Fabri

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  1. De volta ao posto de campeão meio-pesado do UFC graças ao doping de Jon Jones, Daniel Cormier revelou em entrevista ao programa “Giro Combate” que sua próxima defesa de cinturão será contra o suíço Volkan Oezdemir. Data e local ainda não foram definidos. Daniel Cormier conquistou o cinturão meio-pesado do UFC em 2015 e defendeu com sucesso nas lutas contra Alexander Gustafsson e Anthony Johnson. Em sua última luta, em julho deste ano, foi nocauteado por Jon Jones, mas como o oponente caiu no doping, o resultado foi anulado. Aos 28 anos de idade, o suíço Volkan Oezdemir chegou ao UFC em fevereiro deste ano e já possui uma sequência de três vitórias dentro da organização, as duas últimas por nocaute no primeiro minuto, contra Misha Cirkunov e Jimi Manuwa. http://portaldovaletudo.uol.com.br/daniel-cormier-revela-que-sua-proxima-defesa-cinturao-sera-contra-volkan-oezdemir/
  2. Empresários de Anderson Silva, Ed Soares e Jorge Guimarães, o Joinha, estarão de olho no duelo entre Michael Bisping e Georges St-Pierre neste sábado em Nova York. Embora garantam que o foco atual é a luta do brasileiro contra Kelvin Gastelum, marcada para o próximo dia 25 na China, eles não negam o interesse em promover uma grande luta entre Spider e Bisping ou St-Pierre. Mais conservador, Joinha não esconde a torcida a favor do atual campeão dos médios, Michael Bisping, e explica o porquê. “A gente corre um risco muito grave caso o St-Pierre vença. Tudo pode acontecer nesta luta, mas espero que o Bisping vença porque essa é uma revanche que para mim, não que faça mais sentido, mas meu medo é o St-Pierre vencer essa luta e ‘sentar’ no cinturão”, justificou. Ed Soares também acredita que a revanche é uma possibilidade mais viável, mas elege um duelo contra St-Pierre como sendo o dos seus sonhos. “Seria uma luta dos sonhos. Eu adoraria ver esta luta, é a luta que o mundo quer assistir, o Ultimate quer ver, ia ser bom para os atletas, bom para o esporte, bom para todo mundo. Se isso acontece, Deus sabe o que faz”. A revanche entre Anderson Silva e Michael Bisping é pleiteada pelo staff do brasileiro desde o anúncio do resultado da luta entre eles, em fevereiro de 2016. Naquela ocasião, o inglês venceu por decisão unânime, mas para muitos teria sido nocauteado com uma joelhada no final do terceiro round. O confronto entre Anderson Silva e Georges St-Pierre era imaginada por fãs de todo o mundo quando os dois dominavam suas categorias no UFC, sendo os maiores recordistas de defesas de cinturão, entre 2007 e 2013. http://portaldovaletudo.uol.com.br/empresario-de-anderson-silva-nao-esconde-torcida-por-bisping-na-luta-contra-st-pierre/
  3. Aos 26 anos de idade e com um perfeito cartel de 10 vitórias em 10 lutas, o peso médio Paulo Borrachinha tem neste sábado seu maior desafio desde que se tornou profissional de MMA. Pelo UFC 217, em Nova York, o mineiro enfrenta o ex-campeão dos meio-médios Johny Hendricks. Seu empresário, Wallid Ismail esbanja confiança, aposta em vitória por nocaute e projeta um futuro brilhante para o pupilo. “Ele é dedicado, é focado, chega a ser um psicopata. Ele quer realmente ser campeão e eu acredito que ele vai ser campeão do UFC. Ele tem tudo que um campeão precisa ter, que é a determinação e a vontade de vencer, e treina realmente como um campeão. Acredito que ele vai nocautear e em breve vamos ter mais um campeão do UFC, que é o Borrachinha”, acredita. Além de, até agora, não ter dado chances aos adversários que enfrentou, Paulo Borrachinha também chama atenção pela boa desenvoltura à frente das câmeras com declarações sempre confiantes, o que faz Wallid Ismail compará-lo ao irlandês Conor McGregor. “O Borrachinha toca o terror, mas vai lá e faz, sai na porrada, porque o lutador tem que sair na porrada. Isso sem dúvida nenhuma o McGregor faz e o Borrachinha faz, e eu comparo muito o McGregor ao Borrachinha, só que o Borrachinha é ‘real deal’, nunca perdeu, invicto e venceu todas as lutas no primeiro round, só uma foi para o segundo”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/wallid-ismail-compara-borrachinha-mcgregor-e-aposta-em-nocaute-sobre-johny-hendricks/
  4. Joanna Jedrzejczyk está prestes a igualar um importante recorde no UFC: o de defesas bem sucedidas de títulos na divisão feminina. Ronda Rousey lidera esta estatística, com seis, e a polonesa poderá igualar a ex-campeã caso vença Rose Namajunas neste sábado, no UFC 217. Em entrevista ao “Revista Combate” na última terça-feira, a campeã peso-palha falou da possibilidade. “Esses números significam muito pra mim. A Ronda é uma amiga, tenho uma ótima relação com ela, mas é bom para mim, bom para o UFC, é legal igualar esse recorde e depois passar com sete defesas de títulos na minha categoria. Eu disse alguns dias atrás que seria minha décima quinta luta no MMA, e continuo invicta. Será minha sexta defesa de título. Agora estou lutando pelo meu legado, pelo que vou deixar. Isso é o que eu dizia algumas lutas atrás, e é o que continuo dizendo. Quero me aposentar invicta, não penso em perder ou sair. E essas lutas me estimulam, me incentivam a treinar mais e quero quebrar ainda mais os recordes. Famosa pelo alto nível na luta em pé, a campeã contou que treina na ATT com Gezari Matuda, multi-campeã na Arte Suave, e revelou um ousado plano para seu futuro. “Eu treino com as melhores do mundo, me preparo com os melhores e no futuro serei campeã do ADCC”, garantiu. UFC 217Nova York, EUA Sábado, 04 de novembro de 2017 CARD PRINCIPAL (a partir de 1h, horário de Brasília): Peso-médio: Michael Bisping x Georges St-Pierre Peso-galo: Cody Garbrandt x T.J. Dillashaw Peso-palha: Joanna Jedrzejczyk x Rose Namajunas Peso-meio-médio: Stephen Thompson x Jorge Masvidal Peso-médio: Johny Hendricks x Paulo Borrachinha CARD PRELIMINAR (a partir de 20h30, horário de Brasília): Peso-leve: James Vick x Joe Duffy Peso-pesado: Walt Harris x Mark Godbeer Peso-meio-pesado: Michael Oleksiejczuk x Ion Cutelaba Peso-meio-médio: Randy Brown x Mickey Gall Peso-pesado: Alexey Oliynyk x Curtis Blaydes Peso-meio-pesado: Ovince Saint Preux x Corey Anderson Peso-galo: Aiemann Zahabi x Ricardo Carcacinha http://portaldovaletudo.uol.com.br/prestes-igualar-recorde-de-ronda-joanna-jedrzejczyk-projeta-outro-titulo-serei-campea-do-adcc/
  5. Após rumores e desencontros, enfim o UFC marcou o duelo entre Edson Barboza e Khabib Nurmagomedov. O combate que deve decidir o próximo desafiante ao cinturão dos leves está programado para acontecer no dia 30 de dezembro, em Las Vegas. Minutos depois da confirmação da luta, o brasileiro falou dos assuntos que envolvem o encontro. Em relação ao duelo de estilos, entre um exímio striker e um eficiente grappler, Edson Barboza não se mostra muito preocupado com o provável antijogo do russo. Além disso, discorda de muitos quando afirma que não acha o jogo de Nurmagomedov chato. “O plano de luta sempre é: vai lá e se divirta”, garante. “É uma luta de MMA, então se ele acha que o jeito mais fácil de vencer uma luta é agarrando, eu entendo. E é muito eficiente, porque ele nunca perdeu uma luta. Eu sou um amante da luta agarrada, estou ‘in love’ com o Jiu-Jitsu e adoro assistir, adoro treinar Jiu-Jitsu, Wrestling, e não acho chato, não”. Sobre o confronto Brasil x Rússia, que é considerado um clássico desde a época do Vale-Tudo, Barboza exalta os lutadores brasileiros. “Eles (russos) são cascas-grossas como os brasileiros. Me fala aí, quantos russos já ganharam o cinturão do UFC? Não existe povo mais casca-grossa que a gente, pode ter certeza”. Embora ainda não seja oficial, tudo indica que Conor McGregor e Tony Ferguson lutarão pela unificação do cinturão. Sendo assim, o vencedor do confronto, teoricamente, seria o adversário do vencedor do duelo entre Edson Barboza e Khabib Nurmagomedov. Embora um combate contra o irlandês traga mais retorno, tanto financeiro quanto midiático, o brasileiro não esconde sua preferência por Ferguson. “Para mim, ele (McGregor) tem o cinturão, mas o campeão é o Ferguson, por tudo o que ele fez pela divisão”, aponta, garantindo sua torcida pelo norte-americano e justificando. “Para fazer a revanche e porque o Ferguson é o verdadeiro campeão da categoria”.
  6. Francisco Massaranduba estava vindo de uma incrível sequência de sete vitórias consecutivas até esbarrar em Kevin Lee em março deste ano. No último sábado, o piauiense mostrou que não deixou se abater pelo tropeço e voltou a vencer. A vítima da vez foi o também experiente Jim Miller, superado via decisão unânime. Aos 39 anos de idade, o atleta da Evolução Thai não quer saber de descanso e já planeja o retorno ao octógono. “Os dois últimos lutadores que lutaram com ele (Jim Miller) foram Anthony Pettis e o outro foi o… Max Holloway? (na verdade ele quis dizer Dustin Poirier). Esses dois adversários é uma boa luta para o Massaranduba. Qualquer hora que eles quiserem lutar com o Massaranduba vai estar pronto para eles”, garantiu. Contra Jim Miller, embora tenha perdido o primeiro round, Massaranduba não deixou dúvidas sobre sua vitória. Apesar disso, ele se mostrou bastante crítico quanto a sua performance. “Fiquei devendo um pouco como Jim Miller, porque eu treinei para nocautear ou finalizar ele. Juro para vocês que eu treinei todo o santo dia, não perdi nenhum treino, fazia quatro treinos por dia, e no dia que eu pensava que meu corpo estava cansado, eu olhava para o meu moleque e falava: ‘Nem fod*** que eu vou ficar aqui. Vou treinar porque eu preciso dessa vitória’”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/com-oito-vitorias-em-nove-lutas-massaranduba-mira-anthony-pettis-e-dustin-poirier/
  7. O nocaute sobre Jack Hermasson no UFC São Paulo no último final de semana foi o terceiro consecutivo do peso médio Thiago Marreta, que agora deve avançar algumas casas no ranking da categoria. Questionado logo após descer do octógono qual seria o próximo passo, o brasileiro citou Derek Brunson. Naquele momento, o norte-americano ainda não havia confirmado a vitória sobre Lyoto Machida. “O Derek Brunson é uma boa opção. Está lutando na mesma noite que eu, então ele vencendo ou perdendo do Lyoto eu aceito lutar com ele, basta ele aceitar”, respondeu o atleta da TFT. O nocaute do último sábado foi o sétimo de Thiago Marreta dentro do UFC, o que o torna o segundo maior nocauteador dos pesos médios, atrás apenas de Anderson Silva e Michael Bisping. Aos 33 anos de idade, ele admite que ainda tem muito a aprender, mas afirma que não tem tempo a perder. “É um risco, né (aceitar qualquer luta)? Eu já tenho 32 anos, não tenho que fazer plano de carreira, isso serve para um cara de 20 anos, 22, que entrou no UFC agora, eu já tenho 32 anos (na verdade tem 33), já não tenho tanto tempo assim para esperar seis meses, oito meses… Eu tenho que lutar e vencer, o momento é agora, eu me sinto bem, estava bem treinado, sem lesão, então tenho que lutar”, explicou. http://portaldovaletudo.uol.com.br/apos-3o-nocaute-consecutivo-thiago-marreta-quer-enfrentar-derek-brunson-o-momento-e-agora/
  8. Colby Covington conseguiu o que queria. Além de derrotar Demian Maia na penúltima luta do UFC São Paulo, por decisão unânime, o norte-americano também terminou como o lutador mais comentado do evento, mesmo que para o mal, já que suas ofensas aos brasileiros repercutiu de forma negativo entre o público e até mesmo entre seus companheiros de American Top Team, equipe fundada e formada por muitos brasileiros. Em entrevista ao PVT nos bastidores do evento, Eduardo Alonso, empresário de Demian Maia, revelou que o falastrão pediu desculpas a eles logo após a luta e confessou que encarna um personagem para tentar chamar a atenção. “Os dois foram juntos para sala médica tomar pontos, o Colby também se machucou, se cortou, e lá ele falou comigo: ‘Espero que você saiba que isso é só um personagem, é só marketing, para vender. Optei por isso e preciso disso para me promover. Eu respeito muito o Demian, ele é uma lenda, foi uma luta muito dura, eu sou fã dele, sou grappler também, acompanho a carreira dele, ele foi guerreiro, e por favor fala para ele que eu sou fã dele e isso é só um personagem’. Acho que ele não vai gostar de ver eu falando isso aqui. Enfim, quem conhece o Sonnen nos bastidores sabe que ele nos bastidores também é um gentleman, então a gente tem que respeitar, cada um se promove do jeito que acha que deve se promover, não é o que eu faria, mas para ele parece estar dando certo”. Em relação aos próximos passos de Demian Maia, Eduardo Alonso revelou que o meio-médio, que completa 40 anos no próximo dia 06, manifestou o desejo de fazer a última luta que possui no contrato com o UFC. Porém, o empresário afirmou que entende caso o atleta resolva encerrar a carreira de atleta de MMA. “Muito difícil falar de futuro imediato agora, o que eu posso te dizer é que no vestiário depois da luta ele falou que quer continuar lutando, falou em dois anos, um ano e meio mais de carreira, mas isso é muito subjetivo, é a dinâmica do dia a dia que vai dizer. Ele tem mais uma luta no contato e eu acredito que ele vá fazer essa luta, mas vai depender muito do contexto”, contou. “O que vai dizer é o futuro dele é a vontade dele, pois é muito normal se ele começar a ficar de saco cheio também, porque ele está há muito tempo na estrada, já fez muita coisa pelo Jiu-Jitsu brasileiro, acho que ele não tem que provar mais nada para ninguém, e enquanto ele estiver treinando bem, rendendo bem e querendo, eu acho que ele vai continuar lutando”. A derrota no último sábado foi a segunda consecutiva de Demian Maia, que antes de ser derrotado para Tyron Woodley na disputa de cinturão dos meio-médios ostentava uma sequência de sete vitórias. Ao todo, o faixa preta de Jiu-Jitsu possui um cartel de 25 vitórias e oito reveses, e disputou os cinturões dos médios, em 2010, quando perdeu para Anderson Silva, e mais recentemente o da atual categoria. http://portaldovaletudo.uol.com.br/empresario-de-demian-maia-revela-pedido-de-desculpas-de-colby-covington-confessou-que-e-um-personagem/
  9. As ofensas desferidas por Colby Covington ao público do Brasil após a vitória sobre Demian Maia no UFC São Paulo do último sábado repercutiram de forma negativa até mesmo dentro de sua própria equipe, a American Top Team, fundada e formada por muitos brasileiros. Um dos líderes da equipe é o carioca Marcos Parrumpinha, que em entrevista ao PVT desaprovou as declarações do atleta e afirmou que os líderes da American Top Team irão se reunir para analisarem o caso. Em relação a uma provável punição por parte do UFC, o treinador defende o lutador. “Se o UFC vai tomar algum tipo de punição, de medida, eu não sei. Acho meio estranho porque o McGregor fez isso com o Aldo e não foi punido, Chael Sonnen fez isso com o Minotauro e com o Anderson Silva e não foi punido… Punir o Colby? Acho isso estranho. Com relação à American Top Team é outra coisa. A gente vai ter uma conversa entre os treinadores, uma conversa com o dono da American Top Team, que é o Dan Lambert, e a partir daí vamos tomar decisões para o melhor não só do nosso relacionamento com o mundo do MMA, mas também (dentro) da American Top Team”. Para Parrumpinha, o estilo falastrão de Covington é válido, desde que não ultrapasse os limites do bom senso, o que, para ele, foi o erro cometido pelo norte-americano. “Acho que ele foi extremamente infeliz nas declarações. Não me importo se ele fala mal dos adversários dele, Apesar de que o Demian é um cara excelente como pessoa, mas é uma coisa do business, se ele quer falar mal do adversário, é um direito dele. Só não acho legal quando ele começa a falar mal de uma nação, principalmente sendo do povo brasileiro, do qual eu faço parte, então eu acho que ele foi extremamente infeliz nesse ponto”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/american-top-team-fara-reuniao-para-analisar-postura-de-colby-covington-afirma-treinador/
  10. José Aldo está de volta ao Jiu-Jítsu. O primeiro desafio do agora ex-campeão dos penas do UFC em seu retorno ao tatame será no Internacional de Masters da IBJJF, conforme divulgou a conta oficial da CBJJ no Instagram. O evento acontece nos dias 28, 29 e 30 de julho, no Tijuca Tênis Clube, Rio de Janeiro. De acordo com informações apuradas pela Graciemag, o lutador da Nova União, que completa 31 anos em setembro, está inscrito na divisão dos leves (até 76kg com o quimono) na categoria Master 1 (atletas de 30 a 35 anos). José Aldo disputou alguns campeonatos de Jiu-Jítsu no início dos anos 2000. Na época peso-pluma (até 64kg), o manauara venceu a Copa do Mundo da CBJJO na faixa-marrom, em 2004, e um Campeonato Brasileiro na faixa-roxa, em 2003. Em outubro do ano passado, enquanto decidia seu futuro no UFC, José Aldo já ventilava a possibilidade de voltar a competir de quimono. “Eu vim do jiu-jítsu, se puder estar amanhã vivendo isso de novo, competindo, no dia a dia, para mim vai ser bom. Mas vou dar um passo de cada vez. Primeiro vou sentar com eles e tomar uma decisão certa”, disse em entrevista ao programa “SporTV News” na época. http://portaldovaletudo.uol.com.br/jose-aldo-veste-o-quimono-e-tem-retorno-as-competicoes-de-jiu-jitsu-marcado/
  11. Rousimar Toquinho fez mais uma vítima com seu conhecido, temido e eficiente leg-lock. A vitima da vez foi o russo Alexei Ivanov, que bateu em menos de um minuto de luta na 70ª edição do Fight Nights Global, realizado nesta sexta-feira, na Rússia. A última vitória de Rousimar Toquinho havia sido sobre Jake Shields em agosto de 2015, ainda pelo WSOF. De lá para cá o brasileiro acumulou dois nocautes sofridos: para Emil Weber Meek, na Itália, e Michael Materia, na Polônia. http://portaldovaletudo.uol.com.br/video-rousimar-toquinho-finaliza-russo-em-sua-estreia-no-fight-nights-global/
  12. Menos de dois meses após ser nocauteado por Stipe Miocic na disputa de cinturão dos pesos pesados, Junior Cigano já tem um novo compromisso marcado. O brasileiro enfrenta o perigoso francês Francis Ngannou no card do UFC 215, marcado para o dia 9 de setembro, em Edmonton, Canadá. Ex-campeão da categoria, Cigano vem de um retrospecto irregular desde a primeira derrota para Cain Velásquez, em 2012. De lá para cá, o brasileiro intercalou vitórias e derrotas, tendo somado três triunfos e três reveses. Grata surpresa na categoria, Ngannou venceu todas as cinco lutas que fez no UFC, organização na qual estreou em 2015. De suas cinco vitorias, quatro foram por nocaute e uma por finalização. Na carreira, são 10 vitórias, sendo seis nocautes e quatro finalizações. Sua única derrota, que aconteceu em 2013, foi por decisão. http://portaldovaletudo.uol.com.br/junior-cigano-enfrenta-francis-ngannou-no-ufc-215-em-setembro/
  13. Se houvesse uma eleição para escolher o melhor evento de MMA de todos os tempos, certamente a final do Pride GP dos médios, realizada em Tokyo, no dia 28 de agosto de 2005, estaria entre os mais votados. Nesta noite, além de assistir ao tão aguardado confronto entre Wanderlei Silva e Ricardo Arona, os fãs japoneses puderam ver o nascimento de Maurício Shogun, que nocauteou na mesma noite Alistar Overeem e Arona, vingando o parceiro de treinos e se transformando no novo Número 1 dos médios. Para completar, Fedor e Cro Cop fizeram um lutaço valendo o cinturão dos pesados e Werdum conseguiu sua segunda finalização no evento. Como vimos na última edição da PVT Mag, depois de eliminarem dois lutadores cada, Ricardo Arona, Maurício Shogun, Wanderlei Silva e Overeem se classificaram para a final do torneio, que foi realizada dois meses depois na mesma Saitama Super Arena. Obviamente os organizadores não colocariam os dois atletas da Chute Boxe para se enfrentarem na primeira luta da noite, e depois das alfinetadas entre Overeem e Wanderlei, acreditava-se que os promotores colocassem os dois para se pegarem, mas se isso ocorresse perderiam a chance de realizar o combate que deu origem à rivalidade entre Chute Boxe e BTT: Ricardo Arona e Wanderlei Silva. Desde o desentendimento no café da manhã no Tokyo Hilton no Pride 16 que os dois sonhavam em se enfrentar e os japoneses não perderiam esta chance. Wanderlei x Arona e a fúria do guerreiro Uma reportagem de 10 páginas publicada pela maior revista especializada do Japão, a Kakutougi Tsushin, explicando todos os capítulos da rivalidade entre BTT e Chute Boxe e relembrando os confrontos que davam uma vantagem de 6 x 4 para a equipe curitibana aumentou ainda mais a expectativa em torno do mais pessoal confronto do Vale-Tudo mundial. Anos depois daquele desentendimento no café da manhã do hotel, finalmente Wanderlei e Arona voltaram a se encontrar olho no olho. “Vou te arrebentar”, prometeu Wanderlei. “Vamos ver amanhã no ringue”, respondeu Arona. Como eu era o único jornalista brasileiro na pesagem, fui praticamente juntado pelos colegas japoneses ansiosos em entender o significado daquela troca de gentilezas diante da gritaria das duas equipe. “Vamos Arona!!!!” , “Heeeeeyyy Wandeco !!!” No dia seguinte no ringue, porém, a animosidade da pesagem deu lugar a um enorme respeito mútuo. Ao contrário das lutas anteriores, Wanderlei não partiu para cima de Arona, se limitando a acertar chutes na parte interna da coxa. Do outro lado, o atleta da BTT respondia na mesma moeda, esperando a hora certa para dar o bote e levar o curitibano para o chão. E a oportunidade ocorreria de maneira surpreendente, com Arona desequilibrando Wanderlei após um low kick na perna do oponente. Quando Wanderlei caiu, Arona partiu para o pisão, entrando na guarda de Wanderlei, de onde passou a aplicar seu ground´n pound que definiria o primeiro round em favor do carioca. No final do round o juiz voltou a luta em pé e deu um cartão para Wanderlei. Ciente da vantagem de Arona no 1º round, Wanderlei voltaria mais agressivo no 2º, mas Arona continuaria surpreendendo ao aceitar a trocação. No fim do round Arona voltaria a derrubar Wandelei. Para mostrar superioridade, o atleta da BTT chegou a socar com as duas mãos. Quando o juiz decretou o fim da luta, Arona extravasou dando um grito estridente no rosto do oponente. Diante da clara superioridade do amigo, Paulão invadiu o ringue e acabou caindo com Arona montado por cima dele. No fim os dois se abraçaram. “Valeu campeão, você foi guerreiro”, disse a Wanderlei, me revelando na sequência que não tinha a intenção de desrespeitar o oponente na hora do polêmico grito: “Não quis desrespeitá-lo, aquilo foi coisa de fúria de guerreiro”. Declarações que marcaram a luta Ricardo Arona: “Ele dizia que eu tinha um Muaythaizinho. Venci ele em pé e no chão… Mas não quis desrespeitá-lo com aquele grito, aquilo foi coisa de fúria de guerreiro” Bebeo Duarte: “O cara agora é o Arona, batemos o Wanderlei” Com a derrota de seu principal símbolo, a Chute Boxe voltava ao vestiário em clima de funeral. Depois de assistir seu maior ídolo perder para o maior rival, Shogun teria que subir ao ringue para enfrentar Overeem já pensando numa final com Arona. Percebendo o abatimento do parceiro ao chegar ao vestiário, Wanderlei sabia da importância de seu empurrão. “Piá, vai com tudo que este título é seu”. Shogun tratoriza Overeem e Arona A força do ídolo fez a diferença. Depois de nocautear Quinton Jackson e vencer Rogério Minotouro numa histórica batalha, Shogun entrou seguro na semifinal como o único brasileiro dos 4 semifinalistas. Overeem, que havia prometido estragar a festa brasileira, até começou bem. Com quatorze centímetros de vantagem, o homem que eliminara Vovchanchyn e Belfort chegou a levar o brasileiro para o chão em duas oportunidades, em uma delas tentando encaixar sua temida guilhotina. Shogun aproveitou a tentativa para cair por cima e passar a dominar a luta. Depois de passar a guarda e castigar o holandês com joelhadas, o atleta da Chute Boxe levantou soltando tiros de meta. Na sequência permitiu que o holandês levantasse para lhe derrubar de novo, passar a guarda, montar e bater a até o juiz interromper. Estava definida a tão sonhada final entre Chute Boxe e BTT. Se Wanderlei respeitou muito Arona, o mesmo não se pode dizer de Maurício Shogun. Além do cinturão, o garoto tinha três motivações extras: 1) se vencesse vingaria Wanderlei e o irmão Ninja, que perdera para Arona no Pride 21; 2) garantiria a dianteira da Chute Boxe no confronto direto com a BTT no Pride (4×2). Em caso de derrota confirmaria Arona como terror da Chute Boxe (seria o 3º vencido pelo carioca) e selaria o empate com a equipe rival (3 vitórias para cada). “A derrota do Wandeco me motivou muito, entrei para nocautear”, contaria alguns minutos depois o novo campeão do GP. Quando a luta começou Shogun já partiu para cima tentando um chute rodado, Arona contra atacou cinturando Shogun e botando-o para baixo, mas o curitibano surpreendeu e atacou uma omoplata, que deixou o carioca em posição difícil por quase dois minutos. Arona escapou e a luta voltou em pé com shogun acertando um cruzado de direita, seguido de três joelhadas. Arona tonteou, mas conseguiu derrubar o oponente, que logo levantou. Após rápida troca de golpes foi Shogun que derrubou um já esgotado Arona, passando rapidamente sua guarda e chegando ao cem quilos, de onde acertou cotoveladas na costela e uma joelhada na cabeça. Na sequência, Shogun levantou e tentou um pisão, que passou de raspão, seguido por quatro socos que apagaram o atleta da BTT obrigando o juiz a interromper. “Minha maior infelicidade foi que logo no primeiro minuto de luta, quando clinchei para dar uma queda no Shogun, cai de cabeça com ele por cima, a partir dali já estava seminocauteado e não via mais nada… em condições normais acho que posso vencê-lo, mas isso é uma coisa mais pessoal, antes quero disputar o cinturão com o Wanderlei”, disse Arona. Declarações que marcaram a luta Ricardo Arona: “Estava mais desgastado que o Shogun. Na luta com o Wanderlei machuquei o ligamento do joelho, o pé, afundei a canela mas tomei uma infiltração e voltei pra lutar, coisa de guerreiro” Cristiano Marcelo: “O Shogun deu omoplata e passou a guarda do tetra campeão do ADCC. A Chute Boxe provou hoje que tem o melhor chão para o Vale-Tudo” Shogun: “Vinguei o Wandeco, nocauteei o Arona e ainda garanti o 4×2 em cima da BTT. Hoje é o dia mais feliz da minha vida” Paulão: “O Arona não deveria ter voltado. Se quebrou todo em 15 minutos com o Wanderlei, enquanto o Shogun veio inteirinho de quatro minutos com um frango dágua”. Rudirmar Fedrigo: “Para nós este Paulão é Paulinho. Ele não tem consistência, é reserva do GP e não tem peito de encarar o Ninja”. Wanderlei: “Agora que o evento acabou eu posso falar. Se nós dois fôssemos para a final o Shogun ia entregar o título para mim, mas eu queria dar pra ele, se for analisar os lutadores que pegamos ele merecia mais” O primeiro triângulo Outro brasileiro que brilhou neste evento foi Fabrício Werdum. Após estrear vencendo Tom Erikson, o gaúcho não deu chance ao parceiro de treinos de Fedor, Roman Zentsov. A luta serviu para apimentar o clima do confronto entre Fedor e Cro Cop, uma vez que Werdum, nessa época, treinava com o croata. Curiosamente Werdum finalizou Zentsov com o mesmo golpe que venceria Fedor cinco anos mais tarde, um armlock no triângulo a 6 minutos do 1º round. Fedor x Cro Cop Num evento com tantas lutas boas válidas pelo GP, os promotores do Pride ainda se deram o trabalho de casar o confronto de pesos pesados ais aguardado daquele ano, entre o campeão da categoria, Fedor Emelianenko, e Mirko Cro Cop, que vinha vencendo todo mundo. Depois de se negar a enfrentar o policial croata por duas vezes, alegando ter contundindo a mão, Fedor mostrou mais uma vez ao mundo o porquê era o melhor pesado da história aceitando lutar dois rounds com Cro Cop em pé. Depois de ter seu nariz quebrado por um golpe do croata logo no início da luta, Fedor partiu para cima, derrubou Mirko e garantiu a vantagem no 1º round com muito ground n’ pound. No 2º, porém, Fedor voltou ainda mais agressivo, aceitando mais a luta em pé e acertando excelentes golpes no croata, que mais uma vez terminou sendo derrubado, passando o resto do round apanhando. O terceiro round foi uma repetição do 2º e garantiu a Fedor a vitória em decisão unânime. Após a luta, Fedor revelou na coletiva de imprensa que quebrara a mão ainda no primeiro round, mas continuou lutando. http://portaldovaletudo.uol.com.br/os-classicos-do-pride-gp-2005-e-consagracao-de-mauricio-shogun/
  14. Dono de uma movimentação encantadora, que confundem frustra e cansa seus adversários ao decorrer dos rounds, Dominick Cruz defende o cinturão peso-galo do UFC no próximo dia 30 contra o representante da nova geração e nocauteador Cody Garbrandt, mais um que terá a difícil missão de encontrar e golpear “The Dominator” durante a luta. A pedido do PVT, Vinicio Antony analisou o trabalho de movimentação do campeão, o que ele classificou como “a evolução de uma série de lutadores que já apresentavam esse padrão de movimento há um bom tempo”. “Vou tirar um do fundo do baú, que era muito esquisito: Keith Jardine. Esse rapaz se movimentava de uma maneira que confundia os adversários exatamente pela peculiaridade de não haver um padrão na movimentação. A movimentação era tão fora de padrão, tão fora de esquadro, que quem lutava com ele se confundia, não sabia qual era o momento ideal de golpeá-lo”, lembrou Antony. “Depois a gente viu mais à frente, demonstrado com um pouco mais de beleza, de plasticidade, com o nosso Ricardo Almeida, o Cachorrão, que se movimentava já de uma maneira diferente, com um jogo de pernas misto entre boxe, muay thai e karatê, uma coisa meio híbrida, mixada mesmo, e confundia o adversário com aquela coisa de entra e sai em linha, depois movimenta em circulo, vira angulando… Uma coisa que realmente confunde”, continuou. “Depois Frankie Edgar. Se repararem, o Frankie Edgar, além de não parar, ter um condicionamento físico privilegiado, ele tem o poder de causar no adversário sempre a dúvida”. De acordo com o carateca brasileiro, Dominick Cruz é o que melhor domina o estilo. “O Dominick Cruz, de todos esses nomes que eu disse, é quem melhor controla essa situação, essa técnica de ‘não ter técnica’, essa movimentação sem padrão. O Dominick Cruz volta e meia pula, de repente ele troca, ele anda, ele gira, ele nunca para, nunca tem um padrão de movimento”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/vinicio-antony-analisa-movimentacao-de-dominick-cruz/
  15. Morreu nesta quinta-feira por causas naturais o faixa vermelha de jiu-jitsu Hélio Vigio, conhecido por ter arbitrado lutas históricas, tanto no jiu-jitsu quanto no vale-tudo. O enterro está marcado para esta sexta-feira, às 12h, no cemitério Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária do Rio de Janeiro. Discípulo Gracie, Hélio Vigio iniciou no jiu-jitsu na década de 1940. Muito técnico, rapidamente se tornou um dos principais lutadores da academia, na qual treinavam também as lendas Carlson Gracie e João Alberto Barreto, no Rio de Janeiro. Embora tenha competido tanto no jiu-jitsu quanto no vale-tudo, Vigio ficou mais conhecido pelas lutas em que foi árbitro. Além de ter mediado lutas na primeira edição do UFC a convite de João Alberto Barreto, ele também arbitrou o histórico duelo de jiu-jitsu em que Wallid Ismail finalizou Royce Gracie em 1998. Porém, sua história mais marcante no mundo das lutas aconteceu no vale-tudo de 1984, no Maracanãzinho. Na ocasião, a equipe de Flavio Molina, reconhecendo a derrota para Marcelo Behring, jogou a toalha no ringue em sinal de desistência. Árbitro responsável pela luta, Vigio pegou a toalha, enxugou o rosto de suor e jogou para fora do ringue, interrompendo a luta momentos depois. Fora da luta, Helio Vigio foi um respeitado e temido delegado da Polícia Civil, instituição na qual fez parte dos anos 1960 aos 1990, sendo responsável pela divisão anti-sequestro e no combate ao narcotráfico. http://portaldovaletudo.uol.com.br/morre-helio-vigio-lenda-da-arbitragem-marcial/