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  1. Renzo Gracie, 51, finalizou o japonês Yuki Kondo, 43, nesta sexta-feira em luta válida pelo ONE Championship, em Pasay, nas Filipinas. A lenda brasileira não lutava desde 2010, não vencia desde 2007 e não finalizava desde 2006. O primeiro round foi bastante morno, marcado por muito respeito e estudo de ambas as partes, com apenas algumas investidas tímidas, como jabs e chutes nas pernas. Na única vez que Renzo conseguiu agarrar, o japonês se desvencilhou. Devido à falta de combatividade, o árbitro parou a luta duas vezes para chamar a atenção dos lutadores, chegando a adverti-los com um cartão amarelo. No segundo round, porém, Rengo Gracie foi para decidir. Simulou uma trocação, foi nas pernas de Yuki Kondo, progrediu para as costas, cinturou e derrubou. Já no solo, não teve dificuldade para colocar em prática o que mais sabe: o Jiu-Jitsu. Com um mata-leão bastante justo, obrigou o oponente a se render. http://portaldovaletudo.uol.com.br/video-renzo-gracie-aplica-mata-leao-e-finaliza-no-retorno-ao-mma/
  2. https://www.youtube.com/watch?v=nlddXJ5zeXs Na época do Pride, a camisa da equipe rival era como uma pele infectada por doenças contagiosas. Membros da Brazilian Top Team não podiam ter contato com as vestimentas da Chute Boxe e vice-versa. No episódio da “Confraria da Porrada” desta semana, Bebeo Duarte e Marcelo Alonso relembraram algumas confusões envolvendo as vestimentas. Inimigos, inimigos, negócios à parte Líder e um dos membros mais xiitas da BTT, Bebeo Duarte foi, durante um tempo, o fornecedor de camisas de Wanderlei Silva no mercado japonês. Para não gerar confusão entre seus companheiros de equipe, ele escondia as camisas em sua mala e, chegando no Japão, vendia em segredo para clientes de confiança, que compravam em grandes quantidades e revendiam como se fossem eles os fornecedores. Esse segredo só foi revelado agora, cerca de 15 anos depois. Assista a história completa a partir dos 52m07s do vídeo. Estagiário Espião A Chute Boxe abrigou em um de seus quartos numa edição do Pride um estagiário da revista Tatame a pedido de Marcelo Alonso. Acontece que, morador de Itacoatiara, o estudante de jornalismo era amigo de ninguém menos que Ricardo Arona. Inclusive, criou a estampa da camisa que o lutador da BTT usava para entrar em suas lutas. Sabendo disso, Alonso explicou a história da rivalidade e implorou para que o estagiário não falasse dessa relação com o Tigre, que era visto pelos membros da equipe curitibana como o próprio Anticristo. Mas, graças a uns goles a mais de cerveja na madrugada da véspera do evento, o tal estagiário deixou escapar que morava em Itacoatiara, terra de Ricardo Arona. A informação alertou os chute boxers, que logo perguntaram: “Você conhece o Ricardo Arona?”. Esquecendo o conselho de Marcelo Alonso, o estudante sequer tentou esconder: “Pô! Ricardinho é meu irmão! Eu que fiz a logo da camisa dele”. Graças a língua, ele foi convidado a se retirar do quarto. Não bastasse isso, ele ainda pediu abrigo a Wanderlei Silva, que estava em outro quarto, dormindo, já que horas depois, enfrentaria Dan Henderson. Devido ao episódio, Marcelo Alonso teve que se explicar a Rudimar Fedrigo, que acreditava que o estagiário era um espião da BTT. Assista a história completa a partir de 1h06m0s. Borrachinha na ATT? Um dos assuntos da atualidades debatidos no nessa edição do programa foi o duelo marcado pelo UFC entre Paulo Borrachinha e Yoel Romero. Líder da American Top Team, Conan Silveira esteve ao vivo via Skype e foi questionado por Bebeo Duarte sobre uma informação de que o peso médio mineiro estaria negociando sua ida para a equipe. Assista aos 24m50s e aos 41m30s. “(Borrachinha) Não apareceu ainda, vai aparecer aqui, eu acredito, e a gente vai ver o que vai fazer”, respondeu Conan primeiramente. Em seguida, ao analisar o confronto, ele deixou escapar que não teria torcida no duelo. “Eu não vou dizer para quem que eu vou torcer, é uma luta difícil para os dois lados, eu acredito dessa maneira. É uma luta que vai chamar a galera para assistir. O Yoel já está ali, é o 1º da divisão, e o Borrachinha está chegando. Acho que a intenção do UFC é justamente promover essa diferença”. Mediador do programa, Marcelo Tetel questionou o fato do líder da ATT não declarar torcida pelo atleta da casa. Conan então respondeu. “Não é essa situação, não. Ele não chegou ainda aqui. Eu falei que a gente estava conversando. É uma questão de ética”. Outro momento do programa que deu a entender que Borrachinha pode estar negociando sua ida para a maior equipe de MMA do mundo foi o fato de Conan citar que não há problema em dois lutadores da equipe se enfrentarem e citou como exemplo os torneios do PFL, nos quais atletas da ATT lutam pelo mesmo prêmio. “Não é mais um problema; na verdade a gente tem a solução para isso, temos a estrutura de treino, coachs aqui”. Nesta semana Paulo Borrachinha está treinando na Fusion X-Cel, equipe onde treinam também os brasileiros Ronaldo Jacaré e Alan Nuguette, justamente em Orlando, a poucos quilômetros da ATT.
  3. No último dia 13 o ex-campeão do Bellator Eduardo Dantas sofreu uma grave lesão na perna ao cair de mau jeito após ser acertado por um direto do adversário, o americano Michael McDonald. Em fase de recuperação após a cirurgia, o brasileiro detalhou a contusão, relembrou os instantes logo após o acidente e a confusão envolvendo os médicos que o atenderam ainda nos Estados Unidos, falou da previsão para voltar às atividades e o desejo de reencontrar o algoz numa revanche. Confira no bate-papo abaixo: PVT: m que momento você entendeu a gravidade do que tinha acontecido? Assim que você caiu ou só depois que tentou levantar? Dudu Dantas: Em um primeiro momento eu não entendi a gravidade do que tinha acontecido, mas eu senti uma dor muito forte. Foi no exato momento em que ele me dá um chute e me dá um direto. Aí eu tomo um knock down e caio. Quando eu caio, minha bunda bate no chão e eu olho para ele. Quando eu olho para ele, me dá uma pontada muito forte na minha perna, só que eu não tenho noção do que é. Como a gente está muito adrenalizado na hora, dá aquela pontada, mas você vê que dá para continuar, a gente nunca quer desistir, a gente nunca quer parar. Eu vejo ele olhando para mim, e quando ele vê que eu sento, é tudo muito rápido, ele vem para cima de mim com tudo para aproveitar o momento dele. Ele corre para a minha direita e eu tento empurrar ele. Quando eu tento empurrar, ele já cai nas minhas costas, de quatro apoio. Eu tento levantar, tento botar minha perna no chão, sendo que eu não tenho estabilidade, sinto minha perna mole, não tenho força, não conseguia puxar a perna e tirar o joelho do chão. Ele continua batendo, consequentemente acerta uns três socos na minha nuca, dá uns flashes, e o juiz vai lá e para. Aí eu falo para o juiz que estou bem, ele diz que acabou, me segura e fala para eu olhar para o meu pé. Quando eu olho, vejo o meu pé mole e penso: putz! Já era. PVT: O que passou pela sua cabeça? Apenas frustração, já que não deu tempo de você colocar em prática o que treinou, ou chegou a temer em relação à continuidade da carreira? Dudu Dantas: Passou muita coisa pela minha cabeça. Quando acabou a luta, eles me deram um banco para eu sentar. Estou sentado olhando para o meu pé tentando entender o que aconteceu e só escuto o público gritando ‘oooh!’. Aí eu olho para o telão e vejo a cena. Quando vejo a cena, já me dá uma pontada no pé, começa a doer mais ainda, porque eu vi a lesão do jeito que foi. Aí me bate um desespero e eu só quero saber de ir ao médico. Claro, a gente fica muito chateado pela luta, mas a minha preocupação mesmo era o meu pé. Eu estava muito preocupado porque em 10 anos de carreira eu no máximo havia quebrado uma mão, nunca tive problema com ligamento, com nada mais grave e isso realmente me deixou muito preocupado. PVT: Quebrou somente a fíbula ou teve alguma outra lesão? Qual a previsão dos médicos para você voltar a treinar e lutar? Dudu Dantas: Quebrei a fíbula em duas partes, tive que botar uma placa e sete pinos na perna. Graças a Deus não precisei colocar nada para fora, tudo por dentro, tudo muito bem feito. Tive uma assessoria muito boa de grandes médicos. Cheguei no Brasil no domingo (15 de julho) e já fui internado. Coincidentemente, no mesmo dia que eu fui internado, o médico que me operaria na segunda-feira era o médico do INTO (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia) Dr. Daniel Ramallo, que é da equipe do Dr. Flávio Cerqueira e do Rickson Moraes, e me deixou muito seguro. Até então eu não tinha feito nenhum tipo de cirurgia. É uma equipe foda daqui do Rio de Janeiro. A cirurgia foi um sucesso, não precisei botar pino para fora e agora só estou com a perna para cima mesmo. A previsão que ele me deu é de dois meses para voltar a fazer tudo. PVT: Li o post em que o Dedé Pederneiras diz que os médicos americanos disseram que você não precisaria passar por cirurgia, mas aqui no Brasil os médicos discordaram. O que aconteceu? Dudu Dantas: Assim que acabou a luta eu fui direto para o hospital. Chegando lá, não sei se por curiosidade ou se porque o hospital era muito bom, passaram pelo meu quarto uns 10 médicos diferentes. Fiz diversos exames. No final desses exames, um médico chegou para mim e disse que eu quebrei a perna em dois pedaços, mas que não havia saído do lugar, então eles iam mobilizar minha perna, eu não precisaria de cirurgia e em seis semanas eu já estaria bom. Não levei tanta fé, mas como eu não entendo muito do assunto, eu não poderia questionar. A única pergunta que eu fiz era se eu poderia viajar no dia seguinte, e ele disse que não tinha problema nenhum. Ele me passou remédios para dor, e viajei sentindo muita dor, chegando no brasil e eu estava com o pé mais inchado e sentindo muita dor. Fui para o hospital. Chegando lá, o médico viu meu pé, me internou e me botou para operar. Graças a Deus ele era o médico que me operaria no dia seguinte, o Dr. Daniel Ramallo. No outro dia 8 horas da manhã ele foi no meu quarto e mandou eu fazer um exame de Doppler para saber como estava a minha vascularização, justamente porque eu tinha viajado de avião e meu pé estava muito inchado. Graças a Deus o exame não deu nada, mas poderia ter dado, porque a pressão no voo é muito grande. Mas como não deu nada, a gente fez a cirurgia à tarde e foi um sucesso. Os médicos aqui me disseram que eu quebrei a fíbula e os ligamentos romperam, então eu teria que fazer a cirurgia, sim, e depois imobilizar. Ou seja, diferentemente dos médicos lá de fora. Deu tudo certo na cirurgia, isso que é o mais importante, que é a minha saúde. PVT: O Michael McDonald disse que quebrou a mão durante a luta e, por sofrer constantemente com lesões, cogitou até parar de lutar. Você tem alguma coisa a dizer a ele, já que, assim como você, ele também ainda é jovem? Dudu Dantas: Eu não sei como ele quebrou a mão. Fiquei sabendo que ele não vai precisar fazer cirurgia. Fico feliz porque ele não vai precisar fazer cirurgia igual eu fiz, porque é importante que ele se mantenha em atividade. Ele é um atleta que eu admiro bastante, um cara muito educado e um excelente atleta. Mas a gente não termina por aqui, temos coisas a resolver, mas só de ele estar bom, de não precisar fazer cirurgia, já é uma grande notícia. A gente luta, pode ser com quem for, a gente nunca deseja que o adversário se machuque, tenha alguma lesão, quebre alguma coisa, passe mal ou que aconteça algo sério. A gente é adversário ali em cima, lá fora a gente é ser humano lutando pela nossa carreira, lutando para dar o melhor para nossa família e provar para a gente mesmo o quão bom nós somos. Então eu espero que ele possa lutar em breve e que a gente possa tirar essa diferença o mais rápido possível, que é tudo o que eu mais quero. O mais importante é a saúde, que ele se recupera logo, assim como eu, e que possa voltar logo às atividades normais, porque sei que ele trabalha como carpinteiro nos Estados Unidos e realmente ele precisa das mãos, então que nada de ruim aconteça com as mãos dele. PVT: Você gostaria de uma revanche assim que estiver liberado para voltar, já que, apesar do konck down, a lesão que definiu a luta foi acidental? Dudu Dantas: É tudo o que eu mais quero no momento. Me recuperar e poder fazer essa luta com ele. É uma luta que eu estava esperando há muito tempo. Tinha tudo para ser um lutão, mas infelizmente foi muito rápido. Aquela noite foi dele, tudo aconteceu a favor dele. Realmente não tenho o que falar. Deixei uma brecha, ele encaixou o direto e, se não tivesse acontecido aquele direto, eu não teria caído e machucado a perna… ou não, a gente nunca sabe, nunca pode falar o que não aconteceu. Enfim, era a noite dele. Mas tudo que eu treinar agora na minha volta vai ser para lutar com o Michael McDonald novamente para buscar o que realmente é o meu objetivo. No momento eu sei que vou ter que ficar parado, com a perna para cima, mas já estou ocupando a minha mente, me distraindo com outras coisas. Estou colocando para andar alguns projetos meus que não têm nada a ver com a luta, estou estudando bastante, aprendendo outras coisas, procurando evoluir, procurando tirar a lição disso tudo que aconteceu, dessa luta rápida e da maior lesão que eu tive na minha vida. Mas isso só o tempo vai me mostrar. PVT: O que fica de lição? Dudu Dantas: Essa lesão só aconteceu porque eu tenho perna. Tenho que ser muito grato a Deus por ter todos os membros, ter todos os sentidos, ser saudável, ter o discernimento de cuidar da minha saúde, de saber que tudo o que a gente está passando é aprendizagem, é evolução, e todos nós temos que passar por esses obstáculos, sejam eles na vida profissional, na vida amorosa ou social, enfim, todos nós temos obstáculos, e esse é mais um grande obstáculo que eu vou ter que passar para chegar no meu grande objetivo. E eu não desisto. Vou parar um tempo agora, porque vou ter que ficar com a perna para cima, mas vou ficar parado fisicamente, não mentalmente. Vou trabalhar o tempo todo para conquistar o que eu quero, porque eu sei do meu potencial. Vocês não precisam ter dúvidas, porque mais cedo ou mais tarde eu vou conseguir chegar lá e pegar o cinturão de volta, é só questão de tempo. Enfim, eu tenho que ser grato a Deus por me dá sabedoria, saúde, pernas, por isso ter acontecido e eu ter esse poder de superação para entender que a gente tem que tirar boa lição de tudo o que acontece. Se aconteceu, é porque tinha que acontecer. Resta a nós amadurecer e evoluir. Esse é o grande aprendizado dessa grande derrota, porque não foi só uma derrota, foi uma lesão. Enfim, eu vou passar por cima disso e isso é questão de tempo. http://portaldovaletudo.uol.com.br/dudu-dantas-detalha-lesao-sofrida-explica-confusao-dos-medicos-nos-eua-e-mira-revanche-contra-michael-mcdonald/
  4. A noite de sexta-feira no Bellator não foi nada agradável para o Brasil. Os três brasileiros que subiram no cage circular em Oklahoma, EUA, foram derrotados. A noite foi ainda pior para o peso-galo Dudu Dantas, que além de perder por nocaute técnico para Michael McDonald no primeiro minuto de luta, ainda sofreu uma grave lesão no tornozelo, como pode ser visto abaixo. AS IMAGENS SÃO FORTES! Na luta principal do evento, Talita Treta viu um verdadeiro monólogo da campeã Julia Budd. Superior durante a maior parte da luta com combinações e quedas , a canadense ignorou as credenciais de solo da brasileira e definiu a luta no terceiro round após aplicar um cruzado de direita e emendar mais alguns socos no ground and pound, garantindo a manutenção do cinturão peso-pena. Pelos pesos médios, Leo Leite sofreu a segunda derrota seguida. Desta vez o algoz foi Chris Honeycutt. O americano dominou as ações, colocando combinações, pressionando o brasileiro na grade e, em alguns momentos, ficando por cima, anulando o Jiu-Jitsu campeão mundial do veterano da BTT. Bellator 202 Oklahoma, EUA 13 de julho de 2018 Julia Budd venceu Talita Treta por nocaute técnico no R3 Michael McDonald venceu Dudu Dantas por nocaute técnico no R1 Chris Honeycutt venceu Léo Leite por decisão unânime Valentin Moldavsky venceu Ernest James por nocaute técnico no R2 Veta Arteaga venceu Emily Ducote por decisão unânime Yaroslav Amosov venceu Gerald Harris por decisão unânime Will Morris venceu Charles Williams por decisão unânime Nation Gibrick finalizou Luis Erives com uma chave de calcanhar no R1 Steve Kozola venceu Ryan Walker por nocaute técnico no R1 Rudy Schaffroth venceu Jon Hill por nocaute técnico no R1 Tyler Ingram finalizou Fernando Gonzalez Trevino com um mata-leão no R2 http://portaldovaletudo.uol.com.br/video-dudu-dantas-sofre-lesao-grave-no-bellator-202-talita-treta-e-leo-leite-tambem-perdem/
  5. Fabri

    Rumor: Lyoto Machida no Bellator

    O nocaute espetacular sobre Vitor Belfort em maio deste ano no Rio de Janeiro pode ter sido o último ato de Lyoto Machida no UFC. De acordo com informações levadas por Bebeo Duarte ao programa “Confraria da Porrada” da última quarta-feira, existe a possibilidade do Dragão migrar para o Bellator. Vale lembrar que logo depois do UFC Rio, Jorge Guimarães, o Joinha, empresário de Lyoto Machida, revelou no mesmo programa que o ex-campeão dos meio-pesados estava sem contrato com a organização. “A gente vai ter que renegociar o contrato dele porque (a luta contra Vitor Belfort) era a última luta do contrato dele”, disse o agente na oportunidade. De uns tempos para cá, o Bellator vem absorvendo algumas estrelas do concorrente. Inclusive, os atuais campeões nas categorias dos médios e dos meio-pesados, Gegard Mousasi e Ryan Bader, já foram derrotados por Lyoto Machida na época em que estavam no UFC. http://portaldovaletudo.uol.com.br/de-acordo-com-rumores-lyoto-machida-pode-trocar-ufc-pelo-bellator/
  6. Fabri

    Confraria da Porrada - 21/06

  7. Fabri

    PFL 1: resultados e vídeos

    Evento em formato de liga esportiva, o PFL inaugurou a temporada 2018 com grandes lutas. Impulsionados pelos pontos extras que as vitórias dentro dos três rounds dão, os lutadores que subiram no decágono nessa quinta-feira em Nova York deram tudo de si para largarem na frente na corrida pelo 1 milhão de dólares de cada categoria. O resultado é que a maioria dos duelos terminaram ainda no primeiro round. PESO-PENA No final da primeira rodada dos penas, o líder é o brasileiro Alexandre Capitão, que precisou de apenas 1 minuto e 22 segundos para levar o combate contra Lee Coville para o chão e definir com um bonito armlock. O americano Steven Siler também fez seis pontos, ao finalizar o russo Magomed Idrisov com um triângulo no primeiro round, mas precisou de 4 minutos e 19 segundos, o que o deixa atrás do manauara ex-campeão do WSOF. Já o ex-campeão do Bellator Marcos Loro Galvão não pontuou, mas proporcionou uma grande luta contra Nazareno Malegarie. Após três rounds de muita entrega de ambas as partes, os dois terminaram o combate banhados de sangue, mas apenas o argentino radicado no Brasil teve o braço levantado. Com a vitória por decisão unânime, Malegarie anotou três pontos, terminando a primeira rodada em sexto lugar. O nocaute mais bonito da noite veio nos pesos penas. Com uma joelhada voadora no segundo round, Alex Nicholson tirou Jake Heun de órbita, somou cinco pontos e pegou a quarta posição na tabela. A próxima rodada dos pesos-penas, que definirá os oitos lutadores que avançam para a próxima fase, já nos sistema eliminatório, está marcada para o dia 19 de julho, também em Nova York. PESO PESADO Na luta de abertura do evento, o ex-UFC Francimar Bodão abriu um ferimento no olho de Daniel Gallemore, obrigando o árbitro a interromper a luta aos 3 minutos e 57 segundos do round inicial. Após analisar a lesão, o médico da organização impediu que o americano voltasse para o combate, o que rendeu a vitória e os seis pontos a Bodão, que só não lidera a tabela da divisão porque o americano Kelvin Tiller, com um direto, mandou o brasileiro Caião Alencar para a lona aos 3 minutos e 34 segundos de luta, garantindo a liderança. Assim como nos penas, a próxima rodada dos pesados também está programada para acontecer no dia 19 de julho em nova York. Confira os resultados completos da primeira edição: PFL 1 – Temporada 2018 Nova York, EUA 07 de junho de 2018 Peso-pena: Andre Harrison venceu Jumabieke Tuerxun por decisão unânime Peso pena: Lance Palmer finalizou Bekbulat Magomedov com um mata-leão aos 3:21 do R2 Peso-pena: Timur Valiev venceu Max Coga por decisão unânime Peso pesado: Alex Nicholson nocauteou Jake Heun com uma joelhada voadora aos 0:58 do R2 Peso pesado: Jack May venceu Josh Copeland por nocaute técnico aos 4:30 do R1 Peso pesado: Jared Rosholt venceu Valdrin Istrefi por decisão unânime Peso-pena: Nazareno Malegarie venceu Marcos Loro por decisão unânime Peso pesado: Kelvin Tiller nocauteou Caio Alencar com um soco aos 3:34 do R1 Peso-pena: Steven Siler finalizou Magomed Idrisov com um triângulo aos 4:19 do R1 Peso-pena: Alexandre Capitão finalizou Lee Coville com um armlock aos 1:22 do R1 Peso pesado: Francimar Bodão venceu Daniel Gallemore por nocaute técnico (interrupção médica) aos 3:57 do R1 http://portaldovaletudo.uol.com.br/capitao-finaliza-rapido-e-lidera-corrida-por-1-milhao-de-dolares-entre-os-penas-bodao-nocauteia-mas-por-23-segundos-nao-lidera-entre-os-pesados/
  8. Fabri

    Confraria da Porrada ao vivo

    Excepcionalmente nesta quinta-feria.
  9. Fabri

    Confraria da Porrada - Ao vivo

    Fala, galera! Está no ar o programa Confraria da Porrada. Comentários além do reino comum, sem politicamente correto e com muita história boa. ao vivo no Facebook.
  10. Já está no ar no canal dos nossos parceiros da Sport Connection o segundo episódio do programa “Confraria da Porrada”, que reúne amigos e faixas-pretas de Carlson Gracie para uma resenha sobre o passado e o presente do mundo da luta. Desta vez, o tema abordado foi a crise do MMA brasileiro. Além de não termos substitutos concretos para os ídolos que se aposentaram recentemente, como Rodrigo Minotauro, e para os que estão prestes a se aposentar, como Anderson Silva, Vitor Belfort e Wanderlei Silva, não temos nenhum campeão masculino no principal evento de MMA do planeta. Muitos especialistas apontam para um estagnação no tempo. Ou seja, Brasil não teria acompanhado a evolução do MMA no mundo. Para o comentarista e ex-lutador Carlão Barreto, um dos motivos seria aquilo que ele chama de “cultura do mestre”. “Aqui tem muito a cultura do mestre, e essa cultura do mestre às vezes se contrapõe à evolução do MMA. MMA não é arte marcial. MMA é um esporte de combate em que os caras têm que ganhar dinheiro, é um esporte profissional. Você ser fiel no Jiu-Jitsu, no Muay Thai, no Kung Fu… é lindo você ter seu mestre. Só que no MMA é outra história, você precisa de treinadores, não de mestres. Você precisa de um mentor, obviamente, um head coach, e ele nem precisa ser muito bom na luta”, disse o comentarista do Canal Combate. “O que acontece com alguns treinadores é ficarem presos nessa cultura do mestre, que ‘eu sei tudo, eu sou o oráculo e os caras têm que ficar de baixo do meu tentáculo’. Infelizmente é assim para muitos. Não estou falando dos tops, estou falando na base, lá na academia do interior. O cara tem que ter uma humildade de querer aprender, de buscar informações com outros treinadores, de ver vídeo, estudar, pegar o dinheiro que às vezes ele ganha e dar um pulo nos Estados Unidos, viajar”. Carlão Barreto cita o futebol como exemplo, onde os treinadores brasileiros, após o histórico 7 a 1 sofrido pela Seleção Brasileira diante da Alemanha na Copa do Mundo de 2014, passaram a ser cobrados para irem à Europa entender a evolução do esporte. “Hoje o treinador é um gestor de pessoas, ele tem que ter um pouquinho mais do que conhecimento do kata, do armlock, da queda, do soco… ‘O cara não sabe dar um soco assim…’. Não, não é só um soco assim. Esse soco, de repente um uppercut, aonde é que ele entra? É quando o cara dá o double-leg, entra quando o cara dá um soco? O cara tem que entender toda essa dinâmica de outras modalidades, mas ele precisa ter um estudo para isso”. Faixa-preta de Carlson Gracie assim como Barreto, Conan Silveira, líder da American Top Team, lembrou que seu mestre incentivava o intercâmbio em outras modalidades desde a época do Vale-Tudo. Para Conan, a maioria dos treinadores precisa abrir a mente em benefício dos atletas. “Falta uma preparação (por parte dos treinadores), a acomodação é enorme, falta um interesse dos coachs – e hoje em dia todo mundo é ‘coach’, todo mundo entende de luta, – em ter uma preparação para desenvolver um atleta e para, principalmente, se desenvolver. Você não pode fazer nada por ninguém se você não souber quem você é, o que você conhece, se você não estudar”. Além de Carlão Barreto e Conan Silveira, também participam da mesa Bebeo Duarte, Cao Monteiro, Dudu Ferreira, Marcelo Alonso e Marcelo Tetel. Carro-chefe do programa, o episódio também traz um causo muito engraçado envolvendo a lenda Carlson Gracie. http://portaldovaletudo.uol.com.br/confraria-da-porrada-2-lutador-de-mma-nao-precisa-de-mestre-precisa-de-treinador/
  11. Vinicio Antony é um personagem importante e que pode desequilibrar a luta entre Vitor Belfort e Lyoto Machida, que acontece na próxima edição do UFC Rio, no dia 12 de maio. Hoje treinador de Lyoto, o carateca, que também é formado em kickboxing e Jiu-Jitsu, coordenou o camp de treinamento de Belfort nas lutas contra Dan Henderson (em 2015) e Ronaldo Jacaré (em 2016). Em entrevista ao PVT, Vinicio Antony, que pode ser o fiel da balança neste duelo, abriu o jogo e revelou até uma mensagem que enviou a Vitor Belfort depois que a luta foi oficializada pelo UFC. “Não conversei mais com o Vitor após a confirmação da luta. Fiz meu papel de homem, mandei uma mensagem para ele. Disse assim: Não sou matchmaker, pessoalmente não casaria esta luta, preferiria que ela não acontecesse. No entanto, profissionalmente falando, ela faz todo o sentido. É uma luta que vai levar para dentro do octógono duas lendas do MMA brasileiro e mundial, e nada mais justo que o Vitor – que praticamente inventou o MMA num tempo em que quase todo mundo era unidimensional – fazer uma grande despedida num palco maior, no Rio de Janeiro, onde ele nasceu e foi criado, com outro grande ícone do esporte, e não contra um garoto que vai tentar usá-lo como degrau. Pensando por esse aspecto profissional ,esta luta faz todo o sentido e o Vitor deveria ver como o Lyoto está vendo, como um grande presente, como oportunidade de lutar com outro grande campeão, também ex-campeão do UFC, que também passou por uma situação difícil na carreira e vem de vitória, assim como o Vitor. Tem todos os elementos para ser uma grande despedida para o Vitor, por isso ele deveria ser grato, e não entender como um tipo de problema. Se ele entende como um problema, realmente não há o que se fazer. Foram essas as minhas palavras para o Vitor, colocando que em nada interferia na relação pessoal que a gente criou. A relação profissional infelizmente já estava deteriorada, mas na relação pessoal, para mim, em nada interfere, e espero que para o Vitor também não. O momento pré-luta é sempre tenso, como sempre foi para o Vitor, que sempre encara esses momentos com uma tensão fora do normal, então ele provavelmente deve estar maximizando essa história. Mas assim que passar e essa etapa da vida tiver sido concluída, acredito que tudo volte ao normal”. Vinicio Antony treinou Belfort pela última vez em 2016 – Foto: Arquivo Pessoal Conhecedor dos segredos e das falhas do ex-pupilo, Vinicio não vê problema em usar tudo o que sabe agora do outro lado, revela um desentendimento profissional entre eles, mas garante que em nada interfere no relacionamento pessoal. “Sim, eu conheço bastante as falhas do Vitor Belfort. E não, não há peso na consciência, porque o que estou fazendo é um trabalho profissional. Existe todo um relacionamento profissional que foi construído. Eu fui amigo dos dois durante muito tempo, o Lyoto é um amigo da vida inteira, o Vitor foi uma pessoa que se aproximou de mim ao longo da carreira por interesse profissional, e nós traçamos uma relativa amizade. Por conta de desentendimentos profissionais no último camp que eu participei, para a luta contra o Jacaré… como headcoach, coordenador do camp, eu observei uma série de erros que estavam sendo cometidos por todo o corpo técnico do camp, mas principalmente pelo Vitor, pela atitude que ele havia assumido, e para mim, se aquilo continuasse acontecendo, seria determinante para uma derrota. Daí tivemos um desentendimento profissional, eu cumpri meu contrato, fui à luta com ele, mas nos desentendemos ali e desde então não voltamos a trabalhar juntos. Portanto, há praticamente dois anos não trabalho com o Vitor, então não vejo problema eu prestar meus serviços profissionais a outro lutador, ainda mais um atleta que é meu amigo, que é o caso do Lyoto. Não há nenhuma crise de consciência e não há nada pessoal contra o Vitor. Isso a gente vê em todos os esportes… o atleta do Flamengo amanhã pode ser treinador do Vasco e ele vai tentar capitalizar em cima do que ele tiver de informação a respeito do adversário, isso é notório, até mesmo no MMA, onde lutadores mudam de equipes, de camps e de treinadores. Portanto, não vejo problema”. Ainda relacionado ao que sabe dos dois lutadores, o treinador acredita que o fiel da balança no duelo pode ser uma “maior motivação” da parte de Lyoto. Lyoto e Vinicio se conhecem de longa data – Foto: Arquivo Pessoal “O maior diferencial que pode haver em relação ao Lyoto neste combate é exatamente a parte motivacional. O Lyoto é um atleta muito jovem ainda, apesar de ser um homem maduro prestes a completar 40 anos, é um atleta que tem uma idade biológica jovem, tem pouquíssimas lesões, nenhuma grave, uma condição atlética privilegiada, uma condição cardiovascular acima da média e a gente está sanando o problema da força, como eu falei. Estamos transformando o Lyoto em um atleta melhor. Acompanhando as últimas lutas do Vitor, tendo sido headcoach em dois camps recentes, contra o Dan Henderson e contra o Ronaldo Jacaré, eu vejo um Vitor já desmotivado, já cansado dessa longa estrada que ele trilhou. Como todos sabemos, o Vitor é uma lenda, um ícone, ele praticamente inventou o MMA, mas nos últimos anos ele não vem mais apresentando aquele ímpeto, aquela garra necessária para figurar entre os melhores lutadores do mundo. Já o Lyoto mostra ânimo e vigor renovados após essa vitória sobre o Eryk Anders, e esse será o grande trunfo em relação ao Vitor Belfort, uma vontade ferrenha, inabalável de voltar a figurar entre os melhores do mundo”. “Por fim, Vinicio Antony revelou que a equipe está dando uma ênfase à preparação física de Lyoto, que deve chegar mais forte para o UFC Rio. Estamos trabalhando em cima de deixá-lo mais forte, mais bem preparado fisicamente, tendo em vista que nas últimas lutas, a meu ver, o Lyoto se apresentou em déficit na questão física. A gente vê que na categoria ele era um lutador mais franzino, com menos pujança. Antes ele estava dando ênfase a um trabalho só de agilidade, e deixando um pouco de lado o trabalho de força, que a gente sabe que é preponderante para atletas de alto rendimento em qualquer modalidade esportiva. Então, desde a última luta, contra o Eryk Anders, a gente está fazendo, além do trabalho mental – que é nossa linha no Karatê -, um trabalho para transformá-lo em um atleta superior”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/vitor-deveria-ser-grato-luta-com-lyoto-e-nao-entender-como-um-problema-declara-vinicio-antony/
  12. Fabri

    Dudu Dantas x Michael McDonald

    O Bellator vai colocar Dudu Dantas e Michael McDonald frente a frente no dia 13 de julho, conforme revelou o peso-galo brasileiro em entrevista ao PVT. Ex-campeão da categoria em duas oportunidades, o lutador da Nova União está em busca da terceira conquista, algo inédito na história da organização, e acredita que uma vitória sobre o canadense lhe catapulte para uma nova disputa. “Provavelmente 13 de julho”, contou. “Me deram esta data, contra o Michael McDonald, que é um cara bastante tarimbado, que casa com meu jogo, que gosta da trocação, faz chão, é completo também. Seria antes, em maio, mas eles acharam uma luta boa para julho. É uma luta ótima para me alavancar para o cinturão novamente”. Dudu Dantas perdeu o cinturão ao ser superado por Darrion Caldwell por decisão unânime em outubro do ano passado. Já McDonald, que disputou o cinturão do UFC em 2013, quando foi finalizado por Renan Barão, fez apenas uma luta no Bellator, e venceu Peter Ligier, em dezembro do ano passado. Intercâmbio Sem perder tempo, Dudu Dantas já está no ritmo de preparação e ajusta os últimos detalhes para passar um tempo afiando o Wrestling na Rússia. Não será a primeira vez que o brasileiro viaja à Europa em busca de treinos. Em 2012, passou um mês afiando o Kickboxing na Holanda. “(O intercâmbio) é muito bom, muito proveitoso. Acredito que todo atleta de MMA deve fazer isso, deve procurar sempre se renovar, aprender coisas novas, senão ele fica estagnado, e o esporte está evoluindo muito. Quanto mais a gente fazer essa transição – de um atleta treinar em academias diferentes, treinar com um cara que mora do seu lado e faz um armlock diferente ou um chute diferente do seu e você somar e compartilhar conhecimento com ele -, melhor, mais longe o atleta vai. Se ficar parado, o atleta estagna, vem outro e ultrapassa ele”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/dudu-dantas-enfrenta-o-ex-ufc-michael-mcdonald-em-julho/
  13. Em 2010, quando o UFC anunciou a incorporação do WEC, Diego Nunes era uma das apostas brasileiras na categoria dos penas, mesmo, na época, sendo um dos parceiros de treinos do então campeão José Aldo. Sem conseguir corresponder às expectativas, “The Gun” acabou sendo cortado da organização em 2013, após de uma sequência irregular. No mesmo ano, assinou com o principal concorrente do Ultimate, o Bellator, mas acabou demitido depois de duas derrotas consecutivas. As coisas pareciam que iam melhorar no final de 2014. Depois de nocautear o ex-Pride Joachim Hansen no segundo round, Diego Nunes conquistou o cinturão do evento sueco Superior Challenge. Entretanto, apesar da vitória, o brasileiro sofreu uma séria lesão no joelho durante a luta, o que lhe afastou dos cages por quase dois anos. Em seu retorno, já em 2016, nova derrota: nocauteado por Rasul Mirazev no evento russo Fight Nights Global. As coisas só voltaram a melhorar no ano passado. De volta ao Brasil depois de passar os últimos anos na China, Diego Nunes reencontrou a boa fase na curitibana Evolução Thai. Desde a sua chegada, já foram três vitórias consecutivas, todas na Europa: Itália, Suécia e Romênia, respectivamente. Agora, aos 35, o gaúcho de Caxias do Sul tenta seguir os passos do “padrinho” Wanderlei Silva no Japão, onde enfrenta a sensação japonesa Yusuke Yachi na 10ª edição do Rizin FF, que acontece no dia 06 de maio. Confira abaixo a entrevista com Diego Nunes: PVT: Para quem não tem notícias do Diego Nunes desde a época do UFC, o que aconteceu nesse período entre a sua saída do UFC, passando pela China, agora treinando na Evolução Thai? Diego Nunes: Até então, estava tudo bem, mas a situação ficou difícil no final de 2014. Eu estava morando em Hong Kong, e bem estabilizado financeiramente, pretendia seguir minha carreira na Ásia. Nesse período, eu disputei um título na Suécia contra Joachim Hansen, rompi o ligamento cruzado anterior e venci a luta. A partir desse momento, todos os meus planos mudaram. Fiquei dois anos sem poder treinar em uma grande equipe, tive complicações para operar e não pude focar na minha carreira. Foi um momento muito difícil para mim, eu via minha idade avançando e meus sonhos profissionais sendo adiados. Eu só pude retornar no começo de 2017, quando entrei na Evolução Thai. Para mim foi um recomeço! Como aquele jovem que aos 24 anos estava chegando no Rio de Janeiro, cheio de disposição, agora estou aqui em Curitiba, vivendo situações parecidas e na mesma pegada. Isso já tem me trazido frutos, como aqueles que comecei a ter 11 anos atrás. PVT: Voltando no tempo, por que você acha que não rendeu no UFC? Acha que, na época de Nova União, você foi injustiçado por ser da mesma equipe que o campeão (José Aldo)? Diego Nunes: Eu já trabalhava com a Zuffa há 3 anos, desde o WEC, e depois foram mais 3 anos com ela no UFC. Foi uma vida meio curta, porém bem sucedida. Logo de cara fui jogado com os leões, lutei com o top five dos pesos-penas do mundo, cheguei a uma luta de disputar o cinturão. Eu saí (da Nova União) por outros motivos que não tiveram nada a ver com as minhas atuações no cage, foram problemas extra oficiais. Tudo é uma fase, tudo é um momento e um aprendizado. Nós estamos aqui para aprender ajudando e sendo ajudado. Eu aprendi muito lá na Nova União e tive grandes experiências, que me ajudaram nas minha lutas e carreira. Não tenho do que reclamar, eu sou um cara bem resolvido. Hoje eu enxergo com esses olhos. Aproveitei ao máximo cada momento que passei tanto no UFC quanto na Nova União e agradeço pelas oportunidades que tive trabalhando com eles. PVT: Qual a expectativa para lutar no Rizin? Sabemos que muitos brasileiros se tornaram ídolos mundiais no Japão. Diego Nunes: Conheci todos os que alcançaram o sucesso lá e sei o que eles fizeram para isto acontecer. Eu tenho o maior exemplo de todos ao meu lado neste momento, o Wanderlei Silva, que treina comigo na Evolução Thai. Eu sei que muitas pessoas vão duvidar, mas elas não conhecem pessoalmente a minha história. A verdadeira história de um homem contraria a opinião alheia. Basta eu acreditar, só eu acreditar que eu tenho capacidade de ser campeão do Rizin e me tornar uma grande estrela no Japão. Eu vou fazer isso acontecer! Minhas expectativa são as melhores, eu tenho tudo para ir lá e ser bem sucedido. Diego Nunes fechou com o Rizin graças à influência do ídolo no Japão Wanderlei Silva – Foto: Arquivo pessoal PVT: O André Dida disse que o Wanderlei Silva abriu as portas do Japão para você. Que responsabilidade! Diego Nunes: Creio que o primeiro a me ajudar foi o próprio André Dida, que vê o meu trabalho e acredita nesse trabalho que estamos desenvolvendo juntos. E foi através do nosso grande ídolo Wanderlei Silva que as portas se abriram para mim no Rizin. Serei pra sempre grato pelo que ele fez por mim e por acreditar no meu potencial. Não é só uma pessoa acreditando em mim, é toda uma equipe. E isso é forte. Um homem bem estruturado certamente irá longe. Eu sou esse homem agora. Obrigado, Wanderlei Silva e Evolução Thai, por tudo o que vocês têm feito por mim. PVT: Você já chega enfrentando o atual campeão do torneio. Qual a sua expectativa para a estreia? Diego Nunes: A melhor possível, não poderia ser diferente. Os japoneses valorizam muito os grandes combates, não tem essa de proteção. Eles casam as lutas mais empolgantes . Quando eu soube do oponente, fiquei muito motivado. Sei que ele é o peso leve número 1 do Japão neste momento. Quando eu ganhar dele, então, eu serei o peso leve número 1 do Japão. Eu o respeito muito como atleta, mas agora é a minha chance, é a minha vez. Todo mundo tem algumas grandes chances na vida, esta é a minha hora! Eu não estou aqui para ser escada, eu estou aqui para quebrar a banca e fazer história naquele lugar. PVT: Qual a diferença daquele Diego considerado promessa do UFC para o Diego de hoje, mais maduro? Diego Nunes: Como você mesmo disse na pergunta: “maturidade”. Ela faz você alcançar o conhecimento necessário para se obter um sucesso mais efetivo. Você consegue elaborar melhor os caminhos que você precisa seguir. Hoje eu só não acertarei o alvo para ser bem-sucedido na minha carreira se eu não quiser. Agora eu conheço esse caminho como a palma das minhas mãos. Hoje minha mente é blindada, por isso que eu adquiri uma cabeça de campeão! PVT: Quais os planos do Diego Nunes daqui para frente? Carreira no Japão? Ainda pensa em UFC? Diego Nunes: Meus planos são simples: passo a passo, viver e aproveitar o máximo esse momento, obtendo o maior número de bons frutos possíveis. Primeiro ganhado Yusuke Yachi. Me tornar campeão do Rizin até o final deste ano é a minha única meta neste momento. Depois, os meus resultados me levarão aonde eu devo estar. Como eu disse no início, pouca gente conhece minha vida pessoal, não sabem pelo que eu passei nesses últimos anos, eu sou um verdadeiro guerreiro, por isso eu mereço o melhor. Pouca gente passa por tudo o que eu passei, resiste e consegue se reinventar. Eu ressurgi das cinzas direto para a glória! http://portaldovaletudo.uol.com.br/apos-frustracoes-no-ufc-e-no-bellator-diego-nunes-fecha-com-o-rizin-para-tentar-fazer-historia-no-japao-das-cinzas-gloria/
  14. Batizada de “The Black Giant”, a 9ª edição do Imortal FC desembarca em São Luís do Maranhão no dia 02 de junho com um nome de peso – literalmente – no card. Trata-se do veterano Wagner Zuluzinho, filho da lenda local Rei Zulu e com passagens pelos extintos Pride e K-1. Astro da luta principal, o gigante terá pela frente o ex-participante do TUF Cabo Job. Sem lutar desde 2010, Zuluzinho, atualmente com 39 anos, aceitou o convite da organização curitibana com a esperança de voltar ao radar do MMA e, assim, ter a chance de ser convidado para lutar novamente no Japão, onde ficou conhecido por seu tamanho e por duelos contra as lendas Fedor Emelianenko e Rodrigo Minotauro. “Minha motivação é, em primeiro lugar, os fãs do Pride, que não perdiam uma edição do evento. Além disso, como o Imortal possui um grande alcance, quem sabe eu não sou convidado para lutar no Japão. Se acontecer, não penso duas vezes”, disse o lutador, que não faz ideia de quanto está pesando atualmente. “Ainda não me pesei, não sei dizer”. A missão de superar Zuluzinho fica por conta do policial militar do Rio de Janeiro Cabo Job, um dos participantes da terceira edição do reality show The Ultimate Fighter Brasil. Ainda sem saber quais armas irá usar contra o gigante, o carioca esbanja confiança. “Ele (Zuluzinho) é muito grande, muito pesado (risos), mas eu vou entrar para ganhar. Ainda não sei qual estratégia eu vou usar, deixo por conta dos meus treinadores, Beto Padilha e Hugo Duarte, mas, como sou mais leve, acredito que a minha velocidade fará diferença a meu favor”. Presidente do Imortal FC, Stefano Sartori revelou que a luta principal do evento é uma homenagem à família de lutadores mais tradicional do Maranhão. “Quem conhece a história do nosso esporte reconhece a figura histórica do Rei Zulu e a importância do trabalho que ele fez pelo esporte nos anos 70 e 80, então nada mais justo do que convidar um representante da família para fazer parte do Imortal nesta edição especial”, justificou. “Embora seja o anfitrião, o Zuluzinho não vai ter moleza, pois o Cabo Job é um cara duro, teve uma boa passagem pelo TUF, além de estar acostumado com grandes desafios, já que é um policial honrado e destemido. E para subir no cage com o Zuluzinho tem que ter muita coragem. Será uma edição histórica”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/sem-saber-quanto-esta-pesando-zuluzinho-enfrenta-ex-tuf-no-imortal-fc-com-esperanca-de-voltar-ao-japao/
  15. No que depender de José Aldo, o UFC Rio, marcado para o dia 12 de maio, ganhará mas uma grande luta. Em entrevista ao programa “Combate News” da última quinta-feira, o ex-campeão dos penas disse se interessar por um duelo contra Jeremy Stephens no card carioca. “Pedi para lutar com ele, ele pediu pra lutar comigo, então tem tudo para ser uma grande luta. Estou esperando marcarem”, disse o atleta da Nova União, que também revelou ter sido sondado pelo UFC para voltar ao octógono em abril. Sem vencer desde 2016, quando bateu Frankie Edgar por decisão unânime, o brasileiro acumula dois nocautes sofridos em suas últimas duas lutas, ambas para o atual campeão, Max Holloway, que lhe roubou o cinturão em junho de 2017. Na contramão de José Aldo, Jeremy Stephens vem embalado por três vitórias em sequência, as duas últimas por nocaute, sobre Josh Emmett e Doo Ho Choi, e uma por decisão unânime, sobre Gilbert Melendez. http://portaldovaletudo.uol.com.br/jose-aldo-quer-luta-contra-jeremy-stephens-no-ufc-rio/