Eder Jofre55

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  1. Dana White confirma: Anderson Silva vai disputar cinturão se vencer Israel Adesanya Presidente do UFC também afirmou que Kamaru Usman deve enfrentar Tyron Woodley pelo cinturão dos meio-médios: "Ele fez muito contra um cara que eu respeito, que é o Rafael" Evelyn Rodrigues Anderson Silva vai mesmo disputar o cinturão dos médios caso vença o duelo contra Israel Adesanya, marcado para o UFC 234, na Austrália, no dia 2 de fevereiro. Quem confirmou a declaração de Spider foi o presidente da organização, Dana White, em entrevista exclusiva ao Combate: - Sim, é verdade. Se o Anderson Silva derrotar o Israel, ele vai disputar o cinturão - disse o chefão. White também explicou que, caso aconteça alguma coisa com Robert Whittaker ou Kelvin Gastelum e eles precisem deixar a luta principal do evento, é o nigeriano o atleta reserva na disputa de cinturão do UFC 234: - O Israel está melhor ranqueado do que o Anderson, então o Israel seria o substituto caso aconteça algo com a luta principal... e aí nós resolveríamos o que fazer com o Anderson depois disso. Só espero que isso não aconteça. A entrevista aconteceu nos bastidores do TUF 28 Finale, em Las Vegas, após a vitória de Kamaru Usman sobre Rafael dos Anjos na luta principal, e o dirigente afirmou que o nigeriano merece ser o próximo a enfrentar Tyron Woodley pelo cinturão dos meio-médios. - Depois de ver o que eu acabei de ver…O problema é que o Colby Covington desistiu da chance de unificar o título. Ele não aceitou a luta, e agora, depois de ver o que o Usman fez nessa luta, eu gostaria de ver o Usman lutar contra o Woodley. Veremos o que vai acontecer. Na entrevista, Dana White também abordou o futuro de Rafael dos Anjos após a derrota, além de outros assuntos. Confira: Vitória de Kamaru Usman Eu acho que o Kamaru pareceu incrível hoje. Ele é um cara que eu já critiquei muito, eu achava que ele falava muito e não fazia nada no octógono, mas hoje ele fez muito contra um cara que eu respeito, que é o Rafael. O Dos Anjos é um cara que sempre luta muito, é um cara duro, e que estava literalmente tentando tudo até a luta acabar. É muito frustrante quando você enfrenta uma pessoa que é um wrestler tão bom e domina você da forma como o Usman fez, mas o Rafael focou na estratégia, continuou fazendo o que tinha que fazer, tenho muito respeito por esse cara. Futuro de Rafael dos Anjos O Rafael já se estabeleceu. Ele está no UFC há 10 anos, lutou contra os melhores do mundo, ele é duro, sempre entra pra lutar. Eu quero que ele vá pra casa, descanse, relaxe, aproveite o tempo com a sua família e ele vai ter outra luta quando estiver pronto. Se ele quiser voltar pros leves é com ele...mas ele enfrentou um cara que tinha um preparo físico inabalável hoje. O Usman entrou lá pronto para vencer e o Rafael aguentou cinco rounds muito duros contra ele. Dos Anjos é um cara duro e pode enfrentar qualquer cara no mundo. Junior dos Santos x Tai Tuivasa Ouça, toda vez que você tem os pesos-pesados lá, com esse poder de nocaute do Cigano e do Tuivasa, tudo pode acontecer. Eu não acho que a luta vai ser longa, e eu não faço ideia de quem vai vencer. Saúde de Max Holloway Tudo está saindo como o planejado com relação ao peso do Holloway, ele está onde deveria estar, e eu mal posso esperar por essa luta Renato Moicano como reserva da luta principal de Toronto Moicano conquistou essa vaga de substituto, merece, e deveria ter uma grande luta pra esse card, mas isso não aconteceu. Ele vai pra lá, vamos pagar uma grana, e ele vai ficar de reserva se precisarmos dele. Eu estou tão empolgado para Toronto que estou indo pra lá na terça. Estou muito empolgado para essa luta, mal posso esperar. Marlon Moraes x Raphael Assunção Marlon x Assunção é a luta que tem que acontecer. Nós trabalhamos duro pra essa luta acontecer, ela tem que acontecer para que possamos ter uma visão mais clara de quem será o próximo desafiante ao cinturão.
  2. Tom de despedida! Presidente do UFC admite que peso-mosca “nunca decolou” Ag Fight O UFC ainda não confirma o fim da categoria dos moscas (57 kg) em 26 de janeiro, quando Henry Cejudo defende seu título contra TJ Dillashaw, campeão galo (61 kg), que descerá de peso para uma superluta. Mas, pela primeira vez, o presidente do Ultimate, Dana White, falou sobre o fracasso comercial da divisão — em um tom que parece deixar claro que a despedida será oficializada em breve. Em participação no podcast ‘UFC Unfiltered’, Dana declarou que a categoria “nunca decolou”, ainda que Demetrious Johnson — seu campeão durante quase seis anos — fosse considerado um dos melhores lutadores de MMA da história. Ele ainda minimizou uma recente e polêmica declaração de Dillashaw, que disse estar sendo pago para “matar” a divisão dos moscas. “Quem disse que eu disse que pagaria uma p*** grana para matar a divisão? Eu nem sei o que isso significa, mas, sim, me deixe dizer: TJ Dillashaw não fez p**** nenhuma para a categoria mosca. Simplesmente, a divisão mosca nunca decolou e nunca pegou, mesmo com um campeão dominante como Demetrious. Simplesmente nunca pegou, e as pessoas não se importaram”, falou, segundo transcrição do site ‘MMA Nytt’. “Lutei por um longo tempo para [a categoria] continuar, e as coisas ainda estão acontecendo, ainda temos lutas nesta divisão, mas veremos. Vamos ver o que o futuro reserva”, completou o dirigente. Apesar da ponderação de White, não há, até o momento, nenhuma luta marcada para o peso-mosca após 26 de janeiro, quando Cejudo enfrenta TJ. White evitou confirmar que fará outras trocas como a que levou Demetrious Johnson para o ONE e trouxe Ben Askren para o UFC. O dirigente reforçou que se tratava da única maneira de satisfazer as duas organizações. “Não, não há mais nada acontecendo. Esta era a única maneira de fazer isso. E fazia sentido. Fizemos ofertas a outras organizações também. Fiz outras ofertas que não foram divulgadas. É algo que podemos fazer e, neste cenário, funcionou muito bem”, finalizou.
  3. Tito Ortiz anuncia aposentadoria do MMA após nocautear Chuck Liddell Diego Ribas A vitória por nocaute sobre Chuck Liddell não será um recomeço para Tito Ortiz. O lutador de 43 anos anunciou, na última segunda-feira (26), que está novamente aposentado — o que já havia acontecido em 2012 e 2017. Desta vez, porém, o ‘Huntington Beach Bad Boy’ garante que a decisão agora é definitiva. Ortiz nocauteou seu antigo algoz no último sábado (24), na Califórnia, ainda no primeiro round. O combate fez parte da primeira edição do ‘Golden Boy MMA’, evento de artes marciais mistas promovido pelo ex-pugilista Oscar De La Hoya. Tito declarou que, a esta altura da carreira, não há mais contra quem lutar. “Não há razão para voltar e enfrentar quem quer que seja. Quem está por aí? Não há mais ninguém por aí. Eu já lutei o ‘quem é quem’. Já fiz o que eu precisava fazer”, afirmou durante entrevista ao podcast ‘Ariel Helwani’s MMA Show’. Questionado sobre eu futuro, o ex-meio-pesado afirmou que vai se reunir com De La Hoya para discutir a continuidade do evento. “Quero aproveitar a vida, cara. Quero fazer negócios. Quero me concentrar no que vai ser meu próximo capítulo, que é a promoção [de lutas]”. O ex-campeão do UFC declarou que planeja ter um papel na continuidade da ‘Golden Boy MMA’. Segundo Ortiz, o seu objetivo é oferecer aos atletas que não estão no Ultimate uma chance de se tornarem conhecidos e serem bem recompensados por isso. “Quero dar aos lutadores a oportunidade de se tornarem marcas. Quero dar a eles a oportunidade de se transformarem em parceiros no negócio das lutas. Eles arriscam as próprias vidas quando entram no cage”, falou. Em relação à forte concorrência do Ultimate, porém, Tito adotou uma postura mais morna. De acordo com o ex- atleta, não há como bater de frente com a maior organização do mundo. Mas comparou a ‘Golden Boy MMA’ a empresas que rivalizam com grandes marcas pelo mundo. “Não quero competir com o UFC. O UFC é um animal. É uma máquina, ninguém será melhor do que eles. Mas eu só quero dar aos lutadores uma oportunidade de competir. (…) Dana White é o melhor. O UFC é o melhor. Não quero competir contra o UFC. Para a Coca-Cola, existe a Pepsi. Para a AT&T, existe a T-Mobile. Sempre há competição entre uma e outra. Para a Ford, há a Chevrolet. E UFC, você vai ter a Golden Boy MMA”, declarou. Ortiz começou sua carreira no MMA em 1997, já dentro do UFC. Ele conquistou o título da organização ainda em sua sétima luta, derrotando Wanderlei Silva em 2000. O californiano se manteve com o cinturão por mais de três anos, até perder para Randy Couture. Como profissional, Tito teve 20 vitórias, 12 derrotas e um empate.
  4. Empresário revela que Khabib tem apenas mais uma luta no UFC Diego Ribas É verdade que os rumores de uma luta de boxe entre Floyd Mayweather e Khabib Nurmagomedov já foram mais fortes, mas as partes envolvidas não parecem desistir da ideia. O empresário do russo, Ali Abdelaziz, afirmou que o confronto continua em seus planos e revelou uma informação importante sobre a viabilidade da migração de ‘Eagle’ para o boxe: ele vai fazer seu último combate no contrato com o UFC. Embora não tenha garantido que Khabib subirá no ringue, Ali afirmou que o russo está interessado em encarar ‘Money’. A questão agora seria onde. Dana White, presidente do UFC, já declarou que, enquanto o campeão dos pesos-leves (70 kg) estiver vinculado com a organização, o duelo só poderá acontecer nas regras do MMA e no octógono da empresa — o que, por motivos óbvios, não agrada a Floyd. No entanto, Abdelaziz deixou claro que esta exigência pode cair em breve. “Dana White é o presidente do UFC, e Khabib tem uma luta restante em seu contrato. Ele [Dana] quer que Khabib enfrente Floyd em uma luta [de MMA]. Floyd Mayweather não é um lutador. Ele é um atleta. Boxe é um esporte no qual você só pode usar sua mão, mas no UFC ou no MMA eles vão acabar com você se você só souber boxe. Floyd é um boxeador, Dana disse para ele entrar no octógono, mas ele nunca vai fazer isso. Qualquer boxeador que entrar no octógono vai levar uma surra”, disse, em entrevista ao site ‘TMZ Sports’. “Floyd está se amedrontando ao dizer: ‘Venha lutar boxe comigo, eu sou o Lado A’. Ele não é o ‘Lado A’. Ele tem 50 anos, seu tempo passou. Honestamente, acho que Khabib venceria em uma luta de boxe, em uma partida de ‘Air Hockey’, em uma luta de MMA, em uma luta de kickboxing… É por isso que ele vai para o Japão para fazer uma luta falsa [no Rizin, contra Tenshin Nasukawa]. Ouça: temos uma luta restante no contrato. Se o UFC quiser fazer uma luta de boxe, topamos. Se eles não quiserem, vamos seguir e simplesmente fazer nossa última luta [do acordo atual]. E, talvez, possamos lutar com Floyd no fim de 2019. Mas, agora, Khabib é um lutador do UFC, Dana White é nosso parceiro e vamos respeitá-lo”, ponderou. Ali fez referência a uma recente declaração de Mayweather ao mesmo site, na qual o pugilista descartou uma migração ao octógono. Na ocasião, ‘Money’ afirmou que é o ‘Lado A’ da possível luta e que será ele quem apontará as regras do confronto — que seriam as do boxe. “Eles disseram que teria de acontecer no octógono, e eu disse: ‘Só me diga onde Khabib ganhou nove dígitos antes no octógono. Se ele nunca fez nove dígitos, ele não é o Lado A’. Eu sou o Lado A, então, se vocês querem que a luta aconteça, vocês precisam fazer do meu jeito. Meu jeito, minhas regras”, afirmou. Abdelaziz, por sua vez, falou que um eventual embate de Mayweather e Khabib, mesmo no boxe, não teria o mesmo desfecho da luta do pugilista contra Conor McGregor em agosto de 2017, quando o irlandês foi nocauteado no décimo round. “Ele sabe que os caras do UFC carregam os números, como Khabib, Conor, todos estes caras. Ele pensa que é dinheiro fácil, mas acredite: Khabib vai nocauteá-lo. É a minha opinião. Ele é grande demais, forte demais. Ele não pode fazê-lo desistir como Conor desistiu. Ele fez Conor desistir, mas não pode fazer Khabib desistir”, gabou-se. “Se você quer ver quem é o lutador completo, venha para o UFC. Enfrente Khabib em uma luta de MMA. Mas ele precisa ter dinheiro suficiente para um seguro de vida e precisa ter dinheiro para um seguro saúde muito, muito bom. Porque ele não vai andar mais. Vai beber água de canudo”, projetou. Aos 41 anos, Floyd fez sua última luta em agosto de 2017, contra Conor McGregor. ‘Money’ derrotou o irlandês por nocaute no décimo round e voltou à aposentadoria. De lá para cá, já acenou com uma revanche contra Manny Pacquiao — posteriormente desmentida — e negocia uma luta de exibição no Rizin, no dia 31 de dezembro.
  5. John Lineker vê luta contra Dominick Cruz como trampolim para disputa de cinturão dos galos Treinando na ATT, na Flórida, brasileiro analisa o fim da categoria peso-mosca e diz que torcerá para TJ Dillashaw contra Henry Cejudo: "Quero lutar com ele de novo, mas como campeão" Evelyn Rodrigues Treinando na American Top Team, na Flórida (EUA), o peso-galo John Lineker vem se preparando para uma eventual luta contra Dominick Cruz - o Combate.com antecipou o plano do UFC de casar a luta entre os dois lutadores para janeiro de 2019, no UFC 233 - e garante que, se depender dele, essa será a luta que o levará à disputa do cinturão da categoria. O paranaense conversou com exclusividade com o Combate e revelou que a velocidade do ex-campeão é a sua principal preocupação para a luta. - Acredito que estou bem próximo do cinturão. Acho que estou a uma luta do título. Se Deus quiser, marcando a minha próxima luta num futuro próximo e eu vencendo, com certeza irei para o título. Se essa luta contra o Dominick Cruz acontecer, eu me vejo bem perto do título, porque lutar com um ex-campeão, ainda mais do nome dele, seria a luta final para desafiar o campeão. E seria um grande combate, porque ele é um cara que se movimenta bastante. Eu sou um cara que luto mais parado, mas faria uma estratégia muito boa para vencê-lo. Acredito que a velocidade ia me atrapalhar um pouco, mas vou treinar muito em cima disso. Acho que seria essa a minha maior preocupação. Lineker, que atualmente luta como peso-galo, já esteve no peso-mosca, mas a dificuldade de bater o peso limite da categoria (57,2kg) o fez subir de divisão. O lutador analisou o fim da categoria mais leve do MMA masculino no UFC e brincou se dizendo aliviado por ter ido para os galos há algum tempo. - Eu acho uma pena a categoria estar acabando, tem bastante atletas aí de um peso baixo, e isso é uma pena. Mas eu não sei obviamente o que o UFC está planejando, mas quando eu subi de categoria foi a melhor escolha que eu fiz. Me sinto muito melhor, muito mais forte nessa categoria. Foi bom eu ter subido, né? Vai acabar a categoria, então uni o útil ao agradável (risos). Para o paranaense, a maior dificuldade para os pesos-moscas que subirem para o peso-galo será a diferença de tamanho e peso dos integrantes da nova categoria. - Eu acredito que essa será a maior dificuldade. Mas eu, por exemplo, sou baixinho. Era pra eu ser peso-mosca, mas eu sou um cara que sei e gosto de lutar com caras mais altos. Sinto dificuldade quando eu luto com caras do meu tamanho ou um pouquinho mais baixos. É difícil achar mais baixo que eu, mas tenho essa dificuldade. E acredito que o peso-mosca que subir para o galo vai sentir essa dificuldade pela altura, e os caras são mais fortes, com certeza. Eu acredito que pra mim e pros top 5, até para os top 10, não vai atrapalhar em muita coisa, porque eles vão subir e vão ter que se manter na categoria, ir lutando e subindo. Então acho que não haver muito problema. Lineker acredita que a maior frequência de lutadores subindo e descendo de peso acontece por conta do aspecto de entretenimento que o UFC vem valorizando nos últimos tempos. Anallisando a luta entre TJ Dillashaw (campeão peso-galo) e Henry Cejudo (campeão peso-mosca), que acontece no UFC 233 e que valerá o cinturão dos moscas, o brasileiro não esconde a torcida por Dillashaw por uma razão: a vontade de voltar a enfrentar o americano, desta vez como campeão - Lineker foi derrotado por Dillashaw no UFC 207. - Na verdade agora vamos dizer que virou moda lutar na categoria de baixo, de cima. Acho que ficou mais uma parte de show - e vendo agora o TJ descendo e sendo a última luta do peso-mosca, pelo que eu soube por aí, será com certeza um combate de encerramento e um grande combate para a categoria. Eu estou torcendo pro TJ. Estou torcendo pra ele porque quero enfrentá-lo de novo, mas agora como campeão. Ainda se adaptando à nova academia e a morar fora do Brasil, John Lineker garante que voltar ao Brasil não está em seus planos. O lutador revela que levou a família para os EUA e que, se depender dele, a estada na Flórida será bem mais longa do que um camp de treinamentos. - Vim pra cá me aventurar para treinar na American Top Team. São novos ares, e estou me sentindo muito bem, ainda me adaptando, mas se Deus quiser vai dar tudo certo. Ainda não tem uma definição de eu morar aqui, mas a princípio vim pra cá com esse objetivo. Trouxe minha família já, então ainda não pretendo voltar para o Brasil. Vou fazer meu camp todo aqui na ATT, e vamos vendo no que vai dar daqui pra frente.
  6. Não vejo nada demais ,quando o cara doa dinheiro para causas nobres é elogiado ,quando quer ganhar mais grana arriscando perder a invencibilidade tomando soco na cara no boxe é mercenário ,o evento lucra ,os patrocinadores lucram ,os fãs lucram ... só o lutador é que não deve pensar no própio bolso sob o risco de ser ganancioso! #somostodos$amurai$
  7. Valeu pela edição Daniel Mendoza ,obrigado!
  8. Cada um pensa a sua maneira ,ainda bem que é assim , quando eu não gosto de alguma coisa que postam aqui sequer leio ou perco tempo com o assunto que não me interessa, mas sua opinião deve ser respeitada ,não tem como advinhar o que de fato pode parecer interessante ao fórum e o que é irrelevante ,faz parte de quem se disponibiliza a criar tópicos!
  9. UFC 25 anos: Ranking de performance revela os brasileiros que foram bem (ou mal) no evento Combate.com apurou os dados de cada um dos 245 atletas do país que se apresentaram ao menos uma vez no octógono. Anderson Silva, Royce Gracie e Demian Maia encabeçam a lista Por Fabio Penna — Rio de Janeiro 13/11/2018 07h00 Atualizado há 5 horas No dia 12 de novembro de 1993, Royce Gracie começava uma história vitoriosa do Brasil no Ultimate Fighting Championship. O "UFC 1 The Beginning", realizado em Denver, nos Estados Unidos, foi vencido pelo brasileiro, que disputou três lutas no mesmo dia. Esse formato de torneio foi uma realidade até o 19º evento, e certamente exigia muito mais dos atletas. Números Com o tempo, o UFC ganhou visibilidade e tornou-se o maior evento de MMA do planeta. O Brasil ocupa uma posição de destaque nesses 25 anos de história. Afinal, 28% das lutas realizadas pela franquia até hoje tiveram a presença de pelo menos um brasileiro. As brasileiras só estrearam na competição em 2013, com a derrota de Jéssica Bate-Estaca para a americana Liz Carmouche. No entanto, no evento seguinte, realizado no Brasil, Amanda Nunes fez sua estreia e venceu a alemã Sheila Gaff. Os brasileiros já enfrentaram lutadores de 61 nacionalidades diferentes. Os americanos foram nossos rivais na maioria das vezes, e em seguida vêm as lutas entre brasileiros, que aconteceram 92 vezes, com apenas dois empates e uma luta sem resultado (confrontos que tiveram seus resultados cancelados por conta de doping ou problemas similares). Em 2015, o Brasil chegou a ter 3 brasileiros com cinturões simultaneamente, com José Aldo, Fabrício Werdum e Rafael dos Anjos. Agora, chegou a vez das brasileiras. Cris Cyborg e Amanda Nunes possuem os dois cinturões brasileiros no momento, nos pesos Pena e Galo, respectivamente. Em dezembro elas realizam um embate inédito entre lutadores do Brasil, que terá duas detentoras de cinturão frente a frente. O Ranking Com os dados dos brasileiros em mãos, usamos alguns critérios para listar todos os 246 atletas de acordo com suas performances no UFC. É claro que os resultados podem gerar discussão e brigas, mas carinho e compaixão nunca foram fáceis de achar dentro do octógono. É importante ressaltar que cada conquista de torneio, formato que aconteceu até 1998, foi considerada como cinturão. Três brasileiros foram campeões em torneios, Royce Gracie, Marco Ruas e Vitor Belfort, sendo que este último também conquistou um cinturão no formato atual do UFC. Veja a lista completa Ranking dos brasileiros no UFC Posição Lutador Pontos 1 Anderson Silva 157 2 Royce Gracie 104 3 Demian Maia 85 4 José Aldo 80 5 Rafael dos Anjos 79 6 Vitor Belfort 79 7 Amanda Nunes 77 8 Lyoto Machida 75 9 Junior Cigano 74 10 Fabrício Werdum 66 11 John Lineker 60 12 Thiago Pitbull 60 13 Renan Barão 58 14 Rani Yahya 57 15 Cris Cyborg 57 16 Francisco Massaranduba 54 17 Thales Leites 54 18 Ronaldo Jacaré 51 19 Gleison Tibau 49 20 Thiago Marreta 49 21 Glover Teixeira 48 22 Edson Barboza 46 23 Raphael Assunção 46 24 Charles do Bronx 45 25 Vicente Luque 45 26 Alex Cowboy 43 27 Pedro Rizzo 41 28 Thiago Silva 39 29 Michel Trator 38 30 Serginho Moraes 38 31 Antônio Carlos Cara de Sapato 37 32 Gabriel Napão 37 33 Pedro Munhoz 37 34 Iuri Marajó 36 35 Jéssica Bate-Estaca 35 36 Murilo Bustamante 34 37 Rousimar Toquinho 33 38 Elizeu Capoeira 31 39 Marco Ruas 31 40 Maurício Shogun 31 41 Gilbert Durinho 30 42 Léo Santos 30 43 Thiago Tavares 30 44 Cézar Mutante 28 45 Paulo Borrachinha 28 46 Jussier Formiga 27 47 Warlley Alves 27 48 Deiveson Figueiredo 25 49 Wilson Gouveia 25 50 Erick Silva 24 51 Hermes França 23 52 Renato Moicano 21 53 Rony Jason 21 54 Ricardo Cachorrão 20 55 Rogério Minotouro 20 56 Thomas Almeida 20 57 Diego Brandão 19 58 Ketlen Vieira 19 59 Renato Babalu 19 60 Davi Ramos 19 61 Carlos Diego Ferreira 18 62 Cláudia Gadelha 17 63 Marcos Pezão 17 64 Rafael Sapo 17 65 Alberto Mina 16 66 Caio Magalhães 16 67 Marlon Moraes 16 68 Cláudio Hannibal 15 69 Felipe Sertanejo 15 70 Ricardo Ramos 15 71 Wilson Reis 14 72 Adriano Martins 13 73 Alan Nuguette 13 74 Alexandre Pantoja 13 75 Edmilson Kevin 13 76 Ildemar Marajó 13 77 Lucas Mineiro 13 78 Netto BJJ 13 79 Viscardi Andrade 13 80 Vitor Miranda 13 81 Rodrigo Minotauro 12 82 Godofredo Pepey 11 83 Mackenzie Dern 11 84 Poliana Botelho 11 85 Matheus Nicolau 10 86 Luiz Banha 9 87 Wanderlei Silva 9 88 Bethe Correia 8 89 Douglas D Silva 8 90 Elias Silvério 8 91 Fábio Maldonado 8 92 Leandro Buscapé 8 93 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142 Valmir Lázaro 0 143 Júnior Assunção -1 144 Milton Vieira -1 145 Yan Cabral -1 146 Carlão Barreto -2 147 Fábio Gurgel -2 148 Guilherme Bomba -2 149 Jennifer Maia -2 150 John Macapá -2 151 Jorge Patino -2 152 Luan Chagas -2 153 Marcelo Magrão -2 154 Rodrigo Monstro -2 155 Roger Gracie -2 156 Wallid Ismail -2 157 Willamy Freire -2 158 Thiago Moisés -2 159 Augusto Tanquinho -3 160 Carlo Prater -3 161 Felipe Silva -3 162 Luis Henrique Frankenstein -3 163 Marcos Vina -3 164 Reginaldo Vieira -3 165 Renato Veríssimo -3 166 Talita Bernardo -3 167 Thiago Bodão -3 168 Amaury Bitetti -4 169 Bernardo Magalhães -4 170 Dileno Lopes -4 171 Éricka Almeida -4 172 Hernani Perpétuo -4 173 João Zeferino -4 174 Luiz Besouro -4 175 Marcus Silveira -4 176 Ronys Torres -4 177 Yuri Villefort -4 178 Adriano Santos -5 179 Alexandre Barros -5 180 Alexandre Ferreira -5 181 Amanda Lemos -5 182 André Pederneiras -5 183 Anistávio Gasparzinho -5 184 Bruno Korea -5 185 Chris Wilson -5 186 Cristiano Marcello -5 187 Danillo Villefort -5 188 Delson Pé de Chumbo -5 189 Eugênio Tadeu -5 190 Felipe Olivieri -5 191 Flavio Luiz Moura -5 192 Fredson Paixão -5 193 Hugo Duarte -5 194 João Marcos Pierini -5 195 Johhny Eduardo -5 196 Marcelo Aguiar -5 197 Mario Neto -5 198 Paulo Santos -5 199 Priscila Pedrita -5 200 Renzo Gracie -5 201 Rodrigo de Lima -5 202 Rodrigo Ruas -5 203 Rolles Gracie -5 204 Vagner Rocha -5 205 Vinicius Queiroz -5 206 Wagner Galeto -5 207 Wagner Gomes -5 208 Wagner Silva -5 209 Diego Saraiva -6 210 Amilcar Alves -7 211 André Gusmão -7 212 Ednaldo Lula -7 213 Fernando Bruno -7 214 Jorge Oliveira -7 215 Leonardo Leleco -7 216 Rafael Feijão -7 217 Richardson Moreira -7 218 Vinny Magalhães -7 219 Reneé Forte -8 220 Assuerio Silva -9 221 Fabrício Morango -9 222 Márcio Lyoto -9 223 Mario Miranda -9 224 Wagner Caldeirão -9 225 Lúcio Linhares -10 226 Alberto Uda -10 227 Alexandre Dantas -10 228 Antônio dos Santos -10 229 Antonio Mendes -10 230 Edilberto Crocotá -10 231 Fabiano Scherner -10 232 Guto Inocente -10 233 José Maria Sem Chance -10 234 Larissa Pacheco -10 235 Luis Ramos -10 236 Wendell Negão -10 237 Leonardo Macarrão -11 238 William Patolino -11 239 Iliarde Santos -12 240 Jorge Santiago -12 241 Kalindra Faria -12 242 Antônio Pezão -13 243 Rafaello Trator -16 244 Ricardo Funch -17 245 Dhiego Lima -18
  10. TJ Dillashaw confirma despedida da divisão dos moscas em duelo contra Cejudo Ag Fight O campeão peso-galo (61 kg) do UFC, T.J. Dillashaw, confirmou o que já se especulava: ele e Henry Cejudo se enfrentarão no dia 26 de janeiro, na Califórnia (EUA), em duelo que marcará a despedida da divisão dos moscas (57 kg). O americano ainda revelou que será muito bem pago para isso, e que só teria a ganhar com esse processo, pois, em caso de vitória, seria eternamente lembrado como o último campeão da categoria. Dillashaw marcou o seu nome na história da organização ao se tornar campeão dos galos, em 2014, depois de destronar Renan Barão. Ele ainda perdeu o título em 2016, mas o reconquistou no ano seguinte, quando superou Cody Garbrandt. Agora, em entrevista ao site da emissora americana ‘ESPN’, o lutador destacou que pretende aumentar o seu legado no Ultimate com mais um cinturão na conta. “O UFC quer se livrar da divisão, então me contrataram para descer [de categoria], encerrá-la, e ganhar outro cinturão nesse processo. Só tenho a ganhar com isso. (…) Estão me pagando um caminhão de dinheiro para descer, matar a divisão dos pesos-moscas e pegar um segundo cinturão. Então, é hora do jogo. (…) Continuarei aumentando meu legado, ganhando outro cinturão e sendo o último campeão peso-mosca de todos os tempos”, contou. O americano ainda ressaltou que não terá problemas em descer os 4 kg de diferença que existem entre as divisões dos galos e dos moscas, uma vez que não é um lutador grande para a categoria. Com 1,67 m, T.J. nunca teve problemas em bater o peso da categoria de 61 kg, algo que ele garante ser capaz de repetir nos 57 kg, ainda que isso demande mais dedicação na dieta e na preparação física. “Será melhor assim, porque não haverá desculpas, como dizer que eu sou maior. Porque eu vou descer [de categoria] e bater o peso. De todo modo, acredito que temos o mesmo peso. Sou um peso-galo pequeno, então não tenho problema em chegar aos 57 kg. Será um pouco mais trabalhoso, então me dedicarei mais e estarei em melhor forma. Estou animado com a oportunidade. Como eu disse, é uma vitória para mim”, concluiu. Os rumores sobre o fim da divisão dos moscas começaram quando Demetrious Johnson deixou o UFC para competir no ONE, liga asiática de MMA. ‘DJ’ marcou o seu nome na história da organização ao se tornar o primeiro campeão da categoria, em 2012, título que manteve até agosto deste ano, quando foi destronado por Henry Cejudo. Após ‘Mighty Mouse’, outros atletas como Jose Torres, Jarred Brooks e Justin Scoggins também anunciaram dispensa do Ultimate, o que fortaleceu a hipótese do fim dos moscas no Ultimate. Aos 32 anos, o campeão dos galos, T.J. Dillashaw acumulou, até então, 16 triunfos e apenas três derrotas como lutador profissional de MMA. Já o dono do cinturão dos moscas, Henry Cejudo, somou 13 vitórias e dois reveses em seu cartel.
  11. Duelo de recordistas! ‘Do Bronx’ enfrenta algoz em revanche após oito anos Ag Fight Após a vitória e a quebra de recorde no UFC São Paulo, Charles ‘Do Bronx’ retornará ao octógono contra o antigo algoz Jim Miller, no dia 15 de dezembro, em Milwaukee (EUA). Após o seu último desafio no Ultimate, o paulista chegou ao 11º triunfo por meio da arte suave e ultrapassou Royce Gracie como o atleta que mais finalizou adversários dentro da organização. E, apesar das recentes declarações de que gostaria de retornar aos pesos-penas (66 kg), ele ainda competirá entre os leves (70 kg) contra o rival americano, que também possui uma importante marca dentro da organização. De acordo com o anúncio sobre o duelo, publicado no site oficial do UFC, Miller alcançou o recorde de lutador com maior número de lutas no Ultimate, após entrar no octógono pela 30ª vez em seu último duelo, em setembro. Ele e ‘Do Bronx’ já estiveram frente a frente em outra oportunidade, em 2010, quando o americano conseguiu a vitória após finalizar o brasileiro com uma chave de joelho, ainda no primeiro round. Aos 29 anos, Charles terá agora a oportunidade de se vingar do americano e alcançar a terceira vitória consecutiva no Ultimate. O lutador paulista derrotou Clay Guida, em junho, e Christos Giagos, em setembro, e chegou à marca de 24 triunfos como atleta profissional de MMA. Além destes, ele também acumulou oito derrotas e uma luta sem resultado ao longo da carreira.
  12. Técnico cogita mudança de Chris Weidman para os meio-pesados Ag Fight O nocaute sofrido diante de Ronaldo ‘Jacaré’ no UFC 230, evento realizado no último sábado (3), pode ter sido o último capítulo de Chris Weidman entre os pesos-médios (84 kg). Ray Longo, treinador de striking do ex-campeão da categoria, declarou que seu aluno deve pensar na possibilidade de subir de divisão, para fazer o que seria sua estreia entre os meio-pesados (93 kg). Em entrevista ao podcast ‘Anik & Florian’, comandado pelo narrador oficial do UFC Jon Anik e pelo ex-lutador Kenny Florian, Longo deu a entender que a capacidade de absorção de golpes de Chris preocupa. O ‘All American’ perdeu quatro de suas últimas cinco lutas no octógono, e todas elas por nocaute ou nocaute técnico. “Foi difícil de engolir. Eu estava muito confiante, depois de conversar com ele entre o segundo e o terceiro rounds, de que estávamos no caminho da vitória. Essas coisas que te cegam desse jeito são difíceis. Mas, antes de mais nada, tiro o chapéu para ‘Jacaré’. Ele cavou fundo: não iria vencer a decisão e achou uma forma de vencer. Você vai para um lado quando deveria ter ido para o outro, e é o que acontece. O MMA não perdoa”, disse. “Este é um grande revés, porque, com uma vitória sobre ‘Jacaré’, ele iria ficar bem. Ele já tinha vencido [o próximo desafiante, Kelvin] Gastelum, e acho que sempre seria um ótimo encaixe de estilos para Chris. [O campeão, Robert] Whittaker seria a luta mais difícil, mas acho que Gastelum vai vencer Whittaker, então acho que ele ficaria bem”, analisou. De acordo com Ray, a hipótese de subir de categoria precisa ser levada a sério, apesar de Weidman não enfrentar problemas para bater os 84 kg de sua atual divisão. O treinador afirmou que um menor processo de desidratação de Chris nos meio-pesados pode aumentar sua capacidade de absorver golpes. “Agora, ele tem algumas coisas para decidir. Há algumas pessoas mencionando talvez uma mudança para os 93 kg. Eu realmente acho que o corte de peso foi muito bom, mas quem sabe? O cérebro é o último lugar que recebe fluidos quando você reidrata, então, novamente, talvez 93 kg seja um ajuste melhor, porque não vejo isso acontecendo na academia. Nunca. Então, talvez 93 kg possa ser um lugar no qual ele chegue mais forte, mais consistente, todas essas coisas”, cogitou. Weidman vive o momento mais complicado de sua carreira. Desde maio de 2015, quando defendeu com sucesso pela última vez o cinturão dos médios, o americano só ganhou uma luta, diante de Kelvin Gastelum. E neste combate, o único que não perdeu por nocaute em seus cinco últimos, chegou a levar um knockdown do adversário.
  13. Parou no momento em que o adversário caiu e ganhou na área em que não é sua especialidade ,mostrou coração ,inteligência e caráter ,tudo em uma única luta ,coisa rara hoje em dia !
  14. Além do fator USADA o que acho que está pesando ,inclusive citei isso em algum tópico depois da derrota dele para o Mousasi ,são as constantes lesões , por mais que se recupere para poder treinar em alto nível o corpo humano tem um nível de saturação que não é o mesmo de um corpo saudável e varia de um sujeito para o outro . Aguentar pancada sem lesões e jovem é uma coisa ,com anos de estrada e remendos na carcaça é outro papo , a luta se prolongando,além do desgaste físico e mental já que a confiança pelas ultimas derrotas já não é a mesma tem os limites do corpo que já passou por cirugias ,fisioterapias,tratamentos etc... Outro que acho que jamais veremos como era ,se voltar um dia , é o Cain velasquez !
  15. Dana White revela que McGregor aceitou fazer uma luta antes de revanche com Khabib Diego Ribas Ao que tudo indica, Conor McGregor continua focado na revanche contra o campeão peso-leve (70 kg) do UFC, Khabib Nurmagomedov — mas seus planos já não incluem apenas o segundo combate. De acordo com Dana White, presidente do UFC, ‘Notorious’ está disposto a enfrentar quem for preciso para se credenciar a uma nova disputa de cinturão. Após conversa, na última semana, com o irlandês, o presidente do Ultimate revelou que o objetivo do atleta era mesmo o de buscar a desforra diretamente, mas que o ex-campeão dos penas (66 kg) e leves topa voltar ao grupo dos que disputam o cargo de desafiante. Em entrevista durante a conferência de imprensa após o UFC 230, em Nova York (EUA), Dana White lembrou que o futuro de McGregor depende da decisão que será tomada pela Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC), no dia 10 de dezembro. Nesta ocasião, a entidade julgará os envolvidos na confusão durante o UFC 229, ocorrido no início de outubro, em Las Vegas (EUA), quando, após derrotar McGregor, Khabib partiu para cima de um dos companheiros de treinos do irlandês e causou uma confusão generalizada na ‘T-Mobile Arena’. “Conor e eu conversamos por uma hora na semana passada. Ele agiu como de costume e disse: ‘Eu adoraria uma revanche imediata. Quero enfrentar ele de novo, mas, se for o caso, vou lutar com quem eu tiver que lutar para desafiá-lo novamente'”, contou o presidente do UFC, antes de completar: “Estamos dependendo agora [da decisão] da Comissão Atlética do Estado de Nevada. Aguardando até novembro ou dezembro — quando quer que isso aconteça. Quando tudo acabar, aí então saberemos a situação e poderemos pensar no próximo passo”. Deste modo, a alternativa agora é aguardar até o dia da próxima audiência, quando uma sentença definitiva deverá ser decretada. Até o momento, as únicas medidas da entidade foram estender o afastamento de Conor e Khabib até dezembro e liberar 1 milhão de dólares (cerca de R$ 3,71 milhões) ao atleta russo, valor referente à metade da sua bolsa, que foi retida pela entidade após a luta.