Eder Jofre55

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  1. Pai de Nurmagomedov se revolta com Ferguson x Lee: “Vem do Dana White” Por Diego Ribas Nessa terça-feira (15), o Ultimate surpreendeu ao anunciar a luta entre Tony Ferguson e Kevin Lee pelo cinturão interino da divisão dos leves (70 kg). Isso porque a maioria esperava que Khabib Nurmagomedov, atual número um do ranking, ganhasse a chance de tentar o título provisório, mas não foi o que aconteceu. E a decisão do UFC deixou Abdulmanap Nurmagomedov, pai e treinador do russo, bastante insatisfeito. Em um desabafo em suas redes sociais, Abdulmanap acusou Dana White de ter sido o principal culpado para que seu filho não encarasse Tony Ferguson. O treinador até acabou corroborando a versão do dirigente de que Nurmagomedov não estaria pronto para o dia 7 de outubro, data prevista para o duelo pelo cinturão interino, mas não poupou a organização de críticas. “Nesta manhã ficamos sabendo que o Kevin Lee vai lutar pelo cinturão interino com o Tony Ferguson. O segundo do ranking contra o sétimo, e isso vem do Dana White! Por que não o número um contra o terceiro ou quarto, o quinto ou o sexto? É isso o que eles querem, e é interessante para eles, mas discutível para todos os fãs ao redor do mundo. Agora, sobre a data de 7 de outubro para 4 de novembro, é menos de um mês, mas claro que não funciona para eles. Eles podem esperar por meio ano, mas menos de um mês não. Incrível, mas é verdade”, afirmou Abdulmanap. O pai e treinador de Khabib ainda deu a entender que seu filho deverá encarar o brasileiro Edson Barboza na próxima aparição no octógono. Atual número quatro do ranking, o brasuca vem de três vitórias seguidas e atravessa um grande momento. “Agora vamos comparar com a luta entre Khabib e Barboza. É possível que aconteça? É curioso, mas é. O teste pelos quais estamos passando ninguém mais passa. Isso nos deixa mais fortes e mais responsáveis junto aos nossos fãs. Onde quer que estejamos, no nosso país ou fora dele, nunca deixamos de treinar para as lutas. Tem fãs que desejam ver Khabib lutar três vezes por ano, mas acho que duas é o suficiente. Uma é muito pouco, concordo. O tempo é o melhor juiz para tudo o que acontece”, concluiu. Khabib Nurmagomedov possui 24 vitórias e nenhuma derrota em sua carreira. A última vez que subiu no palco do maior evento de MMA do mundo foi em novembro do ano passado, quando venceu Michael Johnson por finalização no UFC 205.
  2. Mark Hunt acusa Fabrício Werdum de negar luta: “Tinha hora na manicure” Por Diego Ribas Em novembro de 2014, Mark Hunt foi nocauteado por Fabrício Werdum em duelo que rendeu ao vencedor o cinturão interino dos pesos-pesados. Com o resultado engasgado desde lá, o neozelandês deixou claro que queria fazer a revanche em breve, mas terminou por acusar o brasileiro de recusar a confronto. Através de sua conta no Instagram, Hunt confirmou que irá se apresentar no dia 19 de novembro, em Sydney, quando encara Marcin Tybura no combate principal do show. No entanto, de acordo com seu relato, a intenção era mesmo encarar Werdum em setembro, no Japão, país onde carrega uma legião de fãs graças aos seus triunfos no extinto torneio de kickboxing K-1. “Dia 19 de novembro, lutarei em Sydney. Tentei enfrentar um top 5 mas todos estavam ocupados. Pedi pelo Werdum no Japão e também para Sidney mas ele tinha hora na manicure. Então, é hora da festa, Tybura”, narrou em suas redes sociais. Com um cartel irregular e alternando vitórias e derrotas, Hunt, aos 43 anos e embalado pelo triunfo contra Derrick Lewis, parece disposto a tentar uma última chance de disputar o cinturão do UFC. E, sem tempo a perder, ele precisa, de fato, enfrentar atletas bem ranqueados. Talvez por isso a decepção em assinar o contrato para o duelo contra Tybura.
  3. Amigo atualiza situação de Matt Hughes e fala em “milagre” Instagram A cada dia uma nova vitória. É desse jeito que vem caminhando a rotina de Matt Hughes, membro do Hall da Fama do UFC que sofreu um acidente automobilístico em junho deste ano e chegou a ficar em coma antes de deixar o hospital. Amigo pessoal do ex-campeão do UFC, Tony Zucca deu uma nova atualização sobre o estado de saúde do atleta no último domingo. O americano publicou uma foto com Hughes fora do hospital em sua conta no Instagram e, com um tom bastante emocionado, deu alguns detalhes da recuperação do atleta. “Eu mal posso descrever as emoções que estou sentindo ao escrever este post. Menos de dois meses atrás eu não sabia se o meu melhor amigo conseguiria e hoje à noite saímos para um sushi (disfarçado). Falamos sobre a montanha-russa de emoções! O progresso dele em tão pouco tempo é um milagre. Ele está trabalhando duro e lutando contra a frustração”, afirmou Zucca. Brincando com o amigo, Tony também pediu para os fãs de Matt Hughes que continuem suas orações, já que o ex-campeão ainda precisará passar por um longo processo de recuperação daqui para frente. “Ele é, como sempre foi, uma inspiração. Eu mal posso esperar para acertar o tapete nele novamente, e hoje ele me disse que “teremos mais um round” (ele riu, mas definitivamente não era uma piada). Obrigado por todas as orações! Por favor, continuem com elas porque ele ainda tem uma longa jornada pela frente. Estou testemunhando o poder delas pela primeira vez. Muito grato”. Matt Hughes sofreu o acidente no dia 16 de junho. A caminhonete que ele dirigia se chocou com um trem em Raymond, no estado de Illinois (EUA).
  4. Georges St-Pierre promete versão mais agressiva em retorno: “Vou para machucar” Por Florian Sädler Aposentado desde o final de 2013, Georges St-Pierre finalmente tem data, local e adversário para retornar ao octógono. Após meses de uma extensa novela, o canadense foi confirmado para encarar Michael Bisping no dia 4 de novembro, em Nova York (EUA), data em que pretende apresentar ao mundo uma nova versão do ex-campeão dos meio-médios (77 kg). Revelando estar mais pesado, com cerca de 90 kg, GSP se prepara para estrear na divisão dos médios (84 kg) em duelo já válido pelo cinturão. E para atrair a atenção do público, ele promete estar mais agressivo do que nunca e afasta o estilo estratégico e meticuloso que marcou o final de sua carreira. “Treinei mais coisas, vou mais para machucar os caras, ir para nocautear ou finalizar. Serei mais oportunista. Sinto que as vezes, quando se está vencendo, é sobre o cara que está perdendo criar uma brecha para tentar vencer, é como xadrez. Se ele não fizer, você continua fazendo seu jogo. Agora sinto que com meu treino dos últimos anos, me sinto indo para finalizar”, prometeu durante entrevista ao programa ‘MMA Hour’. Culpando parte de seus adversários que, por não se abrirem para buscar a vitória minimizavam suas chances de conquistar um nocaute ou finalização, GSP comparou seu atual preparo para a luta com o “antigo” campeão dos meio-médios. “Lutei com vários caras no passado em que, durante a luta, vi mudanças em suas mentes. Que eles aceitavam a derrota. Que estavam lutando para não apanhar muito e não para vencer. Eu estava lutando para vencer, mas é difícil não poder se expor demais. Uma coisa que eu posso me culpar é que eu pensava demais. Agora quero ser mais oportunista e colocar mais vontade pelo fim”, finalizou.
  5. Daniel Cormier rompe o silêncio e garante desejo de terceira luta com Jon Jones Por Diego Ribas Em uma das revanches mais aguardadas de todos os tempos, Daniel Cormier foi superado por Jon Jones mais uma vez no UFC 214, evento realizado em julho. Próximo dos 40 anos e derrotado duas vezes pelo campeão, o meio-pesado (93 kg) viu o futuro de sua carreira ser colocado em xeque, cenário que ele próprio fez questão de afastar nesta segunda-feira (14). Rompendo o silêncio que o acompanhou desde a derrota no dia 29 de julho, Cormier deixou claro que não pretende pendurar as luvas e que, se depender dele, uma terceira luta com ‘Bones’ sairá do papel, mais cedo ou mais tarde. E para justificar sua esperança, ele reforça que o lado financeiro poderá falar mais alto. “Não acho que mais alguém da diviso pode competir comigo. Acredito que vamos lutar de novo, e nós fizemos muito dinheiro juntos. Quando isso acontece, o UFC normalmente abre a portas, analisou durante conversa com o programa ‘MMA Hour’. Além do aspecto financeiro, que ajudaria a convencer os dirigentes do UFC, ‘DC’ garantiu que a vontade de se colocar à prova contra o único atleta a vencê-lo no octógono ainda fala alto. E com uma carreira de sucesso no wrestling e no MMA, vencer Jon Jones seria, de fato, o último degrau que faltaria em sua caminhada profissional. “Minha carreira pode ser completa, fiz coisas incríveis, poucos fizeram o que fiz. Dinheiro, títulos, algumas das maiores lutas do UFC na história. Competitivamente , eu quero lutar com ele de novo. Tirando rivalidade e tudo isso, é sempre sobre competitividade”, narrou o veterano.
  6. Na boa ,não entendo porque esse mimimi ,ou irritação sem nexo só porque o treinador disse que o cara lutou lesionado , se a luta tivesse sido uma porcaria ainda vá lá , mas pelo contrário ,foi tensa e com um desfecho sensacional ,independente de gostar ou não do cara, o que importa (ou deveria) é o que ele entrega no cage . Quando o cara perde e fala em lesão é porque está dando desculpas , quando ganha e fala em lesão é porque está supervalorizando a vitória , quando não fala inglês é porque é mal assessorado , quando provoca é porque falta com respeito ,quando é humilde é porque não sabe vender ppv ,e por aí vai ... Não importa o que o cara fizer ,nunca vai satisfazer todo mundo ,(ainda bem que é assim) ,penso que esse detalhe da lesão é apenas mais uma informação ,tanto faz como o cara sobe lá ,quem corre os riscos e colhe os frutos é ele e a equipe ,luta boa é o que me interessa , e nesse quesito o Jones está com saldo positivo ,independente de eu gostar ou não dele !
  7. UFC planeja Anderson Silva x Kelvin Gastelum para luta principal em Xangai Lutador brasileiro pediu para lutar na cidade chinesa, que vai sediar evento em 25 de novembro, e organização tenta refazer confronto marcado originalmente para UFC Rio Por Combate O UFC vai tentar novamente marcar o confronto entre Anderson Silva e Kelvin Gastelum, mas do outro lado do mundo. A organização planeja realizar o duelo entre o brasileiro e o americano como luta principal de seu primeiro evento em Xangai, na China, marcado para 25 de novembro. A informação foi dada inicialmente pelo site "FloCombat" e confirmada pelo Combate.com junto a fontes próximas à organização. Anderson e Gastelum deveriam ter se enfrentado no UFC 212, no Rio de Janeiro, em junho passado, em luta que foi anunciada oficialmente pela organização em março, logo após o americano derrotar Vitor Belfort no UFC Fortaleza. Contudo, Gastelum foi flagrado no exame antidoping depois da luta, por uso de maconha, e suspenso até julho. O Ultimate e Anderson não chegaram a um acordo sobre um adversário substituto para ele, e o brasileiro acabou retirado do evento. Gastelum, por sua vez, lutou no final de julho em Long Island e foi derrotado por outro ex-campeão dos pesos-médios, Chris Weidman. Segundo apurou o Combate.com, lutar em Xangai foi um pedido do "Spider", que está gravando sua participação num filme na região. Gastelum foi o adversário escolhido, e falta apenas a assinatura dos contratos para o anúncio oficial ser feito. O torneio será o primeiro do UFC na China continental; seus três eventos anteriores no país foram realizados em Macau, região administrativa do país.
  8. Treinador revela que Jon Jones se lesionou antes de luta com Cormier no UFC 214 Por Diego Ribas Em um dos combates mais aguardados pelos fãs de MMA no ano de 2017, Jon Jones provou ser um dos grandes nomes da história do esporte ao nocautear Daniel Cormier no terceiro round da luta que liderou o card do UFC 214, evento realizado no último dia 29 de julho na cidade de Anaheim, na Califórnia (EUA). E se a performance de alto nível apresentada por ‘Bones’ na ocasião já chamou a atenção, imagine após a revelação feita por John Winkeljohn, treinador do novo campeão meio-pesado (93 kg), que garantiu que seu pupilo subiu ao octógono lesionado. Em entrevista ao podcast ‘Submission Radio’, o líder da academia ‘JacksonWink MMA’ não apenas relatou os momentos de tensão vividos pelo lutador e por sua equipe, como também detalhou a semana que antecedeu o combate contra Cormier. De acordo com Winkeljohn, um problema médico chegou a manter Jon Jones impossibilitado de levantar o próprio braço às vésperas do duelo. No entanto, nem isso foi capaz de colocar em risco a presença de ‘Bones’ no card do evento. “Eu vou compartilhar isso com vocês. Algumas noites antes da luta, sim, ele não conseguia levantar o braço – se machucou enquanto treinava wrestling. Ele treinou pesado demais com o parceiro, talvez tenha sido a falta de aquecimento. Não tenho certeza, mas foi meio assustador. Foi uma daquelas situações em que, enquanto eu o aquecia, perguntei aos outros treinadores e eles concordaram que não devíamos mais treinar muito wrestling”, relembrou o treinador. “Não queríamos fazer com que ele se lesionasse mais, pois isso poderia afetar sua mentalidade. Queria manter isso [a contusão] de fora, de modo que, se ele sentisse a lesão novamente, a adrenalina assumiria o controle. Foi um pouco assustador e ninguém soube disso. Houve uma lesão nos bastidores”. Mesmo contundido, Bones conseguiu a façanha de ser o primeiro a nocautear Daniel Cormier durante toda sua carreira no MMA. E foi justamente essa apresentação recente, acrescida do fato do campeão ter ficado mais de um ano sem competir em virtude de sua suspensão por doping, que explica o fato de Jon Jones ser o melhor atleta do esporte na atualidade – ao menos sob o ponto de vista de Winkeljohn. “Jon é quem ele é, muito durão. Como eu disse, ninguém pode bater no Jon Jones, somente ele mesmo. Uma vez que ele decide que quer ganhar um combate, ganhará. Ele basicamente não disse nada além de que lutaria. Ele não falou nada sobre isso. É como se não importasse se fosse formigamento ou fraqueza, Jon não disse nada. Ele simplesmente foi e lutou. É por isso que Jon Jones é o campeão. Ele tem essa mentalidade”, finalizou o treinador.
  9. Brasileiro relembra drama e garante ter pensado parar pouco antes de entrar no UFC Por Diego Ribas Se destacar no cenário nacional de MMA, ser contratado pelo UFC e de quebra estrear com o pé direito na nova organização. Este é o sonho máximo de qualquer postulante a atleta profissional de artes marciais mistas no Brasil, e Júnior Albini, mais conhecido pelo apelido ‘Baby’, pode dizer que conquistou tal objetivo. No entanto, a trajetória até a nata do esporte não foi fácil, e, por isso, o competidor natural de Paranaguá (PR) não se desfaz dos percalços que por muito pouco não o fizeram desistir do objetivo de se destacar na modalidade e ter a condição de proporcionar uma vida melhor à sua ainda pequena família. A realidade precária que os competidores de MMA enfrentam fora dos grandes eventos foi um dos principais agravantes, pois, como ele próprio relembrou em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, suas noves lutas anteriores à estreia no UFC não lhe proporcionaram “nem um centavo”. Tal cenário induziu Baby a fazer certos questionamentos sobre o quão válido era persistir no sonho, porque, simultaneamente aos problemas financeiros, Júnior não podia acompanhar o crescimento de sua filha, que atualmente tem dois anos de idade. Mas como em um roteiro digno de Hollywood, o paranaense provou que persistir ao máximo pode valer a pena. “Foi tudo no sacrifício, e eu me dizia ‘mais um ano’, pedia [dinheiro] emprestado e fazia bico acreditando no sonho”, relatou pouco antes de narrar que, quando trabalhava como garçom aos finais de semana, recebia cerca de R$ 60 por noite. “Estava muito mal, contei com ajuda da minha mãe até para comer. Reduzimos muita coisa para poder continuar vivendo no sonho. Minha esposa sempre me apoiou e acreditou que eu chegaria lá. [Foram] Quatro anos assim, fui cortando o básico para poder viver com a condições mínimas que me permitissem comer bem”, revelou, garantindo que chegou a pensar em largar o esporte. “Até o momento que minha esposa ficou grávida, a situação ficou mais difícil. Mas aí quando ela começou a andar e ficou com dez meses, foi aí que ficou mais difícil. Esse último ano foi o mais difícil e pensei em parar para dar uma condição para ela pois temia estar prejudicando a infância dela e algo que ela poderia ter. Esse último ano foi mais difícil, quando ela começou a falar com um ano e quatro meses e eu pensava em parar quase todo dia. […] Agora com essa parte financeira eu posso focar no treino. […] Tentarei manter o mesmo padrão de antes, né? Mas com mais qualidade de vida e tranquilidade, tanto para minha filha e minha esposa”, completou o jovem peso-pesado de 26 anos. A boa fase se concretizou após sua luta de estreia no UFC Long Island (EUA), quando ele nocauteou Timothy Johnson ainda no primeiro round. Com a vitória arrasadora sobre o norte-americano, Albini recebeu a notícia que precisava para se estabilizar financeiramente: a de que, além da bolsa pela vitória, ele conquistou uma premiação individual por performance – feito que lhe conferiu 50 mil dólares (cerca de R$160 mil) a mais em sua conta. Cenário completamente oposto ao que antecedeu a semana da luta, quando ele, por falta de dinheiro, teve que decidir se comprava um presente para sua filha ou gastava seu dinheiro todo com alimentação. “Na verdade, a boneca eu comprei com o dinheiro da comida que o UFC dá para gastarmos com os mantimentos da semana. Fui sair para comprar as coisas e acabei vendo as bonecas, porque aqui no Brasil é muito caro, e comprei para minha filha com esse dinheiro”, relembrou Albini sem qualquer arrependimento. “Quero dar o melhor para elas, mas quero manter sem exageros. Procurar manter um padrão legal, mas economizando o máximo que puder. Sou novo e acredito que posso dar alguns saltos, fazer algum intercambio fora. Quero não mexer em uma parte do dinheiro, quero guardar”, ponderou, garantindo total consciência em relação à instabilidade da vida de um atleta profissional. A preocupação com o futuro financeiro de sua família é natural para alguém que sabe o que é passar por dificuldades, e justamente por isso o peso-pesado prefere manter a calma e consolidar seu nome na organização aos poucos. Nem mesmo a ascensão meteórica na divisão dos pesados – que, com apenas uma luta, já o coloca entre os 15 melhores do ranking do UFC – é capaz de fazer com que o brasileiro perca o foco e deixe de manter os pés no chão. “Corto peso para bater 120 kg, mas quero mudar isso aí e melhorar o shape, ganhar massa magra e perder mais gordura, mas não quero perder peso não. Isso faz diferença na velocidade e tamanho. Mesmo pesadão não perco velocidade, então vou explorar isso aí. […] Acredito que apesar de estar em 13°, preciso de mais experiências no octógono para me sentir melhor. Não quero dar um passo maior do que a perna, quero fazer algumas lutas antes de pegar os caras lá de cima”, concluiu a promessa brasileira da divisão dos pesados.
  10. Garbrandt anuncia luta contra TJ Dillashaw no UFC 217 Por Rigel Salazar No mesmo dia em que Georges St-Pierre revelou que já assinou o contrato para enfrentar Michael Bisping no UFC 2017, Cody Garbrandt também tornou público quem será seu próximo desafiante. O campeão dos galos (61 kg) terá pela frente TJ Dillashaw no mesmo evento programado para dia 4 de novembro, em Nova York (EUA). Cody publicou a notícia em sua conta oficial no Twitter. O aguardado encontro já era para ter saído do papel em julho, após os dois atletas treinarem a edição de número 25 do The Ultimate Fighter. No entanto, uma lesão do campeão fez com que os planos fossem adiados. Garbrandt e Dillashaw alimentam uma forte rivalidade desde que o segundo abandonou a Alpha Male para ir treinar em outra academia e passou a ser figura não grata entre os membros do seu antigo time. Dillashaw é ex-campeão dos galos e perdeu seu cinturão para Dominick Cruz em janeiro de 2016. Desde então, o americano levou a melhor diante de Raphael Assunção e John Lineker para voltar a ter uma chance de disputar o título. Cody Garbrandt, por sua vez, ainda não sabe o que é perder uma luta profissional de MMA. Aos 26 anos, ele detém um cartel com 11 vitórias e nenhum revés. O americano tomou o cinturão de Cruz em dezembro do ano passado.
  11. ‘Moicano’ admite erro em estratégia e desafia promessa mexicana Por Diego Ribas O UFC 214 não foi dos melhores para o Brasil. Apesar de Cris ‘Cyborg’ ter conquistado o cinturão dos penas (66 kg), os outros três atletas que representaram o país no evento saíram do octógono derrotados. Um deles foi Renato ‘Moicano’, que foi finalizado por Brian Ortega no terceiro round e conheceu seu primeiro resultado negativo na carreira. O duelo vinha bastante equilibrado durante os dois primeiros rounds, mas no último assalto o brasileiro tentou colocar o americano para baixo e foi finalizado com uma guilhotina. Em conversa com a Ag. Fight, Moicano admitiu que foi precipitado de tentar a luta no chão naquele momento. “Com certeza errei em derrubar. Do mesmo jeito que ele disse que estava preparado para minha queda, eu estava preparado para que ele tentasse capitalizar em cima dessa queda. Fizemos um treinamento para ser uma luta de kickboxing e boxe. Apesar de ele ser muito bom no chão, ele não queda bem. E apesar de eu quedar bem, sabia que tinha perigo entrar para quedar, porque ele faz guilhotina e triângulo de mão muito bem. No segundo round, quando derrubei e fiquei por cima, senti que dava para ficar por ali. Não era muito mistério”, relembrou o brasiliense. Apesar da derrota, Moicano teve motivo para não sair tão cabisbaixo da Califórnia. Isso porque a sua luta contra Brian Ortega foi escolhida como a melhor da noite, e ambos atletas receberam uma premiação extra de 50 mil dólares (cerca de R$ 156 milhões). Atual número 10 da divisão dos penas (66 kg), o brasiliense já sabe o que fará com esse dinheiro. “Esse prêmio eu vou investir em treinamento. Vou passar um tempo na American Top Team e respirar novos ares. É importante a gente conhecer novos lugares. Acho que será muito bom para a minha evolução como lutador”, revelou. Além disso, Renato Moicano já começa a pensar no próximo passo a ser dado dentro do Ultimate. Com três vitórias e uma derrota dentro da organização, o brasileiro revelou o nome do rival que gostaria de enfrentar na sua próxima apresentação. “O próximo passo é recuperar. Semana que vem eu já volto a treinar. Nada mudou. Meu sonho ainda é ser campeão e eu vou trabalhar a cada dia para chegar a esse objetivo. Próximo passo é descansar, recuperar bem e tentar lutar ainda esse ano. Penso que para mim seria bom lutar com alguém do top 10 para baixo. Um adversário que acho que seria uma boa é o Yair Rodriguez, pelo estilo de luta. Ele sempre busca a luta. Não vou ficar pedindo, mas seria uma boa”.
  12. Nem considero essa luta contra o Browne como parâmetro para avaliar o Cain , a luta acabou no primeiro round e só teve um cara disposto a lutar ,Travis entrou borrado e ficou apanhando que nem vagabundo quando entra em cana ,a terceira luta contra o Cigano foi em 2013 (como o tempo passa ...) de lá pra cá perdeu do Werdum e ganhou do Browne ,muito pouco pra se ter uma verdadeira ideia de como ele está atualmente . Gostava muito do seu estilo ,mas sinceramente não acredito que alguém consiga ficar naquele ritmo "coelho Duracell" por cinco rounds sem parar como ele fazia , ainda mais nos pesados , 35 anos não é velho ,mas também não é nenhum garoto ,ainda mais com as constantes lesões como as que ele sofreu ,se voltar parecido e conseguir lutar com mais frequência já me dou por satisfeito.
  13. O Cain que lutou e espancou o Cigano duas vezes não existe mais ,seja pelas lesões ,USADA ou ambos , não adianta alimentar esse saudosismo ,depois volta contra o Miocic e perde vai ser o velho papo de que só perdeu porque está fora de ritmo ,ou toda vez que volta de lesão não é o mesmo Cain com ritmo de luta ... Não dá para dizer que é exagero voltar pelo cinturão porque a categoria é um pouco rasa e o Werdum acabou de perder para o Overeem ,que por sua vez tinha perdido para o Miocic,fora o Cigano que teve a chance de ser campeão e não fez nada , Cain e Ngannou ,se este passar bem pelo Cigano . Quanto ao Jones até acho que tem chances ,pelo seu QI de luta ,acima da maioria , se conseguir manter a distância em modo seguro e com isso evitando as bombas do Miocic entrarem com toda a força pode minar o gás do campeão com chutes e cotoveladas ,entrando e saindo sem grandes danos , se cair por cima fica ruim pra qualquer um , mas se tomar umas bombas em cheio não sei se aguenta o tranco, seria legal de assistir essa luta ...
  14. Miocic responde Jon Jones e garante ser relevante para o MMA Por Marcel Alcântara Após vencer Daniel Cormier e retomar o cinturão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, Jon Jones surpreendeu muita gente ao desafiar o gigante Brock Lesnar, ex-campeão peso-pesado que sequer mais faz parte do plantel do maior torneio de MMA do mundo. Mas se é para subir e divisão, por que não encara logo o campeão da categoria acima? A resposta para essa questão foi dada pelo próprio Bones, que classificou Stipe Miocic, atual campeão dos pesados, como um atleta extremamente talentoso, mas “relativamente desconhecido”. Sendo assim, o embate sequer poderia ser classificado como uma “superluta”. Em conversa com o ‘FloCombat’, Miocic respondeu a essas declarações de Jon Jones. O americano de origem croata se colocou à disposição do Ultimate para encarar Bones e ainda se defendeu da acusação de não ser importante o suficiente para encarar o possível rival. “Ouça, eu vou lutar com qualquer um. Se o UFC quiser que eu lute com o Jon, vou lutar com ele. Tudo o que me importa agora é quebrar recordes, ganhar e manter o meu cinturão por muito tempo. Acho que eu sou relevante, não sei do que ele está falando. Eu talvez não tenha tantos fãs quanto ele nas rede sociais, mas tenho certeza de que sou relevante”, afirmou Miocic. “Sou o cara mais malvado do planeta por alguma razão. Ele pode pensar o que quiser, de qualquer jeito. No fim das contas, eu sou relevante”, concluiu. Miocic também enxerga um outro lado para que Jon Jones prefira desafiar Brock Lesnar. Na visão do campeão dos pesados, o gigante loiro é um atleta que representa bem menos riscos a Bones do que ele representaria caso o enfrentasse dentro do octógono. “Eu sou sem dúvida um risco 100% maior do que o Brock Lesnar. Sem dúvidas. Seria uma grande luta. Acho que tenho um estilo terrível (de lidar) e sempre chego a uma luta preparado. Tenho os melhores treinadores e parceiros de treinos do mundo. Então, não importa contra quem vou lutar, vou sair vencedor”, garantiu. Apesar de ainda não confirmada, a próxima aparição de Stipe Miocic pode ser no UFC 216, em 7 de outubro. Rumores dão conta de que o campeão colocaria seu cinturão em jogo diante de Cain Velasquez neste evento.
  15. Werdum nega vacilo em estratégia e se vê a duas lutas do cinturão Por Rigel Salazar Depois de uma luta bastante parelha, Fabricio Werdum conheceu a sua sétima derrota na carreira após os juízes laterais derem vitória para Alistair Overeem em uma das lutas do card principal do UFC 213, disputado no início de julho, em Las Vegas (EUA). Mas o brasileiro ex-campeão dos pesados teve bons momentos durante a luta e muita gente questionou se sua estratégia foi a melhor a ser tomada em determinadas situações. No terceiro round, por exemplo, Werdum acertou uma potente joelhada que deixou o holandês zonzo. Na sequência, o gaúcho encurralou seu oponente na grade, mas, ao invés de continuar golpeando e buscar o nocaute, preferiu colocar Overeem para baixo e trabalhar o seu poderoso jiu-jitsu. Passado um mês do confronto, o ex-campeão do Ultimate fez uma avaliação fria do seu desempenho em conversa exclusiva com a Ag. Fight. “Segui a estratégia que tínhamos traçado. Se eu continuo batendo naquela hora que eu dei a joelhada… eu estava tão confiante que eu puxei para a guilhotina. Não consegui encaixar, empurrei, levantei e dei mais uma sequência. Ele se fechou e eu tinha treinado isso. Quando ele se fechasse era para eu colocar para baixo. Se eu não tivesse feito isso, as pessoas iriam dizer: ‘ah, por que você não levou para o chão?’. Como eu levei para o chão, perguntam por que eu não continuei batendo. Fiz o que tínhamos treinado. Achei que foi o suficiente para sair com a vitória. Entrei com o recurso e ainda não saiu o resultado. É a minha carreira e fica manchado. Como todo mundo viu, foi muito vaiado o resultado” afirmou Werdum, lembrando que ele ainda espera a resposta da Comissão referente ao recurso que entrou para a mudança de resultado. Dana White, presidente do Ultimate, foi um dos que criticou o brasileiro pela sua escolha em buscar a luta no chão quando aparentemente poderia forçar a trocação. Em resposta ao que foi dito pelo dirigente, Werdum preferiu não polemizar para não complicar essa relação que já não é das mais tranquilas. “O Dana White pode falar o que quiser. Ele é o presidente do evento, mas não é ele que está lutando. O Dana White não sabe o que a gente sente ali dentro. Só quem sabe é quem sobe no octógono. O Dana White pode falar, os fãs podem falar, mas eu segui a minha estratégia”, disse. Com duas derrotas nas últimas três apresentações, Werdum ficou quase um ano parado até enfrentar Overeem. O ex-campeão admitiu ter sentido a falta de ritmo e pediu para lutar mais vezes no ano de agora em diante. O gaúcho quer retornar ao octógono no fim do ano e, mesmo com a derrota, ainda se enxerga próximo do cinturão. “Quero lutar ainda neste ano. Outubro ou novembro e em 2018 eu quero lutar pelo menos três vezes. Essa coisa de ficar muito longe afastado não é legal. Uma derrota são três passos para trás. Uma vitória é um para frente. Mas no meu caso foi um passo para trás apenas, porque todo mundo viu como foi, da maneira como foi. Acho que estou a duas lutas do cinturão. Agora em novembro e depois mais uma”.