Eder Jofre55

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  1. Cormier aponta Gustafsson ou St-Preux como desafiantes se Oezdemir não lutar Com problemas do suíço com a Justiça americana após briga e detenção, atual campeão dos meio-pesados já vislumbra novos rivais: "Se esse problema o fizer sair, então irei para o próximo" Por Combate Daniel Cormier não está disposto a esperar muito pelo suíço Volkan Oezdemir, que agora se vê envolvido em problemas com a Justiça americana depois de ser acusado de agressão na Flórida. O atual campeão meio-pesado do UFC admitiu a possibilidade de defender o cinturão diante de outros adversários caso Oezdemir não possa estar no octógono em breve, e citou outros nomes da divisão até 93kg. Cormier já tinha aceitado a luta contra o suíço no UFC 220, programado para o dia 20 de janeiro de 2018, em Boston. Em entrevista ao podcast “Anik & Florian”, Cormier disse ele teria prazer em lutar com o sueco Alexander Gustafsson - contra quem já lutou em 2015 - ou o americano de raízes haitianas Ovince Saint Preux. - Claro, eu lutaria com qualquer um desses caras. Não importa. Esse cara (Oezdemir) está com a série de vitórias mais longa na divisão (três), então ele estava pegando a luta pelo título, mas se esse problema o fizer sair, então irei para o próximo. Então, é claro que lutaria contra Gustafsson, e alguém me contou que a equipe Ovince Saint Preux disse algo como: "Queremos uma luta pelo título porque também temos uma boa série de vitórias". Quem está vencendo tem a chance. Não me importo com quem seja. Cormier foi alçado novamente ao posto de campeão dos meio-pesados depois que Jon Jones falhou mais uma vez em teste antidoping, perdendo o cinturão após conquista-lo em julho no UFC 214. DC, desde então, apontou Oezdemir como o próximo desafiante, mas não contava que problemas fora do octógono também atrapalhariam o suíço, assim como aconteceu recorrentemente com o desafeto Jon Jones. - É difícil passar por esse tipo de coisa, especialmente neste momento, quando você está no maior momento de sua carreira. Não sei o que aconteceu, mas você não deve fazer coisas erradas ou se colocar nessas situações. Você deve tentar ficar fora dessas coisas... Talvez tenha sido uma autodefesa, mas porque ele ser quem é, tem a capacidade de apagar caras que tentam acertá-lo (...). Gustafsson não luta desde maio deste ano, quando venceu Glover Teixeira por nocaute na Suécia. Cormier, porém, não acredita que uma nova luta com o sueco aconteceria a tempo do UFC 220, em Boston, o que o deixa decepcionado. - Tudo é meio incerto agora, temos que ver o que acontece com o Oezdemir. Acho que o Alexander Gustafsson pode estar lidando com algumas coisas neste momento. Se for ele (o desafiante), acho que a luta será um pouco mais tarde, mas adoraria competir em Boston – concluiu Cormier.
  2. De la Hoya também desafiou o Connor : e do jeito que o boxe anda ,sem grandes nomes pra vender PPV não duvido nada que uma dessas lutas aconteçam ,tem público e gente disposta a fazer acontecer ,é apenas uma acomodação de datas ,cifras e definir o percentual de cada um nesse circo ...
  3. Bellator define chaveamento para torneio dos pesados; confira Twetter O Bellator divulgou na madrugada desta quinta-feira (23) quais serão as lutas que farão parte do torneio dos pesados que a organização promete realizar nos próximos meses. Os confrontos das quartas de final terão início em janeiro e serão definidos em maio. O primeiro duelo deste torneio será entre os americano Quinton ‘Rampage’ Jackson e Chael Sonnen, e acontecerá no dia 20 de janeiro. De acordo com o chaveamento, o vencedor deste confronto encara o ganhador de Fedor Emelianenko x Frank Mir, que lutarão em abril. Do outro lado da chave estão Matt Mitrione e Roy Nelson, que subirão no cage no dia 16 de fevereiro. Quem vencer terá pela frente Ryan Bader ou King Mo, que encerrarão a disputa das quartas de final em maio. O ideia do torneio é condecorar o novo campeão dos pesados em dezembro de 2018. Just announced on @SportsCenter: The Heavyweight World Grand Prix bracket is set and kicks off Jan 20th in LA with @ChaelSonnen vs @Rampage4real!! 00:38 - 23 de nov de 2017
  4. Não vi nada demais na declaração do Max , ele é o atual campeão ,venceu com méritos na casa do Aldo ,não desmereceu o brasileiro ,apenas disse o que pensava sobre o adversário precisar estar motivado ou não , quanto a tentar adivinhar o futuro do atual campeão ou querer comparar sua história com outros é futurologia . Conor não deu e nunca vai dar a revanche por que simplesmente nada vai superar o nocaute relâmpago ,não tem nada a ver com medo ,ser justo ,espirito de samurai ,legado ou qualquer outra coisa , simplesmente são negócios e lutar pra ele é um negócio ,simplesmente é uma luta que não lhe acrescenta absolutamente nada ,nem perco mais tempo tentando entender isso pelo fato de ser um evento de lutas e que deveria ser o mais correto e o lógico a ser feito. A pressão e a "obrigação " de mostrar serviço são do Aldo , tem minha torcida apesar de que eu preferia que o Max pegasse o Cerrone como está na matéria ,acho que seria mais divertido .
  5. Holloway questiona motivação de Aldo: "Se tem dificuldade, está no ramo errado" Atual campeão peso-pena lembra que tirou cinturão do brasileiro no Rio: "Se isso não é motivação o bastante, o que é isso? Posso enfrentá-lo dez vezes que estarei motivado" Por Combate José Aldo tem falado bastante sobre como está motivado para recuperar o cinturão após aceitar a revanche contra Max Holloway no UFC 218, dia 2 de dezembro, em Detroit (EUA). O atual campeão peso-pena, contudo, não engole o discurso do brasileiro sobre sua desmotivação no final de seu reinado, sobretudo na ocasião em que os dois se enfrentaram, no UFC Rio 8, em pleno Rio de Janeiro, em junho passado - Holloway venceu por nocaute técnico no segundo round. - Falando sobre motivação, esse cara fala que está tão motivado pelo cinturão... Eu lutei contra ele no país dele, ele era o campeão, e ele está dizendo agora que está mais motivado. Se lutar no seu país, pelo seu povo, pelo seu cinturão não é motivação o bastante, o que é isso? Eu estou motivado. O cinturão é ótimo, com ele vem mais dinheiro e pay per views, mas o cinturão é o cinturão, uma luta é uma luta, não quero entrar lá para levar uma surra na frente de milhões de pessoas vendo pela TV. Eu estou no ramo da dor. Quero vencer. Eu não me importo com quem eu lute, posso lutar com esse cara dez vezes seguidas, eu vou estar sempre motivado. Este é quem eu sou, tenho espírito de guerreiro. Não preciso de muito para me motivar. Se você tem dificuldade em se motivar, está no ramo errado, você pode se machucar. Esse cara está falando de motivação, isso me deixa abismado. Eu estou motivado, não importa se fosse ele ou outro, eu estou pronto pra lutar - disparou Holloway em teleconferência com a imprensa internacional na noite de terça-feira. Com apenas 25 anos de idade - completa 26 dois dias após o UFC 218 - o atual campeão ainda é jovem e, no início do seu reinado, tem motivação e saúde de sobra para lutar, não importa o adversário. O havaiano afirmou que o Ultimate lhe ofereceu algumas opções para substituir o lesionado Frankie Edgar, seu adversário original para o evento, incluindo confrontos com pesos-leves como Tony Ferguson e Donald Cerrone. Holloway deixou a decisão nas mãos do Ultimate e de seu manager, e apenas concordou quando recebeu um contrato com o nome de José Aldo como seu próximo adversário, mas garante que também teria aceitado enfrentar lutadores mais pesados. - Eu estava super disposto, sou um lutador. Não me importo. Prometi ao povo do Havaí e ao povo de Detroit que eles veriam Max Holloway lutar em 2 de dezembro, prometi aos meus fãs e família, e até a vocês. O melhor do mundo não se prepara só para um cara. É como nos tempos antigos; fiz um seminário com Pedro Sauer entre esses dois camps e ele falava sobre desafios, quando as pessoas vinham desafiá-lo e você tinha que estar pronto, e eu estava com essa mentalidade. Eles que têm que estar prontos para o que vou fazer com eles. Eu estou aqui para lutar. Apesar da nova responsabilidade de ser o campeão e de repetir o que fez contra José Aldo seis meses depois, Holloway empurrou a pressão para os ombros do ex-campeão e atual desafiante. - A única coisa estranha nesta situação é que ele raramente aceita lutas de última hora, ele normalmente não luta tão frequentemente. Antes de me enfrentar no UFC 212 (em junho de 2017), ele tinha lutado só no UFC 200 (em julho de 2016). Ele será chamado primeiro, acho que essa será a primeira luta que ele fará sua entrada primeiro, terá muita coisa estranha pra ele. Mas escolheram o Aldo, eu tenho a chance de provar a todos que sou o melhor do mundo, e será uma noite divertida. (...) É uma luta de legado. José nunca perdeu lutas consecutivas, ninguém jamais o bateu duas vezes, e para eu ser o maior campeão peso-pena, este é um ponto de partida. Eu preciso me focar nesta próxima luta, não estou focado nos recordes. Estou sempre 0-0, mas é uma luta por legado sim, me deixa um passo mais próximo de provar a todos porque devo ser considerado um dos melhores lutadores a competir neste esporte na história - afirmou. UFC 218 2 de dezembro, em Detroit (EUA) CARD PRINCIPAL (a partir de 1h, horário de Brasília): Peso-pena: Max Holloway x José Aldo Peso-pesado: Francis Ngannou x Alistair Overeem Peso-mosca: Henry Cejudo x Sergio Pettis Peso-leve: Eddie Alvarez x Justin Gaethje Peso-palha:Tecia Torres x Michelle Waterson CARD PRELIMINAR (a partir de 21h15, horário de Brasília): Peso-leve: Paul Felder x Charles do Bronx Peso-meio-médio: Yancy Medeiros x Alex Cowboy Peso-leve: Drakkar Klose x David Teymur Peso-palha: Cortney Casey x Felice Herrig Peso-meio-médio: Abdul Razak Alhassan x Sabah Homasi Peso-meio-Pesado: Jeremy Kimball x Dominick Reyes Peso-palha: Amanda Cooper x Angela Magaña Peso-pesado Allen Crowder x Justin Willis
  6. André Pederneiras detalha fim da parceria entre Nova União e Kimura Por Felipe Castello Branco Treinador principal e fundador da academia Nova União, André Pederneiras revelou ao mundo feras das artes marciais do calibre de José Aldo, Leonardo Santos e Vitor ‘Shaolin’, ao mesmo tempo em que academias parceiras à sua aproveitavam a visibilidade do time para projetar novos nomes no cenário do MMA. E após anos de sucesso, a mais famosa de suas parcerias chegou ao fim. Responsável por criar astros do esportes como Renan ‘Barão’ e Claudia Gadelha, Jair Lourenço, líder da Equipe Kimura, não faz mais parte da Nova União, como o próprio Pederneiras revelou através de suas redes sociais. aproveitando para citar outros times que não mais fazem parte da sua bandeira. “É com tristeza que a Equipe Nova União vem por meio desta, anunciar que a Equipe Kimura, a Studio Jiu-Jitsu, a Trend Fit Academia e Unisports, não fazem mais parte da Nova União, desejando a todas sucesso na nova caminhada”, revelou dias atrás, antes de conversar diretamente com a imprensa na última segunda-feira (20), durante um treino aberto realizado na nova sede da Nova União, no Rio de Janeiro. Durante o evento, Pederneiras pôde detalhar melhor esse momento de transição e explicar as razões que levaram à separação. Embora detalhes não tenham sido explorados, o treinador conseguiu expor melhor o momento e garantir que não existe desavenças entre os times. “Existe uma reestruturação na Nova União hoje em dia, que não envolve só a parte de competição. Algumas regras foram criadas, e algumas equipes não só a Kimura… A Kimura apareceu mais, porque sempre foi uma grande equipe filiada a gente, outras equipes menores também não conseguiram se encaixar. Não é que eles estão errados e a gente está certo. Eu acho que a Kimura, hoje em dia, tem uma estrutura tão grande, ou perto da Nova União, que consegue manter a estrutura dela como a maneira de pensar dela, para o crescimento dela. E a Nova União resolveu fazer da mesma forma”, analisou. Com o final da parceria, vale ressaltar que Renan ‘Barão’, Jussier ‘Formiga’ e Claudia Gadelha já treinam nos EUA. Enquanto a peso-palha (52 kg) abriu seu próprio time, os demais atletas seguiram Jair Lourenço, que lidera os treinos na equipe Power MMA, em Phoenix.
  7. Tyron Woodley cobra UFC e pede punições contra Colby Covington Por Diego Ribas Campeão meio-médio (77 kg) do UFC, Tyron Woodley foi apenas mais um dos lutadores atacados pela metralhadora ambulante que se tornou o americano Colby Covington. Por isso, o veterano se adiantou ao pedir por uma mudança de postura do evento em relação ao rival, que em sua visão merecia sofrer punições. Em entrevista ao programa ‘MMA Hour’, Tyron foi direto ao ponto e afirmou que Colby envergonha a classe dos lutadores ao adotar postura tão polêmica, principalmente quando critica os brasileiros de forma preconceituosa. Mesmo assim, o atleta ainda foi convidado pelo evento para ajudar na divulgação do show realizado na Austrália, no último final de semana. “Ele deveria ser suspenso pelo que falou do Brasil. Imagina se eu tivesse dito aquilo? Tyron Woodley dizendo aquilo no microfone? Você acha que eles iriam ignorar e me convidarem para um evento na Austrália? E, ainda mais vergonhoso, você decide ir à polícia porque foi atingido por um bumerangue? Cara, saia daqui, estou envergonhado. Tenho vergonha de dizer que ele está na divisão. Ele deveria ter sido expulso do UFC”, narrou. No mês passado, Colby lutou em São Paulo e venceu o ídolo local Demian Maia por pontos. A partir daí, suas críticas ácidas ao público brasileiro se tornaram frequentes e um personagem polêmico ganhou força à medida que ele se tornou o foco das notícias. Tudo isso, claro, possivelmente planejado para ganhar visibilidade necessária para brigar pelo cinturão do UFC. “Ele está fazendo o que acha que tem que precisa para ter uma oportunidade de lutar pelo título. […] Se ele conseguir essa chance de ficar do outro lado do octógono contra mim, prometo que isso não vai ser bom para ele. Ele nunca mais vai voltar a lutar”, prometeu.
  8. Colby Covington dá versão sobre a confusão com Werdum: “Ele queria me matar” Por Leandro Bernardes Às vésperas do UFC Austrália, Colby Covington e Fabrício Werdum se envolveram em uma confusão na entrada do hotel onde os lutadores estavam hospedados em Sydney. O americano estava na cidade como convidado do evento, enquanto o brasileiro atuou na luta principal da noite. De acordo com o peso-pesado, o “falastrão o xingou e, por isso, o lutador foi tirar satisfações”. Contudo, o ‘Caos’ revelou a sua versão do ocorrido e chamou a história que está sendo divulgada de mentirosa. Em entrevista ao site ‘FloCombat’, Covington afirmou que estava parado na porta do hotel e nem mesmo viu o brasileiro chegar quando se deu conta de que estava sendo atacado por Werdum e o seu treinador, Rafael Cordeiro. Porém, o americano garantiu que não fez nenhuma provocação ao peso-pesado e que tem como provar que está dizendo a verdade. “A verdadeira história está filmada e se tornará pública em breve. Eu estou no térreo, sentado do lado de fora e esperando o meu táxi. Eu estava olhando o meu telefone e tweetando sobre o Tyron Woodley só falar m*** e tudo mais. Eu estou olhando para o meu telefone e no segundo seguinte levo um soco na cara. Eu parei no meio da rua e eu não sabia o que estava acontecendo”, explicou o americano. “Quando olho para cima, eu vejo Fabrício Werdum. Ele andava na minha direção com o seu treinador, Rafael Cordeiro, os dois gritavam que eu ia morrer, que eles iam me matar. Eles iam pular em cima de mim e eu queria que eles dessem o fora. Nós somos profissionais. Então, dois seguranças se metem no meio e John Wood, do sindicato de MMA, se mete no meio e os impedem de pularem em cima de mim e me atacarem. Eu já havia sido atacado e Fabrício continuava gritando que iria me matar pelo que eu tinha falado. Em seguida, ele pega a p*** daquele boomerang de madeira, o mesmo que eles usam para caçar cangurus na Austrália, e ele joga a p*** do boomerang na minha cara. Por sorte, eu tenho ótimos reflexos e consegui me esquivar um pouco e evitar que fosse no meio da minha cara. Foi isso que aconteceu”. Covington ainda esclareceu o porquê de ter recorrido às autoridades locais. Segundo o atleta, toda a confusão foi filmada pelas câmeras de segurança do hotel, mas a única maneira de conseguir as imagens seria ao prestar queixa. O lutador ainda ressaltou que quer provar que a versão de Werdum é mentirosa e, por isso, as pessoas não deveriam acreditar no que tem sido divulgado sobre o assunto. “Eu fui até a polícia porque eu precisava conseguir aquela filmagem como evidência. Algumas pessoas viram o que aconteceram. John Wood viu o que aconteceu. Ele viu que Werdum veio e me atacou, enquanto eu estava olhando para o meu telefone. O UFC vai acreditar no lado do Werdum. Mas eu não vou deixar. É a palavra dele contra a minha, só que ninguém vai acreditar na p*** que eu digo. Eles vão acreditar na p*** de um gorila ridículo, que é um falso e tem mais tempo de empresa do que eu. Isso se chama política. Eles não iam me dar a filmagem ou acreditar no meu lado, então eu preciso conseguir as gravações do hotel e a única maneira disso acontecer era se eu chamasse a polícia”, defendeu-se o atleta. Para o falastrão, o brasileiro poderia ter resolvido as suas diferenças usando as redes sociais para falar o que quisesse. Mas, como Werdum o agrediu, ele precisa responder pelos seus atos. Covington ainda assegurou que a verdade vai aparecer e que o peso-pesado “não pode se esconder atrás dessa mentira para sempre”. “Você pode falar o que quiser com as suas palavras. Vai no meu Instagram, vai no meu Twitter e fala o que você quiser. Mas a partir do momento que você invade o meu espaço pessoal e me acerta na cara, isso é contra a lei. É uma droga que todas essas pessoas não sabem o que de fato aconteceu e acreditam no que o Fabrício está falando”, lamentou o americano. Com as acusações, Werdum precisará voltar à Austrália no dia 13 de dezembro para depor e contar a sua versão para a polícia. As autoridades estão analisando o ocorrido e esperam ter conhecimento da versão do brasileiro para tomarem uma decisão em relação ao que aconteceu.
  9. ‘Jacaré’ aceita enfrentar Brunson no UFC Belém, mas americano desconversa Twitter Sem lutar desde abril deste ano, Ronaldo ‘Jacaré’ tem tudo para voltar ao octógono mais famoso do mundo no início de 2018. Através de sua conta no Twitter, o capixaba revelou que o Ultimate o ofereceu um confronto com Derek Brunson no card do UFC Belém, marcado para o dia 3 de fevereiro. De acordo com o que escreveu o brasileiro em sua conta, a oferta já foi aceitada por ele e restaria apenas o americano também topar o desafio. “UFC me ofereceu Derek Brunson para o dia 3 de fevereiro no UFC FN 125, em Belém do Pará, Brasil. EU JÁ ACEITEI A LUTA EM BELÉM, agora é com Derek Brunson. Espero que não inventem desculpas sobre o local e a data do evento”, escreveu o capixaba. Assim que ficou sabendo da publicação de Jacaré, Brunson também se manifestou através do Twitter. O americano não negou a luta, mas revelou que a proposta feita a ele seria para para outra data e local. “Isso é estranho. Eu aceitei para 27 de janeiro, em Charlotte (Carolina do Norte). Estarei em contato depois das lutas desse fim de semana. Vejo você em Carolina do Norte”, escreveu o americano. Aos 37 anos, Ronaldo Jacaré possui um cartel de 24 vitórias, cinco derrotas e uma luta sem resultado, ocupando a quinta colocação dos médios (84 kg). Brunson é o sétimo e vem de vitórias diante de Dan Kelly e Lyoto Machida. Ronaldo Jacaré ✔ @JacareMMA UFC me ofereceu Derek Brunson p o dia 3 d fevereiro no UFC FN 125 em Belém Pará Brasil, EU JÁ ACEITEI A LUTA EM BELÉM DO PARÁ BRASIL, agora é com Derek Brunson, espero q não inventem desculpas sobre o local e a data do evento. @ufc_brasil @canalCombate @gilbertojjpg @Minotouromma 19:14 - 20 de nov de 2017 24 24 Respostas 45 45 Retweets 206
  10. Vindo de quatro derrotas, Rashad Evans anuncia retorno aos meio-pesados Por Diego Ribas Após uma passagem infeliz pela categoria dos médios (84 kg), Rashad Evans está pronto para retornar aos meio-pesados (93 kg), onde já foi até campeão do UFC. Vindo de uma péssima sequência de quatro derrotas seguidas, o americano anunciou a novidade na última semana. Em entrevista ao programa ‘MMA Hour’, Evans garantiu que a sua estadia na divisão agora comandada por Georges St-Pierre chegou ao fim. Acumulando duas derrotas por decisão dividida para Daniel Kelly e Sam Alvey, o ex-campeão decidiu retornar ao seu peso de origem. “Eu preciso de tempo para fazer meu corpo voltar ao tamanho e estar saudável”, afirmou o americano quando perguntado se já tinha data para voltar ao octógono. Rashad Evans possui um cartel com 19 vitórias, sete derrotas e um empate no MMA. Ele não vence uma luta desde novembro de 2013, quando nocauteou Chael Sonnen no UFC 167.
  11. UFC divulga comunicado sobre prisão de Oezdemir; equipe se defende Por Diego Ribas Cotado para enfrentar Daniel Cormier pelo cinturão dos meio-pesados (93 kg), Volkan Oezdemir pode ver o seu futuro mudar rapidamente. Isso porque o suíço, que estava em ascensão na maior organização de MMA do mundo, foi detido por uma “agressão grave” na Flórida (EUA). Sobre o assunto, o UFC garantiu que está atrás de mais informações antes de tomar qualquer decisão. A polícia local afirmou que o atleta foi preso devido a uma agressão, “que pode ter causado danos corporais ou deficiência”. De acordo com o site ‘Bloody Elbow’, os representantes da organização afirmaram que estão cientes da prisão do meio-pesado (93 kg) e vão monitorar a situação, antes que o futuro do atleta seja definido. “O UFC está ciente da situação envolvendo o atleta da divisão meio-pesado, Volkan Oezdemir. A organização está em processo para coletar mais informações e estará monitorando a situação de perto antes de determinar se alguma outra ação é necessária”, declarou a entidade. A equipe do lutador também divulgou um comunicado sobre o caso, em que afirma que as acusações contra o suíço aconteceram em agosto passado, em função de uma “briga de bar”. De acordo com a publicação feita no site ‘MMA Junkie’, Oezdemir está confiante de que o episódio será esclarecido. “Um funcionário do Ministério Público descreveu o incidente que baseia o caso e não é nada além de uma briga de bar, na qual o Sr. Oezdemir não foi o agressor. Suas ações são totalmente justificáveis com base nas leis da Flórida. O Sr. Oezdemir expressou sua fé no sistema judiciário dos Estados Unidos e está ansioso para que todos os fatos que aconteceram no dia 12 de agosto de 2017 sejam esclarecidos”, manifestou a equipe do atleta. Oezdemir é o mais cotado para enfrentar Cormier pelo cinturão da categoria meio-pesado. O pedido para que o suíço fosse um desafiante partiu do próprio atual campeão da divisão. O lutador permanece detido na Broward County Jail e sua fiança foi estabelecida no valor de 10 mil dólares (cerca de R$ 33 mil).
  12. Organização espera por GSP para anunciar luta com Whitthaker no UFC 221 Por Diego Ribas Georges St-Pierre retornou em grande estilo ao Ultimate após quase quatro anos afastado. O canadense finalizou Michael Bisping no início do mês e se tornou campeão dos médios (84 kg) do UFC. Acontece que o futuro de GSP ainda está incerto. Ex-campeão dos meio-médios (77 kg), o canadense deixou claro após derrotar Bisping que o seu objetivo é retornar para a categoria de origem. No entanto, o contrato do campeão prevê que se ele vencesse o duelo, defenderia seu cinturão diante de Robert Whittaker, atual dono do título interino. Como Whittaker é australiano e o UFC esteve em Sydney no último fim de semana, a especulação de que o combate possa ser realizado na edição de número 221, marcada para Perth (Austrália), foi bastante ventilada. Mas, ao que tudo indica, esse duelo está realmente nas mãos de St-Pierre para sair do papel. “Nenhuma novidade ainda. Acho, como vocês sabem, que o ponto X agora é como Georges está. Provavelmente vai ser decidido pelo Georges. Três meses para qualquer um é uma grande reviravolta, então se pudermos marcar essa luta seria incrível. Mas ainda não há nenhuma atualização neste momento”, afirmou David Shaw, vice-presidente sênior do Ultimate, em entrevista ao ‘MMA Junkie’ após o UFC Austrália. “Ouça, o ponto é que queremos ter Robbie lutando em Perth. Queremos estrelas para aquele evento, tendo um pay-per-view lá. Nós queremos explodir e fazer um evento muito significante, com real impacto – não apenas para os fãs australianos locais, mas para todo o país”, concluiu, deixando claro a vontade do Ultimate em contar com Whittaker para o evento.
  13. Novo game do UFC permite recriar golpes clássicos de Spider, McGregor e Johnson Tecnologia usada em games da Fifa revoluciona movimentação dos lutadores. Modo de carreira agora inclui troca de farpas com adversários e objetivos fora do octógono Por Adriano Albuquerque, Evelyn Rodrigues e Marcelo Russio A Eletronic Arts (EA) e o UFC lançaram nesta sexta-feira em Nova York o “EA UFC 3”, terceira edição do game oficial do Ultimate em parceria com a companhia de jogos eletrônicos, que chega às lojas em fevereiro de 2018. A mais recente encarnação do game traz uma reformulação completa na movimentação dos lutadores, que permite ao usuário recriar golpes clássicos da história do MMA, e também mudanças no modo carreira, que reflete o momento atual da organização, em que o foco está na promoção pessoal. A ênfase em movimentação mais fluida das representações eletrônicas dos lutadores está clara no trailer de lançamento do game. O vídeo destaca sequências facilmente reconhecíveis pelos fanáticos por MMA, como o show de esquiva seguida de nocaute imposto por Anderson Silva a Forrest Griffin, os nocautes de Conor McGregor em José Aldo e Eddie Alvarez, a "voadora" de Fabricio Werdum em Travis Browne, e até a recente "Mighty Wizbar", a chave de braço encaixada por Demetrious Johnson em Ray Borg para quebrar o recorde de defesas de cinturão consecutivas do UFC. Segundo o diretor criativo do game, Brian Hayes, isso tudo foi possível graças à nova tecnologia de animação Real Player Motion Tech, usada no game mais recente da Fifa. Com ela, o modo de luta em pé foi completamente remodelado, e os lutadores combinam golpes, esquivas e movimentação de forma mais suave, sem paradas entre cada ação. Outra novidade possibilitada pela nova tecnologia é que os lutadores têm movimentos e golpes característicos. Dominick Cruz, por exemplo, tem sua esquiva e combinações incomuns; Nick Diaz tem seu "tapa de Stockton"; Demetrious Johnson combina golpes diretamente com entradas de queda. - Joguei todos os games do UFC desde o primeiro, quando era feito por outra companhia, e é uma melhoria enorme. A maior coisa que eu falei para eles entre o UFC 2 e o UFC 3 é que cada lutador tem seu próprio tipo de autenticidade, de características, e eles capturaram isso nesta (edição). O movimento melhorou muito, os golpes andando para trás. Acho que os jogadores vão gostar muito - comentou Demetrious, campeão peso-mosca e entusiasta dos e-sports, que esteve presente à apresentação do jogo para a imprensa. Ele testou o game, aprovou sua encarnação eletrônica e, após ser derrotado por um jornalista canadense, prometeu treinar mais para jogar online com seus fãs. Johnson revelou também que estará junto a Anderson Silva, Georges St-Pierre e Joanna Jedrzejczyk na capa de uma edição especial de luxo do game, ainda sem data anunciada para lançamento. O personagem da capa oficial do "EA UFC 3", no entanto, é Conor McGregor, que estava ao lado de Ronda Rousey na capa do "EA UFC 2". O irlandês aparece com dois cinturões nos ombros, em referência ao momento em que ele deteve simultaneamente os títulos nas divisões peso-pena e peso-leve, em novembro do ano passado (o UFC posteriormente tirou o cinturão dos penas de McGregor). A imagem reflete bem o novo "modo carreira" do game, agora nomeado "G.O.A.T. Career Mode" (Modo de Carreira Melhor de Todos os Tempos), outro foco dos desenvolvedores. Neste jogo, o lutador não só precisa conquistar objetivos dentro do octógono, mas fora dele, incluindo troca de provocações com adversários, entrevistas coletivas e negociações de contrato. Conforme o jogador cresce, suas vitórias viram notícia e suas atuações viram objeto de especiais televisivos do UFC. Michael Bisping passa pela pesagem numa das imagens do game EA UFC 3 (Foto: Divulgação) Outras novidades do game incluem um novo modo de Ultimate Team, que permite ao usuário criar equipes mistas de lutadores reais com os lutadores virtuais que criaram, modos apenas com luta em pé ou apenas com luta agarrada, à la Metamoris ou Eddie Bravo Invitational, e ainda modos de torneios de uma noite como nos primórdios do UFC. Entre as opções de lutadores para se jogar, estão todos os atuais campeões, nomes consagrados como Anderson Silva, Chuck Liddell, Rampage Jackson, Royce Gracie, Mark Coleman e os irmãos Nogueira, atletas do top 15 de cada divisão e alguns lutadores em ascensão, como Dooho Choi, Marc Diakiese e Kamaru Usman. Entre os brasileiros disponíveis, há nomes como Glover Teixeira, Fabricio Werdum, Junior Cigano, José Aldo e Vitor Belfort, mas também alguns lutadores menos badalados, como Alex Cowboy, Johnny Eduardo, Hacran Dias, Léo Santos e Gilbert Durinho. Entre as divisões femininas, apenas o peso-palha e o peso-galo estão disponíveis, mas o jogador pode jogar com Cris Cyborg, atual campeã peso-pena. - Ela está no jogo e você pode jogar com ela no peso-galo. Dependendo do que acontecer no peso-pena feminino, que ainda não está sólido no UFC agora, vamos tentar atualizar, assim como com o peso-mosca feminino - explicou Brian Hayes.
  14. Há 9 anos sem lutar, Oscar De La Hoya desafia Conor McGregor Twitter Enquanto não define o seu futuro desafiante no Ultimate, Conor McGregor está vendo a lista de atletas (e até ex-atletas) interessados em enfrentá-lo cada vez aumentando mais. E agora quem desafiou o irlandês para uma peleja é o ex-campeão mundial de boxe Oscar De La Hoya. Medalha de ouro nas Olimpíadas de 1992, o americano com nacionalidade mexicana não sobe em um ringue desde 2008, mas isso não parece ser um obstáculo para ele. Aos 44 anos de idade, o ex-pugilista revelou em entrevista à ‘Golden Boy Radio’ que vem treinando e aproveitou para desafiar McGregor. “Eu venho treinando secretamente. Eu poderia me livrar do Conor McGregor em dois rounds. Eu vou voltar para isso. Estou o desafiando. Dois rounds é tudo o que eu preciso”, afirmou o ex-campeão mundial de boxe. Apesar da vontade de De La Hoya, o próximo desafio de McGregor deve realmente ser no MMA. Atual campeão linear dos leves (70 kg) do UFC, tudo indica que o irlandês medirá forças com Tony Ferguson, dono do título interino. Ainda não se sabe quando e nem onde este confronto deve sair do papel.
  15. UFC Austrália 18 de novembro, em Sydney CARD PRINCIPAL (a partir de 1h, horário de Brasília): Peso-pesado: Fabricio Werdum x Marcin Tybura Peso-mosca: Bec Rawlings x Jessica-Rose Clark Peso-meio-médio: Tim Means x Belal Muhammad Peso-meio-médio: Jake Matthews x Bojan Velickovic Peso-médio: Elias Theodorou x Dan Kelly Peso-combinado: Alex Volkanovski x Shane Young CARD PRELIMINAR (a partir de 21h30, horário de Brasília): Peso-mosca: Ryan Benoit x Ashkan Mokhtarian Peso-leve: Nik Lentz x Will Brooks Peso-pesado: Rashad Coulter x Tai Tuivasa Peso-leve: Damien Brown x Frank Camacho Peso-palha: Alex Chambers x Nadia Kassem Peso-mosca: Jenel Lausa x Eric Shelton Peso-pesado: Anthony Hamilton x Adam Wieczorek