Eder Jofre55

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  1. Zé Aldo decreta fim de polêmicas com McGregor e descarta revanche Por Diego Ribas Campeão dos pesos-penas (66 kg), José Aldo será a grande estrela do card do UFC 212, evento agendado para o próximo dia 3 de junho, no Rio de Janeiro. E, diante de Max Holloway, desafiante que acumula dez triunfos seguidos na organização, o atleta da Nova União ainda se vê envolto a perguntas sobre o eterno rival Conor McGregor, único homem a vencê-lo no octógono mais famoso do mundo. Entre questões sobre o estilo de promoção do irlandês, o desejo de uma revanche ou a possibilidade de McGregor encarar Floyd Mayweather em uma luta no boxe profissional, Aldo afirmou em conversa com jornalistas nesta quinta-feira (25) que este cenário alcançou o limite. E, por isso, ele descartou de uma vez por todas a chance de medir forças mais uma vez com o agora campeão dos pesos-leves (70 kg). “Isso não existe mais, o UFC tentou fazer uma luta e ele não aceitou, e não vai aceitar, porque aquilo [vitória em 13 segundos] nunca mais vai acontecer. Então, vamos deixar claro. Ficam sempre me perguntando, que o Aldo fez isso… Fez nada. Continuo sendo eu, sou esse cara. Não tenho como mudar. Foi bom porque me trouxe dinheiro, mas o resto continua normalmente”, narrou em resposta à reportagem da Ag. Fight. Ao mesmo tempo, ciente da super exposição que o duelo, realizado em dezembro de 2015, causou em sua imagem, o brasileiro reconhece as vantagens causadas pela popularidade do irlandês. Por sinal, não apenas para ele, mas como para todos os pesos-penas do UFC, que por anos formaram uma das divisões menos atrativa para o grande público de MMA. “Por um lado foi bom, vamos falar assim, porque trouxe um lado muito maior do que já tínhamos. Para a categoria e para mim. Mas por outro lado, falar da luta, foi coisa passada. Todo mundo fala se quero ou não, não depende de mim, e sim do UFC. E a gente sabe que não vai acontecer”, garantiu antes de mirar para o fim da rivalidade que travou com o irlandês. “Vejo declarações de atletas e repórteres: ‘O Aldo não sei o que’. Meu irmão, não tem como, o cara não quer lutar mais e isso não vai acontecer. E é até bom bom que nunca mais falem no meu nome ou no do cara. Estou pouco me importando para o que o Conor vai fazer ou deixar de fazer. Sou atleta do UFC”, finalizou.
  2. John Lineker garante que não volta ao peso-mosca nem por luta pelo cinturão Por Felipe Castello Branco Após sofrer para bater os 57 kg da categoria dos pesos-moscas em algumas ocasiões, e falhar em quatro oportunidades, John Lineker decidiu voltar para os pesos-galos (61 kg) e fez seu retorno na divisão em setembro de 2015. Desde então, o ‘Mãos de Pedra’ venceu mais três lutas e só teve sua sequência de vitórias interrompida em dezembro passado quando foi superado por TJ Dillashaw. E, com o bom desempenho na categoria, o brasileiro garantiu que não desce mais para a divisão dos moscas, nem mesmo para lutar pelo cinturão. De acordo com Lineker, a sua força e precisão são afetadas com o corte brusco para os 57 kg dos moscas. E por isso, o brasileiro não cogita de forma alguma descer novamente de categoria. Afinal de contas, o Mãos de Pedra garantiu que se sente muito mais confiante lutando nos galos. “Não, eu não penso mais em descer para o peso-mosca, me sinto muito bem no peso-galo. Mesmo se o UFC me dissesse que descendo eu já lutaria pelo título, eu com certeza não desceria de categoria porque me sinto muito confortável no peso-galo. Muito mais forte e muito mais preciso”, contou em conversa com a reportagem da Ag. Fight. Em sua última apresentação contra Dillashaw, Lineker teve seu maxilar quebrado logo no início do duelo e teve que passar por um procedimento para colocar placas de titânio no rosto. Até agora, o brasileiro ainda não está liberado para voltar a lutar, mas ele fez questão de garantir que está tranquilo mentalmente e que a lesão sofrida na sua última luta não abala em nada o seu psicológico para os próximos combates. “Como meu queixo foi quebrado, precisei colocar placa. Coloquei duas placas de titânio e oito parafusos no maxilar. Tenho certeza que isso não vai me abalar e não vai mudar em nada o meu jogo e a minha confiança de lutar sempre indo para cima. Até o médico falou que o lado direito agora vai ficar mais forte que o lado esquerdo e eu até brinquei com ele e falei que era melhor ter feito dos dois lados logo (risos). Isso não vai me abalar em nada. Vou continuar lutando como sempre fiz, sem medo de levar um golpe naquela região. Meu psicológico está bem forte”, declarou, antes de analisar a luta contra Dillashaw. “A minha com o TJ foi questão de detalhes. O meu queixo acabou quebrando no primeiro round, na primeira canelada que ele deu. Senti que tinha algo errado ali e isso me deixou um pouco receoso de receber outro golpe na mesma região. Fiquei com receio dele entrar nas minhas pernas ou me chutar e acabei vacilando. O mesmo movimento que ele estava fazendo para chutar, ele estava fazendo para tentar uma queda nas minhas pernas. Então, essa canelada que acabou quebrando meu queixo me prejudicou no combate”, afirmou. Atualmente em fase final de recuperação da cirurgia que fez no maxilar, Lineker já retornou aos treinos e contou que será liberado para voltar a lutar no próximo dia 10 de julho. Aos 26 anos de idade, o brasileiro coleciona na carreira um cartel com 29 vitórias e oito derrotas.
  3. Mousasi revela ainda não ter renovado contrato e ironiza UFC Por Florian Sädler Atual quarto colocado na divisão dos médios (84 kg), Gegard Mousasi é um dos principais atletas de sua categoria e vem de uma sequência de cinco vitórias seguidas. No entanto, mesmo com esse retrospecto, o iraniano ainda tem o seu futuro indefinido dentro do maior torneio de MMA do mundo. O ex-campeão meio-pesado (93 kg) do Strikeforce foi quem revelou sua atual situação na noite de quarta-feira (24), em aparição no programa ‘UFC Tonight’. Mousasi afirmou que ainda não chegou a um acordo sobre seu novo contrato com a companhia. “Não foi boa (a oferta). A gente não gostou”, resumiu. Mousasi indicou que o UFC tem seis semanas para ainda manter a negociação com exclusividade. Após esse período ele estará livre para conversar com outros eventos. Na visão do iraniano, suas atuações recentes e sua posição nos cards o fazem merecer um salário digno da elite do Ultimate. “Eu sou co-main event toda vez, então não é que as pessoas não me conheçam”, disse Mourasi, antes de afirmar que um possível duelo com Luke Rockhold seria o que mais o interessaria no momento. Apesar da situação ainda infedinida, o iraniano segue realizando eventos e comparecendo a programações do Ultmate. Tanto que ele esteve no encontro entre lutadores promovido pela organização no fim de semana passado, em Las Vegas. Aliás, Mousasi também aproveitou isso para cutucar a chefia. “Foi legal, mas aí vem o Kobe Bryant (astro aposentado da NBA) e fala sobre investir 100 milhões de dólares e você tem lutadores sentados ali que fazem 10 mil (bolsa de aparição) mais dez mil (se vencer). Então, isso não fez muito sentido. Mas além disso, foi legal e eles nos trataram muito bem”.
  4. Jéssica ‘Bate-Estaca’ se oferece para encarar Magana em nome de ‘Cyborg’ Twetter Cris ‘Cyborg’ e Angela Magana agitaram o mundo do MMA depois que tiveram um sério entrevero no fim de semana que passou, incluindo um soco da brasileira no rosto da rival em um encontro em Las Vegas (EUA). E agora o capítulo desta novela parece estar ganhando um novo personagem: Jéssica ‘Bate-Estaca’ Andrade. A paranaense que recentemente disputou o cinturão dos pesos-palhas (52 kg), mas perdeu para Joanna Jedrzejczyk, atravessou a briga e decidiu tomar as dores de Cyborg. Através de um post em sua conta no Twitter, Jéssica desafiou a americana para um duelo em nome da compatriota. “Ok, vamos fazer isso… Você não pode lutar com Gabi ou Cris de qualquer jeito, então eu me voluntario para bater em você dentro do octógono #babyCyborg”, escreveu a brasileira marcando o perfil de Angela Magana. Não demorou muito para a americana responder, e ela novamente veio com provocação. Magana relembrou o caso de doping de Cyborg para perguntar questionar se Bate-Estaca também teria envolvimento com substâncias proibidas. “Ei, Jessica Andrade, você também faz parte da família do suquinho? Você vai morrer aos 40 anos?”, questionou a polêmica lutadora. Apesar de estar fazendo barulho na organização, Magana vem de um péssimo retrospecto recente. São quatro derrotas seguidas, sendo duas pelo Ultimate. Já Bate-Estaca vinha de três triunfos até perder para a campeã e ocupa a quarta colocação no ranking oficial do UFC.
  5. Ferguson perde a paciência com Nate Diaz: “Você é um palhaço” Por Diego Ribas A divisão dos leves (70 kg) ainda procura uma saída para a ausência de Conor McGregor, que deve encarar Floyd Mayweather em um duelo de boxe. Por conta disso, outras várias lutas de grane porte estão sendo negociadas e, entre elas, um possível duelo entre Nate Diaz e Tony Ferguson estava na mira do Ultimate. E ela quase saiu do papel, mas o irmão de Nick voltou atrás na última hora e decidiu negar o confronto, causando a ira do colega. Em entrevista ao programa ‘MMA Hour’, Ferguson desafiou novamente Diaz a provar que ele é um “gangster” e assinar o contrato para que a luta acontecesse no UFC 213, marcado para dia 8 de julho, em Las Vegas (EUA). “Você não tem coração. Você se classifica como gangster? Você está fugindo de uma briga. Vamos lá, cara. Nós temos um main event aberto que precisa ser preenchido. Então se você quer fazer algum dinheiro e impressionar os fãs, quer voltar e vender sua erva, está ótimo. Assine a linha pontilhada e coloque seu nome de volta para a multidão. Vamos lá, garoto”, incentivou o americano. Dias atrás, Nate confessou que chegou a aceitar a luta, mas posteriormente desistiu por conta das “circunstâncias”. Ele justificou dizendo que estaria fazendo o papel que McGregor deveria fazer, ou seja, encarar o possível desafiante ao cinturão dos leves. A justificativa parece não ter sido o suficiente para acalmar Ferguson. “Dinheiro nunca me deixou mais relaxado. E mesmo que fizesse, eu não esqueço de onde eu vim. Você tem um lugar para representar, você tem um cara te desafiando aqui e você não está assinando a linha pontinhada? Você é um palhaço, cara. Você é falso”, esbravejou. A entrevista foi feita antes do Ultimate confirmar que o duelo realmente não acontecerá. Ao menos não no UFC 213, que agora contará com Yoel Romero e Robert Whittaker lutando pelo cinturão interino dos médios (84 kg) no segundo combate mais importante da noite. Amanda Nunes x Valentina Shevchenko foi elevado ao posto de luta principal.
  6. Nurmagomedov prevê retorno ao UFC em outubro e quer Ferguson Por Diego Ribas Um dos duelos que mais frustrou os fãs de MMA por não ter saído do papel neste ano sem dúvidas foi o encontro entre Khabib Nurmagomedov e Tony Ferguson. A luta estava agendada para ser uma das ótimas atrações do UFC 209, realizado em março, mas foi cancelado de última hora por conta de problemas médicos do russo. Ainda se recuperando, Nurmagomedov falou com o site ‘ToFight.ru’ e deu uma previsão de quando deverá retornar ao octógono. O russo também preferiu não dar certeza sobre qual será o seu oponente, mas ele ainda espera enfrentar Ferguson pelo cinturão interino dos leves (70 kg). “Na questão da saúde, eu estou perto de ficar completamente reabilitado. Vou começar a treinar em algum momento no meio de junho. O retorno está planejado para outubro, porque eu preciso de quatro meses de treinamento completo. Quanto à luta, tenho 90% que vou lutar para o cinturão interino”, afirmou o russo. Apesar de apontar para o equilíbrio atual dos leves, Nurmagomedov garantiu não ver muito sentido em encarar outro rival que não seja o americano. Vale lembrar que o russo é o número um no ranking dos desafiantes e Ferguson é o segundo na categoria dominada por Conor McGregor. “Na verdade, agora a divisão dos leves do UFC é uma das mais competitivas. Neste caso, tem vários lugares que poderão lutar pelo título em um futuro próximo. Quem eu vou lutar lutar ainda não se é sabido, mas claro que eu vou insistir em lutar com o Tony Ferguson porque agora eu não vejo outro desafiante e não quero lutar com ninguém além dele”, concluiu.
  7. Dana White coloca em xeque retorno de McGregor ao UFC após Mayweather Twitter Um dos assuntos que mais movimenta o dia a dia do mundo das lutas é o possível confronto entre Floyd Mayweather e Conor McGregor em um duelo de boxe. E não há dúvidas de que, se realmente sair do papel, esse confronto vai render uma excelente quantia aos bolsos tanto do americano quanto do irlandês. Agora, e depois? Bem, no que depender da opinião de Dana White, presidente do UFC, é possível que não haja “depois” para Conor McGregor no mundo das lutas. Ao menos foi isso que o dirigente garantiu em entrevista ao canal ‘GGN News’, apresentado pelo rapper Snoop Dog. Dana foi bastante sincero ao falar sobre a possibilidade do duelo e garantiu que enxerga uma grande chance de McGregor não voltar a lutar se esse combate realmente acontecer. Isso porque o mandatário do Ultimate calcula que o seu atleta poderá ganhar até 75 milhões de dólares (cerca de R$ 245 milhões), quantia suficiente para não precisar mais se dedicar aos treinos e sacrifícios diários de um atleta de MMA. “Outro problema é que se essa luta acontecer mesmo, Conor pode fazer até 70 ou 75 milhões de dólares… Como você volta a lutar por oito, nove ou dez milhões de dólares? Ele é um garoto esperto, mas pode nunca mais voltar a lutar. Quando você está no negócio de lutas, você tem que estar com fome e motivado. E é difícil você voltar a tomar soco na cara depois de ter 75 milhões de dólares na conta”, refletiu o dirigente. Dana White também foi questionado sobre qual a real intenção de McGregor ao desafiar Mayweather. Na visão do dirigente, o irlandês é movido a desafios e, claro, a parte financeira fala muito alto neste caso. “Acho que ele está faminto pelo Floyd por causa do dinheiro e ele também adora provar que as pessoas estão erradas. Eu o encontrei duas semanas atrás e se você conversa com esse cara ele vai te fazer acreditar que vai nocautear Floyd Mayweather”, concluiu. Apesar de considerar até perder sua maior estrela, na semana passada Dana White garantiu que o acordo entre UFC e McGregor já está finalizado para que o duelo aconteça. Agora, eles aguardam o lado de Floyd Mayweather para bater o martelo e definir uma data para a tão aguardada luta.
  8. Masvidal revela que ficou surpreso com a força de Demian Maia Por Diego Ribas No último dia 13 de maio, Jorge Masvidal e Demian Maia protagonizaram uma verdadeira batalha de três rounds no UFC 211 quando o brasileiro levou a melhor e saiu vitorioso por decisão dividida dos juízes. E, apesar de toda a experiência acumulada em mais de 40 lutas como profissional, ‘Gamebred’ admitiu que se surpreendeu com o jogo do multicampeão de jiu-jitsu. Durante uma entrevista no programa ‘The MMA Hour’ na última segunda-feira (22), Masvidal contou que ficou surpreso com a força física de Demian. Além disso, o americano rasgou elogios à meia-guarda do brasileiro que, na sua opinião, é mais do que diferenciada. “A força dele me surpreendeu, ele é bem forte, definitivamente o cara mais forte que eu já enfrentei dentro do cage. E a meia-guarda dele também me surpreendeu. Eu já rolei com diversos campeões mundiais e campeões do ADCC e nunca vi nada igual. A meia-guarda dele é única. Quando você está na meia-guarda dele, você se sente ameaçado o tempo inteiro”, elogiou. Apesar de ter tido bons momentos no combate e ter chegado perto da vitória na decisão dividida dos juízes – que foi questionada por alguns fãs -, Masvidal admitiu que Demian teve maior controle do duelo durante os três rounds. Contudo, o americano apontou que ele causou mais danos ao brasileiro. “Se estamos falando de dano, com certeza, sinto que ganhei a luta. Mas, controle é uma parte muito grande do jogo. As pessoas falaram que eu fui roubado e isso e aquilo, mas eu entendo o lado do Demian. Você não pode esperar que, do nada, ele vire um trocador. Ele sempre foi quem ele é e ele não mudará da noite para o dia. Controle faz parte do jogo e eu não consegui controlar a luta da forma que eu faço geralmente”, afirmou, antes de revelar que planeja fazer uma revanche com o brasileiro. “Queria lembrar a todos que eu pedi essa luta porque era a mais difícil que eu poderia conseguir, assim como a luta contra o Cowboy [Cerrone]. Essa era a luta mais dura e a luta que eu poderia me provar mais. Não terminou 100% do jeito que eu queria, mas eu não vejo a hora de enfrentar o Demian de novo. Eu e ele teremos que fazer isso novamente, a luta foi muito apertada”, declarou. Com a derrota, Masvidal interrompeu uma sequência de três triunfos consecutivos no octógono. Aos 32 anos de idade, Gamebred coleciona na carreira um cartel com 32 triunfos e 12 reveses.
  9. Woodley sonha lutar com Diaz e GSP, e acha que Demian não é valorizado Campeão dos meio-médios do UFC, no entanto, também critica Georges St-Pierre por ter preferido enfrentar Michael Bisping a voltar para a divisão que já dominou Por Combate.com Admirador e crítico. Esse é o duplo papel de Tyron Woodley, atual campeão dos pesos-médios do UFC, com relação a Georges St-Pierre. O canadense, que dominou a categoria por muitos anos, é visto como a luta dos sonhos por Woodley, que não teria dúvidas em escolher enfrentá-lo antes de qualquer outro adversário. Para o dono do cinturão, no entanto, St-Pierre foi infeliz, ou, em suas palavras, "fez uma opção covarde" ao preferir disputar o cinturão dos pesos-médios contra Michael Bisping ao invés de tentar retomar o cinturão que já foi seu diante de Woodley e seu retorno ao UFC. - Georges St-Pierre sempre será a melhor luta que eu poderei ter, não importa a bolsa ou a cidade. Pode ser em Montreal, pode ser por US$ 100 mil. Seja na situação que for, será sempre a melhor luta. Ele foi o melhor do mundo. Se ainda quiser competir, seu nome sempre estará na minha cabeça. Jamais poderei dizer que sou o melhor do mundo sabendo que ele ainda quer lutar. Seu nome terá sempre preferência sobre qualquer outro. Hoje eu sou o melhor peso-meio-médio do mundo, e acho que Georges St-Pierre deveria ter voltado para lutar comigo, na nossa categoria. Lutar contra Michael Bisping, na minha opinião, foi uma opção covarde, para enfrentar um cara que não tem a habilidade de deixá-lo inconsciente, como eu, Johnny Hendricks ou Robbie Lawler temos. Foi por isso que ele quis subir de categoria - disse o lutador, em entrevista ao programa "MMA Hour". Além de St-Pierre, outro nome que chama a atenção do campeão é Nick Diaz. Para Woodley, o legado e a força de Diaz como lutador e o seu jeito autêntico, que arrasta fãs por todo o planeta, fariam da luta entre os dois um espetáculo que agradaria em cheio ao público do MMA, além de poder dar ao atual campeão a sua primeira grande rivalidade no esporte. - Uma luta interessante, que poderia produzir talvez a minha primeira grande rivalidade, com tensão na coletiva de imprensa, seria contra Nick Diaz. Na minha opinião, ele está entre os cinco maiores pesos-meio-médios da história, por tudo que fez pelo esporte, e como mantém o interesse das pessoas sobre si. Ele sempre foi ele mesmo, e depois se tornou um personagem verdadeiro. Ele pode ser assim sempre, porque aquele é ele mesmo. Eu o respeito e respeito o que ele fez pelo MMA. Essa é outra luta que me anima. Não vejo como vencer Demian Maia colocaria um brilho a mais no meu cinturão, como vencer esses dois colocaria. Mas e quanto a Demian Maia? Para Tyron Woodley, o brasileiro não tem o crédito que merece, muito por conta da cultura do MMA, que não valoriza o seu estilo de luta e nem o jiu-jítsu como pedra fundamental do UFC. - Agora, verdade seja dita: Demian Maia tem 19 vitórias no UFC, não é isso? Esse cara levou uma luta contra Anderson Silva para a decisão. Ele conseguiu sete vitórias seguidas. Como se consegue fazer isso sem que haja um estardalhaço? Já pensou nisso? Esse é o nosso esporte. Nosso esporte não permite que o jiu-jítsu, que é a pedra fundamental do UFC, seja valorizado. Seu estilo não é respeitado, não é algo que as pessoas queiram ver. Foi por isso que ele conseguiu sete vitórias seguidas contra os tops da categoria e não teve nenhum crédito. A culpa não é minha, não fui em quem fiz isso. Para Tyron Woodley, se Stephen Thompson o tivesse vencido e fosse o atual campeão, não há dúvida de que George St-Pierre teria escolhido enfrentá-lo, por ser uma luta que o campeão define como sendo "a mais segura para o seu retorno". - Se Stephen Thompson tivesse me vencido, garanto que a luta de retorno de GSP ao UFC seria contra ele, que tem o mesmo estilo de lutador de caratê que ele já viu um milhão de vezes, que treinou com ele, que não tem o poder de nocautear com um só golpe, e que não vai finalizá-lo e nem defender suas tentativas de queda. Seria a luta mais segura possível. Por isso me surpreendeu que Georges tenha decidido subir de categoria para enfrentar um cara que vem vencendo suas lutas, um campeão dominante e que quer fazer uma luta interessante. Fiquei surpreso. Mas seu eu tiver que enfrentar Demian Maia ou Georges St-Pierre, qualquer um deles terá o que merece contra mim. Estou muito feliz por estar aonde estou.
  10. Bethe Correia garante que viu “insegurança” em Holly Holm durante encarada Por Diego Ribas Como de costume, Bethe Correa mantém seu estilo direto e provocador sempre que perguntada sobre as atletas contra quem medirá forças no octógono. Assim como aconteceu antes de enfrentar Ronda Rousey na disputa pelo cinturão peso-galo (61 kg) em 2015, ‘Pitbull’ não minimizou seu discurso para analisar Holly Holm, ex-campeã da categoria com quem duelará no combate principal do UFC Singapura, no próximo dia 17 de junho. Depois de ficarem frente a frente na coletiva realizada no último final de semana, o clima de tensão entre elas ficou evidente quando as atletas não posaram para fotos dos jornalistas e preferiram trocar a encarada mais longa do evento realizado para anunciar as próximas lutas do semestre. E a chance de ficar a poucos centímetros da rival pareceu dar ainda mais confiança à brasileira. “Eu não corro da encarada, né? Até estranhei da parte dela, porque a Holly sempre foi uma atleta que respeita muito o adversário, é muito tranquila. Acho que ela quis me intimidar, e isso mostra que quem está insegura e com medo é ela. É uma responsabilidade muito grande para cima dela, é ela que vem de derrota, é ela que é a favorita e é superestimada. O povo quer ver o desempenho dela no MMA acima do normal, e ela não consegue passar isso nunca em nenhuma luta dela”, analisou em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight. Ao ser questionada sobre o que sentiu ao olhar nos olhos da futura adversária, Bethe aproveitou para provocar a americana, ex-campeã mundial de boxe em diversas categorias. Afinal, enquanto a brasileira é famosa por protagonizar encaradas tensas e emocionantes, Holly é adepta de uma postura mais amena e quase sempre respeitosa em relação às rivais. “Senti uma mulher que está bastante insegura. Não adianta ela dizer que está bem, que está levando na diversão e que quer voltar a treinar com tranquilidade porque não é verdade. Ninguém que vem de três derrotas em um evento grande desse, sendo cobrada e que faz as lutas principais não tem condições de estar normal. Se ela está dizendo que está normal, essas derrotas fazem com que ela aprenda. Ela está mentindo para ela mesma, porque ninguém fica assim”, ressaltou. Com três derrotas em sequência, Holly passou a ser alvo de críticas de demais competidoras da sua divisão, o que lhe rendeu o apelido de ‘Buster Douglas’ do MMA. O nome em questão é o do ex-boxeador que tirou a invencibilidade de Mike Tyson em uma das maiores zebras da história do boxe. Depois do triunfo ele não manteve o nível esperado nos ringues. “Para mim, ganhar da Ronda foi o único desempenho bom que ela teve”, provocou. “O resto foi tudo mediano, nada do que era esperado pelo público e pelo UFC. Ela sabe disso, falei apenas a verdade. Isso não é promoção de luta, nada de eu querer me exaltar ou provocar alguém, falei apenas a verdade. Essa verdade deve ter doido nela, e a verdade dói as vezes. Acho que ela vai mais uma vez lutar comigo e tentar se encaixar no MMA. Talvez dê certo, talvez não. Mas acredito que, para o MMA, estou mais pronta do que ela”. Em meio a esse tiroteio de declarações, Holly inclusive chegou a declarar que as provocações de Bethe não a afetavam. No entanto, ao ver a reação da pugilista durante a encarada, Bethe garante que suas palavras tiraram do série a americana. “Eu não, eu tenho certeza. As vezes a verdade dói. As vezes ela está em uma academia em que estão passando a mão na cabeça dela, e isso vai deixá-la ainda mais superestimada. Tanto é que ela volta muito rápido de uma luta para a outra, ela não para e pensa nos seus erros. Ela ganhou títulos aí no boxe, só que MMA é diferente. MMA a parada é outra, e ela está aí tentando juntar as peças e se encaixar no MMA”, completou.