Eder Jofre55

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  1. ‘Thominhas’ prevê reencontro com Cody no UFC: “Vai ser diferente” Por Felipe Castello Branco O MMA brasileiro está longe de viver sua melhor fase no UFC, a maior organização do esporte no mundo. Com apenas um cinturão no evento, a esperança dos fãs é depositada nas grandes promessas, como Thomas Almeida, paulista de 25 anos e atual nono colocado no ranking peso-galo (61 kg). Sabendo da responsabilidade que carrega, o lutador garantiu que seu caminho voltará a se cruzar com o de Cody Garbrandt, campeão da categoria e responsável pela única derrota em seu cartel, e de quebra cravou que o resultado será bem diferente do primeiro do duelo. ‘Thominhas’, apelido pelo qual é chamado pelos parceiros de treino na academia Chute Boxe, perdeu sua invencibilidade de 21 vitórias ao ser nocauteado por Cody em maio de 2016. No entanto, o brasileiro deu a volta por cima, venceu a luta seguinte e já tem data marcada para seu próximo compromisso, quando enfrentará Jimmi Rivera, atleta bem ranqueado e que ocupa a quinta colocação na categoria. Por isso, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o peso-galo reconheceu que uma nova vitória é o primeiro passo rumo à empreitada de conquistar o título – e, se tudo der certo, devolver o gosto margo ao ilustre algoz. “Tenho vontade, ele é o campeão, mas isso é mais para o futuro. Minha mente está no Jimmie, a derrota já passou e aprendi muito com ela, mas o foco agora é outro. Ele virou o campeão e meu objetivo é ser o campeão, tenho certeza que ainda vamos nos encontrar e vai ser um resultado diferente. Melhorei muito meu estilo e aprendi muito. Ele [Cody] é muito completo… Tem que usar a velocidade, mexer mais o tronco, não ficar muito parado. Ele é muito perigoso, não posso ser um alvo estático para ele. Ele tem um jogo bom de pernas e tem a mão potente”, dissertou. Para alcançar o objetivo de figurar no topo da divisão dos galos, Thominhas já tem um plano: investir em seu futuro no esporte, seja através da contratação de treinadores ou de possíveis intercâmbios para aperfeiçoar artes marciais específicas. Isso porque, de acordo com ele, qualquer medida que vise o aperfeiçoamento no MMA deve ser considerada quando se trata de alto nível. E como fonte de renda extra, o brasileiro carrega nada menos do que cinco prêmios bônus ao longo de suas seis apresentações no evento. “Meu foco principal é investir em treinamentos, investir em mim e em viagens para agregar no meu treinamento. Investir em qualquer coisa relacionada a minha carreira, porque o meu foco é e tornar o campeão. Depois guardar uma grana para o meu futuro né, porque o futuro de lutador é bem incerto porque não podemos trabalhar até os 60 anos. É preciso manter a cabeça no lugar, mas o foco é investir no meu futuro, ser campeão. Desde trazer treinadores como ir fazer uma viagem. Tudo e válido, tudo que vai somar na busca da evolução é válido”, analisou. Apesar de demonstrar o desejo de se tornar o campeão de sua categoria, Thominhas prefere manter os pés no chão e focar especificamente em Jimmie Rivera, americano que enfrentará no próximo dia 22 de julho. Por isso, o atleta de 25 anos da academia Chute Boxe garantiu que deixará qualquer conversa sobre título para depois dessa disputa. “Meu objetivo é o cinturão, mas não fico pensando muito nisso não. Meu objetivo agora é lutar com o Jimmie, e ganhando dele tenho certeza que vou lá para cima porque ele é um top cinco da categoria. Meu pensamento é no presente, depois veremos o que acontece. Estou 100% para essa luta e depois a gente vê [sobre cinturão]. Mas com certeza será um grande passo”, completou.
  2. ‘Borrachinha’ mira hiato de revelações brasileiras para crescer rápido no UFC Por Felipe Castello Branco Paulo ‘Borrachinha’ fez apenas duas lutas no maior torneio de MMA do mundo, mas parece que sua moral já está lá em cima. Tanto é verdade que parte da imprensa foi convidada pela assessoria do UFC para realizar uma bateria de entrevistas com o mineiro nesta semana, no Rio de Janeiro. Esses eventos organizados pelo Ultimate apenas para um atleta são normais, mas acontecem geralmente com grandes nomes, como José Aldo, Ronaldo ‘Jacaré’, Demian Maia e outros. Ou seja, um claro sinal de que a organização quer investir no atleta de apenas 26 anos de idade. Em conversa com a Ag. Fight, Borrachinha garantiu estar ciente de tudo o que está acontecendo ao seu redor e também da movimentação feita pelo Ultimate em prol do seu nome. Pronto para se estabelecer como futuro ídolo do esporte, o jovem atleta acredita que esse reconhecimento relâmpago surgiu por conta dos seus bons resultados dentro do octógono, onde venceu as duas lutas que disputou por nocaute. “O apelo dos fãs ajuda, mas acho que o UFC está apostando muito em mim e apostando como um possível ídolo da nação. Sei o peso que isso tem, mas estou preparado para carregar isso. O UFC percebeu que tenho facilidade para me comunicar com o público e também estou dando bons resultados. Surpreendeu [a atenção dada a ele], porque a gente não está acostumado a ver. Ainda mais tão cedo…”, refletiu o peso-médio (84 kg) do UFC. Com uma análise bastante sóbria sobre o atual momento da sua categoria e sem medo de pensar alto, Borrachinha afirma que a divisão está bastante parada no que diz respeito a novos nomes. Inclusive a safra brasileira, que possui feras como Anderson Silva, Vitor Belfort e Ronaldo ‘Jacaré’, todos por volta dos 40 anos de idade. E é esse hiato entre grandes lutadores e a nova geração que o mineiro quer usar para subir rapidamente degraus importantes rumo a chance de estar entre os melhores. “A categoria ficou travada por conta do Michael Bisping, que não quer lutar e já está falando até em aposentar. Não entendo o que ele quer fazer. Acho que quer ser campeão sem lutar. Mas Acho que faltou renovação. O (Robert) Whitakker talvez seja a maior renovação e nem tão novo é. Mas analisando pelo lado do Brasil, a última grande esperança era o Jacaré. O Anderson acho que não almeja mais o cinturão. É muito árduo lutar em alto nível. Acho que ele quer uma ou duas superlutas no ano no máximo. O Vitor já passou. O Jacaré eu não sei como está animado para voltar. Então, por um lado é ruim, mas por outro é bom porque é um caminho mais fácil para que eu possa chegar lá”, analisou. Com dez lutas em seu cartel, Paulo Borrachinha venceu todas as vezes que colocou as luvas e subiu no cage na sua vida. O último triunfo foi diante de Oluwale Bamgbose, no UFC 212, disputado no Rio de Janeiro. Foi o nono nocaute de sua carreira, que também conta com uma finalização, e única vez que ele precisou disputar o segundo round na carreira.
  3. Mayweather x McGregor! ‘Treinador das estrelas’ destrincha detalhes da superluta de boxe Por Gabriel Monteiro Torres Ex-lutador de boxe e mais renomado treinador da nobre arte no Brasil, Luiz Carlos Dorea carrega currículo invejável. Responsável por lapidar as mãos de Acelino ‘Popó’ Freitas, campeão mundial de boxe, Robson Conceição, campeão olímpico, e Junior ‘Cigano’, ex-campeão do UFC, o veterano de 52 anos conhece como poucos no mundo os detalhes e diferenças entre os dois esportes. Justamente por isso ele foi o convidado da Ag. Fight para analisar a disputa entre Floyd Maywether e Conor McGregor. O duelo, marcado para o dia 26 de agosto deste ano, coloca frente a frente os maiores vendedores de pay-per-view da história da duas modalidades em um confronto que garante não apenas a atenção dos fãs, mas dos especialistas na modalidade. Afinal, franco atirador e grande zebra da noite, o irlandês tem a seu favor poucos, porém valiosos, pontos que foram destrinchados por Dorea durante conversa com a nossa reportagem. “Os dois tem estilo de lutar [com base] na perna de trás, naquele vai e vem. Um deles terá que buscar a luta. Alguém vai sair da sua característica. Os dois trabalham com a mão da frente baixa, no vai e vem, fazendo resposta [aos golpes do adversário] com a mão de trás com perfeição. E depois combinam golpes. Mas quem achar melhor a distância tem vantagem. E o Mayweather está muito acostumado ao ringue, a experiência deve fazer a diferença”, narrou, sem esconder o amplo favoritismo dado ao pugilista norte-americano, invicto em 49 apresentações no esporte. Com isso em mente, Luiz Dorea identificou no irlandês valências físicas que lhe dariam supremacia em determinados momentos do confronto, a começar pelos rounds iniciais, onde sua envergadura e peso superior o tornaria perigoso, sempre aliado ao punch nocauteador do astro do MMA. “Poder de nocaute o McGregor tem. O que acho difícil é nocautear o Mayweather por conta de sua habilidade. Não é impossível, tudo pode acontecer. Mas a habilidade e experiência do Mayweather nos faz crer que não aconteça. […] A envergadura do irlandês é o que pode fazer ele impor sua vantagem de peso e estatura. Essa vantagem pode ser tirada com deslocamento de tronco do Mayweather. Então, ele terá que buscar ser efetivo no início, já que uma luta longa favorece ao mais experiente”, ponderou, antes de prever o desenrolar do confronto. “Para mim, a luta vai se desenrolar assim: Se o McGregor não encaixar um bom golpe nos dois primeiros rounds, acredito que o Mayweather vença por nocaute depois do terceiro round. O McGregor é muito destemido, acho que seu estilo terá que se adaptar aos rounds de boxe, mais curtos, e terá que melhorar velocidade e se mover mais. O que o ajuda é o peso, a força. É o lado positivo dele. Mas o Mayweather já lutou com caras assim e se deu bem. Mas o McGregor tem estrela muito grande [risos]. Não pode ser subestimado”. A pedido da reportagem da Ag. Fight, Dorea topou se colocar na posição do treinador de McGregor. Especialista na transição de atletas do boxe para o MMA, o veterano que já cuidou das mãos de feras como Anderson Silva, Vitor Belfort, Demian Maia e Rodrigo ‘Minotauro’, inverteu o caminho e ‘aconselhou’ o irlandês para a hora da luta. “Se fosse treinador do McGregor, treinaria para encurtar a luta, tirar o espaço do Mayweather. Buscaria golpes efetivos na cabeça e corpo para fazer ele parar de se movimentar. Tem que levantar as mãos e buscar mais a luta, usar a mão de trás de canhoto com combinações de golpe. Começar minando o corpo, até mesmo no clinche, e desgastar o Mayweather. Fazer força para depois buscar a luta, e usar essa vantagem no início”, finalizou.
  4. Tony Ferguson parabeniza McGregor x Mayweather, mas cobra título interino do UFC Por Diego Ribas Dono de uma sequência de nove vitórias consecutivas na categoria peso-leve (70 kg) do Ultimate, Tony Ferguson viu a chance de conquistar o título da divisão escapar de suas mãos quando Khabib Nurmagomedov se lesionou na véspera do combate que travariam no UFC 209, em março. Já na última semana, o americano de ascendência latina percebeu que o desejo de se tornar campeão ficou ainda mais distante com a confirmação de que Conor McGregor enfrentará Floyd Mayweather em uma luta de boxe. Com isso em mente, ‘El Cucuy’ se adiantou em cobrar que a maior organização de MMA do mundo disponibilize um título interino. Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Ferguson se garantiu como o real merecedor do cinturão da categoria dos leves e ainda fez questão de explicar seu ponto de vista. Para justificar o discurso, o americano ressaltou que, enquanto ele acumula nove vitórias em sequência , McGregor fez apenas uma luta na categoria, vem de apenas duas vitórias consecutivas no UFC e abandonou temporariamente o cinturão para se aventurar em outro esporte. “Eu tenho que dar os parabéns [para McGregor], vai ser dinheiro para c****** para os dois. Mas não esqueça do UFC, porque você está segurando o meu cinturão. Estou aqui, vamos fazer uma luta pelo cinturão interino enquanto Conor está fazendo essa outra coisa. Vamos andar com isso. O título interino está vago. Essa p*** [o cinturão] precisa ficar nas minhas mãos. Tenho nove vitórias consecutivas, e dez soa melhor, então vamos andar com isso”, analisou. Recordista de vitórias consecutivas na categoria dos leves na atualidade, o americano também aproveitou para analisar o casamento da luta entre o irlandês e o pugilista multicampeão mundial. De acordo com Ferguson, o nível do boxe de Mayweather é claramente superior, mas não dá para descartar as chances de McGregor no combate, já que trata-se de um dos melhores artistas marciais do momento. “O boxe de Conor não está no mesmo nível que o do Mayweather. Tenho que dar a ele o benefício da dúvida: continue com vontade, insista nisso, e tente nocauteá-lo. Para Mayweather, a mesma coisa. Conor vai tentar nocauteá-lo, cara, então os dois precisam estar preparados. É melhor treinar muito. Queremos ver uma boa luta. Se vou gastar meu dinheiro nisso, quero ver uma ótima luta”, completou.
  5. Mayweather x McGregor pode valer cinturão da WBC Twetter Para alegria dos fãs das artes marciais, a novela que envolveu a negociação do combate entre Conor McGregor e Floyd Mayweather finalmente chegou ao fim na última semana. O combate está agendado para o próximo dia 26 de agosto e marcará a estreia do irlandês no boxe contra o melhor pugilista do século 21. E além da empolgação natural dos fãs, já que trata-se de um embate entre dois exímios competidores em seus respectivos esportes, o público poderá ter um atrativo a mais: uma disputa de cinturão. Em entrevista ao site ‘Espn’, Mauricio Sulaiman, presidente da WBC (Conselho Mundial de Boxe), admitiu que, apesar de se tratar de um combate em que um dos competidores faz sua estreia, existe a possibilidade da disputa valer o cinturão diamante, título honorário criado em 2009 pela organização com o intuito de premiar o vencedor de uma luta histórica entre dois pugilistas de elite. “Talvez [seja pelo título diamante], eu não sei. Não sou contra isso. Claro que esta é uma decisão do conselho do WBC, mas temos que celebrar que o boxe está tendo atenção mundial, independentemente. […] Mayweather se aposentou como campeão, então ele foi premiado com o título emérito e nunca pensamos que ele voltaria ao boxe”, analisou o presidente de uma das maiores organizações do esporte no mundo. Além de supor que o duelo em questão poderá valer o título diamante – o que pode causar surpresa pelo simples fato de McGregor sequer ter estreado no boxe – o cartola foi além e ainda sugeriu quem vencerá a disputa. De acordo com Sulaiman, ainda que McGregor seja um atleta de alto nível e detenha o cinturão peso-leve (70 kg) do UFC, as chances dele vencer o pugilista norte-americano são mínimas. “McGregor teve sucesso no MMA, mas nas regras do boxe vai ser um desafio muito difícil para ele. […] Pessoalmente não vejo uma maneira em que Mayweather possa perder para McGregor porque é boxe e estamos falando sobre Floyd Mayweather, o maior lutador tático que tem inteligência e velocidade”, completou.
  6. Voltando ao Lobov ,que é o assunto do tópico ,por mais insignificante que ele seja ,e é ,a sua recusa em aceitar luta pra ajudar o Conor demonstra inteligência ,além de lealdade a quem com certeza é o responsável pela sua existência no UFC . Com um cartel de três derrotas e duas vitórias ,todas pela decisão unânime ,sem o Conor como "padrinho" e lutando sem grandes performances ,apesar de ser um cara duro ,as chances de já ter sido demitido seriam imensas , fazer main event então nem pensar ,só mesmo com a influência do irlandês ,ou alguém se ilude em achar que o russo vai ter dificuldade em agendar luta enquanto houver possibilidades do seu amigo marrento lutar pelo UFC?
  7. Amigo de McGregor recusa luta no UFC para ajudá-lo a treinar para Mayweather Por Diego Ribas Amigo de longa data de Conor McGregor, Artem Lobov surpreendeu até mesmo a direção do UFC. Em claro sinal de respeito ao amigo, o peso-pena (66 kg) de 30 anos recusou no octógono para ajudar o irlandês a se preparar para o confronto contra Floyd Mayweather. Em entrevista ao site MMA Junkie, o atleta garantiu que recusou uma disputa contra Andre Fili, atleta da Team Alpha Male, e que só voltará a pensar em seu futuro no UFC após ver o amigo nocautear Floyd Mayweather no dia 26 de agosto, em Las Vegas (EUA). “Me ofereceram uma luta como Andre Fili. Ele estava me desafiando no Twitter. Eu teria aceitado essa luta, mas é muito difícil para mim aceitar essa luta no dia 29 de julho. Eu sou necessário nesse camp [do McGregor] e seria um grande risco para mim”, narrou. Com a recusa, o russo naturalizado irlandês se dedicará exclusivamente como sparring e parceiro de treinos do irlandês, que encara o invicto Floyd Mayweather em uma das lutas mais improváveis de todos os tempos do boxe mundial. “Vamos ser honestos. Eu não ligo para o Andre Fili. Poderia lutar com ele em qualquer dia da semana. Depois que essa luta estiver fora do caminho e o Conor tiver nocauteado o Mayweather e o mundo estiver a seus pés, nós veremos o que acontecerá”, analisou, antes de demonstrar gratidão ao ‘The Notorius. “O Conor entrou no UFC. Nós o ajudamos a chegar lá e ele colocou todos nós lá dentro com ele. Eu devo isso a ele para ajudá-lo de qualquer forma que eu possa”, finalizou.
  8. Matt Hughes tem situação estável após acidente automobilístico Dana White manifestou seus pensamentos em Matt Hughes – Reprodução/Instagram Ex-campeão dos meio-médios (77 kg) e membro do Hall da Fama do UFC, Matt Hughes encontra-se em quadro estável após sofrer um acidente automobilístico no estado de Illinois, nos Estados Unidos. O Hospital HSHS St. John, que recebeu o americano, emitiu um comunicado no fim da noite de sexta para atualizar a situação do ex-atleta. Através de sua página no Facebook, o hospital não deu grandes detalhes da gravidade da lesão de Matt Hughes, mas pediu aos fãs e conhecidos do americano que continuem seus pensamentos positivos voltados para o ex-atleta, que colidiu sua caminhonete com um trem em movimento. “O ex-campeão do UFC e nativo de Hillsboro Matt Hughes foi transferido para o Hospital HSHS St. John ao meio dia desta sexta-feira, dia 16 de junho. O time de traumas do HSHS St. John estabilizou ele e continua a ajudá-lo em sua recuperação. A família de Hughes pede respeito a sua privacidade durante esse período difícil. Eles pediram para manter os pensamentos e orações para Hughes”, diz o comunicado. Aos 43 anos, o americano é membro do Hall da Fama do UFC. Dono de um cartel com 45 vitórias e apenas nove derrotas, o veterano ostentou o cinturão do evento em duas oportunidades e carrega triunfos sobre atletas do calibre de Royce Gracie.
  9. Matéria já foi postada ontem :
  10. Ex-campeão do UFC é hospitalizado após colisão com trem nos EUA Twitter Em notícia que garantiu a atenção e apreensão dos fãs de MMA ao redor do mundo, o ex-lutador Matt Hughes foi hospitalizado após ser vítima de um acidente automobilístico. Embora as informações ainda estejam dispersas, Dana White, presidente do UFC, confirmou que o veterano foi hospitalizado com um possível trauma na cabeça. Em rápida conversa com o site da ESPN, o dirigente afirmou que está em contato com a família do atleta, que se dirigiu a um hospital na cidade de Illinois (EUA) na manhã desta sexta (16) após seu caminhão colidir com um trem em movimento. Aparentemente, Hughes, ex-campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC, ajudava um amigo pouco antes de sofrer o acidente. Sem alardes, Dana se limitou a usar suas redes sociais para enviar boas energias para Matt e sua esposa Audra. Aos 43 anos, o americano é membro do Hall da Fama do UFC. dono de um cartel com 45 vitórias e apenas nove derrotas, o veterano ostentou o cinturão do evento em duas oportunidades e carrega triunfos sobre atletas do calibre de Royce Gracie, Bj Penn, Georges St-Pierre e Renzo Gracie.
  11. “Luta do Século”? Dana projeta recorde de pay-per-view; Mayweather será testado pela USADA Por Diego Ribas Depois de muita especulação, e principalmente suspense, finalmente Floyd Mayweather e Conor McGregor chegaram a um acordo sobre as negociações e uma data foi confirmada para o duelo. No dia 26 de agosto, os maiores vendedores de pay-per-view do boxe e do MMA duelarão em um ringue no ginásio T-Mobile Arena, na cidade de Las Vegas (EUA), o que garantiu uma coletiva de imprensa de última hora com Dana White na última quarta-feira (14). Organizada às pressas, a conversa do cartola contou com a presença de Leonard Ellerbe, CEO da Mayweather Promotions, que fez questão de dar o pontapé inicial para a promoção da disputa no novo escritório do UFC na ‘Cidade do Pecado’. E, como não poderia deixar de ser, o otimismo em relação aos números que este duelo pode gerar está em alta. “Eu acho [que recordes serão quebrados]. Não apenas nos EUA, mas também no Reino Unido, Austrália e Canadá. Todo lugar que tiver pay-per-view. A diferença dessa luta para a do Pacquiao… O alcance do Conor no mundo é massivo. Falamos apenas em dois caras em uma luta. Temos um dos melhores da história do boxe e o Conor, que é de longe a nossa maior estrela do MMA. É uma luta que todos vão assistir”, previu Dana, que fugiu do seu tradicional clima de rivalidade com Mayweather e elogiou o pugilista. Garantindo repetidas vezes que o acerto, assim como as negociações, foi muito mais fácil do que ele imaginava, Dana revelou importante detalhe sobre a postura do multicampeão de boxe. Ao saber que Conor McGregor, por ainda ter contrato com o UFC e, até que se prove o contrário, seguir com intenções de competir no MMA, é testado regularmente pela USADA, Floyd aceitou ser enquadrado nos mesmos moldes antidoping. Afinal, a agência americana de controle antidoping possui vasta lista de limitações de produtos a serem usados pelos atletas, igual a utilizada em Jogos Olímpicos, o que não é replicado no mundo do boxe. Mas, sem pensar duas vezes, Mayweather garantiu que, após a assinatura do contrato, entrará no regime de testes da entidade. “Adorei isso sobre o Mayweather. Muito respeito por ele. Durante as conversas, falei que o Conor estava sob o programa da USADA e ele disse que começaria [o mesmo programa] no minuto em que o acordo estivesse feito. Muito respeito”, elogiou o presidente do UFC. Na mesma conversa, Leonard Ellerbe garantiu que Floyd será o ‘Lado A’ e que ganhará mais do que o rival irlandês. Cenário que não foi refutado por Dana, que se limitou a dizer que saiu completamente satisfeito com os valores acertados e que todas as partes estão felizes. Inclusive, o cartola oficializou que o UFC, de fato, está fora da promoção do combate. A cargo apenas da Mayweather Promotions e do canal americano Showtime, a luta será produzida, promovida distribuída nos EUA sem a interferência da Zuffa, que se limitará a auxiliar com certos produtos exclusivos do próprio UFC, como o Embedded (série que acompanha as principais estrelas do show nas semanas antes das lutas. “Será Mayweather Promotions. Não é um evento do UFC. O Showtime distribuirá a luta.Claro, faremos algumas coisa para a luta,coomo o Embedded e algumas outras coisas que fazemos para as lutas do UFC. Mas náo é uma promoção nossa”, ressaltou, antes de analisar o momento de McGregor. Prestes a fazer a maior fortuna de sua carreira – cogita-se algo em torno de 100 milhões de dólares -, o irlandês poderia não ter motivos para retornar aos octógono de MMA, esporte que paga consideravelmente menos do que a nobre arte. Mesmo assim, parece que Conor não pensa em aposentadoria aos 28 anos. “Falei com Conor essa manhã e ele está muito empolgado. Ele acredita muito nele e em suas habilidades. Mesmo para a luta contra o Aldo, ele falava em nocautear no primeiro round e todos falavam que era ridículo. E foi em 13 segundos. Parei de duvidar dele. […] Falei com o Conor e ele disse que ainda quer defender seu cinturão [do UFC] esse ano”, finalizou, revelando um detalhe curioso. A disputa será realizada na divisão até 154 pounds, ou seja, 70 kg, categoria em que Conor é o atual campeão no UFC. Por sua vez, Mayweather fez suas últimas apresentações em 147 pounds, cerca de 67 kg. http://youtu.be/3_kvMF4xqIs
  12. Holly Holm descarta arrependimento em não ter concedido revanche a Ronda Por Florian Sädler Às vésperas de seu combate contra Bethe Correia no UFC Singapura, evento que será realizado no próximo sábado (17) no país asiático, Holly Holm ainda não conseguiu se livrar do rótulo de ‘Buster Douglas’ do MMA. Isso porque, assim como o pugilista que teve no nocaute sobre Mike Tyson o maior feito de sua carreira, a americana ainda é lembrada principalmente por seu nocaute sobre a até então invicta Ronda Rousey. No entanto, a loira fez questão de espantar essa fama, e de quebra garantiu que não se arrepende de não ter enfrentado a ex-campeã peso-galo (61 kg) em uma revanche. Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Holm relembrou que possui uma carreira vitoriosa nas artes marciais – visto que antes de migrar para o UFC e se sagrar a detentora do cinturão dos galos, ela era multicampeã mundial de boxe – e que não há razão para ser lembrada apenas por Ronda. A loira ainda ressaltou o fato de que ter aguardado por uma revanche contra ‘Rowdy’ teria sido apenas pelo lado financeiro, o que vai contra a sua filosofia de competir pela paixão ao esporte. “Eu não queria que minha carreira se baseasse em uma pessoa, uma luta ou pela espera de uma revanche por causa do dinheiro. Não é por aí, não luto por dinheiro. Eu luto por paixão. Muitas pessoas do lado de fora olhando para o aspecto do negócio estão pensando: ‘Meu Deus, você deveria ter esperado e lutado contra Ronda em uma revanche’. Mas muito aconteceu desde então”, ponderou a ex-pugilista que emplacou três derrotas seguidas após a luta contra Rowdy. Além de espantar o rótulo de primeira algoz de Ronda Rousey, Holm garantiu que nem sequer chegou a ficar na dúvida sobre a possibilidade de conceder ou não uma revanche a sua compatriota. Isso porque, de acordo com ela, o único arrependimento que carrega é o de não ter se apresentado melhor nos duelos que perdeu. “Eu nunca vou me sentar e dizer que eu poderia ou deveria ter feito isso. A única situação que uso o poderia ou deveria é sobre ganhar as lutas que já fiz, não sobre ter esperado. Eu nunca me senti assim. Toda a minha carreira não está definida em torno de uma luta. Esta é a minha carreira inteira, e a única coisa que me arrependo é de não ter lutado melhor os combates que já tive”, completou.
  13. Sem chance! Tito Ortiz frustra fãs e descarta trilogia com Chuck Liddell Twitter Após a publicação de uma foto de uma encarada entre Chuck Liddell e Tito Ortiz, rumores de que uma terceira luta entre os ex-atletas do UFC poderia ser realizada ganharam força. No entanto, para a infelicidade dos fãs, esse combate não sairá do papel. E foi o próprio ‘Campeão do Povo’ que tratou de deixar claro que não pretende voltar a subir em um cage de MMA. Durante uma entrevista no programa de rádio ‘Submission Radio’, Ortiz contou que terá que fazer nova operação no pescoço e garantiu que não tem a menor intenção em voltar a competir. Mas, apesar da certeza de que não enfrentará Liddell novamente, o californiano fez questão de apontar que venceria o arquirrival. “Eu simplesmente não planejo lutar e não quero as pessoas tentando me forçar a lutar. Preciso realizar uma cirurgia no pescoço. Por que eu sequer pensaria em lutar? Por que eu me arriscaria fisicamente? Estou com 42 anos de idade, estou muito velho para lutar. Não sou um Randy Couture e realmente não preciso da grana no momento, então prefiro fazer dinheiro em outro lugar. Passar de seis a oito horas na academia em seis dias da semana não é mais a minha ideia de trabalho. Isso ficou para trás. Acho que já fiz o que tinha que fazer, acredito que posso vencer o Chuck, mas não preciso mais disso”, declarou. Ex-campeões meio-pesados (93 kg) do UFC, Liddell e Ortiz protagonizaram uma das maiores rivalidades da história da companhia. Os dois se enfrentaram pela primeira vez em 2004, quando o ‘Iceman’ levou a melhor e venceu por nocaute. Pouco mais de dois anos depois, os atletas voltaram a se enfrentar e o Campeão do Povo saiu novamente derrotado do combate.
  14. Após frustração no UFC, ‘Feijão’ promete energia renovada para estreia no Bellator Por Gabriel Monteiro Torres Detentor de um início de carreira fenomenal no MMA que culminou com o título meio-pesado (93 kg) do Strikeforce, Rafael ‘Feijão’ viu sua carreira entrar em declínio após ser contratado pelo UFC em 2013. Pela maior organização de artes marciais mistas do mundo, o atleta perdeu quatro dos cinco combates que travou, o que ocasionou sua demissão em 2016 e aumentou os rumores de que a antiga promessa brasileira poderia pendurar as luvas. No entanto, ao contrário do que se poderia pensar após mais de 16 meses sem subir aos octógonos, o paulista não se limitou apenas a espantar qualquer boato sobre aposentadoria, como também revelou que estreará pelo Bellator no próximo dia 1° de julho, no WFT 7 Road to Bellator. Sem lutar desde fevereiro de 2016, o brasileiro terá a chance de recolocar sua carreira nos trilhos contra Dan Konecke, atleta inglês que estreou com derrota no Bellator 179. Para alcançar o feito que encerraria a sequência de três derrotas, Feijão acredita ter feito o necessário: manteve a convicção de que logo voltaria a competir no esporte e se preparou incessantemente. E é justamente a confiança decorrente de tanto empenho e dedicação que o meio-pesado de 36 anos usa para garantir que a nova fase da carreira tem tudo o necessário para ser repleta de vitórias. “Na minha última apresentação, em 2016, não me aposentei e me mantive treinando, só que não continuei com o UFC. Esperei uma oportunidade boa aparecer, reformulei meu treinamento, treinei duro e vou voltar ao MMA contra o Dam Konecke no dia 1 de julho no Bellator on Road, que acontecerá nas Ilhas Canárias. […] A gente tem sempre que tentar deixar a máquina funcionando da melhor maneira, não parei nenhum mês, fiz sparring de duas a três vezes por semana. Sei que isso não é lutar, não é a mesma coisa, mas um sparring bem feito quase chega perto de uma luta, e graça a deus a Team Nogueira me oferece isso. Fiquei me preparando para um retorno”, relatou em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight. Confiante de que ainda há tempo para se consagrar como um dos grandes nomes brasileiros do esporte, Feijão garante não guardar qualquer frustração sobre sua passagem pelo UFC entre os anos de 2013 e 2016. Isso porque, apesar de ter perdido quatro dos cinco combates que fez, o meio-pesado ponderou o fato de que sempre subiu aos octógonos para dar um show aos fãs presentes em seus duelos. “Às vezes somos rotulados, mas acredito que às vezes não era a hora certa. Tentei, sempre dei o meu máximo e quem assiste minhas lutas sabe disso. Lutas que perdi, ganhei como luta da noite, ou seja, estou sempre ali dentro para deixar tudo lá, sempre perdi ou ganhei por nocaute. Tenho poucas lutas por pontos, então acho que deveria ter um pouco mais de experiencia. É o que estou fazendo, ser bastante resiliente e tentar evoluir sempre, cair e levantar o tempo todo. Determinação e objetivo nunca sairão de mim”, analisou. Além de ressaltar a empolgação com sua estreia pelo Bellator, ainda que em um evento menor, e descartar qualquer mágoa com suas últimas performances, Feijão fez questão de garantir que a sua falha no exame antidoping realizado após o combate contra Mike Kyle em 2012 – seu combate mais recente antes de chegar ao UFC – não teve nada a ver com sua queda de rendimento. De quebra, o ex-parceiro de treinos de Anderson Silva e Ronaldo ‘Jacaré’ na X-Gym ainda sugeriu que a longevidade atletas foi afetada com a política de guerra contra as substâncias proibidas, mas afirmou que com um treinamento adequado esse problema pode ser superado. “O antidoping definitivamente não atrapalhou a minha carreira, e o que envolve o desempenho é o treinamento. Independente da pessoa fazer uma reposição ou não, o que vale é o seu treinamento. Acho que essa guerra ao doping atrapalha sim a longevidade do atleta, até porque o desempenho deve cair um pouco. Mas a gente também teve aí Randy Couture mostrando que a qualidade de vida, a alimentação e o treinamento [também] fazem a longevidade. Há duas versões desse tratamento, e devemos seguir a aprovada. Não há o que discutir sobre o que poderia ou não. Devemos tratar e fazer como a comissão atlética permite”, completou.
  15. Duvido perder se entrar com esse "acessório" extra ...