Jester

Membros
  • Total de itens

    284
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Sobre Jester

  1. Fazendo a contagem de round a round, vi 47 x 46 para o Lyoto. A luta foi bem morna (mais pra fria), mas por conta dos dois lados. O gringo ficou a maior parte do tempo encolhido esperando algo do Lyoto. Tirando a joelhada é um soco no quarto round, não vi mais nada do cara. O Lyoto ganhou "jabeando" com aqueles chutes baixo. Está voltando às raízes do karatê, tem que ver como se comporta em uma próxima luta, pois me pareceu muito lento (em relação o que já mostrou antes) e com poucas "entradas e saídas" para golpear.
  2. Retrospectiva: Brasil teve muitas derrotas em disputas de título e eventos principais, mas no geral venceu 53,03% de suas lutas, puxado pelo peso-médio, meio-médio e peso-galo https://sportv.globo.com/site/combate/noticia/eventos-no-pais-garantem-media-positiva-dos-brasileiros-no-ufc-em-2017.ghtml a matéria destrincha bastante os números, não consegui colar usando o telefone, mas vale uma olhada sportv.globo.com Eventos no país garantem média positiva dos brasileiros no UFC em 2017 | combate 10-14 minutos Retrospectiva: Brasil teve muitas derrotas em disputas de título e eventos principais, mas no geral venceu 53,03% de suas lutas, puxado pelo peso-médio, meio-médio e peso-galo Por Adriano Albuquerque, Rio de Janeiro 21/12/2017 08h00 Atualizado há 3 horas O fã casual que acompanha o UFC apenas em grandes eventos certamente sai de 2017 acreditando que o Brasil teve um rendimento ruim no ano. Afinal, o país, que já teve quatro campeões simultâneos no maior evento de MMA do mundo quando só haviam oito categorias ativas na organização, hoje conta com apenas dois de 12 títulos disponíveis, e viu seus representantes vencerem apenas duas de oito disputas de cinturão este ano. Em lutas principais, as que mais chamam a atenção do público, foram apenas três vitórias em 11 tentativas desde janeiro. Contudo, com apenas mais um evento e uma disputa de cinturão restando em 2017, o rendimento geral do Brasil no UFC este ano foi positivo: foram 70 vitórias, 60 derrotas, um empate e um "No Contest" em lutas entre brasileiros e estrangeiros, um aproveitamento de 53,03%. É fácil encontrar o ponto de desequilíbrio nesta balança: o fator casa. Apesar das derrotas de José Aldo e Lyoto Machida nos eventos principais de Rio e São Paulo (e do revés de Vitor Belfort em Fortaleza, que foi convertido em "No Contest" - luta sem resultado - após seu adversário, Kelvin Gastelum, ser flagrado no exame antidoping), os brasileiros venceram 10 lutas a mais do que perderam quando lutaram em território nacional. No resto do mundo, foram 49 vitórias e 49 derrotas. Confira os números do Brasil no UFC em 2017 nos gráficos abaixo: Desempenho geral do Brasil no UFC em 2017 Brasileiros venceram 53,03% e perderam 45,45% das lutas no ano Total707060601111VitóriasDerrotasEmpatesNo Contest020406080 Desempenho de brasileiros no Brasil em 2017 Apesar de derrotas nas lutas principais, eventos em casa garantiram aproveitamento positivo no ano Vitórias: 21Derrotas: 11Empates: 1No Contest: 1 Brasil em lutas principais em 2017 Vitórias de Amanda, Werdum e Dos Anjos salvaram ano do país Vitórias: 3Derrotas: 7No Contest: 1 Lutas principais com brasileiros em 2017 Data Evento Brasileiro Adversário Resultado 11/3 UFC Fortaleza Vitor Belfort Kelvin Gastelum No Contest 15/4 UFC Kansas City Wilson Reis Demetrious Johnson Derrota por finalização 13/5 UFC 211 Junior Cigano Stipe Miocic Derrota por nocaute 28/5 UFC Estocolmo Glover Teixeira Alexander Gustafsson Derrota por TKO 3/6 UFC 212 José Aldo Max Holloway Derrota por TKO 17/6 UFC Singapura Bethe Correia Holly Holm Derrota por nocaute 9/9 UFC 215 Amanda Nunes Valentina Shevchenko Vitória por pontos 28/10 UFC São Paulo Lyoto Machida Derek Brunson Derrota por nocaute 18/11 UFC Sydney Fabricio Werdum Marcyn Tybura Vitória por pontos 2/12 UFC 218 José Aldo Max Holloway Derrota por TKO 16/12 UFC Winnipeg Rafael dos Anjos Robbie Lawler Vitória por pontos Brasil em cards principais em 2017 Apesar de 3-7 (1) em lutas principais, brasileiros se saíram bem na parte nobre dos eventos Vitórias: 32Derrotas: 28Empates: 1No Contest: 1 Brasil em disputas de cinturão em 2017 Amanda e Cyborg foram únicas a vencer quando título estava em jogo Vitórias: 2Derrotas: 6 Disputas de cinturão com brasileiros em 2017 Data Categoria Brasileiro Adversário Resultado 15/4 Mosca masculino Wilson Reis Demetrious Johnson Derrota por finalização 13/5 Palha Jéssica Bate-Estaca Joanna Jedrzejczyk Derrota por pontos 13/5 Pesado Junior Cigano Stipe Miocic Derrota por nocaute 3/6 Pena masculino José Aldo Max Holloway Derrota por TKO 29/7 Pena feminino Cris Cyborg Tonya Evinger Vitória por TKO 29/7 Meio-médio Demian Maia Tyron Woodley Derrota por pontos 9/9 Galo feminino Amanda Nunes Valentina Shevchenko Vitória por pontos 2/12 Pena masculino José Aldo Max Holloway Derrota por TKO As categorias que puxaram o ano do Brasil para cima foram principalmente o peso-médio, meio-médio e galo masculino. Apesar do aproveitamento entre os leves e moscas ter sido percentualmente superior por terem feito menos lutas (descontando o peso-pena feminino, que teve apenas a luta de Cris Cyborg pelo cinturão), os médios foram os brasileiros que mais venceram lutas em 2017, com 13 vitórias, liderados por Paulo Borrachinha e Thiago Marreta, com três vitórias cada. Outros dois brasileiros venceram suas três lutas no ano: o peso-meio-médio Rafael dos Anjos e o peso-galo Raphael Assunção (uma de suas vitórias, porém, foi sobre o compatriota Marlon Moraes, portanto, não conta para o total de sua divisão no ano, assim como não foi contado o revés de Marlon, nem o resultado de Jéssica Andrade x Cláudia Gadelha ou Serginho Moraes x Davi Ramos). O peso-pena masculino, por sua vez, foi de longe a pior categoria brasileira no ano (descontando o peso-mosca feminino, que só teve uma luta, a derrota de Kalindra Faria para Mara Romero). Foram oito derrotas no ano, sendo duas de José Aldo, ambas em disputas de cinturão contra Max Holloway, e apenas uma vitória, de Renato Moicano sobre Jeremy Stephens. O peso-meio-pesado também viu oito derrotas em 2017, três delas de Henrique Frankenstein, mas a divisão teve também cinco triunfos no ano. Vitórias do Brasil por categoria em 2017 Peso-médio foi categoria mais vitoriosa do país no UFC este ano, com 13 triunfos Pesado: 5Meio-pesado: 5Médio: 13Meio-médio: 12Leve: 8Pena masculino: 1Pena feminino: 1Galo masculino: 12Galo feminino: 3Mosca masculino: 6Palha: 4 Derrotas do Brasil por categoria em 2017 Peso-galo e meio-médio tiveram maior total de derrotas do país, com nove cada Pesado: 5Meio-pesado: 8Médio: 8Meio-médio: 9Leve: 4Pena masculino: 8Galo masculino: 9Galo feminino: 2Mosca masculino: 3Palha: 3Mosca feminino: 1 Aproveitamento do Brasil por categoria Peso-pena masculino teve pior aproveitamento dentre divisões com mais de uma luta Aproveitamento %505038,438,4595957,157,166,666,611,111,110010057,157,1505066,666,60057,157,1PesadoMeio-pesadoMédioMeio-médioLevePena masculinoPena femininoGalo masculinoGalo femininoMosca masculinoMosca femininoPalha0100255075125 Brasileiros que mais lutaram no UFC em 2017 Lutador Categoria Vitórias Derrotas Paulo Borrachinha Médio 3 0 Raphael Assunção Galo masculino 3 0 Rafael dos Anjos Meio-médio 3 0 Thiago Marreta Médio 3 0 Alex Cowboy Meio-médio 2 1 Fabricio Werdum Pesado 2 1 Glover Teixeira Meio-pesado 2 1 Jéssica Bate-Estaca Palha 2 1 Marlon Moraes Galo masculino 2 1 Demian Maia Meio-médio 1 2 Iuri Marajó Galo masculino 1 2 Marcel Fortuna Meio-pesado 1 2 Wilson Reis Mosca masculino 1 2 Henrique Frankenstein Meio-pesado 0 3 O mês mais positivo para o Brasil no UFC em 2017 foi outubro, quando as nove vitórias no UFC São Paulo alavancaram o total do país no mês a 12 triunfos, contra apenas seis derrotas. Fevereiro também foi ótimo para os brasileiros, com oito vitórias e apenas três derrotas dentro do octógono. Março, mês do UFC Fortaleza, viu sete vitórias brasileiras - cinco delas no Ceará - mas também teve seis derrotas. Junho, mês do UFC Rio 8, também teve margem positiva pequena: oito vitórias dos lutadores locais - sete delas no Rio de Janeiro - e sete derrotas. Julho foi o pior mês do calendário brasileiro: foram 11 derrotas e apenas seis triunfos. Desempenho dos brasileiros por mês Outubro, mês do UFC SP, foi o mais positivo; julho foi mês mais negativo AproveitamentoVitóriasDerrotasJaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubroNovembroDezembro02,557,51012,515 A forma como os brasileiros venceram em 2017 mostra que os lutadores do país estão com o jogo bem completo: houve um bom equilíbrio entre vitórias por nocaute (19) e finalização (20). Foram 31 vitórias por pontos este ano, sendo 20 por decisão unânime e 11 por decisão dividida ou majoritária. Interessante notar também que, das 11 decisões divididas a favor dos brasileiros, apenas uma foi em evento no Brasil, apesar da especulação quase que universal que os juízes laterais favorecem lutadores locais. No geral, foram seis vitórias, cinco derrotas e um empate dos brasileiros em lutas decididas por pontos no país, e 25v-23d no exterior. Já os números de derrotas em 2017 provam que a excelência do país na luta agarrada continua atual e que ainda é difícil de finalizar os brasileiros no chão. Os estrangeiros só venceram os brasileiros 10 vezes por finalização, cerca de 16,6% das derrotas dos lutadores nacionais. Como o Brasil venceu no UFC em 2017 Maioria das vitórias brasileiras no ano foram por pontos Nocaute/nocaute técnico: 19Finalização: 20Decisão unânime: 20Decisão dividida/majoritária: 11 Como o Brasil perdeu no UFC em 2017 Gringos finalizaram pouco brasileiros, e venceram 29 por pontos Nocaute/nocaute técnico: 21Finalização: 10Decisão unânime: 28Decisão dividida/majoritária: 1 Ainda resta um evento do Ultimate no ano, o UFC 219 de 30 de dezembro, em Las Vegas. Serão quatro brasileiros em ação com possibilidades de melhorar um pouco os números do país no ano e de impedir que dezembro, atualmente com quatro vitórias e sete derrotas, seja o terceiro mês negativo do país no octógono em 2017: Cris Cyborg, que defende o cinturão peso-pena contra Holly Holm; o peso-leve Edson Barboza, que encara Khabib Nurmagomedov; o peso-galo John Lineker, que enfrenta Jimmie Rivera; e o peso-mosca Matheus Nicolau, que pega Louis Smolka. O canal Combate transmite o evento ao vivo e na íntegra. Para conferir todos os resultados dos brasileiros no UFC em 2017, veja nossa programação completa do primeiro semestre e do segundo semestre.
  3. Falando de esportes de alta performance, quem tiver melhores condições terá uma grande vantagem. Nesse caso, a preparação física dos americanos já era melhor e eles levaram grandes treinadores para a parte técnica. Com isso é natural um domínio mesmo
  4. Se ele treina certo, por que tanta contusão?
  5. Post mostrando a evolução do Matt Hughes após o acidente
  6. http://app.sportv.globo.com/combate/lutaca-no-bellator-termina-com-corte-que-lembra-marca-de-michael-jordan/ Lutaça no Bellator termina com corte que lembra marca de Michael Jordan Corte na testa de Brandon Girtz tem formato parecido ao logo "Jumpman" do jogador de basquete, inspirado em uma de suas enterradas O Bellator 181 de sexta-feira teve uma candidata à "luta do ano" no evento principal. O tira-teima entre Derek Campos e Brandon Girtz foi o evento principal da noite e não decepcionou. Após dois rounds de batalha, a luta foi encerrada devido a um corte profundo na testa de Girtz, produto de uma joelhada de Campos no primeiro assalto, que não parava de sangrar demais sobre seus olhos. Campos foi declarado vencedor por nocaute técnico. A luta foi tão boa, que o Bellator disponibilizou a reprise de graça no YouTube. --------------------------------------- De vez em quando aparecem umas lutas assim...
  7. Vitória, derrota... Essa, pelo visto, nunca aprendeu a filosofia por trás das artes marciais. Considerando que era uma atleta olímpica de judô, isso me parece ainda mais grave.
  8. Concordo com o seu comentário, existe sim uma grande diferença de estilo e preparação. Mas, nesse caso, gostaria de enfatizar os lutadores das antigas. Eles não se preparavam para um adversário específico (até porque muitas vezes nem sabiam com quem iam lutar ou era estilo GP). Eles focavam em treinar sua arte, seus pontos fortes e cuidar dos pontos fracos. Aquela época sim, eles estavam prontos para lutar contra qualquer um, podiam perder, mas não tinha esse tipo de discussão.
  9. Podem falar que não se trata de uma droga que melhora performance, mas se o cara admite que é o que faz ele continuar a treinar... É uma forma de vantagem.
  10. Se o Pettis ganhar, vão falar que é o quarto campeão em 2 categorias?
  11. O problema no caso do Lyoto é que, salvo engano, a substância estava no rótulo. Se não, dava para "colocar a culpa" no suplemento, tal qual o Romero fez... O rótulo mata a frase "2 pesos....". De qualquer forma, me parece excessiva a punição, ainda mais com outros casos que vimos por aí
  12. Concordo que o UFC merece a aposentadoria para tomar uma chacoalhada, mas não acredito que possa freiar as palhaçadas. Essas, acredito eu, estão só começando. Com a venda e depois vendas para um monte de atores, não ficaria surpreso de ver o UFC cotado na bolsa e, nesse caso, os cotistas querem ver lucro, independentemente de quem seja o campeão ou se as lutas façam sentido (visão do esporte). Sobre o Aldo, por mais que eu goste de ver ele lutar, espero que leve adiante essa aposentadoria. E que ele sirva de exemplo para os lutadores não se submeterem a qualquer situação. O DW tinha dito que após a luta do irlandês ele iria explicar o motivo o qual "teve" que fazer essa luta. Tomara que, independente deste motivo, o Aldo mantenha a posição dele, mas cada um sabe onde o sapato aperta...
  13. http://www.bjpenn.com/mma-news/don-frye/report-mma-legend-don-frye-hospitalized-not-well/ ------ De acordo com a reportagem, ele estaria com pneumonia entre outros e não está bem. A reportagem também pede para que os fãs orem por ele