Luiz Melo

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  1. Luiz Melo

    PBP UFC 241 - Cormier x Miocic 2

    Ou seja, como falei em outras oportunidades: nem tudo é lesão e o equívoco é um elemento a ser considerado. Mesmo que algumas condutas soem idiotas pra nós, na hora, seguindo seu feeling, contagiado pelo calor da hora, o atleta acredita estar agindo corretamente. - mesmo tendo havido todo um camp traçando uma estratégia completamente diferente. Daí o Aldo n chutar mais, Jones n derrubar, Cigano n levantar a guarda de maneira alguma etc...
  2. Na comparação entre o Aldo e a nova leva, não acho que exista uma diferença física grande: De fato existe em altura. Mas, no final das contas, é contrabalançada pela musculatura, punch e força acima da média do brasileiro: Aldo é de longe o mais forte e explosivo da divisão - Stephens ficou pequeno perto do cara(musculatura) e caiu com um golpe no corpo. Moicano que é bem grande pra categoria, na primeira blitz que lidou, pereceu. Também entra na conta da força a defesa de quedas que é sinistra. Um cara qualidade do Mendes, forte e explosivo do jeito que é, sequer obriga o Aldo a fazer spraw. Nem com a perna catada no single leg os wrestlers da divisão conseguem derrubar e mantê-lo de costas cravadas no chão. Força e explosão estão tão presente, que praticamente ele se dá ao luxo de lutar despreocupado com as quedas. Por isso, continuo achando que o desalinho que há, n é físico, mas sim "estilístico", ou mesmo técnico. Custamos a acreditar, especialmente quando se está em questão um lutador histórico: invocamos o tempo, a desmotivação; cogitamos a defasagem dos métodos do treino, mas a grande verdade é que, mesmo entre as grandes lendas, também existe um teto de talento. Há muito otimismo de nossa parte quando pensamos que tudo poderia ser diferente bastasse empregar novas condições. Eu n vejo assim. Sou do time dos pessimistas: acho que, em muitos casos, os jogos se exaurem pela própria natureza da coisa - ninguém vai ficar evoluindo e se reinventando indefinidamente - acho utopia. N se desfaz de vícios, de uma abordagem de uma vida apenas mudando de equipe. Eu tbm n vejo com bons olhos a descida, pq n acho plausível - um cara daquele tamanho descendo bem ? - Ah mas ele n liga pra Dieta. N liga mas o biotipo já enxuto, n ligando ele n tem bf alto. Aí imagine que passe a fazer tudo certinho: vai lá e bate o peso no estado do TJ e entra daquele jeito. Sei nãoo....
  3. Realmente n tem demérito algum.- cada um sabe o que é melhor pra si. O complicador é que tanto ele quanto o Dedé há anos ventilam essa mudança, chegando a dizer, inclusive, que a subida só n ocorreu efetivamente devido à suposta perda do cinturão dos penas. Agora o caminho está livre, o fardo da invencibilidade se foi - tem-se aí um efeito psicológico benéfico; o físico de hj é bem maior e mais forte que o de antes e o nome ainda tem apelo. Pra quem sempre desejou tanto subir, o momento é mais do que conveniente. Até porque, pra o Dedé, tanto Ferguson quant Khabib "fugiram " do Aldo em outra oportunidade. N seria a hora de chegar chutando a porta e pedindo uma luta grande ? Não entendi o recuo. Na verdade, entendi : cada um sabe onde o calo aperta.
  4. O que eu sei é que, pra quem era tida como ultra sangue nos olhos que jamais deixaria barato; que batia em homem nos treinos; levando em conta a Cyborg provocadora que não cansava de alfinetar a Ronda; a mesma que lá no início tratou a Amanda como não merecedora do combate e que falou bastante, o desejo de vingança tá bem frio- pelo menos aos nossos olhos que só têm acesso às entrevistas. Pela forma acachapante que foi, fiquei surpreso com a digestão rápida e com tom ameno das falas sobre a revanche. Sei lá... Não vejo energia, gana, impacto. Tá tudo muito contido. E estaríamos diante da maior luta feminina de todos os tempos: Muita grana estaria na mesa; a redenção e tudo mais... e a abordagem é introspectiva e soa como "tanto faz... eu quero, mas se não rolar..." E nem vale dizer que sua postura sempre foi essa pq o histórico dela contraria essa tese. E é engraçado que enquanto ela não era do evento, e se tratava da Ronda, a ira e o falatório em torno da luta eram extremos. A indignação quanto às declarações do Dana não causava tanta oposição assim, tanto que ela foi contratada após as falas- estamos diante de um fenômeno de chateação e remorso com efeito retardado. Agora que é a hora de falar e promover a luta como nunca, da maneira que todos nós já vimos, temos um mar de tranquilidade e o comedimento em pessoa. rs Estranho... Mas sei lá... talvez o desafeto com o Dana tenha produzido uma antipatia tão aguda a ponto de a vontade de pular fora superar o desejo de fazer revanche. É uma possibilidade.
  5. A menos que seja uma grande jogada marketing, e que a a luta vá ocorrer de fato, eu já acho que anda sobrando "malandragem" - ainda que não intencionalmente: Se concentrar no careca, no comentarista, na entrevistas de 2014 enquanto a reclamação da revanche é afastada, é bem conveniente. Como falei: Não que se trate de um ato deliberado e que exista uma orientação por trás pra que ela esfrie a luta. Vamos excluir a expressão medo. Não é a mais adequada; além de causar calafrios por aqui - até porque o único capaz de arregar e de sentir medo de verdade é o irlandês do mal rs - mas penso que, em alguns casos, uma derrota brutal arrefeça a confiança em algum nível e dê uma baixada no ímpeto do atleta de lutar novamente com seu algoz. Ou estou falando algum absurdo ?
  6. Luiz Melo

    Cyborg pede desculpas a Dana White por ter adulterado vídeo

    Isso beira o cômico. Kk Ter uma declaração pública do atleta pedindo a revanche e tomar isso como verdade absoluta. Pelo contrário, imaginar que um atleta profissional diria em público q n lutaria com alguém. Kkk É como dizer que o Werdum de fato queria o Cigano pq ele disse que lutaria a qualquer hora na academia - sendo que nas internas, só o Dana sabe o quanto ele fugiu da revanche. Como o Dana falou : "Existem várias formas de se recusar uma luta. Pedir uma bolsa irreal é uma delas." Quem de fato recusa lutas, a menos que o patrão exponha, nunca saberemos. Mas se o patrão e oponente em questão levantaram essa bola, sou tentado a acreditar que alguém n quis a luta, hein ? Agora, partindo da leitura dual de que o outro é malvadão e que tudo que ele fala é passível de desconfiança, e que a outra e a mocinha indefesa lutando contra uma grande corporação opressora, o debate se torna completamente inútil e perde a razão de ser. Acaba sendo uma questão de crença : Quem é fã, aconteça o que acontecer, continuará a abraçar a ideia de que a Cyba é perseguida e oprimida, que é a personificação da valentia e que todo o mal entendido é causado pela maldade do do Careca vilão. N tem o que discutir.
  7. No caso do Jones eu voltei atrás quanto ao resultado da luta. Achei que ele perdeu mesmo. Mas é fato que ele poderia ter derrubado e n derrubou sabe-se lá o pq. O q eu discordo é que houve uma lesão incapacitante que impossibilitou completamente qualquer tentativa ou que ele n tentou por medo de algum golpe - teoria que contraria a lógica do jogo do wrestler. Sou da ideiq de que o fator humano entra em cena e que certas coisas n fazem sentido. Vc já sabe... É como querer explicar de uma vez por todas pq o Aldo n chuta, chegando a soar masoquista em sua insistência de boxear, e excluir o desejo pessoal do cara, a teimosia, o ego etc... Sobre a Cyborg, eu concordo com vc. O que eu to falando n exclui o seu raciocínio. Eu tbm acho que há uma divergência de interesses aí. E ele está mais do que certa. Ta procurando o melhor pra si. N tem nada de ilegítimo nisso. Mas, ao mesmo tempo, no momento, o custo benefício de uma segunda luta n é dos melhores - e é muito provável que ela tenha feito esses cálculos. Afinal de contas, estamos falando de uma lutadora profissional amparada por profissionais. Há de convir que é melhor manter seu poder de barganha deixando no ar a ideia de que foi um acidente de percurso, e ir pra outro evento ganhando mais que, por ego, pegar uma segunda luta e ser massacrada novamente. Todo o seu legado seria questionado. Sem contar o moral e o psicológico que seriam destruídos. Então, o desejo de vingança é não é tão conveniente quanto se concentrar no imbróglio com UFC. Ela ta bem pacífica pra quem quer uma revanche. Sobretudo quando a pessoa em questão é tida como destemida, oldschool e etc. Consegue enxergar que ao mesmo tempo em que a fala de divergência contratual é legítima, tbm vem a calhar pra alguém que teria tudo a perder caso fosse nocauteada novamente? Por isso que eu acho que se ela quisesse mesmo, a revanche rolaria.
  8. N tem nada de mirabolante aqui. A argumentação se apoia na seguinte ideia : quem n queria a luta desde o início, provável que n queira após ser massacrada. Sobretudo quando a luta é evitável e se tem cenários menos arriscados. Sobre o Dana : Se na prática n ofereceu o contrato de uma luta só, o Dana n merece crédito algum. Pelo contrário... Vamos ao que interessa: a narrativa de perseguição e maltrato, pra mim, n faz o menor sentido e n passa de vitimismo. Até acredito sim que exista uma indisposição do Dana, que acaba sendo expressa em algumas falas - e isso n é nada legal -, mas a compensação financeira minimiza a antipatia completamente. Ela quer reclamar de que ? Olha a bolsa, os bônus, Main events, a vitrine que é o UFC. Pq a galera dá a entender que a relação é insuportável e que ela é uma grande vítima do Dana malvadão. Essa pra mim n cola. Até pq a Cyborg também já falou muita besteira na mídia. Enquanto n tava na empresa, era campeã em falar mal e zombar. Fazia disso um ofício. Então, são elas por elas. No mínimo, são represálias do que ela sempre plantou - que nem são tão represálias assim, já que ela foi bem acarinhada fincanceiramente. Enfim... Segundo ponto: Pelo que o careca falou, a Cyborg n queria lutar desde o início, e isso pôde ser percebido em suas primeiras declarações. E aí retorno ao início: se antes de perder ela n queria a luta, após ser brutalmente nocauteada, pq desejaria - sendo que uma segunda derrota seria catastrófica pra sua carreira? Pra mim, pra quem é old school, pra Cyborg destemida e arisca que falava bastante e vivia cutucando a Ronda e o UFC, ela ta bem pacífica e caladinha. N acha ? Note que se empenha em se opor ao evento, mas n nada fala sobre a luta, sobre o desejo de vingança, sobre pq seria diferente etc. Veja a diferença pra o Aldo. Certo que os perfis são distintos e a lida de cada um particular. Mas n acha muita coincidência que, justamente quem não queria a luta a princípio, esteja tão concentrada em outros tópicos que não o combate ? Pra mim, ela até quer a luta. Mas n é um desejo n tão agudo nível Miocic vs Cormier, ou Aldo vs Conor. O casamento n é bom e ela sabe que as chances de derrota são reais. Tem propostas de outros eventos onde reinaria absoluta ? Pra que encarar o pior dos cenários ?
  9. Tudo que é falado aqui sobre outras pessoas passa por suposições. Eu tenho as minhas, vc as suas e assim segue a vida... só que acredito que as minhas sejam mais cruas e não românticas. Algumas fazem mais sentido que outras. Mas vamos ser sinceros aqui: o que existe de viagem quando levanto a ideia de que um nocaute trouxe algum grau de impacto numa atleta que era tida como rainha ? A lida com o evento, nos termos dela, n é boa, e as propostas externas são bem interessantes. Pq fazer uma segunda luta e correr o risco de arranhar a linda carreira, estraçalhar o psicológico e diminuir o poder de barganha nas negociações? Nesse contexto, é conveniente focar na transação, em problemas com o evento e escantear a luta. Ela sempre foi bem remunerada na empresa. Encabeçou eventos. Lutou na TV aberta. Pra mim, esse papo de maltratada e desvalorizada não cola muito. O que ela queria ? Um abraço ? Ser colocada no colo ? Ela cita falas de 2014 pra sustentar uma antipatia do evento. Se a confiança estivesse nas alturas, n tenha dúvidas de que ela aceitaria a luta. E outra, o Dana n dá ponto sem nó: pelo que parece, e até pelas declarações contrárias na mídia lá no início, quando a luta começou a ser ventilada, ela n queria essa luta. Só o Dana sabe da lida com ela nesse acordo e de sua oposição. Se ela já endureceu no início , pq q eu vou acreditar que agora que foi brutalizada, tendo boas propostas na praça, ela vai querer a revanche?
  10. Na hora vamo ver, quando o caldo engrossou, ela se mostrou muitíssimo inteligente e bem sagaz no discurso: 1) Em público alega desejar a revanche - o que de maneira alguma legitima um desejo real de lutar - na dá pra se apoiar no qué é falado em público. Num contexto desses, o lutador joga com a galera mesmo . 2) Com isso, consegue cativar seus torcedores, joga a batata quente pra o UFC e faz parecer que é maltrada, que o desacordo parte da empresa e que o Dana a oprimi. Pra expressar o complô contra ela, evoca falas de 2014. Sendo que nesse meio tempo, os rendimemtos foram polpudos e, pelo menos em cifras, foi extremamente bem tratada. Sairá bem pois deixará pra os fãs o benefício da dúvidas, uma galera nutrirá a ideia de foi um acidente de percurso e que a saída se deveu às presepadas do Dana e aos maltratos do evento. Excelente jogada. Ta mais do que certa. Eu faria exatamente o mesmo. Arriscaria ser nocauteado brutalmente de novo e perder o poder de fala ? Jamais.
  11. Na hora vamo ver, quando o caldo engrossou, ela se mostrou muitíssimo inteligente e bem sagaz no discurso: 1) Em público alega desejar a revanche - o que de maneira alguma legitima um desejo real de lutar - na dá pra se apoiar no qué é falado em público. Num contexto desses, o lutador joga com a galera mesmo . 2) Com isso, consegue cativar seus torcedores, joga a batata quente pra o UFC e faz parecer que é maltrada, que o desacordo parte da empresa e que o Dana a oprimi. Pra expressar o complô contra ela, evoca falas de 2014. Sendo que nesse meio tempo, os rendimemtos foram polpudos e, pelo menos em cifras, foi extremamente bem tratada. Sairá bem pois deixará pra os fãs o benefício da dúvidas, uma galera nutrirá a ideia de foi um acidente de percurso e que a saída se deveu às presepadas do Dana e aos maltratos do evento. Excelente jogada. Ta mais do que certa. Eu faria exatamente o mesmo. Arriscaria ser nocauteado brutalmente de novo e perder o poder de fala ? Jamais.
  12. A Cyborg n quer essa luta. Pra mim, tudo leva a crer que n quer. Vejam só : ela recebeu propostas interessantes financeiramente; esse contexto de imbróglio com o evento, de alguma maneira conseguiu aplacar o impacto da derrota e, felizmente, seu poder de barganha se manteve preservado na praça. Ante as investidas dos outros eventos, o controle da situação continua sendo dela. O preço é ela quem dá. Agora, vamos pensar um pouco : Pq que ela deveria lutar contra alguém cujas chances de derrota são gigantes - e n seria surpresa se fosse de forma igualmente brutal( por questões de estilo e vícios) - e arriscar perder por completo direção dos acordos, passando a ser o lado mais fraco das negociações? Ainda que n viesse a se tornar a parte fraca - pelo nome que tem, provavemente conservaria os bons termos - mas concordam que em alguma parcela o seu passe se desvalorizaria? Ou não ? Alguém tem dúvidas ? Além disso, esqueçamos o financeiro. N é só sobre grana... E o brio ? E o ego e o emocional despedaçados após uma eventual segunda derrota? A sensação de que eles estavam certos doeria eternamente. A imagem pública de deusa das lutas seria sobreposta pela de uma lutadora que pegou várias frangas e que n hora do vamo ver foi expulsa do evento na base da pancada. Isso garantiria risadas eternas do Dana. Essas seriam as impressões do fã médio. Lembrando que, ainda que se fale em fibra, chuteboxe e coisa e tal, existe um aspecto psicológico que deve ser levado em consideração: N estamos falando de um lutadora conhecedora dos tropeços e já anestesiada por derrotas; de alguém que encara um revés apenas como um dia ruim de trabalho- tipo o Vitor, o Lyoto ou Cigano. Cyborg está em outro patamar e foi mimada por uma década. Caso as coisas tomassem esse rumo, n seria surpresa se ela aposentasse. Por tudo isso, o custo benefício dessa luta acaba sendo horrível. E aí caímos na seguinte questão : se mesmo num contexto de uma derrota acachapante ela consegue examinar com frieza os custos e os riscos e optar por n lutar, talvez n seja tão old school assim, hein ? Essa valentia desmesurada de quem nunca deixaria barato, acretido que faça parte da mitologia criada pelos fãs. O que n tem problema algum.
  13. Essa é uma verdade inconveniente por aqui. Rs
  14. Pra que fazer isso ? Pra comprar a luta novamente ?
  15. Onde o Rafa é correto e esforçado, o Thompson é gênio. Além de tudo, é bem menor. Não dá pra o brasileiro. Se bem que vivemos tempos estranhos: Pettis , cujas mãos n assustaram ngm, nocauteou brutalmente um cara que assimilou bombas limpas do Woodley, um GnP poderoso, que conseguiu reverter uma guilhotina encaixada, e voltar intacto no round seguinte. Não duvido mais de nada. É o poder do contexto: n viu o golpe = lona. Então, td é possível.