Jaraqui

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  1. Não faço ideia por que o youtube me sugeriu esse vídeo. Mas foi bater o olho e vibrar, lembrando de uma época em que havia uma sessão, pelo menos uma vez por semana, onde era treinado um "vale-tudinho" e era nessa base a selvageria. A meta era dominar o oponente com jiu-jitsu ou pelo menos concluir a luta com técnicas de jiu-jitsu. Uns chamavam de treino "sem camisa". Não sei como chamavam em outras academias. Às vezes havia uma polarização: um combatente botava luvas e pagava de malokeiro enquanto que o outro precisava usar só jiu-jitsu clássico e defesa pessoal. Outras vezes era esse quebra pau aí. Ah sim: também tinha vezes que o professor fazia a pancadaria funcionar estilo roda de capoeira, isto é, um dos brigões ficava na porrada e entrava outro. Sem contar que essa entrada às vezes já era mochilando nas costas do cara que ia continuar a luta sem saber. Época dos pisões na virilha, etc. Resolvi postar porque uma beldade escreveu "isso é tudo menos jiu-jitsu" nos comentários. E isso me fez ver o quanto algumas escolas estão distantes hoje em dia do jiu-jitsu básico, aquele usado nas ruas. Mas sim, eu gostei também da coisa rústica, tribal, do time contra time.
  2. Jaraqui

    Ex técnico de Anderson Silva agride ex aluno.

    Diógenes perde a cabeça. https://esporte.uol.com.br/mma/ultimas-noticias/2019/04/13/em-video-ex-tecnico-de-anderson-silva-agride-aluno-que-trocou-de-academia.htm Ele é antigo. É da época da Chute-Boxe antiga Treinava com o Rafael Cordeiro na época em que o RC era um piá. Entendo sua atitude, mas os tempos são outros e dificilmente não será crucificado. Só lembrando: em 1986 o Rudimar brigou com o Rubens por que o Rubens passava com seus alunos na frente da Chute-Boxe da Visconde do Rio Branco. Só que neste episódio, o Rubens passava com os alunos, gritava muay-thai e ficava fitando os olhos lá pra dentro da CB. O italiano não aguentou, subiu o sangue e o resto é história.
  3. Jaraqui

    Papel do Rudimar no muay thai

    Palavras duras do Edmar. Endosso todos os comentários que o Gurka mencionou. Havia joelhada, cotovelada, etc, sim. Mas o que me impressiona é o número de grandes nomes que se afastaram do Rudimar. A dureza das palavras é claramente de natureza emotiva, pois, como no caso do Edmar, ele cita informações que não procedem, como essa conversa de que não havia joelhada. Edmar, Anderson, Wanderley, Rafael, Cunha, quantos mais? Se o Rudimar era alguém tão limitado assim, tão sem talento assim, por que raios o mundo, literalmente falando, conheceu a equipe Chute-Boxe? Por que o Rafael era o técnico? E com quem o Rafael aprendeu a lutar, pois quando chegou na CB veio do TKD! Eu me lembro como se fosse hoje o Rudimar, em 1998, já dono de uma grande academia, de kimoninho branco, faixa branca amarrada na cintura, tendo aula de jiu-jitsu com o Pennão na academia Guardian quando estava próxima ao Parque Barigui, como qualquer outro aluno, dedicando-se para incorporar aqueles conhecimentos em sua academia. Um cara com uma visão estratégica impressionante. O resultado, uns cinco anos depois todo mundo sabe. Quem tiver a curiosidade, busque navegar nesse forum aqui em posts de 2004, 2005 e poderá constatar o que foram todas as conquistas. Não se podia escrever uma vírgula destoada acerca da CB que havia um batalhão pra massacrar o suposto ofensor. Seria o caso do Rudimar ser uma pessoa difícil? Não sei também, pois só um aluno ou ex-aluno com uma graduação no mínimo azul escura pra cima, que conviveu mais intensamente com ele é que teria competência pra comentar. Minha opinião. A única explicação que eu encontrei foram contendas envolvendo dinheiro. Quando o Vale-Tudo (res)surgiu no final da década de 80 e início da década de 90, muitos lutadores entravam com a gana de lutar, brigar, defender o nome da academia, sendo que sequer ventilavam a ideia de que poderiam faturar dinheiro - como quem sabe alguém estaria faturando - com um ginásio lotado. Coisa análoga ocorreu quando a BTT surgiu a partir do Carlson Gracie Team. E a coisa foi se profissionalizando. Mas no caso específico do Edmar, a coisa foi antes. Ele trabalhava para o Rudimar. Dava muitas aulas. Muitas. Foi quando ele saiu e abriu sua academia. Muito que provavelmente ação trabalhista rolou. E a coisa foi azedando. Pior ocorreu foi quando a academia do Edmar foi invadida, segundo o que o Anderson narra em seu livro. Mas enfim, é uma pena uma equipe que nasceu do zero, foi a São Paulo, Rio de Janeiro, UFC, IVC, Storm Samurai, Estímulo, etc, etc, ter passado por uma evasão tão grande. Continua um time muito grande, continua com graduados que o acompanham quase que da época da fundação (da época dos kimonos pretos kkk), mas que, para o bem do MMA nacional, poderia haver uma boa alma que fosse capaz de reconciliar toda essa gente. Vai saber.
  4. Pelo que me parece, as lutas-desafio no Brasil surgiram a partir da disseminação dos ensinamentos do Maeda, que não só orientou Carlos Gracie. Ele disseminou o jiu-jitsu entre outros. Mestre Luís França (que foi o mestre do Mestre Fadda) é um exemplo destes caras que foram por eles formado além do famoso Gracie. E, toda essa gente recebeu a influência das lutas de circo, onde um dos espetáculos era o público assistir a estas lutas. Tal recurso era usado pelo mestre Maeda, aliás advertido pela Kodokan por fazer isso. E de lá pra cá, mestre Carlos Gracie fez o mesmo. Organizava lutas-espetáculo, com ingressos e tudo mais. Lá no norte o povo fazia o mesmo. Tanto que Ivan Gomes, Zulu, Diabo Louro, proporcionavam espetáculos similares. Por esse motivo eu acho que nunca foi típico em nosso país essas lutas de jardim, com as apostas em cima do capô do carro, etc, tão populares na gringa (no boxe faziam o mesmo).
  5. Jaraqui

    Treinos a porta fechada

    O Diógenes é contemporâneo de Chute-Boxe do Rafael, só que, da mesma maneira que o Rafael chegou com uma milhagem na CB (acho que ele era vermelha de Tae Kwon Do), o Diógenes também. Só que, no caso do Diógenes, ele tinha milhagem tanto no Tae Kwon Do (acho que era faixa verde ou azul) quanto na Capoeira (acho que o apelido dele na Muzenza era kamikaze kkk. Não sei qual cordão que ele era. Só lembrando que antigamente as graduações na Muzenza e na Regional seguiam as cores da bandeira).
  6. Jaraqui

    Treinos a porta fechada

    Histórias que eu me lembre foram da pré-história em Curitiba, da época em que ele dava aulas com outro careca em uma academia de karatê na Ermelino de Leão. Eu escrevi alguns detalhes aqui mesmo nesta seção, só que em dois tópicos que tinham a ver com ele. Um deles foi o falecimento e o outro, acho que foi um que tratava mais do Muay Thai brasileiro com os corriqueiros xingamentos de quem não gostava do homem. Adicionalmente a isto houve as inesquecíveis apresentações. Todos de kimonos pretos, correndo em formatura de 8 (uma fileira cortando a outra sincronizadamente), quebramentos de telhas, chutes com saltos voadores e mais quebramentos, nun chaku, etc, etc. A diferença das apresentações clássicas de Tae Kwon Do que havia - e ainda existem neste formato - corria por conta inicialmente do próprio Nélio. Eu assisti a quebramentos que ele fazia com a cabeça em pilhas de telhas. Pilhas que ultrapassavam a altura da cintura. E a outra diferença, que era a que mais chamava a atenção eram as lutas de demonstração. Ao contrário do que geralmente se fazia - e se faz - em demonstrações por meio de lutas mais telegrafadas e coreografadas, o Nélio botava a gurizada pra arrepiar na porradaria. A gente saía do evento (geralmente era algum evento da prefeitura ou algo do gênero onde a Tai Naja apresentava o Muay Thai), comentando a viagem inteira no busão de volta pra casa o barulho das luvas explodindo na cara de um e de outro oponente. Era assustador em uma época dominada por artes marciais bem estabelecidas, exames de faixa, tudo muito correto e polidamente visto até por senhoras (jamais imaginar-se voltar pra casa com um olho roxo, exceto os treinos de boxe do Sansão). Eu fui assistir um filme de luta no Cine São João, que ficava em frente à praça Rui Barbosa. Foi quando a Tai Naja, já sob os cuidados do Rubens e sem mais o China já falecido, também realizou uma mesma apresentação. No entanto as armas e quebramentos já haviam sido deixado de lado e só mesmo a porradaria e alguns chutes de demonstração foram mantidos. Uma joelhada voadora nocauteou um piá naquele dia. E nós, piás, vibrávamos com aquilo...
  7. Jaraqui

    Treinos a porta fechada

    Existem lutas narradas, existem lutas narradas pelo rhodes e tem aquelas narradas pelo Wallid. PONTO. A narração dele com o Royce chega a ser um descalabro, uma falta de educação, postar aqui, pois quem não viu e não riu dele naquela narração. Não merece ser forista do pvt.... kkk Por isso eu não vou postá-la aqui. O motivo desse post foi um vídeo que resume os 60 minutos dele lutando com o Renzo. Isso pra mim foi novidade porque até onde eu sabia havia a "maldição da lapela com duas costuras do Wallid". Se você estava com essa visão que eu tinha, assiste aí. A narração não chega a ser tão divertida quanto aquela do Royce, mas também é engraçada.
  8. A pergunta que fica é a couraça de informações em torno do agressor. Primeiro e logo de cara, assim que a primeira notícia surgiu, a mídia trouxe relato de que a agressão tinha ocorrido por causa do tal surto, mas que também teria sido em decorrência dela ser mulher. Quatro dias se passaram e mais nada de notícia acerca do agressor e de seus depoimentos. Todas as notícias são em torno da óbvia e injusta agressão. Mas, quais as alegações, quais "os motivos" que uma mente doentia faz uma criatura pensar que possa fazer isso? Qual o motivo? Estar internado em hospital psiquiátrico o impede de ser questionado?
  9. Jaraqui

    AO VIVO: Pelé Landi no Resenha PVT

    A primeira vez que pisei na Chute-Boxe foi em 1986, quando era no Alto da Rua XV de Novembro, após completar 18 anos. Cabelo de topete, calça em cima do umbigo, fazendo segurança do show do RPM,.... escutando "minha pequena EVA éééva..." Graças a Odim ... ninguém me fotografou pra me zoarem hoje em dia.
  10. Jaraqui

    AO VIVO: Pelé Landi no Resenha PVT

    kkk o próprio E não foi um suplê, foi um slam ogro style
  11. Jaraqui

    AO VIVO: Pelé Landi no Resenha PVT

    Eu acho que eu sei o que aconteceu. Quando eu escrevi entre aspas o cartel citado no Sherdog, pode ter parecido que eu estava ironizando o Rafael Cordeiro. ... Coincidência ou não, o cartel "internacional" do Rafael (ele participou de diversos vale-tudo antes disso) encerrou-se ... Na realidade eu quis ser irônico ao me deparar com estatísticas nada realísticas apresentadas no Sherdog. Isso ocorre para vários lutadores que atravessaram a transição do Vale-Tudo para o MMA. E aí, quem lê tais números no site, acaba pensando que o lutador tenha tido de fato só aquilo ali. Idem pra Zulu, Rickson, Royce, entre outros. A exceção é o Dan Severn, cujas lutas de Vale-Tudo "nasceram" na época do UFC. Tem um outro maluco lá, também gringo, que ultrapassou cem lutas. Não lembro o nome dele, mas ficou famoso com uma espécie de suplê que deu num lutador de tae-kwon-do bem magrinho que ficou sem ar no chão. Porém, uma vez passando a ter as lutas cadastradas no sherdog, o lutador profissional, principalmente dos anos 2000 pra cá, tem seus números respeitados. Mas antes disso começa o terreno do improvável, incerto, devido aos registros precisarem de buscas em VHS, 8 mm, etc. E, por esse motivo, é que, mesmo sabendo que o site apresenta esta tendência, eu tive também essa curiosidade de saber o motivo do homem ter pendurado as luvas. Mas aí vocês mesmos já esclareceram que foi um processo que já estava maturando na cabeça dele.
  12. Jaraqui

    AO VIVO: Pelé Landi no Resenha PVT

    Não tenho a menor ideia por que eu "peguei ar" com esse troço kkk @Raphael Rezende, meu caro, me desculpe. Estou há 20 horas em jejum e bateu o mal humor, meu colega de fórum. Sei lá. Mas, resolvi responder ao texto, por três motivos. O primeiro foi esse aí, para me desculpar com o colega Raphael. O segundo é foda. Veja bem: olhar essa rapaziada do passado, lembrar das lutas que tive com o Rafael, com o Edmar, etc e olhar para o presente sem ter construído uma coisa, sem ter pego uma preta de karatê, de JJ, até de Muay-Thai (o "até" é por causa que na década de 90 a gente se quebrava demais e pouco restava do corpinho pra seguir lutando nos dias de hoje), me bate uma revolta, pois o tempo de fórum, desvinculado de uma luta a ser praticada de maneira recorrente, me fez virar um conhecedor do "passado". E isso é ruim, pois não há uma renovação do oxigênio, de novidades trazidas ontem, anteontem, etc, dos tatames. Por isso eu penso que, se há algum colega forista na mesma situação, que se afaste dos teclados, pegue aquele Atama velho, rasgado e volte pra academia e treine. Esse comentário nada tem a ver com o que o MV8 comentou, tampouco com o que o Raphael também o fez. Só foi um devaneio que há um certo tempo eu queria escrever aqui. Hoje em dia eu tento levar o powerlifting, mas nem de longe se compara com as sombras e rolas de sexta-feira, onde a boca secava, o mestre mandava todo mundo sentar no canto e a gente ficava na espera de quem fosse chamado pra se estapear. A luta é um santo remédio. Tomara que não tenham adocicado demais. Afinal, nem mertiolate de gradinha hoje em dia arde mais. E o terceiro motivo é: "mestre" e o c..... kkk Bom domingo a todos
  13. Jaraqui

    AO VIVO: Pelé Landi no Resenha PVT

    Sim, você teve a impressão errada do que eu passei, pois escrevi (ele participou de diversos vale-tudo antes disso) Fiz referência à última luta com o Sato que citada no sherdog devido a uma possível lesão, nunca confirmada.
  14. Meu Deus! Você era o Rhuanzinho, um piázinho beem novinho que participava da época do Pride aqui na época "de ouro" do PVT? É mesmo Rhuan que postou um vídeo fazendo rosca alternada com trocentos kg? Parabéns, companheiro!