Eder Jofre55

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  1. Suspeito de agressão à irmã, Rony Jason admite erro: "Punição maior foi sair do UFC" Lutador diz que a maior punição foi ter sido retirado do UFC, maior torneio de MMA, do qual o lutador era membro antes da acusação de agressão Por GloboEsporte.com, Fortaleza, CE O lutador de artes marciais mistas (MMA, da sigla em inglês) Rony Jason, suspeito de agredir a irmã com socos e chutes, afirmou em depoimento em rede social ter errado. - Sou réu e ela é vítima. Errei, nunca foi de minha índole isso (cometer o crime de agressão) - afirmou. UFC confirma desligamento de Rony Jason, mas não cita caso de violência Esta foi a primeira vez em que o atleta se manifestou desde que foi apontado como autor da agressão, em 7 de outubro. Ele prestou depoimento na quarta-feira (11), na Delegacia da Mulher de Quixadá, cidade natal do lutador e onde ocorreu o crime. A agressão ocorreu na saída de uma festa no Hotel Vale das Pedras. Em outro trecho do depoimento, o lutador diz que a maior punição foi ter sido retirado do UFC, maior torneio de MMA, do qual o lutador era membro antes da acusação de agressão. - Punição maior foi sair do UFC, de onde eu tirava o sustento dos meus três filhos, ajudava meu irmão dependente (de drogas) e a mesma (a irmã agredida), com seus dois filhos. Obrigado a todos que me apoiam e torcem por mim - diz. O G1 Ceará tenta contato com o lutador desde que a Polícia Civil iniciou a investigação do caso, mas as ligações não são atendidas. Violência filmada A acusação de agressão com base na lei Maria da Penha foi feita após um vídeo da agressão ser compartilhado em redes sociais. De acordo com a delegada à frente do caso, Janaína Siebra, o boletim de ocorrência foi feito independente da vontade da vítima. - Trata-se de uma lesão corporal dolosa (quando há intenção de cometer o crime), no âmbito da lei Maria da Penha, e a Polícia Civil de Quixadá está tomando as medidas cabíveis. A delegada informou que não poderia antecipar quais são as "medidas cabíveis", para não atrapalhar a investigação. - A gente analisou as imagens (do vídeo divulgado em rede social). Foi uma lesão. O Ronny agrediu a irmã com socos e chutes, isso foi filmado - detalha a delegada. O vídeo mostra também que algumas pessoas seguraram o lutador para conter a agressão. Em outro momento, quando ela está caída, ele faz ameaças. De acordo um policial militar, testemunhas relataram que o lutador estava embriagado no momento da agressão, mas a informação não é confirmada pela delegada à frente do caso. A polícia também não informou se o atleta foi localizado, mas afirma que ele deve prestar depoimento "em breve" para apresentar a versão dele sobre o caso.
  2. Junior Cigano abre o jogo: vida nos EUA, filho, rivais e doping: "Fiquei devastado" Notícia de resultado positivo em exame, por uso de diurético, caiu como uma bomba na sua vida, afirma o lutador catarinense, que comentou o tema delicado e outros assuntos em um papo exclusivo Por Zeca Azevedo Era uma sexta-feira, e Junior Cigano terminava mais um dia de treino em Coconut Creek, na American Top Team. Ele já se arrumava para voltar para casa, na vizinha Coral Springs, onde mora com a família no estado americano da Flórida, quando o celular tocou. Era Ana Cláudia Guedes, sua advogada. A notícia, num primeiro momento, deixou o peso-pesado atônito. Parecia impossível acreditar: "Como assim caí no doping? Impossível, não tomo nada, que absurdo é esse?". Foram as primeiras palavras do ex-campeão do UFC ao saber da notificação da USADA (Agência Antidopagem dos EUA) por doping, no último dia 18 de agosto. - Até chegar em casa achei que era sacanagem, não estava acreditando. Encontrei minha esposa e ela já falou: "A USADA te notificou, você caiu no doping". "Mas não é possível, pelo amor de Deus, no que fui cair?". E comecei a procurar informação. Ligamos para o pessoal do UFC no outro dia e nos mostraram que tinha sido um diurético. E uma quantidade até muito pouca, nem agiria como diurético no meu corpo. Até demorei muito para fazer xixi e não estaria agindo como diurético no dia do teste. Mas eles encontraram a substância e, uma vez que encontraram, a regra para um é a regra para todos. Por menor que seja a quantidade encontrada. O que mostra certamente que foi uma contaminação. Eles não tinham o que fazer a não ser me notificar e me tirar da luta - afirmou o lutador, em conversa exclusiva com o Combate.com, em Salvador. Junior Cigano está em Salvador para compromissos pessoais, e encontrou seu primeiro mestre, Yuri Carlton (Foto: Zeca Azevedo) A luta em questão aconteceria 22 dias depois, contra Francis Ngannou, no UFC 215. Cigano foi testado com exame de sangue e urina em 12 de julho, e os testes foram negativos para a presença de qualquer substância proibida. No dia 10 de agosto, a USADA fez novo, desta vez apenas de urina. Resultado: foi encontrada uma substância chamada “hidroclorotiazida”, um diurético proibido pelo código da WADA (Agência Mundial Antidoping) por mascarar ou dificultar a pesquisa do uso de substâncias dopadoras. - Se estivesse tomando alguma coisa e quisesse esconder, usaria muito diurético para esconder a droga. Uma mínima quantidade num intervalo de um mês (entre os exames) não esconderia nada, teria que usar muito. Mas está lá na regra da USADA, consta como substancia proibida, eles encontraram na minha urina e como qualquer um estou respondendo por isso. Hoje, independentemente de ser justo ou não, tenho cumprido a minha parte, é o melhor que posso fazer. Até para colaborar para que eles imponham isso cada vez mais e mantenham o esporte limpo (...). Mas as pessoas não diferenciam se foi uma contaminação mínima por diurético, que não te beneficia em nada, a não ser perder peso, e para que vou tomar isso? Sou peso-pesado, não tem sentido nenhum tomar diurético. Junior Cigano sempre foi um defensor público do trabalho implantado pela USADA junto ao UFC, que começou em julho de 2015. Quando alguém levantava suspeitas sobre os lutadores em geral, o lutador catarinense fazia questão de dizer que nunca usou nenhum tipo de substância proibida. - Tudo nessa história é meio que absurdo para mim. Estou conscientemente tranquilo. Sempre que alguém comenta de luta ao meu redor, fala: "Mas para ser campeão, precisa usar alguma droga, todos os caras usam". E eu enchia o meu peito para dizer que não é assim. Nas minhas palestras, quando falava com a garotada, sempre enchi meu peito - e continuo enchendo - para dizer que não. Me tornei campeão do mundo sem nem saber o que é esse tipo de droga, como anabolizante, e isso continua até hoje. Junior Cigano vem de derrota no UFC 211, quando perdeu a luta pelo cinturão, em maio deste ano (Foto: Jason Silva) Com a notícia do resultado positivo no seu teste de urina, Junior Cigano passou a se questionar quanto ao trabalho da agência americana. E ainda ressaltou a dificuldade de identificar a origem da substância encontrada em seu corpo. - Fiquei devastado logo no início. Sempre lutei a favor da USADA, sempre disse o quanto a apoio, e o quanto apoio o esporte sem drogas, o esporte justo. Sempre joguei o jogo limpo, tenho consciência tranquila. Agora tudo está sob investigação, mas esse é outro problema, porque não faço ideia de onde veio isso, e agora cabe a mim provar minha inocência, e isso é meio estranho. No início pensava muito comigo mesmo: "Para que a USADA está lá? Para trapaceiros ou para a galera que joga certo e acaba como vítima?". Óbvio que estou sendo vítima de alguma situação que eu também não sei ainda o que é. Estou recebendo um apoio imenso do pessoal não só da USADA, como do UFC também, na busca por respostas. Essa coisa de não saber a resposta é um absurdo, isso te corrói por dentro, parece que te arranca a alma. Sempre falei muito alto contra tudo isso, e vou continuar falando, mas a única coisa que me pergunto hoje é isso: "A USADA está lá para os trapaceiros ou para quem é inocente e acaba caindo numa situação dessa?”. Cigano, de 33 anos, contratou um advogado especialista no assunto para cuidar da questão. Ele lamenta que sua imagem tenha ficado manchada com as notícias veiculadas sobre o resultado do primeiro teste. O lutador pediu a contraprova, mas não tem esperanças de que aconteça um resultado diferente. - O prejuízo para a minha imagem foi impressionante. As pessoas não entendem e já consideram como droga, muitos já me tacharam como drogado. Nunca, nunca na minha vida imaginei que passaria. Tanto que falava alto quando falava sobre isso. Não faço uso desse tipo de coisa e não preciso. No início da minha carreira, logo depois da primeira luta, parei de beber, não saio na noite, cuido da minha alimentação, minha esposa faz um trabalho fenomenal, já é uma nutricionista quase, ela faz tudo seguindo as orientações do meu nutricionista, cuido da minha alimentação, cuido da minha suplementação, cuido dos mínimos detalhes para chegar na hora da luta e captar o meu máximo. Stipe Miocic venceu Junior Cigano por nocaute técnico, ainda no primeiro round (Foto: Jason Silva) Com um cartel de 18 vitórias e cinco derrotas, Cigano ainda lembrou o lado financeiro envolvido na questão do doping. Se não lutar, não ganha. - Sei que sob investigação você não pode lutar, mas isso é extremamente prejudicial. Todos sabem que nós lutadores só recebemos quando lutamos. Fora isso, não tem nem patrocínio, o UFC não permite mais. Ou seja, a gente só recebe quando luta. Se você ficar um ano sem lutar, é um ano sem receber. E vive como? Como sustentar a família? E o que dói é saber da minha inocência, e de repente algo assim acontece comigo. Não estou dizendo que sou diferente de ninguém, ao contrário, regra para um é a regra para todos. Mas me cuido, e a gente está indo fundo nessa história, a verdade tem que sair de algum lugar. Estamos sendo punidos antes de sermos julgados. Perceba o tamanho desse peso, uma imagem fortalecida quanto a isso (na defesa da USADA). E minha imagem foi prejudicada no mundo inteiro, as pessoas estão duvidando de mim. No próximo dia 28, em São Paulo, o UFC realizará mais uma edição, e Junior Cigano participaria da transmissão da TV Globo. Com a notificação, acabou fora da programação. - Sou comentarista da Globo e não vou poder fazer esse evento no Brasil. Numa conversa extremamente tranquila com a Globo - e faz total sentido -, chegamos à conclusão de que não seria interessante que eu participasse sob investigação, e não poderia tomar o tempo da programação para falar de mim. Chegar lá sem dar uma resposta para as pessoas ficaria complicado também. Concordei plenamente e aceitei. É um prejuízo extremamente grande, na minha vida e na minha carreira. Me atingiu muito forte. Mas tenho plena consciência da minha responsabilidade enquanto atleta e como pessoa. Eu não falo as coisas, pratico o que eu falo, não sou político. Aos poucos, tudo vai se esclarecer, mas demanda tempo. O ex-campeão peso-pesado do UFC também disse ter ciência de que esse fato poderá ser usado contra ele pelos rivais. É outra situação que vai ter que aprender a lidar, diz ele. - Uma das coisas complicadas é essa, ouvir provocações de caras que tempos atrás andavam cheios de coisa, todo complicado, e nunca foram pegos, e agora você, que sempre jogou o jogo justo, acaba prejudicado (...). Quem tentar me acusar de alguma coisa vai ser pior para ele, porque vou bater mais. Não quero nem nocautear rápido, quero bater muito por estar falando besteira - prometeu. Na mesma conversa com o Combate.com, Cigano falou sobre a luta com Miocic, possíveis rivais para a volta - quando cutucou Fabrício Werdum -, situação da divisão peso-pesado do Ultimate, vida na Flórida e a chegada do filho Bento, que nasceu em março deste ano. Explicações para a derrota diante do campeão Stipe Miocic - Não vi muito (a luta de novo), vi umas 60 vezes só (risos). Foi frustrante. Acabou entrando a mão forte, sabia que o Miocic é um cara que bate muito forte. O que pequei foi que, apesar de me sentir bem andando para trás, não ofereci nada em troca, ele só atacava e não recebia nada. Consegui alguns bons chutes, mas além disso nada demais, e o único golpe que realmente entrou foi o que me finalizou. Os outros não senti nada demais. Estava rodando, sabia que em algum momento ele ia diminuir o ritmo, é normal. E o meu pecado foi virar a cabeça, se tomo o golpe de frente no rosto provavelmente sentiria, mas continuaria na luta, mas estiquei o braço e virei a cabeça, pegou na orelha, embaixo, e essa região é mais sensível. Levei uma leve apagadinha, e quando voltei o Herb Dean (árbitro central) estava na minha frente já. Foi triste, é uma situação horrível, mas mérito do Miocic que soube aproveitar o momento dele, caminhou para frente, buscou a luta, foi agressivo. Ele evoluiu muito, e me surpreendeu. E no mundo das lutas, quando você é surpreendido, normalmente você é nocauteado. Surpresa não é bom no mundo da luta. Qual seria a melhor luta para a volta? - Todos sabem que não escolho adversário, isso é uma coisa que tenho repetido há muitos anos. Muitos falam isso, mas na prática não fazem. Muitos. Realmente luto com qualquer um, tanto que ninguém queria lutar com Ngannou, e eu falei: "Tá maluco, essa é a luta que eu quero, joga aí!". Não escolho adversário, até porque sei da minha capacidade e do meu potencial. E se não sou o campeão hoje é porque alguma coisa está errada, as coisas não estão se encaixando direito e não estou sabendo administrar as situações e colocar tudo junto para funcionar. Acredito muito nisso, e é assim que vou continuar em frente. A minha vontade na minha volta é enfrentar o Ngannou, até porque devíamos ter lutado, não só porque queria lutar com ele por estar num momento bom, mas em respeito ao nosso combate que devia ter acontecido. Mas, na verdade, adversário não falta hoje. O Ngannou seria a luta que devia ter tido. O (Alistair) Overeem seria uma boa luta para a volta, como o próprio Caín Velásquez, tenho vontade que tenho com ele novamente, mas acho que seria pelo título ou em um momento específico da nossa carreira. E tem o nosso amigo gaúcho Werdum, mas eu já desisti dessa. “Acho” (que ele não quer)? Como assim? O cara já negou três vezes (a luta), óbvio que não quer. Para o UFC seria uma luta muito interessante uma revanche entre nós. São opções. Acho que a primeira seria o Ngannou, e depois o Overeem, Velásquez ou Werdum. Ou qualquer outro, hoje em dia a nossa categoria está vivendo um grande momento. Situação da categoria peso-pesado do UFC - O que aconteceu de diferente na categoria foi o Miocic. E é uma coisa que tenho também guardada em mim aqui, mas não é o momento de falar disso. Acho que ele vai se manter campeão por um bom tempo, até eu chegar lá de novo e tirar dele. Fora isso, não vejo ninguém com potencial. Claro que luta é luta e tudo pode acontecer, e surpreender como o Miocic fez. Foi o que fugiu à regra e começou a devastar a categoria e vencer todo mundo, é um cara diferenciado. Mas alguém que venha para surpreender? As pessoas dizem que a categoria dos pesados está parada, mas não é que está parada, novos nomes estão surgindo, mas não têm sido capazes de tirar quem está lá. O pessoal que ocupa o topo é sólido, forte, e se mantém lá por muito tempo. Mas uma coisa é certa: não faltam lutas boas. Junior Cigano mora hoje na Flórida, e faz parte da renomada equipe American Top Team (Foto: Evelyn Rodrigues) Vida nos Estados Unidos - Tenho gostado muito de morar lá, é perto da academia, fica a uns 15 minutos. É uma qualidade de vida muito boa, principalmente como atleta. Encontro a suplementação que preciso, bons alimentos, descanso bem, e têm diferentes tipos de recuperação, o que é muito difícil ter no Brasil. Uma das coisas mais difíceis para o lutador de MMA é se recuperar bem para o próximo treino. E para a minha vida pessoal tem sido muito benéfico estar lá. Tenho também um ótimo time atrás de mim, com uma estrutura e treinadores incríveis. No conjunto da coisa, tudo funciona melhor lá. Por incrível que pareça, mesmo com o dólar mais caro, acabo gastando um pouco menos lá. No Brasil, até fazia a coisa acontecer, mas gastava bastante, trazia treinadores, mantinha eles na cidade, e ia embora uma boa parte do dinheiro. E tinha meus patrocínios, que me possibilitavam fazer esse tipo de coisa, hoje em dia isso é impossível. Hoje seria impossível fazer um camp aqui. E a Flórida está perto. Muitos falam que Miami é a melhor cidade do Brasil (risos). Em oito horinhas estou lá. Às vezes as passagens de lá para cá são até mais baratas que as internas aqui. Aposentadoria bem distante no MMA - Amo fazer o que faço, amo lutar, não é a minha hora de parar com isso. Tenho 33 anos, tenho muita coisa para fazer ainda. Amo estar lá, amo ouvir as pessoas me dando palpites de como lutar (risos). Isso tudo que me motiva todo dia. Filho Bento, de apenas sete meses - Essa é a parte maravilhosa. No início (da notícia do doping) fiquei devastado, e o meu filho foi uma bênção, Deus parece que sabia que ia acontecer algo assim e que eu ia precisar dele. Com a minha esposa Isadora e ele temos vivido coisas incríveis. Estou aproveitando ele, e trabalhando em outros projetos enquanto não volto. É muito difícil ficar longe, a saudade é grande. Junior Cigano com o filho Bento, hoje com sete meses (Foto: reprodução/Instagram) Presença do filho para a luta com Miocic - Fui na segunda-feira da semana da luta (para Dallas) sozinho. “Mermão”...em algumas horas que fiquei longe a sensação foi horrível. Ele estava com minha esposa e a mãe dela, mas tinha que estar perto dele, e fiquei extremamente angustiado, tanto que na terça falei: "Venha, não dá não". Ele chegou e foi incrível. Pelo menos relaxei. Não sei se isso foi positivo ou negativo, mas naquele momento era necessário, era o que eu precisava, ter ele perto de mim. Ele era tão pequenininho, não tinha nem dois meses! Sucesso na função de pai - Ela (a esposa, Isadora) com certeza faz a maioria das coisas, mas sempre que posso ajudo. Gosto de trocar fralda, dar banho, faço tudo já. Daqui a uns dias faço vídeo de YouTube ensinando a trocar fralda, a acalmar o bebê, já estou profissional (risos). Filho em casa nas próximas lutas - Mas para as próximas lutas ele não vai. Para essa com o N’Gannou o plano já seria não levá-los, só o time. A gente tem que entender uma coisa - e até pequei um pouco nisso eu acho: ali é guerra, é matar ou morrer. Uma derrota acaba afetando muito a nossa carreira, nosso esporte é novo e até injusto com os atletas, uma vitória te coloca lá em cima e uma derrota te coloca lá embaixo. O foco ali tem que ser de guerra, e estou pronto para isso. Essa foi a nossa estratégia, estava trabalhando o meu psicológico mesmo para isso, chegar como um “sniper” contra o N’Gannou, atirar bomba para matar. A gente não pode confundir as suas situações. Nas próximas lutas ele fica em casa quietinho com a mamãe, e vou lá e faço meu trabalho e volto para cuidar dele.
  3. Fabio Maldonado confirma duelo contra russo campeão mundial de boxe Instagram Fabio Maldonado encontrou novos ares desde que saiu do UFC. Demitido do maior show de MMA do mundo, o então meio-pesado (93 kg) assinou com um show russo e passou a alternar duelos em sua divisão de origem e como peso-pesado. Ao mesmo tempo, ele ainda voltou a se apresentar no boxe, esporte em que estápróximo de dar um dos maiores passos de sua carreira. De acordo com o atleta em sua conta no Instagram, seu duelo com o russo Denis Lebedev, campeão mundial peso-cruzador pela WBA (Associação Mundial de Boxe), foi acertado e programado com 12 rounds de duração. E para chegar no ápice de sua forma, ele garantiu que treinará exclusivamente no Brasil. “Confirmado pessoal, minha próxima luta será na regra do boxe, em Moscou, na Rússia, contra o campeão mundial cruzador pela WBA Denis Lebedev. Quando terminei minha última luta falei dentro do octógono que respeito esse campeão que acompanho faz mais de dez anos entre lutas, treinos e até sparring com fedor. Acredito que faria uma boa luta com ele. Não sei o que traduziram pra ele, mas esse cara está falando muita besteira e vamos resolver isso da melhor maneira em dezembro”, garantiu Maldonado. Apesar da data oficial não ter sido divulgada pelo atleta, o ex-UFC garantiu que já planejou seus treinos e que alternará treinamento entre as cidades de Osasco e Sorocaba. Por sua vez, Stefano Sartori, empresário de Maldonado, negou, em conversa com a reportagem da Ag. Fight, que o contrato esteja assinado, mas afirmou que as negociações estão caminhando bem e se encontram avançadas.
  4. Após suspensão, derrotas e cirurgias, Lyoto Machida promete buscar cinturão do UFC Por Diego Ribas Depois de cumprir uma suspensão de 18 meses, Lyoto Machida se prepara para fazer o seu retorno ao UFC na luta principal do evento que acontecerá no próximo dia 28 de outubro, em São Paulo. O brasileiro, que enfrentou a punição da USADA – agência de antidoping dos Estados Unidos – depois de ter admitido o uso da substância DHEA garantiu, porém, que o período afastado e os quase 40 anos nas costas não são motivo para que ele deixe de pensar no cinturão de sua categoria. Nas duas últimas atuações do veterano, os resultados, no entanto, foram os piores possíveis. Nocauteado por Yoel Romero e finalizado por Luke Rockhold, o carateca atravessou ainda uma fase de cirurgias que, pelo meno por enquanto, parecem servir de motivação para seu retorno ao octógono que o consagrou, como ele deixou transparecer durante entrevista exclusiva para a Ag. Fight. “Na verdade, eu estou voltando a lutar agora. E eu tive todos os motivos para me aposentar. Venho de duas derrotas consecutivas, tive algumas cirurgias. Operei o nariz, a mão, o cotovelo, e ainda fiquei suspenso”, analisou o lutador. “Então não tem outro motivo que me faça voltar que não seja ser campeão. Não estou aqui de brincadeira, não estou voltando para mostrar nada para ninguém, eu estou voltando para ser campeão. Eu não estou indo só para competir, estou indo para vencer. Isso é o mais importante para mim, e esse é o meu objetivo agora. Então com certeza, não tem nada mais que me motiva a não ser voltar a ser campeão, esse é o meu objetivo e jamais voltaria a lutar por uma questão que não fosse essa”. O ‘Dragão’ foi suspenso às vésperas da sua luta contra Dan Henderson, que aconteceria em abril de 2016, no UFC on Fox: 19. Durante um teste realizado pela agência de antidoping, o atleta, ao ver uma lista de medicamentos proibidos entregue pelo agente, admitiu o uso de um dos itens proibidos pea entidade. E, apesar de ter cumprindo toda a suspensão, o brasileiro afirmou que o tempo afastado dos octógonos foi exagerado. “Eu acho que isso é uma página virada, algo que eu já passei. Agora estou esperando o momento da minha volta, da minha luta. É difícil ficar falando se eu teria feito alguma coisa diferente, tudo que eu fiz naquela época foi o certo, eu estava fazendo tudo certo. Na minha concepção eu não fiz nada de errado. E por consequência de tudo isso, eu tive a suspensão que realmente foi uma suspensão longa”, defendeu-se o atleta. O medicamento usado pelo lutador foi o suplemento 7-Keto, que pode ser encontrado em lojas do segmento nos EUA e até mesmo em farmácia. Devido ao fácil consumo do produto, o brasileiro afirmou que a rigidez da USADA se dá pelo fato do MMA não ser um esporte olímpico e, por isso, substâncias que poderiam ser usadas no dia a dia acabam sendo proibidas para os lutadores. “A USADA ela é rígida, mas eu não sei até onde isso tem beneficio para o esporte. Não somos um esporte olímpico, o MMA é mais voltado para o entretenimento. Então, às vezes coisas simples, rotineiras que você pode usar, como um soro, pode ter punição. Então, a rigidez é grande, mas eu não tenho esse conhecimento para falar se isso é bom ou ruim agora”, criticou Machida. O brasileiro estreou no UFC em fevereiro de 2007, como meio-pesado (93 kg). Em maio de 2009, Machida ganhou o cinturão da divisão e o manteve por um ano, quando foi derrotado por Maurício Shogun. Em 2013, o lutador desceu para a categoria peso-médio (84 kg).
  5. Cris ‘Cyborg’ reclama de oferta salarial do UFC; entenda Por Diego Ribas Quando tudo levava a crer que Cris ‘Cyborg’ enfrentaria Holly Holm no card do UFC 219, evento programado para dezembro deste ano em Las Vegas (EUA), e que marcaria o final da temporada para o evento, a brasileira colocou um ponto de interrogação sobre o duelo. Porque ela, como campeã peso-pena (66 kg), receberia menos do que a desafiante? Através de suas redes sociais, a brasileira desabafou e garantiu que sua reunião com o UFC, quando debateria detalhes para o acerto do confronto, foi adiada. Nas mensagens, Cris afirmou que o evento presidido por Dana White tentaria pagar menos do que ela havia recebido em sua conquista do cinturão. “Minha reunião com o UFC da próxima semana foi cancelada. Eles querem me pagar menos para lutar com a Holly Holm do que eu fiz quando lutei com a Tonya Evinger”, narrou. Nos posts seguintes, Cris colou a descrição das bolsas pagas a atletas como Holly Holm, Amanda Nunes e Ronda Rousey. Enquanto Ronda chegou a receber 3 milhões de dólares e Holly 500 mil, a atual campeã dos galos (61 kg) levou para casa 200 mil, incluindo o bônus pela vitória (totalizando cerca de R$ 650 mil). Caso o problema persista, o retorno de Cris ao octógono pode ser ameaçado. Com contratado estipulado por tempo até o final de outubro, a brasileira poderia, de acordo com suas declarações durante a semana que antecedeu sua última luta, se tornar uma free agent caso não chegasse a um acordo com o evento presidido por Dana White.
  6. Adaptação e futuro! ‘Jacaré’ abre o jogo sobre primeiros meses de treinos nos EUA Por Diego Ribas Foram oito vitórias consecutivas, uma derrota controversa e mais dois triunfos até que Ronaldo ‘Jacaré’ sofresse um nocaute contundente. Em abril passado, o capixaba foi superado por Robert Whittaker e se distanciou do cinturão. Além disso, sofrendo com uma lesão, o brasileiro foi obrigado a realizar uma cirurgia no ombro que o mantém afastado dos treinos mais intensos até hoje. E, talvez por isso, o peso-médio (84 kg) decidiu fazer grandes mudanças em sua vida. Após anos morando no Rio de Janeiro e treinando na academia X-Gym, Jacaré decidiu se mudar com a família para os EUA e, atualmente, está morando na Flórida há cerca de dois meses. Em fase final de recuperação da lesão, o atleta assegura estar se adaptando bem à nova vida e garante que a mudança pode ser definitiva. Ao mesmo tempo, o brasileiro já mira o seu retorno ao octógono e tem na cabeça os possíveis adversários. “Acredito que eu posso pegar o [Yoel] Romero, o [Luke] Rockhold ou o [Chris] Weidman no meu retorno. São lutas que fazem sentido. Ou até mesmo Whittaker, eu dei oportunidade a ele quando todos achavam que eu não deveria. Agora, acho que seria uma boa luta. Eu dei oportunidade a ele, então ele poderia me dar a chance agora”, afirmou. Durante uma conversa por telefone com a reportagem da Ag. Fight, Jacaré falou sobre a sua a adaptação aos EUA, revelou quando e quem pretende enfrentar no retorno ao octógono e comentou sobre a atual situação da categoria dos médios. Confira a entrevista na íntegra a seguir. Ag. Fight: Como está o seu período de treinamento nos EUA e a recuperação de sua lesão? Jacaré: Ainda não tive oportunidade de aprender ainda, só fiz alguns movimentos. Já conheci alguns grandes wrestlers e já montei umas plataformas para, provavelmente, fazer meu próximo camp. Mas, eu ainda não estou podendo treinar. É muito triste, eu pensei que ia voltar rápido, mas o Dr. Rickson está me travando. Foi uma cirurgia bastante delicada, então ainda tenho alguns dias para poder voltar a treinar. No final do mês eu já vou poder voltar aos treinos. Ag. Fight: E a sua adaptação nos EUA, como está? Jacaré: Minha vida está boa, a família está se adaptando bem. Meus filhos estão gostando, minha esposa e está gostando e eu estou gostando muito de morar aqui. Está sendo bem legal essa experiência. Provavelmente em um futuro próximo pode se tornar definitivo. Ag. Fight: Se isso se tornar definitivo, como você fará com a parte de treinamentos? Jacaré: Estou sondando, mas é complicado você procurar um lugar para treinar sem poder fazer todos os movimentos. Mas tem uma academia muito legal aqui, a Fusion X-Cel, tem um treinador que é gente fina demais, e vários casca grossas. Tem all american de wrestling. Então, ali é um lugar legal para treinar. Ag. Fight: Olhando para trás, você acha que esse é o momento certo ou você deveria ter se mudado antes? Jacaré: Não, eu tive um tempo muito legal no Brasil. O tempo que eu passei na X-Gym foi muito bom. São pessoas boas, Josuel Distak é um excelente treinador de MMA, o Rogério Camões faz uma parte física muito legal. Mas eu quis mudar um pouco, minha esposa também queria, então resolvemos passar um tempo aqui nos EUA. Ag. Fight: Falando especificamente de luta, te surpreendeu o Robert Whittaker vencer o Yoel Romero da forma que ele venceu? Jacaré: Não, mas eu achei que o Romero ia colocar mais ele para baixo. O que acontece hoje em dia é que os atletas estão escolhendo muito as lutas. Por exemplo, se eu não tivesse dado a oportunidade do Whittaker lutar comigo, o que seria da divisão hoje em dia? Se eu não tivesse dado a oportunidade ao [Luke] Rockhold lá atrás, o que teria sido dele? Então, o que está faltando é galera lutar. Ag Fight: E como você enxerga a sua categoria no momento? Apesar dessa escolha por parte dos atletas, O Georges St-Pierre está voltando, Luke Rockhold voltou, Robert Whittaker está em grande fase… Jacaré: Acho que a categoria está legal, só está faltando os campeões lutarem mais vezes e aceitarem boas lutas. Acredito que eu posso pegar o Romero, o Rockhold ou o Weidman no meu retorno. São lutas que fazem sentido. Ou até mesmo o Whittaker, eu dei oportunidade a ele quando todos achavam que eu não deveria. Agora, acho que seria uma boa luta. Eu dei oportunidade a ele, então ele poderia me dar a chance agora. Ag. Fight: Georges St-Pierre vs. Michael Bisping, independente de quem vencer, o campeão enfrentará os tops da divisão? Jacaré: Eu acredito que se for o St-Pierre, acredito que ele defenda sim. Mas o Bisping eu não acho não. Ele é o campeão mas ainda não enfrentou um top da divisão dos médios. É lamentável… mas, tudo bem, também não estou em condições de falar muito (risos), estou vindo de uma derrota.
  7. Overeem revela que UFC garantiu disputa pelo cinturão caso vença Ngannou Por Rigel Salazar Em uma categoria considerada “rasa” como a dos pesos-pesados do UFC, sempre é possível você ir do céu ao inferno em poucas lutas. E o caminho de volta também é permitido. É isso que pode estar prestes a acontecer com Alistair Overeem. Pouco mais de um ano após ser nocauteado por Stipe Miocic na disputa pelo cinturão da categoria, o holandês está a apenas um passo de buscar novamente o tão almejado título. Ao menos foi o que ele acredita. Em entrevista recente ao programa ‘MMA Hour’, Overeem garantiu que teve uma conversa com o Ultimate onde foi passado a ele que caso vença Francis Ngannou no UFC 218, marcado para dia 2 de dezembro, o holandês poderá tentar a revanche contra Miocic – isso se o americano mantiver o cinturão até lá, é claro. Além disso, o ex-Pride e Strikeforce garantiu que nem precisava ter sido informado de sua situação, já que o ranking fala por si só. “Não precisava ser (informado), é algo lógico. Eu sou o número 1 do ranking, então do jeito [que vejo isso] eu seria elegível para lutar pelo cinturão agora, mas também já falei em entrevistas anteriores que se eu precisar passar por mais alguém antes nós vamos fazer isso. É isso que é agora. Novamente, eu sou um lutador, eu gosto de estar ativo. Para mim, isso é o melhor. Alguns lutadores não lutam por um ano ou um ano e meio. Eu apenas preciso voltar lá dentro a cada quatro ou cinco meses”, salientou o atleta. Overeem venceu Fabrício Werdum por decisão majoritária no UFC 213, em julho, e antes havia nocauteado Mark Hunt. Aos 37 anos e prestes a completar sua 60ª luta como profissional de MMA, o holandês sabe que não tem muito mais tempo de estrada e, por isso, aposta alto nessa sua “última corrida” rumo ao ponto mais alto do maior torneio de artes marciais mistas do mundo. “Nunca diga nunca. Novamente, eu amo o que eu faço, certo? Mas você percebe quando está ficando mais velho e você percebe que existem mais coisas na vida. De qualquer forma, a motivação continua super alta e ainda estamos vencendo nossas lutas. Mas você tem que ser realista. Você não quer terminar com muitas lesões no seu corpo, porque existe uma vida após o esporte. Estou tomando muito cuidado com meu corpo e estou livre de cirurgias. Então, vamos continuar nesse caminho. Você vê o [Rodrigo] ‘Minotauro’, estive com ele no Japão, e ele teve 19 ou 20 cirurgias ligadas às lutas. Isso é muita coisa”, ponderou. Diante de Ngannou, que atualmente ocupa a quarta colocação na divisão dos pesados e ainda não perdeu desde que entrou no UFC, a ideia de Overeem é ratificar a sua posição de desafiante número 1. A partir daí é se preparar para novamente encarar o campeão. “Será o meu trabalho e o da minha equipe detê-lo e mostrar quem é o número 1 – literalmente quem é o número 1, porque eu estou ranqueado como número 1. Então solidificar a minha luta pelo título contra o Stipe”, concluiu.
  8. Brasileiro Rafael Sapo anuncia aposentadoria do MMA Peso médio vinha de três derrotas consecutivas no UFC e anunciou decisão em programa norte-americano Por João Vitor Xavier O brasileiro Rafael “Sapo” Natal anunciou, nesta segunda-feira (2), que não irá mais lutar MMA. A aposentadoria chega após uma sequência negativa de três derrotas, incluindo um revés para o atual campeão interino dos médios, Robert Whittaker, além de ter perdido para Tim Boetsch e Eryk Anders, em sua última luta como profissional. Aos 34 anos, Sapo declarou que irá focar em se aprimorar como treinador na próxima fase de sua vida profissional. Ele abriu uma academia no Brasil e pretende inaugurar outra em Nova York, aonde mora, além de retornar a competir no jiu-jitsu no ano que vem. Sapo é faixa-preta de Renzo Gracie e treina na equipe do ex-lutador nos Estados Unidos. “Vim anunciar a minha aposentadoria do MMA. A caminhada de casa para o estúdio foi a mais difícil que já fiz porque é complicado fazer esse anúncio, mas falei com meus técnicos, familiares e amigos. Chegou a hora. Tenho um novo foco na minha carreira que é me tornar treinador. Foi uma longa jornada. Amo MMA, amo treinar, cortar peso, mas já tiver algumas cirurgias. Foquei 100% da minha vida no esporte durante 15 anos, então é hora de dar um passo atrás. Minha mãe fez esse pedido há algum tempo, e foi uma decisão difícil, mas é o que temos”, comentou Sapo, em entrevista ao programa The MMA Hour. O peso médio deixa o MMA com um cartel de 21 vitórias, nove derrotas e um empate. Pelo UFC, foram nove triunfos, sete reveses e uma igualdade. Ele tem vitórias sobre Kevin Casey, Chris Camozzi, Tom Watson e, principalmente, Uriah Hall.
  9. Data marcada: Cub Swanson pega Brian Ortega em luta principal no UFC Fresno Com quatro vitórias seguidas no Ultimate, peso-pena oficializou luta em seu perfil no Instagram Por Combate Cub Swanson tem data marcada para a volta ao Ultimate. No dia 9 de dezembro, o peso-pena fará a luta principal do UFC Fight Night em Fresno, na Califórnia, contra Brian Ortega. O lutador usou suas redes sociais para oficializar o combate. O lutador da Jackson-Wink MMA chegou a cogitar uma luta com o brasileiro e ex-detentor do cinturão da categoria José Aldo, que já o derrotou no extinto WEC. Com quatro vitórias seguidas no Ultimate, Swanson também flertou com lutas com Max Holloway e Frankie Edgar, outros grandes nomes da divisão. Suas últimas derrotas na organização foram justamente contra os dois. Já Ortega segue com um cartel invicto de 12 lutas e 12 vitórias no MMA, com um no contest. Nenhum de seus combates no Ultimate terminou em decisão dos juízes: foram duas finalizações e dois nocautes.
  10. Até entendo quem não gosta do Ferguson por ser marrento ou por atitudes como essa confusão recente com o Werdum , como lutador (que é o que me interessa ) considero um dos melhores do peso e legitimo o discurso de exigir luta contra o fanfarrão irlandês se vencer o Lee ,esse é outro que dentro do cage só faz luta boa ,fora dele nem vale a pena comentar ... A luta que era pra rolar seria contra o russo de cristal ,mas esse recusou mais uma vez dizendo que não estaria pronto para lutar em novembro ,gostem ou não o Ferguson tomou calor e sobreviveu com méritos contra o Barboza e o Vanatta ,o fato de ambos terem entrado de ultima hora não diminui em nada as vitórias do Ferguson ,um soco bem dado , no lugar certo desliga qualquer um , independente do cara ter feito camp completo ou encarar a luta com poucos dias de antecedência ,como já vimos acontecer algumas vezes no MMA ... Gostaria de estar muito errado, mas o Vanatta tem um estilo meio suicida , legal de assistir mas se expõe demais , não sei se terá futuro na categoria !
  11. Americano promete nocautear Demian Maia no 1º round e garante: “Farei passar vergonha” Por Laís Rechenioti Colby Covington pode não ser muito conhecido no Brasil, mas no que depender do americano será por pouco tempo. Para a penúltima luta do UFC São Paulo, evento que vai acontecer no próximo dia 28 de outubro, o atleta apelidado de ‘Caos’ não só prometeu que vai nocautear o brasileiro Demian Maia no primeiro round, como também garantiu que vai “humilhá-lo”, em combate válido pela divisão dos meio-médios (77 kg). O brasileiro é reconhecido como um dos maiores especialistas em jiu-jitsu do MMA moderno, mas Covington garantiu que não está preocupado com o que Maia pode fazer no octógono. Para o americano, a ideia de que um soco basta para encerrar a luta e nocautear o adversário parece valer mais do que qualquer recurso técnico. Por isso, o atleta prometeu durante entrevista exclusiva para a reportagem da Ag. Fight que os paulistas vão assistir o número três do ranking oficial do UFC ser ridicularizado. “Vou fazer Demian Maia passar vergonha na frente de todo mundo no dia 28 de outubro, em São Paulo. É para isso que eu estou aqui, é para isso que estou treinando. Vou nocauteá-lo no primeiro round. Eu não estou preocupado em treinar para enfrentar um especialista [de jiu-jitsu], tanto faz. Se eu o socar no rosto, eu apago ele. Então, eu não ligo para as habilidades de jiu-jistu dele, eu só quero humilhá-lo”, provocou o lutador em um discurso mais ácido do que o de costume. Além de Maia, o americano de 29 anos terá pela frente a torcida brasileira, que ficou conhecida pelo barulho que cria nas arenas com os famosos gritos de ‘uh, vai morrer’ destinados aos rivais estrangeiros. No entanto, nem mesmo a marca registrada dos fãs, que devem comparecer em peso ao Ginásio do Ibirapuera, parece intimidar o confiante e falastrão Colby Covington. “Eu espero que a torcida brasileira faça o que eles sempre fazem. Eles não vão mudar. Vão ser barulhentos, vão me querer morto, vão gritar: ‘Vai morrer’. É o que eles vão fazer. Eu vou lutar com o Demian Maia, eles não vão ficar em silêncio”, analisou, indiferente. Curiosamente, a última vez que o atleta enfrentou um adversário brasileiro foi em dezembro de 2015, no UFC 194. Nesse confronto, Covington foi derrotado pela única vez em sua carreira, quando Warlley Alves deu números finais à luta com uma guilhotina. Sobre o revés, o americano afirmou que não estava em sua melhor forma no combate e que esse episódio já é uma página virada. “Você tem um Colby Covington saudável, sou um animal completamente diferente do que eu era há dois anos atrás. É uma situação diferente agora, e eu vou bater Demian Maia”, prometeu o lutador. A última derrota do brasileiro foi para o atual campeão da divisão, Tyron Woodley, no UFC 214, em julho deste ano. Por isso, esta luta pode ser considerada uma das mais importantes da carreira de Covington, que nunca disputou o cinturão no UFC. E, de fato, o americano ressaltou a relevância do combate, embora não garanta não perder o foco em seu rival. “Eu treino para ser o melhor Colby Covington do mundo. Esse é o cara que treina para ser melhor todos os dias, pratica todas as habilidades todos os dias, então eu não treino para lutar com Demian Maia, eu quero chegar até o cinturão. Não me importo se a luta é importante ou não, eu me importo que o Maia é só alguém no meu caminho para o Tyron Woodley. É a minha chance para conseguir disputar o título. Eu espero por isso há muito tempo, é o que eu venho trabalhando. Mas eu tento não pensar nisso, eu estou apenas focado no Demian Maia”, concluiu o atleta. Esta será a segunda vez que o americano lutará no Brasil. O histórico do atleta no país é positivo, já que em novembro de 2014 ele finalizou o brasileiro Wagner Silva. Covington estreou no UFC em agosto de 2014 e sofreu apenas uma derrota como profissional. Seu cartel conta ainda com 12 triunfos.
  12. Seria um lutão mas não tenho esperança nenhuma que ocorra ,o russo swarovski se acha a ultima coca cola do deserto e disse que só luta pela cinta ,se o fanfarrão de Dublin topar eles fazem o main event na Russia ,enquanto isso Barboza vai ter que colocar a boa sequência de vitórias em jogo contra alguém abaixo dele ,ou faz que nem o russo e fica lesionado até que apareça alguém que valha a pena ,atualmente só lutar bem não basta no UFC ,tem que somar outras coisas pra ter sucesso e chegar no TS!
  13. Ferguson exige luta com McGregor após enfrentar Lee: “Defenda o cinturão ou deixe vago” Por Rigel Salazar O cinturão interino dos leves (70 kg) ainda vai entrar em disputa, no UFC 216 – que acontece no próximo dia 7 de outubro, em Las Vegas (EUA) -, mas Tony Ferguson não abre brecha para que a próxima luta do campeão linear, Conor McGregor, não seja para unificar o título. Após questionar a possibilidade de não haver uma unificação na categoria em breve, o atleta exigiu que o irlandês suba ao octógono contra ele ou Kevin Lee – seu adversário na luta principal da noite. Na semana do confronto entre Ferguson e Lee, que definirá o campeão interino da divisão, um dos treinadores de McGregor pediu pela trilogia com Nate Diaz, o que não deixou o número dois do ranking oficial do UFC muito feliz. O americano afirmou, em entrevista para o site ‘MMA Fighting’, que o ‘Notorious’ precisa lutar com quem tiver o cinturão interino e que é para isso que serve a classificação da organização. “A próxima luta para o Conor deve ser com quem ganhar o cinturão interino do peso-leve. Independentemente de quem ganhar, aquele idiota [McGregor] precisa defender ou deixar vago. Ele precisa unificar o cinturão. Não pode existir isso dele tentando lutar com o Nate [Diaz] e tudo mais. Essa m…. da de ranking no UFC é para isso”, provocou Ferguson. Não há nenhuma confirmação sobre quando o irlandês deve voltar para o octógono. Em função da superluta de boxe contra Floyd Maweather, realizada no último dia 26 de agosto, em Las Vegas (EUA), McGregor deve se apresentar apenas em 2018. O americano reconheceu que o terceiro encontro entre o irlandês e Diaz renderia mais dinheiro que a unificação do título da categoria, mas insinuou que o americano não seria um adversário a altura. “Aquela vadia [McGregor] precisa lutar comigo ou com o cara que segurar o cinturão. Quero dizer: ‘É sério?’. Você tem o ranking por uma razão. Você tem o título interino por uma razão, para que você possa unificá-lo. O cara [Diaz] é o que, top 10? Não é nem top 5? Kevin Lee tem mais coração que o Nate e eu tenho mais coração que toda a divisão. Então, se eles querem fazer essa luta [para unificar o título], isso é ótimo. Mas é claro que os fãs vão ficar p…, porque, obviamente eles sabem que a p… do Diaz contra Conor vai render muito dinheiro, mas o que se deve fazer é unificar o cinturão. É isso que precisa acontecer”, ressaltou o americano. Além do confronto pelo cinturão interino dos leves, Demetrious Johnson defenderá o título dos moscas (57 kg) pela 11ª vez contra Ray Borg. O brasileiro Fabrício Werdum também lutará no card principal desta noite contra o americano Derrick Lewis, pela divisão dos pesos-pesados.
  14. Edson Barboza aprova duelo com Khabib e critica estilo ostentação de McGregor Por Lais Rechenioti Recuperado de uma cirurgia no ombro realizada em junho deste ano, o peso-leve (70 kg) Edson Barboza garantiu que está pronto para enfrentar seu próximo adversário. Mesmo que não haja nenhum anúncio oficial do UFC, o brasileiro disse que gostaria de realizar um confronto com alguém melhor ranqueado do que ele. Sem lutar desde março – quando nocauteou o iraniano Beneil Dariush -, o atual quarto colocado no ranking oficial da organização prometeu que vai “estar pronto para o que eles oferecerem”. Sem muitas opções de possíveis adversários na divisão dos leves, Barboza viu o nome de Khabib Nurmagomedov, número um do ranking, ser apontado por Ali Abdel-Aziz – empresário do atleta russo -, como favorito para enfrentá-lo. No entanto, mesmo sem ter certeza de quem será seu próximo oponente, o atleta afirmou, em entrevista exclusiva para a Ag. Fight, que já está se preparando para retornar o quanto antes aos octógonos. “Eu quero lutar o mais rápido possível. Gostaria de enfrentar alguém que está na minha frente no ranking. Nas minhas duas últimas lutas, eu lutei com caras que estavam atrás de mim, lutas super perigosas. O cara que está disponível na minha frente é o Khabib, então acho que seria bem legal lutar com ele. É uma luta que faz sentido para gente. Estou treinando muito e pronto para guerra. Vamos ver, tomara que saia” comentou o lutador. O próximo evento do UFC será no próximo dia 7 de outubro, em Las Vegas (EUA), e a luta principal da noite colocará em disputa o cinturão interino da categoria de Barboza. O título linear, no entanto, pertence a Conor McGregor, irlandês que não deve fazer nenhuma defesa esse ano, já que protagonizou uma superluta de boxe contra Floyd Mayweather em agosto. Para o brasileiro, essa paralisação é ruim para a divisão e para os outros atletas. “Acho que essa estagnação da categoria horrível. O McGregor está negando luta com todo mundo, nunca defendeu o cinturão, nem na divisão de baixo [peso-pena] e nem na categoria de 70 kg. E o UFC não tira o cinturão dele. Então é horrível isso. Acho que não é bom, principalmente para o atleta que está nessa correria há tanto tempo, e querendo realmente. Somos lutadores de verdade. E esse cara está aí travando todo mundo, mas fazer o que? O negócio é continuar trabalhando”, lamentou o brasileiro. As provocações exageradas e o fato de McGregor falar muito sobre dinheiro não costumam agradar a todos. Apesar de ressaltar que o irlandês é um bom lutador, Barboza criticou a visibilidade negativa que o atual campeão também trouxe para o esporte. Afinal, dono de uma postura pacata e de poucas palavras, o brasileiro condena o perfil de ostentação criado por ‘Notorious’, imagem que não faria sentido com a de um atleta de artes marciais. “Meu ponto de vista é: ele traz visibilidade, não só para categoria, mas para o esporte, mas por um lado ruim. É um cara que ostenta, só fala em dinheiro, fala muita besteira, falta com respeito com as pessoas”, analisou Barboza. “Eu aprendi com meus pais o respeito, e eu tenho que respeitar. Aprendi nas artes marciais que eu tenho que respeitar, não importa quem seja. Sou o tipo de cara que se eu o vir dando uma entrevista e eu tiver sentado com meu filho assistindo, eu vou mudar de canal, porque eu tenho certeza que ele vai falar alguma besteira. Em relação a lutar com ele, seria uma grande luta. Como lutador, ele é muito bom. E seria bem divertido lutar com ele, eu adoraria”. Barboza fez a sua estreia no UFC em novembro de 2010 e venceu 13 das suas 17 lutas no octógono. Em sua última atuação, no dia 11 de março, ele venceu o iraniano Beneil Dariush por nocaute com uma joelhada voadora. Na organização, ao todo, o atleta ganhou destaque seis vezes como protagonista da “Luta da Noite”.
  15. O forte dela é o jj ,mas mostrou uma boa evolução na trocação na ultima luta ,está invicta e vai fazer a quarta luta só nesse ano ,concordo que a Esparza é duro de assistir mesmo!