Eder Jofre55

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  1. Novo game do UFC permite recriar golpes clássicos de Spider, McGregor e Johnson Tecnologia usada em games da Fifa revoluciona movimentação dos lutadores. Modo de carreira agora inclui troca de farpas com adversários e objetivos fora do octógono Por Adriano Albuquerque, Evelyn Rodrigues e Marcelo Russio A Eletronic Arts (EA) e o UFC lançaram nesta sexta-feira em Nova York o “EA UFC 3”, terceira edição do game oficial do Ultimate em parceria com a companhia de jogos eletrônicos, que chega às lojas em fevereiro de 2018. A mais recente encarnação do game traz uma reformulação completa na movimentação dos lutadores, que permite ao usuário recriar golpes clássicos da história do MMA, e também mudanças no modo carreira, que reflete o momento atual da organização, em que o foco está na promoção pessoal. A ênfase em movimentação mais fluida das representações eletrônicas dos lutadores está clara no trailer de lançamento do game. O vídeo destaca sequências facilmente reconhecíveis pelos fanáticos por MMA, como o show de esquiva seguida de nocaute imposto por Anderson Silva a Forrest Griffin, os nocautes de Conor McGregor em José Aldo e Eddie Alvarez, a "voadora" de Fabricio Werdum em Travis Browne, e até a recente "Mighty Wizbar", a chave de braço encaixada por Demetrious Johnson em Ray Borg para quebrar o recorde de defesas de cinturão consecutivas do UFC. Segundo o diretor criativo do game, Brian Hayes, isso tudo foi possível graças à nova tecnologia de animação Real Player Motion Tech, usada no game mais recente da Fifa. Com ela, o modo de luta em pé foi completamente remodelado, e os lutadores combinam golpes, esquivas e movimentação de forma mais suave, sem paradas entre cada ação. Outra novidade possibilitada pela nova tecnologia é que os lutadores têm movimentos e golpes característicos. Dominick Cruz, por exemplo, tem sua esquiva e combinações incomuns; Nick Diaz tem seu "tapa de Stockton"; Demetrious Johnson combina golpes diretamente com entradas de queda. - Joguei todos os games do UFC desde o primeiro, quando era feito por outra companhia, e é uma melhoria enorme. A maior coisa que eu falei para eles entre o UFC 2 e o UFC 3 é que cada lutador tem seu próprio tipo de autenticidade, de características, e eles capturaram isso nesta (edição). O movimento melhorou muito, os golpes andando para trás. Acho que os jogadores vão gostar muito - comentou Demetrious, campeão peso-mosca e entusiasta dos e-sports, que esteve presente à apresentação do jogo para a imprensa. Ele testou o game, aprovou sua encarnação eletrônica e, após ser derrotado por um jornalista canadense, prometeu treinar mais para jogar online com seus fãs. Johnson revelou também que estará junto a Anderson Silva, Georges St-Pierre e Joanna Jedrzejczyk na capa de uma edição especial de luxo do game, ainda sem data anunciada para lançamento. O personagem da capa oficial do "EA UFC 3", no entanto, é Conor McGregor, que estava ao lado de Ronda Rousey na capa do "EA UFC 2". O irlandês aparece com dois cinturões nos ombros, em referência ao momento em que ele deteve simultaneamente os títulos nas divisões peso-pena e peso-leve, em novembro do ano passado (o UFC posteriormente tirou o cinturão dos penas de McGregor). A imagem reflete bem o novo "modo carreira" do game, agora nomeado "G.O.A.T. Career Mode" (Modo de Carreira Melhor de Todos os Tempos), outro foco dos desenvolvedores. Neste jogo, o lutador não só precisa conquistar objetivos dentro do octógono, mas fora dele, incluindo troca de provocações com adversários, entrevistas coletivas e negociações de contrato. Conforme o jogador cresce, suas vitórias viram notícia e suas atuações viram objeto de especiais televisivos do UFC. Michael Bisping passa pela pesagem numa das imagens do game EA UFC 3 (Foto: Divulgação) Outras novidades do game incluem um novo modo de Ultimate Team, que permite ao usuário criar equipes mistas de lutadores reais com os lutadores virtuais que criaram, modos apenas com luta em pé ou apenas com luta agarrada, à la Metamoris ou Eddie Bravo Invitational, e ainda modos de torneios de uma noite como nos primórdios do UFC. Entre as opções de lutadores para se jogar, estão todos os atuais campeões, nomes consagrados como Anderson Silva, Chuck Liddell, Rampage Jackson, Royce Gracie, Mark Coleman e os irmãos Nogueira, atletas do top 15 de cada divisão e alguns lutadores em ascensão, como Dooho Choi, Marc Diakiese e Kamaru Usman. Entre os brasileiros disponíveis, há nomes como Glover Teixeira, Fabricio Werdum, Junior Cigano, José Aldo e Vitor Belfort, mas também alguns lutadores menos badalados, como Alex Cowboy, Johnny Eduardo, Hacran Dias, Léo Santos e Gilbert Durinho. Entre as divisões femininas, apenas o peso-palha e o peso-galo estão disponíveis, mas o jogador pode jogar com Cris Cyborg, atual campeã peso-pena. - Ela está no jogo e você pode jogar com ela no peso-galo. Dependendo do que acontecer no peso-pena feminino, que ainda não está sólido no UFC agora, vamos tentar atualizar, assim como com o peso-mosca feminino - explicou Brian Hayes.
  2. Há 9 anos sem lutar, Oscar De La Hoya desafia Conor McGregor Twitter Enquanto não define o seu futuro desafiante no Ultimate, Conor McGregor está vendo a lista de atletas (e até ex-atletas) interessados em enfrentá-lo cada vez aumentando mais. E agora quem desafiou o irlandês para uma peleja é o ex-campeão mundial de boxe Oscar De La Hoya. Medalha de ouro nas Olimpíadas de 1992, o americano com nacionalidade mexicana não sobe em um ringue desde 2008, mas isso não parece ser um obstáculo para ele. Aos 44 anos de idade, o ex-pugilista revelou em entrevista à ‘Golden Boy Radio’ que vem treinando e aproveitou para desafiar McGregor. “Eu venho treinando secretamente. Eu poderia me livrar do Conor McGregor em dois rounds. Eu vou voltar para isso. Estou o desafiando. Dois rounds é tudo o que eu preciso”, afirmou o ex-campeão mundial de boxe. Apesar da vontade de De La Hoya, o próximo desafio de McGregor deve realmente ser no MMA. Atual campeão linear dos leves (70 kg) do UFC, tudo indica que o irlandês medirá forças com Tony Ferguson, dono do título interino. Ainda não se sabe quando e nem onde este confronto deve sair do papel.
  3. UFC Austrália 18 de novembro, em Sydney CARD PRINCIPAL (a partir de 1h, horário de Brasília): Peso-pesado: Fabricio Werdum x Marcin Tybura Peso-mosca: Bec Rawlings x Jessica-Rose Clark Peso-meio-médio: Tim Means x Belal Muhammad Peso-meio-médio: Jake Matthews x Bojan Velickovic Peso-médio: Elias Theodorou x Dan Kelly Peso-combinado: Alex Volkanovski x Shane Young CARD PRELIMINAR (a partir de 21h30, horário de Brasília): Peso-mosca: Ryan Benoit x Ashkan Mokhtarian Peso-leve: Nik Lentz x Will Brooks Peso-pesado: Rashad Coulter x Tai Tuivasa Peso-leve: Damien Brown x Frank Camacho Peso-palha: Alex Chambers x Nadia Kassem Peso-mosca: Jenel Lausa x Eric Shelton Peso-pesado: Anthony Hamilton x Adam Wieczorek
  4. ‘Borrachinha’ ignora desafio de ‘Mutante’: “Sem expressão” Por Diego Ribas Depois de vencer Nate Marquardt e chegar ao seu quarto triunfo em cinco combates, Cezar ‘Mutante’ deu início a uma campanha para encarar Paulo ‘Borrachinha’, um dos nomes de maior ascensão no MMA mundial. Mas parece que o mineiro não vê com bons olhos ter esse confronto entre compatriotas no Ultimate. Além de não responder diretamente a nenhum dos desafios de Mutante, Borrachinha utilizou a sua conta no Instagram para fazer um pronunciamento nesta sexta-feira (17). Nele, o atual número 15 da divisão dos médios (84 kg) deixa claro que seu pensamento não está no ex-pupilo de Vitor Belfort, mas sim em algum rival melhor ranqueado. “Sobre minha próxima luta. Estamos bem adiantados para definir um adversário TOP 10 do ranking. Claro, visando sempre o cinturão. Não existe NENHUMA possibilidade de lutar contra lutadores sem expressão, brigando para não serem demitidos ou que fazem apresentações desanimadoras. Esse próximo adversário deverá ser um grande nome do ranking que será revelado em breve, alguém que vale de verdade a pena lutar e representar meu país e todos os brasileiros. Obrigado pelo enorme apoio”, diz o comunicado. Aos 26 anos, Borrachinha ainda não sabe o que é perder uma luta de MMA. Dentro do Ultimate, o mineiro venceu seus três combates por nocaute, sendo o último deles diante do ex-campeão dos meio-médios (77 kg) Johny Hendricks, no início de novembro.
  5. Tyron Woodley revela ter aceitado confronto com Nate Diaz Por Diego Ribas Tyron Woodley pode estar perto de realizar a sua quarta defesa de cinturão, e dessa vez contra Nate Diaz. Ao menos é a vontade do atual campeão da categoria peso meio-médio (77 kg). O americano revelou que o UFC ofereceu esse confronto para o último evento do ano, a edição 219 do show, que acontecerá no dia 30 de dezembro, em Las Vegas (EUA). Mas, de acordo com ‘T-Wood’, o seu possível adversário “está com medo”. Em entrevista ao programa ‘The Hollywood Beatdown’, o atual campeão garantiu que o combate está perto de acontecer, pelo menos no que depender da sua assinatura no contrato. Woodley ainda aproveitou o momento para provocar Diaz e afirmou que o lutador tem inventado desculpas para não lutar pelo cinturão (assista abaixou ou clique aqui). “Estou aqui para mostrar as cartas. Acho engraçado as pessoas que dizem: ‘Não fique assustado, parceiro’. Quando, na verdade, eles estão assustados. Não é uma luta possível, é uma luta que já está 50% completa. Uma parte da luta ouviu a oferta e aceitou, está passando por campeões do mundo, levando socos de campeões do mundo. E você tem o outro lado, que tem um monte de desculpas por aí e se recusando a aceitar, e é disso que eu estou falando. O UFC me ofereceu uma luta com o Nate Diaz e eu aceitei, mas o Nate Diaz está assustado”, atacou o atual campeão. Woodley conquistou o cinturão dos meio-médios em julho de 2016, ao nocautear Robbie Lawler. Desde então, se sustentou no posto mais alto da divisão ao manter o seu título em três oportunidades. Diaz, por sua vez, que originalmente luta na divisão dos leves (70 kg), não sobe ao octógono desde agosto de 2016, quando foi derrotado por Conor McGregor pela categoria dos meio-médios, no seu segundo encontro com o irlandês.
  6. Werdum critica ‘geração McGregor’ e promete “mostrar na prática” que merece cinturão Por Diego Ribas Estrela principal do UFC Sidney, evento marcado para este sábado (18), Fabrício Werdum se mostrou irritado com os atuais passos dados no MMA. Justamente no ápice de popularidade e rentabilidade do esporte, a postura de atletas que, em busca de projeção, adotam discursos polêmicos e provocativos incomodou o peso-pesado, que aponta para uma tentativa de cópia do estilo de Conor McGregor. Maior estrela do MMA mundial, o irlandês se tornou sucesso de crítica e público com seu estilo provocador e agressivo, o que lhe garantiu salários inéditos no esporte. E é de olho nessas grandes fatias que uma geração de novos competidores parece buscar inspiração nas polêmicas do campeão peso-leve (70 kg). “Não tem nada a ver essa nova geração que está falando demais, que quer ser igual ao Conor McGregor. O McGregor fez aquilo desde o início, é o estilo dele, mas quando os outros tentam imitar ele fica ridículo. Não tem porque mudar e fazer isso para promover a luta. Acho que muita gente assistirá e podemos manter o respeito”, narrou em conversa com a reportagem da Ag. Fight em rompante de sinceridade. Escalado para enfrentar o polonês Marcin Tybura neste sábado, Werdum mostra uma nova faceta de sua caminhada no UFC. Desde que perdeu o cinturão dos pesos-pesados em maio do ano passado, o ‘Vai Cavalo’ mudou o rumo de sua carreira e passou a aceitar mais lutas e a emendar camps. A razão, é claro, é mostrar serviço. “Se eu ficar muito tempo pensando no cinturão, vou acabar um tempo sem lutar. Acho que tenho que mostrar na prática, mostrar lutando que estou merecendo lutar mais uma vez pelo cinturão. Não quero fazer uma luta e depois ficar esperando um ano ou seis meses para lutar de novo. Prefiro mostrar na prática que eu mereço”, narrou o veterano de 40 anos. Por sinal, depois de lutar em julho e outubro, era de se esperar um final de ano mais tranquilo para a agenda do peso-pesado gaúcho. No entanto, com a retirada de Mark Hunt do card e a necessidade de um nome de peso para salvar o evento, o ex-campeão parece ter aproveitado o momento para não apenas garantir uma compensação financeira como também ficar com a moral lá em cima com os patrões. “O UFC gosta muito disso. Você ganha crédito com o UFC quando aceita uma luta em cima da hora. Eu também estava a fim de lutar, não me machuquei nada na minha última luta. Tive uma semana de descanso e já voltei a treinar. A conversa foi objetiva, rápida e tenho certeza que fiquei com o saldo positivo com o UFC (risos)”, brincou, já de olho em uma nova chance de disputar o cinturão. “Tenho certeza que se eu vencer essa luta serei merecedor da disputa de cinturão. Acho que não tem por que o UFC não me dar essa chance. Acho que mereço muito mais que o Overeem e que o Francis. O Francis acabou de chegar, acredito que mereço mais por toda a minha história”. No entanto, o duelo a que ele se refere entre Francis Ngannou e Alistair Overeem é o grande favorito para credenciar o vencedor para uma disputa contra o atual campeão, Stipe Miocic, que só retornará ao cage na temporada 2018. Por isso, embora o foco seja uma chance de disputar o título, Werdum garante que não pretende ficar parado. “Se o UFC colocar o Overeem ou o Francis para lutar pelo cinturão eu vou ter que fazer mais uma luta. Se eu esperar eles lutarem pelo cinturão vou ter que esperar muito tempo”.
  7. Jon Jones apoia Werdum em briga com americano: “Desprezo racismo” Twetter Colby Covington tem disparado polêmicas a todos que cruzam o seu caminho desde quando disputou o UFC São Paulo, no último dia 28 de outubro, e chegou a chamar os brasileiros de “animais imundos”. Em mais um capítulo das novelas que o americano tem protagonizado, o atleta se envolveu em uma discussão com Fabrício Werdum, na porta de um hotel na Austrália – em que peso-pesado protagonizará a luta principal do evento contra Marcin Tybura, nesse sábado (18). Covington disse, em um vídeo publicado após a confusão, que havia sido agredido por Werdum na porta do hotel, mas o brasileiro revelou que foi chamado de animal e recebeu um chute do americano. Por isso, Jon Jones – que também sofreu com os ataques do ‘Caos’ nas últimas semanas – usou o seu Twitter para demonstrar apoio ao peso-pesado. “Eu desprezo racismo. Bom trabalho hoje, Fabrício Werdum. O cara tem a audácia de te chamar de v***, enquanto se esconde em uma transmissão ao vivo do Facebook”, escreveu Jones na publicação, onde também colocou um ícone com a bandeira do Brasil. Essa foi a primeira resposta de ‘Bones’ para as ofensas de Covington. O meio-médio (77 kg) chamou Jones de falso e de “o maior f*** de todos” em suas polêmicas recentes.
  8. Bisping não perdoa doping de Anderson Silva: “Destruiu seu legado” Por Diego Ribas O UFC Xangai teve uma mudança de última hora. Depois que Anderson Silva testou positivo em um exame antidoping surpresa da USADA (agência de antidopagem americana), o brasileiro foi substituído na luta principal do evento por Michael Bisping, que perdeu o cinturão dos médios (84 kg) no último dia 4 de novembro, na edição 217 do show. Enquanto se prepara para retornar ao octógono, o inglês aproveitou para criticar ‘Spider’. Durante conversa com jornalistas antes do evento, Bisping relembrou que esta não é a primeira vez que o brasileiro tem problemas com exames antidoping. Além disso, o ex-campeão da categoria peso-médio acredita que esse episódio recente é o suficiente para destruir tudo o que Anderson Silva construiu durante sua carreira vitoriosa. “Isso destruiu o legado dele completamente, na minha opinião. Existem muitas pessoas que tem memórias de curto prazo e eles vão se lembrar das suas performances. As performances de Anderson Silva foram ótimas. Mas se você testa positivo duas vezes para esteroides, na primeira você pode tentar se inocentar, mas na segunda o buraco é mais embaixo. O cara foi um trapaceiro e isso é uma vergonha. É realmente decepcionante. Eu era um grande fã do Anderson Silva. É extremamente decepcionante e uma mancha para o esporte”, atacou o inglês. Bisping se prepara para enfrentar Kelvin Gastelum no ‘main event’ do UFC Xangai. Sem muito tempo para se preparar ou analisar o rival, o ex-campeão acredita que terá um grande desafio pela frente. Isso porque, na sua visão, qualquer atleta que esteja se preparando para encarar Anderson Silva deve estar muito bem condicionado. “Sem dúvidas que o Kelvin incrementou o seu jogo e vamos ver uma ótima versão dele. Ele lutaria com Anderson Silva, e todo mundo melhora quando vai lutar com Anderson Silva. Então, eu não espero uma luta fácil. Kelvin é um cara duro. Um ótimo lutador. Ele tem um boxe excelente, é forte e tem um bom wrestling. Ele está em forma e sempre melhora. Eu não estou esperando nenhum resultado fácil, pelo contrário, mas isso é o que fazemos. Não existem lutas fáceis. Somos todos grandes, machos alfas que são treinados em artes marciais, então que o melhor homem vença na China”, analisou o ex-campeão dos médios. A última atuação de Bisping foi no UFC 217 contra Georges St-Pierre. Neste confronto, o inglês acabou finalizado no terceiro round, o que resultou na perda do cinturão da categoria. Se preparando para retornar ao octógono apenas três semanas depois do revés, o inglês ainda deve realizar mais uma luta antes de encerrar a sua carreira.
  9. Vitor Belfort encara ‘Homem Ambulância’ no UFC em janeiro Por Marcelo de Jesus Depois de fazer as pazes com a vitória diante de Nate Marquardt em junho, Vitor Belfort havia deixado claro que não pensava em aposentadoria e, aos 40 anos, não via a hora de voltar a treinar com um adversário em mente. Pois bem, agora é oficial e o ‘Fenômeno’ já tem data e local para retornar ao octógono do UFC. Anunciado pela organização do show na noite da última terça-feira (14), o carioca foi escalado para encarar o ‘HOmem Ambulância’ Uriah Hall no próximo dia 14 de janeiro, em St. Louis, em duelo a ser realizado na divisão dos pesos-médios (84 kg). Nocauteador, o americano ficou conhecido após chegar à final da edição do TUF comandada por Chael Sonnen e Jon Jones. No programa, dois rivais nocauteados acabaram precisando de atendimento médico após o duelo. No entanto, na grande final ele acabou superado por Kelvin Gastelum. Assim como Hall, Belfort também alterna bons e maus resultados no octógono do UFC e, aos 40 anos, chegou a flertar com a aposentadoria. No entanto, ele garantiu que poderia renovar contrato com a organização ao mesmo tempo em que o rival Bellator parece abrir as portas para que ele integre a ‘divisão’ de veteranos que atualmente conta com Wanderlei Silva, Fedor Emelianenko, Quinton ‘Rampage’ e Chael Sonnen.
  10. Anderson Silva rompe silêncio após doping e promete: “Não vou desistir” Instagram Flagrado pela terceira vez em um exame antidoping (os dois primeiros foram em janeiro de 2015, um antes e um depois da luta com NIck Diaz), Anderson Silva se manifestou pela primeira vez nesta terça-feira (14), quando usou suas redes sociais para acalmar os fãs e garantir que não pensar em parar de lutar. Em rápido comunicado, Anderson não cita o flagra no doping e não dá explicações para o resultado do exame, mas promete aos fãs que continuará a fazer o que gosta, e que fama e dinheiro não são as suas motivações como artista marcial. Escalado para enfrentar Kelvin Gastelum no dia 25 de novembro, no UFC Xangai, Anderson foi substituído por Michael Bisping, lutador inglês que foi finalizado por Georges St-Pierre no último dia 4 de novembro, em duelo que lhe custou o cinturão dos pesos-médios (84 kg). Confira o comunicado de Anderson Silva: “Obviamente, acho que tudo faz parte de um processo de evolução. A cada dia que passa, consigo aprender mais sobre quem sou. Estou aqui para agradecer todos os meus fãs, principalmente meus treinadores e todos os colaboradores nesta longa jornada. Não tenho como expressar meus sentimentos e o quanto estou triste, pois todos nós investimos amor, paixão e tempo neste camping, não sei exatamente os planos de DEUS para mim, mas de qualquer maneira, só posso agradecer a ele e a todos vocês, mais uma vez, pelo amor e carinho de todos, nada é mais gratificante neste momento do que ter vocês ao meu lado. Não vou desistir, muito menos parar de fazer o que amo, não é pela fama ou pelo dinheiro, é porque amo lutar. Então, independente do que acontecer daqui pra frente, nada muda, meus planos são os mesmos, nada mudou. Um grande beijo pra todos e nos vemos em breve.”
  11. “Barra pesada”, Alex ‘Cowboy’ promete nocautear Yancy Medeiros no UFC 218 Por Marcel Alcântara O UFC 218 terá em sua luta principal da noite a revanche entre Max Holloway e José Aldo pelo cinturão dos penas (66 kg). Mas o manauara não será o único representante brasileiro no card que acontecerá no dia 2 de dezembro, em Detroit (EUA). Alex ‘Cowboy’ subirá no octógono para encarar Yancy Medeiros na tentativa de avançar algumas casas no ranking dos meio-médios (77 kg). Atualmente ocupando a 15ª colocação na lista dos melhores de sua categoria, Cowboy encara este confronto como uma grande possibilidade para dar sequência ao bom momento que vive. Apesar de ter pedido ao Ultimate um confronto diante de um atleta ranqueado, o brasileiro pensa apenas em nocautear o americano e seguir sua trajetória de sucesso. “Sei que ele vai querer trocar porrada comigo e vou explorar isso. Vou mostrar para ele que ele se meteu com um cara muito, muito, muito barra pesada. Ele está enrolado comigo. Eu vou nocautear”, prometeu Cowboy, em conversa exclusiva com a Ag. Fight. “Tinha pedido um cara ranqueado, mas eles me deram o Medeiros. Não escolho adversário não. O que eles colocarem na minha rede eu vou sair na mão. Sei que depois dessa luta vou subir um pouco mais, para 12º ou 13º (no ranking)”, completou. De origem bastante humilde, Alex Cowboy não cansa de relembrar as dificuldades que passou até chegar ao maior torneio de MMA do mundo. No Ultimate desde 2015, o atleta de Três Rios (RJ) já parte para a sua 11ª luta e não tem do que reclamar. Em seu último duelo, o brasileiro nocauteou Ryan LaFlare e ainda levou o bônus de performance da noite no valor de 50 mil dólares. “UFC paga bem e eu mudei a minha vida. Mudei da água para o vinho. Antigamente eu trabalhava de peão e agora eu só treino e luto. Quando vem um bônus a mais então é sempre bem-vindo e a minha molecada gosta. Na última luta que ganhei eu comprei mais alguns bois e uma caminhonete para mim. Quando entrei no UFC não tinha nada. Agora tenho 28 cabeças de boi, três cavalos, um sítio no valor de R$ 700 mil, dois carros… Estou vivendo a minha vida, curtindo bastante e trabalhando”, resumiu.
  12. McGregor pede desculpas por invasão a cage e relembra morte de lutador português Twetter Conor McGregor finalmente se pronunciou de forma oficial sobre a polêmica que se envolveu na última sexta-feira (10). Após escrever uma mensagem nada política em sua conta no Twitter, mas apagar minutos depois, o irlandês emitiu um longo comunicado em suas redes sociais com um tom bem mais ameno onde pediu desculpas aos envolvidos no caso onde invadiu o cage do Bellator e empurrou o árbitro central do confronto entre Charlie Ward e John Redmond. O campeão dos leves (70 kg) do UFC admitiu o erro em sua ação e prometeu aprender com a situação. Além disso, McGregor relembrou o caso de João Carvalho, atleta português que faleceu após uma luta de MMA em que foi nocauteado exatamente por Ward, seu amigo e companheiro de equipe que estava se apresentando no Bellator. “Depois de testemunhar o meu lutador em uma luta onde o pior aconteceu e o oponente faleceu devido às lesões naquela noite, eu pensei que o pior fosse acontecer de novo, então eu perdi a cabeça e reagi. Peço desculpas a todos”, diz uma parte do comunicado emitido pelo irlandês. A Mohegan Tribe Department of Athletic Regulation está analisando o caso para indicar possíveis punições a McGregor. Além disso, uma possível participação do irlandês no card do UFC 219, marcado para dia 30 de dezembro, aparentemente também foi prejudicada. Confira abaixo o comunicado de Conor McGregor na íntegra: “Eu sinceramente me desculpo pelo meu comportamento no último final de semana, no evento de luta em Dublin. Enquanto tentava apoiar um colega de treino leal e amigo, eu deixei as minhas emoções tirarem o melhore de mim e saí da linha. Como um campeão de múltiplas categorias do UFC, produtor executivo, um modelo e figura pública, eu preciso me controlar nos holofotes. O árbitro Marc Gonard estava tomando uma decisão horrorosa ao tentar pegar um lutador inconsciente no chão e forçá-lo a continuar lutando no segundo round. Mesmo contra o pedido do treinador desse lutador. A luta tinha acabado. Depois de testemunhar o meu lutador em uma luta onde o pior aconteceu e o oponente faleceu devido às lesões naquela noite, eu pensei que o pior fosse acontecer de novo, então eu perdi a cabeça e reagi. Peço desculpas a todos. Me desculpo, sinceramente, com o diretor da Mohegan Tribe Department of Athletic Regulation (MTDAR), Mike Mazzulli, todos os oficiais e funcionários que trabalharam no evento, Andy Ryan e o seu lutador John, dois guerreiros que sempre proporcionam uma ótima luta. Esse lado sempre terá o meu respeito e, por último, aos meus fãs. Eu amo todos vocês! Eu sempre aprendo com os meus erros e dessa vez não será diferente”
  13. McGregor pode ter seu retorno ao UFC adiado após briga no Bellator; entenda Por Diego Ribas A confusão que Conor McGregor causou na última semana já trouxe consequências negativas ao atleta. Isso porque, aparentemente, o irlandês retornaria ao octógono na edição número 219 do show, marcada para o dia 30 de dezembro, para unificar o cinturão da categoria peso-leve (70 kg) contra Tony Ferguson. Mas devido à polêmica que o campeão linear se envolveu no Bellator 187, ele será impedido de atuar neste card. Ao menos foi o que garantiu Mike Mazzulli, presidente da Associação de Comissões de Boxe. Na última sexta-feira, ‘Notorious’ invadiu o cage para comemorar a vitória do seu companheiro de treino Charlie Ward. Acontece que o árbitro do confronto não aprovou a atitude do irlandês e o confrontou. Isso fez com que o atleta do UFC atravessasse o recinto para empurrar a autoridade até que fosse retirado do local. De acordo com Mazzulli, o Ultimate não viu com bons olhos a briga entre McGregor e o juiz neste show. “Eu estava em contato com alguns executivos do UFC umas duas horas depois do ocorrido e eles basicamente me disseram que isso era completamente inaceitável aos olhos deles e que fariam algo sobre isso. Eles falaram que o Conor McGregor estaria escalado para o card do dia 30 de dezembro, mas que ele não vai mais estar nele. Eu elogio o UFC por fazer algo em relação a isso. Por outro lado, eu ainda vou ver isso. Vou conversar com meu advogado quando eu voltar aos Estados Unidos e ver o que podemos fazer”, relatou Mazzulli, em entrevista para o programa ‘MMA Hour’. A última vez que McGregor lutou pelo UFC foi em novembro de 2016, quando nocauteou Eddie Alvarez e conquistou o cinturão dos leves. Depois disso, o irlandês se aventurou nos ringues e desafiou Floyd Mayweather para uma superluta de boxe, mas acabou nocauteado no décimo assalto do confronto. A unificação do título diante de Tony Ferguson nunca chegou a ser confirmada pelo Ultimate.
  14. Woodley surpreende e anuncia possível retorno ao octógono em 2017; entenda Por Diego Ribas Ao que parece, Tyron Woodley pode voltar a subir no octógono antes mesmo do que ele esperava. Após derrotar Demian Maia em julho passado, o campeão meio-médio (77 kg) anunciou que uma lesão no seu ombro poderia lhe afastar dos cages até 2018. Contudo, a situação do americano mudou de figura. Após a transmissão do UFC Norfolk no canal ‘FOX Sports’, evento realizado no último sábado (11), quando trabalhou como comentarista, Woodley surpreendeu a todos e sugeriu que pode voltar ao octógono ainda esse ano. Sem entrar em detalhes, o americano deixou no ar a possibilidade de uma luta ser anunciada em um futuro muito breve. “Vocês devem me ver ainda esse ano em algum ponto, pessoal. Fiquem ligados, posso ter novidades na semana que vem”, declarou. Caso Woodley realmente volte a subir no octógono ainda esse ano, o mais provável é que o americano seja incluído no card do UFC 219, evento que está marcado para o próximo dia 30 de dezembro em Las Vegas (EUA). A julgar pelo ranking oficial da organização, Colby Covington surgiria como um dos grandes favoritos para ocupar tal lugar.
  15. Marlon Moraes desafia Jimmie Rivera para duelo no UFC 219 Por Diego Ribas Após vencer John Dodson no UFC Fight Night 120, evento realizado no último sábado (11) em Norfolk (EUA), Marlon Moraes já sabe exatamente quem ele quer enfrentar na sequência e quando quer voltar a pisar no octógono. E o radar do brasileiro se voltou para ninguém menos que Jimmie Rivera, atual na 3º colocado no ranking dos pesos-galos (61 kg). Durante entrevista ao site ‘MMA Junkie’ logo após a sua vitória, Marlon lembrou que Rivera está escalado para o UFC 219, evento que será realizado no próximo dia 30 de dezembro em Las Vegas (EUA), mas ainda sem adversário definido. Por isso, o atleta já tratou de se colocar à disposição para encarar o americano. “Essa é a luta a se fazer. Quero lutar, ele não tem adversário, vamos fazer isso. Não existem lutas fáceis. Estou aqui, fiz duas lutas muito duras, então acho que esse é meu lugar. […] Estou feliz, vou voltar para a academia e espero estar de volta no dia 30 de dezembro para bater no Jimmie Rivera”, declarou. Ex-campeão do WSOF, Marlon foi contratado pelo UFC neste ano e estreou na organização em junho passado, quando foi derrotado por Raphael Assunção. Antes disso, o brasileiro acumulou uma incrível sequência de 13 vitórias consecutivas.