Eder Jofre55

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  1. Joanna Jedrzejczyk revela sentir falta de quando era ‘zebra’ no UFC Por Rigel Salazar Invicta no MMA, ex-campeã mundial de muay thai e mulher com o maior número de defesas de cinturão da história do UFC, Joanna Jedrzejczyk fez por merecer o status de ampla favorita, seja lá quem for a adversária que a desafie. No entanto, de acordo com a polonesa, ela parece sentir falta da época em que era apenas uma zebra no card dos eventos. Ainda desconhecida e sem apoio da torcida, Joanna tinha que provar seu potencial dentro e fora do octógono e, por vezes, chegou a ser a azarona nas bolsas de apostas. Este cenário, porém, mudou completamente a ponto da polonesa ser uma das grandes apostas do UFC para ajudar a impulsionar o MMA na Europa. E a campeã peso-palha (52 kg) entendeu o peso da responsabilidade que carrega. “Eu costumava ser azarã muitas vezes, e eu gostava disso. Gostava de mostrar para as pessoas que sou melhor. Mas agora está ficando cada vez mais difícil, claro. Não quero parar, quero provar para as pessoas que eu sou a melhor e continuo melhorando. Será a minha sexta defesa de cinturão, ainda tem muita luta divertida nessa divisão, mas eu bati todas as melhores atletas peso-palha”, narrou a atleta durante conversa com o programa ‘MMA Hour’. Com novos desafios pela frente, Joanna, que se prepara para encarar Rose Namajunas no dia 4 de novembro, em Nova York (EUA), já é cogitada para subir de categoria e se testar na recém-criada divisão dos moscas (57 kg). Caso encarre a meta, seria possível que ela encare Valentina Shevchenko, lutadora do Daguestão que a venceu em três oportunidades em torneios de muay thai. “Claro que novas desafiantes estão surgindo e eu preciso estar focada. Vou defender meu título no UFC 217, em Nova York, e depois talvez lute em março ou abril para defender meu título novamente. Mas não sei. Elas lutam entre elas e eu continuo sendo a campeã. Vou provar na próxima luta que continuo melhorando. Eu tenho uma boa relação com a Valentina Shevchenko, não vou mentir. Mas se ela quiser essa luta, vamos ver. Estou concentrada na divisão dos palhas agora e ainda quero fazer mais uma luta em março nessa categoria. Depois talvez eu suba para os 57 kg…”, deixou no ar a atleta da America Top Team.
  2. Seria a "Cerrone de saias" ? Me surpreendeu contra a Calderwood ,tomara que pegue uma casca no próximo desafio e vencendo encurta o caminho da cinta com certeza ,se as categorias masculinas tivessem mais lutadores assim ...
  3. Cynthia Calvillo pede por quarta luta em 2017 e se oferece para “tapar buraco” por cinturão Por Natassia del Frate Apesar de ser parte do plantel de atletas do UFC há seis meses,Cynthia Calvillo já pode dizer que vive o maior momento de sua carreira. E após derrotar Amanda Cooper, Pearl Gonzalez e Joanne Calderwood em apenas quatro meses entre a primeira e última luta, a californiana pensa em voar ainda mais alto. E logo! Como ficou claro em sua última apresentação, Calvillo optou por lutar perigosamente e se se testou em pé contra a especialista em muay thai Joanne Calderwood, deixando de lado seu afiado jiu-jitsu que costumeiramente se tornou sua grande opção dentro do cage. No entanto, a opção não foi única e exclusivamente para comprovar sua evolução como atleta. “Eu queria mostrar que eu poderia trocar em pé com alguém do calibre dela. Especialmente nesse nivel… Acho que foi campeã mundial de muay thai. Além disso, eu não tenho muitas desculpas, mas eu tive uma pequena lesão no joelho, então isso me impediu de tentar muitas quedas durante a luta. Eu estava mais hesitante. Mas eu consegui colocar ela para baixo quando preciso”, narrou durante conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight, antes de analisar as mudanças que a visibilidade de seu sucesso impôs em sua vida. Se no início do ano ela era uma completa desconhecida para o grande público do MMA, suas três vitórias no octógono – todas elas nos cards principais dos shows que participou -, a tornaram um rosto conhecido, o que implica também na necessidade de cumprir diferentes agendas. Encontros com fãs, compromissos com o UFC e atividades com patrocinadores são algumas das atividades extras que, ao menos até o momento, se encaixaram de forma natural no cronograma da atleta de 30 anos. “Atualmente, estou tentando me acostumar. Como eu fiz luta após luta, eu não fiz viagens grandes. Não era grande coisa até minha última luta, quando eu enfrentei a Joanne Calderwood. Depois disso, eu estava como: ‘Meu Deus, eu não sei como as pessoas conseguem fazer isso’. mas eu realmente aprendi a lidar com isso, viajar e me alimentar bem. Se manter em forma com as viagens é, definitivamente, uma habilidade. Então, estou aprendendo como fazer isso, e é difícil”, revelou. Mas para deixar de lado todo este trabalho extra, ela garante saber exatamente o que fazer. E, claro, isso inclui se manter ainda mais ativa no octógono e chegar a sólida marca de quatro duelos na mesma temporada. Feito não muito comum nos atuais parâmetros entre a elite do MMA mundial. “Espero fazer mais uma luta até o final do ano”, garantiu a fominha de desafios. “E espero que seja alguém melhor ranqueada do que eu, como a Michelle Waterson ou a Carla Esparza. Assim sigo subindo nos rankings e e posso enfrentar um top 5, e assim disputar o cinturão”. A próxima disputa de título de sua categoria, a dos palhas (52 kg), será no próximo dia 4 de novembro, quando Rose Namajunas desafiará a campeã Joanna Jedrzejczyk em Nova York, em combate que já parece mexer com os ânimos de Calvillo, que enxerga sua chance de colidir com uma delas cada vez mais próxima. “Eu estarei pronta, não importa o quê. Você nunca terá… Você nunca estará completamente perfeita. você nunca terá a oportunidade perfeita no tempo perfeito. Você apenas tem que estar preparado e pronto quando a oportunidade aparecer. Você tem que pegar”, garantiu, se adiantando para colocar seu nome na lista de espera. “Então, se eles me ligarem e a luta delas tiver caído, é melhor você acreditar que eu vou entrar nela. Esse é o tipo de pessoa que eu sou. Quero lutar no level mais difícil, quero me testar contra os mais duros e Joanna está no topo, é a melhor. Quero lutar com ela, claro que eu aceitaria”.
  4. Algoz de Serginho em Pittsburgh, nigeriano desafia Rafael dos Anjos Por Marcel Alcântara Algoz de Sérgio Moraes no UFC Fight Night 116, ocorrido no último sábado (16), em Pittsburgh (EUA), Kamaru Usman decidiu se manter no caminho dos brasileiros e desafiou Rafael dos Anjos logo após sua vitória. Ainda no octógono, durante a entrevista no fim da luta, o nigeriano garantiu que está pronto para o que vem pela frente em sua carreira. O lutador revelado no The Ultimate Fighter 21 conquistou sua sexta vitória no UFC e manteve sua invencibilidade após vencer o brasileiro Serginho. Usman afirmou estar preparado para enfrentar qualquer oponente que o Ultimate queira colocar para enfrentá-lo, mas mostrou sua preferência para lutar com o recém-chegado na categoria dos meio-médios (77 kg), Rafael dos Anjos, que pediu por uma luta valendo o cinturão em sua última vitória. “Eles continuam me casando com qualquer um, e eu continuo derrotando eles. Mas, ‘RDA’, você vem para minha divisão e você quer falar de disputar o cinturão? Você está falando sério? Casa a gente, Sean [Shelby]. Agende isso, me deixe mandá-lo para baixo e fazê-lo perder peso de novo”, pediu o nigeriano no octógono, relembrando que Dos Anjos veio da categoria dos leves (70 kg), onde chegou a conquistar o cinturão. Usman venceu Serginho Moraes com um nocaute ainda no primeiro round. Além do brasileiro, o ‘Pesadelo Nigeriano’ já derrotou no octógono Sean Strickland, Warlley Alves, Alexander Yakovlev, Leon Edwards e Hayder Hassan. “Qualquer um na divisão meio-médio acha que quer isso, você sabe que não quer. Porque eu sou um problema. Sou um problema na categoria! Quem quer essa luta? Os treinadores na minha academia são especialistas em tudo, jiu-jitsu, wrestling, tudo. Então, eu já vi tudo, já fiz tudo. Qualquer um, em qualquer lugar, em qualquer hora, pode vir com tudo. Eles não sabem de nada, eu sou um problema”, garantiu o atleta.
  5. Treinador de Ronda revela desejo de ver luta contra ‘Cyborg’: “Ela é muito lenta” Por Diego Ribas Depois de duas derrotas seguidas no UFC e caminhando para sua aposentadoria das artes marciais, Ronda Rousey já era considerada carta fora do baralho quando o assunto era MMA. No entanto, nesta segunda-feira (18), seu treinador Edmond Tarverdyan reacendeu não apenas o desejo de ver a judoca de volta à ação, como também trouxe à tona mais uma vez a antiga rivalidade de sua pupila com a brasileira Cris ‘Cyborg’. Em entrevista ao programa ‘MMA Hour’, Tarverdyan rompeu o silêncio de mais de um ano em entrevistas para garantir que, ao menos por ele, gostaria de ver a judoca em ação de novo, e que para isso nada melhor doq ue realizar o seu antigo desejo de ter do outro lado do octógono a atual campeã peso-pena (66 kg). “Eu não sei. Não posso dizer [se ela lutará], será uma decisão difícil. Mas talvez uma luta a mais, não sei se ela faria, mas ela poderia. Acho que seu corpo lhe daria mais uma. Mas é 50%-50% agora. […] Adoraria que ela lutasse mais uma vez.tem uma luta que eu gostaria muito que ela fizesse: Cyborg x Ronda. Quero essa luta. Quando eu treino ronda eu sei que ela pode bater Cyborg. Ela é muito lenta”, surpreendeu. Garantindo que as lesões no joelho acumulada durante a carreira como atleta atrapalharam o desempenho de Ronda no octógono, Edmond afirmou que nas condições físicas ideias sua pupila venceria sem grandes dificuldades e que a rivalidade com a brasileira seria a motivação ideal que ela tanto precisaria. “Se as lesões não estiverem lá, nos aceitaríamos a luta. Ela é muito lenta para a gente. E a Ronda venceria. Ela é do tipo que precisa de desafio, precisa da adversária como inimiga. E ela não teve isso com Holly Holm. […] Contra a Cyborg seria diferente. Ronda não gosta dela, acha que ela usou esteroides, e ela foi pega uma vez…”, narrou.
  6. Tiago ‘Pitbull’ rompe silêncio e explica saída do UFC Pittsburgh Twitter Escalado para se apresentar no UFC Pittsburgh, evento realizado no último sábado (16), Thiago ‘Pitbull’ foi retirado do card do evento na semana da disputa, cenário este que causou dúvidas entre os fãs e gerou questionamentos por parte do rival Mike Perry sobre sua escolha. E, para esclarecer todos os detalhes, o brasileiro rompeu o silêncio e deu sua própria versão através de suas redes sociais. Em seu relato, Pitbull, ex-desafiante ao cinturão dos meio-médios (77 kg), garantiu que fez o possível para comparecer ao show e seguiu as instruções do setor de viagens do próprio UFC para lidar com a chegada do furacão Irma. No entanto, em último caso ele negou viajar de carro com a família e optou por tentar encontrar um voo ao longo da semana, o que se tornou inviável devido a demanda do aeroporto. “Esse foi o meu primeiro furacão morando na Florida como marido e pai de família. A segurança da minha família é a minha obrigação, e eles sempre vão ser a minha prioridade. Mesmo assim, eu segui todas as instruções que o time de viajem do UFC me deu, a não ser a opção pegar o carro e dirigir com a minha esposa e o meu filho de 13 meses enquanto o estado da Florida estava em evacuação de emergência. Mesmo assim, tive vários voos que foram cancelados de sexta de manhã a terça-feira de noite”, narrou, garantindo que mesmo após a passagem do furacão, ele estava pronto para viajar e competir. No entanto, os seguidos voos cancelados justamente na semana da luta, período em que o atleta precisa cortar peso para se enquadrar nos limites de sua categoria, exigiram demais do veterano, que optou por não fazer parte do card caso isso interferisse no seu desempenho dentro do cage. “Depois de passar seis ou sete horas no aeroporto, não tendo certeza se iria conseguir viajar a tempo para a luta, sem eletricidade em casa, dormindo na academia com a minha família e lidando com a morte do meu bulldog de nove anos devido ao furacão, decidi ficar em casa com a família e reconstruir. Foi a decisão correta e não me arrependo”, garantiu, antes de prometer aos fãs que sua escolha não atrapalhará sua caminhada no UFC. “Eu e o UFC estamos em bom termos. Eles entendem e respeitam a minha decisão. Estou no UFC há 12 anos, conheço bem o Sean Selby, ele sabe que eu sempre venho pronto para a guerra. Treinei por 16 semanas, essa luta era para ter acontecido em agosto. Se eu não luto, eu não faço dinheiro. Só quem se prejudica realmente sou eu e a minha família. Estou pronto e vou continuar pronto!”.
  7. Empresário de Ronaldo ‘Jacaré’ especula duelo contra Chris Weidman Por Diego Ribas Ronaldo ‘Jacaré’ operou o ombro após sua derrota para Robert Whittaker e, aproveitando o tempo parado, resolver passar um período nos EUA. Lá, o atleta já inicia seus preparativos para seu próximo compromisso que embora não tenha data e nem local deve ser contra um grande nome da divisão dos médios (84 kg). Quem garante é o próprio empresário do atleta brasileiro. Em conversa com o site especializado MMA Fighting, Gilberto Faria afirmou que o retorno de Jacaré deve acontecer no final de dezembro ou no início de janeiro, cards estes que poderiam acomodar um duelo do brasileiro com o ex-campeão do UFC Chris Weidman. “Acredito que o Weidman seja a próxima luta., no final de dezembro ou começo de janeiro, caso seja bom para o UFC marcar essa luta. Quando chegarmos mais perto da data poderemos ver mais claramente quais as opções o Jacaré tem”, narrou. Ex-campeão dos médios (84 kg), Weidman venceu Kelvin Gastelum em sua última apresentação e voltou a sorrir após acumular três derrotas no octógono. Por sua vez, o brasileiro vem embalado negativamente por um revés o que, a julgar pela posição deles o ranking oficial – Jacaré é o número 4 e o americano o quinto da lista -, parece tornar a ideia do combate plausível.
  8. Shogun pede desculpas a St. Preux e fãs por abandonar UFC Japão: “Fui ao limite” Por Marcel Alcântara Não será dessa vez que veremos Maurício ‘Shogun’ retornar ao Japão para fazer uma luta de MMA. O brasileiro sentiu uma lesão no joelho e teve que abandonar o card que acontece neste sábado (22), onde enfrentaria Ovince St. Preux na luta principal do evento. Para o seu lugar foi chamado o japonês Yushin Okami. Triste com a situação, Shogun publicou em sua conta no Instagram um grande comunicado onde explica os motivos para não conseguir lutar e se desculpa com seu adversário e com os fãs. De acordo com o curitibano ex-campeão do UFC e do Pride, a lesão no joelho já vinha de algum tempo e ele foi ao limite para tentar seguir no combate. “Passei todo meu Camp fazendo tudo que estava ao meu alcance pra poder lutar no dia 23 de Setembro (22 no Brasil), e treinei o tempo todo na base de remédios, proteção no joelho, gelo e fisioterapia. Fui além do limite porque voltar a lutar no Japão é algo que eu sonhava há muito tempo, porque não queria decepcionar os fãs, e porque fui criado assim nas artes marciais pelo meu mestre”, afirmou. As lesões vêm acompanhando a carreira de Shogun a algum tempo. Desde a primeira vez que encarou OSP, em novembro de 2014, o brasileiro conseguiu fazer apenas uma luta por ano, sendo a última delas em março deste ano, quando nocauteou Gian Villante no UFC Fortaleza. Veja abaixo o comunicado de Shogun na íntegra: “Lutar tem sido a minha vida há mais de 15 anos. É o que eu escolhi pra mim e o que amo fazer. Pra mim é muito difícil ter que sair de uma luta, muito mesmo, e aceitar que isso era a única alternativa viável não foi nada fácil. Infelizmente, ainda no começo desse Camp, machuquei meu joelho. Passei todo meu Camp fazendo tudo que estava ao meu alcance pra poder lutar no dia 23 de Setembro (22 no Brasil), e treinei o tempo todo na base de remédios, proteção no joelho, gelo e fisioterapia. Fui além do limite porque voltar a lutar no Japão é algo que eu sonhava há muito tempo, porque não queria decepcionar os fãs, e porque fui criado assim nas artes marciais pelo meu mestre. Já subi pra lutar lesionado diversas vezes na carreira, e não faltou esforço e tentativa. Mas Infelizmente todo o esforço só acabou por agravar as lesões, e chegou um momento em que a minha equipe e eu tivemos que aceitar que não haviam mais alternativas, e tive que sair da luta. Não foi fácil. Quero pedir desculpas ao meu adversário, já estive na mesma situação inclusive quando nos enfrentamos a primeira vez, e sei que nunca é fácil, e principalmente pedir desculpas ao público, especialmente a todos aqueles que estavam ansiosos aguardando essa luta. Vou cuidar da minha recuperação agora, curar minhas lesões e voltar mais forte. Os desafios são colocados na nossa frente todos os dias, e o que realmente importa é como a gente os enfrenta. Obrigado pelo carinho de todos“.
  9. Luke não sobe por respeito ao DC ,DC não sobe por respeito ao Cain , quem gosta de boas lutas concorda porque é assim que funciona o MMA , me incluam fora dessa ...
  10. Luke Rockhold cogita subir para os meio-pesados e revela único obstáculo Por Florian Sädler Ex-campeão dos peso-médios (84 kg) do UFC, Luke Rockhold pareceu contente com seu desempenho diante de Dave Branch, em duelo realizado no último sábado (16) e que marcou seu retorno ao octógono após pouco mais de um ano. No entanto, se depender do americano, sua vida na divisão não será longa. Revelando dificuldades para bater o peso limite da categoria, Rockhold garantiu que, se depender dele, em breve ele subirá para os meio-pesados (93 kg) do UFC. Um dos atletas mais altos de sua divisão, o americano não parece mais disposto a sofrer com o processo de desidratação na noite anterior ao combate. “Eu vou ser meio-pesado. O corte de peso foi difícil, não vou mentir. Sempre foi, mas eu fiquei maior dessa vez. Não fico tão grande assim normalmente. Eu estava com 93 kg mais ou menos,eu normalmente fico com 91 kg. Por alguma razão, fiquei mais pesado e tive que sentir isso lá. Mas eu adoraria subir para os meio-pesados. Treino muito bem na academia, é mais natural para mim. Acho que eu faria boas coisas”, narrou em conversa com o site FloCombat após sua vitória. Para isso, no entanto, ele garante que vai esperar o dia em que seu parceiro de treino Daniel Cormier, atual campeão da categoria, mude de peso ou se aposente. Amigos de longa data, os atletas dificilmente se enfrentariam no octógono do UFC. “DC é obviamente o cara da divisão agora. Não vou subir até ele sair. Se ele subir [para os pesados] ou se aposentar, então você pode garantir que eu vou para lá. Mas tenho negócios aqui [nos médios] antes”, narrou o veterano.
  11. Bacana ver isso ,era muito raro um tópico com mais de três páginas sem ofensas e discussões recentemente ,parabéns pelo ótimo exemplo de como discordar e manter o nível da discussão sem apelação ou desvirtuamento do tema com questões que não agregam nada ao fórum e ao bom convívio de todos .
  12. Ultimate acerta Massaranduba x Jim Miller para o UFC São Paulo, em outubro Ex-participante da primeira temporada do TUF Brasil vai medir forças com o americano em duelo válido pelo peso-leve, no Ginásio do Ibirapuera. Esta é a 12ª luta desta edição Por Marcelo Barone O UFC São Paulo, marcado para o dia 28 de outubro, no Ginásio do Ibirapuera, ganhou sua 12° luta. No peso-peve (até 70kg), Francisco Massaranduba enfrentará o americano Jim Miller. O confronto está acertado verbalmente, segundo apurou o Combate.com, nesta sexta-feira, com fontes próximas à organização. Ex-participante do TUF Brasil, Massaranduba vem de derrota para Kevin Lee em março - adversário que lutará pelo cinturão interino da categoria em outubro. Antes disso, tinha uma sequência de sete vitórias seguidas. O lutador piauiense, de 39 anos, tem um cartel de 21 vitórias e cinco derrotas. Jim Miller, de 34 anos, tem duas derrotas em suas últimas lutas, primeiro contra Dustin Poirier, e depois diante de Anthony Pettis. Sua última vitória foi em novembro do ano passado, contra o brasileiro Thiago Pitbull. UFC Fight Night 28 de outubro, em São Paulo (BRA) CARD DO EVENTO (até o momento): Peso médio: Lyoto Machida x Derek Brunson Peso-meio-médio: Demian Maia x Colby Covington Peso-médio: Antônio Cara de Sapato x Jack Marshman Peso-médio: Thiago Marreta x Jack Hermansson Peso-galo: Pedro Munhoz x Rob Font Peso-pesado: Carlos Boi x Christian Colombo Peso-mosca: Deiveson Alcântara x Jarred Brooks Peso-galo: Augusto Tanquinho x Boston Salmon Peso-meio-médio: Niko Price x Luan Chagas Peso-meio-médio: Elizeu Capoeira x Max Griffin Peso-leve: Hacran Dias x Jared Gordon Peso-leve: Francisco Massaranduba x Jim Miller
  13. A morte do cachorro foi um dos motivos mas não foi o principal ,sua casa foi atingida pelo furacão Irma e os voos foram cancelados para poder ir até Pittsburgh .
  14. Treinador teme pelo futuro de Jon Jones: “Perdeu a fé em si mesmo” Por Diego Ribas Uma suspensão de quatro anos pode acabar com a carreira de Jon Jones. Ao menos é o que acredita Mike Winkeljohn, treinador do lutador, que teme pelo que pode acontecer com o americano durante o período em que ele pode ficar afastado dos octógonos por conta do flagra no doping. A confirmação da contraprova para o exame realizado no último dia 28 de julho, às vésperas do UFC 214, para o uso de Turinabol – substância que melhora o desempenho – pode fazer com que ‘Bones’ seja suspenso de dois a quatro anos. Em entrevista dada ao programa ‘Submission Radio’, Winkeljohn saiu em defesa do seu pupilo, mas disse que tem medo do que pode acontecer com Jones nesses possíveis quatro anos, caso a punição seja a máxima. A suspensão do lutador só será decidida depois que ele for ouvido pela Comissão Atlética da Califórnia, o que deve acontecer no próximo dia 17 de outubro. “Eu não sei o que vai acontecer. Uma suspensão de quatro anos eu acho que poderia ser devastadora, e não é justa, sabe? Ele pisou na bola, talvez tenha tomado algo que alguém disse que estava tudo bem, ele não usou nada pensando: ‘Eu estou ingerindo esteroides’. É isso que torna tudo tão terrível. Ele pode ficar acabado em quatro anos. Quem sabe? É um tempo muito longo para entrar numa espiral negativa, onde coisas ruins podem acontecer. Isso me assusta. Eu acho que se fosse uma suspensão de um ano, Jon Jones voltaria e dominaria o mundo de novo”, explicou o treinador. Jon Jones é reincidente no doping. Em julho de 2016, o atleta também testou positivo para substância proibida e ficou um ano suspenso. Na época, o americano afirmou que tomou um remédio contaminado para melhorar sua atividade sexual. Winkeljohn afirmou que o atleta foi testado várias vezes durante a preparação para a luta contra Daniel Cormier, no UFC 214, e que ele não teria como fazer isso sem ser enganado, mesmo argumento usado pela defesa de Bones. “Não tem possibilidade de Jon ter tomado esteroides. Jon Jones foi testado muitas vezes durante o camp, ele não faria isso. O problema é a percepção pública. As pessoas acham que ele tem essas agulhas e injeta esteroide em si mesmo. Não me entenda mal, eu sei que Jon estragou tudo no passado, ele foi pego bebendo e dirigindo, fez coisas ruins e idiotas, mas ele amadureceu”, ponderou. “Uma coisa é tomar esteroide, mas ele foi punido por tomar Viagra contaminada no México, isso não é esteroide. Mas foi falado desse jeito. E se eu precisasse adivinhar, eu diria que será revelado que foi algo que ele usou para se reidratar depois da perda de peso ou algo do tipo. Naquela hora, ele achou que fosse uma substância suplementar, alguém deve ter dito: ‘Isso vai te fazer sentir melhor, tem eletrólitos e essas coisas’, enquanto estava contaminado. Todo mundo pensa: ‘Isso é só uma desculpa’, mas não. De verdade, é isso que vai ser”, defendeu Winkeljohn. O treinador ainda disse que seu pupilo está se mantendo afastado das redes sociais e passando um tempo com a família para se recuperar do choque. Com o doping confirmado, o UFC removeu Bones do ranking oficial da categoria meio-pesado (93 kg) e o cinturão retornou para as mãos do americano Daniel Cormier. “Eu vi Jon Jones duas horas antes dele descobrir que tinha sido pego, ele estava animado. Duas horas depois, de repente, eu recebo uma ligação e uma pessoa diz: ‘Adivinha só’, e eu sei que ele ficou destruído. Eu não vi quando ele foi avisado, ele estava no restaurante com um dos outros treinadores, mas esse treinador me disse que ele ficou devastado, ele parou no tempo e continua assim, ele apenas está passando um período com a família e se mantendo offline”, garantiu. Winkeljohn considerou a situação triste, principalmente pelo fato de que Jones estava no topo. Apesar de todas as alegações, o treinador não duvida da honestidade de seu pupilo. “Ele perdeu a fé em si mesmo. Ele foi do mais alto ponto para o fundo do poço. Isso é desanimador, porque eu sei que Jon Jones não é um trapaceiro”, concluiu Winkeljohn.
  15. Esposa comemora melhora da lesão na perna de Gilbert Melendez Twetter Depois de dar uma verdadeira prova de bravura em sua luta diante de Jeremy Stephens, quando mesmo com a perna machucada desde o assalto inicial ele não desistiu e seguiu caminhando para frente, Gilbert Melendez agora arca com lesões que os repetidos chutes deixaram em sua perna. E a julgar pela sua recuperação, parece que em breve ele estará apto a competir de novo. Em imagem divulgada pela sua esposa Keri, Gilbert já aparece com as duas pernas do mesmo tamanho. No entanto, se o inchaço sumiu, as marcas roxas na parte interna da coxa esquerda do atleta seguem roxas e visíveis, o que, apesar da cena, são boas notícias. De acordo com Keri, a circulação sanguínea da perna está melhor, o que deve significar questão de tempo para que as marcas da batalha, que lhe rendeu prêmio bônus de 50 mil dólares pela melhor luta da noite, sumam em definitivo.