atleta. Sei que tenho muitas coisas ainda para evoluir, como parte em pé, wrestling, trabalho na grade, meu chão para o MMA… O estilo de vida tem que ser de atleta mesmo. PVT: Na sua opinião, qual a sua principal característica como lutadora, o que você mais gosta em você e que você confia que vá te levar longe nesta jornada? Mackenzie: O que eu mais gosto em mim é que eu não acho que eu sei de tudo, não me acho a melhor em tudo. Às vezes sinto que as pessoas acham que eu sou melhor disso ou daquilo, mas eu mesmo nunca me acho a melhor, que ninguém pode me ensinar mais nada. Pelo contrário, sou muito cabeça aberta. Até mesmo no meu esporte, que eu faço há 21 anos, eu tenho muito para melhorar, para aprender, para evoluir. Isso me faz ser uma atleta sempre preparada para qualquer adversária. Confio em mim, confio no meu trabalho, eu acredito que eu possa ganhar de qualquer uma, mas isso não quer dizer que eu me ache a melhor, que eu sei de tudo. Na luta tem muito aquele negócio de ser o dia… Um dia que eu acerte meu jogo, minha estratégia, tudo, eu posso ganhar. A mesma coisa do outro lado. Se for o dia da minha adversária, se a equipe dela fez o dever de casa direito, ela pode ganhar. Por isso eu procuro estar sempre preparada. A menina pode não saber nada de chão, mas eu não posso dar mole, porque vai que que ela encaixa um armlock em mim… Estar com a cabeça sempre aberta para aprender e evoluir é uma das minhas principais características como lutadora. Não tenho medo de ir para frente, medo das coisas. Gosto de representar meu esporte, mas sempre quando puder eu gosto de mostrar outras coisas. Acredito que isso tudo vá me levar longe nesse esporte, ser uma lutadora completa, porque para ser campeã do UFC não se pode ter só um ponto forte, pois a gente luta contra tanta gente de estilos diferentes, que não adianta você ter só um estilo. PVT: Se você tiver que fazer um ranking das melhores lutadoras da sua categoria, como seria este ranking? Mackenzie: O ranking é do jeito que está mesmo. A Rose é a campeã, ela é sinistra, perigosa em vários aspectos e merece o lugar em que está. A Joanna também é muito sinistra e perigosa, é muito boa em pé e defendeu muitas vezes o cinturão. O terceiro fica entre a Jéssica Bate-Estaca e a Claudia Gadelha. A última luta delas foi muito boa. Conheço a Claudia Gadelha do Jiu-Jitsu, ela fez duas lutas duras contra a Joanna, então ela pode ser a terceira junto com a Bate-Estaca. PVT: O que você já sabe sobre a sua adversária? Mackenzie: Eu sei que ela tem cinco vitórias e duas derrotas, as duas no UFC, e das cinco vitórias dela, quatro são por finalização, então ela é mais grappler do que striker. Mas isso é um trabalho da minha equipe. Eu escuto muito a minha equipe, deixo o estudo para eles e eles me falam o que eu tenho que melhorar, o que eu preciso trabalhar. Vai ser um prazer lutar em Vegas pelo UFC, vai ser irado PVT: Já se imaginou lutando em uma edição do UFC no Brasil Mackenzie: Eu ia adorar, seria uma honra. Mas lógico, contra uma gringa (risos). Gostaria de representar o Brasil com a minha parte brasileira, não lutar contra outra brasileira (risos). Mas seria uma honra poder lutar para a minha família no Brasil, meus amigos, meus fãs… Eu tenho o Brasil no meu coração. Se Deus quiser, vai acontecer.
  12. Vinicio sempre com ótimas colocações.
  13. O último dia do Abu Dhabi Grand Slam de Jiu-Jitsu, realizado no último domingo, dia 12 de novembro, na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro, reservou grandes emoções com as finais da faixa-preta masculino e feminino, além da superluta do Abu Dhabi Legends entre os veteranos Rafael Carino e Carlão Barreto. Antes das finais da faixa-preta, a superluta entre Carino, da Nova União, e Carlão Barreto, aluno de Sergio Bolão, levantou a torcida. O faixa-preta de André Pederneiras conseguiu uma queda logo no início do combate para derrotar Barreto por 2 a 0. No adulto faixa-preta masculino, destaque para as vitórias de Isaque Bahiense, da Alliance, que ficou com o título na categoria até 85kg e para Patrick Gáudio, da GFTeam, ouro na categoria até 94kg. No adulto feminino, quem brilhou mais uma vez foi Bia Mesquita, que ficou com o título na divisão até 62kg. Quem também se destacou foi a irmã de Rodolfo Vieira, que conquistou o título na categoria até 70kg. Confira abaixo como foram os duelos do adulto faixa-preta. MASCULINO: 56kg – José Carlos Lima (GFTeam) assegurou a medalha de ouro com uma performance segura contra o americano David Herrera (Soul Fighters). José Carlos ficou com o ouro ao fazer 2 a 1 nas vantagens. 62kg – João Miyao e Hiago George, parceiros de treino na equipe Cícero Costha, fizeram um duelo interessante com muitas inversões e raspagens. No final, um empate em 6 a 6 nos pontos, mas uma vantagem conseguida logo no início da luta deu o título a Hiago. João Neto finalizou Rafael Mansur com esse triângulo. Ane Nunes/ Gentle Art Media 69kg – João Neto (Alliance) não perdeu tempo. Logo no início da luta ele pegou Rafael Mansur (NS Brotherhood) em um triângulo e não soltou mais. Mansur usou toda a sua técnica e força para resistir por alguns minutos, mas acabou batendo. 77kg – Em um combate bem equilibrado, Hugo Marques (Soul Fighters) aproveitou uma das poucas oportunidades para raspar e fazer 2 a 0 contra Ricardo Pingo (NS Brotherhood), o que lhe garantiu a medalha de ouro. Isaque Bahiense garantiu o bicampeonato ao vencer Braguinha. Ane Nunes/ Gentle Art Media 85kg – A fera da Alliance Isaque Bahiense encarou o casca-grossa Gustavo Braguinha (NS Brotherhood) e saiu com a medalha de ouro após vencer o duelo por 3 a 0 nas vantagens. 94kg – Depois de vencer Xande Ribeiro nas semifinais, Patrick Gaudio (GFTeam) chegou à final com um certo favoritismo contra Guilherme Santos (Alliance). O duelo foi equilibrado e decidido pelos juízes a favor de Gaudio após um empate em 0 a 0 nos pontos. 110kg – Aluno de Leandro Lo, o polonês Gerard Labinski (NS Brotherhood) fez a final contra o experiente Igor Silva (Command Group). Labinski jogou por cima e conquistou uma vantagem para ficar com o ouro na categoria. FEMININO: 55kg – Em duelo entre companheiros de equipe, a faixa-preta da GFTeam Amanda Nogueira fez uma luta dura contra a faixa-marrom Mayara Abraão. Com uma queda, Amanda venceu o duelo por 2 a 0 e ficou com o título. Bia Mesquita venceu Bia Basílio por 6 a 0. Ane Nunes/ Gentle Art Media 62kg – Bia Mesquita (Gracie Humaitá) continua a impressionar com ótimas performances. Na final contra Bianca Basílio, Bia ficou com o ouro ao raspar e montar, anotando 6 a 0 no placar. Ana Carolina Vieira, a Baby, finalizou todas as suas adversárias. Ane Nunes/ Gentle Art Media 70kg – Irmã do pentacampeão mundial Rodolfo Vieira, Ana Carolina Vieira (GFTeam) teve mais uma grande atuação. Depois de finalizar dois oponentes na categoria para chegar a final, ela completou sua atuação de gala ao finalizar Thamara Silva (Cícero Costha) com uma estrangulamento nas costas. 90kg – A faixa-preta Claudia Do Val (de la Riva) levou a melhor sobre a faixa-marrom Heloisa Ferreira (Alliance). Claudia ameaçou Heloisa com triângulos e omoplatas, mas a casca-grossa da Alliance mostrou muita resistência. No final, o título ficou com Claudia Do Val na decisão dos juízes. Clique aqui e confira os resultados completos do torneio, que teve a GFTeam como campeã geral, com a Gracie Barra ficando na segunda colocação e a Nova União em terceiro.
  14. Recentemente, Fabrício Werdum e Tony Ferguson se desentenderam durante um encontro com a imprensa e quase chegaram às vias de fato. Durante a confusão, o brasileiro chamou o norte-americano de “maricón”, o que não soou muito bem entre os defensores do politicamente correto. Apesar do UFC ter emitido um comunicado oficial repudiando o ato do peso pesado, ele garantiu não ter recebido nenhuma punição e revelou ainda ter se entendido com o peso leve. “Falaram que eu fui punido por ter chamado o Ferguson de ‘maricón’, mas não teve nada disso, foram só boatos. Já passou, até o Ferguson veio falar comigo… não pediu desculpas, mas antes da minha última luta ele veio e me estendeu a mão, disse que era meu fã e me desejou sorte na luta, então isso já é passado. Não teve nenhuma punição”, disse ao PVT. O assunto voltou à tona graças às ofensas que Colby Covington desferiu aos brasileiros depois de ter vencido Demian Maia. Muitos que acreditavam que o brasileiro havia sido punido, achavam injusto o norte-americano não sofrer nenhuma punição. Werdum comentou o caso e ainda criticou os lutadores que supostamente estariam imitando o irlandês Conor McGregor. “Esse m***, esse c* de cachorro (Covington) faltou o respeito com os brasileiros e isso não pode ficar barato. Não digo que ele tenha que ser punido disciplinarmente, mas tem que tomar um calor de brasileiro para se ligar… Ele viajou, se emocionou demais. Ganhou a luta bem, mas passou do ponto. É efeito da ‘Era McGregor’, todo mundo querendo imitar o McGregor, alguns lutadores faltando respeito com todo mundo… isso é ridículo de ver. Eu não começo falando nada, mas se o meu oponente falar alguma coisa, eu vou responder com certeza. A Rose (Namajunas), nova campeã, que venceu a Joanna, fez bem quando criticou esses lutadores ‘fakes’ de hoje em dia, que fogem do que prega a Arte Marcial”. Vindo de uma vitória relâmpago sobre Walt Harris no mês passado, Werdum se prepara para enfrentar Marcin Tybura no próximo dia 18, na Austrália. A sede por lutas tem uma razão, a qual ele explica. “Tenho que mostrar serviço, e a melhor forma de mostrar serviço é lutando. Já estou merecendo uma nova disputa faz tempo, então, depois dessa, automaticamente tem que ser eu. Eles querem colocar o Overeem ou o Francis Ngannou, mas estou na ativa para ter a oportunidade de lutar pelo título, e vou conseguir. Como sempre atingi meus objetivos, desta vez não será diferente e eu vou levar o terceiro cinturão do UFC para casa. Já tenho dois, agora estou à busca do terceiro”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/werdum-nega-punicao-por-parte-do-ufc-revela-que-se-entendeu-com-ferguson-e-critica-covington-efeito-da-era-mcgregor/
  15. Até ser derrotado por Kevin Lee em março deste ano, o peso leve Francisco Massaranduba mantinha uma incrível sequência de sete vitórias, isso numa das categorias mais disputadas da organização. De volta ao octógono neste sábado, em São Paulo, ele terá que passar pelo também experiente Jim Miller para dar início à recuperação. “Tenho na minha cabeça que eu tenho que treinar sempre mais que os outros, e desta vez não foi diferente. Perdi uma das últimas oito lutas e quero voltar a vencer, não importa quem esteja na minha frente”. Assim como o adversário, o brasileiro também é faixa preta de Jiu-Jítsu, mas é em pé que ele pretende liquidar a fatura. “Vou fazer o meu jogo, fazer o que fiz de melhor com meus parceiros de treino. Treinei em pé e chão, mas tenho certeza que ele vai querer me derrubar porque em cima ele não vai aguentar a pressão. Estou indo para buscar o nocaute”. UFC SP Ginásio do Ibirapuera Sábado, 28 de outubro de 2017 CARD PRINCIPAL (a partir de 0h, horário de Brasília): Peso médio: Derek Brunson x Lyoto Machida Peso-meio-médio: Demian Maia x Colby Covington Peso-galo: Pedro Munhoz x Rob Font Peso-leve: Francisco Massaranduba x Jim Miller Peso-médio: Thiago Marreta x Jack Hermansson Peso-galo: John Lineker x Marlon Vera CARD PRELIMINAR (a partir de 21h, horário de Brasília): Peso-meio-médio: Vicente Luque x Niko Price Peso-médio: Antônio Cara de Sapato x Jack Marshman Peso-meio-médio: Elizeu Capoeira x Max Griffin Peso-leve: Hacran Dias x Jared Gordon Peso-mosca: Deiveson Alcântara x Jarred Brooks Peso-pesado: Marcelo Golm x Christian Colombo http://portaldovaletudo.uol.com.br/em-busca-da-recuperacao-massaranduba-quer-o-nocaute-contra-jim-miller-ele-nao-vai-aguentar-pressao/