Eder Jofre55

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  1. Edgar vai fazer luta principal do UFC Denver contra Zumbi Coreano Presidente do Ultimate, Dana White confirma o embate válido pelo peso-pena como o principal desta edição, que marca as comemorações dos 25 anos da companhia Combate.com O aniversário de 25 anos do Ultimate, que será comemorado no dia 10 de novembro, no UFC Denver, terá Frankie Edgar e Chan Sung Jung, o "Zumbi Coreano", na luta principal. A informação foi confirmada por Dana White, presidente da organização, segundo publicação da "ESPN" americana, na sexta-feira. Ex-campeão dos leves, Edgar vem de vitória por pontos contra Cub Swanson, em abril. "The Answer" integrará mais uma edição histórica da franquia - ele participou do UFC 200, em julho de 2016. Após hiato de quatro anos, o "Zumbi Coreano" retornou em grande estilo ao octógono, em fevereiro de 2017, quando nocauteou Dennis Bermudez em apenas 2m49s. O asiático já disputou o cinturão dos penas assim como Edgar - ambos foram derrotados pelo brasileiro José Aldo.
  2. Pra mim não tem nada de segundona dvd1975 ,excelente matéria ,não consegui ler tudo ainda (efeito Eisenbahn Strong ,rsrs) acho que rende um bom debate ,valeu por ter postado!
  3. Santiago Ponzinibbio desafia Rafael Dos Anjos para duelo no UFC Argentina Ag: Fight Santiago Ponzinibbio estrelaria o primeiro evento do UFC na América do Sul fora do Brasil, que aconteceu no Chile, em maio. Uma lesão na mão, porém, impediu o argentino de lutar. Mas o ‘Gente Boa’ ganhou uma nova oportunidade: o Ultimate confirmou, semana passada, que estará em seu país natal em novembro, e, naturalmente, ele é favoritíssimo a encabeçar o card, que ao que tudo indica deve ser realizado na cidade Buenos Aires. Nesta sexta-feira (20), o lutador usou as redes sociais para desafiar Rafael dos Anjos, número 3 da divisão dos meio-médios (77 kg). É praticamente certo que Ponzinibbio fará a luta principal do evento, uma vez que o UFC só tem dois lutadores argentinos sob contrato e o ex-TUF Brasil é o décimo colocado no ranking de sua categoria. O outro atleta do país dentro do Ultimate é Guido Cannetti, que lutou no UFC Chile, vencendo Diego Rivas por decisão unânime. Santiago, que fez seu último combate em dezembro de 2017, derrotando Mike Perry, tem agora a oportunidade de subir no ranking caso Dos Anjos aceite o desafio. “O UFC retorna para a América do Sul em 17 de novembro. Vamos fazer história, @rdosanjosmma. Será uma honra dividir o octógono com você”, escreveu Ponzinibbio (veja abaixo ou clique aqui). Na verdade, o Ultimate fará, antes do show na Argentina, uma outra escala no continente: em 22 de setembro, haverá um evento no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. O atleta argentino, de 31 anos, está em uma sequência invicta de seis lutas. Desde que foi nocauteado por Lorenz Larkin, em 2015, enfileirou Andreas Stahl, Court McGee, Zak Cummings, Nordine Taleb, Gunnar Nelson e Mike Perry.
  4. Falei mais de zoeira mesmo ,não dá pra levar a sério do jeito que está essa bagunça hoje em dia ,com certeza que teria que ser no mesmo peso ,mesmo assim não faltariam críticas pelo fato do Conor ter lutado em pesos menores ,esse detalhe não fazer parte dos exemplos que eu citei do Cormier ,GSP e Conor não tornam as situações menos bizarras , é claro que sempre vai ter entendido pegando ar e achando absurdo os rumos que o (pseudo) esporte está tomando e alguém falar esse tipo de coisa , faz parte ...
  5. Ambos estão certos nessa situação ,Dana está defendendo o dele ,a empresa tem que lucrar e ele está nessa função pra fazer isso acontecer ,burrice é não colocar alguém de stand by em cards numerados e deixar isso claro para o campeão e desafiante ,acho que vale até para o publico em geral , caso não seja necessário arranja uma luta logo para o cara não perder o camp que já fez ! Ortega está 100% certo , lutar pra salvar card e não sair do lugar em caso de vitória ,continuaria invicto e esperando a luta pelo cinturão quando o Holloway voltar ,cinturão linear já anda desvalorizado,interino então ... caso perca é só prejuízo !
  6. Cormier defender cinturão contra Shogum e Lesnar pode porque ele está pra se aposentar , GSP voltar da aposentaria pra lutar contra o Bisping pode porque ele fez muito na 77 , Conor disputar um segundo cinturão sem defender o primeiro pode porque ele vende muito .... Não vejo absolutamente nada de mais o Anderson querer o Irlandês ,que inclusive já disse que bateria até em pesado , luta excelente entre dois strikers habilidosos , Dana aprova com certeza , prevejo muitos caminhões da Brinks depositando os lucros dessa luta ,assistiria amarradão e viva o circo!
  7. Glover rebate opção de Cormier por ‘Shogun’ e não descarta lutar nos pesados Felipe Paranhos Glover Teixeira é o número 3 na categoria dos meio-pesados (93 kg) do UFC. Maurício Shogun, o número 8. Apesar disso, foi Shogun quem o campeão da divisão, Daniel Cormier, citou quando questionado sobre sua próxima defesa de cinturão. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, Glover destacou a história do compatriota, mas alegou ser um desafiante mais apropriado para ‘DC’. Shogun vive um momento raro na carreira, com três vitórias consecutivas, o que não acontecia desde 2007. No entanto, está cinco postos abaixo de Teixeira, que alterna, desde 2016, vitórias contra adversários de menor expressão e derrotas contra rivais do top 5. A maior atividade do mineiro, porém, tem contado a seu favor: ele fez cinco lutas nos últimos dois anos; Maurício fez duas. Para Glover, este é um dos fatores que o colocam como potencial desafiante caso vença Corey Anderson, neste domingo (22), em Hamburgo (ALE). “O Shogun é uma lenda, tem um nome. É uma lenda do esporte. O que ele fez… O Cormier quer lutar com ele por causa disso. Mas, com certeza, eu estou mais na ponta, mais adiante que o Shogun. Quem sabe o Dana White não coloca uma luta entre a gente, se o Cormier voltar para o meio-pesado”, declarou. O lutador, que disputou uma vez o título da categoria, em 2014, sendo derrotado por decisão por Jon Jones, afirmou que não vai esmorecer se não conseguir o title shot após uma eventual vitória contra Corey. “É continuar lutando, né, cara. Claro que eu gostaria de lutar pelo cinto, mas o negócio é continuar lutando. A estratégia é estar sempre ativo, se manter lutando e estar nesse jogo, esperar oportunidade”, falou. Segundo Glover, porém, uma visita à categoria dos pesados não está descartada. O mineiro, que lutou na divisão quando estava no Brasil, disse que uma boa proposta pode fazê-lo tentar a sorte entre os gigantes. “Depende da luta. Se for uma luta que faça sentido, uma luta boa… Por exemplo, uma luta com o Cormier eu faria, claro”, afirmou. Teixeira lutou pela última vez em dezembro do ano passado, contra Misha Cirkunov, derrotando o letão por nocaute. No UFC Hamburgo, ele enfrentaria Ilir Latifi, mas o sueco se lesionou e teve de deixar o confronto.
  8. Anderson cita McGregor como possível rival e pensa em revanche com Nick Diaz Após ter pena anunciada por doping e poder voltar a lutar em novembro, ex-campeão dos médios do UFC revela que tem mais três lutas no contrato e que ideal seria encerrar a carreira no Ultimate Zeca Azevedo Anderson Silva nunca foi de fazer desafios a possíveis rivais. O ex-campeão peso-médio do UFC sempre esteve do outro lado, mais acostumado a ser desafiado e a se colocar a prova contra adversários que queriam colocar no currículo uma vitória contra ele. Na última quarta-feira, “Spider” teve anunciada a suspensão de um ano por doping, o que lhe permite voltar a lutar a partir de 11 de novembro. No horizonte, como possíveis adversários, cita apenas dois nomes: Conor McGregor e Nick Diaz. Sobre o primeiro, não crê na possibilidade, mas acha viável o duelo com o segundo deles. + Anderson Silva exorciza fantasma do doping: "A verdade foi esclarecida" - Nunca tive essa coisa de falar com quem eu gostaria ou com quem não gostaria (de lutar), acho que a única pessoa que falei em algum momento que gostaria de lutar, de me testar, foi com McGregor, mas acredito que ele não bata 83kg (no peso-médio). Não tenho ninguém em mente, nunca tive essa pretensão de desafiar ninguém. Agora é aguardar. Uma luta que provavelmente seria interessante de ver seria eu e o Nick Diaz novamente, porque aquela luta deu “no contest”. Mas não depende de mim, depende do Nick, do UFC, de muitas outras coisas envolvidas - afirmou o lutador de 43 anos, em entrevista exclusiva ao Combate. Perguntado sobre a divisão dos médios atualmente, categoria onde reinou de 2006 a 2013, Anderson fez elogios ao dono do cinturão Robert Whittaker. No entanto, ressaltou que ainda há muito o que o australiano fazer para se consagrar. - São atletas que têm um grande futuro dentro do esporte. O Whittaker é merecedor de estar como campeão. É um garoto novo que está aprendendo muita coisa, e passando por algumas provas de fogo para que se consagre dentro do UFC. Todos os atletas, desde os pesos mais leves aos mais pesados, são de nível. O UFC tem os melhores. Anderson Silva fez sua última luta em fevereiro de 2017, quando venceu Derek Brunson (Foto: Getty Images) Anderson disse que após o anúncio da decisão da USADA (Agência Antidoping dos EUA) ainda não conversou com o Ultimate. Porém, já deixou claro que uma possível luta terá que se adaptar aos compromissos que têm longe do octógono. Lutar deixou ser uma prioridade na sua vida. - Minha vida não parou, continuei fazendo minhas coisas, trabalhando na minha empresa, fazendo meus projetos de cinema, então tenho vários projetos em andamento. Não sei ainda quando vou voltar, tenho vários compromissos com Netflix, com outras empresas na área de cinema, então vamos ver toda a agenda e ver quando vai ser possível lutar. A luta é uma coisa que amo muito, mas não é mais 100% prioridade. É uma coisa que amo fazer, mas que agora é por amor e hobby. Como sempre foi, mas agora mais ainda. Sem lutar desde fevereiro de 2017, quando venceu Derek Brunson por decisão unânime, Anderson Silva admite uma relação conturbada com o presidente do UFC, Dana White, mas não se vê em outra organização. Com mais três lutas no atual contrato com a organização, ele acredita que terminaria a carreira lutando no Ultimate, mas também não fecha as portas para outras oportunidades. - Tenho uma ligação muito boa com o UFC, apesar de bater de frente com o Dana em alguns aspectos. Isso todo mundo sabe, bato de frente mesmo. Não posso reclamar absolutamente de nada. Sou bem tratado lá, toda a estrutura do UFC sempre foi muito generosa comigo. Gostaria de terminar a minha carreira com uma boa relação com o UFC. Não sabemos o que vai acontecer daqui para frente, não falei com o Dana, nem com ninguém do UFC. Vamos ver o que vai acontecer nos próximos capítulos dessa situação toda, mas é aquele negócio: eu gosto de lutar, amo lutar, seja no UFC ou em qualquer outro evento, desde que a gente entre num comum acordo em relação a contrato. Num mundo perfeito, seria legal continuar no UFC, porque é uma empresa que venho lutando há alguns anos. Espero que dê tudo certo. Anderson Silva ainda não tem em mente uma data para se aposentar (Foto: Evelyn Rodrigues) Anderson também não tem em mente uma data para largar as luvas. Atuando como lutador profissional há 20 anos, desde sua estreia contra Fabrício Camões em 1998, ele se diz fisicamente em alto nível. - Em relação à idade, não influencia em absolutamente nada, continuo treinando em alta performance, continuo treinando de igual para igual com todos os atletas com quem treino todos os dias. Treino com atletas mais novos que estão no UFC, como o Kalil Rountree, que acabou de ganhar no UFC. Estou sempre treinando com a rapaziada, tentando me testar em alto nível. É aguardar e esperar o que o UFC vai decidir e ver com minha equipe, e ver o que vai valer à pena. Em 2013, quando perdeu o cinturão para Chris Weidman, Anderson Silva começou a falar sobre aposentadoria. A pressão era grande por parte da família. O mesmo assunto voltou quando fez a revanche com o americano e fraturou a tíbia e quebrou a fíbula. E mesmo depois de voltar e lutar com Nick Diaz, esposa e filhos o pediam para parar. Hoje, ele garante que todos já compreendem seu desejo de seguir adiante. - Depois da minha lesão, a gente conversou muito, expliquei tudo o que estava acontecendo em relação a minha vida, o que eu sentia em relação à luta e todos entenderam, sabem que é uma coisa mais forte do que eu, está dentro do meu coração. Apesar da minha vida ter tomado outras direções - estou com minha empresa crescendo muito, trabalhando na indústria de cinema, projeto com Netflix, roteirizando meus filmes -, ainda gosto de lutar, tenho essa paixão, esse desejo. Tudo vai se encaixar de acordo com essa minha vida de fora da luta, com a minha empresa, com os compromissos fora da luta. Vamos ver se a gente consegue adaptar e fazer as duas coisas.
  9. Shogun lamenta lesão de Oezdemir, mas admite: "abre vaga" por disputa do título Peso-meio-pesado brasileiro lamenta lesão do suíço, mas se anima com possível chance de desafiar Cormier se vencer Anthony Smith no domingo, no UFC Hamburgo Adriano Albuquerque Buda Mendes/Getty Images O mundo do MMA dá voltas rápidas. Que o diga Maurício "Shogun" Rua. Questionado pela imprensa e pelo público durante a primeira metade da década, o peso-meio-pesado curitibano vive, aos 36 anos de idade, sua melhor sequência no UFC, com três vitórias consecutivas. O ex-campeão da categoria deveria enfrentar o suíço Volkan Oezdemir, segundo colocado do ranking, no próximo domingo no UFC Hamburgo, na Alemanha, mas Oezdemir foi deslocado para o UFC 227, em 4 de agosto, no qual enfrentaria o sueco Alexander Gustafsson por um provável lugar como desafiante número 1 da divisão. Oezdemir, porém, sofreu uma lesão nesta semana e foi forçado a desistir da luta contra Gustafsson em agosto. Com isso, a luta de Shogun no domingo contra o substituto do suíço, Anthony Smith, recuperou um tanto de seu prestígio. O Ultimate busca um novo adversário para Gustafsson, primeiro do ranking, mas o brasileiro tem uma excelente oportunidade de saltar à sua frente na corrida por uma disputa de cinturão contra o atual campeão, Daniel Cormier. - Eu acho que é uma vaga a mais na categoria. Eu não sei qual foi a lesaão do Oezdemir, mas é muito triste um lutador se machucar. Não sei te dizer, mas é muito triste. Mas abre uma vaga na categoria, com certeza. Eu tenho que vencer bem. Acredito que, se vencer bem esta luta, eu vá ter a chance de disputar o cinturão - ponderou Shogun em entrevista por telefone ao Combate.com. Shogun, inclusive, foi mencionado nominalmente e diretamente por Cormier numa entrevista recente, quando questionado sobre quem poderia ser seu próximo adversário. "DC" conquistou o cinturão também dos pesos-pesados no início do mês e criou uma expectativa por uma luta sua contra o ex-campeão dos pesados Brock Lesnar, mas como este só poderia ser liberado no ano que vem por causa de questões relacionadas ao controle antidoping, Cormier, que pretende manter os cinturões de ambas as categorias, propôs defender o título meio-pesado no ínterim. - Eu fiquei muito feliz com o que ele falou, mas é lógico que meu foco está no domingo. Não posso disputar o cinturão se não vencer o Anthony Smith, um atleta duríssimo. Vou focar no Smith 100% - comentou Shogun, que também não está totalmente convencido que Cormier lutará novamente na categoria, o que poderia resultar na sua destituição do título. - É uma boa pergunta. Ele pesou 114kg, é bastante, mas acredito que ele consegue baixar sim. Tem que ver qual categoria ele vai escolher. Entendi que ele quer ficar nas duas, mas aí é com o UFC, não posso opinar nada. A atenção, por ora, é toda em Anthony Smith, um gigante de 1,93m de altura e 1,97m de envergadura, que vem de um nocaute impressionante contra outro ex-campeão, Rashad Evans. Por sorte, Shogun já estava se preparando para enfrentar outro adversário grande e trocador - Oezdemir, de 1,88m de altura e 1,91m de envergadura, é original do kickboxing - e o ajuste nos treinos não foi tão dramático. - Eu treinei bastante para lutar muay thai seja com quem for. A luta é MMA e vou buscar a luta onde estiver melhor para mim, seja em pé ou no chão. Vou buscar o que estiver melhor para mim - analisou. O Combate transmite o UFC Hamburgo ao vivo e com exclusividade neste domingo a partir de 11h20 (horário de Brasília). O Combate.com acompanha em Tempo Real e exibe as duas primeiras lutas do card preliminar em vídeo ao vivo. Confira o card completo: UFC Hamburgo 22 de julho de 2018, na Alemanha CARD PRINCIPAL (a partir de 15h de Brasília): Peso-meio-pesado: Maurício Shogun x Anthony Smith Peso-meio-pesado: Glover Teixeira x Corey Anderson Peso-médio: Vitor Miranda x Abu Azaitar Peso-pesado: Marcin Tybura x Stefan Struve Peso-leve: Nasrat Haqparast x Marc Diakiese Peso-meio-médio: Danny Roberts x David Zawada CARD PRELIMINAR (a partir de 11h30 de Brasília): Peso-leve: Nick Hein x Damir Hadzovic Peso-meio-médio: Emil Meek x Bartosz Fabinski Peso-pena: Khalid Taha x Nad Narimani Peso-meio-pesado: Justin Ledet x Aleksandar Rakic Peso-galo: Davey Grant x Manny Bermudez Peso-meio-pesado: Jeremy Kimball x Darko Stosic Peso-galo: Damian Stasiak x Pingyuan Liu
  10. Eder Jofre55

    Cyborg afirma que Amanda está liberada pelos médicos

    Opa! Mudança de planos? Combate.com Cris Cyborg publica um post com uma imagem de Amanda Nunes numa bicicleta e escreve (em inglês): "Acabei de receber uma ligação do UFC. Amanda Nunes está liberada pelos médicos #CyborgLivre #UFC228". Verdade ou provocação? Isso significa que a superluta acontecerá em setembro, como é o desejo de Cyborg? A ver...
  11. Travis Browne cogita migrar para a WWE e revela: “Ronda nunca esteve tão feliz” Diego Ribas Marido de Ronda Rousey, Travis Browne deu indícios do que pode vir a ser uma possível parceria do casal dentro dos ringues. Atual lutador do UFC, o peso-pesado declarou ao site ‘TMZ Sports’ que não descarta a possibilidade de atuar na WWE (maior liga de telecatch do mundo), empresa na qual sua esposa virou estrela. Apesar de cogitar uma carreira no pro-wrestling, Browne garantiu que este não é o momento ideal, uma vez que ele possui vínculo com o UFC. No entanto, o americano revelou que adoraria trabalhar com sua esposa na WWE. “Agora é a vez da Ronda de brilhar na WWE, ela está arrasando, conquistando o mundo, assim como fez no UFC, só que agora na WWE. Eu nunca diria não para a possibilidade de ir lá e lutar wrestling, adoraria trabalhar com a minha esposa. Seria muito divertido [sobre a possibilidade de lutar em dupla com Ronda]”, opinou o peso-pesado. Ronda fez história e abriu as portas para o MMA feminino dentro do UFC ao se tornar a primeira mulher – ao lado de Liz Carmouche – a lutar na organização, e também figurar como a única lutadora no Hall da Fama. Entretanto, seu marido descarta um possível retorno de sua esposa ao Ultimate. “Para ser honesto, eu amo vê-la feliz, e eu nunca a vi tão feliz quanto agora. Ela está realmente curtindo o que ela faz, e eu não trocaria isso por nada no mundo”, revelou o americano. Uma mudança de rumos na carreira faria sentido para Travis, já que ele não vive bom momento dentro do UFC. Em suas últimas quatro lutas na organização, foram quatro derrotas. Além do mais, uma possível dupla com sua esposa dentro dos ringues seria um divisor de águas e atrairia olhares dos fãs de telecatch ao redor do mundo.
  12. Anderson Silva abre as portas para possível luta com St-Pierre: “Tudo é possível no UFC” Diego Ribas Julgado pela USADA (agência antidoping americana) e condenado a passar um ano longe das competições, Anderson Silva estará liberado para voltar ao octógono a partir de novembro deste ano e seu próximo oponente pode até mesmo ser um outro ex-campeão dos médios (84 kg): Georges St-Pierre. Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, ‘Spider’ confirmou que existe a possibilidade de ocorrer o combate contra o canadense, superluta que por anos foi ventilada dentro da organização. St-Pierre não luta desde novembro, quando tomou de Michael Bisping o cinturão da categoria dos pesos-médios, divisão que foi dominada por Anderson entre os anos de 2006 e 2013. Aproximadamente um mês depois da vitória, o canadense, também um ex-campeão dos meio-médios (77 kg), abdicou do título para tratar um problema de saúde do qual afirmou já estar recuperado. Quando indagado sobre a hipótese do duelo com St-Pierre, o brasileiro, apesar de não descartá-la, foi sucinto nas palavras, e aproveitou para fazer breve análise da última aparição de ‘GSP’ no octógono. “Tudo é possível no UFC. Eu acho que as decisões têm que ser tomadas no momento certo. Se não lutarmos, é porque realmente não deveria ter acontecido. [Quanto à luta com Bisping] Acho que ele teve uma boa estratégia, fez uma boa luta. Ambos são grandes lutadores”, declarou. Dono de um cartel como lutador profissional de MMA com 34 vitórias e oito derrotas, Anderson Silva, mesmo aos 43 anos, ainda deseja continuar no UFC. Em sua última apresentação, o veterano venceu Derek Brunson por decisão dos jurados. Georges St-Pierre, um pouco mais novo, possui 37 anos e histórico de 26 vitórias e apenas duas derrotas na carreira.
  13. Ortega revela conversa tensa com Dana após o UFC 226: "Ele estava de mau humor" Desafiante número um ao cinturão dos pesos-penas conta os bastidores de sua recusa em enfrentar qualquer lutador que não Max Holloway e deixa claro que não pensa em título interino Combate.com Não foi fácil a conversa entre Brian Ortega e Dana White nos bastidores do UFC 226, que aconteceu em Las Vegas no dia 7 de julho. Logo após a saída de Max Holloway da luta que valeria o cinturão dos pesos-penas, Ortega foi chamado para uma reunião com Dana White, na qual o presidente da organização o ofereceria um novo adversário. O lutador revelou, em entrevista ao podcast "Below the Belt", que a conversa foi tensa pelo mau humor do dirigente e também por conta de sua recusa em enfrentar um novo rival, e que teve todo o apoio de sua equipe na decisão tomada. Brian Ortega revelou os bastidores de sua conversa com Dana white no UFC 226 (Foto: Adriano Albuquerque) - Todos no meu time estavam na mesma página. Isso nunca aconteceu na história da nossa equipe. É sempre um cara dizendo "Eu acho que você deveria aceitar a luta", e outro cara dizendo: "Não, você é um idiota!" E acabamos chegando a um acordo. Desta vez, eu entrei na sala e todos pensavam da mesma forma. Conversamos com Dana, e ele estava muito chateado. Ele estava de mau humor, uma luta tinha saído do evento, Daniel Cormier tinha acabado de cair no palco... Ele chegou à reunião e eu disse: "Não vou lutar. Com todo o respeito, eu aceitei lutar contra Thiago Tavares com duas semanas de antecedência, lutei com Frankie com três semanas de antecedência, e tentei lutar contra Khabib (Nurmagomedov) com seis semanas de antecedência. Não é uma questão de medo, nem que eu não vista a camisa da empresa. Eu acabei com todos que você colocou na minha frente, eu corto a cabeça de cada um que você coloca na minha frente e, como Conor McGregor diz, a coloco na sua porta da sua casa. Isso me rendeu uma chance pelo título e agora que estou aqui, por que ir para outro lugar que não em frente? Ortega confirmou a oferta dos nomes de Frankie Edgar e de Jeremy Stephens pelo cinturão interino da categoria, o que não o agradou, por considerar que o título de "campeão interino" não rende a quem o detém os mesmos benefícios financeiros dados aos campeões lineares, apenas o primeiro lugar na fila de desafiantes. - A oferta foi Frankie Edgar ou Jeremy Stephens. Eu disse que havia acabdo de lutar contra Frankie. Quanto a Stephens, eu quero lutar pelo título. Se você pensar bem, Renato Moicano derrotou Stephens, Cub Swanson derrotou Stephens e Edgar derrotou Stephens. Eu venci todos os três. Dana me respondeu: "Escute, apenas lute e nós vamos pensar em algo". E eu disse: "Não tem nada o que pensar. Eu quero Max Holloway ou eu quero o cinturão." Ele me disse: " Bem, vamos ver se podemos fazer um cinturão interino." Minha resposta foi: "Eu não estou lutando por um cinturão falso. Parece legal, mas não é o cinturão real. Não há dinheiro de verdade envolvido com isso. Não acontece nada em termos de ser um campeão. Você recebe algo que diz: "Eu sou o número um". Mas não é. O título interino só te garante o primeiro lugar na fila, mas eu já estou aqui! Você só quer colocar algo brilhante em volta da minha cintura para me fazer sentir melhor. Não, eu não vou fazer isso." Brian Ortega nocauteou Frankie Edgar no UFC 222 (Foto: Brandon Magnus/Zuffa LLC / Getty Images) Outro momento de desentendimento entre o lutador e o UFC aconteceu quando ele afirmou ter feito a sua parte em bater o peso e cumprir os compromissos de mídia estipulados pela organização, e ouviu que ainda havia um ponto a cumprir: lutar. - Eu apareci, estava cortando peso, fiz todo o trabalho de mídia. Até a mídia em espanhol eu atendi. Eu tive que fazer o dobro do trabalho por fazer tudo também em espanhol. Todos os lutadores saíram e eu ainda fiquei preso lá fazendo tudo em espanhol. Eu mostrei que eu vestia a camisa da empresa. Eu aceitei promover o que fosse preciso para essa luta, fiz horas extras enquanto estava morrendo de fome para atender a mídia. Eu apareci. Você não acha que vale alguma coisa? Mesmo se eu não levasse a luta, eu fiz a minha parte no negócio. Então eles responderam: "Bem, nosso acordo é te dar uma luta. Nós encontramos uma luta e você recusou. Nós fizemos o meu trabalho, e você não fez o seu. Seu trabalho é aparecer e lutar." Insatisfeito com o rumo que a conversa tomou e temendo ser colocado de lado pelo tempo que Max Holloway ficar impedido de lutar até passe por uma bateria complexa de exames para determinar a razão de ter tido problemas durante os seus últimos três cortes de peso, Ortega fez um apelo para o UFC retire o cinturão de Holloway caso ele fique um ano sem defendêlo, como determina a regra da organização, e lhe dê a chance de lutar pelo cinturão vago contra quem o evento quiser. - Eu quero o cinturão, não me interessa quem o tem. Se Max Holloway não puder lutar por mais seis meses ou um ano, isso significa que seria um ano inteiro sem que ele defendesse o título. Pelas regras, o UFC tem que tirar o cinturão dele. Eu quero lutar logo. Se ele não pode lutar, façam a roda girar e me dêem uma luta pelo título. Não importa contra quem. O problema nunca foi o adversário. Eu não me importo contra quem é. Apenas jogue-os na minha frente e deixe-me fazer o que tenho que fazer. Deixe-me conquistar o cinturão.
  14. Anderson Silva é punido com um ano de gancho e pode voltar a lutar em novembro Suspensão anunciada nesta quarta-feira pela USADA é retroativa a 10 de novembro de 2017, quando o ex-campeão dos médios foi notificado pelo teste positivo em exame fora de competição Combate.com Anderson Silva está liberado para voltar a lutar a partir do dia 11 de novembro. Em anúncio feito nesta quarta-feira pela USADA (Agência Antidoping dos EUA), o ex-campeão dos médios do UFC aceitou a suspensão de um ano. O período do gancho começa a contar em 10 de novembro de 2017, data em que o lutador foi notificado do exame positivo. Na ocasião, o lutador de 43 anos foi retirado da luta que faria com Kelvin Gastelum no UFC Xangai duas semanas depois. Conforme o Combate.com antecipou com exclusividade em fevereiro, Anderson Silva foi flagrado no exame antidoping por uso de testosterona sintética (metiltestosterona) e diurético e agente mascarante (hidroclorotiazida). Confira parte de nota da USADA: "A USADA anunciou nesta quarta-feira que Anderson Silva, de Palos Verdes, Califórnia, aceitou a suspensão de um ano por sua segunda violação do código antidoping da organização após ter resultado positivo para substâncias proibidas contidas em suplementos contaminados. Silva, de 43 anos, é o quarto atleta a aceitar a sanção prevista na Política Antidoping do UFC após o resultado positivo de um exame causado por uso de suplementos contaminados adquiridos junto a um laboratório brasileiro. Diferente de farmácias convencionais, que recebem seus produtos de fabricantes comerciais, os laboratórios preparam seus próprios medicamentos de acordo com especificações contidas nas prescrições feitas por escrito. Dessa forma, os laboratórios também produzem e vendem suplementos nutricionais. Mesmo com os atletas do UFC sendo repetidamente avisados que tais suplementos representam risco de contaminação, por possuírem em suas composições químicas também proibidas não listadas nos seus rótulos, como drogas perigosas, o laboratório que preparou os suplementos de Anderson Silva os vendeu como uma alternativa segura a medicamentos e suplementos para produção de massa muscular, e também alegou utilizar processos criados especificamente para eliminar a possibilidade de contaminação cruzada. Anderson Silva testou positivo para metabólitos de metiltestosterona 17α-methyl-5β-androstan-3α,17β-diol e 17α-methyl-5α-androstan-3α,17β-diol, e também para hidroclorotiazida, em um exame de urina fora do período de competição feito em 26 de outubro de 2017. A metiltestosterona é uma substância não especificada na categoria de "Agentes Anabólicos", enquanto a hidroclorotiazida é uma substância especificada da classe de "Diuréticos e Agentes Mascarantes". O uso de ambas as substâncias é proibido em qualquer momento pela Política Antidoping do UFC, que adotou a lista de substâncias proibidas pela WADA (Agência Mundial Antidoping). Após a notificação positiva de seu exame, Anderson Silva entregou à USADA uma amostra aberta do suplemento que ele estava utilizado na época. Apesar de nenhuma substância proibida estar listada no rótulo do suplemento, os testes conduzidos pelo laboratório credenciado pela WADA em Salt Lake City confirmou a presença de metiltestosterona e hidroclorotiazida no produto. Entretanto, no curso das investigações dos laboratórios brasileiros, a USADA listou diversos suplementos do mesmo laboratório que preparou o suplemento de Silva. A análise destes produtos pelo laboratório de Salt Lake City confirmou que eles estavam similarmente contaminados por substâncias proibidas, incluindo diversos agentes anabólicos e diuréticos. A Política Antidoping do UFC, assim como o Código Mundial Antidoping, determinam que se um teste positivo de algum atleta foi causado por um produto contaminado, a sua pena pode ser reduzida. Neste caso, a duração da sanção também reflete no fato de que é a segunda violação de Anderson Silva. Na primeira, a Comissão Atlética de Nevada decidiu aplicar uma suspensão de um ano após o atleta ser flagrado pelo uso de diversas substâncias proibidas. Se nenhuma redução tivesse sido aplicada por Silva ter sido vítima de produtos contaminados, a punição padrão por uma segunda violação envolvendo substâncias não especificadas seria a suspensão por quatro anos. A suspensão de um ano teve início no dia 10 de novembro de 2017, data na qual a suspensão foi imposta. Silva estará liberado para voltar às competições no fim da sua sanção, em 10 de novembro de 2018. De acordo com a Política Antidoping do UFC, todos os atletas suspensos por violação antidoping devem continuar disponíveis para serem testados, com o objetivo de receber crédito pelo tempo sob sanção".
  15. Eder Jofre55

    "Miocic não está errado, mas a sua revolta não vai ajudá-lo"

    Como todos os esportes o MMA (que pra mim nunca foi um esporte de fato ,flerta com isso ,mais ou menos ,dependendo do contexto) pode estar saturado ,ter chegado ao seu limite ou estagnado ,mesmo que momentaneamente ,assim como já aconteceu com várias outras modalidades . Não existe mais um GSP ,que tinha um país inteiro apoiando e era um campeão incontestável , um Anderson Silva que tinha um dos jogos mais plásticos e imprevisíveis dentro do octógono ,um Jones com seu estilo único e indecifrável ,entre tantos outros que fizeram história e ajudaram a consolidar o evento ! Campeões dominantes sempre ajudaram a consolidar qualquer evento , o único que se tem hoje é o DJ , monstro ,mas luta na categoria menos valorizada e vai varrer a categoria quantas vezes for necessária pra manter o título ! Somado a isso quando o UFC era dos Fertitas existia um certo modus operandi que dava pra ter uma ideia aproximada de como as coisas andariam ,hoje nem se sabe quem realmente manda e o que pensa ,Dana é só um testa de ferro que leva o ônus e o bônus por um monte de coisas que talvez ele nem tenha a ver ! Enquanto a concorrência não fizer nem cócegas no império atual essas bizarrices vão continuar acontecendo ,Miocic poderia ter defendido a cinta umas dez vezes que aparentemente não iria mudar nada ,ia ser tratado do mesmo jeito que foi !