Eder Jofre55

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Sobre Eder Jofre55

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  1. 22 de setembro, em Saitama CARD PRINCIPAL (a partir de 23h, horário de Brasília): Peso-meio-pesado: Ovince St-Preux x Yushin Okami Peso-palha: Cláudia Gadelha x Jéssica Andrade Peso-leve: Takanori Gomi x ”Maestro” Dong Hyun Kim Peso-meio-pesado: Gokhan Saki x Henrique Frankenstein Peso-pena: Teruto Ishihara x Rolando Dy Peso-mosca: Jussier Formiga x Yuta Sasaki CARD PRELIMINAR (a partir de 21h, horário de Brasília): Peso-meio-médio: Keita Nakamura x Alex Morono Peso-palha: Syuri Kondo x Chan Mi Jeon Peso-meio-médio: Shinsho Anzai x Luke Jumeau Peso-meio-médio: Daichi Abe x Hyun Gyu Lim
  2. Matt Brown anuncia aposentadoria do MMA Twitter Atravessando um dos piores momentos da carreira com apenas uma vitória em suas últimas seis lutas, Matt Brown decidiu se aposentar do MMA. Escalado para encarar Diego Sanchez no UFC Fight Night 120, evento marcado para o próximo dia 11 de novembro em Norfolk (EUA), o americano já adiantou que vai pendurar as luvas após o combate. Através de sua conta no Instagram, Brown comunicou a sua decisão de se aposentar na última quinta-feira (21) e mandou um recado para os fãs, prometendo fazer uma grande luta em sua despedida. “No dia 11 de novembro será a minha luta de aposentadoria. Obrigado por curtir comigo e esse será um grande show. Eu o Diego vamos providenciar um show para todos vocês”, escreveu. Lutador profissional de MMA desde 2005, Brown foi contratado pelo UFC depois de participar do TUF 7 em 2008. Aos 36 anos de idade, o americano colecionou na carreira um cartel com 20 vitórias e 16 derrotas.
  3. Gabi Garcia ignora críticas sobre carreira no Japão: “Queriam ganhar o que ganho” Por Felipe Castello Branco Multicampeã de jiu-jitsu, a gaúcha Gabi Garcia se prepara para participar do ADCC 2017, evento de submission agendado para este final de semana, entre os dias 23 e 24, na Finlândia. Mas além de matar as saudades das competições que a consagraram, a atleta aproveita o torneio para tirar uma breve folga do ritmo intenso de treinos que marcaram sua migração para o MMA, modalidade em que ela coleciona sucessos nos ringues ao mesmo tempo em que carrega críticas e questionamentos fora dele. Com quase 1,90m de altura e pesando cerca de 100 kg, a musculosa atleta vê a dificuldade dos eventos que participa em encontrar adversárias de nível, o que, aliada ao fato de sua divisão ser a mais nova do MMA feminino, lhe garante surpresas quando os eventos anunciam suas lutas. Em dezembro de 2016, Gabi enfrentou Yumiko Hotta, de 50 anos, em um combate de MMA, enquanto em abril deste ano ela mediu forças no kickboxing contra Megumi Yabushita, de 42 anos. Sem poder de escolha sobre os nomes das oponentes, a atleta minimiza os discursos negativos sobre sua carreira. “Sobre as críticas por enfrentar lutadoras velhas, [as pessoas] têm que entender que ninguém lutou de graça. Muitas vezes eu já lutei por kimono. Se me ofereceram um emprego eu estiver saudável, não posso dizer não. A crítica faz parte, as pessoas que estão me criticando gostariam de ganhar o que ganho, morar onde moro e ter o que eu tenho. Elas ficam criticando atrás do computador. Críticas me motivam desde sempre”, narrou em conversa por telefone com a reportagem da Ag. Fight. Curiosamente, tanto o seu duelo de kickboxing contra Megumi Yabushita como sua disputa de MMA contra Oksana Gagloeva, ambos realizados em julho passado, terminaram em ‘no contest’ (sem vencedor oficial) devido a golpes ilegais aplicados pela brasileira ainda nos momentos iniciais das lutas. Acostumadas com vitórias rápidas, a explosiva atleta passou ilesa por sua carreira no jiu-jitsu e jamais foi questionada como uma competidora suja, fato que a fez analisar seu atual momento. “As duas terminaram ‘no contest’. Na verdade, eu vi os vídeos. Por a menina ser menor… O chute foi no alto, mas foi minha primeira luta, né? Nas regras do shootboxing. Não me cobrei muito. Poderia ter finalizado em pé e dado queda, mas queria testar meu striking. Foi engraçado porque falaram que eu chutei a cabeça, mas foi no braço. […] Na luta de MMA foi um pouco frustrante, não esperava isso, treinei muito para aquela luta. Mas acontece, conversei com os coachs, é difícil entender porque isso acontece. Agora tirei um tempo para minha cabeça em dezembro estou de volta. Gosto de lutar, lutador não pode ter medo, e senti medo nela, foi a maneira mais fácil dela fugir da luta. Já chorei o que tinha pra chorar. Não concordo com o resultado da luta”, narrou. Após a pausa de algumas semanas, Gabi retomou os treinos e já foca o ADCC com força total, embora os treinos de submission tenham ficado um pouco de lado nos últimos anos. Especialista na modalidade, a atleta de 31 anos optou por se aperfeiçoar e evoluir nos seus pontos fracos, característica fundamental de quem migra para o MMA. “Por um tempo eu deixei de treinar jiu-jitsu todos os dias, porque eu foquei na parte em pé. Mas venho treinando direto, não deixei de treinar em nenhum momento, estou bem condicionada e meu wrestling está bom. É difícil sim você conciliar, mas estou indo para lutar, é uma coisa que gosto, com amor. Vou sem responsabilidade, mas estou achando que vou sair com vitória. É uma Gabi diferente, o MMA me deu vontade a mais. Nasci para fazer isso, me desafiar”, narrou, antes de revelar que além de MMA, submission e kickboxing, outro convite inédito pode garantir surpresa para seus fãs em 2018. “Tenho contrato no Japão, pretendo continuar no MMA e tenho luta marcada no ano novo no Rizin, mas tenho outra proposta, que estou estudando e não é MMA e nem grappling. Mas é mais par ao próximo ano”, afirmou, fazendo segredo e mistério. “Mas pretendo ficar no MMA sim, estou feliz no Rizin. Estou abrindo uma categoria nova, as pessoas não entendem muito as lutas. A cada dia mais as meninas vão treinando e me desafiando mais. Sabia que as pessoas me julgariam muito, mas a minha vida inteira foi assim”.
  4. Viagem de 18 horas de carro e psicóloga: conheça os bastidores da vitória de ‘Durinho’ no UFC Por Diego Ribas Vindo de derrota para o compatriota Michel ‘Trator’ em sua última apresentação no UFC, Gilbert ‘Durinho’ carregava o peso extra não apenas de precisar reverter a marca negativa em seu cartel como também garantir uma apresentação que lhe desse força o bastante para que ele tivesse mais argumentos na hora de renegociar seu contrato. Afinal, a disputa contra Jason Saggo no último sábado (16) era a última de seu vínculo com a organização. Com toda essa pressão em torno do futuro de sua carreira, Durinho tomou a decisão de contratar uma psicóloga esportiva. Por três meses, ele e a especialista Luciana Ribeiro, que acompanha a seleção brasileira de judô há anos, trabalharam semanalmente via conferências pela internet, o que acalmou o lutador a ponto de permiti-lo focar apenas em seu treinamento. “Essas derrotas vieram para mostrar coisas no meu jogo que eu tive que corrigir”. narrou durante conversa com a reportagem da Ag. Fight. “Tem momentos em que é necessário ser humilde, parar para analisar e identificar os erros, para poder corrigir. […] Ela é do Brasil. A Luciana Ribeiro trabalha com a seleção brasileira de judô, já fez bastante ciclo olímpico e é ela que está fazendo essa parte de psicologia esportiva comigo. Eu fui para Brasília conhecê-la e nós fazemos sessão semanal pelo ‘Skype’. Ela me ajudou bastante. Estou com ela faz de três há quatro meses e já senti muita diferença”. Curiosamente, o trabalho com a psicóloga foi ainda mais necessário na reta final de treinamento. Membro do time Blackzilians, Durinho vive na Flórida (EUA) e viu sua vida sofrer interferência direta da passagem do furacão Irma pela região. Sem muitas opções, restou ao atleta dirigir com sua família para a cidade de Pittsburgh na semana anterior ao duelo em uma viagem que durou 18 horas. “Eu estava na etapa final de treinamento e o furacão estava vindo, bem forte, de nível 5. No melhor dos casos, iria faltar luz de três a quatro dias e ficaria tudo alagado. Tudo iria estar fechado – bancos, supermercados, postos de gasolina. […] O UFC pediu para eu sair de lá na sexta [dia 8] e não quis deixar minha família lá – afinal, que capitão abandona o barco durante a tempestade? Aí eu falei com o UFC e eles me ofereceram ajuda se eu precisasse de casa. Aí eu me reuni com os treinadores e decidi ir de carro. Fomos de carro para a luta”, narrou após passado o susto. “Na ida, quem dirigiu a maior parte do tempo fui eu, foram 18 horas. A minha esposa dirige não faz muito tempo, então ela dirigiu na saída da Flórida, no engarrafamento. Mas na estrada quem dirigiu fui eu. Cheguei lá bem cansado, mas, como era sexta-feira, deu tempo de descansar até a luta. Cheguei e já pude me alongar bastante e dormi a noite toda”, revelou. A estratégia deu certo e Durinho, descansado durante o final de semana, contou com o apoio do UFC para custear a casa que alugou para ficar com a família. Depois disso, a chegada de seus parceiros de treino permitiu que ele se preparasse de forma adequada e cortasse o peso para o duelo contra Jason Saggo, que marcou seu primeiro nocaute na organização. “O nocaute é diferente”, revelou, se empolgando ao narrar a conquista. “A finalização é legal porque o cara desiste, ele ‘pede para sair’. Quando ele dá os três tapinhas, ele está pedindo para parar, como se fosse ‘eu não aguento mais, me solta’. No nocaute não dá nem tempo do cara bater. Quando eu vi, ele já estava apagado e eu percebi isso rápido. Nem precisei dar mais um soco para terminar. Quando vi que ele estava apagado, eu já comemorei. É diferente [da finalização], mas é tão bom quanto. […] Meu primeiro nocaute no UFC, era algo que já queria faz tempo”. Com o triunfo no currículo, agora é hora de pensar no futuro. Com negociações bem encaminhadas para sua renovação com o evento e disposto a correr atrás do tempo perdido e evitar o jejum de um ano afastado dos cages, Durinho se adiantou e pediu por um adversário. “Acho que não posso dar um pulo para o top 5, não faria sentido nem para o evento. Mas eu quero lutas que vão vender, que o público gosta. Um cara que eu estou de olho é o Olivier Aubin-Mercier, que lutou no mesmo evento que eu. Creio que seria uma boa luta. Ele também é um cara da luta agarrada, é um judoca, aceita muito a luta de chão. Acho que seria uma luta ideal para mim. É um cara que está no mesmo patamar que eu no ranking. É uma luta que faz bastante sentido”, finalizou.
  5. Miocic revela planos para lutar ainda em 2017, mas nega ter negociado duelo com Jones Por Marcel Alcântara Sem lutar desde o mês de maio, Stipe Miocic faz planos para retornar ao octógono para mais uma defesa de cinturão ainda neste ano. O atual campeão dos pesos-pesados estava afastado do cage para renegociar o seu contrato com o UFC, mas em entrevista ao programa ‘MMA Hour’ o atleta deu indícios de que está pronto para voltar a defender o título da categoria. A última defesa de cinturão do americano foi contra o brasileiro Júnior ‘Cigano’, no UFC 211, quando venceu por nocaute técnico. Mesmo que o retorno ainda não tenha uma data oficial, o atleta pareceu animado para colocar o título da categoria em disputa mais uma vez e, possivelmente, quebrar o recorde de cinturões defendidos na categoria. “Estamos conversando. Eu estou mirando em dezembro ou janeiro. Definitivamente está tudo bem. Tenho uma ótima equipe de gestão e eles estão fazendo tudo que podem fazer. Estamos conversando e isso é bom. Ainda não falamos sobre adversários, mas estamos estudando o retorno para dezembro ou janeiro, então, vamos ver”, afirmou o lutador que prometeu estar pronto para enfrentar quem o UFC quiser colocar contra ele. Miocic ainda acrescentou que a sua categoria é imprevisível, qualquer lutador tem capacidade para vencer e, por isso, não existe um atleta mais cotado para desafiar o título. Portanto, não importa quem seja escolhido para enfrentá-lo é preciso estar concentrado. “Nos pesos-pesados tudo pode acontecer em qualquer noite. Isso é o mais assustador na categoria: não importa o quão bom você seja, existe alguém que pode te vencer”, comentou o atual campeão. Antes de voltar a defender o cinturão, o americano era cotado para enfrentar o compatriota Jon Jones, então campeão dos meio-pesados (93 kg), mas o escândalo do doping cancelou esses planos. Miocic disse que não foi avisado sobre o possível confronto, mas está pronto para enfrentar quem os matchmakers queiram casar com ele. “Eu não tinha ideia de que estavam discutindo isso. Eu, normalmente, sou o último a saber, o que é bom. Se eles queriam me colocar contra Jon Jones, eu teria lutado com ele. Eu não ligo, mas eles nunca me falaram isso. Eu não tinha ideia mesmo, sem brincadeira”, contou Miocic.
  6. Ex-campeão do UFC condena Jon Jones por manchar imagem dos lutadores de MMA Twetter Ex-campeão meio-pesado (93 kg) do UFC e atualmente contratado pelo rival Bellator, Quinton ‘Rampage’ Jackson tornou pública sua opinião sobre o ‘caso Jon Jones’ e afirmou que a visibilidade negativa do atleta, ícone do octógono, afeta a todos que praticam o esporte. Em tom de desabafo, o ex-UFC afirmou que os casos de doping no esporte mancham a reputação dos demais representantes do MMA e não se esquivou de criticar duramente os trapaceiros. A declaração de Rampage ao programa ‘MMA Hour’ foi uma mensagem direta ao ex-rival Jon Jones, que foi flagrado em um exame antidoping no último mês de julho, no UFC 214, quando fez a luta principal da noite contra Daniel Cormier. Nesse evento, as duas amostras analisadas deram positivo para o uso de turinabol – substância para o aumento do desempenho -, configurando o segundo flagra na carreira do americano, já que em julho de 2016, às vésperas da edição de número 200, o lutador foi suspenso por um ano pelo uso de Letrozol. “Jon Jones colocou um holofote em todo lutador de MMA, agora as pessoas pensam que todos estamos dopados. É ruim para o esporte e faz com que todo mundo fique mal, porque as pessoas acham que nós somos os loucos dos esteroides. Eu não sei o que está acontecendo com Jones, se ele passou ou fracassou [no doping], mas é péssimo. Eu já disse antes que ele era ruim para o esporte pela forma que usa estratégias sujas e coisas do tipo. Um fato sobre mim, é que eu sou totalmente contra o uso de drogas. Eu sou contra lutadores que usam esteroides. Esse tipo de lutador faz todos os outros ficarem mal”, analisou, não se esquivando de criticar o também ex-campeão Jones. Embora represente o evento Bellator atualmente, Rampage já foi derrotado por Bones em 2011, em luta que valia o cinturão da categoria meio-pesado do UFC. E com quase 20 anos de carreira no MMA, o atleta, que nunca foi flagrado em um exame antidoping ao longo da carreira, agora cobra uma melhor postura de seus companheiros de trabalho para ajudar a preservar a imagem deles mesmos e do esporte. “Se você precisa tomar esteroides para ser um lutador, para entrar e lutar contra o seu adversário, então você não é um lutador. É como eu penso. Eu nunca falhei em um exame de doping. Dana White pensava que eu usava substâncias ilegais quando eu enfrentei Forrest Griffin. Ele chegou e disse: ‘Rampage, depois que você luta, você fica grande, ganha peso. Isso é um sinal de quem usa esteroides’. Mas é assim que o meu corpo funciona. Então, o Dana fez um exame surpresa e eu passei. Mesmo no Pride [torneio de MMA japonês], onde as pessoas usavam esteroides, eu nunca tomei. Eu era jovem no Pride, tinha uns 23 ou 24 anos. Ninguém com essa idade deve considerar tomar esteroides”, finalizou o americano.
  7. Cormier revela que esposa o impediu de jogar cinturão do UFC no lixo Por Diego Ribas Daniel Cormier recebeu seu cinturão dos meio-pesados (93 kg) de volta após a confirmação do doping de Jon Jones, mas o campeão não parece estar tão feliz com isso. O americano ficou tão irritado com sua segunda derrota para Bones que chegou a pensar em jogar fora o objeto tão precioso. Ao menos foi o que confessou o próprio atleta, que não conseguiu controlar a frustração mesmo após ser informado sobre a situação do seu rival. Assim como o primeiro teste realizado, a amostra B de Jones confirmou a presença de esteroides. Com isso, a luta realizada no UFC 214, no fim de julho, teve seu resultado alterado para ‘no contest’ (sem resultado, em inglês). A Comissão Atlética da Califórnia ainda vai ouvir ‘Bones’ antes de decidir pena do lutador, mas com a mudança no cartel de cada atleta, o título voltou para Daniel Cormier. Em entrevista ao programa ‘MMA Hour’, DC revelou que ainda não engoliu sua segunda derrota para Jones mesmo com o posterior doping do rival. O campeão iria jogar fora seu cinturão do Ultimate, e só não fez isso porque sua mulher o impediu. “Eu estava muito irritado, cara. Eu simplesmente não podia acreditar que isso aconteceu. Você não me entende. Acho que é uma coisa de wrestling, você fica tão furioso que não pensa sobre a emoção e a reação, e depois você se arrepende. Eu teria me arrependido de ter jogado [o cinturão] fora. Minha esposa não deixou”, contou o americano ao programa ‘MMA Hour’. Mas não foi porque ‘DC’ foi impedido de jogar o cinturão no lixo que ele o deu um lugar de destaque em sua casa. O americano revelou que tem mantido o troféu guardado no closet e que não se sente confortável para encará-lo sabendo que o resultado inicial da luta foi um nocaute a favor do seu oponente. “Eu tive uma festa, na semana passada, para assistir as lutas do Luke [Rockhold] e do ‘Canelo’ [Álvarez], e eu tenho essa sala de cinema na minha casa com um monte de fotos, coisas de luta e memórias de todos os meus confrontos e campeonatos. E quando as pessoas chegaram, elas viram o meu título do Strikeforce, o King of the Cage e o XMMA. Aí me perguntaram: ‘Onde está o seu cinturão do UFC?’. Eu ainda não o coloquei de volta. Eu tentei jogar no lixo, mas a minha esposa não deixou, então eu o guardei no meu closet. Eu ainda não estou no ponto de pegar todos os cinturões e encará-los todos os dias”, explicou Cormier.
  8. Joanna Jedrzejczyk revela sentir falta de quando era ‘zebra’ no UFC Por Rigel Salazar Invicta no MMA, ex-campeã mundial de muay thai e mulher com o maior número de defesas de cinturão da história do UFC, Joanna Jedrzejczyk fez por merecer o status de ampla favorita, seja lá quem for a adversária que a desafie. No entanto, de acordo com a polonesa, ela parece sentir falta da época em que era apenas uma zebra no card dos eventos. Ainda desconhecida e sem apoio da torcida, Joanna tinha que provar seu potencial dentro e fora do octógono e, por vezes, chegou a ser a azarona nas bolsas de apostas. Este cenário, porém, mudou completamente a ponto da polonesa ser uma das grandes apostas do UFC para ajudar a impulsionar o MMA na Europa. E a campeã peso-palha (52 kg) entendeu o peso da responsabilidade que carrega. “Eu costumava ser azarã muitas vezes, e eu gostava disso. Gostava de mostrar para as pessoas que sou melhor. Mas agora está ficando cada vez mais difícil, claro. Não quero parar, quero provar para as pessoas que eu sou a melhor e continuo melhorando. Será a minha sexta defesa de cinturão, ainda tem muita luta divertida nessa divisão, mas eu bati todas as melhores atletas peso-palha”, narrou a atleta durante conversa com o programa ‘MMA Hour’. Com novos desafios pela frente, Joanna, que se prepara para encarar Rose Namajunas no dia 4 de novembro, em Nova York (EUA), já é cogitada para subir de categoria e se testar na recém-criada divisão dos moscas (57 kg). Caso encarre a meta, seria possível que ela encare Valentina Shevchenko, lutadora do Daguestão que a venceu em três oportunidades em torneios de muay thai. “Claro que novas desafiantes estão surgindo e eu preciso estar focada. Vou defender meu título no UFC 217, em Nova York, e depois talvez lute em março ou abril para defender meu título novamente. Mas não sei. Elas lutam entre elas e eu continuo sendo a campeã. Vou provar na próxima luta que continuo melhorando. Eu tenho uma boa relação com a Valentina Shevchenko, não vou mentir. Mas se ela quiser essa luta, vamos ver. Estou concentrada na divisão dos palhas agora e ainda quero fazer mais uma luta em março nessa categoria. Depois talvez eu suba para os 57 kg…”, deixou no ar a atleta da America Top Team.
  9. Seria a "Cerrone de saias" ? Me surpreendeu contra a Calderwood ,tomara que pegue uma casca no próximo desafio e vencendo encurta o caminho da cinta com certeza ,se as categorias masculinas tivessem mais lutadores assim ...
  10. Cynthia Calvillo pede por quarta luta em 2017 e se oferece para “tapar buraco” por cinturão Por Natassia del Frate Apesar de ser parte do plantel de atletas do UFC há seis meses,Cynthia Calvillo já pode dizer que vive o maior momento de sua carreira. E após derrotar Amanda Cooper, Pearl Gonzalez e Joanne Calderwood em apenas quatro meses entre a primeira e última luta, a californiana pensa em voar ainda mais alto. E logo! Como ficou claro em sua última apresentação, Calvillo optou por lutar perigosamente e se se testou em pé contra a especialista em muay thai Joanne Calderwood, deixando de lado seu afiado jiu-jitsu que costumeiramente se tornou sua grande opção dentro do cage. No entanto, a opção não foi única e exclusivamente para comprovar sua evolução como atleta. “Eu queria mostrar que eu poderia trocar em pé com alguém do calibre dela. Especialmente nesse nivel… Acho que foi campeã mundial de muay thai. Além disso, eu não tenho muitas desculpas, mas eu tive uma pequena lesão no joelho, então isso me impediu de tentar muitas quedas durante a luta. Eu estava mais hesitante. Mas eu consegui colocar ela para baixo quando preciso”, narrou durante conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight, antes de analisar as mudanças que a visibilidade de seu sucesso impôs em sua vida. Se no início do ano ela era uma completa desconhecida para o grande público do MMA, suas três vitórias no octógono – todas elas nos cards principais dos shows que participou -, a tornaram um rosto conhecido, o que implica também na necessidade de cumprir diferentes agendas. Encontros com fãs, compromissos com o UFC e atividades com patrocinadores são algumas das atividades extras que, ao menos até o momento, se encaixaram de forma natural no cronograma da atleta de 30 anos. “Atualmente, estou tentando me acostumar. Como eu fiz luta após luta, eu não fiz viagens grandes. Não era grande coisa até minha última luta, quando eu enfrentei a Joanne Calderwood. Depois disso, eu estava como: ‘Meu Deus, eu não sei como as pessoas conseguem fazer isso’. mas eu realmente aprendi a lidar com isso, viajar e me alimentar bem. Se manter em forma com as viagens é, definitivamente, uma habilidade. Então, estou aprendendo como fazer isso, e é difícil”, revelou. Mas para deixar de lado todo este trabalho extra, ela garante saber exatamente o que fazer. E, claro, isso inclui se manter ainda mais ativa no octógono e chegar a sólida marca de quatro duelos na mesma temporada. Feito não muito comum nos atuais parâmetros entre a elite do MMA mundial. “Espero fazer mais uma luta até o final do ano”, garantiu a fominha de desafios. “E espero que seja alguém melhor ranqueada do que eu, como a Michelle Waterson ou a Carla Esparza. Assim sigo subindo nos rankings e e posso enfrentar um top 5, e assim disputar o cinturão”. A próxima disputa de título de sua categoria, a dos palhas (52 kg), será no próximo dia 4 de novembro, quando Rose Namajunas desafiará a campeã Joanna Jedrzejczyk em Nova York, em combate que já parece mexer com os ânimos de Calvillo, que enxerga sua chance de colidir com uma delas cada vez mais próxima. “Eu estarei pronta, não importa o quê. Você nunca terá… Você nunca estará completamente perfeita. você nunca terá a oportunidade perfeita no tempo perfeito. Você apenas tem que estar preparado e pronto quando a oportunidade aparecer. Você tem que pegar”, garantiu, se adiantando para colocar seu nome na lista de espera. “Então, se eles me ligarem e a luta delas tiver caído, é melhor você acreditar que eu vou entrar nela. Esse é o tipo de pessoa que eu sou. Quero lutar no level mais difícil, quero me testar contra os mais duros e Joanna está no topo, é a melhor. Quero lutar com ela, claro que eu aceitaria”.
  11. Algoz de Serginho em Pittsburgh, nigeriano desafia Rafael dos Anjos Por Marcel Alcântara Algoz de Sérgio Moraes no UFC Fight Night 116, ocorrido no último sábado (16), em Pittsburgh (EUA), Kamaru Usman decidiu se manter no caminho dos brasileiros e desafiou Rafael dos Anjos logo após sua vitória. Ainda no octógono, durante a entrevista no fim da luta, o nigeriano garantiu que está pronto para o que vem pela frente em sua carreira. O lutador revelado no The Ultimate Fighter 21 conquistou sua sexta vitória no UFC e manteve sua invencibilidade após vencer o brasileiro Serginho. Usman afirmou estar preparado para enfrentar qualquer oponente que o Ultimate queira colocar para enfrentá-lo, mas mostrou sua preferência para lutar com o recém-chegado na categoria dos meio-médios (77 kg), Rafael dos Anjos, que pediu por uma luta valendo o cinturão em sua última vitória. “Eles continuam me casando com qualquer um, e eu continuo derrotando eles. Mas, ‘RDA’, você vem para minha divisão e você quer falar de disputar o cinturão? Você está falando sério? Casa a gente, Sean [Shelby]. Agende isso, me deixe mandá-lo para baixo e fazê-lo perder peso de novo”, pediu o nigeriano no octógono, relembrando que Dos Anjos veio da categoria dos leves (70 kg), onde chegou a conquistar o cinturão. Usman venceu Serginho Moraes com um nocaute ainda no primeiro round. Além do brasileiro, o ‘Pesadelo Nigeriano’ já derrotou no octógono Sean Strickland, Warlley Alves, Alexander Yakovlev, Leon Edwards e Hayder Hassan. “Qualquer um na divisão meio-médio acha que quer isso, você sabe que não quer. Porque eu sou um problema. Sou um problema na categoria! Quem quer essa luta? Os treinadores na minha academia são especialistas em tudo, jiu-jitsu, wrestling, tudo. Então, eu já vi tudo, já fiz tudo. Qualquer um, em qualquer lugar, em qualquer hora, pode vir com tudo. Eles não sabem de nada, eu sou um problema”, garantiu o atleta.
  12. Treinador de Ronda revela desejo de ver luta contra ‘Cyborg’: “Ela é muito lenta” Por Diego Ribas Depois de duas derrotas seguidas no UFC e caminhando para sua aposentadoria das artes marciais, Ronda Rousey já era considerada carta fora do baralho quando o assunto era MMA. No entanto, nesta segunda-feira (18), seu treinador Edmond Tarverdyan reacendeu não apenas o desejo de ver a judoca de volta à ação, como também trouxe à tona mais uma vez a antiga rivalidade de sua pupila com a brasileira Cris ‘Cyborg’. Em entrevista ao programa ‘MMA Hour’, Tarverdyan rompeu o silêncio de mais de um ano em entrevistas para garantir que, ao menos por ele, gostaria de ver a judoca em ação de novo, e que para isso nada melhor doq ue realizar o seu antigo desejo de ter do outro lado do octógono a atual campeã peso-pena (66 kg). “Eu não sei. Não posso dizer [se ela lutará], será uma decisão difícil. Mas talvez uma luta a mais, não sei se ela faria, mas ela poderia. Acho que seu corpo lhe daria mais uma. Mas é 50%-50% agora. […] Adoraria que ela lutasse mais uma vez.tem uma luta que eu gostaria muito que ela fizesse: Cyborg x Ronda. Quero essa luta. Quando eu treino ronda eu sei que ela pode bater Cyborg. Ela é muito lenta”, surpreendeu. Garantindo que as lesões no joelho acumulada durante a carreira como atleta atrapalharam o desempenho de Ronda no octógono, Edmond afirmou que nas condições físicas ideias sua pupila venceria sem grandes dificuldades e que a rivalidade com a brasileira seria a motivação ideal que ela tanto precisaria. “Se as lesões não estiverem lá, nos aceitaríamos a luta. Ela é muito lenta para a gente. E a Ronda venceria. Ela é do tipo que precisa de desafio, precisa da adversária como inimiga. E ela não teve isso com Holly Holm. […] Contra a Cyborg seria diferente. Ronda não gosta dela, acha que ela usou esteroides, e ela foi pega uma vez…”, narrou.
  13. Tiago ‘Pitbull’ rompe silêncio e explica saída do UFC Pittsburgh Twitter Escalado para se apresentar no UFC Pittsburgh, evento realizado no último sábado (16), Thiago ‘Pitbull’ foi retirado do card do evento na semana da disputa, cenário este que causou dúvidas entre os fãs e gerou questionamentos por parte do rival Mike Perry sobre sua escolha. E, para esclarecer todos os detalhes, o brasileiro rompeu o silêncio e deu sua própria versão através de suas redes sociais. Em seu relato, Pitbull, ex-desafiante ao cinturão dos meio-médios (77 kg), garantiu que fez o possível para comparecer ao show e seguiu as instruções do setor de viagens do próprio UFC para lidar com a chegada do furacão Irma. No entanto, em último caso ele negou viajar de carro com a família e optou por tentar encontrar um voo ao longo da semana, o que se tornou inviável devido a demanda do aeroporto. “Esse foi o meu primeiro furacão morando na Florida como marido e pai de família. A segurança da minha família é a minha obrigação, e eles sempre vão ser a minha prioridade. Mesmo assim, eu segui todas as instruções que o time de viajem do UFC me deu, a não ser a opção pegar o carro e dirigir com a minha esposa e o meu filho de 13 meses enquanto o estado da Florida estava em evacuação de emergência. Mesmo assim, tive vários voos que foram cancelados de sexta de manhã a terça-feira de noite”, narrou, garantindo que mesmo após a passagem do furacão, ele estava pronto para viajar e competir. No entanto, os seguidos voos cancelados justamente na semana da luta, período em que o atleta precisa cortar peso para se enquadrar nos limites de sua categoria, exigiram demais do veterano, que optou por não fazer parte do card caso isso interferisse no seu desempenho dentro do cage. “Depois de passar seis ou sete horas no aeroporto, não tendo certeza se iria conseguir viajar a tempo para a luta, sem eletricidade em casa, dormindo na academia com a minha família e lidando com a morte do meu bulldog de nove anos devido ao furacão, decidi ficar em casa com a família e reconstruir. Foi a decisão correta e não me arrependo”, garantiu, antes de prometer aos fãs que sua escolha não atrapalhará sua caminhada no UFC. “Eu e o UFC estamos em bom termos. Eles entendem e respeitam a minha decisão. Estou no UFC há 12 anos, conheço bem o Sean Selby, ele sabe que eu sempre venho pronto para a guerra. Treinei por 16 semanas, essa luta era para ter acontecido em agosto. Se eu não luto, eu não faço dinheiro. Só quem se prejudica realmente sou eu e a minha família. Estou pronto e vou continuar pronto!”.
  14. Empresário de Ronaldo ‘Jacaré’ especula duelo contra Chris Weidman Por Diego Ribas Ronaldo ‘Jacaré’ operou o ombro após sua derrota para Robert Whittaker e, aproveitando o tempo parado, resolver passar um período nos EUA. Lá, o atleta já inicia seus preparativos para seu próximo compromisso que embora não tenha data e nem local deve ser contra um grande nome da divisão dos médios (84 kg). Quem garante é o próprio empresário do atleta brasileiro. Em conversa com o site especializado MMA Fighting, Gilberto Faria afirmou que o retorno de Jacaré deve acontecer no final de dezembro ou no início de janeiro, cards estes que poderiam acomodar um duelo do brasileiro com o ex-campeão do UFC Chris Weidman. “Acredito que o Weidman seja a próxima luta., no final de dezembro ou começo de janeiro, caso seja bom para o UFC marcar essa luta. Quando chegarmos mais perto da data poderemos ver mais claramente quais as opções o Jacaré tem”, narrou. Ex-campeão dos médios (84 kg), Weidman venceu Kelvin Gastelum em sua última apresentação e voltou a sorrir após acumular três derrotas no octógono. Por sua vez, o brasileiro vem embalado negativamente por um revés o que, a julgar pela posição deles o ranking oficial – Jacaré é o número 4 e o americano o quinto da lista -, parece tornar a ideia do combate plausível.
  15. Shogun pede desculpas a St. Preux e fãs por abandonar UFC Japão: “Fui ao limite” Por Marcel Alcântara Não será dessa vez que veremos Maurício ‘Shogun’ retornar ao Japão para fazer uma luta de MMA. O brasileiro sentiu uma lesão no joelho e teve que abandonar o card que acontece neste sábado (22), onde enfrentaria Ovince St. Preux na luta principal do evento. Para o seu lugar foi chamado o japonês Yushin Okami. Triste com a situação, Shogun publicou em sua conta no Instagram um grande comunicado onde explica os motivos para não conseguir lutar e se desculpa com seu adversário e com os fãs. De acordo com o curitibano ex-campeão do UFC e do Pride, a lesão no joelho já vinha de algum tempo e ele foi ao limite para tentar seguir no combate. “Passei todo meu Camp fazendo tudo que estava ao meu alcance pra poder lutar no dia 23 de Setembro (22 no Brasil), e treinei o tempo todo na base de remédios, proteção no joelho, gelo e fisioterapia. Fui além do limite porque voltar a lutar no Japão é algo que eu sonhava há muito tempo, porque não queria decepcionar os fãs, e porque fui criado assim nas artes marciais pelo meu mestre”, afirmou. As lesões vêm acompanhando a carreira de Shogun a algum tempo. Desde a primeira vez que encarou OSP, em novembro de 2014, o brasileiro conseguiu fazer apenas uma luta por ano, sendo a última delas em março deste ano, quando nocauteou Gian Villante no UFC Fortaleza. Veja abaixo o comunicado de Shogun na íntegra: “Lutar tem sido a minha vida há mais de 15 anos. É o que eu escolhi pra mim e o que amo fazer. Pra mim é muito difícil ter que sair de uma luta, muito mesmo, e aceitar que isso era a única alternativa viável não foi nada fácil. Infelizmente, ainda no começo desse Camp, machuquei meu joelho. Passei todo meu Camp fazendo tudo que estava ao meu alcance pra poder lutar no dia 23 de Setembro (22 no Brasil), e treinei o tempo todo na base de remédios, proteção no joelho, gelo e fisioterapia. Fui além do limite porque voltar a lutar no Japão é algo que eu sonhava há muito tempo, porque não queria decepcionar os fãs, e porque fui criado assim nas artes marciais pelo meu mestre. Já subi pra lutar lesionado diversas vezes na carreira, e não faltou esforço e tentativa. Mas Infelizmente todo o esforço só acabou por agravar as lesões, e chegou um momento em que a minha equipe e eu tivemos que aceitar que não haviam mais alternativas, e tive que sair da luta. Não foi fácil. Quero pedir desculpas ao meu adversário, já estive na mesma situação inclusive quando nos enfrentamos a primeira vez, e sei que nunca é fácil, e principalmente pedir desculpas ao público, especialmente a todos aqueles que estavam ansiosos aguardando essa luta. Vou cuidar da minha recuperação agora, curar minhas lesões e voltar mais forte. Os desafios são colocados na nossa frente todos os dias, e o que realmente importa é como a gente os enfrenta. Obrigado pelo carinho de todos“.