Amazinggoldenboy

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  1. Quem não tem punch, e quer acabar com a luta, investe no volume dos golpes. Mas pra fazer isso é preciso se arriscar. E a Valentina não se mostra muito disposta a correr riscos. Então ela dá aula de striking sim, mas um striking voltado para pontuar. Há quem considere isso burocrático, há quem não considere. De qualquer modo, para vencer uma lutadora dessas, especialmente numa luta de 5 rounds, o adversário se vê obrigado a fazer um jogo de pontuação também.
  2. A Valentina experimentou do próprio veneno. Ela sempre fez esse jogo de ganhar só pontuando. Vide luta contra a Holm. Já a Amanda sempre entra pra definir as coisas. Agora, contra uma lutadora que luta com as regras debaixo do braço, só mesmo lutando com as regras debaixo do braço. Foi isso que aconteceu.
  3. Conor McGregor não é o único lutador de alto calibre do MMA experimentando o boxe. Cris Cyborg recentemente se inscreveu e obteve quarta-feira uma licença pela Comissão Atlética do Estado da Califórnia, como confirmado por Ariel Helwani da MMA Fighting. Cyborg, a campeã peso pena do UFC, realmente tem a intenção de boxear nas 154 libras, a divisão peso médio júnior do boxe feminino. Também foi concedida a ela uma identificação federal de boxe pela comissão. Recentemente, Cyborg disse que seu contrato com o UFC expira em outubro. Ela, no momento, não tem nenhum contrato além disso, mas o UFC tem uma janela exclusiva de um ano para realizar negociações, porque ela é uma campeã, relatou Helwani. Cyborg, 32 anos, ganhou o título do UFC derrotando Tonya Evinger por nocaute técnico no terceiro round no UFC 214 em julho. A pegadora brasileira não perde no MMA desde 2005, sua estreia. Cyborg (18-1, 1NC) finalizou todas as suas oponentes por nocaute ou nocaute técnico desde 2008. Ela é a lutadora feminina mais dominante na história das artes marcais mistas. E agora parece que ela planeja fazer o seu ofício no boxe também. Cyborg tem treinado com a duas vezes campeã olímpica de boxe Claressa Shields, e acompanhou Shields no último mês pela luta de Shields com Nikki Adler em Michigan. (Fonte: https://www.mmafighting.com/2017/9/6/16265342/cris-cyborg-granted-boxing-license-in-california-intends-to-pursue-career-in-ring)
  4. A Jéssica não tem altura nem reach. Se passar a dar prioridade aos golpes na linha de cintura, um dia vai ser campeã.
  5. A meu ver, o Toquinho soltou no momento certo. Espero que ele realmente esteja mais atento às intervenções dos árbitros, e que continue assim.
  6. Mesma coisa aqui. Pra carregar tem de atualizar a página, tanto no PC quanto no celular.
  7. Quem acompanha o Invicta sabe que a Tonya Evinger é a melhor lutadora que há por lá. Sem dúvida é mais lutadora que a Megan. Mas pegar a Cyba, na categoria de cima, é ruim, hein...
  8. Estão com medo. Inclusive a campeã.
  9. Eu iria na Ronda... Mas que tem esse perigo tem...
  10. Creio que o Edgar é mais perigoso que o Holloway, pois o Edgar não deixava o Aldo fazer o jogo dele. O Aldo mesmo disse que economizou nos low-kicks devido ao fato do Edgar ser muito bom em quedas. Já o Holloway não apresenta o mesmo perigo. Com o Aldo solto na luta, troncando sem medo de ser derrubado, acho que o negócio vai ficar ruim pro Holloway.
  11. "Prometi uma viagem à Disney ao meu filho e isso certamente vai interferir." :lol: :lol: :lol:
  12. O Henderson não sabe nada de chão. Revejam a luta dele com o Jake Shields, por favor. Ele parecia uma tartaruga bêbada de costas. Tenho certeza que ele não treinava muito ficar por baixo. Provavelmente confiava muito em sua defesa de quedas. E, aliás, tinha bons motivos para confiar.
  13. Não me parece haver uma relação de emprego entre os lutadores do UFC e o UFC. Mesmo que o contrato seja chamado de contrato de trabalho, isso não o torna um contrato de trabalho. Um verdadeiro contrato de trabalho deve regular uma relação de emprego, que deve conter, entre outros pré-requisitos, o pagamento de salário e a regularidade da realização da atividade, coisas que não estão presentes no trabalho prestado ao UFC. Agora, independente de ser um contrato de trabalho ou um contrato puramente civil, o contrato de obrigação de fazer personalíssima sempre pode ser descumprido, mesmo na ausência de cláusula de descumprimento, e até mesmo na presença de cláusula que proiba o descumprimento. Na existência de cláusula que proíba o descumprimento, tal cláusula é nula, por ser obviamente ilegal. Enfim, ninguém pode forçar ninguém a fazer algo, a qualquer custo, por meio de um contrato. Sempre há a possibilidade de quebra contratual, quando o contrato estabelece uma obrigação de fazer personalíssima, logicamente sendo tal quebra acompanhada de perdas, danos e multas cabíveis. De acordo com as palavras do jurista Fábio Ulhoa Coelho: "O descumprimento das obrigações de fazer em que o sujeito ativo é insubstituível implica unicamente o dever de indenizar as perdas e danos. Não há, no atual estágio de evolução do Direito, meios para forçar o sujeito passivo a fazer o que ele não quer mais."
  14. Só pra deixar claro: Não gostei muito do que já ouvi falar sobre o Kron como pessoa, parece ser muito marrento. Mas sou fã do jiu-jitsu dele e, portanto, gosto de vê-lo lugar e, portanto, torço por ele! Só acho que o Kawajiri é experiente demais, tem wrestling demais, tem mãos duras demais, e está numa ótima fase. Enfim, ficarei surpreso se o Kron arrumar alguma coisa nessa luta.
  15. Veja no nosso Código Civil: "TÍTULO IV Do Inadimplemento das Obrigações CAPÍTULO I Disposições Gerais" Que fala das regras gerais sobre descumprimento de obrigações, sendo o contrato uma das causas de obrigações, no direito brasileiro. Veja também: "CAPÍTULO V Da Cláusula Penal" Que fala especificamente da multa por descumprimento do contrato.