Lucão,

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Sobre Lucão,

  1. Na minha opinião. Dos Anjos não pode chegar pro InFight igual fez com o Cerrone/ Alvarez se chegar assim vai cair. Tem que chegar monstro igual fez com o Pettis, travar o Lawler na grade, jogo de pressão.
  2. Acredito que para se manter ativo tenha que almejar algo a mais, doque simplesmente lutar por lutar. Acho certinha a postura dele.
  3. Aquele garfo contra o Rampage foi sacanagem selocoo.
  4. E ainda tinha um pessoal defendendo o "El cucuy de cachorro" kkkkkkkk
  5. Antes de sua 1ª vez no Brasil, Brunson prega respeito a Lyoto: "Nocauteador de sempre" De olho em uma disputa de cinturão, peso-médio revela que não pretendia encarar o brasileiro, mas celebra duelo contra outro ex-campeão do UFC: "Grande história no esporte" Por Alexandre Fernandes, Rio de Janeiro 02/10/2017 08h01 Atualizado há menos de 1 minuto Derek Brunson x Lyoto Machida é a luta principal do UFC São Paulo (Foto: Wander Roberto/Divulgação UFC) No próximo dia 28 de outubro, os brasileiros verão o retorno de Lyoto Machida ao octógono, após dois anos afastado por ter sido pego no antidoping da Usada (agência antidoping dos Estados Unidos). O adversário para a luta principal do UFC São Paulo será o americano Derek Brunson, que vive um momento bem diferente do brasileiro, já que fará seu terceiro combate no ano. Em entrevista ao Combate.com, Derek Brunson mostrou extremo respeito a Lyoto Machida, apesar da sequência negativa do brasileiro, que sofreu duas derrotas (Luke Rockhold e Yoel Romero) em 2015, antes do caso de doping. Atual número sete do ranking dos pesos-médios do UFC, o americano falou da importância do brasileiro ao esporte e da semelhança entre seus estilos dentro do octógono. - Sabe, apesar da idade e do tempo afastado e sem lutar, Lyoto Machida é o mesmo lutador agressivo e perigoso de sempre. Já foi campeão meio-pesado, mas continua com o mesmo perigo nos pesos-médios. Preciso ficar atento aos seus socos e contragolpes. Isso (longe do octógono após dois anos) não interfere na maneira como ele vai se apresentar em São Paulo. É um grande lutador, com uma grande história no esporte, já foi dominante, mas tenho certeza que vai trazer muito perigo - afirmou Brunson. Apesar de respeitar a história de Lyoto Machida dentro do UFC, o peso-médio americano de 33 anos abre o jogo ao falar que não esperava enfrentar o brasileiro nesse momento da carreira de ambos os lutadores. No entanto, Derek Brunson diz se sentir honrado com a oportunidade de enfrentar mais um ex-campeão (perdeu para Anderson Silva, em fevereiro) no caminho da sua disputa de cinturão. - Claro que gostaria de enfrentar alguém que estivesse entre os melhores do momento na divisão, mas a maioria já está com luta marcada ou acabou de lutar. Só que é uma oportunidade de enfrentar mais um ex-campeão do UFC. Então pensei, por que não? Quero disputar o cinturão dos médios, tenho certeza que vai chegar a minha vez, então tenho que lutar contra os melhores e contra quem o UFC escolhe como meu adversário - disse. Feliz por ter realizado um camp sem lesões e com bastante ênfase no trabalho em pé e no condicionamento físico para aguentar todos os rounds contra Lyoto Machida , Derek Brunson promete chegar 100% ao UFC São Paulo. E é baseado nessa boa preparação que o peso-médio confia em um resultado diferente do seu encontro contra Anderson Silva, quando acabou derrotado por pontos. - É raro chegar em uma luta sem qualquer lesão durante o camp, mas ocorreu tudo como o planejado pela minha equipe. Treinamos bastante a parte física e estou confiante em colocar dentro do octógono tudo o que traçamos. Sei que Machida e Anderson Silva são ex-campeões mundial, extremamente perigosos, mas também têm algumas diferenças. Vejo muitas similaridades entre o meu jogo e do Lyoto também. Somos grandes nocauteadores, procuramos sempre a luta em pé, mas a verdade é que cada um tem sua estratégia e vai buscar a vitória de qualquer maneira - comentou Derek Brunson. Além de enfrentar um ex-campeão mundial, o peso-médio americano comemora o fato de lutar pela primeira vez no Brasil. Apesar de afirmar que o famoso "uh, vai morrer" entoado pela torcida já não causa qualquer impacto nos lutadores estrangeiros, Derek Brunson respeita a paixão dos brasileiros pelo MMA. - Estive no Brasil pra promover a luta e percebi a paixão dos fãs pelo esporte e pelo UFC. É algo que todos podem sentir e, realmente, impressiona. Fiquei muito feliz por poder fazer parte da luta principal do UFC São Paulo, contra um brasileiro, mas lá dentro são apenas dois caras lutando para vencer, e eu vou vencer - concluiu Derek Brunson. UFC São Paulo 28 de outubro, em São Paulo (BRA) CARD PRINCIPAL (a partir de 23h, horário de Brasília): Peso médio: Lyoto Machida x Derek Brunson Peso-meio-médio: Demian Maia x Colby Covington Peso-galo: Pedro Munhoz x Rob Font Peso-leve: Francisco Massaranduba x Jim Miller Peso-médio: Thiago Marreta x Jack Hermansson Peso-galo: John Lineker x Marlon Vera CARD PRELIMINAR (a partir de 20h, horário de Brasília): Peso-meio-médio: Luan Chagas x Niko Price Peso-galo: Augusto Tanquinho x Boston Salmon Peso-médio: Antônio Cara de Sapato x Jack Marshman Peso-meio-médio: Elizeu Capoeira x Max Griffin Peso-leve: Hacran Dias x Jared Gordon Peso-mosca: Deiveson Alcântara x Jarred Brooks Peso-pesado: Christian Colombo x Marcelo Golm
  6. Imagina o Barboza vs Conor. Acho que daria Barboza by TKO. Barboza só se da mal contra caras que encurralam, tem jogo de pressão oque não é o caso do Conor.
  7. Quanto ao xingamento que eu quis dizer que foi normal, foi o termo usado "cu de cachorro". E não a quantidade de ofensas em si. Ah mano mais assim, você como homem ficaria quieto se alguem falasse da forma que ele falou?! Eu sinceramente não ficaria mesmo.
  8. Eu discordo de você, pelo áudio o Werdum não falou em um tom alto, nada de mais so uma conversa paralela. Caso ele estivesse atropelando o Ferguson para discordar do que ele estava falando ou seilah beleza. Mais o cara chega com uma marra dessas, não foi oque ele falou e sim como ele falou. Quanto o xingamento kkkkk normal embora oque eu sempre tenho ouvido é "cú de burro".
  9. Concordo com você, Werdum não atravessa ninguém, só esta respondendo uma pergunta de outro cara sem aumentar o tom de voz o mano vem e manda ele ficar quieto. Seloco tem que ter respeito né. Aqui tem muito nego que tem antipatia ao Werdum ae acaba criticando o cara, taxando ele de arruaceiro e tal. Já dizia o sábio Wandeco: "Respeito é bom e conserva os dentes". No mais, Werdum certinho tem que impor respeito.
  10. Pique jogo de Várzea, que os juízes quando apitam em outro lugar ficam com o cú na mão. Sem mais puta desorganização na qual quem perde somos nos todos.
  11. Lutador que foi salvo por invasão de ringue detona árbitro: "Convulsionei duas vezes" Depois de ser finalizado e ficar desmaiado por 30 segundos, Caio Paturi faz apelo por mais segurança nos pequenos eventos de MMA: "São vidas ali dentro! Podia ficar com sequelas" Por Alexandre Fernandes, Rio de Janeiro 27/09/2017 08h00 Atualizado há 4 horas Em um esporte de contato físico intenso como o MMA, o papel do árbitro central é fundamental para garantir a integridade dos lutadores dentro do ringue. No entanto, no último sábado, 23 de setembro, na cidade de Capanema, interior do Pará, a atuação do juiz Jorge Fortaleza quase deixou a segunda edição do CFC Fight Combat marcada por uma tragédia, já que não interrompeu a luta no segundo round, quando Caio Paturi foi finalizado por Silmar Sombra com uma guilhotina, chegando a ficar 30 segundos desmaiado. Já recuperado do grande susto, Caio Paturi falou com o Combate.compor telefone sobre a atuação do árbitro Jorge Fortaleza e, apesar da grande rivalidade com Silmar Sombra, tira a responsabilidade do ádversário por toda a confusão que aconteceu no CFC Fight. Segundo o lutador paraense, o árbitro central da luta já mostrava despreparo no primeiro round, quando permitia socos de Sombra na sua nuca e deixando o combate acontecer além dos cinco minutos. - Essa confusão toda aconteceu no segundo round, mas eu quase não voltei do intervalo, de tanto soco na nuca que eu recebi no primeiro round. Fiquei muito tonto. O juiz não fez nada: nem falou com o Sombra e nem tirou ponto dele. Além disso, já estava com mais de seis minutos de round, com todo mundo gritando e avisando ele, que encerrou o round. Depois, na guilhotina, eu fiquei 30 segundos apagado, convulsionei duas vezes e ele não encerrou a luta - afirmou. Irmão de Caio Paturi invade o ringue para socorrer o irmão, desmaiado há 30 segundos (Foto: Reprodução Internet) Caio Paturi explica que a confusão no CFC Fight Combat, com seu irmão e sua equipe invadindo o ringue, na verdade, lhe salvou a vida. De acordo com o lutador, a primeira coisa que se lembra após acordar foi de ver sua mãe e os médicos tentando lhe voltar à consciência. - Meu irmão é técnico de enfermagem, trabalho no SAMU aqui da cidade, então ele sabia que eu estava correndo muito risco. Foram mais de 30 segundos desmaiado. Se ele não tivesse invadido, eu poderia estar morto ou com sequelas pra sempre. Mas, graças aos médicos, que também são meus patrocinadores, fui levado ao hospital, fiz a tomografia e foi constatado que estou bem de saúde - disse o lutador. Por fim, Caio Paturi afirma que foi vítima de uma situação corriqueira nos pequenos eventos de MMA do Brasil e, por isso, faz um apelo aos organizadores. - Queria deixar meu registro e pedido para que os organizadores dos eventos de MMA nos pequenos municípios, não só aqui no Pará, que procurem juízes qualificados. São vidas que estão ali dentro! Os médicos me falaram que é raro voltar depois de tanto tempo incosciente e não ficar com várias sequelas. Poderia até não voltar a andar, por causa da forte pressão na cervical. Tive sorte, mas que isso seja de alerta para uma melhor arbitragem no Brasil - concluiu Caio Paturi.
  12. Foda ver uma coisa dessas, para um leigo que vê, so mancha mais o nome do esporte. Deveria ser exigido licença para arbitrar, não colocar um camarada/ brother da academia para arbitrar.