Eder Jofre55

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  1. Ferguson perde a paciência com Nate Diaz: “Você é um palhaço” Por Diego Ribas A divisão dos leves (70 kg) ainda procura uma saída para a ausência de Conor McGregor, que deve encarar Floyd Mayweather em um duelo de boxe. Por conta disso, outras várias lutas de grane porte estão sendo negociadas e, entre elas, um possível duelo entre Nate Diaz e Tony Ferguson estava na mira do Ultimate. E ela quase saiu do papel, mas o irmão de Nick voltou atrás na última hora e decidiu negar o confronto, causando a ira do colega. Em entrevista ao programa ‘MMA Hour’, Ferguson desafiou novamente Diaz a provar que ele é um “gangster” e assinar o contrato para que a luta acontecesse no UFC 213, marcado para dia 8 de julho, em Las Vegas (EUA). “Você não tem coração. Você se classifica como gangster? Você está fugindo de uma briga. Vamos lá, cara. Nós temos um main event aberto que precisa ser preenchido. Então se você quer fazer algum dinheiro e impressionar os fãs, quer voltar e vender sua erva, está ótimo. Assine a linha pontilhada e coloque seu nome de volta para a multidão. Vamos lá, garoto”, incentivou o americano. Dias atrás, Nate confessou que chegou a aceitar a luta, mas posteriormente desistiu por conta das “circunstâncias”. Ele justificou dizendo que estaria fazendo o papel que McGregor deveria fazer, ou seja, encarar o possível desafiante ao cinturão dos leves. A justificativa parece não ter sido o suficiente para acalmar Ferguson. “Dinheiro nunca me deixou mais relaxado. E mesmo que fizesse, eu não esqueço de onde eu vim. Você tem um lugar para representar, você tem um cara te desafiando aqui e você não está assinando a linha pontinhada? Você é um palhaço, cara. Você é falso”, esbravejou. A entrevista foi feita antes do Ultimate confirmar que o duelo realmente não acontecerá. Ao menos não no UFC 213, que agora contará com Yoel Romero e Robert Whittaker lutando pelo cinturão interino dos médios (84 kg) no segundo combate mais importante da noite. Amanda Nunes x Valentina Shevchenko foi elevado ao posto de luta principal.
  2. Dana White coloca em xeque retorno de McGregor ao UFC após Mayweather Twitter Um dos assuntos que mais movimenta o dia a dia do mundo das lutas é o possível confronto entre Floyd Mayweather e Conor McGregor em um duelo de boxe. E não há dúvidas de que, se realmente sair do papel, esse confronto vai render uma excelente quantia aos bolsos tanto do americano quanto do irlandês. Agora, e depois? Bem, no que depender da opinião de Dana White, presidente do UFC, é possível que não haja “depois” para Conor McGregor no mundo das lutas. Ao menos foi isso que o dirigente garantiu em entrevista ao canal ‘GGN News’, apresentado pelo rapper Snoop Dog. Dana foi bastante sincero ao falar sobre a possibilidade do duelo e garantiu que enxerga uma grande chance de McGregor não voltar a lutar se esse combate realmente acontecer. Isso porque o mandatário do Ultimate calcula que o seu atleta poderá ganhar até 75 milhões de dólares (cerca de R$ 245 milhões), quantia suficiente para não precisar mais se dedicar aos treinos e sacrifícios diários de um atleta de MMA. “Outro problema é que se essa luta acontecer mesmo, Conor pode fazer até 70 ou 75 milhões de dólares… Como você volta a lutar por oito, nove ou dez milhões de dólares? Ele é um garoto esperto, mas pode nunca mais voltar a lutar. Quando você está no negócio de lutas, você tem que estar com fome e motivado. E é difícil você voltar a tomar soco na cara depois de ter 75 milhões de dólares na conta”, refletiu o dirigente. Dana White também foi questionado sobre qual a real intenção de McGregor ao desafiar Mayweather. Na visão do dirigente, o irlandês é movido a desafios e, claro, a parte financeira fala muito alto neste caso. “Acho que ele está faminto pelo Floyd por causa do dinheiro e ele também adora provar que as pessoas estão erradas. Eu o encontrei duas semanas atrás e se você conversa com esse cara ele vai te fazer acreditar que vai nocautear Floyd Mayweather”, concluiu. Apesar de considerar até perder sua maior estrela, na semana passada Dana White garantiu que o acordo entre UFC e McGregor já está finalizado para que o duelo aconteça. Agora, eles aguardam o lado de Floyd Mayweather para bater o martelo e definir uma data para a tão aguardada luta.
  3. Bethe Correia garante que viu “insegurança” em Holly Holm durante encarada Por Diego Ribas Como de costume, Bethe Correa mantém seu estilo direto e provocador sempre que perguntada sobre as atletas contra quem medirá forças no octógono. Assim como aconteceu antes de enfrentar Ronda Rousey na disputa pelo cinturão peso-galo (61 kg) em 2015, ‘Pitbull’ não minimizou seu discurso para analisar Holly Holm, ex-campeã da categoria com quem duelará no combate principal do UFC Singapura, no próximo dia 17 de junho. Depois de ficarem frente a frente na coletiva realizada no último final de semana, o clima de tensão entre elas ficou evidente quando as atletas não posaram para fotos dos jornalistas e preferiram trocar a encarada mais longa do evento realizado para anunciar as próximas lutas do semestre. E a chance de ficar a poucos centímetros da rival pareceu dar ainda mais confiança à brasileira. “Eu não corro da encarada, né? Até estranhei da parte dela, porque a Holly sempre foi uma atleta que respeita muito o adversário, é muito tranquila. Acho que ela quis me intimidar, e isso mostra que quem está insegura e com medo é ela. É uma responsabilidade muito grande para cima dela, é ela que vem de derrota, é ela que é a favorita e é superestimada. O povo quer ver o desempenho dela no MMA acima do normal, e ela não consegue passar isso nunca em nenhuma luta dela”, analisou em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight. Ao ser questionada sobre o que sentiu ao olhar nos olhos da futura adversária, Bethe aproveitou para provocar a americana, ex-campeã mundial de boxe em diversas categorias. Afinal, enquanto a brasileira é famosa por protagonizar encaradas tensas e emocionantes, Holly é adepta de uma postura mais amena e quase sempre respeitosa em relação às rivais. “Senti uma mulher que está bastante insegura. Não adianta ela dizer que está bem, que está levando na diversão e que quer voltar a treinar com tranquilidade porque não é verdade. Ninguém que vem de três derrotas em um evento grande desse, sendo cobrada e que faz as lutas principais não tem condições de estar normal. Se ela está dizendo que está normal, essas derrotas fazem com que ela aprenda. Ela está mentindo para ela mesma, porque ninguém fica assim”, ressaltou. Com três derrotas em sequência, Holly passou a ser alvo de críticas de demais competidoras da sua divisão, o que lhe rendeu o apelido de ‘Buster Douglas’ do MMA. O nome em questão é o do ex-boxeador que tirou a invencibilidade de Mike Tyson em uma das maiores zebras da história do boxe. Depois do triunfo ele não manteve o nível esperado nos ringues. “Para mim, ganhar da Ronda foi o único desempenho bom que ela teve”, provocou. “O resto foi tudo mediano, nada do que era esperado pelo público e pelo UFC. Ela sabe disso, falei apenas a verdade. Isso não é promoção de luta, nada de eu querer me exaltar ou provocar alguém, falei apenas a verdade. Essa verdade deve ter doido nela, e a verdade dói as vezes. Acho que ela vai mais uma vez lutar comigo e tentar se encaixar no MMA. Talvez dê certo, talvez não. Mas acredito que, para o MMA, estou mais pronta do que ela”. Em meio a esse tiroteio de declarações, Holly inclusive chegou a declarar que as provocações de Bethe não a afetavam. No entanto, ao ver a reação da pugilista durante a encarada, Bethe garante que suas palavras tiraram do série a americana. “Eu não, eu tenho certeza. As vezes a verdade dói. As vezes ela está em uma academia em que estão passando a mão na cabeça dela, e isso vai deixá-la ainda mais superestimada. Tanto é que ela volta muito rápido de uma luta para a outra, ela não para e pensa nos seus erros. Ela ganhou títulos aí no boxe, só que MMA é diferente. MMA a parada é outra, e ela está aí tentando juntar as peças e se encaixar no MMA”, completou.