Vitor Azevêdo

Membros
  • Total de itens

    17
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Sobre Vitor Azevêdo

  1. Amanda só faz gritar kkkkk,leoa tá parecendo cachorro que só faz latir e não faz nada até no corner ela grita kkk
  2. Caramba janjão não toma jeito mesmo,vai embolar a categoria e deve ficar um bom tempo afastado. Tanto futuro,Tanto talento,Quanta burrice.
  3. Demian muito unidimensional,não dá mais pra ser um Royce versão 2000,tem que tentar mais,ser mais atlético ter mais armas em mão
  4. Os problemas fora do octógono que fizeram Jon Jones perder o cinturão linear do peso-meio-pesado (até 93kg) do Ultimate não o fizeram perder a confiança. Menos de uma semana antes de enfrentar Daniel Cormier pelo título, na luta principal do UFC 214, que será realizado no próximo sábado, em Anaheim (EUA), o americano disse que não vê nenhum outro atleta acima dele na história do MMA. - Acho que já sou o maior lutador de todos os tempos. Meu cartel fala por si só, já derrotei seis lutadores do Hall da Fama, meu currículo é incomparável. Essa luta é enorme para o meu legado, toda luta é grande para o legado. Ele é o acúmulo do que eu faço. Então, toda luta é muito importante. Tento não olhar para uma luta como mais importante que outra, é só mais um confronto. Foco no que posso fazer no octógono, em treinar, me preparar para a luta - afirmou, em entrevista para a "Fox Sports". Jon Jones está de volta após cumprir suspensão por doping que o deixou um ano longe do octógono (Foto: Jason Silva) Contra o arquirrival Cormier, Jones tem trocado diversas provocações com o detentor do título linear da divisão até 93kg, mas não acha que isso vá influenciar em sua performance contra um oponente que já foi batido por ele em janeiro de 2015. - Acho que isso não influencia no modo como vou lutar. Luto há dez anos, são dez anos sem ser superado, já lutei com todos os tipos de atleta. Pessoas que desprezo, pessoas que tenho muito respeito, e sempre foi a mesma coisa para mim. Acho que vai ser a mesma coisa dessa vez. Fiz um esforço consciente para não entrar na dele, porque Daniel é um cara que envolve coisas que não têm nada a ver com a luta. Ele fala do meu passado, de coisas controversas que fiz parte. São coisas que não afetam o que vai acontecer na luta, e sei disso. Então, não vou sentar aqui e ficar batendo boca. Tenho 30 anos, sou um homem crescido. Lutar é o que realmente importa. Não tenho muito o que dizer para ele a essa altura, vou fazer meu "discurso" dentro do octógono. Jones ainda rebateu as declarações de DC, que afirmou por diversas vezes que sairá vitorioso no próximo sábado. - Fico feliz por ele estar tão confiante. Minha última luta, contra Ovince St-Preux, muitas pessoas disseram que não foi muito impressionante. Mas eu fiz o suficiente para vencer a luta. O motivo pelo qual eu sei que vou vencer essa luta é porque essa é a minha área. Fui colocado na Terra para fazer isso. Tenho um dom, sou talentoso e trabalho muito duro. Isso é um sentimento muito profundo de autoconfiança - concluiu. O Combate transmite o UFC 214 ao vivo no sábado a partir de 19h15 (horário de Brasília). O Combate.com acompanha em Tempo Real, com vídeo ao vivo das duas primeiras lutas do card preliminar. Nesta sexta-feira, site e canal exibem a pesagem cerimonial ao vivo a partir de 20h50. Confira a programação completa: UFC 214 29 de julho, em Anaheim (EUA) CARD PRINCIPAL (a partir de 23h, horário de Brasília): Peso-meio-pesado: Daniel Cormier x Jon Jones Peso-meio-médio: Tyron Woodley x Demian Maia Peso-pena: Cris Cyborg x Tonya Evinger Peso-meio-médio: Robbie Lawler x Donald Cerrone Peso-meio-pesado: Jimi Manuwa x Volkan Oezdemir CARD PRELIMINAR (a partir de 19h30, horário de Brasília): Peso-pena: Ricardo Lamas x Jason Knight Peso-casado (63,5kg): Aljamain Sterling x Renan Barão Peso-pena: Renato Moicano x Brian Ortega Peso-pena: Andre Fili x Calvin Kattar peso-palha: Kailin Curran x Alexandra Albu Peso-mosca: Eric Shelton x Jarred Brooks Peso-leve: Josh Burkman x Drew Dober http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/acho-que-ja-sou-o-maior-lutador-de-todos-os-tempos-afirma-jon-jones.html#esporte-mma
  5. A família de Matt Hughes, lenda do UFC que ficou em estado grave após seu carro ser atingido por um trem em meados de junho, não dá atualizações sobre o estado do ex-campeão peso-meio-médio desde o início de julho. Contudo, seu ex-treinador e companheiro de equipe Pat Miletich deu boas notícias aos fãs nesta segunda-feira, durante entrevista ao podcast "The MMA Hour". Miletich, que também foi campeão meio-médio do UFC, revelou que o amigo saiu do coma, e demonstrou total confiança na sua recuperação. - Ele está surpreendendo os médicos. Ele está dando grandes saltos, ele não está mais em coma, e está melhorando. Vai ser uma longa estrada. Qualquer tipo de trauma na cabeça neste nível vai exigir uma reabilitação. (...) Tenho 100% de certeza que ele vai se recuperar completamente - declarou Miletich ao programa. O ex-lutador é bastante próximo da família Hughes, mas afirmou que não foi permitido visitar o amigo no HSHS St. John's Hospital em Springfield, Illinois, onde Matt está internado. - Ninguém é permitido visitar, exceto a família. É assim que está no momento. Eles não querem sobrecarregá-lo. Eles querem que sua energia se concentre em se curar e em mais nada - explicou. Pat Miletich ainda passou novos detalhes do terrível acidente sofrido por Matt Hughes no dia 16 de junho. O ex-campeão dos meio-médios e membro do Hall da Fama do UFC teve seu carro atingido por um trem no lado do passageiro. - O engenheiro (do trem) disse que o Matt tinha parado numa estrada de brita. É uma colina bem rápida em subida até os trilhos do trem. Ele tinha parado e tentou passar a tempo. O trem estava passando a quase 80km/h. Quando você está no campo, não tem guarda de trânsito, não tem semáforo. Deve ter sido algo que ele viu e tentou ser mais rápido. O que eu diria é que, você está numa estrada de brita no campo, numa colina, e você está tentando passar dela, você vai cantar pneu. Ele não passou a tempo e foi atingido no lado do passageiro - contou Miletich. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/pat-miletich-afirma-que-matt-hughes-saiu-do-coma-esta-surpreendendo.html#esporte-mma
  6. O lutador filipino Rocky Batolbatol morreu no último domingo após ser atropelado em sua cidade natal, Cagayan de Oro. O atleta, que era contratado do One Championship e estava escalado para um evento no dia 29, recentemente cancelado por motivos não relacionados, estava com seu primo Gennar Ponce, também lutador de MMA, atravessando a estrada Gusa Highway, quando foram atingidos por um táxi. Apesar de terem sido atropelados em frente a um hospital privado, os dois tiveram de ser transportados a um hospital público a 5km de distância, e foram declarados mortos na chegada, de acordo com o site "Sherdog". O taxista foi contido por transeuntes até a chegada da polícia, e agora responde por direção imprudente que resultou em duplo homicídio. Rocky Batolbatol faleceu aos 32 anos, com um cartel de cinco vitórias e três derrotas no MMA. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/curtinhas-empresario-de-aleksander-emelianenko-e-preso-por-vender-droga.html
  7. O Bellator anunciou nesta segunda-feira um confronto decisivo no peso-meio-médio para seu próximo evento em San Jose, no dia 23 de setembro. O Bellator 183 terá o britânico Paul Daley contra o americano Lorenz Larkin, segundo o jornal inglês "Telegraph Sport". Ambos vêm de derrota em suas últimas lutas - Larkin para o atual campeão, Douglas Lima, e Daley para o próximo desafiante número 1, Rory MacDonald - mas são considerados entre os maiores talentos da divisão. Larkin defende cartel de 18 vitórias, seis derrotas e um "No Contest" (luta sem resultado), enquanto Daley contabiliza 39 vitórias, 15 derrotas e dois empates no MMA. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/curtinhas-empresario-de-aleksander-emelianenko-e-preso-por-vender-droga.html
  8. Depois de ser condenado por abuso sexual, Aleksander Emelianenko, irmão de Fedor, teve seu nome presente nas páginas policiais novamente, desta ver por conta de seu promotor e empresário. Oleg Raevsky foi preso por venda de cocaína, em São Petersburgo, na Rússia. De acordo com o site "CrimeRussia", Raevsky foi pego pelo Departamento de Controle de Drogas vendendo 5,16 gramas da droga.Após a prisão do empresário de Emelianenko, além da droga, a polícia apreendeu vinte notas de cinco mil rublos russos e materiais para manusear a droga, como colheres e balanças, e armas carregadas. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/curtinhas-empresario-de-aleksander-emelianenko-e-preso-por-vender-droga.html
  9. Treinador da American Top Team, Marcus "Conan" Silveira acompanhou de perto o cancelamento do duelo da campeã peso-galo, Amanda Nunes, contra Valentina Shevchenko, que aconteceria na luta principal do UFC 213, sábado, em Las Vegas, Estados Unidos. Em entrevista ao Canal Combate nos bastidores do evento, Conan contou que a "Leoa" estava indisposta desde o início da semana, mas tentou de todas as formas se manter na luta. - Na verdade, nessa semana ela já não estava bem. Ela treinou super bem, o camp foi maravilhoso, tudo certinho. Mas, às vezes, acontece uma indisposição, e a gente tem que prestar atenção, porque é um risco muito grande, uma responsabilidade muito grande. A gente sentiu que ela não estava 100%, com uma sinusite muito forte, com muita dor de garganta e não estava dormindo direito. Tentamos até o último segundo manter a posição de que ela iria lutar, para dar aquela virada. Mas a gente tem que ter a decisão de equipe. Se não está 100%, não tem que lutar. Quando existe o risco de saúde e físico, ainda mais sendo uma luta importante, tem que ter o respeito ao adversário. A Valentina está 100%, então eu acho que vai ter uma outra chance. Amanda Nunes se sentiu mal e precisou ser hospitalizada antes do UFC 213 (Foto: Adriano Albuquerque) O técnico também rebateu os comentários de fãs que insinuaram que Amanda teria "corrido do combate" e afirmou que o processo de corte de peso pode ter piorado o quadro clínico da lutadora. - O corte de peso pode ter colaborado. Se você não está bem e ainda tem que cumprir a sua obrigação de cortar o peso, não ajudou. Mas isso não é desculpa. É uma coisa que acontece com qualquer um, e hoje aconteceu com a campeã. É preciso ter o respeito e o entendimento. Ela não corre de ninguém, isso eu garanto. Ela não é uma lutadora, uma mulher, que corre de qualquer luta. Ela nunca vai fazer isso. Já estamos tentando botar a luta para frente. E vai acontecer. Amanda foi levada ao hospital na última quinta-feira, após a pesagem cerimonial do UFC 213. Na manhã de sábado, dia do evento, a lutadora ainda não estava se sentindo bem e foi novamente hospitalizada, obrigando o Ultimate a cancelar o combate. O presidente da organização, Dana White, disse em entrevista à "Fox Sports" americana que a campeã havia sido liberada pelos médicos para competir, mas que ainda não estava se sentindo bem e, por isso, optou por sair do card. Para Conan, Amanda agiu com responsabilidade ao não arriscar sua integridade física para salvar o evento. - Ela sentiu a responsabilidade. A Amanda está na posição de campeã, e queria ter lutado, mas não tem a necessidade de você se expor a um risco desnecessário. Ela tem todo o direito de não querer lutar não estando bem, não importa o que as pessoas digam ou achem. No fim das contas, quem está lá dentro é ela. É uma decisão pessoal dela, e nós, como treinadores, sabemos que faz parte, que acontece. Agora ela vai descansar um pouco, e voltaremos a treinar depois. Agora ela está 50% e não vai demorar muito para essa luta acontecer. Setembro é uma ótima data, mas poderia ser semana que vem. É só ela estar boa, é só o que a gente quer. Estando saudável e bem, está ótimo - finalizou. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/tecnico-explica-mal-estar-de-amanda-e-garante-ela-nao-corre-de-ninguem.html#esporte-mma
  10. Após o UFC 213, o grande assunto da coletiva de imprensa do presidente da organização, Dana White, não poderia ser outro. A ausência de Amanda Nunes, que enfrentaria Valentina Shevchenko na luta principal do card deste sábado e precisou ser retirada do combate horas antes do evento após sentir-se mal, foi o tema mais perguntado para o dirigente, que não poupou críticas à campeã do peso-galo e disse que o problema da Leoa foi "90% mental". Apesar disso, ele declarou que não chegou a cogitar retirar o cinturão da lutadora. - Não se pode fazer ninguém lutar. Não é que ela disse, "Estou absolutamente recusando a luta". Acho que foi 90% mental e 10% físico. Muitos lutadores têm momentos que não se sentem bem, e outros eventos em que estão totalmente doentes. Tem o maníaco do Donald Cerrone, que teve uma infecção e lesionou o joelho. O Dr. Davidson disse que lhe daria os antibióticos que ele precisava e ele estaria pronto para lutar, mas eu que falei: "Você não quer enfrentar Robbie Lawler tendo que se recuperar de uma lesão dessas". Mas acho que nunca tive uma situação como hoje. Ela estava fisicamente capaz de lutar. Nunca vimos algo assim dela antes. Não ha comparação e não há um padrão dela recusar-se a enfrentar alguém. Esse é o tipo de situação em que um campeão se recusa a enfrentar outro, mesmo estando clinicamente apto a lutar. Acabou de acontecer com DJ: é uma chance de ele quebrar o recorde, contra um cara de credibilidade que está cortando peso, e ele se recusa. Quando houver um padrão desse tipo de situação, aí sim começo a pensar em tirar o título - afirmou Dana, comparando a situação de Amanda com a de Demetrious Johnson, que recusou-se a enfrentar TJ Dillashaw, optando por Ray Borg como próximo desafiante dos moscas. Dana White criticou Amanda por recusar luta estando fisicamente capaz de atuar (Foto: Evelyn Rodrigues) Se por um lado, tirar o título de Amanda é algo que não passou pela cabeça de Dana White, por outro, colocá-la novamente para fazer a luta principal de um evento do Ultimate está fora de cogitação. O plano da companhia é que a brasileira enfrente Valentina no UFC 215, dia 9 de setembro, em Edmonton, no Canadá. - Este é o plano, estamos trabalhando nisso. Faz sentido (luta no UFC 215). Mas esse título não vai ser luta principal de novo - declarou, revelando que também não pagará a bolsa da campeã, ao contrário de Valentina, que receberá US$ 70 mil. Dana também comentou sobre a campeã dos palhas, Joanna Jedrzejczyk, que se ofereceu para substituir a Leoa e fazer a luta principal contra Shevchenko e voltou a cutucar a brasileira. - Quando você tem algo que se preparou mentalmente e fisicamente para uma luta... Quem sabe o que ela (Amanda) fez ontem à noite. E tem também o fato de que a campeã não estava machucada, isso não vai mantê-la longe por muito tempo, então você apenas adia a luta. É o que faz mais sentido. Joanna estava aterrorizando-me pela luta, mas não dá para fazer isso. Ainda mais com os exames médicos que precisariam ser feitos (para Joanna lutar). Não estou dizendo que Amanda pode não ter se afetado pelo corte do peso, mas ela estava saudável. Corte de peso sempre foi um problema e sempre será, mas o instituto de performance vai ajudar muito com isso - concluiu. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/dana-critica-amanda-por-nao-lutar-acho-que-foi-90-mental-e-10-fisico.html
  11. Urijah Faber era a atração principal da cerimônia de introdução da classe de 2017 do Hall da Fama do UFC, mas uma dupla de lendas do Vale Tudo roubou a cena no evento realizado na noite desta quinta-feira, no Park Theater, em Las Vegas. O japonês Kazushi Sakuraba, famoso pelo apelido de "Caçador de Gracies" e por duelos históricos contra Conan Silveira, Wanderlei Silva, Igor Vovchanchyn e Rampage Jackson, foi homenageado e não decepcionou, com um longo e emocionado discurso que terminou com uma ovação de pé, e o americano Don Frye, que o apresentou, arrancou gargalhadas com uma introdução nada politicamente correta. O ex-campeão peso-pesado Maurice Smith e o ex-matchmaker (responsável pelo casamento das lutas) Joe Silva foram os demais novos membros apresentados nesta quinta. Kazushi Sakuraba foi o segundo lutador a ser apresentado na cerimônia. Membro do Hall da Fama desde 2016 e contemporâneo de Saku no UFC, na década de 1990, e no Pride, na década de 2000, Frye entrou no palco para apresentá-lo, mas não antes de soltar cantadas em direção a Miesha Tate, ex-campeã dos pesos-galos que estava sentada na primeira fileira. - Ouvi que Miesha Tate talvez esteja solteira agora. Imaginem o que o DNA da Miesha e o DNA do “Predador” (seu apelido) poderiam fazer combinados? Ela é quase tão bonita quanto eu! - disse Frye, antes de divagar sobre o ensaio nu da lutadora para uma revista esportiva no passado. Sakuraba entrou com uma de suas características máscaras ao ser chamado ao palco (Foto: Evelyn Rodrigues) Quando retomou o fio da meada, Frye lembrou a histórica rivalidade do japonês com os Gracies. Ele fez graça com a vitória de Saku sobre Royler (“Os Gracies deram um monte de desculpas, incluindo que Royler foi abduzido por aliens”), e disse que o triunfo sobre Royce na lendária luta de 90 minutos no Pride seria o suficiente para que ele entrasse no Hall da Fama. Sakuraba fez sua entrada ao som da música tema do Pride, e vestido com sua máscara típica e um quimono preto. Ele brincou que não ganhava um prêmio desde que venceu um jogo de bingo em que recebeu “um ingresso para a Disney de Tóquio”. O “Caçador de Gracies” lembrou que foi chamado para sua estreia no UFC Japão, em 1997, com apenas quatro dias de antecedência, e afirmou que, como naquela vez, colocou seu corpo em risco contra adversários muito maiores inúmeras vezes, sempre com os fãs como motivação. - Uma luta é uma forma de comunicação dividida com uma audiência. Quando um fã me vê enfrentar um homem muito maior, e isso o inspira a enfrentar grandes desafios, nada me deixa mais feliz - afirmou. Sakuraba agradeceu à família Gracie pela rivalidade cultivada por anos, e “amarrou” toda a história do MMA ao contar que se surpreendeu ao descobrir que a chave de braço que aplicou para vencer Royler Gracie já era usada pelo sensei Masahiko Kimura no século passado, e que foi o mesmo golpe com que o judoca finalizou Hélio Gracie nos anos 1950. - Eu não conseguia acreditar: era exatamente a mesma técnica que usei. Pensei que a minha era única, que só eu sabia fazer, mas o sensei Kimura já a fazia tantos anos antes. O sensei Kimura foi um grande mestre japonês e uma inspiração para os wrestlers japoneses. O jiu-jítsu, os Gracies, MMA, wrestling, logo me lembrei que tudo se conecta. Alguns fãs hoje vão olhar para o sensei Kimura e para mim e nos ver como figuras do passado. Mas eu não estou morto ainda! Ainda estou treinando e refinando minhas técnicas. Eu passo minhas técnicas aos jovens lutadores com que treino, e elas continuarão a evoluir. Mas o que quero mesmo passar adiante, mais do que técnica, é coração. Não há nada que me orgulha mais como profissional - disse Sakuraba, ovacionado ao final do discurso. Urijah Faber ri ao discursar na cerimônia do Hall da Fama do UFC (Foto: Evelyn Rodrigues) Urijah Faber foi o último a ser introduzido, mas foi também o mais celebrado - como foi dito por todos os homenageados, o público era formado predominantemente por fãs mais jovens, que começaram a acompanhar o MMA quando Sakuraba e Smith já estavam parados, mas Faber ainda competia. Apresentado pelos companheiros de equipe Joseph Benavidez e Cody Garbrandt, o ex-campeão peso-pena do WEC e ex-desafiante peso-galo do UFC, pioneiro das divisões de peso mais leves, falou de todos os aspectos de sua carreira no MMA, tanto como lutador quanto como empresário. Faber, que aos 38 anos de idade se torna o membro mais jovem do Hall da Fama e se aposentou no final de 2016, disse que poderia continuar lutando por mais 10 anos, mas que está focado no próximo passo, com outros interesses fora do cage. - Tenho muitos grandes planos e grandes objetivos. Temos um filme de grande orçamento que estamos fazendo, montamos uma nova estrutura no nosso time que está levando as coisas a um outro nível. É uma época muito empolgante para mim, e estou me divertindo. (…) Meu próximo estágio é sobre inspirar as pessoas, e mostrar que, se eu posso, vocês também podem - afirmou Faber. Maurice Smith foi apresentado por Bas Rutten (Foto: Evelyn Rodrigues) Ex-campeão dos pesos-pesados, Maurice Smith foi apresentado por Greg White, seu irmão, e Bas Rutten, outro membro do Hall da Fama. Rutten enfatizou a importância da vitória de Smith no UFC 14 para provar que strikers (lutadores de artes marciais baseadas na luta em pé) poderiam ser campeões no MMA, numa época em que o Vale Tudo era dominado por grapplers (lutadores de artes marciais baseadas na luta agarrada), e lembrou que o kickboxer americano foi o primeiro homem a obter sucesso ao defender o cinturão dos pesos-pesados no Ultimate. Smith se apresentou aos fãs mais novos e reclamou que seu cartel está errado na internet: - Meu cartel é 10 vitórias e seis derrotas, não é 14-14, OK? - declarou o lutador, que creditou seu sucesso à atenção ao condicionamento físico, e afirmou que a motivação de seus contemporâneos era competição e orgulho. Joe Silva posa com Dana White (Foto: Evelyn Rodrigues) Dana White apresentou Joe Silva e lembrou que, quando comprou o UFC juntamente aos irmãos Fertitta, em 2001, o matchmaker era um funcionário desconhecido da organização e que foi Tito Ortiz, seu ex-cliente e atual desafeto, quem o apresentou a ele. O presidente do Ultimate chamou Silva de “melhor matchmaker da história dos esportes de combate”. Silva lembrou que sua paixão pelas artes marciais começou com os filmes de Bruce Lee, mas que se desiludiu com elas na adolescência até ver o primeiro UFC, em 1993. Sua participação na organização começou logo após esse torneio, quando ele telefonou para o escritório da SEG, grupo proprietário anterior à Zuffa, com sugestões para melhorar os eventos. Ele comparou seu trabalho de casar lutas à função do piloto da Enterprise no seriado “Star Trek”, e, aposentado desde o início do ano, questionou aqueles que dizem que seu antigo emprego é “o melhor do mundo”. - Sério? Você sonha em demitir alguns dos seus melhores amigos? Lidar com inúmeras lesões de último minuto que arruinavam eventos e passar a maior parte do ano longe de casa e da sua família? (…) Hoje estou felizmente aposentado. Toda vez que uma grande luta cai, eu ligo pra eles e digo, “Sinto muito por vocês, e ainda bem que eu não tenho que resolver isso mais!” - discursou Silva. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/07/don-frye-rouba-cena-e-sakuraba-e-ovacionado-ao-entrar-no-hall-da-fama.html#canal-sportv
  12. Devastado. Assim se descreve Adam Braidwood, o boxeador que aplicou o nocaute fatal no ex-UFC Tim Hague. Em um vídeo postado em sua conta no Twitter, Braidwood falou sobre o ocorrido, e deixou claro que, na sua opinião, não houve culpados na morte de Hague. Para ele, o ocorrido uma fatalidade. - Não foi culpa de ninguém, muito menos do árbitro. Ele perguntou se Tim queria continuar lutando. Ele estava consciente, respondendo claramente ao que era perguntado. Eu vi o vídeo. Tim estava consciente, e disse que queria voltar a lutar. Essa é a verdade, não há nenhuma especulação sobre isso. Ele queria continuar lutando, e nós lutamos. Braidwood revelou ter sentido que algo grave havia acontecido assim que Hague caiu desacordado no ringue. O lutador lamenta ter festejado a vitória (clique aqui e veja o vídeo da luta), e revela que, em seguida, se ajoelhou e torceu para o rival mostrar alguma reação. - Eu sabia. Eu vi ainda no ringue. Eu vi a forma como ele caiu. Fiquei esperando de joelhos, torcendo para que Tim se mexesse após a minha comemoração idiota. As pessoas podem dizer o que quiserem, mas eu eu fiquei ali de joelhos, olhando, querendo que ele se movesse. Eu o levantei, porque sua equipe estava tendo dificuldades em fazê-lo. Eu o levei até o córner, e pude ver o seu rosto. Tim Hague perdeu os sentidos logo após ser nocauteado por Adam Braidwood (Reprodução/Youtube) O lutador mostrou-se revoltado com as críticas vindas de pessoas que, segundo ele, não lutam e não sabem do que estão falando. - O que essas pessoas sabem? Elas não lutam. Ele quis continuar lutando. Jornalistas, fãs, esse ou aquele... Eles não sabem do que estão falando. Eles querem dar opinião sobre o que estamos fazendo do alto de suas vidas vividas em country clubs? Tim queria continuar a luta. Esse era o trabalho dele. Se as pessoas querem falar sobre o boxe e sobre o que é a vida para mim, então venham ficar no meu lugar. Eu teria feito o mesmo que ele, e ele faria o mesmo comigo. Podem ter certeza. No fim, Braidwood lamentou a situação da família de Tim Hague e pediu que todos ajudem sua esposa e em especial seu filho, Brady, de apenas nove anos de idade. - É uma situação terrível para todos os envolvidos. Quero que o foco esteja totalmente em Tim e em sua família, especialmente seu filho. Eles são as vítimas de verdade. Façam o melhor possível por eles, e não por mim. Eu estou vivo. Uma campanha de arrecadação coletiva foi iniciada para ajudar nas despesas do funeral de Tim Hague. Em cerca de 24h, o valor de US$ 30 mil foi quase que totalmente arrecadado.
  13. A fama do kickboxer Gokhan Saki é devastadora. Ex-campeão dos pesos-meio-pesados do Glory, um dos maiores eventos de trocação do mundo, o holandês de origem turca foi o grande nove do kickboxing nos últimos anos. Com um cartel de 83 vitórias, 12 derrotas e uma luta sem resultado na carreira, Saki foi recentemente contratado pelo UFC e aguarda ansiosamente a marcação da sua primeira luta. Em entrevista ao programa "MMA Hour", o lutador disse não se importar com quem será seu adversário. Para ele, será apenas o primeiro de muitos a ser nocauteado até 2018, quando acredita que disputará o cinturão da categoria. Eu enfrento qualquer um. O maior, o menor, o mais pesado, com o mesmo peso que eu... Não estou nem aí. Só me preocupo comigo mesmo. Não quero saber dos outros lutadores. Mais cedo ou mais tarde vou nocauteá-los de qualquer maneira. A ordem das lutas não me preocupa. Eu sei o que posso fazer. Sei que, se eu quiser alguma coisa, vou me matar de trabalhar até conseguir. Agora, o que eu tenho em mente é que, daqui a um ano, nessa mesma data, estarei disputando o cinturão dos pesos-meio-pesados do UFC. Já estou pronto.Tendo enfrentado nomes como Badr Hari, Alexey Ignashov, Ray Sefo, Remy Bojansky, Tyrone Spong, Melvin Manhoef, Peter Aerts, Semmy Schilt, Rico Verhoeven e Alistair Overeem, Saki acredita que não foi valorizado pelo Glory após quebrar o recorde de bilheteria da organização algumas vezes, segundo ele.- Eu dominei o Glory. Dominei o kickboxing por alguns anos, mas, após me sagrar campeão, senti que ninguém me apoiou ou me ajudou a ir adiante. Quebrei todos os recordes de bilheteria e não recebi nem ao menos um "obrigado". Eu não estava mais feliz no Glory. Não há mais kickboxers da antiga. Por isso, não vejo mais desafios para mim. Decidi que, quando voltasse a lutar, teria que ser no maior palco do mundo. Na minha opinião, esse palco é o UFC, o maior e mais popular evento de lutas do mundo. O octógono é o palco perfeito para o meu retorno.Saki garante que sua estratégia no UFC será a mesma que apresentou nos eventos que disputou: lutar kickboxing e impor seu estilo aos adversários.- Vou lutar kickboxing no octógono. O kickboxing é a minha vida, e eu não mostro isso há dois anos. Estou ansioso para me apresentar de novo. Quando se está faminto, quando se quer aprender algo e se tem algo na cabeça em que se acredita de verdade, você vai conseguir. Eu provei o meu valor cem vezes, e vou provar novamente em breve. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/06/recem-contratado-pelo-ufc-gokhan-saki-planeja-disputar-titulo-em-um-ano.html
  14. O julgamento do lutador americano Josh Grispi, ex-UFC e WEC, acabou neste fim de semana. O atleta, que chegou a ser escalado para desafiar José Aldo em 2011, foi sentenciado a cinco anos e meio de encarceramento num instituto correcional, além de cinco anos de liberdade condicional, após ser julgado culpado num caso que envolveu violência doméstica, uso de drogas e posse de armas, de acordo com o site "Hingham Patch", com informações da Procuradoria Geral do condado de Plymouth, no estado de Massachussets, nos EUA. Grispi estava preso desde agosto de 2014, quando a polícia foi chamada duas vezes à sua casa em menos de uma semana por acusações de violência doméstica contra sua esposa, Kaitlyn. Um policial envolvido no caso declarou à imprensa local que era "o pior caso de violência doméstica que eu já vi". O lutador estava preso sem direito a fiança desde então. Josh Grispi, 28, já foi considerado uma promessa no MMA. Ele venceu 14 de suas primeiras 15 lutas, incluindo quatro no extinto WEC, e foi escalado como desafiante na primeira defesa de cinturão de José Aldo no UFC, marcada para 1º de janeiro de 2011. O brasileiro, contudo, se lesionou às vésperas do evento e foi substituído por Dustin Poirier, que o derrotou. Foi o início de uma sequência de quatro derrotas de Grispi, que não luta desde um revés contra Andy Ogle em fevereiro de 2013. http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/06/curtinha-josh-grispi-recebe-sentenca-em-caso-de-violencia-domestica.html
  15. O lutador canadense Tim Hague morreu na tarde deste domingo aos 34 anos de idade, de acordo com um comunicado publicado por sua família nas redes sociais. O atleta, que teve passagens pelo UFC, faleceu menos de 48 horas depois de sofrer um nocaute numa luta de boxe na última sexta-feira em Edmonton, no Canadá. Hague estava em condição crítica num hospital desde que enfrentou o ex-jogador de futebol americano Adam Braidwood no Shaw Conference Centre na sexta-feira. O peso-pesado recebeu diversos knockdowns em apenas dois rounds de luta, mas o árbitro não decretou o nocaute até que o lutador estivesse apagado. Segundo o jornal canadense "Edmonton Journal", Hague sofreu uma hemorragia cerebral. Veja o vídeo da luta. "É como incrível tristeza e dor no coração que informamos que Tim morreu hoje. Ele estava cercado por família, ouvindo suas músicas favoritas. Vamos sentir muita falta dele", diz o comunicado publicado por sua família nas redes sociais. Ainda de acordo com o "Edmonton Journal", a comissão atlética de Edmonton está conduzindo uma investigação sobre o caso e pediu relatos de todos os árbitros, juízes, médicos e inspetores que trabalharam na luta. Tim Hague é amparado pelo árbitro após cair nocauteado em luta de boxe (Foto: Reprodução/Youtube) Timothy Edward Lee Haghe (9 de maio de 1983 - 18 de junho de 2017) tinha 34 anos na ocasião de sua morte. Ex-professor do ensino primário em Alberta, no Canadá, o lutador começou sua carreira no MMA em 2006 e conquistou o cinturão peso-pesado do evento King of the Cage em sua quinta luta profissional. Ele chegou ao UFC em 2009, mas, em duas passagens pela companhia, obteve um cartel de apenas uma vitória e quatro derrotas - neste período, foi vítima do nocaute mais rápido da história da companhia, em 7s, contra Todd Duffee. Sua última luta de MMA foi em julho de 2016, uma derrota por nocaute técnico em 33s contra Michal Andryszak na Rússia. Seu cartel era de 21 vitórias e 13 derrotas. No boxe, Hague venceu uma luta em 2011 e perdeu duas em 2016 http://sportv.globo.com/site/combate/noticia/2017/06/ex-ufc-tim-hague-morre-aos-34-anos-apos-sofrer-nocaute-em-luta-de-boxe.html