Eder Jofre55

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  1. UFC 25 anos: Ranking de performance revela os brasileiros que foram bem (ou mal) no evento Combate.com apurou os dados de cada um dos 245 atletas do país que se apresentaram ao menos uma vez no octógono. Anderson Silva, Royce Gracie e Demian Maia encabeçam a lista Por Fabio Penna — Rio de Janeiro 13/11/2018 07h00 Atualizado há 5 horas No dia 12 de novembro de 1993, Royce Gracie começava uma história vitoriosa do Brasil no Ultimate Fighting Championship. O "UFC 1 The Beginning", realizado em Denver, nos Estados Unidos, foi vencido pelo brasileiro, que disputou três lutas no mesmo dia. Esse formato de torneio foi uma realidade até o 19º evento, e certamente exigia muito mais dos atletas. Números Com o tempo, o UFC ganhou visibilidade e tornou-se o maior evento de MMA do planeta. O Brasil ocupa uma posição de destaque nesses 25 anos de história. Afinal, 28% das lutas realizadas pela franquia até hoje tiveram a presença de pelo menos um brasileiro. As brasileiras só estrearam na competição em 2013, com a derrota de Jéssica Bate-Estaca para a americana Liz Carmouche. No entanto, no evento seguinte, realizado no Brasil, Amanda Nunes fez sua estreia e venceu a alemã Sheila Gaff. Os brasileiros já enfrentaram lutadores de 61 nacionalidades diferentes. Os americanos foram nossos rivais na maioria das vezes, e em seguida vêm as lutas entre brasileiros, que aconteceram 92 vezes, com apenas dois empates e uma luta sem resultado (confrontos que tiveram seus resultados cancelados por conta de doping ou problemas similares). Em 2015, o Brasil chegou a ter 3 brasileiros com cinturões simultaneamente, com José Aldo, Fabrício Werdum e Rafael dos Anjos. Agora, chegou a vez das brasileiras. Cris Cyborg e Amanda Nunes possuem os dois cinturões brasileiros no momento, nos pesos Pena e Galo, respectivamente. Em dezembro elas realizam um embate inédito entre lutadores do Brasil, que terá duas detentoras de cinturão frente a frente. O Ranking Com os dados dos brasileiros em mãos, usamos alguns critérios para listar todos os 246 atletas de acordo com suas performances no UFC. É claro que os resultados podem gerar discussão e brigas, mas carinho e compaixão nunca foram fáceis de achar dentro do octógono. É importante ressaltar que cada conquista de torneio, formato que aconteceu até 1998, foi considerada como cinturão. Três brasileiros foram campeões em torneios, Royce Gracie, Marco Ruas e Vitor Belfort, sendo que este último também conquistou um cinturão no formato atual do UFC. Veja a lista completa Ranking dos brasileiros no UFC Posição Lutador Pontos 1 Anderson Silva 157 2 Royce Gracie 104 3 Demian Maia 85 4 José Aldo 80 5 Rafael dos Anjos 79 6 Vitor Belfort 79 7 Amanda Nunes 77 8 Lyoto Machida 75 9 Junior Cigano 74 10 Fabrício Werdum 66 11 John Lineker 60 12 Thiago Pitbull 60 13 Renan Barão 58 14 Rani Yahya 57 15 Cris Cyborg 57 16 Francisco Massaranduba 54 17 Thales Leites 54 18 Ronaldo Jacaré 51 19 Gleison Tibau 49 20 Thiago Marreta 49 21 Glover Teixeira 48 22 Edson Barboza 46 23 Raphael Assunção 46 24 Charles do Bronx 45 25 Vicente Luque 45 26 Alex Cowboy 43 27 Pedro Rizzo 41 28 Thiago Silva 39 29 Michel Trator 38 30 Serginho Moraes 38 31 Antônio Carlos Cara de Sapato 37 32 Gabriel Napão 37 33 Pedro Munhoz 37 34 Iuri Marajó 36 35 Jéssica Bate-Estaca 35 36 Murilo Bustamante 34 37 Rousimar Toquinho 33 38 Elizeu Capoeira 31 39 Marco Ruas 31 40 Maurício Shogun 31 41 Gilbert Durinho 30 42 Léo Santos 30 43 Thiago Tavares 30 44 Cézar Mutante 28 45 Paulo Borrachinha 28 46 Jussier Formiga 27 47 Warlley Alves 27 48 Deiveson Figueiredo 25 49 Wilson Gouveia 25 50 Erick Silva 24 51 Hermes França 23 52 Renato Moicano 21 53 Rony Jason 21 54 Ricardo Cachorrão 20 55 Rogério Minotouro 20 56 Thomas Almeida 20 57 Diego Brandão 19 58 Ketlen Vieira 19 59 Renato Babalu 19 60 Davi Ramos 19 61 Carlos Diego Ferreira 18 62 Cláudia Gadelha 17 63 Marcos Pezão 17 64 Rafael Sapo 17 65 Alberto Mina 16 66 Caio Magalhães 16 67 Marlon Moraes 16 68 Cláudio Hannibal 15 69 Felipe Sertanejo 15 70 Ricardo Ramos 15 71 Wilson Reis 14 72 Adriano Martins 13 73 Alan Nuguette 13 74 Alexandre Pantoja 13 75 Edmilson Kevin 13 76 Ildemar Marajó 13 77 Lucas Mineiro 13 78 Netto BJJ 13 79 Viscardi Andrade 13 80 Vitor Miranda 13 81 Rodrigo Minotauro 12 82 Godofredo Pepey 11 83 Mackenzie Dern 11 84 Poliana Botelho 11 85 Matheus Nicolau 10 86 Luiz Banha 9 87 Wanderlei Silva 9 88 Bethe Correia 8 89 Douglas D Silva 8 90 Elias Silvério 8 91 Fábio Maldonado 8 92 Leandro Buscapé 8 93 Augusto Sakai 7 94 Cesar Marcussi 7 95 Ebenezer Fontes Braga 7 96 Fabiano Iha 7 97 Livia Renata Souza 7 98 Marcelo Mello 7 99 Marcio Pé de Pano 7 100 Mário Miranda 7 101 Mayra Bueno 7 102 Rafael Carino 7 103 Raoni Barcelos 7 104 Tulio Palhares 7 105 Diego Nunes 6 106 Francimar Bodão 6 107 Johnny Eduardo 6 108 Marcus Aurélio 6 109 Leandro Issa 5 110 Polyana Viana 5 111 Ricardo Demente 5 112 Gustavo Teixeira 4 113 Maiquel Falcão 4 114 Paulo Thiago 4 115 Rodrigo Damm 4 116 Viviane Sucuri 4 117 Carlos Eduardo Rocha 3 118 Glaico França 3 119 Hugo Wolverine 3 120 Marcel Fortuna 3 121 Marcelo Golm 3 122 Markus Maluko 3 123 Roan Jucão 3 124 Sheymon Moraes 3 125 Hacran Dias 2 126 Joe Moreira 2 127 Roberto Traven 2 128 Ronny Markes 2 129 Igor Araújo 1 130 Ivan Batman 1 131 Jorge Gurgel 1 132 Juliana Lima 1 133 Marina Rodriguez 1 134 Pedro Nobre 1 135 Robert Drysdale 1 136 Tiago Trator 1 137 Antônio Braga Neto 0 138 Bruno Carioca 0 139 Daniel Sarafian 0 140 Júnior Albini 0 141 Luis Henrique KLB 0 142 Valmir Lázaro 0 143 Júnior Assunção -1 144 Milton Vieira -1 145 Yan Cabral -1 146 Carlão Barreto -2 147 Fábio Gurgel -2 148 Guilherme Bomba -2 149 Jennifer Maia -2 150 John Macapá -2 151 Jorge Patino -2 152 Luan Chagas -2 153 Marcelo Magrão -2 154 Rodrigo Monstro -2 155 Roger Gracie -2 156 Wallid Ismail -2 157 Willamy Freire -2 158 Thiago Moisés -2 159 Augusto Tanquinho -3 160 Carlo Prater -3 161 Felipe Silva -3 162 Luis Henrique Frankenstein -3 163 Marcos Vina -3 164 Reginaldo Vieira -3 165 Renato Veríssimo -3 166 Talita Bernardo -3 167 Thiago Bodão -3 168 Amaury Bitetti -4 169 Bernardo Magalhães -4 170 Dileno Lopes -4 171 Éricka Almeida -4 172 Hernani Perpétuo -4 173 João Zeferino -4 174 Luiz Besouro -4 175 Marcus Silveira -4 176 Ronys Torres -4 177 Yuri Villefort -4 178 Adriano Santos -5 179 Alexandre Barros -5 180 Alexandre Ferreira -5 181 Amanda Lemos -5 182 André Pederneiras -5 183 Anistávio Gasparzinho -5 184 Bruno Korea -5 185 Chris Wilson -5 186 Cristiano Marcello -5 187 Danillo Villefort -5 188 Delson Pé de Chumbo -5 189 Eugênio Tadeu -5 190 Felipe Olivieri -5 191 Flavio Luiz Moura -5 192 Fredson Paixão -5 193 Hugo Duarte -5 194 João Marcos Pierini -5 195 Johhny Eduardo -5 196 Marcelo Aguiar -5 197 Mario Neto -5 198 Paulo Santos -5 199 Priscila Pedrita -5 200 Renzo Gracie -5 201 Rodrigo de Lima -5 202 Rodrigo Ruas -5 203 Rolles Gracie -5 204 Vagner Rocha -5 205 Vinicius Queiroz -5 206 Wagner Galeto -5 207 Wagner Gomes -5 208 Wagner Silva -5 209 Diego Saraiva -6 210 Amilcar Alves -7 211 André Gusmão -7 212 Ednaldo Lula -7 213 Fernando Bruno -7 214 Jorge Oliveira -7 215 Leonardo Leleco -7 216 Rafael Feijão -7 217 Richardson Moreira -7 218 Vinny Magalhães -7 219 Reneé Forte -8 220 Assuerio Silva -9 221 Fabrício Morango -9 222 Márcio Lyoto -9 223 Mario Miranda -9 224 Wagner Caldeirão -9 225 Lúcio Linhares -10 226 Alberto Uda -10 227 Alexandre Dantas -10 228 Antônio dos Santos -10 229 Antonio Mendes -10 230 Edilberto Crocotá -10 231 Fabiano Scherner -10 232 Guto Inocente -10 233 José Maria Sem Chance -10 234 Larissa Pacheco -10 235 Luis Ramos -10 236 Wendell Negão -10 237 Leonardo Macarrão -11 238 William Patolino -11 239 Iliarde Santos -12 240 Jorge Santiago -12 241 Kalindra Faria -12 242 Antônio Pezão -13 243 Rafaello Trator -16 244 Ricardo Funch -17 245 Dhiego Lima -18
  2. TJ Dillashaw confirma despedida da divisão dos moscas em duelo contra Cejudo Ag Fight O campeão peso-galo (61 kg) do UFC, T.J. Dillashaw, confirmou o que já se especulava: ele e Henry Cejudo se enfrentarão no dia 26 de janeiro, na Califórnia (EUA), em duelo que marcará a despedida da divisão dos moscas (57 kg). O americano ainda revelou que será muito bem pago para isso, e que só teria a ganhar com esse processo, pois, em caso de vitória, seria eternamente lembrado como o último campeão da categoria. Dillashaw marcou o seu nome na história da organização ao se tornar campeão dos galos, em 2014, depois de destronar Renan Barão. Ele ainda perdeu o título em 2016, mas o reconquistou no ano seguinte, quando superou Cody Garbrandt. Agora, em entrevista ao site da emissora americana ‘ESPN’, o lutador destacou que pretende aumentar o seu legado no Ultimate com mais um cinturão na conta. “O UFC quer se livrar da divisão, então me contrataram para descer [de categoria], encerrá-la, e ganhar outro cinturão nesse processo. Só tenho a ganhar com isso. (…) Estão me pagando um caminhão de dinheiro para descer, matar a divisão dos pesos-moscas e pegar um segundo cinturão. Então, é hora do jogo. (…) Continuarei aumentando meu legado, ganhando outro cinturão e sendo o último campeão peso-mosca de todos os tempos”, contou. O americano ainda ressaltou que não terá problemas em descer os 4 kg de diferença que existem entre as divisões dos galos e dos moscas, uma vez que não é um lutador grande para a categoria. Com 1,67 m, T.J. nunca teve problemas em bater o peso da categoria de 61 kg, algo que ele garante ser capaz de repetir nos 57 kg, ainda que isso demande mais dedicação na dieta e na preparação física. “Será melhor assim, porque não haverá desculpas, como dizer que eu sou maior. Porque eu vou descer [de categoria] e bater o peso. De todo modo, acredito que temos o mesmo peso. Sou um peso-galo pequeno, então não tenho problema em chegar aos 57 kg. Será um pouco mais trabalhoso, então me dedicarei mais e estarei em melhor forma. Estou animado com a oportunidade. Como eu disse, é uma vitória para mim”, concluiu. Os rumores sobre o fim da divisão dos moscas começaram quando Demetrious Johnson deixou o UFC para competir no ONE, liga asiática de MMA. ‘DJ’ marcou o seu nome na história da organização ao se tornar o primeiro campeão da categoria, em 2012, título que manteve até agosto deste ano, quando foi destronado por Henry Cejudo. Após ‘Mighty Mouse’, outros atletas como Jose Torres, Jarred Brooks e Justin Scoggins também anunciaram dispensa do Ultimate, o que fortaleceu a hipótese do fim dos moscas no Ultimate. Aos 32 anos, o campeão dos galos, T.J. Dillashaw acumulou, até então, 16 triunfos e apenas três derrotas como lutador profissional de MMA. Já o dono do cinturão dos moscas, Henry Cejudo, somou 13 vitórias e dois reveses em seu cartel.
  3. Duelo de recordistas! ‘Do Bronx’ enfrenta algoz em revanche após oito anos Ag Fight Após a vitória e a quebra de recorde no UFC São Paulo, Charles ‘Do Bronx’ retornará ao octógono contra o antigo algoz Jim Miller, no dia 15 de dezembro, em Milwaukee (EUA). Após o seu último desafio no Ultimate, o paulista chegou ao 11º triunfo por meio da arte suave e ultrapassou Royce Gracie como o atleta que mais finalizou adversários dentro da organização. E, apesar das recentes declarações de que gostaria de retornar aos pesos-penas (66 kg), ele ainda competirá entre os leves (70 kg) contra o rival americano, que também possui uma importante marca dentro da organização. De acordo com o anúncio sobre o duelo, publicado no site oficial do UFC, Miller alcançou o recorde de lutador com maior número de lutas no Ultimate, após entrar no octógono pela 30ª vez em seu último duelo, em setembro. Ele e ‘Do Bronx’ já estiveram frente a frente em outra oportunidade, em 2010, quando o americano conseguiu a vitória após finalizar o brasileiro com uma chave de joelho, ainda no primeiro round. Aos 29 anos, Charles terá agora a oportunidade de se vingar do americano e alcançar a terceira vitória consecutiva no Ultimate. O lutador paulista derrotou Clay Guida, em junho, e Christos Giagos, em setembro, e chegou à marca de 24 triunfos como atleta profissional de MMA. Além destes, ele também acumulou oito derrotas e uma luta sem resultado ao longo da carreira.
  4. Técnico cogita mudança de Chris Weidman para os meio-pesados Ag Fight O nocaute sofrido diante de Ronaldo ‘Jacaré’ no UFC 230, evento realizado no último sábado (3), pode ter sido o último capítulo de Chris Weidman entre os pesos-médios (84 kg). Ray Longo, treinador de striking do ex-campeão da categoria, declarou que seu aluno deve pensar na possibilidade de subir de divisão, para fazer o que seria sua estreia entre os meio-pesados (93 kg). Em entrevista ao podcast ‘Anik & Florian’, comandado pelo narrador oficial do UFC Jon Anik e pelo ex-lutador Kenny Florian, Longo deu a entender que a capacidade de absorção de golpes de Chris preocupa. O ‘All American’ perdeu quatro de suas últimas cinco lutas no octógono, e todas elas por nocaute ou nocaute técnico. “Foi difícil de engolir. Eu estava muito confiante, depois de conversar com ele entre o segundo e o terceiro rounds, de que estávamos no caminho da vitória. Essas coisas que te cegam desse jeito são difíceis. Mas, antes de mais nada, tiro o chapéu para ‘Jacaré’. Ele cavou fundo: não iria vencer a decisão e achou uma forma de vencer. Você vai para um lado quando deveria ter ido para o outro, e é o que acontece. O MMA não perdoa”, disse. “Este é um grande revés, porque, com uma vitória sobre ‘Jacaré’, ele iria ficar bem. Ele já tinha vencido [o próximo desafiante, Kelvin] Gastelum, e acho que sempre seria um ótimo encaixe de estilos para Chris. [O campeão, Robert] Whittaker seria a luta mais difícil, mas acho que Gastelum vai vencer Whittaker, então acho que ele ficaria bem”, analisou. De acordo com Ray, a hipótese de subir de categoria precisa ser levada a sério, apesar de Weidman não enfrentar problemas para bater os 84 kg de sua atual divisão. O treinador afirmou que um menor processo de desidratação de Chris nos meio-pesados pode aumentar sua capacidade de absorver golpes. “Agora, ele tem algumas coisas para decidir. Há algumas pessoas mencionando talvez uma mudança para os 93 kg. Eu realmente acho que o corte de peso foi muito bom, mas quem sabe? O cérebro é o último lugar que recebe fluidos quando você reidrata, então, novamente, talvez 93 kg seja um ajuste melhor, porque não vejo isso acontecendo na academia. Nunca. Então, talvez 93 kg possa ser um lugar no qual ele chegue mais forte, mais consistente, todas essas coisas”, cogitou. Weidman vive o momento mais complicado de sua carreira. Desde maio de 2015, quando defendeu com sucesso pela última vez o cinturão dos médios, o americano só ganhou uma luta, diante de Kelvin Gastelum. E neste combate, o único que não perdeu por nocaute em seus cinco últimos, chegou a levar um knockdown do adversário.
  5. Parou no momento em que o adversário caiu e ganhou na área em que não é sua especialidade ,mostrou coração ,inteligência e caráter ,tudo em uma única luta ,coisa rara hoje em dia !
  6. Além do fator USADA o que acho que está pesando ,inclusive citei isso em algum tópico depois da derrota dele para o Mousasi ,são as constantes lesões , por mais que se recupere para poder treinar em alto nível o corpo humano tem um nível de saturação que não é o mesmo de um corpo saudável e varia de um sujeito para o outro . Aguentar pancada sem lesões e jovem é uma coisa ,com anos de estrada e remendos na carcaça é outro papo , a luta se prolongando,além do desgaste físico e mental já que a confiança pelas ultimas derrotas já não é a mesma tem os limites do corpo que já passou por cirugias ,fisioterapias,tratamentos etc... Outro que acho que jamais veremos como era ,se voltar um dia , é o Cain velasquez !
  7. Dana White revela que McGregor aceitou fazer uma luta antes de revanche com Khabib Diego Ribas Ao que tudo indica, Conor McGregor continua focado na revanche contra o campeão peso-leve (70 kg) do UFC, Khabib Nurmagomedov — mas seus planos já não incluem apenas o segundo combate. De acordo com Dana White, presidente do UFC, ‘Notorious’ está disposto a enfrentar quem for preciso para se credenciar a uma nova disputa de cinturão. Após conversa, na última semana, com o irlandês, o presidente do Ultimate revelou que o objetivo do atleta era mesmo o de buscar a desforra diretamente, mas que o ex-campeão dos penas (66 kg) e leves topa voltar ao grupo dos que disputam o cargo de desafiante. Em entrevista durante a conferência de imprensa após o UFC 230, em Nova York (EUA), Dana White lembrou que o futuro de McGregor depende da decisão que será tomada pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC), no dia 10 de dezembro. Nesta ocasião, a entidade julgará os envolvidos na confusão durante o UFC 229, ocorrido no início de outubro, em Las Vegas (EUA), quando, após derrotar McGregor, Khabib partiu para cima de um dos companheiros de treinos do irlandês e causou uma confusão generalizada na ‘T-Mobile Arena’. “Conor e eu conversamos por uma hora na semana passada. Ele agiu como de costume e disse: ‘Eu adoraria uma revanche imediata. Quero enfrentar ele de novo, mas, se for o caso, vou lutar com quem eu tiver que lutar para desafiá-lo novamente'”, contou o presidente do UFC, antes de completar: “Estamos dependendo agora [da decisão] da Comissão Atlética do Estado de Nevada. Aguardando até novembro ou dezembro — quando quer que isso aconteça. Quando tudo acabar, aí então saberemos a situação e poderemos pensar no próximo passo”. Deste modo, a alternativa agora é aguardar até o dia da próxima audiência, quando uma sentença definitiva deverá ser decretada. Até o momento, as únicas medidas da entidade foram estender o afastamento de Conor e Khabib até dezembro e liberar 1 milhão de dólares (cerca de R$ 3,71 milhões) ao atleta russo, valor referente à metade da sua bolsa, que foi retida pela entidade após a luta.
  8. ‘Jacaré’ revela motivação para pedir fim da luta ao árbitro: “Somos pais de família” Diego Ribas Dentre as inúmeras imagens marcantes do card do UFC 230, no último sábado (3), possivelmente a mais curiosa foi o momento em que Ronaldo ‘Jacaré’ pedia que o árbitro Dan Miragliotta interrompesse sua luta contra Chris Weidman, uma vez que seu oponente estaria sem condições de combate. O pedido, por sinal, foi recusado, e o peso-médio (84 kg) brasileiro não escondeu sua insatisfação. Após o final do evento realizado no ginásio Madison Square Garden, em Nova York (EUA), Jacaré compareceu à coletiva de imprensa e garantiu que a postura do árbitro foi errada, e que esse ato o obrigou a atingir o adversário, praticamente desmaiado, mais duas vezes. “Fiquei muito chateado, vi que tinha acabado, a minha mão entrou e ele caiu muito mal. Não precisava dar mais duas porradas. Eu sabia que a luta tinha acabado, avisei o juiz. Mas infelizmente eu tive que bater para ele acabar a luta”, narrou, contrariado, antes de afirmar que havia feito o possível para convencer Miragliotta. “Estamos ali para lutar, não posso falar com o juiz. Mas fiz um gesto de que tinha acabado”. Questionado sobre a postura de sua esposa, que ligou para saber notícias sobre a saúde de Weidman, o lutador brasileiro enalteceu o respeito mútuo entre eles nas semanas que antecederam ao confronto no octógono. Postura essa cada vez mais rara no mundo do MMA. “Antes de ser lutador, somos pais de famílias, temos esposas e filhos. Sou fã, sigo ele nas redes sociais, nossa família gosta dele. Minha esposa pediu para eu ir lá e ver como ele está, finalizou.
  9. Faixa preta entregue para Bolsonaro gera ruptura entre Gracies no comando de federação Erik Engelhart Como em tantos grupos familiares nestas últimas eleições, as desavenças entre apoiadores e opositores do agora presidente eleito Jair Bolsonaro dentro do clã Gracie causaram uma dissidência. Neste caso, porém, a cisão atinge a Federação do Estado do Rio de Janeiro de Jiu-Jitsu. Isso porque Robson Gracie, presidente da entidade, decidiu conceder uma faixa preta simbólica ao então candidato, o que revoltou Reyson, seu irmão mais novo e vice-presidente do órgão Em um comentário com sua conta na rede social Facebook, Reyson rebateu a iniciativa, cobrando de Robson sua renúncia da federação, pelo que seria “um desserviço ao jiu-jitsu” e “um desrespeito à memória dos Mestres Carlos e Hélio Gracie”, considerados os criadores do jiu-jitsu brasileiro. “Estou aqui para manifestar o meu protesto e indignação a respeito dessa homenagem que meu irmão, Robson Gracie, presidente da Federação, prestou ao candidato Bolsonaro, concedendo a ele a graduação de faixa-preta”, escreveu. Reyson declarou não ter sido consultado em relação à proposta, que classificou de “eleitoreira”. O vice-presidente da Federação declarou que a instituição “jamais poderia prestar uma homenagem a um político que tem como ídolo um torturador, assassino e ocultador de cadáveres como esse ‘senhor’ coronel [Carlos Alberto] Brilhante Ustra”. “Infelizmente, o professor Robson Gracie não [está] mais à altura de presidir a Federação ou qualquer outro órgão que seja ligado ao jiu-jitsu. Sendo assim, e com todo o respeito, eu sugiro que ele renuncie o quanto antes. Do contrário, ele fica e eu saio. Sem problema, sem confusão e sem qualquer ressentimento”, publicou. Esta não foi a primeira polêmica relacionada à política dentro da família Gracie durante o período de eleições deste ano. Há algumas semanas, um áudio atribuído a Renzo Gracie, lutador da liga asiática ONE e filho de Robson, continha críticas ao PT e a um outro membro do clã, possivelmente Carlos Neto, justamente filho de Reyson.
  10. Demetrious Johnson desabafa sobre saída do UFC: “Queriam um novo campeão” Dan Wainer/ Ag Fight Demetrious Johnson foi o campeão mais dominante da história do UFC, com 11 defesas de cinturão – recorde na organização. Apesar disso, o americano nunca obteve a credibilidade que acompanhasse seus feitos no MMA. Prova disso foi a declaração do próprio atleta após deixar a liga. No último domingo (28), ‘Mighty Mouse’ admitiu que após reinar soberano em sua divisão por durante sete anos, os fãs queriam uma cara nova para a categoria mais leve das artes marciais mistas. Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Johnson comparou a sua postura com a de um possível futuro campeão mais popular. De acordo com o americano, os fãs das artes marciais queriam um novo atleta dominante que tivesse um estilo que vendesse mais, com provocações e não necessariamente fosse tão habilidoso quanto ‘DJ’ dentro dos octógonos. “Por muito tempo, muitas pessoas na América do Norte queriam um novo campeão. Eles veem que podem realmente impulsionar esse modelo de pay-per-view, eles realmente não se importavam com as minhas habilidades. Eles realmente queriam alguém que fosse impetuoso, que fosse desrespeitar – não que Henry Cejudo fizesse isso -, mas eles queriam outra pessoa”, revelou ‘DJ’. “Eu sinto que eles queriam outra pessoa, e quando eu falo de outra pessoa, não digo o UFC, senti que o público queria que alguém tentasse levar esse divisão para algum lugar que eu não pude. Através de números [de audiência], ou trazendo notoriedade ou o que seja. Então senti que este é o momento perfeito para eu ir atrás de algo que eu quero conquistar e deixar esses caras lidarem com isso [vendas/pay-per-view dos moscas]”, analisou Demetrious. O ex-campeão dos moscas ainda falou sobre a possibilidade de tentar reconquistar o cinturão que por tanto tempo foi seu. No entanto, o fato de o americano já ter vencido Henry Cejudo anteriormente, fez com que Johnson se desmotivasse para protagonizar uma trilogia contra o wrestler medalhista olímpico. “Acho que para eu voltar e tentar recuperar meu título, na verdade não havia nada lá para mim, porque se eu olhar para ele como um artista marcial, Henry Cejudo é alguém que eu já derrotei. Eu poderia vencer na terceira vez, ou poderia perder de novo, dei um passo para trás e pensei: ‘Ok, o que eu realmente quero? Se pergunte isso DJ, o que você realmente quer?’ E eu estava tipo, eu queria algo diferente. Eu queria misturar tudo. Queria fazer algo diferente. Eu quero ser capaz de sair do cage empolgado e motivado, eu quero enfrentar um tipo diferente de competição”, revelou Johnson. Disposto a encarar novos desafios na carreira, ‘DJ’ já possui uma nova casa para lutar – ONE, maior liga de MMA da Ásia. O ex-campeão do UFC, aos 32 anos, soma 27 vitórias, três derrotas e um empate em seu cartel como profissional. Ainda não há previsão da data em que Demetrious estreará pela nova organização de artes marciais.
  11. Eder Jofre55

    Pesquisa PVT Eleições 2018

    Nulos ,brancos e abstenções somando quase 42 milhões de pessoas é significativo e preocupante ,some-se a isso o fato de muitos terem votado no Bolsonaro porque não queriam mais o PT e não porque acreditavam no presidente eleito ,o mesmo vale para o Hadad ,muitos votaram no PT por medo do que está por vir ,boatos e exageros a parte ,Bolsonaro é responsável por seu atos e falas ,e muito contribuiu para que isso acontecesse ! Tomara que essa lição tenha sido aprendida ,que controle a boca ,sua ,do seu vice ,filho e apoiadores ,se antes soava como bravata ou ameaças porque era candidato agora vira palavra oficial de um futuro presidente eleito ,o peso e as consequências são totalmente diferentes ! Torcer para o partido Brasil ,siglas de partidos vão e vem e se revezam ,o país permanece!
  12. Eder Jofre55

    Moderação: Critério de Punições

    Nome - DVD 1975 Penalidade - Uma semana sem postar Motivo - Discussão politica na principal ,usuário sabia da existência de tópicos destinados para esse assunto na segundona e mesmo assim infringiu as regras de forma deliberada!
  13. Eder Jofre55

    Don Frye se retira do MMA

    Tipica atitude de quem quer chamar atenção ,primeira postagem do cara e ressuscita um tópico de 2009 pra não acrescentar nada de relevante, tópico trancado para não poluir o bom andamento do fórum ,o que tinha que ser debatido sobre o tema já teve nove bons anos para ser dito ! Essa atitude não é nova e não acrescenta nada ,além de polêmica ,não vai prosperar!
  14. Memória seletiva ,só serve aquilo que me interessa ,faz parte ... No UFC mesmo ,está cheio de lutas bizarras , no inicio não tinha divisão de peso e se você assiste as lutas hoje ,mesmo dando um desconto da época o nível técnico de muitos lutadores é de chorar , teve um japa que lutou contra o Wallid que quase perdeu a sunga se agarrando na grade pra não ser derrubado ,Babalu perdeu para o Lidell e teve que ganhar dez vezes seguidas pra conseguir a revanche ,Couture perdia a cinta ,ganhava duas e já ia para o ts ,porque vendia muito pra época , Vitor x Ferroso ,Tank Abbott ,James Toney ,Lesnar ,CM Punk ... se procurar apareçe muito mais ! Mma pra mim nunca foi esporte ,flertou algumas vezes com essa condição mas de fato nunca foi e não sei se um dia será ,é entretenimento misturado com artes marciais , e nesse bolo você faz luta séria ,disputa de cinturão com merecimento ou chuta o balde se isso trouxer mais grana , duvido que outro evento no lugar do UFC não faria parecido ou até mais ! Nós enquanto fãs "criamos" várias regras tipo merecimento pra disputar cinturão , fulano merece ou não money fight por isso ou aquilo ,GOAT ,etc... enquanto o evento está se lixando pra isso ,faz o que é melhor pra ele ,como qualquer empresa !
  15. Tá ficando engraçado esse quase esporte , todos procuram faturar mais ,cada um a seu modo ,mas dependendo da simpatia ou torcida uns podem e outros não ,Nurma x Floyd ,AS X Conor ,Cormier x Lesnar , JJ x Gustafsson ,GSP X quem ele achar mais conveniente é tudo farinha do mesmo saco ,e os caras estão certos mesmo em buscar melhores ganhos . No Pride tinha luta de gigante contra anão e lutas com pesos diferentes e geral achava o máximo ,agora tem esse cuidado de ter que ser na mesma categoria ,envergadura , idade ,combinar cor da cueca etc... se os caras estão a fim que caiam pra dentro e assiste quem quer !