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  1. Fabri

    Evento brasileiro distribui vagas para o LFA

    Future FC 2: Joanderson Tubarão, Anderson Buzika e Alex Canguru vencem e garantem vaga no LFA O Future FC realizou sua 2ª edição nessa sexta-feira, em Indaiatuba, interior de São Paulo. Na luta principal, Joanderson Tubarão finalizou Estabili Amato em um grande duelo e garantiu um contrato com o evento americano LFA, parceiro da organização brasileira. A luta foi intensa. Fazendo jus ao apelido, Joanderson Tubarão caçou Estabili Amato durante a maior parte do tempo, aplicando duros golpes em pé. Porém, no final do primeiro round, o lutador de São Miguel-SP lançou um contragolpe que levou o atleta da Chute Boxe Bauru a knockdown. No segundo round, Tubarão devolveu na mesma moeda. E foi além. Após derrubar Estabili com um soco, foi para cima e encaixou uma guilhotina antes que o adversário pudesse se recuperar, definindo o combate e garantindo sua passagem para o cenário internacional. “Sinceramente, eu já esperava (ir para o LFA). É a recompensa do trabalho, da minha dedicação. Eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, minha hora ia chegar. E chegou”, declarou assim que desceu do decágono. “Os pesos-penas do LFA podem esperar mais um brasileiro casca-grossa preparado para guerra.” Joanderson Tubarão não foi o único que fez a conexão Future-LFA. Os pesos leves Anderson Buzika e Alex Canguru também carimbaram seus passaportes. Buzika nocauteou Kleverson Sampaio, 5kg mais pesado, com um cruzado ainda no primeiro round, assim como Canguru, que despachou Joelson Demente pelo mesmo método. O Future FC 3 já tem data e local marcados e card definido. Com a participação do público, que votou através do aplicativo do evento, os pesos médios Wellington Turman e Antônio Arroyo foram eleitos para a luta principal da edição, que acontece no dia 22 de março, novamente em Indaiatuba. O card completo está disponível no aplicativo e no site oficial. Future FC 2 22 de fevereiro de 2019 Clube 9 de Juho, Indaiatuba-SP Joanderson Tubarão finalizou Estabili Amato com uma guilhotina aos 0:41 Round 2 Anderson Buzika venceu Kleverson Sampaio por nocaute técnico a 1:42 do Round 1 Elton Alves venceu Alan Gabriel Tilico por decisão unânime (triplo 30-27) Gabriel Marretinha finalizou Moacir Cordeiro com um mata-leão aos 2:30 do Round 2 Evandro Barbosa venceu Luys Lima por decisão unânime (30-27, 30-27, 29-28) Alex Canguru venceu Joelson Demente por nocaute aos 3:28 do Round 1 Vanessa Melo venceu Nilde Furacão por decisão unânime (triplo 30-27) Paulo César PC finalizou Wesley Constantino com uma guilhotina aos 2:51 do Round 1 Pedro Henrique Psicopata venceu Thiago TKS por nocaute técnico a 1:34 do Round 2 Lucas Cisco venceu Antônio César por decisão unânime (30-27, 30-27, 29-28) http://portaldovaletudo.uol.com.br/future-fc-2-joanderson-tubarao-anderson-buzika-e-alex-canguru-vencem-e-garantem-vaga-no-lfa/
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  5. Quando fazia parte do plantel do UFC, Ryan Bader era considerado uma espécie de “porteiro” da categoria dos meio-pesados, por vencer a maioria das lutas mas acabar tropeçando nas decisivas. A maré começou a mudar a favor do americano quando o brasileiro Jair Lourenço foi convidado para liderar sua equipe, a Power MMA, em 2016. De lá para cá, Bader não só ganhou todos os combates que disputou, como também se tornou o primeiro campeão de duas categorias (meio-pesado e pesado) de forma simultânea da história do Bellator A conquista mais recente foi o cinturão dos pesos pesados, após nocautear a lenda Fedor Emelianenko em apenas 35 segundos na final do torneio da categoria, no mês passado. Apesar disso, segundo Lourenço, o próximo compromisso de Bader, no alto de seus 101kg, deve ser a defesa do título dos meio-pesados. Um dos nomes cotados pelo próprio lutador americano é o do brasileiro Lyoto Machida, que o nocauteou em 2012 pelo UFC. Para o treinador, o confronto seria especial. “Ainda não temos um oponente definido, mas já estamos nos antecipando e estudado todos os possíveis contenders. Quanto ao Lyoto, pelo lado pessoal, é uma luta que eu não faço a menor questão de ver, pois o Lyoto é um amigo de longa data. Mas, vendo pelo lado profissional, seria uma grande luta e um grande negócio para ambos! Com certeza é uma luta que muita gente gostaria ver”, admite. Perguntado sobre uma hipotética luta entre Ryan Bader e Daniel Cormier, que também foi campeão dos meio-pesados e dos pesados ao mesmo tempo, só que do UFC, Jair Lourenço não se esquivou. “Seria umas das maiores lutas de todos os tempos, tanto no business quanto em termos de luta e si. É uma luta que o Bader gostaria muito de fazer. Eu e todo o time confiamos muito no jogo dele para essa luta. O Bader vem evoluindo bastante tecnicamente, fisicamente e mentalmente… Vai parecer aquele velho papo de professor querendo levantar o moral do aluno, mas pode ter certeza que eu aposto todas minhas fichas no Bader para essa luta. O Cormier é um lutador excepcional e já provou para o mundo diversas vezes isso, além de ser um wrestler de alto nível, mas é como eu falei antes, o Bader vem evoluindo muito, tem 12 vitórias por nocaute e está muito versátil na luta em pé e no Wrestling adaptado para o MMA, e pode surpreender muita gente nessa suposta luta…” Confira abaixo a entrevista completa com o líder da Kimura e da Power MMA: PVT: Como foi a preparação para a luta conta o Fedor? Apesar de não estar no auge, ainda era a lenda Fedor do outro lado. Teve algum detalhe diferencial que você pode revelar? Jair lourenço: Na realidade trouxemos muito do jogo treinado para a luta com o King Mo para esse camp contra o Fedor. Se você prestar bem atenção, os dois têm o jogo (fundamentos) bem parecidos na parte da trocação, já que os dois são destros, gostam de jogar com a guarda baixa para seus golpes não serem vistos pelos oponentes, o que os tornam muito perigosos, e por isso que ambos têm tantas vitórias por nocaute na carreira, mas também os torna um pouco mais vulneráveis para serem atacados com velocidade e precisão; você só não pode é errar esse com ataque contra golpeadores do nível do Fedor e do Mo! (risos). Ambos têm a mesma característica de jogar com golpes de definição (não trabalham muito com golpes de preparação), pressionando os adversários para fazê-los errar e serem pegos no contragolpe; os dois preferem usar mais as mãos (Boxe) e ainda mais em suas últimas lutas nas quais praticamente não usaram chutes ou joelhadas, e também não trocaram de base (para base de canhoto), lutaram o tempo todo em sua base regular de destro. O plano era não ficar muito na média distância e sim jogar da longa fazendo transições rápidas para a curta, sem parar muito na média, e esse jogo o Bader está fazendo com muita destreza. Mas abrindo o jogo aqui para o PVT, confesso que o game plan de origem seria fazer o Fedor usar toda a sua força e explosão (característica de seu jogo) nos primeiros rounds já que ele nunca tinha feito uma luta ou camp de 5 rounds antes. Além do mais, uma luta prolongada é sempre um cenário perfeito para o Bader, que tem um condicionamento físico de alto nível. Também fazia parte do plano usar bastante a troca de bases e os chutes, mas felizmente a luta não se prolongou. PVT: Agora o Bader é campeão nos meio-pesados e nos pesados. A equipe já tem em mente o próximo passo? Jair Lourenço: O plano é que ele faça a próxima luta na sua categoria (93kg), até porque o Bader continua praticamente com o peso que tinha antes do GP, já que ele pesou 101kg no dia da luta. Ainda não temos um oponente definido, mas já estamos nos antecipando e estudado todos os possíveis contenders. Quanto ao Lyoto, pelo lado pessoal, é uma luta que não faço a menor questão de ver, pois o Lyoto é um amigo de longa data. Mas, vendo pelo lado profissional, seria uma grande luta e um grande negócio para ambos! Com certeza é uma luta que muita gente gostaria ver. PVT: Daniel Cormier também venceu nas duas categorias. Numa situação hipotética, quais as chances de Bader contra Cormier? Jair Lourenço: Seria umas das maiores lutas de todos os tempos, tanto no business quanto em termos de luta e si. É uma luta que o Bader gostaria muito de fazer. Eu e todo o time confiamos muito no jogo dele para essa luta. O Bader vem evoluindo bastante tecnicamente, fisicamente e mentalmente… Vai parecer aquele velho papo de professor querendo levantar o moral do aluno, mas pode ter certeza que eu aposto todas minhas fichas no Bader para essa luta. O Cormier é um lutador excepcional e já provou para o mundo diversas vezes isso, além de ser um wrestler de alto nível, mas é como eu falei antes, o Bader vem evoluindo muito, tem 12 vitórias por nocaute e está muito versátil na luta em pé e no Wrestling adaptado para o MMA, e pode surpreender muita gente nessa suposta luta.. PVT: Como está a vida e o trabalho nos EUA? Quando e como foi parar na Power? Jair Lourenço: Graças a Deus a vida está boa, não tenho do que reclamar; meus filhos e esposa se adaptaram bem e gostam muito daqui. Porém sinto muita falta do restante da família, amigos e alunos, da academia e da minha terrinha (Natal/RN). Vim para a Power pela primeira vez para fazer o camp do Bader contra o Rogerio Minotouro para o UFC São Paulo em novembro de 2016. Fui indicado pelos amigos do Nordeste Francisco France (Kiko) e André Maracaba (Ursão), que já treinavam e davam aula na Power há muito tempo e também já conheciam o meu trabalho no Brasil e no TUF em Las Vegas, no qual, na oportunidade, cravamos um record de vitórias em lutas e nas provas competitivas jamais batido por outra equipe até hoje na história do TUF. E como no final deu tudo certo no camp, na luta e sintonia com a equipe, eles acabaram me fazendo uma proposta ser o head coach da equipe. Como eu já planejava vir para a América com minha família, acabou sendo o casamento perfeito e hoje estamos aqui no Arizona. PVT: Para 2019, quem são as promessas e em quais categorias você pode apontar para a gente ficar de olho? Jair Lourenço: No Brasil tem Cyro Badboy, que já é uma promessa concretizada, no ano passado conquistou o prêmio de melhor nocaute do ano pelo ACA; Jackson Samurai, que também no ano passado conquistou o cinturão do Iron Boy MMA em Phoenix-EUA; Thiago GT e João Paulo King, ambos invictos no MMA, além de serem bem jovens e com um jogo completo; entre outras grandes promessas que temos em Natal e que logo logo o mundo conhecerá. Aqui nos EUA tenho o Jordan Johnson (Double J), que está invicto no MMA e com quatro vitórias no UFC, sendo a última por finalização no primeiro UFC na RÚSSIA; Ray Waters e Sullivan Cauley, ambos com o background de alto nível no Wrestling e que já estrearam com chave de ouro no MMA amador e em eventos de trocação. Este ano irão iniciar a carreira no profissional. PVT: Quem está de frente na Kimura em Natal? Como vocês se mantém ligados mesmo com a distância? Jair Lourenço: Continuamos à frente, porém, com a distância, tivemos que delegar funções dentro da equipe para o funcionamento, tanto no âmbito técnico como administrativo, e até o momento estamos indo muito bem. Contamos também com a ajuda da tecnologia que facilita a integração e me deixa ligado diariamente nos treinos através das câmeras e pelo acesso remoto do sistema no qual minha esposa, Juliana, gerencia… toda essa parte administrativa, assim como o suporte de vários professores, funcionários e colaboradores… http://portaldovaletudo.uol.com.br/treinador-de-bader-jair-lourenco-confessa-que-nao-gostaria-de-ver-revanche-contra-lyoto-mas-admite-seria-uma-grande-luta-para-ambos/
  6. A lenda Wanderlei Silva esteve conosco na RESENHA PVT dessa terça-feira, que foi ao ar ao vivo em nosso canal no Youtube (assista acima na íntegra). Em um bate–papo descontraído que durou 1 hora e 20 minutos, o Cachorro Louco relembrou os momentos mais marcantes da carreira, revelou que em breve será lançada sua biografia e, claro, reforçou o desejo de fazer uma revanche contra Vitor Belfort. “Depois daquela derrota que eu virei o Wanderlei Silva”, reconhece. “Eu não estudei o jogo dele, eu não sabia que ele só tinha aquela arrancada de cavalo paraguaio. Tirando aquilo dali… todo mundo conhece o Vitor, ele nunca saiu de uma luta com mais do que um arranhão no olho. Ele luta, se der aquela arrancada, deu; se não der, ele dá aquela entregada. Para mim, ser o lutador que eu sou, ser o gladiador que eu sou, ter perdido para ele ali, eu fiquei mordido. Sabe aquela história: eu perco para qualquer um, menos para esse cara? Acabou que perdi para o cara, vou falar o que? Perdi para o cara, não posso fazer nada. Faz 20 anos que estou correndo atrás dele e o cara só foge.” Atleta do Bellator, Wanderlei ampliou sua esperança em uma possível revanche depois que viu Vitor Belfort na última edição do evento, no final do mês passado. Segundo o curitibano, ainda não há nenhuma conversa de bastidores para fazer o confronto acontecer, mas, precavido, ele já treina para “dar as boas vindas” ao rival. “Seria um evento perfeito para trazer o Bellator aqui para o Brasil. Eu sou o mais interessado nessa revanche. Eu não posso falar do cara porque eu perdi do cara, mas, sinceramente, me dói ter perdido para um bunda mole desse. E todo mundo abe que o Belfort é um frouxo. Mas vou fazer o que? Eu perdi para o cara. Agora vou ter que meter a porrada nele, aí vou dar a chance para ele e fazer mais uma. Eu faço mais duas com ele se ele quiser, sem problema nenhum. Estou bem, estou com saúde, estou treinando e nesse momento da carreira seria um golaço para todo mundo. Não posso encerrar minha carreira sem essa luta.” ETC Atualmente com 42 anos de idade e mais de 20 de carreira, Wanderlei Silva, pelo estilo agressivo de luta, é um dos lutadores que mais promoveu batalhas violentas dentro do ringue/cage, ganhando ou perdendo. Como consequência, hoje em dia ele carrega a possiblidade de ter desenvolvido a encefalopatia traumática crônica, vulgarmente conhecida como “demência pugilística”. “Estive numa palestra sobre concussão e de 10 sintomas que o cara deu, oito eu tinha”, revelou. “Por exemplo: alteração de humor, esquecer algumas coisas, dificuldade no sono… No nosso tempo… eu, por exemplo, acreditava que quanto mais soco você tomava, você aguentava mais. E é ao contrário: quanto mais socos você leva, menos você aguenta na hora da luta. Se for para deixar uma dica para a rapaziada, é não ficar se batendo todos os dias. Quem tem aluno jovem, não deixa o aluno ficar levando muito soco na cabeça, tem o momento certo de fazer um treino mais forte, mas não pode se uma coisa cotidiana. Interessado em colaborar para o esclarecimento da doença, Wanderlei admitiu a possibilidade de doar o cérebro para estudo. “Eu pensei muito nesses tempos e até tentei entrar em contato com o pessoal para fazer essa doação. Eu tenho maior interesse em doar, já que não vou usar mesmo (risos). É uma área muito importante.” Ainda em relação ao tema, o lutador também revelou que é voluntário no experimento de um produto desenvolvido por um canadense. Segundo ele, o “brain armour” (armadura para o cérebro, traduzido para o português) é um suplemento de vitaminas que, ingerida antes dos treinamentos de contato, funciona como uma espécie de camada protetora para o cérebro. “Tem todas as vitaminas. Está sendo legalizado no Canadá e nós vamos tentar trazer para o Brasil. Eu vou participar dos estudos, vou tomar também… tem ômega, B12, que são as vitaminas que protegem o cérebro.
  7. No próximo sábado Anderson Silva volta ao octógono, na Austrália, para enfrentar aquele que alguns apontam como seu próprio clone, Israel Adesanya, que não esconde de ninguém que se inspira no ex-campeão para lutar. Apesar da semelhança no estilo de jogo, os pesos médios têm muitas diferenças. Enquanto o brasileiro, 43 anos, já tem uma carreira consolidada, sendo apontado por muitos como o melhor lutador de todos os tempos, o nigeriano, 14 anos mais jovem, apesar de um cartel invicto de 15 vitórias em 15 lutas, ainda busca seu lugar ao Sol. O PVT esteve com alguns ex-colegas de Anderson Silva nos tempos de Chute Boxe, como o líder Rudimar Fedrigo, os ex-parceiros de treinos Wanderlei Silva, André Dida e Cristiano Marcello, e José Pelé Landi, fonte de inspiração para Spider no início de carreira. Assista às análises no vídeo acima. UFC 234 Melbourne, Austrália Sábado, 9 de fevereiro de 2019 CARD PRINCIPAL (1h, horário de Brasília): Peso-médio: Robert Whittaker x Kelvin Gastelum Peso-médio: Israel Adesanya x Anderson Silva Peso-galo: Rani Yahya x Ricky Simón Peso-mosca: Montana de la Rosa x Nadia Kassem Peso-meio-pesado: Jim Crute x Sam Alvey CARD PRELIMINAR (21h30, horário de Brasília): Peso-leve: Devonte Smith x Ma Dong Hyun Peso-pena: Austin Arnett x Shane Young Peso-mosca: Kai Kara-France x Raulian Paiva Peso-galo: Teruto Ishihara x Kyung Ho Kang Peso-leve: Lando Vannata x Marcos Rosa Peso-leve: Jalin Turner x Callan Potter Peso-galo: Wuliji Buren x Jonathan Martinez
  8. Fabri

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  9. Fabri

    Zé Moraes: Wallid x Renzo vai acontecer

    Rivais de longa data, Renzo Gracie e Wallid Ismail iniciaram no ano passado uma interminável troca de farpas com o fim de resolverem todas as pendências dentro do cage. Para alguns, o duelo não passaria do campo das provocações. Porém, o confronto possui um “padrinho” de peso. Ex-Secretário de Esportes do Rio de Janeiro e atual Conselheiro do Tribunal de Contas do Município, José Moraes garantiu que a luta vai acontecer. “Com certeza ela (luta entre eles) vai sair”, disse o faixa preta de Hélio Gracie nesta quinta-feira em entrevista ao PVT. “Senti os dois muito entusiasmados.” Ainda segundo Moraes, o evento que abrigará a tão esperada luta deve ser realizado em abril ou maio, no icônico ginásio do Maracanãzinho. “Já conversei com o pessoal do governo, acho que a gente pode fazer esta luta no Maracanãzinho. Eu disse tanto para um quanto para o outro que jamais poderia fazer uma luta como eles estavam querendo, um invadir a academia do outro, ir para a praça… Graças a Deus eles pensam igual a mim, estão querendo fazer uma coisa profissional, e a Globo também tem interesse em fazer pay-per-view.” Figura unânime, Zé Moraes tem a isenção necessária para promover a luta. Nos anos 90, quando era Secretário de Esportes, ele patrocinou diversos lutadores e promoveu grandes eventos de Jiu-Jitsu, como o que colocou frente a frente Wallid Ismail e Royce Gracie numa arena montada na praia de Copacabana. http://portaldovaletudo.uol.com.br/ze-moraes-afirma-renzo-x-wallid-vai-acontecer/
  10. O RESENHA PVT dessa terça-feira está imperdível. O programa, que foi ao ar ao vivo, está disponível na íntegra em nosso canal no youtube. O convidado foi o empresário Sergio Batarelli, importante figura dos bastidores dos esportes de contado do Brasil. Em mais de 2 horas de bate-papo, Batarelli falou sobre os fatores que, para ele, foram determinantes para a crise do MMA brasileiro. Ele também falou do problema que o UFC pode enfrentar caso entre na Ali Act, lei que impede o monopólio dos eventos. Sobre sua luta contra Rei Zulu, no longínquo ano de 1984, Batarelli disse que soube depois que o duelo serviu como uma espécie de teste, promovido por Robson Gracie, para ele enfrentar Rickson. Como foi finalizado com uma guilhotina, o duelo contra o Gracie jamais aconteceu. “Na época, eu não fazia a mínima ideia do que era uma guilhotina. Depois eu fui treinar Jiu-Jitsu. O que passou na minha cabeça? Vou dar soco no saco dele (Rei Zulu), ninguém estava de coquilha. Lembro de ter dado dois, senti as bolas dele esmagarem na minha mão. E ele não soltou. Na hora eu imaginei: vou enfiar a mão e vou esmagar. Valia tudo… Só que não deu tempo, eu apaguei”, narrou Batarelli. “No camarim o Hélio Gracie veio me cumprimentar: ‘você é dos meus, apaga mas não bate, um guerreiro!’ Guerreiro nada, eu perdi a luta.” A rivalidade contra Paulo Zorello também foi assunto. Batarelli contou três episódios inéditos sobre a época em que estavam na ativa nos ringues. Em um deles, segundo sua versão, o rival teria se escondido dentro do banheiro durante um encontro marcado por um amigo em comum, que tentava promover as pazes. “Entrei na sala de reunião, daqui a pouco entra quem? O Zorello. Quando ele entrou eu corri para cima, corri mesmo… Ele se trancou dentro da porra do banheiro. ‘Só luto dentro do ringue, quer brigar põe a luva, eu não sou brigão’. Ficou trancado lá e eu fui embora.” Presente nos bastidores dos principais eventos de luta do mundo, o empresário brasileiro sabe como poucos o que acontecia por trás dos panos do extinto Pride. Idealizador do evento japonês, Naoto Morishita foi encontrado morto, enforcado por uma corda, depois do GP de 2003. Segundo Batarelli, o suicídio não foi tão espontâneo como foi noticiado. “Algumas pessoas, não importa quem, elas não matam o cara, elas vão matando a família inteira, que é para o cara sofrer, e o último a morrer é o cara. O convite dele foi esse: você vai lá, se mata e está tudo bem, sua família vai ficar bem vai ter um dinheirinho, mas vaza que o negócio é nosso. Esse cara que emprestou o dinheiro nomeou o Sakakibara para ser o comandante.” Atualmente atuando no ramo do Boxe, Batarelli fez projeções sobre as carreiras de seus principais atletas: Esquiva Falcão e Robson Conceição, que lutam no mesmo card do Boxing For You, dia 31 de março, no Portobello Resort, em Mangaratiba, Rio de Janeiro. O empresário também divulgou que irá lançar um livro e uma arena de lutas com capacidade para 700 pessoas em São Paulo, que ficará disponível para locação.
  11. Fabri

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    Tem que entrar no link do youtube para fazer a pergunta. É através do chat da transmissão.