Vitor Azevêdo

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  1. Vitor Azevêdo

    Dez anos depois, José Aldo encara Cub Swanson no UFC 233

    Após conseguir uma vitória consagradora por nocaute sobre Jeremy Stephens em julho deste ano, José Aldo já tem seu próximo adversário: o brasileiro enfrentará Cub Swanson no UFC 233, que acontece dia 26 de janeiro na cidade de Anaheim, nos EUA. Na primeira vez em que se enfrentaram, em 2009, Aldo nocauteou Swanson em apenas 8s - a vitória mais rápida de sua carreira Aos 32 anos, ocupando a segunda posição no ranking do UFC e com um cartel de 27 vitórias e apenas quatro derrotas em 14 anos de carreira como profissional no MMA, José Aldo é o maior nome do peso-pena na história. Após engrenar uma sequência de 18 vitórias consecutivas, e ver essa invencibilidade cair em apenas 13s diante de Conor McGregor, Aldo passou por um período irregular na carreira, vencendo Frankie Edgar no UFC 200 e, depois, sofrendo duas derrotas por nocaute para Max Holloway antes da luta contra Stephens. Como campeão da categoria, Aldo defendeu o cinturão, somando as lutas no WEC e no UFC, nada menos que nove vezes. Três anos mais velho que o brasileiro, Cub Swanson tem 25 vitórias e dez derrotas na carreira e é o sétimo colocado no ranking da divisão. Na primeira vez em que enfrentou José Aldo, no WEC 41, em 2009, o americano foi nocauteado em apenas oito segundo de luta, com uma joelhada voadora dupla - sua única derrota por nocaute na carreira. Desde então, Swanson vem buscando uma revanche contra o brasileiro. Atualmente em má-fase, Cub Swanson vem de três derrotas seguidas, para Brian Ortega, Frankie Edgar e Renato Moicano. UFC 233 26 de janeiro de 2019, em Anaheim (EUA) CARD DO EVENTO (até o momento): Peso-mosca: TJ Dillashaw x Henry Cejudo Peso-meio-médio: Tyron Woodley x Colby Covington * Peso-pena: José Aldo x Cub Swanson Peso-meio-médio: Ben Askren x Robbie Lawler Peso-galo: Dominick Cruz x John Lineker * Peso-leve: Alexander Hernandez x Francisco Massaranduba Peso-leve: James Vick x Paul Felder Peso-mosca: Joanne Calderwood x Ariane Lipski Peso-galo: Marion Reneau x Yana Kunitskaya * Peso-médio: Anthony Hernandez x Markus Maluko Peso-palha: Alexandra Albu x Emily Whitmire Peso-palha: Cortney Casey x Cynthia Calvillo Peso-pena: Kron Gracie x Alex Caceres https://sportv.globo.com/site/combate/noticia/dez-anos-depois-jose-aldo-encara-cub-swanson-no-ufc-233-dia-26-de-janeiro-em-anaheim.ghtml
  2. A confiança de Junior Cigano está alta. A explicação é simples: após um contratempo no primeiro round contra Tai Tuivasa, quando sentiu um chute forte na perna esquerda, o ex-campeão peso-pesado nocauteou o australiano no UFC Adelaide neste último sábado, e engrenou a segunda vitória consecutiva. O sentimento depois do confronto era de alívio, e uma crença maior ainda de que voltará a ser campeão no Ultimate. - A sensação é maravilhosa, nosso objetivo é vencer, e quando tudo dá certo é uma sensação inexplicável. É um trem que sai de cima da gente. Não existe esporte tão duro como esse. Fiquei três meses treinando arduamente na ATT, o professor (Luiz Dórea) veio e a gente fez um treino muito pesado. Não é só a luta, a luta é o momento bom da coisa, o treinamento em si é muito duro, e as pessoas não têm noção do que realmente é. Então, chegar aqui e conseguir uma vitória é incrível, uma vitória gigantesca na nossa vida. Ter conseguido completar o trabalho de uma forma positiva é muito gratificante - disse o lutador em entrevista do UFC. Depois de se tornar campeão em 2011 vencendo Cain Velasquez, Cigano defendeu o cinturão contra Frank Mir no ano seguinte e, no final do mesmo ano, teve o cinturão retomado por Velasquez. Em 2013, perdeu nova chance de ser campeão contra o americano de origem mexicana, e em 2017 perdeu para o então campeão Stipe Miocic. - Sou um cara muito positivo, tenho muita fé, e acredito que, independente de quando, vou voltar a ser campeão. Não tenho dúvida. Isso é automático, isso vai acontecer, nada e nem ninguém pode fazer nada para me parar e parar esse processo O lutador catarinense de 34 anos sabe que o próximo compromisso não será numa nova oportunidade de título, mas após a vitória já pediu por um rival específico. Após perder para Overeem em 2015, Cigano quer a revanche com o holandês. - Pedi o Overeem, ele lutou bem na última luta, acho que seria uma revanche interessante para nós - disse o brasileiro, citando a vitória do holandês contra Sergey Pavlovich na semana passada. Junior Cigano ainda analisou a luta com o jovem australiano de 25 anos, que conheceu a primeira derrota na carreira depois de vencer suas dez primeiras lutas. - Ele foi muito bem, na verdade. Eu estava movimentando, tentando achar o meu tempo, o tempo do jab, dos golpes retos que o professor estava pedindo do córner. Mas lógico, a gente tem que encontrar esse tempo dentro durante a luta. Ele estava movimentando bem até, botando uma pressão, e começou a dar uns chutes fortes no final do primeiro round, quando pegou um chute mais forte que deu uma abalada. Mas voltei... Acho que quando se tem fé, se tem tudo. Voltei no segundo round confiante, o professor deu umas palavras ali no córner, você dá aquela respirada profunda e vamos para a guerra novamente. “É agora ou nunca”. E foi por isso que até parei um pouco de movimentar no segundo round, para não exigir muito da perna. E aí é pau trocado (risos). Ele veio jogando os golpes, conectei um jab direto, acho que o direto pegou melhor, vi que ele sentiu um pouco e já joguei um swing, um overhand, na cabeça dele, ele continuou sentindo, e eu continuei batendo, batendo, ele caiu, eu batendo, batendo, sabia que ali era um momento de não parar de bater, e foi o que eu fiz até o juiz parar a luta. No chão, Tai Tuivasa, mesmo atordoado, tentava travar os braços do brasileiro, mas Cigano livrou-se da posição e montou para iniciar uma sequência de golpes que, aos poucos, foram atordoando o australiano até que o árbitro Herb Dean interrompeu a luta. - (Naquele momento), na verdade, não passa muita coisa não (na cabeça). O negócio é meio que estabilizar a posição, você não perder a posição primeiramente, por isso que a gente vai movimentando e não só batendo. Ali ele me deu espaço para montar e fui montando, e continuando a bater. Ali não adiantar parar de bater para sair para uma finalização ou algo assim, o negócio é continuar batendo para o juiz parar e ainda bem que a gente teve sucesso nessa estratégia. Sobre o golpe que o fez mancar no primeiro round e voltar para o segundo longe dos 100% de condição para lutar, Junior Cigano destacou que o contratempo é normal na luta. O normal é não sair como se imagina antes. - O que eu queria era o nocaute. E no segundo round, como falei. Acho que correu tudo muito bem. Luta é imprevisível, às vezes a gente tem que saber lidar. Dificilmente vai ser como a gente planeja, então a gente tem que estar pronto para as eventualidades que podem acontecer na luta. Foi uma eventualidade bem dura que aconteceu comigo hoje, mas a gente foi feliz e conseguiu continuar seguindo a estratégia e fazendo ela funcionar - concluiu. https://sportv.globo.com/site/combate/noticia/confiante-de-que-voltara-a-ser-campeao-cigano-diz-ter-tirado-um-trem-das-costas-com-vitoria.ghtml
  3. Vitor Azevêdo

    UFC 215 PBP

    Amanda só faz gritar kkkkk,leoa tá parecendo cachorro que só faz latir e não faz nada até no corner ela grita kkk
  4. Vitor Azevêdo

    Jon Jones cai no doping novamente.

    Caramba janjão não toma jeito mesmo,vai embolar a categoria e deve ficar um bom tempo afastado. Tanto futuro,Tanto talento,Quanta burrice.
  5. Vitor Azevêdo

    PBP - UFC 214: Cormier vs. Jones ll

    Demian muito unidimensional,não dá mais pra ser um Royce versão 2000,tem que tentar mais,ser mais atlético ter mais armas em mão
  6. Os problemas fora do octógono que fizeram Jon Jones perder o cinturão linear do peso-meio-pesado (até 93kg) do Ultimate não o fizeram perder a confiança. Menos de uma semana antes de enfrentar Daniel Cormier pelo título, na luta principal do UFC 214, que será realizado no próximo sábado, em Anaheim (EUA), o americano disse que não vê nenhum outro atleta acima dele na história do MMA. - Acho que já sou o maior lutador de todos os tempos. Meu cartel fala por si só, já derrotei seis lutadores do Hall da Fama, meu currículo é incomparável. Essa luta é enorme para o meu legado, toda luta é grande para o legado. Ele é o acúmulo do que eu faço. Então, toda luta é muito importante. Tento não olhar para uma luta como mais importante que outra, é só mais um confronto. Foco no que posso fazer no octógono, em treinar, me preparar para a luta - afirmou, em entrevista para a "Fox Sports". Jon Jones está de volta após cumprir suspensão por doping que o deixou um ano longe do octógono (Foto: Jason Silva) Contra o arquirrival Cormier, Jones tem trocado diversas provocações com o detentor do título linear da divisão até 93kg, mas não acha que isso vá influenciar em sua performance contra um oponente que já foi batido por ele em janeiro de 2015. - Acho que isso não influencia no modo como vou lutar. Luto há dez anos, são dez anos sem ser superado, já lutei com todos os tipos de atleta. Pessoas que desprezo, pessoas que tenho muito respeito, e sempre foi a mesma coisa para mim. Acho que vai ser a mesma coisa dessa vez. Fiz um esforço consciente para não entrar na dele, porque Daniel é um cara que envolve coisas que não têm nada a ver com a luta. Ele fala do meu passado, de coisas controversas que fiz parte. São coisas que não afetam o que vai acontecer na luta, e sei disso. Então, não vou sentar aqui e ficar batendo boca. Tenho 30 anos, sou um homem crescido. Lutar é o que realmente importa. Não tenho muito o que dizer para ele a essa altura, vou fazer meu "discurso" dentro do octógono. Jones ainda rebateu as declarações de DC, que afirmou por diversas vezes que sairá vitorioso no próximo sábado. - Fico feliz por ele estar tão confiante. Minha última luta, contra Ovince St-Preux, muitas pessoas disseram que não foi muito impressionante. Mas eu fiz o suficiente para vencer a luta. O motivo pelo qual eu sei que vou vencer essa luta é porque essa é a minha área. Fui colocado na Terra para fazer isso. Tenho um dom, sou talentoso e trabalho muito duro. Isso é um sentimento muito profundo de autoconfiança - concluiu. O Combate transmite o UFC 214 ao vivo no sábado a partir de 19h15 (horário de Brasília). O Combate.com acompanha em Tempo Real, com vídeo ao vivo das duas primeiras lutas do card preliminar. Nesta sexta-feira, site e canal exibem a pesagem cerimonial ao vivo a partir de 20h50. Confira a programação completa: UFC 214 29 de julho, em Anaheim (EUA) CARD PRINCIPAL (a partir de 23h, horário de Brasília): Peso-meio-pesado: Daniel Cormier x Jon Jones Peso-meio-médio: Tyron Woodley x Demian Maia Peso-pena: Cris Cyborg x Tonya Evinger Peso-meio-médio: Robbie Lawler x Donald Cerrone Peso-meio-pesado: Jimi Manuwa x Volkan Oezdemir CARD PRELIMINAR (a partir de 19h30, horário de Brasília): Peso-pena: Ricardo Lamas x Jason Knight Peso-casado (63,5kg): Aljamain Sterling x Renan Barão Peso-pena: Renato Moicano x Brian Ortega Peso-pena: Andre Fili x Calvin Kattar peso-palha: Kailin Curran x Alexandra Albu Peso-mosca: Eric Shelton x Jarred Brooks Peso-leve: Josh Burkman x Drew Dober http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/acho-que-ja-sou-o-maior-lutador-de-todos-os-tempos-afirma-jon-jones.html#esporte-mma
  7. A família de Matt Hughes, lenda do UFC que ficou em estado grave após seu carro ser atingido por um trem em meados de junho, não dá atualizações sobre o estado do ex-campeão peso-meio-médio desde o início de julho. Contudo, seu ex-treinador e companheiro de equipe Pat Miletich deu boas notícias aos fãs nesta segunda-feira, durante entrevista ao podcast "The MMA Hour". Miletich, que também foi campeão meio-médio do UFC, revelou que o amigo saiu do coma, e demonstrou total confiança na sua recuperação. - Ele está surpreendendo os médicos. Ele está dando grandes saltos, ele não está mais em coma, e está melhorando. Vai ser uma longa estrada. Qualquer tipo de trauma na cabeça neste nível vai exigir uma reabilitação. (...) Tenho 100% de certeza que ele vai se recuperar completamente - declarou Miletich ao programa. O ex-lutador é bastante próximo da família Hughes, mas afirmou que não foi permitido visitar o amigo no HSHS St. John's Hospital em Springfield, Illinois, onde Matt está internado. - Ninguém é permitido visitar, exceto a família. É assim que está no momento. Eles não querem sobrecarregá-lo. Eles querem que sua energia se concentre em se curar e em mais nada - explicou. Pat Miletich ainda passou novos detalhes do terrível acidente sofrido por Matt Hughes no dia 16 de junho. O ex-campeão dos meio-médios e membro do Hall da Fama do UFC teve seu carro atingido por um trem no lado do passageiro. - O engenheiro (do trem) disse que o Matt tinha parado numa estrada de brita. É uma colina bem rápida em subida até os trilhos do trem. Ele tinha parado e tentou passar a tempo. O trem estava passando a quase 80km/h. Quando você está no campo, não tem guarda de trânsito, não tem semáforo. Deve ter sido algo que ele viu e tentou ser mais rápido. O que eu diria é que, você está numa estrada de brita no campo, numa colina, e você está tentando passar dela, você vai cantar pneu. Ele não passou a tempo e foi atingido no lado do passageiro - contou Miletich. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/pat-miletich-afirma-que-matt-hughes-saiu-do-coma-esta-surpreendendo.html#esporte-mma
  8. O lutador filipino Rocky Batolbatol morreu no último domingo após ser atropelado em sua cidade natal, Cagayan de Oro. O atleta, que era contratado do One Championship e estava escalado para um evento no dia 29, recentemente cancelado por motivos não relacionados, estava com seu primo Gennar Ponce, também lutador de MMA, atravessando a estrada Gusa Highway, quando foram atingidos por um táxi. Apesar de terem sido atropelados em frente a um hospital privado, os dois tiveram de ser transportados a um hospital público a 5km de distância, e foram declarados mortos na chegada, de acordo com o site "Sherdog". O taxista foi contido por transeuntes até a chegada da polícia, e agora responde por direção imprudente que resultou em duplo homicídio. Rocky Batolbatol faleceu aos 32 anos, com um cartel de cinco vitórias e três derrotas no MMA. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/curtinhas-empresario-de-aleksander-emelianenko-e-preso-por-vender-droga.html
  9. Vitor Azevêdo

    BELLATOR 183 TERÁ DALEY X LARKIN

    O Bellator anunciou nesta segunda-feira um confronto decisivo no peso-meio-médio para seu próximo evento em San Jose, no dia 23 de setembro. O Bellator 183 terá o britânico Paul Daley contra o americano Lorenz Larkin, segundo o jornal inglês "Telegraph Sport". Ambos vêm de derrota em suas últimas lutas - Larkin para o atual campeão, Douglas Lima, e Daley para o próximo desafiante número 1, Rory MacDonald - mas são considerados entre os maiores talentos da divisão. Larkin defende cartel de 18 vitórias, seis derrotas e um "No Contest" (luta sem resultado), enquanto Daley contabiliza 39 vitórias, 15 derrotas e dois empates no MMA. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/curtinhas-empresario-de-aleksander-emelianenko-e-preso-por-vender-droga.html
  10. Depois de ser condenado por abuso sexual, Aleksander Emelianenko, irmão de Fedor, teve seu nome presente nas páginas policiais novamente, desta ver por conta de seu promotor e empresário. Oleg Raevsky foi preso por venda de cocaína, em São Petersburgo, na Rússia. De acordo com o site "CrimeRussia", Raevsky foi pego pelo Departamento de Controle de Drogas vendendo 5,16 gramas da droga.Após a prisão do empresário de Emelianenko, além da droga, a polícia apreendeu vinte notas de cinco mil rublos russos e materiais para manusear a droga, como colheres e balanças, e armas carregadas. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/curtinhas-empresario-de-aleksander-emelianenko-e-preso-por-vender-droga.html
  11. Vitor Azevêdo

    Técnico explica mal estar de Amanda

    Treinador da American Top Team, Marcus "Conan" Silveira acompanhou de perto o cancelamento do duelo da campeã peso-galo, Amanda Nunes, contra Valentina Shevchenko, que aconteceria na luta principal do UFC 213, sábado, em Las Vegas, Estados Unidos. Em entrevista ao Canal Combate nos bastidores do evento, Conan contou que a "Leoa" estava indisposta desde o início da semana, mas tentou de todas as formas se manter na luta. - Na verdade, nessa semana ela já não estava bem. Ela treinou super bem, o camp foi maravilhoso, tudo certinho. Mas, às vezes, acontece uma indisposição, e a gente tem que prestar atenção, porque é um risco muito grande, uma responsabilidade muito grande. A gente sentiu que ela não estava 100%, com uma sinusite muito forte, com muita dor de garganta e não estava dormindo direito. Tentamos até o último segundo manter a posição de que ela iria lutar, para dar aquela virada. Mas a gente tem que ter a decisão de equipe. Se não está 100%, não tem que lutar. Quando existe o risco de saúde e físico, ainda mais sendo uma luta importante, tem que ter o respeito ao adversário. A Valentina está 100%, então eu acho que vai ter uma outra chance. Amanda Nunes se sentiu mal e precisou ser hospitalizada antes do UFC 213 (Foto: Adriano Albuquerque) O técnico também rebateu os comentários de fãs que insinuaram que Amanda teria "corrido do combate" e afirmou que o processo de corte de peso pode ter piorado o quadro clínico da lutadora. - O corte de peso pode ter colaborado. Se você não está bem e ainda tem que cumprir a sua obrigação de cortar o peso, não ajudou. Mas isso não é desculpa. É uma coisa que acontece com qualquer um, e hoje aconteceu com a campeã. É preciso ter o respeito e o entendimento. Ela não corre de ninguém, isso eu garanto. Ela não é uma lutadora, uma mulher, que corre de qualquer luta. Ela nunca vai fazer isso. Já estamos tentando botar a luta para frente. E vai acontecer. Amanda foi levada ao hospital na última quinta-feira, após a pesagem cerimonial do UFC 213. Na manhã de sábado, dia do evento, a lutadora ainda não estava se sentindo bem e foi novamente hospitalizada, obrigando o Ultimate a cancelar o combate. O presidente da organização, Dana White, disse em entrevista à "Fox Sports" americana que a campeã havia sido liberada pelos médicos para competir, mas que ainda não estava se sentindo bem e, por isso, optou por sair do card. Para Conan, Amanda agiu com responsabilidade ao não arriscar sua integridade física para salvar o evento. - Ela sentiu a responsabilidade. A Amanda está na posição de campeã, e queria ter lutado, mas não tem a necessidade de você se expor a um risco desnecessário. Ela tem todo o direito de não querer lutar não estando bem, não importa o que as pessoas digam ou achem. No fim das contas, quem está lá dentro é ela. É uma decisão pessoal dela, e nós, como treinadores, sabemos que faz parte, que acontece. Agora ela vai descansar um pouco, e voltaremos a treinar depois. Agora ela está 50% e não vai demorar muito para essa luta acontecer. Setembro é uma ótima data, mas poderia ser semana que vem. É só ela estar boa, é só o que a gente quer. Estando saudável e bem, está ótimo - finalizou. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/tecnico-explica-mal-estar-de-amanda-e-garante-ela-nao-corre-de-ninguem.html#esporte-mma
  12. Após o UFC 213, o grande assunto da coletiva de imprensa do presidente da organização, Dana White, não poderia ser outro. A ausência de Amanda Nunes, que enfrentaria Valentina Shevchenko na luta principal do card deste sábado e precisou ser retirada do combate horas antes do evento após sentir-se mal, foi o tema mais perguntado para o dirigente, que não poupou críticas à campeã do peso-galo e disse que o problema da Leoa foi "90% mental". Apesar disso, ele declarou que não chegou a cogitar retirar o cinturão da lutadora. - Não se pode fazer ninguém lutar. Não é que ela disse, "Estou absolutamente recusando a luta". Acho que foi 90% mental e 10% físico. Muitos lutadores têm momentos que não se sentem bem, e outros eventos em que estão totalmente doentes. Tem o maníaco do Donald Cerrone, que teve uma infecção e lesionou o joelho. O Dr. Davidson disse que lhe daria os antibióticos que ele precisava e ele estaria pronto para lutar, mas eu que falei: "Você não quer enfrentar Robbie Lawler tendo que se recuperar de uma lesão dessas". Mas acho que nunca tive uma situação como hoje. Ela estava fisicamente capaz de lutar. Nunca vimos algo assim dela antes. Não ha comparação e não há um padrão dela recusar-se a enfrentar alguém. Esse é o tipo de situação em que um campeão se recusa a enfrentar outro, mesmo estando clinicamente apto a lutar. Acabou de acontecer com DJ: é uma chance de ele quebrar o recorde, contra um cara de credibilidade que está cortando peso, e ele se recusa. Quando houver um padrão desse tipo de situação, aí sim começo a pensar em tirar o título - afirmou Dana, comparando a situação de Amanda com a de Demetrious Johnson, que recusou-se a enfrentar TJ Dillashaw, optando por Ray Borg como próximo desafiante dos moscas. Dana White criticou Amanda por recusar luta estando fisicamente capaz de atuar (Foto: Evelyn Rodrigues) Se por um lado, tirar o título de Amanda é algo que não passou pela cabeça de Dana White, por outro, colocá-la novamente para fazer a luta principal de um evento do Ultimate está fora de cogitação. O plano da companhia é que a brasileira enfrente Valentina no UFC 215, dia 9 de setembro, em Edmonton, no Canadá. - Este é o plano, estamos trabalhando nisso. Faz sentido (luta no UFC 215). Mas esse título não vai ser luta principal de novo - declarou, revelando que também não pagará a bolsa da campeã, ao contrário de Valentina, que receberá US$ 70 mil. Dana também comentou sobre a campeã dos palhas, Joanna Jedrzejczyk, que se ofereceu para substituir a Leoa e fazer a luta principal contra Shevchenko e voltou a cutucar a brasileira. - Quando você tem algo que se preparou mentalmente e fisicamente para uma luta... Quem sabe o que ela (Amanda) fez ontem à noite. E tem também o fato de que a campeã não estava machucada, isso não vai mantê-la longe por muito tempo, então você apenas adia a luta. É o que faz mais sentido. Joanna estava aterrorizando-me pela luta, mas não dá para fazer isso. Ainda mais com os exames médicos que precisariam ser feitos (para Joanna lutar). Não estou dizendo que Amanda pode não ter se afetado pelo corte do peso, mas ela estava saudável. Corte de peso sempre foi um problema e sempre será, mas o instituto de performance vai ajudar muito com isso - concluiu. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/dana-critica-amanda-por-nao-lutar-acho-que-foi-90-mental-e-10-fisico.html
  13. Urijah Faber era a atração principal da cerimônia de introdução da classe de 2017 do Hall da Fama do UFC, mas uma dupla de lendas do Vale Tudo roubou a cena no evento realizado na noite desta quinta-feira, no Park Theater, em Las Vegas. O japonês Kazushi Sakuraba, famoso pelo apelido de "Caçador de Gracies" e por duelos históricos contra Conan Silveira, Wanderlei Silva, Igor Vovchanchyn e Rampage Jackson, foi homenageado e não decepcionou, com um longo e emocionado discurso que terminou com uma ovação de pé, e o americano Don Frye, que o apresentou, arrancou gargalhadas com uma introdução nada politicamente correta. O ex-campeão peso-pesado Maurice Smith e o ex-matchmaker (responsável pelo casamento das lutas) Joe Silva foram os demais novos membros apresentados nesta quinta. Kazushi Sakuraba foi o segundo lutador a ser apresentado na cerimônia. Membro do Hall da Fama desde 2016 e contemporâneo de Saku no UFC, na década de 1990, e no Pride, na década de 2000, Frye entrou no palco para apresentá-lo, mas não antes de soltar cantadas em direção a Miesha Tate, ex-campeã dos pesos-galos que estava sentada na primeira fileira. - Ouvi que Miesha Tate talvez esteja solteira agora. Imaginem o que o DNA da Miesha e o DNA do “Predador” (seu apelido) poderiam fazer combinados? Ela é quase tão bonita quanto eu! - disse Frye, antes de divagar sobre o ensaio nu da lutadora para uma revista esportiva no passado. Sakuraba entrou com uma de suas características máscaras ao ser chamado ao palco (Foto: Evelyn Rodrigues) Quando retomou o fio da meada, Frye lembrou a histórica rivalidade do japonês com os Gracies. Ele fez graça com a vitória de Saku sobre Royler (“Os Gracies deram um monte de desculpas, incluindo que Royler foi abduzido por aliens”), e disse que o triunfo sobre Royce na lendária luta de 90 minutos no Pride seria o suficiente para que ele entrasse no Hall da Fama. Sakuraba fez sua entrada ao som da música tema do Pride, e vestido com sua máscara típica e um quimono preto. Ele brincou que não ganhava um prêmio desde que venceu um jogo de bingo em que recebeu “um ingresso para a Disney de Tóquio”. O “Caçador de Gracies” lembrou que foi chamado para sua estreia no UFC Japão, em 1997, com apenas quatro dias de antecedência, e afirmou que, como naquela vez, colocou seu corpo em risco contra adversários muito maiores inúmeras vezes, sempre com os fãs como motivação. - Uma luta é uma forma de comunicação dividida com uma audiência. Quando um fã me vê enfrentar um homem muito maior, e isso o inspira a enfrentar grandes desafios, nada me deixa mais feliz - afirmou. Sakuraba agradeceu à família Gracie pela rivalidade cultivada por anos, e “amarrou” toda a história do MMA ao contar que se surpreendeu ao descobrir que a chave de braço que aplicou para vencer Royler Gracie já era usada pelo sensei Masahiko Kimura no século passado, e que foi o mesmo golpe com que o judoca finalizou Hélio Gracie nos anos 1950. - Eu não conseguia acreditar: era exatamente a mesma técnica que usei. Pensei que a minha era única, que só eu sabia fazer, mas o sensei Kimura já a fazia tantos anos antes. O sensei Kimura foi um grande mestre japonês e uma inspiração para os wrestlers japoneses. O jiu-jítsu, os Gracies, MMA, wrestling, logo me lembrei que tudo se conecta. Alguns fãs hoje vão olhar para o sensei Kimura e para mim e nos ver como figuras do passado. Mas eu não estou morto ainda! Ainda estou treinando e refinando minhas técnicas. Eu passo minhas técnicas aos jovens lutadores com que treino, e elas continuarão a evoluir. Mas o que quero mesmo passar adiante, mais do que técnica, é coração. Não há nada que me orgulha mais como profissional - disse Sakuraba, ovacionado ao final do discurso. Urijah Faber ri ao discursar na cerimônia do Hall da Fama do UFC (Foto: Evelyn Rodrigues) Urijah Faber foi o último a ser introduzido, mas foi também o mais celebrado - como foi dito por todos os homenageados, o público era formado predominantemente por fãs mais jovens, que começaram a acompanhar o MMA quando Sakuraba e Smith já estavam parados, mas Faber ainda competia. Apresentado pelos companheiros de equipe Joseph Benavidez e Cody Garbrandt, o ex-campeão peso-pena do WEC e ex-desafiante peso-galo do UFC, pioneiro das divisões de peso mais leves, falou de todos os aspectos de sua carreira no MMA, tanto como lutador quanto como empresário. Faber, que aos 38 anos de idade se torna o membro mais jovem do Hall da Fama e se aposentou no final de 2016, disse que poderia continuar lutando por mais 10 anos, mas que está focado no próximo passo, com outros interesses fora do cage. - Tenho muitos grandes planos e grandes objetivos. Temos um filme de grande orçamento que estamos fazendo, montamos uma nova estrutura no nosso time que está levando as coisas a um outro nível. É uma época muito empolgante para mim, e estou me divertindo. (…) Meu próximo estágio é sobre inspirar as pessoas, e mostrar que, se eu posso, vocês também podem - afirmou Faber. Maurice Smith foi apresentado por Bas Rutten (Foto: Evelyn Rodrigues) Ex-campeão dos pesos-pesados, Maurice Smith foi apresentado por Greg White, seu irmão, e Bas Rutten, outro membro do Hall da Fama. Rutten enfatizou a importância da vitória de Smith no UFC 14 para provar que strikers (lutadores de artes marciais baseadas na luta em pé) poderiam ser campeões no MMA, numa época em que o Vale Tudo era dominado por grapplers (lutadores de artes marciais baseadas na luta agarrada), e lembrou que o kickboxer americano foi o primeiro homem a obter sucesso ao defender o cinturão dos pesos-pesados no Ultimate. Smith se apresentou aos fãs mais novos e reclamou que seu cartel está errado na internet: - Meu cartel é 10 vitórias e seis derrotas, não é 14-14, OK? - declarou o lutador, que creditou seu sucesso à atenção ao condicionamento físico, e afirmou que a motivação de seus contemporâneos era competição e orgulho. Joe Silva posa com Dana White (Foto: Evelyn Rodrigues) Dana White apresentou Joe Silva e lembrou que, quando comprou o UFC juntamente aos irmãos Fertitta, em 2001, o matchmaker era um funcionário desconhecido da organização e que foi Tito Ortiz, seu ex-cliente e atual desafeto, quem o apresentou a ele. O presidente do Ultimate chamou Silva de “melhor matchmaker da história dos esportes de combate”. Silva lembrou que sua paixão pelas artes marciais começou com os filmes de Bruce Lee, mas que se desiludiu com elas na adolescência até ver o primeiro UFC, em 1993. Sua participação na organização começou logo após esse torneio, quando ele telefonou para o escritório da SEG, grupo proprietário anterior à Zuffa, com sugestões para melhorar os eventos. Ele comparou seu trabalho de casar lutas à função do piloto da Enterprise no seriado “Star Trek”, e, aposentado desde o início do ano, questionou aqueles que dizem que seu antigo emprego é “o melhor do mundo”. - Sério? Você sonha em demitir alguns dos seus melhores amigos? Lidar com inúmeras lesões de último minuto que arruinavam eventos e passar a maior parte do ano longe de casa e da sua família? (…) Hoje estou felizmente aposentado. Toda vez que uma grande luta cai, eu ligo pra eles e digo, “Sinto muito por vocês, e ainda bem que eu não tenho que resolver isso mais!” - discursou Silva. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/don-frye-rouba-cena-e-sakuraba-e-ovacionado-ao-entrar-no-hall-da-fama.html#canal-sportv
  14. Devastado. Assim se descreve Adam Braidwood, o boxeador que aplicou o nocaute fatal no ex-UFC Tim Hague. Em um vídeo postado em sua conta no Twitter, Braidwood falou sobre o ocorrido, e deixou claro que, na sua opinião, não houve culpados na morte de Hague. Para ele, o ocorrido uma fatalidade. - Não foi culpa de ninguém, muito menos do árbitro. Ele perguntou se Tim queria continuar lutando. Ele estava consciente, respondendo claramente ao que era perguntado. Eu vi o vídeo. Tim estava consciente, e disse que queria voltar a lutar. Essa é a verdade, não há nenhuma especulação sobre isso. Ele queria continuar lutando, e nós lutamos. Braidwood revelou ter sentido que algo grave havia acontecido assim que Hague caiu desacordado no ringue. O lutador lamenta ter festejado a vitória (clique aqui e veja o vídeo da luta), e revela que, em seguida, se ajoelhou e torceu para o rival mostrar alguma reação. - Eu sabia. Eu vi ainda no ringue. Eu vi a forma como ele caiu. Fiquei esperando de joelhos, torcendo para que Tim se mexesse após a minha comemoração idiota. As pessoas podem dizer o que quiserem, mas eu eu fiquei ali de joelhos, olhando, querendo que ele se movesse. Eu o levantei, porque sua equipe estava tendo dificuldades em fazê-lo. Eu o levei até o córner, e pude ver o seu rosto. Tim Hague perdeu os sentidos logo após ser nocauteado por Adam Braidwood (Reprodução/Youtube) O lutador mostrou-se revoltado com as críticas vindas de pessoas que, segundo ele, não lutam e não sabem do que estão falando. - O que essas pessoas sabem? Elas não lutam. Ele quis continuar lutando. Jornalistas, fãs, esse ou aquele... Eles não sabem do que estão falando. Eles querem dar opinião sobre o que estamos fazendo do alto de suas vidas vividas em country clubs? Tim queria continuar a luta. Esse era o trabalho dele. Se as pessoas querem falar sobre o boxe e sobre o que é a vida para mim, então venham ficar no meu lugar. Eu teria feito o mesmo que ele, e ele faria o mesmo comigo. Podem ter certeza. No fim, Braidwood lamentou a situação da família de Tim Hague e pediu que todos ajudem sua esposa e em especial seu filho, Brady, de apenas nove anos de idade. - É uma situação terrível para todos os envolvidos. Quero que o foco esteja totalmente em Tim e em sua família, especialmente seu filho. Eles são as vítimas de verdade. Façam o melhor possível por eles, e não por mim. Eu estou vivo. Uma campanha de arrecadação coletiva foi iniciada para ajudar nas despesas do funeral de Tim Hague. Em cerca de 24h, o valor de US$ 30 mil foi quase que totalmente arrecadado.
  15. Vitor Azevêdo

    Gokhan Saki planeja disputar título em um ano

    A fama do kickboxer Gokhan Saki é devastadora. Ex-campeão dos pesos-meio-pesados do Glory, um dos maiores eventos de trocação do mundo, o holandês de origem turca foi o grande nove do kickboxing nos últimos anos. Com um cartel de 83 vitórias, 12 derrotas e uma luta sem resultado na carreira, Saki foi recentemente contratado pelo UFC e aguarda ansiosamente a marcação da sua primeira luta. Em entrevista ao programa "MMA Hour", o lutador disse não se importar com quem será seu adversário. Para ele, será apenas o primeiro de muitos a ser nocauteado até 2018, quando acredita que disputará o cinturão da categoria. Eu enfrento qualquer um. O maior, o menor, o mais pesado, com o mesmo peso que eu... Não estou nem aí. Só me preocupo comigo mesmo. Não quero saber dos outros lutadores. Mais cedo ou mais tarde vou nocauteá-los de qualquer maneira. A ordem das lutas não me preocupa. Eu sei o que posso fazer. Sei que, se eu quiser alguma coisa, vou me matar de trabalhar até conseguir. Agora, o que eu tenho em mente é que, daqui a um ano, nessa mesma data, estarei disputando o cinturão dos pesos-meio-pesados do UFC. Já estou pronto.Tendo enfrentado nomes como Badr Hari, Alexey Ignashov, Ray Sefo, Remy Bojansky, Tyrone Spong, Melvin Manhoef, Peter Aerts, Semmy Schilt, Rico Verhoeven e Alistair Overeem, Saki acredita que não foi valorizado pelo Glory após quebrar o recorde de bilheteria da organização algumas vezes, segundo ele.- Eu dominei o Glory. Dominei o kickboxing por alguns anos, mas, após me sagrar campeão, senti que ninguém me apoiou ou me ajudou a ir adiante. Quebrei todos os recordes de bilheteria e não recebi nem ao menos um "obrigado". Eu não estava mais feliz no Glory. Não há mais kickboxers da antiga. Por isso, não vejo mais desafios para mim. Decidi que, quando voltasse a lutar, teria que ser no maior palco do mundo. Na minha opinião, esse palco é o UFC, o maior e mais popular evento de lutas do mundo. O octógono é o palco perfeito para o meu retorno.Saki garante que sua estratégia no UFC será a mesma que apresentou nos eventos que disputou: lutar kickboxing e impor seu estilo aos adversários.- Vou lutar kickboxing no octógono. O kickboxing é a minha vida, e eu não mostro isso há dois anos. Estou ansioso para me apresentar de novo. Quando se está faminto, quando se quer aprender algo e se tem algo na cabeça em que se acredita de verdade, você vai conseguir. Eu provei o meu valor cem vezes, e vou provar novamente em breve. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/06/recem-contratado-pelo-ufc-gokhan-saki-planeja-disputar-titulo-em-um-ano.html