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  1. Charles ‘do Bronx’ cobra entrada no top-10 e luta contra ranqueado: “É meu direito” Charles tem a maior sequência de vitórias desde que estreou no UFC – Felipe Paranhos Lutador do UFC desde 2010, Charles ‘do Bronx’ vive o seu melhor momento na organização. Do início do ano passado até agora, o peso-leve (70 kg) emendou cinco vitórias consecutivas, bateu o recorde de finalizações e conseguiu, no último sábado (18), contra Nik Lentz, seu primeiro nocaute em nove temporadas na liga. Este último feito, inclusive, motivou uma cobrança mais incisiva dentro do octógono por um oponente mais bem ranqueado. O pedido se justifica pelo fato de Charles estar no top-15 — mais precisamente na 15ª posição — e ter vencido cinco atletas de fora da listagem. Com a cabeça tranquila após o último triunfo, o lutador de 29 anos afirmou que não “exigiu” do UFC um adversário melhor, mas apenas pleiteou aquilo que julga ser seu direito. “Acho que eu mereço entrar no top-10. Eu estou vindo de cinco grandes lutas contra grandes nomes e nenhuma foi para a decisão. Nenhuma. Então, acho que eu mereço lutar contra um cara mais bem ranqueado. Não intimei (o Ultimate), nem nada. Apenas pedi aquilo que é meu direito como lutador: lutar com os caras que são os melhores”, falou, em entrevista exclusiva à Ag. Fight. Embora evite falar em ‘retribuição’ por parte da liga, ‘Do Bronx’ lembrou que já aceitou lutas com pouquíssimo tempo de preparação, a pedido do UFC. Por isso, pediu que seu próximo oponente tenha um bom desempenho recente, para que uma vitória possa alçá-lo às primeiras posições do ranking. “Eu entrei no UFC para lutar, não para ficar enrolando. para lutar com os melhores. Isso que eu pedi, isso que eu quero. Teve lutas que eu peguei no UFC com 12 dias, 13 dias, 20 dias. E algumas eu acabei pagando um preço alto pelo fato de ter pegado com pouco tempo, em cima. Outras, graças a Deus, eu consegui vencer. A única coisa que eu queria do UFC era que me dessem a oportunidade de enfrentar um cara ranqueado, vindo de vitória. Para mim, seria perfeito”, disse. O nocaute contra Nik Lentz reforçou a faceta ‘striker’ de Charles, que tem ficado cada vez mais clara em seus últimos confrontos. Diante de David Teymur, no UFC Fortaleza, ‘Do Bronx’ até levou um knockdown no primeiro round, mas dominou o sueco na trocação ao longo do resto do confronto, que terminou no início do segundo assalto. Segundo o brasileiro, a evolução é fruto de muita dedicação aos treinos, com pouquíssimo tempo de descanso após os combates. “As últimas cinco lutas mostram isso: minha evolução na parte de trocação, do muay thai. Mostra o quanto a gente está se dedicando. tudo é uma questão de treino e dedicação. Estou treinando e me dedicando, e não é pouco, é muito para isso. A luta contra o David, todo mundo falava que ele ia bater em mim em pé e eu tinha que ir para o jiu-jitsu, e quem viu a luta viu que eu bati nele em pé. Eu tô felizaço. O (treinador Diego) Lima tá me ajudando demais, a Chute Boxe está me ajudando demais”, afirmou. “Eu estou falando e ninguém está botando fé: eu chego em casa da luta, eu já estou voltando a treinar. Ah, machuquei o pé, beleza, estava mancando. Fiquei uma semana parado, até menos. Consigo pisar, já voltei a treinar”, completou. ‘Do Bronx’ fez sete combates nos últimos dois anos. A alta frequência com que entra no octógono é apontada por ele como um fator crucial em seu desenvolvimento como leve, categoria que adotou após não ter o pedido de voltar aos penas (66 kg) atendido pelo UFC, já que não bateu o peso repetidas vezes. O paulista afirmou que pretende lutar mais duas vezes até o fim de 2019. https://agfight.com.br/charles-do-bronx-cobra-entrada-no-top-10-e-luta-contra-ranqueado-e-meu-direito/
  2. Ultimate divulga pôster do UFC Greenville com Renato ‘Moicano’ e ‘Zumbi Coreano’ Apesar da última derrota, Renato ‘Moicano’ se manteve no top 5 da categoria – Felipe Paranhos A cerca de um mês para a realização do UFC Greenville, agendado para o dia 22 de junho, o Ultimate liberou em primeira mão nessa segunda-feira (20) o pôster oficial do evento (veja abaixo ou clique aqui). No ‘banner’ promocional estão em destaque os dois atletas que farão a luta principal do show na categoria dos pesos-penas (66 kg) – Renato ‘Moicano’ e Chan Sung Jung. Uma das principais promessas da divisão, o brasileiro tenta se recuperar da derrota sofrida para Jose Aldo no UFC Fortaleza, em fevereiro deste ano. A situação de seu próximo adversário é semelhante. ‘Zumbi Coreano’, como é conhecido, vem de derrota para Yair Rodriguez em um combate sangrento e enxerga em Renato a possibilidade de retornar à coluna das vitórias. Atual número 5 do ranking, Moicano tenta retomar a boa fase para continuar sua escalada rumo ao topo da divisão. Mas para isso, o brasileiro – conhecido por seu jogo estratégico e cerebral – terá que conter o ímpeto do resiliente Zumbi Coreano, que possui um poder de absorção de golpes acima de média. https://agfight.com.br/ultimate-divulga-poster-do-ufc-greenville-com-renato-moicano-e-zumbi-coreano/
  3. Aquecimento para Nate Diaz! Pettis enfrenta Masvidal em duelo de grappling Anthony Pettis encara Jorge Masvidal no grappling e Nate Diaz no MMA – Diego Ribas Anthony Pettis tem uma nova luta marcada. Mas — ao menos desta vez — não é porque Nate Diaz desistiu do combate do dia 17 de agosto, pelo UFC 241. Na verdade, ‘Showtime’ também vai enfrentar Jorge Masvidal, outro meio-médio (77 kg) do UFC, bem longe do octógono. Os dois vão medir forças em um duelo de grappling no dia 15 de junho. O confronto vai acontecer na cidade de Pensacola, no estado americano da Flórida, e terá renda revertida para uma fundação americana que combate o bullying nas escolas. De acordo com o site ‘MMA Fighting’, o evento também contará com uma luta do peso-médio (84 kg) Yoel Romero. Apesar da boa causa, os fãs de MMA vão torcer para que tudo dê certo no combate entre Masvidal e Pettis. Isso porque Jorge tem um confronto marcado para três semanas depois: ele vai enfrentar Ben Askren no UFC 239, dia 6 de julho. Tanto Pettis quanto ‘Gamebred’ vêm de vitórias no MMA. O ex-campeão dos leves (70 kg) estreou na categoria de cima nocauteando Stephen Thompson. Uma semana antes, Jorge nocauteou Darren Till em plena O2 Arena, em Londres (ING), calando milhares de torcedores de ‘The Gorilla’. https://agfight.com.br/aquecimento-para-nate-diaz-pettis-enfrenta-masvidal-em-duelo-de-grappling/
  4. Inspirado em Demian e ‘Do Bronx’, Gracie detalha preparação para disputar cinturão do Bellator Neiman Gracie está a menos de um mês da maior luta de sua carreira no MMA. No dia 14 de junho, o brasileiro encara Rory MacDonald, o atual campeão meio-médio (77 kg) do Bellator, na semifinal do Grand Prix da categoria. Em caso de vitória sobre o canadense, o especialista em jiu-jitsu enfrentará o compatriota Douglas Lima na final do torneio. Com foco apenas em Rory, Neiman elogiou o campeão, mas destacou que caso a luta vá para o solo terá uma vantagem sobre o canadense. Cauteloso, no entanto, o membro da família Gracie projetou, durante conversa exclusiva com a reportagem da Ag Fight, um confronto longo pela frente e destacou que pretende se espelhar no último adversário de MacDonald – Jon Fitch, que conseguiu anular o jogo do campeão e empatou por pontos o duelo. “Com certeza (maior desafio da carreira). Estou super animado, luta pelo cinturão, né? Não tinha como ser diferente. Acho que vai ser uma luta bem dura porque meu oponente é um cara bem completo. Mas no chão estou um nível acima de todos os outros, então se eu levar para o chão tenho chances de vencer. Espero que ela (luta) acabe por finalização no quarto round com uma ‘mata-leão’ pelas costas. Vou ter que cansar esse bicho um pouco antes para poder pegar”, destacou Neiman, antes de detalhar sua estratégia. “A maioria das minhas lutas foi assim. Lutei com caras que nunca tinham sido finalizados e eram bom ‘strikers’. Mas como eu disse, o meu jiu-jitsu é diferenciado, então se eu colocar para baixo tenho grandes chances de finalizar lá. Vi a última luta dele contra o Jon Fitch, que é um cara que tem um jogo parecido com o meu. Então acho que esse jogo de pressionar ele na grade e tentar derrubar vai ser uma boa estratégia”, completou o brasileiro. Apesar de atuar pelo Bellator, Neiman se espelha em atletas do Ultimate. Craque na ‘arte suave’, o meio-médio procura acompanhar, como não poderia deixar de ser, lutadores que possuem um estilo semelhante ao seu. Demian Maia, um dos maiores representantes do jiu-jitsu no MMA, é um exemplo dessa lista, com quem o Gracie chegou inclusive a treinar e pedir dicas pessoalmente. “O Demian é com certeza uma das referências que a gente tem, já tive a oportunidade de treinar com ele. Toda vez que vejo eu perturbo muito ele, fazendo mil perguntas, porque me espelho muito nele. Me espelho mais no pessoal que procura o grapping na luta, no Demian, no Khabib, no Charles ‘Do Bronx’, quem busca a luta agarrada mesmo, porque gosto muito de ver esse pessoal lutando”, opinou e membro da família Gracie, em conversa com a Ag Fight. A luta entre Neiman e MacDonald será a co-principal do card de número 222 do Bellator, com sede em Nova York (EUA). O combate principal também envolve brasileiro e será disputado na categoria dos meio-pesados (93 kg) – Lyoto Machida mede forças com o veterano americano Chael Sonnen. https://agfight.com.br/inspirado-em-demian-e-do-bronx-gracie-detalha-preparacao-para-disputar-cinturao-do-bellator/
  5. UFC confirma evento na China para agosto deste ano O UFC voltará à China no dia 31 de agosto para promover o terceiro evento da organização no país. A informação foi divulgada nesse domingo (19), por meio de um dos perfis oficiais da companhia no Twitter (veja abaixo ou clique aqui). Apesar da confirmação da data, o Ultimate ainda não revelou quais atletas farão parte do card do show. O primeiro evento promovido pelo UFC no país asiático ocorreu em Xangai, em novembro de 2017. Na ocasião, Michael Bisping substituiu Anderson Silva de última hora no duelo contra contra Kelvin Gastelum, após o brasileiro ter sido flagrado em exame antidoping. Alguns meses depois de ser nocauteado no primeiro round, o inglês anunciou a aposentadoria dos octógonos. Já o segundo UFC China ocorreu em novembro de 2018, quando Francis Ngannou derrotou Curtis Blaydes por decisão unânime na capital chinesa, Pequim. E, conforme a publicação nas rede sociais da organização, o terceiro evento no país será promovido em Shenzhen, uma das maiores e mais importantes cidades da China. https://agfight.com.br/ufc-confirma-evento-na-china-para-agosto-deste-ano/
  6. Dos Anjos relata pressão por vitória no UFC: “Tirei um grande peso das costas” O brasileiro Rafael dos Anjos é ex-campeão dos pesos-leves (70 kg) do Ultimate – Diego Ribas Antes do triunfo do último sábado (18), no UFC Rochester, a última vez em que Rafael dos Anjos teve a mão levantada pelo juiz havia sido em 2017, quando derrotou Robbie Lawler. Desde então, o brasileiro amargou dois reveses consecutivos, o que o deixou em uma situação desconfortável no Ultimate. Por isso, após a vitória sobre Kevin Lee, o meio-médio (77 kg) fluminense garantiu que tirou um peso das costas. Em entrevista à emissora ESPN, o ex-campeão dos leves (70 kg) recordou que em sua estreia no UFC, em 2008, ele também havia amargado duas derrotas consecutivas – contra Jeremy Stephens e Tyson Griffin. Além disso, relembrou que também sucumbiu diante de Eddie Alvarez e Tony Ferguson antes de migrar para os meio-médios, em 2017. Mas, apesar de já ter vivenciado esse tipo de situação no Ultimate, ele se sentia pressionado a vencer. “Na minha estreia no UFC, perdi duas seguidas. Antes de eu mudar de categoria, perdi duas seguidas. E não vou mentir para vocês: eu estava sob muita pressão. Mas é bom estar de volta no caminho das vitórias. Eu precisava disso. Minha última vitória dentro do octógono foi há 18 meses, contra Robbie Lawler, em dezembro de 2017. Eu me sinto ótimo, tirei um grande peso das minhas costas”, ressaltou. Dos Anjos chegou à 29ª vitória em 40 lutas após derrotar Lee – e não quer parar por aí. Aos 34 anos, ele sonha com o seu segundo cinturão do UFC, desta vez na categoria dos meio-médios. E, ainda que a disputa do título possa parecer um sonho distante neste momento, o brasileiro destaca que utiliza tal meta como motivação para suportar a dura rotina de treinamentos. “Eu quero ser campeão um dia e, se eu não acreditar que serei campeão, paro de lutar. Desisto do esporte. Ainda acredito que posso fazer isso e vou trabalhar. Estou trabalhando duro nisso”, concluiu. Terceiro colocado no ranking dos meio-médios, Rafael conquistou uma vitória que, embora provavelmente não vá fazê-lo ganhar posições, ao menos o mantém na briga e sem correr riscos de cair na lista. Acima do brasileiro, estão Colby Covington — que o derrotou em 2018 —, Tyron Woodley e o campeão da categoria, Kamaru Usman. https://agfight.com.br/dos-anjos-relata-pressao-por-vitoria-no-ufc-tirei-um-grande-peso-das-costas/
  7. Brasileiro explica como falta de desidratação o ajudou a nocautear Sage Northcutt; entenda O nome de Cosmo Alexandre rodou o mundo após ele nocautear o ex-lutador do UFC Sage Northcutt em apenas 29 segundos, logo na estreia do americano no ONE Championship (liga asiática de MMA). Com um certeiro cruzado de direita, o brasileiro – que também fazia a sua primeira luta pelo evento – não só levou ‘Super’ à lona, como também provocou múltiplas fraturas no rosto do rival. E, ao ser questionado sobre a potência do golpe, o especialista em kickboxing explicou que o fato de não desidratar para a pesagem do evento o ajudou a conservar a sua força. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, Cosmo explicou como funcionam as regras durante o processo de pesagem do torneio sediado em Cingapura. Diferentemente do que ocorre em organizações como o UFC, na liga asiática o atleta se pesa mais de uma vez na semana da luta e é proibido de desidratar o corpo para burlar a balança. Deste modo, o meio-médio (84 kg) – as categorias de peso do ONE Championship também são diferentes das do Ultimate – apontou que isso pode ter contribuído para o seu desempenho no duelo contra Sage. “No ONE, você não pode desidratar. (…) Você pesa dois dias seguidos e faz teste de hidratação nos dois dias. Se você não passa no teste de hidratação, você não luta. Todo mundo luta com o peso que anda normalmente nos treinos. Então, não perdi a força e a potência dos treinos, e isso deu um ‘up’. Infelizmente, tiveram essas fraturas, essa cirurgia de nove horas pela qual ele passou. Ninguém gosta disso, eu odeio ver adversário meu saindo assim, mas, infelizmente, às vezes acontece. Espero que ele se recupere bem e volte a lutar logo”, projetou. Apesar do nome pouco conhecido pelo público brasileiro, Cosmo já teve uma boa passagem pela segunda maior liga de MMA do planeta, o Bellator. Entre os anos de 2011 e 2012, o paulista emendou a sequência de cinco vitórias, o que poderia credenciá-lo a conquistar uma vaga no UFC. No entanto, um desentendimento com Bjorn Rebney, ex-presidente da organização pela qual competia, fez com que a sua carreira nas artes marciais mistas tomasse outro rumo. “Eu, como muitos outros lutadores, tive problemas com o ex-presidente do Bellator, o Bjorn. Ele não cumpriu com algumas coisas que havia falado para mim e resolvi sair. E essa saída não foi tão tranquila, porque tive que assinar um contrato que falava que eu não poderia lutar no UFC por 14 meses se saísse de lá. Porque eles estavam com medo disso, de eu sair e ir para o UFC, até porque eu estava com um cartel bom. Então, eu tive que assinar esse contrato para sair”, revelou à Ag. Fight. Após rescindir com o Bellator, o brasileiro ficou um tempo afastado do MMA e só competiu outras duas vezes na modalidade – em 2014 e 2016, em ligas menores – antes de enfrentar Northcutt. Deste modo, o tempo passou e ele não repetiu as conquistas de outrora do kickboxing e muay thai nas artes marciais mistas. E hoje, aos 37 anos e próximo ao fim da carreira, o seu foco é fazer um ‘pé de meia’ antes de se aposentar. “Não tenho nada de especial na minha cabeça para fazer em relação ao ONE. Tenho mais três lutas no meu contrato, estou com 37 anos… Estou pensando agora em fazer dinheiro. Quero fazer uma grana, e já, já eu me aposento. Vamos ver como vai ser o final dessas três lutas aí, e, de repente, se renovar por um valor legal, que valha a pena para mim, beleza. Se não, não renovo mais. Porque tem que botar tudo no papel. São quase 30 horas de viagem para a Ásia, fuso horário… É uma bagunça. Então tem que valer a pena”, explicou. Especialista na trocação, Cosmo Alexandre ajudou Anderson Silva durante a preparação do ex-campeão do UFC para sua luta realizada em fevereiro deste ano, na Austrália. Apesar da longa experiência no kickboxing e muay thai, o atleta do ONE possui apenas nove combates em seu cartel profissional no MMA, em que contabiliza oito vitórias e apenas uma derrota. https://agfight.com.br/brasileiro-explica-como-falta-de-desidratacao-o-ajudou-a-nocautear-sage-northcutt-entenda/
  8. Alex Pereira mantém cinturão do Glory após joelhada voadora incrível; veja Nessa sexta-feira (17), Alex Pereira mostrou porque é o atual campeão peso-médio (84 kg) do Glory. No card de número 65 do evento de kickboxing, sediado na Holanda, o brasileiro não tomou conhecimento de Jason Wilnis e liquidou a fatura ainda no primeiro assalto da luta. E não poderia ser de maneira mais plástica. ‘Poaran’, como é conhecido, nocauteou seu rival com uma linda joelhada voadora (veja abaixo ou clique aqui). Logo no início da disputa, o catarinense aplicou um chute alto em cheio no rosto de Jason – que foi ao chão. Após os protocolares 10 segundos para se recompor, o americano retornou ao combate, mas nem teve tempo de reagir. Afinal de contas, assim que o confronto foi reiniciado, Alex emendou uma joelhada voadora que pegou no queixo de seu rival e liquidou a disputa. O triunfo marcou a quarta defesa de cinturão bem-sucedida do brasileiro. E, após nocautear seu rival em menos de dois minutos, Alex já deve estar apto, ao menos do ponto de vista físico, a colocar seu título à prova novamente em breve. https://agfight.com.br/alex-pereira-mantem-cinturao-do-glory-apos-joelhada-voadora-incrivel-veja/
  9. Rafael dos Anjos finaliza, faz as pazes com a vitória e comanda goleada brasileira no UFC Ex-campeão dos pesos-leves (70 kg) do UFC, Rafael dos Anjos retornou ao octógono neste sábado (18) disposto a fazer as pazes com as vitórias. E para isso, o brasileiro encarou o pior estilo de adversário para ele – ao menos na teoria. Forte, explosivo e especialista em wrestling, Kevin Lee trazia na bagagem as características dos dois últimos atletas a vencerem RDA no evento. No entanto, o desafio foi além da conta para o americano. Apesar de começar o combate melhor, quando acertou mais golpes em linha reta em pé e colocou o brasileiro contra as grades, Lee não suportou o ritmo do confronto. Sem parar de trocar golpes, os lutadores alternaram tentativas de quedas, chutes, clinches e muitos socos, dinâmica que minou o preparo físico do americano, que fazia sua primeira apresentação na categoria dos meio-médios (77 kg). Com o passar dos rounds, a troca de posições ficava mais intensa e demorava cada vez mais para que Lee retomasse uma posição de vantagem. Assim, no quarto round, uma simples tentativa de queda após troca franca de golpes foi capaz para deixar o americano sem resistência, a ponto de deixar a montada fácil para o rival. Faixa preta de jiu-jitsu, RDA aproveitou o momento, golpeou por cima e aproveitou a tentativa de defesa de Lee para encaixar um katagatame e finalizar o oponente e voltar a colocar seu nome na lista dos principais nomes da categoria. Com o resultados, os atletas brasileiros voltaram para casa com cinco vitórias nas seis lutas disputadas. Peso-médio (84 kg), ‘Cara de Sapato’ foi superado por Ian Heinisch e anotou o único ponto negativo para o país neste sábado. Confira os resultados do UFC Rochester: Rafael dos Anjos finalizou Kevin Lee no 4º round; Ian Heinisch venceu Antônio ‘Cara de Sapato’ por decisão unânime; Felicia Spencer finalizou Megan Anderson no 1º round; Vicente Luque nocauteou Derrick Krantz no 1º round; Charles ‘Do Bronx’ nocauteou Nik Lentz no 2º round; Davi Ramos venceu Austin Hubbard por decisão unânime; Aspen Ladd venceu Sijara Eubanks por decisão unânime; Desmond Green venceu Charles Jourdain por decisão unânime; Michel ‘Demolidor’ Pereira nocauteou Danny Roberts no 1º round; Grant Dawson finalizou Michael Trizano no 2º round; Ed Herman nocauteou Patrick Cummins no 1º round; Zak Cummings finalizou Trevin Giles no 3º round; Julio Arce nocauteou Julian Erosa no 3º round; https://agfight.com.br/rafael-dos-anjos-finaliza-faz-as-pazes-com-a-vitoria-e-comanda-goleada-brasileira-no-ufc/
  10. ‘Performance da noite’! Michel ‘Demolidor’ fatura R$ 200 mil em estreia no UFC Michel ‘Demolidor’ mostrou a que veio em sua primeira aparição no octógono do UFC. Sem perder tempo, o brasileiro nocauteou Danny Roberts logo no 1º round e garantiu o prêmio de ‘Performance da Noite’ no valor de 50 mil dólares (R$ 200 mil). O anúncio, feito logo após o final do evento, comprova a moral dada pela torcida com a atuação do brasileiro. Joelhadas voadoras, cambalhotas, chutes altos e muita criatividade nos ataques contagiaram os presentes, que vibraram com o nocaute conquistado. A mesma quantia foi destinada para Grant Dawson, que finalizou Michael Trizano no 2º round, e Aspen Ladd e Sijara Eubanks, que protagonizaram, de acordo com os promotores do show, a melhor luta da noite, que foi vencida por decisão unânime por Aspen. https://agfight.com.br/performance-da-noite-michel-demolidor-fatura-r-200-mil-em-estreia-no-ufc/
  11. Cris ‘Cyborg’ aceita ‘desafio’ de lutadora canadense e mira confronto para julho Felicia Spencer estreou com sucesso no octógono do UFC. Em duelo realizado no último sábado (18), a canadense de 28 anos finalizou a favorita Megan Anderson no 1º round e garantiu destaque inesperado para a ocasião. E com tanta visibilidade, a atleta tratou de mostrar que está disposta a dar passos ainda mais largos. Em entrevista ao canal canadense TSN após o triunfo, Felicia respondeu sobre uma possível chance de encarar a brasileira Cris ‘Cyborg’ de forma positiva, sinalizando que “seria uma honra” enfrentar a veterana, que ainda negocia os termos para a renovação de seu contrato com a organização. Quase que automaticamente, a ex-campeã peso-pena (66 kg) do UFC usou suas redes sociais para aceitar o “desafio” da rival e propor uma data interessante para a realização do confronto: 27 de julho, no show que marca o retorno da franquia ao Canadá. “Lutei uma vez no UFC nos últimos 15 meses. Desafio aceito”, afirmou Cris, em tom irônico que deixa clara a falta de paciência da atleta com a demora do evento em negociar novos confrontos para ela. https://agfight.com.br/cris-cyborg-aceita-desafio-de-lutadora-canadense-e-mira-confronto-para-julho/
  12. Deontay Wilder nocauteia no 1º round, mantém cinturão da WBC e pede por superlutas Grande nome da renovação do pugilismo americano, o peso-pesado Deontay Wilder voltou a dar show no último sábado (18), quando nocauteou o desafiante Dominic Breazeale logo no primeiro round e manteve o cinturão do Conselho Mundial de Boxe (WBC). Com o triunfo no card realizado em Nova York (EUA), o atleta de 33 anos voltou a ser questionado sobre a possibilidade de dar a revanche para Tyson Fury, atleta com quem empatou em dezembro passado e que assim como ele segue invicto na carreira. Além disso, Anthony Joshua, campeão da WBA, WBO, IBF e IBO, encara Andy Ruiz em junho e, caso vença e mantenha a invencibilidade, também vê seu nome cruzar com o de Deontay para uma possível unificação de todos os mais importantes cinturões mundiais. Sem perder a calma, o campeão garantiu que irá enfrentar todos os rivais. “Eu entendo o que Fury disse. Quando você cai daquele jeito, você precisa se recompor. Mas a revanche vai acontecer, assim como todas essas outras lutas vão acontecer. É bom porque todas elas estão em discussão, e todas vão acontecer. Só preciso de paciência”, declarou, ainda no ringue. https://agfight.com.br/deontay-wilder-nocauteia-no-1o-round-mantem-cinturao-da-wbc-e-pede-por-superlutas/
  13. Virou pessoal! Kamaru Usman admite motivação extra para enfrentar Colby Covington Usman pretende se tornar um campeão ativo durante seu reinado no UFC – Gaspar Bruno Colby Covington é um descendente da linhagem provocadora de Conor McGregor. E, assim como o astro irlandês, o americano por vezes ultrapassa certos limites ao fazer declarações polêmicas. Justamente por esse motivo, Kamaru Usman – campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC – garantiu que, caso venha a enfrentar ‘Chaos’, terá uma motivação extra dentro do octógono. Covington normalmente provoca seus próximos adversários, mas costuma ir além. O falastrão americano, inclusive, já fez declarações ofensivas com relação ao Brasil que mancharam sua imagem no país. E Usman, durante sua passagem pelo Rio de Janeiro para o card de número 237, afirmou que vai dedicar sua possível vitória diante de Colby aos brasileiros – o nigeriano, inclusive, é casado com uma. “Sim (envolve questão pessoal). Existe uma certa linha – estamos todos no entretenimento no final das contas – mas existe essa barreira que você não pode cruzar, porque você também é um ser humano. E ele passou desse limite algumas vezes tentando dar show. É claro que vou ter uma motivação extra: quando eu bater nele, vou dar um gás a mais pelos brasileiros, africanos, muçulmanos, por todos”, admitiu Usman, antes de explicar o histórico entre os dois. “Quero lutar com o Colby, porque já é um desejo meu de três anos. Em várias oportunidades, me ofereceram essa luta, pelo menos umas 4 ou 5 vezes, e eu aceitei todas. Foi ele quem recusou, mas agora não tem mais para onde correr. A desculpa dele antes era: ‘Estou perseguindo o título’. O título está aqui agora. E aí? Se eles fizerem essa luta, ótimo. Mas se não fizerem também, paciência. Ele fez dele mesmo o vilão, e eu amo isso”, completou o nigeriano. No entanto, os fãs ansiosos para assistirem esse confronto repleto de rivalidade terão que esperar. Afinal de contas, Usman se recupera de uma operação realizada após seu último combate, em março deste ano. ‘The Nigerian Nightmare’, como é conhecido, ainda não voltou a treinar normalmente, mas planeja voltar aos octógonos ainda nesta temporada. “Claro que essa é a luta que eu e todos querem, mas ainda falta acertar algumas coisas. Primeiro e mais importante é a minha saúde. Passei por uma grande cirurgia após a minha última luta, então quero focar até eu poder voltar a treinar na academia normalmente. Não poder treinar está me matando. Quero voltar logo. A coisa mais importante é voltar a lutar para ser o campeão ativo que sempre quis ser. Devo estar apto para voltar a treinar dentro de alguns meses. Então, no final do ano, com certeza devo lutar”, concluiu Kamaru, durante entrevista coletiva nos bastidores do UFC 237, que contou com a presença da reportagem da Ag Fight. https://agfight.com.br/virou-pessoal-kamaru-usman-admite-motivacao-extra-para-enfrentar-colby-covington/
  14. Satisfeito com Brave e vida de treinador, ‘Mineiro’ revela que negou convite para voltar ao UFC ‘Mineiro’ hoje é lutador, treinador e empresário ao mesmo tempo – Felipe Paranhos De maneira geral, o UFC é encarado como o panteão do MMA: todos querem chegar lá, a fim de alcançarem o topo da modalidade no mundo. Da mesma forma, quem está longe do octógono quase sempre busca retornar, em tentativas de reconstruir a carreira que nem sempre dão certo. Lucas ‘Mineiro’ foi na contramão deste grupo e não tem do que reclamar. Desligado da maior liga de artes marciais mistas do planeta em 2016, após o fim de seu contrato, o atleta de 30 anos mudou de vida e, conforme revelou à Ag. Fight, negou um convite do Ultimate para retornar. Entre 2016 e 2018, ‘Mineiro’ emendou quatro vitórias e conquistou o título interino dos leves no Brave CF, principal organização de MMA no Oriente Médio. O atleta também abriu a sua própria academia, a Capital da Luta, em parceria com o empresário Alexandre Correa e o preparador físico Caio Franco. Além disso, como líder da equipe, trabalha mais próximo do dia a dia dos atletas, inclusive acompanhando-os em eventos, como fez com a peso-mosca (57 kg) Luana ‘Dread’ no UFC 237. Segundo ele, todo esse contexto o fez recusar o convite para retornar ao octógono. “Quando eu saí do UFC, saí com vitória. Foi uma não renovação. Era uma época difícil dos brasileiros no UFC, mas consegui me restabelecer, me motivar novamente. Voltei para as vitórias, fiz mais quatro vitórias depois do UFC, me tornei campeão no Brave… Com certeza tem outra vida fora do UFC. Todo mundo me fala que sou referência para os atletas do Brasil em relação a viver fora do mundo do UFC. Hoje eu vivo um mundo diferente como empresário, também, tenho vários atletas, a Luana… Tenho uma academia que tem apenas um ano e meio e estou fazendo coisas que grandes mestres não conseguiram fazer. Consigo passar para eles um pouco da minha experiência dentro do octógono”, falou. “Tive uma proposta para lutar ano passado no UFC São Paulo. Mas graças a Deus hoje eu tenho muitos patrocinadores que estão comigo, e financeiramente para mim não seria tão legal. Hoje eu não luto mais por dinheiro, estou estabilizado. E onde eu estou no momento está bom. Minha meta é fazer meus atletas passarem do que eu já fiz. Se eu tiver uma oportunidade ou outra de lutar no UFC, posso lutar, mas estou feliz onde estou. Já realizei grandes sonhos. Sei que não iria ser campeão do UFC um dia, tem muitos atletas muito bons ali, tenho minha cabeça tranquila em relação a isso”, declarou, em um momento de sinceridade e autoavaliação raras entre atletas de MMA. Como ainda continua lutando profissionalmente, Lucas precisa dividir seu tempo entre as funções de treinador, de sócio da equipe e de atleta. “Antigamente eu só tinha que treinar, comer e dormir. Hoje eu treino, como, durmo e cuido de mais 30 atletas. meu telefone não para. É uma motivação grande. é muito difícil ser head coach, empresário e ser atleta. A maioria deles está fora de atividade, só vive por isso. Eu não. Ainda tenho quatro treinos por dia, faço dieta, vou lutar agora novamente”, afirmou. Aos 30 anos, Lucas tem 24 combates de artes marciais mistas, com 20 triunfos e quatro derrotas. Seu último compromisso foi em novembro do ano passado, quando perdeu por nocaute técnico, por causa de uma lesão na perna, o confronto contra Abdul-Kareem Al-Selwady — que posteriormente perderia o título para outro brasileiro: Luan ‘Miau’. https://agfight.com.br/satisfeito-com-brave-e-vida-de-treinador-mineiro-revela-que-negou-convite-para-voltar-ao-ufc/
  15. Antigo rival, Michael Bisping recomenda aposentadoria a Anderson Silva Anderson Silva machucou o joelho e perdeu para Cannonier – Leandro Bernardes Anderson Silva tem 44 anos e metade deles foram dedicados à carreira de lutador profissional de MMA. No último sábado (11), contra Jared Cannonier, ele fez o seu 45º combate, que terminou de maneira anticlimax: o ‘Spider’ sentiu uma lesão no joelho e foi obrigado a abandonar a disputa, sofrendo assim a sexta derrota nos últimos oito compromissos. A inusitada situação foi alvo de uma análise de Michael Bisping, comentarista da emissora americana ‘ESPN’ e ex-rival do brasileiro no octógono. De acordo com ‘The Count’, chegou a hora da aposentadoria do brasileiro. Bisping destacou o fato de que a insistente extensão da carreira do ‘Spider’ gera questionamentos por parte de fãs e analistas de MMA. Presente no UFC desde 2006, Anderson foi campeão por sete anos, mas, depois de perder o título para Chris Weidman, em 2013, ele adicionou apenas uma vitória em seu cartel. Segundo Michael, estes são motivos suficientes para que o brasileiro dê adeus ao octógono – embora Silva não pense da mesma maneira. “Anderson Silva é uma verdadeira lenda do esporte. Ele deu muito, foi campeão por muito tempo, mas ele tem 44 anos. Muitas pessoas se perguntaram: ‘Por que ele ainda está lutando?’ Acho que, nesta noite, embora ele tenha parecido ok, a luta obviamente acabou. Ele recebeu um chute por dentro e acho que estourou o seu ligamento cruzado anterior. Não acho que veremos Anderson Silva lutar novamente. Ele certamente não precisa disso. O tempo de ser pai já o alcançou. Com o maior respeito, Anderson Silva precisa se aposentar. Ele já deu muito a este esporte, e não precisa dar mais. Aproveite a aposentadoria”, disse, durante a transmissão pós-show do canal americano. A única vitória que consta no cartel do brasileiro desde 2013, inclusive, foi bastante controversa. Em um duelo morno contra Derek Brunson, Anderson venceu por decisão unânime. Neste período, há momentos de destaque, como o golpe que abalou Daniel Cormier no UFC 200 ou a boa atuação diante de Israel Adesanya em fevereiro, mas o brilho efêmero não impediu os constantes reveses. https://agfight.com.br/antigo-rival-michael-bisping-recomenda-aposentadoria-a-anderson-silva/