Gurkha

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  1. Gurkha

    Pelé Landi desafia e responde Wallid Ismail

    @NEGO DÁGUA, aqui uma segunda reportagem , acho que ja leu, mas em todo o caso: https://www.gazetadopovo.com.br/esportes/primeiro-mestre-relembra-o-tempo-em-que-spider-era-do-ejbjd2jgcz64j08u7it8v71ou/ "Primeiro mestre relembra o tempo em que Spider era “Dô” Sob esse apelido que Anderson Silva foi forjado no muay thai por Fabio Noguchi. Professor e aluno voltaram a se falar após polêmica em biografia Fabio Noguchi em ação na sua academia, onde não há lembranças visíveis da passagem de Anderson Silva: "nosso marketing vem de mais de 30 anos de trabalho". No início da década de 1990, na academia onde recebeu a faixa-preta de muay thai, Anderson Silva não era Anderson Silva. O maior campeão da história do UFC, que neste sábado volta ao octógono após 13 meses, era simplesmente 'Dô'. "Chamávamos ele assim. É até estranho pra gente falar Anderson", admite, repetindo várias vezes o apelido do pupilo, o mestre Fábio Noguchi, de 48 anos. Foi só a partir do momento em que ganhou fama mundial, bem longe da academia localizada na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Curitiba, que o nome completo do atleta que mais vezes defendeu o cinturão do evento (dez) passou a soar menos artificial para o professor. Isso porque o discípulo foi totalmente dissociado do campeão. "Você chama o cara de um nome a vida inteira e depois muda, acha meio diferente, acha que é outra pessoa. E na verdade é", filosofa Noguchi. Ao contrário de Anderson, Dô não sabia mais do que o básico da luta quando iniciou nos treinos da arte marcial tailandesa, em meados de 1992, aos 17 anos. Como praticava tae kwon do desde os 13 anos, carregava uma noção de socos e chutes. Mas o nível era somente iniciante. O que as duas facetas do Spider já tinham em comum era o esforço e a vontade de evoluir como atleta. Além do talento nato. "Ele não treinava por treinar, treinava até o limite", lembra Noguchi. "E corria atrás da informação. Se via algo que não conhecia, uma chave de pé ou uma esquiva diferente, procurava aprender", emenda. Assim, misturando dedicação e qualidade fora do comum, Dô chegou à faixa preta mais rápido do que o normal, em apenas cinco anos — normalmente são dez. Sempre mantendo uma característica que carrega até hoje: o bom humor. "Apesar de passar por situações ruins, como todo mundo, sempre foi brincalhão, meio palhaço", conta o professor. Uma das passagens marcantes está na biografia Anderson Spider Silva – O relato de um campeão nos ringues da vida, lançada em 2012. No livro, o lutador relata que Noguchi o acusou de um roubo, fato que mudou para sempre a relação entre os dois. Depois de uma longa conversa terminada em lágrimas na mesa de uma churrascaria, o assunto está superado para o mestre. Ele voltou a ter contato — mesmo que restrito — com Dô. A última vez que conversaram por telefone foi semanas antes da fatídica revanche contra Chris Weidman, quando o brasileiro quebraria a perna esquerda de maneira chocante. O papo começou no básico 'tudo bem, como está a família', e evoluiu até um convite para ir ao Rio de Janeiro ajudar em alguns treinamentos. O reencontro, porém, não aconteceu. "E acabei não conseguindo falar com ele depois da luta, em um momento frágil da vida dele. Eu teria dito que ele iria passar facilmente por aquilo. Seria mais uma de suas vitórias", diz o mestre de muay thai, ciente de sua participação na carreira do Spider, mas sem pretensão alguma de colocar um quadro do aluno mais ilustre na parede da academia. "Ele treinou aqui um tempo, pegou a faixa preta… Não coloco [referências] para no dia em que nos visitar não pensar que estou usando a imagem dele para conseguir mídia. Nosso marketing vem de mais de 30 anos de trabalho. Não sou milionário, mas sobrevivo", afirma. Apesar do orgulho por participar da trajetória uma lenda do MMA, Noguchi garante que o crédito não é dele. Ele compara seu trabalho a uma universidade. É importante ter diploma, mas a faixa preta, sua graduação, só ganhou importância com o que veio depois. "Preparamos ele para a luta. O mérito é o que ele fez dali para frente", crava." Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/esportes/primeiro-mestre-relembra-o-tempo-em-que-spider-era-do-ejbjd2jgcz64j08u7it8v71ou/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.
  2. Gurkha

    Pelé Landi desafia e responde Wallid Ismail

    Fala amigo! Vou evitar falar muito senão me descobrem (he he ) Se tem uma coisa que define o Fabio e' dedicação, trabalho e cérebro: Uma maneira de lutar no contra ataque (marca registrada) que alguns do brigões da CB sentiram na pele e todos aqueles que disputaram campeonato com ele. Pergunte pro China e pro Rudimar e eles te confirmam. Mas acima de tudo: muito silencio e discrição. ( como os japoneses fazem as coisas). De tao discreto que mesmo alguns dos os tarimbados da mídia não o conheciam/conhecem e mesmo alguns dos veteranos daqui. Lembro de vê-lo treinando com o Rubens moleque como eu (um tanto mais velho). Mas nunca tive um contato continuo com ele, pois treinei com o Naja em 1981-82. Uma observação: ele sempre procurou o conhecimento fazendo contatos la fora e treinou também o Pele e o Wanderley Silva. Mas foi o Spider que ele lapidou no que todos conhecem, aquele incrível striker, mas ele nunca se gabou disso, como uma reportagem mostrou e e'verdade. Ele e' assim: brilhante lutador e treinador, um mestre que age no silencio.. Um aluno me falou de quando treinava sem pagar com o Fabio, porque o cara acreditava que dinheiro não e' tudo, e isso diz muito sobre ele,. Achei isto num forum ( Uma observação: ele treinou com o Naja antes do falecido Rubens isso ja em fins de 1981 se não me engano e depois no Rio antes do Naja sair de cena): Marcas da História: A trajetória de Noguchi Escrito por: Victor Hugo - Webmaster, em: 08-Mai-2009 Acessos: 128 Em novembro de 1982, Fábio Noguchi iniciava sua vida no muay thai, graças a seu irmão que o levou conhecer a academia Muay Thai, de Nélio Naja, o introdutor do muay thai no Brasil. Noguchi, que nasceu em Tupaciguara - MG, e desde pequeno acordava às 4h da manhã para ir ao CEASA e ajudar seus pais na feira, teve Rubens Melantônio como seu primeiro professor da arte tailandesa. Na época em que entrou na academia, Nélio Naja tinha acabado de sair, passando a responsabilidade para Rubens e Reginaldo China. Fiquei uns 3 anos com Rubens, aí a academia mudou de sócio e o China saiu e me chamou para treinar com ele. Então ficamos um ano e meio juntos, migrando por várias academias na cidade. Em 1986, Reginaldo China teria que ir ao Rio de Janeiro fazer seu exame para 2° Dan de faixa preta com Nélio Naja, então chamou Noguchi para ir junto e já fazer o exame de preta. Fizemos uma apresentação de facão e bastão e o Nélio gostou. Depois fiz uma luta de boxe e quando era a vez de lutarmos muay thai eles não quiseram”, conta Noguchi, que ao voltar do exame, recebeu a faixa preta de Reginaldo e abriu sua primeira academia, Força Livre. Noguchi e a Chute BoxeNeste mesmo ano aconteceu na academia Chute Boxe a entrega da graduação de faixa preta pelo Mestre Naja. Na ocasião, o mestre Rudimar Fedrigo recebeu o 3° Dan na faixa preta, Reginaldo China o 2° Dan, e Noguchi ganhou a faixa preta, desta vez pelo mestre Nélio Naja. Noguchi fechou sua academia e ficou com o Rudimar, na Chute Boxe. Em 1987, recebeu mais uma faixa preta, agora dada pelo mestre Rudimar Fedrigo, tornando-se assim o único atleta com 3 diplomas da graduação preta, um dado por Nélio Naja, outro por Reginaldo China e outro por Rudimar Fedrigo. Os campeonatos aconteciam uma vez por ano, Noguchi lutou muitas vezes dentro da própria academia. Deu aulas na Chute Boxe até 1990 e depois, mais uma vez, abriu sua própria academia. Faixas pretas do Mestre NoguchiO primeiro faixa preta formado por Noguchi foi Osmar Dias(Falecido). Depois foram formados Katel Kubis, Anderson Silva, Julinho Borges, Fabiano Paiva e Vagner Tiburcio. Somente em 2007 vieram novos faixas pretas: Wágner Gáveas, Liliane Balles Loli, Wágner Nega e Ivo. Com tantas conquistas, diplomas e reconhecimento, qual a maior alegria de Noguchi no mundo das lutas? A minha vida de lutador e de faixa preta não foi algo que eu quis ser. Foi tudo uma conseqüência. Mas a maior alegria é conhecer todos os dias pessoas diferentes, de áreas diferentes e de um mundo diferente do meu. Palavra de um dos mestres mais respeitados e reconhecidos no país e que tem sua própria história confundida com a história do Muay Thai no Brasil e em Curitiba.
  3. Legal e'este mestre aqui. Parece meu vizinho.
  4. Da uma olhada la no link dos "Clones do Bruce Lee" se quiser rir um pouco. Ainda prefiro aqueles lutando he he .
  5. Este aqui e' o segundo mais bizarro ( com o Bruce Li e Bruce Leung), e a traducao e' comedia ( vejam a cena com a garota ), meio esquisito no geral, mas bom para rir.
  6. Fala Master, esta luta me cheira a encrenca (para quem usa algumas das suas técnicas). Mas, vou dar uma olhada com mais atenção.
  7. Gurkha

    Pelé Landi desafia e responde Wallid Ismail

    Como teria sido diferente se o Rubens tivesse tido os meios para se expandir e o Naja ficado em Curitiba. Voce tem razao sim ,Master a CB e' isso tudo que voce falou, algo bem aprimorado. Mas infelizmente tenho que dizer que um tanto do que conseguiram foi porque que nao deram espaco (estou sendo polido) para os outros como o Spider contou. Porem grande parte do que realizaram obviamente foi trabalho e visão do Rudimar e do Cordeiro. Mas, ainda bem que a coisa esta um pouco mais igualada agora em Ctba. Mas as dividas do passado ainda voltam para assombrar os que foram injustos e continuarão voltando (quem me conhece sabe muito bem do que estou falando). No mais, Curitiba continua sendo um celeiro de bons lutadores, como tem mostrado o Rafael Naja e o Noguchi (mestre do Spider e aluno direto do Naja).
  8. Nao e'boa ideia se for para defesa, perder sua arma. NO entanto, no Katori voce arremessa shuriken (nao os do ninja (rs), mas umas pecas de metal como uns cravos grandes).
  9. Gurkha

    Treinos a porta fechada

    Fala amigo. Nao tenho video, mas vou procurar. E'uma variação do single leg, mas entrando de uma maneira diferente.
  10. Gurkha

    Treinos a porta fechada

    Sim este mesmo. Eu treinei uns seis meses com ele na Marinha. Me lembro do treino de um tenente (um faixa-preta muito metido por sinal) com o Sensei na EN. (kumite) . Ele tentou um soco no Sensei o qual nao percebi direito a tecnica, de tao rapidai, agarrou a parte da frente da faixa do tenente posicionado pelas costas e fez ele cair com a cara no chao (sorte que era gramado). Me lembro da rapaziada (graduacao inferior) do alto do predio rindo e vaiando o dito cujo. O tenente puto e com o olho roxo subiu para os alojamentos, mas não achou ninguém ( nem eu, he he ). So fui aprender esta malandragem anos depois. Interessante que o Nelio Naja sabia esta tecnica tambem.
  11. Gostaria de mudar o titulo desta discussao um pouco porque o assunto e' bem amplo (talvez para lutador testa tecnicas de defesa pessoal). Por exemplo, neste video um praticante comenta porque certas tecnicas de artes marciais nao funcionam na rua (sinto mas so esta em Ingles) . @masterblaster, @Valderazzi, @rivvithead, e outros: Comentarios sao bem vindos se quiserem.
  12. Gurkha

    Treinos a porta fechada

    Tudo bem e vocês? ando bem ocupado Master. O tempo de sobra e a vontade são escassos por diversas razoes. Mas sempre que puder dou um up aqui. Ainda não falei sobre meu conhecido Terry da Yawara Ju-Jutsu (parece o Lacerda). Gostei de pelo menos de ter trazido o Lawyer de volta (rs).
  13. Gurkha

    Treinos a porta fechada

    Falando sobre os treinos do Shotokan: Voce por acaso treinou com o Naiuki @LAWYER?
  14. Gurkha

    Treinos a porta fechada

    Nao e'para interromper a conversa que esta boa nao. Apenas para dar uma resposta a um quote. Sim , tem gente que tenta isso. Ate parece que nao sabem o quão e'perigosa a faca (experiencia pessoal). Talvez a "sugestao"que alguns mestres fazem neles. Coisa muito comum ainda, trazendo consequências trágicas.
  15. E finalmente a arte de espada mais antiga do Japão, transmitida de geração a geração desde o seculo 15.