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Sobre Lucão,

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  1. Lucão,

    Evan Dunham anuncia aposentadoria

    Guerreiro!!!
  2. So lembro dele sendo nocauteado pelo Thiago silva kkkkk
  3. Sei que já tem um post com o mesmo contexto, mas esta ai a entrevista completa. Achei bem bacana o posicionamento do Aldo quanto ao final da sua carreira, que feche com chave de ouro.
  4. Aldo diz que pode lutar no card de Toronto e cogita super luta no peso-leve Ex-campeão tem Brian Ortega como alvo, mas não descarta subir de categoria caso apareça a oportunidade Por Ana Hissa e Raphael Marinho, Rio de Janeiro 10/08/2018 08h00 Atualizado há 1 hora José Aldo deixou claro desde antes de seu confronto contra Jeremy Stephens, dia 28 de julho, que gostaria de cumprir as lutas restantes de seu contrato com o Ultimate o mais rápido possível. Com o nocaute no americano no primeiro assalto, o brasileiro pretende fazer seu próximo compromisso - dos três restantes - o mais rápido possível e disse ter ouvido de Dana White que o plano é que ele seja escalado no UFC 231, 8 de dezembro, em Toronto (CAN). - A gente já está pedindo, quero lutar até o fim do ano mais uma vez. Ano que vem faço mais duas e vamos ver o que vai acontecer. O Dana falou que eu talvez lute 8 de dezembro, no Canadá. Até bom porque lá é só 15% das taxas e isso ajuda bastante - afirmou, em entrevista ao Combate.com. José Aldo não descarta a possibilidade de lutar no peso-leve em um futuro próximo (Foto: Raphael Marinho) A mira de José Aldo está apontada para Brian Ortega, número 1 do ranking no peso-pena (até 66kg), uma posição acima da sua. Entretanto, caso não seja possível, já que o americano é o desafiante natural ao cinturão linear caso Max Holloway retorne ao MMA sem a necessidade de criação de um cinturão interino, o atleta da Nova União não descarta duelos contra Renato Moicano, quarto da categoria, ou uma super luta entre os leves. Confira a entrevista completa por tópicos: CHORO PÓS-LUTA - Foi um acúmulo de emoção. A gente vinha passando por uma fase que não era muito boa, vinha de duas derrotas, tinha pressão de vencer, mas não por mim, mais pelos amigos, pela família e pela minha filha, que tinha peso fundamental. Eu queria que ela visse, porque quando ganhei do Frankie Edgar ela era muito pequena, não tinha muita noção, hoje em dia ela tem, fala com os amigos, então acho que foi muito mais pressão por eles do que por mim mesmo. TIROU PESO DAS COSTAS? - Um peso não, mil pesos. Peso qualquer um carrega. O peso estava grande, a pressão também, não só nossa, mas dos fãs, da mídia, muita gente falando para eu me aposentar, que eu não era mais o mesmo, então pude mostrar que a gente ainda está na ativa e tem muita coisa ainda para fazer. ESTRATÉGIA CONTRA STEPHENS - O plano era ficar bem longe dele, fugir um pouco das mãos, porque ele tem mão pesada. E tentar dar uns botes na perna, colocar a luta no solo, assim desgastar os braços dele para, quando voltasse em pé, a gente ficar mais a vontade. Principal meta era tentar me controlar um pouco e não partir para a troca franca porque assim dava chance para ele também, a luta ficava 50-50. Logo no começo fiz a estratégia bem, dando chutes, fintas, até que ele me encurralou na grade e só tive que ir para cima o tempo todo José Aldo nocauteou Jeremy Stephens no primeiro round no UFC Calgary (Foto: Jeff Bottari/Zuffa LLC / Getty Images) PRESSÃO DE STEPHENS ANTES DE NOCAUTEAR - Acho que fui passar por baixo do braço dele, bati na grade. Ali ele abriu uma sequência e na minha cabeça ninguém explode mais do que 20 segundos. Estava esperando, bem na hora que fui tentar olhar, ele me acertou um bom upper. Ali senti o golpe, pegou no queixo, mas pensei: "Ah, agora não tem como, agora vou partir pra cima, me abrir mais". Fui para cima e falei: "Agora um dos dois vai cair". A estratégia fugiu totalmente, foi mais no coração, mas consegui conectar bons golpes e pude acabar a luta. REAÇÃO PARA O NOCAUTE - Aquele momento era o certo porque ele teve a explosão dele, precisava dar um giro para recuperar o fôlego e não deixei ele respirar. Sabia que ele estava ofegante pelo olhar e pela respiração dele. TROCAÇÃO FRANCA CONTRA STEPHENS - Foi coração de lutador. Quando o lutador é pressionado, se ele tiver um meio para escapar, vai partir para a troca franca. Não foi fugir da estratégia, foi o fato de o meu coração falar isso. Até antes todo mundo conversou comigo sobre isso, se ele chegasse mais, como eu ia reagir. Não tem como, minha reação é essa, toda vez que alguém tenta me encurralar eu vou para cima. E é sorte um pouco, loteria, porque qualquer um dos dois podia tomar um golpe. CHUTES NAS PERNAS - Chutei bastante, as pernas funcionaram bastante. minha esquerdinha está mais ativa, dei um frontalzinho, um "passa pé", acho que dei uns três ou quatro chutes se não me engano, mas uma coisa é o atleta vir te pressionando e você chutar, você se abre muito. Eu tinha que obrigá-lo a andar para trás e assim eu combinar e chutar, mas acho que tive bons chutes e foi bem do jeito que eu imaginava a luta. TREINO DO GOLPE NA LINHA DE CINTURA - Geralmente é aquilo que a gente faz no treino. A gente treina bastante. Eu, por exemplo, treino a posição mil vezes até memorizar, repito exaustivamente. Ali foi mérito do Dedé, ele pediu linha de cintura, ele fazia isso na academia, toda vez que alguém me abafava na academia, ele pedia para bater na barriga. Ele pediu, eu lembrei e pude conectar um bom golpe. COMEMORAÇÃO DA VITÓRIA NO OCTÓGONO - Foi o combo completo. A gente saiu do octógono, pulou, invadiu, foi uma emoção muito grande, nós sabíamos que era uma pressão muito grande, mas foi tranquilo, UFC não teve problema nenhum com isso. Comemoração de José Aldo foi inspirada em jogo de vídeo game (Foto: Jeff Bottari/Getty Images) INSPIRAÇÃO NOS GAMES - Sou viciado nos jogos, desde criança tenho vício de video game e pude fazer pelo fato de que sempre estou jogando. Tentei imitar. Tinha outra coisa pra fazer, mas na hora veio essa. Vou guardar para as próximas com certeza. LUTA QUE MAIS SE EMOCIONOU? - Acho que não. Tem dois pesos diferentes. O título é uma alegria, você realiza um sonho. Você sempre sonha e almeja chegar no título. Quando consegue, você fica emocionado por todo o caminho até aquele dia. Esse peso pode ser maior porque é um desafio a mais, tanto da minha pessoa, como de todo mundo da academia. A academia está de volta no cenário e para mim é a melhor. Esse peso é bem diferente e melhor. VITÓRIA POR NOCAUTE APÓS CINCO ANOS - P***... Coisa linda né? Meu Deus do céu. Estava esperando por isso faz tempo, a gente vinha fazendo lutas bastante difíceis pelo fato de que quando você é o campeão, você vira um alvo, é bem estudado, mas fiz tudo aquilo que eu queria. PRESENTE PARA A FILHA JOANA, DE SEIS ANOS - Logo depois da luta a gente fez um vídeo com ela, ela pulando e gritando que o papai ganhou. Felicidade muito grande, queria dar de presente para ela porque no outro dia era aniversário dela e a gente pôde vencer e dar esse presente especial. CINTURÃO INTERINO POSSÍVEL DUELO COM RENATO MOICANO - Quero lutar com os melhores. Se ele for o próximo, não vejo problema nenhum. Ele vai procurar defender o dele, eu o meu, não vejo problema nenhum. Pode colocar um e até dois no mesmo dia que a gente enfrenta MOICANO X SWANSON - Foi boa a luta, o Swanson vem decaindo, vem de derrotas então não me surpreendeu não. Resultado mais justo era esse mesmo. ORTEGA NA MIRA - Ortega hoje em dia é o principal, furou a fila vencendo o Edgar e, se o Ortega aceita o interino, seria Ortega x Stephens, mas Ortega não aceitou, eu pude vencê-lo, então pode ter certeza de que a próxima luta pelo título, sem o Holloway, sou eu e Ortega. SUPER LUTA NOS LEVES - A gente não sabe a situação do Holloway ainda, estamos esperando para saber se o Holloway vai lutar ou não. Mas ele não lutando ou lutando, vamos sim buscar uma luta no peso de cima o mais rápido possível. Acho que pode acontecer. ALVOS NA DIVISÃO DE CIMA - Todo mundo. Até peso-pesado quero enfrentar. Queria o Brock Lesnar, mas o Cormier já desafiou ele. Vamos ver (risos). RELAÇÃO COM KHABIB NURMAGOMEDOV E JOANNA JEDRZEJCZYK - O Khabib já tinha, não uma relação mais próxima, mas pelos fãs russos, fui na Rússia, recebi carinho muito grande e sabia do carinho dele e do povo russo. Já esperava por isso. Joanna já vinha falando há muito tempo pela internet sobre título, pelo fato de eu e ela termos duas revanches pelo título e perdemos. Trocamos bastante ideia sobre isso, pude falar com ela pessoalmente, é uma pessoa fantástica. Ela tem o teatro que faz na luta, mas é muito mais para crescer a luta do que qualquer outra coisa. É uma grande campeã. O Khabib não sei qual foi, não sei porque o povo russo me adora muito. Quando venci, ele foi lá falar comigo, me cumprimentar, e vi quão grande ele é. José Aldo posou para foto com Joanna Jedrzejczyk depois de sua vitória (Foto: Evelyn Rodrigues) TORCIDA PARA KHABIB CONTRA MCGREGOR - Khabib, não pelo fato de ter nada contra o Conor, porque foi a melhor luta que já fiz financeiramente, me deu bastante dinheiro. Mas Khabib pela pessoa que ele é, pelo carinho que tenho pelos russos, então torço para o Khabib. Independentemente de ser contra o Conor. Não sendo contra brasileiro, sempre torço para o Khabib. PREVISÃO DE KHABIB X MCGREGOR - Khabib vai jogar agarrado, não tem como. Não é que eu ache não, é que não tem outra coisa. Ele é um wrestler que agarra o tempo todo, pode ser o melhor ou pior da trocação que ele sempre vai se manter agarrado o tempo todo.
  5. Marreta mira vaga no UFC 230 e revela bate-papo com adversário durante a luta Evento do dia 3 de novembro tem quatro lutas do peso-médio, e brasileiro se coloca à disposição para substituir atletas do card de Nova York, caso haja necessidade Por Camilo Pinheiro Machado, Evelyn Rodrigues e Marcelo Barone, Direto de Los Angeles, EUA 06/08/2018 08h19 Atualizado há 11 horas Thiago Marreta tinha acabado de vencer Kevin Holland no UFC 227, neste sábado, e já estava com a cabeça em sua próxima luta. Com a mira apontada para o dia 3 de novembro, no UFC 230, o brasileiro se colocou à disposição para substituir qualquer lutador do peso-médio (até 84kg) que precise ser retirado do card de Nova York. Até o momento, quatro lutas importantes da divisão estão marcadas para a data: Chris Weidman x Luke Rockhold, Ronaldo Jacaré x David Branch, Yoel Romero x Paulo Borrachinha e Derek Brunson x Israel Adesanya. O atleta da Tatá Fight Team (TFT) ainda revelou que pretende subir para os meio-pesados (até 93kg) no futuro. - A gente já vem pensando em subir para os meio-pesados, mas têm alguns caras no peso-médio que quero enfrentar e alguns deles vão estar lutando dia 3 de novembro. Quero uma oportunidade de estar lá lutando contra algum deles. Quero lutar mais uma vez esse ano, vou continuar com o peso baixo, treinando, na mesma categoria ainda. Penso em subir, mas acho que ainda não é a hora. Tem alguns caras que quero enfrentar. Em novembro é uma grande oportunidade para isso, vão lutar caras tops, muitos que sempre têm algum problema. Não tive nenhuma lesão grave, estou com dores normais, vou dar uma pausa de uns dias, voltar a treinar, manter a dieta e dizer ao UFC que estou pronto para, se surgir a oportunidade, lutar neste card - afirmou. Thiago Marreta quer lutar no UFC 230, dia 3 de novembro (Foto: Getty Images) Marreta aceitou o combate contra Holland poucos dias antes do UFC 227 e sofreu para cortar o peso, como mostrou o Combate.com. O resultado disso foi um cansado que, segundo o lutador, foi o maior que já sentiu dentro do octógono. - Realmente, acho que a minha maior luta foi o corte de peso. A luta começou neste corte de peso e se estendeu até dentro do cage. Tanto que, quando terminou o primeiro round, já fiz três rounds no UFC e nunca me senti tão cansado. Quando terminou o primeiro, me senti bem cansado. Foi uma oportunidade de mostrar coração, foi na raça, oportunidade de mostrar um pouco do meu MMA. Pude mostrar um pouco do meu wrestling e jiu-jítsu, o menino vendeu caro a luta e engrandeceu a minha vitória. Sobre Kevin Holland, que fez sua estreia no Ultimate e chamou a atenção por falar com Marreta o tempo todo durante o confronto, o brasileiro teceu elogios. - Ele mostrou potencial, personalidade, estava feliz em estar ali, sorrindo, falando, mas em nenhum momento foi desrespeitoso. No meio da luta ele estava agradecendo a oportunidade. Eu na guarda, por cima, batendo nele, tinha hora que parava e ele falava: "Obrigado, irmão. Obrigado pela oportunidade". Sabia que ele era assim, vi as lutas dele. Vi que estava feliz de lutar comigo, como se fosse um fã meu. Eu também entrei no clima e agradeci, conversamos durante a luta, eu agradeci também: "Grande luta, você é um cara muito duro". No fim, falei para ele: "Você é novo, tem um longo caminho pela frente, é muito duro". Foi uma grande luta que pude mostrar minha evoluçlão em outras áreas. Foi uma superação, estava bem cansado nesta luta, minhas pancadas não estavam como realmente são. Senti que bati forte, mas que consigo bater mais forte que aquilo - concluiu. UFC 230 3 de novembro de 2018, em Nova York (EUA) CARD DO EVENTO (até o momento): Peso-leve: Nate Diaz x Dustin Poirier Peso-médio: Chris Weidman x Luke Rockhold Peso-médio: Ronaldo Jacaré x David Branch Peso-médio: Yoel Romero x Paulo Borrachinha Peso-médio: Derek Brunson x Israel Adesanya Peso-meio-médio: Lyman Good x Sultan Aliev
  6. Sempre na torcida, máximo respeito.
  7. Grandes chances de vitoria se lutar de novo contra o gordinho
  8. Fez boas lutas, ate mesmo contra alguns top´s como a luta dele contra o John fitch. Que se renove e quem sabe ele não coloque o plan da carreira nos trilhos
  9. Assistiria essa luta amaradão
  10. Dos Anjos enquadra Colby Covington em coletiva: "Vou te bater semana que vem" Brasileiro e americano disputam o cinturão interino dos pesos-meio-médios no co-evento principal do UFC 225, que acontece dia 9 de junho em Chicago Por Combate.com, Las Vegas, EUA 01/06/2018 10h00 Atualizado há 3 horas Aos poucos, Rafael dos Anjos vai mostrando a Colby Covington que a estratégia de provocá-lo e tentar intimidá-lo pode não ser a melhor. Durante uma teleconferência de imprensa realizada na última quinta-feira, os dois lutadores trocaram farpas durante todo o tempo, mas o brasileiro, que não é conhecido por seu "trash talk", levou a melhor, deixando o americano - que insistia em chamá-lo de "Ralphie", perdido com sua argumentação. Rafael dos Anjos não deu espaços para a provocação de Colby Covington (Foto: Evelyn Rodrigues) Confira a troca de provocações: RAFAEL DOS ANJOS - "Eu cresci no Brasil, nas favelas. Valentões e provocadores não funcionam comigo. Acho que Colby só está tentando ser Conor McGregor. Mas Conor faz isso bem. Ele está rico, é um homem de negócios. Eu respeito isso. Já o Colby é só uma versão piorada de Conor. Ele tenta ser como Conor, mas quando perder para mim, sua carreira estará acabada. Ele só fala, mais nada." COLBY COVINGTON - "Você não acredita em uma só palavra que sai da sua boca, Ralphie. Sejamos honestos, você não tem nada para me ensinar. Já fui mais ao Brasil que você. Você mora nos EUA, terra dos livres e casa dos bravos." RAFAEL DOS ANJOS - "Essa piada é velha, é do Conor McGregor. Você precisa criar algo novo. Você é muito falso. Eu estou prestes a me tornar uma lenda, conquistando dois cinturões. E você? Vive dizendo que vai dizer alguma coisa na cara de Joe Rogan (comentarista do UFC), mas não faz nada quando está frente a frente. Só baixa a cabeça e fica olhando para o seu telefone. Fica olhando para o chão e não faz nada. Nem olha para os lados." COLBY COVINGTON - "É, eu sou um lutador profissional..." RAFAEL DOS ANJOS - "Você não é nada. Se você quer bancar o "bad boy", seja isso o tempo todo. Não seja falso." COLBY COVINGTON - "Eu não sou falso. Sou o mais real possível." RAFAEL DOS ANJOS - "Não é, não. Você é um covarde. Você sabe que é. Eu sou um lutador frio. Não tenho emoções. Quando entro no octógono, só penso em machucar meu rival e fazê-lo desistir. Sangue frio. Sempre. Todos viram na coletiva em Nova York. Quando esse cara vê alguém, ele gruda a cara no celular e nem olha para os lados. Quando ele está nas redes sociais, tem uma coragem imensa. Mas na hora da luta, o corajoso murcha. Eu vou mostrar quem ele é." COLBY COVINGTON - "Você não pode estar acreditando no que está dizendo, Ralphie. Vamos ser honestos, você foge dessa luta comigo desde Singapura, em junho de 2917. Nós devíamos ter lutado lá, mas você foi para o card preliminar para não me enfrentar. Você disse: 'Colby? Tenho que procurar no Google quem é esse cara.' Me procura agora, otário!" RAFAEL DOS ANJOS - "Ei, garotinho! Vou te bater semana que vem... - finalizou o brasileiro." UFC 225 9 de junho de 2018, em Chicago (EUA) CARD PRINCIPAL (23h, horário de Brasília): Peso-médio: Robert Whittaker x Yoel Romero Peso-meio-médio: Rafael dos Anjos x Colby Covington Peso-pena: Holly Holm x Megan Anderson Peso-pesado: Andrei Arlovski x Tai Tuivasa Peso-meio-médio: Mike Jackson x CM Punk CARD PRELIMINAR (19h15, horário de Brasília): Peso-pesado: Alistair Overeem x Curtis Blaydes Peso-palha: Cláudia Gadelha x Carla Esparza Peso-pena: Ricardo Lamas x Mirsad Bektic Peso-pesado: Rashad Coulter x Chris de la Rocha Peso-meio-pesado: Rashad Evans x Anthony Smith Peso-mosca: Joseph Benavidez x Sergio Pettis Peso-leve: Clay Guida x Charles do Bronx Peso-pena: Mike Santiago x Dan Ige
  11. Lucão,

    Cláudio Hannibal revela passado de roubos

    "Celebridade do crime": Cláudio Hannibal revela passado de roubos, tráfico e prisão Às vésperas de voltar ao octógono no UFC Liverpool após quase quatro anos, peso-meio-médio brasileiro passa a limpo trajetória obscura e vive redenção em Londres Por Marcos Luca Valentim, Direto de Londres 24/05/2018 08h00 Atualizado há 1 hora Muitos antes de usar a máscara do personagem de cinema Hannibal Lecter, Cláudio Henrique da Silva teve um passado sombrio (Foto: Buda Mendes/Getty Images) Não chega a ser novidade contar a história de um atleta que foi salvo pelo esporte. Assim como também não é raro ler nas páginas do passado que determinado lutador teve envolvimento em pequenos delitos antes de chegar ao estrelato. Estarrecedor é saber que Cláudio Henrique da Silva, ou Cláudio Hannibal, como é conhecido o lutador que representa o Brasil no UFC Liverpool do próximo domingo, traz na bagagem um rastro sinistro, iniciado na periferia de Uberlândia-MG, cujos moldes envolvem tráfico de drogas, roubos de carga à mão armada, passagens pela polícia, prisão e tiro. O pacato bairro de Tocantins, em Uberlândia, tem cerca de 20 mil habitantes, e um deles se destacou ainda jovem, muito antes de chegar à maior organização de MMA no planeta. Não fossem as escutas policiais, Cláudio Henrique passaria batido. A BR-365, que liga Uberlândia ao Mato Grosso, seduziu o hoje atleta do UFC. O motivo? A rodovia é uma conhecida rota de mercadorias. - Eu roubava muitos caminhões de carga que vinham do Paraguai. A gente ia para a rodovia armado. Como Minas é uma rota para São Paulo e tem gente que segue na rodovia até o Paraguai, tem muito sacoleiro, então, passava muita mercadoria por ali. Como o bairro é do lado, facilitava. A gente ia armado pra rodovia e só dava bote certo - relata Hannibal, em entrevista exclusiva ao Combate.com. Para compreender esta história e todas as suas nuances, é preciso recorrer ao enfático pleonasmo: começar do começo. E o ano de 1996 é o que nos embala nesse início. Paixão pelas artes marciais desde garoto As artes marciais entraram na vida de Cláudio cedo: o pai, militar da reserva, matriculou o menino em aulas de caratê e capoeira. Aos 14 anos, o garoto, porém, quis mais. E numa dessas idas e vindas do acaso, bateu o olho em algo que mudaria para sempre o curso de sua jornada. - Naquela época, as bancas de jornal colocavam muita coisa de luta, e uma vez eu vi duas revistas que chamaram a minha atenção: Tatame e GracieMag. Comecei a pedir pro meu pai comprar as edições pra mim. Passei a ler muito sobre a equipe do Carlson Gracie. Vi que os caras estavam sempre lutando: o (Rodrigo) Minotauro, o Ricardo Arona, o Paulão (Filho)... Eu era muito fã dos caras e comecei a querer treinar jiu-jítsu também - recorda. Adolescente, Cláudio Henrique posa no centro (com quimono escrito "Voo Livre") de turma de jiu-jítsu durante seminário de Fernando Tererê (Foto: Reprodução/Facebook) O Rio de Janeiro abrigava os maiores "cascas-grossas" daquele tempo, e alguns faixas-pretas começaram a dar aulas em outros estados, tamanho o sucesso da arte suave. E foi assim que Cláudio Henrique conheceu Elan Santiago, mestre forjado entre as quatro paredes da saudosa academia de Carlson Gracie em Copacabana, Zona Sul do Rio. Aos 17 anos, o mineiro começou a treinar para valer. "E, daquele momento em diante, o jovem de Uberlândia passou a praticar jiu-jítsu, ganhou o mundo e chegou ao UFC", seria a continuação mais provável, fosse este um livro de previsível final feliz. Acontece que a história de Cláudio passou por páginas de capítulos sombrios até que o personagem principal se tornasse o "Hannibal". Dos 14 aos 20 anos, Cláudio Henrique da Silva ostentou a fama de prodígio do crime. Ascensão na criminalidade O bairro em que foi criado, Tocantins, é um dos mais violentos e carentes de Uberlândia. Não tardou para o rapaz ter seu primeiro contato com a ilegalidade e passar a viver à margem da sociedade – e da tal BR-365. Apesar de já envolvido com jiu-jítsu na adolescência, o dinheiro fácil e a adrenalina fascinavam Cláudio. No início, roubou uma casa lotérica. Coisa pouca. Depois, os roubos de carga, que eram, sem hipérboles, a grande paixão do jovem. Levou um tiro numa investida de roubo. Perguntado sobre o assunto, desconversa com um sorriso no rosto, acompanhado de "foi uma parada que deu errado". Certa vez, arquitetou um plano para assaltar o shopping da cidade. Munido de pistolas e na companhia de alguns comparsas, roubou todo o caixa do cinema. Jornais e canais de televisão locais só falavam disso, e assim Cláudio deixou de ser "só mais um Silva" e virou personalidade da vida bandida. Mas para toda ação, há uma reação: o jovem de 20 anos foi preso como consequência do caso. - Quando entrei na cadeia, foi aquele choque, né? O mundo tinha desabado na minha cabeça. Por minha mãe ser muito religiosa, achei que ela nunca fosse me perdoar. Na delegacia, antes mesmo de ir para a prisão, dei de cara com um monte de conhecido lá do bairro. Pensei: "'Tô' em casa, tranquilo". Mas aí fui levado ao presídio, e a coisa ficou séria. Pelo crime que cometi, os bandidos me receberam como celebridade, e eu era mesmo naquela época! Por ser muito jovem e já ter feito tantas coisas, eles me tratavam como celebridade lá dentro - relembra Cláudio. A ideia que perturbou-lhe a mente por semanas tomou forma. E coube a um juiz, cujo nome é lembrado com demasiado zelo por Cláudio, dar liberdade ao pensamento. - Nunca vou esquecer o Dr. Faleiros. Ele me deu uma das maiores responsabilidades da vida! Quando fui julgado, ele falou: "Você é atleta, estou vendo que você não usa drogas, mas não pode mais voltar aqui". Eu olhei no olho dele e prometi que nunca mais ia me envolver com crime e nem fazer nada de errado. Depois disso, voltei a treinar. Fui vice-campeão brasileiro, campeão europeu e campeão paulista. Toda medalha que eu ganhava, eu levava para o Dr. Faleiros ver, para mostrar a ele que ele tinha acertado em me dar aquela oportunidade. Às vezes, o ser humano só precisa disso, de um voto de confiança. E foi o que ele fez comigo. Eu nunca vou me esquecer - conta. Se todos diziam ao rapaz que ele tinha futuro no esporte, por que não dar ouvidos? Por que insistir no crime? Rebelde sem causa? A explicação pode estar na criação do jovem – e, indo além, pode-se aplicar o exemplo de Cláudio a uma das mais fervorosas polêmicas da sociedade moderna. Militar aposentado, o pai do hoje faixa-preta ensinou o garoto a manusear armas logo cedo, aos 10 anos de idade. Entendeu ser cultural. Essa parte é melhor contada em primeira pessoa. - No Brasil, se seu pai anda armado e te ensina a atirar com 10 anos de idade, você cresce com aquela cultura de ter de ser homem, de ter de encarar tudo. E isso contribuiu para a minha entrada no crime. Não por ter um pai do Exército, mas é que você é um produto do meio. Infelizmente, eu tive uma iniciação muito cedo. O adolescente quer autoafirmação, quer mostrar que pode, que faz e acontece, mas graças a Deus eu consegui canalizar toda essa energia no esporte depois. E deu certo - analisa. Cláudio Henrique posa com colegas de equipe e mostra medalhas conquistadas num torneio de jiu-jítsu (Foto: Reprodução/Facebook) A redenção no esporte O sucesso com o jiu-jítsu veio só mais tarde – até porque o garoto dividia-se entre o tatame e o ilícito até então. Daí em diante, foi tudo muito rápido: largou o crime, começou a competir, sagrou-se campeão brasileiro, foi morar com uma tia na Itália, lutou o Europeu de jiu-jítsu em 2009 como faixa-marrom, venceu e, de repente, foi parar na Inglaterra. Vida louca. O Campeonato Europeu foi o responsável pela segunda maior mudança de sua vida. Lá, conheceu um brasileiro que convidou Cláudio a treinar na sua equipe em Londres. Aqui, uma história comum a muitos atletas: sem ter um teto, Hannibal passou um tempo morando na academia e limpando tatame. Ele queria continuar no jiu-jítsu, sim, mas queria ter seu dinheiro, suas coisas, sua casa. E aproveitou a diversidade cultural londrina para chegar a seus objetivos. Brick Lane é uma famosa rua em Londres, conhecida pelo vasto comércio e muitos artistas de rua. Nas palavras de Cláudio, "é como se fosse a Lapa no Rio". Cosmopolita que é, a capital inglesa abriga uma infinidade de pessoas e culturas distintas. E não tardou para o lutador se misturar nessa aquarela genética. - Aqui tem muito muçulmano, indiano, africano, japonês... Gente do mundo inteiro! E eu, naquela época, continuava sem saber falar inglês e tinha que fazer dinheiro. Como eu tinha uma bagagem de capoeira, comecei a me apresentar pelas ruas na noite para ganhar um trocado. Aí, uma coisa leva à outra: conheci uns brasileiros lá que fazem festa de forró e comecei a fazer contatos, conhecer outras pessoas... E estou aqui até hoje. Lá se vão onze anos. Já me considero um britishzilian - brinca. Cláudio Hannibal posa em frente à Cooper Box Arena, durante o Abu Dhabi Grand Slam em Londres: lutador vai entrar pela porta da frente no UFC Liverpool (Foto: Marcos Luca Valentim) Agora, Cláudio Hannibal tem sua academia, dá aula e vive de trabalhar com o que ama: o jiu-jítsu. Concilia aulas com treinos. Aliás, tem uma metodologia interessante quando está com seus alunos. - Eu incorporo muitas coisas da capoeira nas minhas aulas, faço os caras aprenderem português. Eu não uso nomes de raspagens em inglês, por exemplo. Nada disso. Raspagem, passagem de guarda, montada... Se é "brazilian jiu-jítsu", a gente tem que ensinar o português, até porque o americano dá nome para tudo e quer patentear tudo! Coisas que existem há vinte anos, eles dizem que inventaram. Na capoeira, todos os movimentos são em português. Os gringos que treinam capoeira, na maioria, falam português. O judô é todo em japonês, por exemplo. Não podemos perder nossa raiz - afirma. Assaltos à mão armada, tiro, tráfico de drogas, prisão, conselhos, forró e quatro cirurgias no pé depois, Cláudio Henrique da Silva está pronto para a luta com Nordine Taleb no UFC Liverpool, no próximo domingo. Recuperado das lesões que o mantiveram afastado por quase quatro anos, ele vai incorporar o apelido e vestir, uma vez mais, a máscara que faz jus ao aterrorizante personagem que lhe dá apelido, o vilão do premiado filme "O Silêncio dos Inocentes". Afinal, Hannibal tem que manter a sua fama de mau. O Combate transmite ao vivo e com exclusividade o UFC Liverpool no domingo, a partir de 10h55 (horário de Brasília). Você pode assistir a este evento pelo Combate na TV ou no Combate Play via internet e aplicativo. Acesse assinecombate.globo.com e saiba mais. O Combate.comacompanha o torneio em Tempo Real e exibe as duas primeiras lutas do card preliminar em vídeo ao vivo. Na sexta-feira, site e canal transmitem a pesagem ao vivo às 10h55. Confira o card completo: UFC Liverpool 27 de maio de 2018, na Inglaterra CARD PRINCIPAL (14h, horário de Brasília): Peso-meio-médio: Darren Till x Stephen Thompson Peso-meio-médio: Neil Magny x Craig White Peso-pena: Arnold Allen x Mads Burnell Peso-pena: Jason Knight x Makwan Amirkhani Peso-galo: Davey Grant x Manny Bermudez Peso-médio: Eric Spicely x Darren Stewart CARD PRELIMINAR (11h, horário de Brasília): Peso-meio-médio: Cláudio Hannibal x Nordine Taleb Peso-médio: Daniel Kelly x Tom Breese Peso-mosca: Molly McCann x Gillian Robertson Peso-médio: Elias Theodorou x Trevor Smith Peso-meio-médio: Brad Scott x Carlo Pedersoli Peso-galo: Gina Mazany x Lina Lansberg
  12. Sendo 2 garfos, contra o Rampage e Davis. E 2 disputas de cinturão, esses são números que devem ser analisados mais afundo e não de forma superficial. Abraços.
  13. Igual contra o Josh koscheck
  14. Entendo que existem opiniões diferentes, geral fala que ele foi oportunista so voltou pq era contra o Bisping e tal. Maaaas e se ele tivesse perdido, ia ser geral falando que ele é fraco que não deveria ter voltado que voltou mal da aposentadoria e bláblá. Voltou e meteu a mão no campeão da categoria de cima, méritos totais a ele.