Eder Jofre55

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  1. Eder Jofre55

    Borrachinha fora, Romero x Jacaré II

    Pode até não ser ,eu não apostaria, mas também não se pode garantir o contrário, o problema pode ter se agravado durante esse tempo todo, essa ideia de dizer que o cara ainda tem lenha pra queimar só quem realmente sabe é o próprio atleta!
  2. Eder Jofre55

    Borrachinha fora, Romero x Jacaré II

    Bisping obedeceu aos pedidos da familia e teve bom senso de parar antes que ficasse cego ,GSP parou quando se aposentou a primeira vez ,daí em diante ele virou um homem de negócios ,só voltou contra o Bisping porque viu que tinha chances de ganhar e assim o fez , ele mesmo já admitiu que tem medo da derrota , só retorna se for um caminhão de dinheiro e chance de manter o legado intacto como está! Ferguson ainda não se pode afirmar nada ,apenas especular ,Cain sofre com lesões desde a segunda surra no Cigano ,nunca mais foi o mesmo ,Nurma continua passando o carro em quem aparece pra lutar com ele ,apenas luta pouco ,como a maioria dos campeões!
  3. Eder Jofre55

    Dana White renova contrato com UFC por mais sete anos

    Só não concordo que ele seja um personagem o tempo todo e faça tudo de caso pensado ,uma parte é da personalidade do cara e da maneira como ele acredita que as coisas devem ser geridas ,gostem ou não eu só vejo uma mudança de cenário se o lutadores se unirem para mudar as regras ,se surgir outros eventos com novas propostas ou se naturalmente o mercado apontar para uma mudança de rumo daqui pra diante! Até lá vai continuar a mesma coisa ,99% dos lutadores querendo o UFC e o mesmo em relação ao publico que assiste ,incluindo aí os que xingam o careca e torcem para o evento falir mas estão sempre assistindo as lutas!
  4. Eder Jofre55

    Trilogia mcgregor

    Cadê a matéria ou link da reportagem?
  5. Foi sincero em dizer que errou em ir pra cima do russo ,facilitando o trabalho de ser quedado, seria invariavelmente mas ele poderia sofrer a queda com o Nurma machucado por algum golpe ou atordoado por una sequência de golpes, o que diminuiria o prejuízo no chão! Ele mudou seu jogo justamente contra o cara que mais lhe apresentava perigo se fosse quedado ,ao invés de contra golpear aproveitando o erro do adversário ele partiu pra cima que nem doido! ,
  6. O Marlon foi preciso no comentário, TJ nem tentou dizer que estava surpreso com a notícia ,assumiu o risco na busca do segundo cinturão e ficou sem nenhum e provavelmente um ano ou mais sem lutar, além da mancha no cartel!
  7. Na teoria o Thompson leva ,mas ele está um bom tempo parado e é um cara que demora pra entrar na luta, fica medindo distância até cansar e o Pettis pode se aproveitar disso e soltar o jogo!
  8. Pode ser que tenham confundido você com outro usuário que gosta de aparecer por vias tortas ,mas com certeza você está confundindo tolerância com burrice, já foi advertido para escrever corretamente, como fazia nas primeiras postagens e insiste em chamar a atenção com esse tipo de comportamento ,sabemos que pode fazer muito melhor que isso! O fórum atravessa uma fase excelente, vários foristas colaborando com tópicos e opiniões de conteúdo, pessoal da antiga voltando a frequentar, a maioria tornando o espaço cada vez melhor! Meia dúzia que foram banidos e fazem novas contas ou usam clones que estavam adormecidos pra tentar bagunçar o espaço não terão vida fácil!
  9. McGregor admite pouca dedicação para luta contra Khabib: “Não dei o devido respeito” Diego Ribas Conor McGregor não esconde de ninguém que seu maior objetivo neste momento é fazer a revanche contra Khabib Nurmagomedov no UFC. O irlandês foi finalizado pelo campeão peso-leve (70 kg) em seu último desafio no octógono, em outubro de 2018. E, agora de cabeça fria, ele admitiu que lhe faltaram motivação e dedicação para o duelo, além de não ter dado o devido respeito ao rival. De acordo com o site ‘BJPenn.com’, durante conversa com fãs no último final de semana em Chicago (EUA), McGregor explicou que a rotina de treinos e lutas fez com que o ímpeto de outros tempos diminuísse. Apesar disso, o ex-campeão dos pesos-penas (66 kg) e leves destacou que está confiante e ansioso para retornar ao octógono o mais breve possível. “Se você faz isso o tempo todo e ano após ano, é aí que a motivação diminui, que falta dedicação, e você é surpreendido. É isso o que eu sinto que aconteceu aqui, eu não dei a ele o devido respeito, eu andei para frente, eu não me importei, eu fui pego por aquele overhand. Se eu estivesse ligado, não teria sido pego por aquele overhand em nenhum tipo de luta. Estou muito confiante, muito ansioso, em boa forma, vamos continuar”, ressaltou, ao citar o golpe que recebeu no segundo round do duelo, quando levou um knockdown. Ao tentar justificar por que Khabib deveria lhe conceder a revanche, McGregor citou a postura que adotou durante a briga generalizada após a luta, quando membros do time do rival invadiram o octógono para agredi-lo. Pela confusão, tanto Nurmagomedov quanto Conor foram suspensos e multados, mas o irlandês teria garantido que isso ainda não está resolvido. “Quando há disputa, deve haver uma revanche. Houve disputa no meu último (duelo), eu bati no irmão e no primo dele em cima do octógono, e ele [Nurmagomedov] tentou pular e correr. Isso não acabou, houve disputa, então tem que haver uma revanche”, concluiu. Devido à participação na confusão no UFC 229, Conor foi suspenso por seis meses e Khabib por nove. Deste modo, ‘The Notorious’ está liberado para retornar ao octógono a partir de abril, enquanto o russo só deverá colocar o seu cinturão em jogo novamente no segundo semestre de 2019. Ao longo da carreira profissional como atleta de MMA, McGregor somou 21 triunfos e quatro derrotas. Já Nurmagomedov, acumulou 27 vitórias no cartel invicto.
  10. Marlon Moraes questiona ‘boa vontade’ de T.J. ao abrir mão do cinturão: “Foi esperto” Diego Ribas Nesta quarta-feira (20), os fãs de MMA acordaram com uma verdadeira bomba. T.J. Dillashaw, campeão dos pesos-galos (61 kg) do UFC, anunciou que foi flagrado em um exame antidoping. E, em sinal de respeito aos demais atletas da divisão, o americano resolveu abrir mão do cinturão enquanto resolve seu drama profissional. No entanto, o gesto, a princípio nobre, não convenceu a todos. Marlon Moraes, atual número 1 do ranking, conversou com a equipe de reportagem da Ag Fight e afirmou que o anúncio de Dillashaw não passou de uma forma do atleta sair bem de uma situação adversa. De acordo com o brasileiro, o campeão apenas antecipou uma notícia que seria inevitável – ter seu cinturão destituído pelo Ultimate. “Fiquei surpreso com a notícia, dele ter caído no doping, não esperava, depois de tanto tempo. Foi uma surpresa. Ele é um grande lutador, grande atleta, foi um grande campeão para essa categoria. Mas, mais uma vez eu achei que ele tentou sair bem dessa situação. Esse fato dele estar abrindo mão do cinturão, ele foi só esperto, porque ele devia ter recebido mensagem do UFC, da USADA dizendo que iam tirar o cinturão dele, aí se aproveitou da situação, antecipou tudo, para sair bem na fita. Mas a gente não é idiota, a gente está nesse meio, entende disso tudo”, ironizou ‘Magic’, como é conhecido, antes de projetar seus novos alvos na categoria. “Vejo o futuro da divisão – tem alguns desafiantes aí -, me vejo como o número 1. Vamos ver com quem eles vão me botar para lutar. Tem o Pedro Munhoz, tem o Sterling, tem o Cejudo também que é uma outra opção. Vamos ver qual o plano do UFC, o que vai acontecer. E o mais importante é eu estar preparado para ir lá, me tornar o campeão dessa categoria e levar esse cinturão para o Brasil”, concluiu o atleta de Nova Friburgo. Marlon é o atleta mais bem encaminhado para uma disputa de cinturão. Portanto, é possível que tenhamos um duelo brasileiro pelo título dos pesos-galos – caso Munhoz seja escalado. Embora não seja uma possibilidade distante, há outra opção de maior calibre: a realização de uma superluta entra Moraes e Cejudo pelo reinado da categoria até 61 kg.
  11. Zebra em nova categoria, Pettis promete: "Vou surpreender todos que estão duvidando de mim" Estreante no peso-meio-médio, ex-campeão peso-leve diz que está se sentindo um "monstro" para luta contra Stephen Thompson. Americano ainda quer luta com José Aldo Por Ana Hissa Após pedir por um duelo contra Stephen Thompson nas redes sociais, Anthony Pettis conseguiu o que queria. No próximo sábado, o ex-campeão peso-leve do UFC sobe de categoria e faz a luta principal do UFC Nashville contra o peso-meio-médio americano. Super azarão nas casas de apostas, com apenas 20% de preferência dos apostadores, o americano garante que vai surpreender muita gente com sua performance. - Muita gente está duvidando de mim e vou provar o contrário. Vou surpreender todo mundo. Antes do WEC e do UFC eu lutei duas vezes nessa categoria. Percebi que o corte de peso estava prejudicando a minha performance. Não estava mais me preparando para as lutas, e sim, para o corte de peso. Só pensava nas lutas depois. Dessa vez não, estou diferente, focado no combate, no que tenho que fazer para vencer e pronto para começar o novo capítulo da minha carreira. Estou me sentindo um monstro- disse ele em entrevista exclusiva ao Combate.com . Ex-campeão peso-leve do WEC e do UFC, Anthony Pettis se testa pela primeira vez no peso-meio-médio. Sobre o rival, só elogios. Mas, apesar de ser fã do estilo de Thompson, não se surpreende com as armas que " Wonderboy" mostra dentro do octógono. - Thompson é um lutador incrível, sou fã do estilo dele, os chutes giratórios, toda a base dele de artes marciais tradicionais. Os fãs ficam encantados. Mas eu já vi tudo isso na minha vida, cresci no taekwondo, não há nada que me surpreenda no jogo dele. Na verdade, acho que temos um estilo parecido e será uma luta divertida. Tenho uma ótima estratégia e uma mente preparada para isso - contou Pettis. O jogo de "Wonderboy" já foi estudado algumas vezes por Duke Roufos, treinador de Anthony Pettis que também é técnico de Tyron Woodley. Thompson disputou o cinturão contra "The Chosen One" duas vezes, com um empate e uma derrota. Apesar disso, o americano não considera esse fator uma vantagem na luta. - O estilo de Woodley é muito diferente do meu, não posso pedir ajuda para ele porque somos lutadores muito diferentes. Meu plano de ataque será completamente outro - contou ele. A decisão sobre em qual categoria deve se manter ainda é uma incógnita. Pettis, que já chegou a disputar o cinturão interino dos penas do UFC, disse que ainda espera ter a oportunidade de enfrentar José Aldo em uma luta que vem sendo cogitada há anos. Não sei em que categoria vou ficar. Só sei uma coisa: não quero lutar para trás, quero caras que me deem lutas emocionantes. Aldo é uma lenda, espero que antes de ele se aposentar e eu me aposentar a gente finalmente se enfrente - disse o americano. UFC Nashville 23 de março de 2019, no Tennessee (EUA) CARD PRINCIPAL (21h, horário de Brasília): Peso-meio-médio: Stephen Thompson x Anthony Pettis Peso-pesado: Curtis Blaydes x Justin Willis Peso-leve: John Makdessi x Jesus Pinedo Peso-mosca: Jussier Formiga x Deiveson Figueiredo Peso-pena: Luis Peña x Steven Peterson Peso-mosca: Maycee Barber x JJ Aldrich CARD PRELIMINAR (18h, horário de Brasília): Peso-pena: Bobby Moffett x Bryce Mitchell Peso-galo: Marlon Vera x Frankie Saenz Peso-mosca: Alexis Davis x Jennifer Maia Peso-palha: Randa Markos x Angela Hill Peso-galo: Ryan MacDonald x Chris Gutierrez Peso-mosca: Eric Shelton x Jordan Espinosa
  12. Kevin Lee sobe para o meio-médio e enfrenta Rafael dos Anjos na luta principal do UFC Rochester Americano, que acumula problemas com a balança no peso-leve, decide subir para enfrentar o brasileiro no evento marcado para o dia 18 de maio, quando farão a luta principal Por Combate.com O UFC Rochester já tem sua luta principal no dia 18 de maio, no estado americano de Nova York. O brasileiro Rafael dos Anjos, número 4 do peso-meio-médio (até 77kg), recebe na divisão de cima Kevin Lee, número 5 do peso-leve (até 71kg). A informação é do jornal “Democrat and Chronicle”, de Rochester, e logo depois foi oficializada em anúncio do próprio UFC. Vindo de sequência de derrotas para Colby Covington - quando lutou pelo título interino do meio-médio - e Kamaru Usman - hoje o novo campeão da divisão -, Rafael dos Anjos tenta retomar as vitórias na categoria onde começou com uma trinca de triunfos, em 2017. São três vitórias e duas derrotas desde que o ex-campeão peso-leve subiu de divisão. Aos 34 anos, Dos Anjos tem um cartel com 28 vitórias e 11 derrotas. See UFC Brasil's other Tweets Kevin Lee também vem de derrota, depois de perder para Al Iaquinta em dezembro passado. Com um cartel de 17 vitórias e quatro derrotas, o lutador americano de 26 anos fará sua primeira incursão no peso-meio-médio. Lee já teve problemas para bater o peso anteriormente, como quando lutou com Tony Ferguson no UFC 216 pelo título interino dos leves, em que precisou de mais uma hora para tirar as 450g a mais que pesou da primeira vez. Depois disso, ficou de novo 450g acima na pesagem para a luta com o brasileiro Edson Barbosa, quando acabou multado em 20% da bolsa e acabou vencendo a luta. UFC Rochester 18 de maio de 2019, em Nova York (EUA) CARD DO EVENTO (até o momento): Peso-meio-médio: Rafael dos Anjos x Kevin Lee Peso-galo: Aspen Ladd x Sijara Eubanks Peso-médio: Trevin Giles x Zak Cummings Peso-meio-pesado: Patrick Cummins x Ed Herman Peso-pena: Mike Trizano x Grant Dawson
  13. Memória Combate: Há oito anos Jon Jones conquistava o cinturão do UFC pela primeira vez Em luta perfeita, americano derrotou o então campeão por nocaute no terceiro round, Mauricio Shogun, e se tornou o mais jovem campeão da história do UFC aos 23 anos Combate.com Uma das carreiras mais espetaculares do MMA chegava ao seu ponto alto há exatamente oito anos. O até então jovem promissor Jon Jones, de apenas 23 anos de idade, conquistava pela primeira vez o cinturão de campeão dos pesos-pesados do UFC ao nocautear o brasileiro Mauricio Shogun no UFC 128, realizado em Nova Jersey. A façanha tornou Jones o mais jovem campeão da história do evento, e abriu caminho para um das maiores sequências do MMA, enfileirando nada menos que seis campeões na sequência: Shogun, Quinton "Rampage" Jackson, Lyoto Machida, Rashad Evans e Vitor Belfort. Uma curiosidade sobre o UFC 128 é que ele havia sido planejado inicialmente para acontecer em Abu Dhabi. Mas, após a arena que abrigaria o evento ter sido desmontada, a opção foi remanejá-lo para Nova Jersey, nos EUA. Veja a luta na íntegra: https://globosatplay.globo.com/combate/v/2415508/ https://sportv.globo.com/site/combate/noticia/memoria-combate-ha-oito-anos-jon-jones-conquistava-o-cinturao-do-ufc-pela-primeira-vez.ghtml Para chegar à disputa de cinturão contra Mauricio Shogun, Jon Jones teve de fazer sete lutas no UFC. Venceu todas, menos a que está marcada como a sua única derrota na carreira: uma desqualificação contra Matt Hammil no TUF Finale 10. A caminhada teve seu penúltimo degrau no histórico UFC 126, que teve como luta principal o duelo que mudou o rumo do MMA no Brasil: Anderson Silva x Vitor Belfort. Na penúltima luta do evento, Jones teve pela frente o campeão do TUF 8, o compatriota Ryan Bader. Invicto nas 12 lutas que havia feito até então, Bader vinha com moral após derrotar Rogério Minotouro no UFC 125. Jones, por sua vez, com 11 vitórias em 12 lutas, também vinha embalado por dois nocautes consecutivos no primeiro round contra Brandon Vera e Vladimir Matyushenko. A luta entre as duas revelações definiria o próximo desafiante ao cinturão, já que Rashad Evans, originalmente escalado para enfrentar Shogun, havia se lesionado nos treinos. Mas o que prometia ser um duelo equilibrado, transformou-se em um verdadeiro atropelo. Jones dominou o duelo completamente e finalizou Bader com uma guilhotina no segundo round. Logo após a luta, durante as entrevistas, foi informado de que enfrentaria o então campeão, Mauricio Shogun, pelo cinturão. Sem acreditar, e caindo de joelhos no octógono, Jones viu o brasileiro entrar no cage e posar para fotos com ele, oficializando a luta. A luta Pouco mais de um mês depois, Shogun e Jones subiam no octógono montado em Nova Jersey para a disputa do título mundial dos pesos-meio-pesados na luta principal no UFC 128. E, mais uma vez, o americano mostrou o porquê de ser considerado por muitos o maior lutador de todos os tempos. Tendo diante de si um adversário consagrado mundialmente, respeitado por sua agressividade, seu poder de nocaute, talento e capacidade de absorção de golpes - e que jamais havia sido nocauteado no UFC - como Shogun, Jones mais uma vez impôs o seu estilo de luta, minando a resistência do brasileiro desde o começo, com golpes variados e levando a luta para o chão desde o começo, claramente o ponto fraco do brasileiro. Usando o seu wrestling, Jones usava seus cotovelos na garganta e no rosto do brasileiro, cansando-o e castigando-o incessantemente. Após ser advertido por apertar com as mãos o pescoço de Shogun, Jones deixou o campeão se levantar e, a partir daí, massacrou-o impiedosamente com cotoveladas, joelhadas, chutes e socos. Cansado, Shogun procurava se movimentar, mas não conseguia evitar ser encurralado pelo desafiante. Nos 30s finais, o brasileiro ficou nas costas de Jones, mas tentou erradamente puxá-lo para o chão, e acabou mais uma vez por baixo do americano, travando-o até o intervalo. Jon Jones castigou Maurício Shogun por três rounds para conquistar o cinturão no UFC 128 — Foto: Getty Images No intervalo do primeiro para o segundo rounds, já era possível ver que Shogun estava nitidamente abalado pelos golpes que sofrera. Jones, por sua vez, mostrava-se inteiro e sem apresentar sequer cansaço após cinco minutos de luta. O segundo round trouxe Jones ainda mais agressivo, diante de um Shogun já debilitado e sem capacidade de defender a quantidade insana de socos e cotoveladas - marca registrada de Jones. O brasileiro ainda tentava atacar, mas não conseguia acertar o americano, que devolvia os golpes com mais força e precisão, usando a envergadura para acertar o campeão na longa distância. Derrubado na metade do round, Shogun ficou por baixo no chão e novamente recebeu uma imensa quantidade de golpes, incluindo uma tentativa de chave de perna no segundo final. Na volta para o córner no intervalo, o brasileiro mais uma vez mostrava desgaste, cansaço e alguns hematomas e ferimentos no rosto. No terceiro round, Shogun começou tentando tomar a iniciativa do combate, mas Jon Jones movimentou-se bem, evitando as investidas. O campeão mais uma vez tentou dominar as costas do desafiante, mas errou novamente a tentativa de derrubada e chave de perna, ficando por baixo no chão. Já muito cansado, Shogun era golpeado sem defesa, e apenas mantinha as mãos no rosto para evitar alguns golpes. O brasileiro ainda conseguiu se desvencilhar e levantar, mas recebeu golpes duros na linha de cintura e uma joelhada na cabeça quando já estava caindo, e viu o árbitro Herb Dean encerrar o combate ao mesmo tempo em que batia a mão direita no chão em desistência. Jones festejava a conquista do cinturão se jogando de costas no chão, enquanto Shogun era atendido, ainda caído, pelos médicos do evento. Iniciava ali uma nova era nos meio-pesados, que só foi interrompida por fatores externos ao octógono. Dentro dele, Jon Jones segue insuperável. UFC 128 19 de março de 2011, em Nova Jersey (EUA) CARD PRINCIPAL Jon Jones venceu Mauricio Shogun por nocaute técnico aos 2m37s do R3 Uriah Faber venceu Eddie Wineland por decisão unânime (triplo 29-28) Jim Miller venceu Kamal Shalorus por nocaute técnico 2m15s do R3 Nate Marquardt venceu Dan Miller por decisão unânime (triplo 30-27) Brendan Schaub venceu Mirko Cro Cop por nocaute aos 3m44s do R3 CARD PRELIMINAR Luiz Banha venceu Eliot Marshall por nocaute técnico aos 2m15s do R1 Edson Barboza venceu Anthony Njokuani por decisão unânime (triplo 29-28) Mike Pyle venceu Ricardo Cachorrão por decisão unânime (triplo 29-28) Gleison Tibau venceu Kurt Pellegrino por decisão unânime (triplo 29-28) Joseph Benavidez venceu Ian Loveland por decisão unânime (30-27, 29-28 e 30-27) Nick Catone venceu Costa Philippou por decisão unânime (triplo 30-27) Erik Koch venceu Raphael Assunção por nocaute aos 2m32s do R1
  14. Pede 20 pra levar 5% ou menos, o cara está certo, traz muita grana para o evento, mas como pagar uma parcela dos lucros todo mês pra alguém que dá lucro uma vez ao ano ,em média, tem muita coisa pra ser esclarecida ainda!
  15. Eder Jofre55

    Dana White renova contrato com UFC por mais sete anos

    Dana White renova contrato com UFC por mais sete anos Diego Ribas O presidente do UFC, Dana White, é a “cara” da organização desde 2001, quando a Zuffa comprou a liga de artes marciais mistas. E, mesmo que o Ultimate hoje tenha outros donos, ele continua sendo o seu principal dirigente – o que não deve mudar tão cedo, pois o cartola revelou na última segunda-feira (18) que renovou contrato por mais sete anos. A Endeavor é a controladora do Ultimate desde julho de 2016, data em que comprou a maior organização de MMA do mundo por 4 bilhões de dólares – mais de R$ 13 bilhões em valores da época. E, depois de pouco mais de dois anos como funcionário da empresa, White declarou ao canal oficial do UFC que fechou um novo acordo com a companhia. “Ari Emanuel (diretor da Endeavor) e eu acabamos de assinar um novo contrato de sete anos. Então, estaremos aqui por sete anos, a ESPN estará aqui por sete anos. Nem consigo contar quão animado eu estou para todas as coisas incríveis que vamos fazer”, declarou, referindo-se também à assinatura do novo vínculo do Ultimate com a ESPN, que agora passará a transmitir os eventos em pay-per-view da organização por meio de sua plataforma de streaming. “Depois da venda, eu continuei. E tenho trabalhado duro nos últimos dois anos e meios para levar esta coisa ao próximo nível. É por isso que estou aqui. Não se trata de dinheiro ou de qualquer dessas coisas. Não me importo sobre nenhuma dessas coisas. Gosto de vencer, de levar as coisas a um patamar superior, e superior, e superior. Foi isso que sempre fizemos e o que vamos continuar a fazer”, completou. Dana tem 49 anos e se tornou um ícone do MMA por sua atuação como promotor dentro do UFC. O dirigente foi um dos responsáveis pelo surgimento de Ronda Rousey e Conor McGregor como estrelas para além do octógono. Polêmico, White é tão conhecido por gerar amor e ódio que se tornou um dos personagens jogáveis no game oficial do Ultimate – seja para bater, seja para fazê-lo apanhar.