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  1. Já está no ar no canal dos nossos parceiros da Sport Connection o segundo episódio do programa “Confraria da Porrada”, que reúne amigos e faixas-pretas de Carlson Gracie para uma resenha sobre o passado e o presente do mundo da luta. Desta vez, o tema abordado foi a crise do MMA brasileiro. Além de não termos substitutos concretos para os ídolos que se aposentaram recentemente, como Rodrigo Minotauro, e para os que estão prestes a se aposentar, como Anderson Silva, Vitor Belfort e Wanderlei Silva, não temos nenhum campeão masculino no principal evento de MMA do planeta. Muitos especialistas apontam para um estagnação no tempo. Ou seja, Brasil não teria acompanhado a evolução do MMA no mundo. Para o comentarista e ex-lutador Carlão Barreto, um dos motivos seria aquilo que ele chama de “cultura do mestre”. “Aqui tem muito a cultura do mestre, e essa cultura do mestre às vezes se contrapõe à evolução do MMA. MMA não é arte marcial. MMA é um esporte de combate em que os caras têm que ganhar dinheiro, é um esporte profissional. Você ser fiel no Jiu-Jitsu, no Muay Thai, no Kung Fu… é lindo você ter seu mestre. Só que no MMA é outra história, você precisa de treinadores, não de mestres. Você precisa de um mentor, obviamente, um head coach, e ele nem precisa ser muito bom na luta”, disse o comentarista do Canal Combate. “O que acontece com alguns treinadores é ficarem presos nessa cultura do mestre, que ‘eu sei tudo, eu sou o oráculo e os caras têm que ficar de baixo do meu tentáculo’. Infelizmente é assim para muitos. Não estou falando dos tops, estou falando na base, lá na academia do interior. O cara tem que ter uma humildade de querer aprender, de buscar informações com outros treinadores, de ver vídeo, estudar, pegar o dinheiro que às vezes ele ganha e dar um pulo nos Estados Unidos, viajar”. Carlão Barreto cita o futebol como exemplo, onde os treinadores brasileiros, após o histórico 7 a 1 sofrido pela Seleção Brasileira diante da Alemanha na Copa do Mundo de 2014, passaram a ser cobrados para irem à Europa entender a evolução do esporte. “Hoje o treinador é um gestor de pessoas, ele tem que ter um pouquinho mais do que conhecimento do kata, do armlock, da queda, do soco… ‘O cara não sabe dar um soco assim…’. Não, não é só um soco assim. Esse soco, de repente um uppercut, aonde é que ele entra? É quando o cara dá o double-leg, entra quando o cara dá um soco? O cara tem que entender toda essa dinâmica de outras modalidades, mas ele precisa ter um estudo para isso”. Faixa-preta de Carlson Gracie assim como Barreto, Conan Silveira, líder da American Top Team, lembrou que seu mestre incentivava o intercâmbio em outras modalidades desde a época do Vale-Tudo. Para Conan, a maioria dos treinadores precisa abrir a mente em benefício dos atletas. “Falta uma preparação (por parte dos treinadores), a acomodação é enorme, falta um interesse dos coachs – e hoje em dia todo mundo é ‘coach’, todo mundo entende de luta, – em ter uma preparação para desenvolver um atleta e para, principalmente, se desenvolver. Você não pode fazer nada por ninguém se você não souber quem você é, o que você conhece, se você não estudar”. Além de Carlão Barreto e Conan Silveira, também participam da mesa Bebeo Duarte, Cao Monteiro, Dudu Ferreira, Marcelo Alonso e Marcelo Tetel. Carro-chefe do programa, o episódio também traz um causo muito engraçado envolvendo a lenda Carlson Gracie. http://portaldovaletudo.uol.com.br/confraria-da-porrada-2-lutador-de-mma-nao-precisa-de-mestre-precisa-de-treinador/
  2. Vinicio Antony é um personagem importante e que pode desequilibrar a luta entre Vitor Belfort e Lyoto Machida, que acontece na próxima edição do UFC Rio, no dia 12 de maio. Hoje treinador de Lyoto, o carateca, que também é formado em kickboxing e Jiu-Jitsu, coordenou o camp de treinamento de Belfort nas lutas contra Dan Henderson (em 2015) e Ronaldo Jacaré (em 2016). Em entrevista ao PVT, Vinicio Antony, que pode ser o fiel da balança neste duelo, abriu o jogo e revelou até uma mensagem que enviou a Vitor Belfort depois que a luta foi oficializada pelo UFC. “Não conversei mais com o Vitor após a confirmação da luta. Fiz meu papel de homem, mandei uma mensagem para ele. Disse assim: Não sou matchmaker, pessoalmente não casaria esta luta, preferiria que ela não acontecesse. No entanto, profissionalmente falando, ela faz todo o sentido. É uma luta que vai levar para dentro do octógono duas lendas do MMA brasileiro e mundial, e nada mais justo que o Vitor – que praticamente inventou o MMA num tempo em que quase todo mundo era unidimensional – fazer uma grande despedida num palco maior, no Rio de Janeiro, onde ele nasceu e foi criado, com outro grande ícone do esporte, e não contra um garoto que vai tentar usá-lo como degrau. Pensando por esse aspecto profissional ,esta luta faz todo o sentido e o Vitor deveria ver como o Lyoto está vendo, como um grande presente, como oportunidade de lutar com outro grande campeão, também ex-campeão do UFC, que também passou por uma situação difícil na carreira e vem de vitória, assim como o Vitor. Tem todos os elementos para ser uma grande despedida para o Vitor, por isso ele deveria ser grato, e não entender como um tipo de problema. Se ele entende como um problema, realmente não há o que se fazer. Foram essas as minhas palavras para o Vitor, colocando que em nada interferia na relação pessoal que a gente criou. A relação profissional infelizmente já estava deteriorada, mas na relação pessoal, para mim, em nada interfere, e espero que para o Vitor também não. O momento pré-luta é sempre tenso, como sempre foi para o Vitor, que sempre encara esses momentos com uma tensão fora do normal, então ele provavelmente deve estar maximizando essa história. Mas assim que passar e essa etapa da vida tiver sido concluída, acredito que tudo volte ao normal”. Vinicio Antony treinou Belfort pela última vez em 2016 – Foto: Arquivo Pessoal Conhecedor dos segredos e das falhas do ex-pupilo, Vinicio não vê problema em usar tudo o que sabe agora do outro lado, revela um desentendimento profissional entre eles, mas garante que em nada interfere no relacionamento pessoal. “Sim, eu conheço bastante as falhas do Vitor Belfort. E não, não há peso na consciência, porque o que estou fazendo é um trabalho profissional. Existe todo um relacionamento profissional que foi construído. Eu fui amigo dos dois durante muito tempo, o Lyoto é um amigo da vida inteira, o Vitor foi uma pessoa que se aproximou de mim ao longo da carreira por interesse profissional, e nós traçamos uma relativa amizade. Por conta de desentendimentos profissionais no último camp que eu participei, para a luta contra o Jacaré… como headcoach, coordenador do camp, eu observei uma série de erros que estavam sendo cometidos por todo o corpo técnico do camp, mas principalmente pelo Vitor, pela atitude que ele havia assumido, e para mim, se aquilo continuasse acontecendo, seria determinante para uma derrota. Daí tivemos um desentendimento profissional, eu cumpri meu contrato, fui à luta com ele, mas nos desentendemos ali e desde então não voltamos a trabalhar juntos. Portanto, há praticamente dois anos não trabalho com o Vitor, então não vejo problema eu prestar meus serviços profissionais a outro lutador, ainda mais um atleta que é meu amigo, que é o caso do Lyoto. Não há nenhuma crise de consciência e não há nada pessoal contra o Vitor. Isso a gente vê em todos os esportes… o atleta do Flamengo amanhã pode ser treinador do Vasco e ele vai tentar capitalizar em cima do que ele tiver de informação a respeito do adversário, isso é notório, até mesmo no MMA, onde lutadores mudam de equipes, de camps e de treinadores. Portanto, não vejo problema”. Ainda relacionado ao que sabe dos dois lutadores, o treinador acredita que o fiel da balança no duelo pode ser uma “maior motivação” da parte de Lyoto. Lyoto e Vinicio se conhecem de longa data – Foto: Arquivo Pessoal “O maior diferencial que pode haver em relação ao Lyoto neste combate é exatamente a parte motivacional. O Lyoto é um atleta muito jovem ainda, apesar de ser um homem maduro prestes a completar 40 anos, é um atleta que tem uma idade biológica jovem, tem pouquíssimas lesões, nenhuma grave, uma condição atlética privilegiada, uma condição cardiovascular acima da média e a gente está sanando o problema da força, como eu falei. Estamos transformando o Lyoto em um atleta melhor. Acompanhando as últimas lutas do Vitor, tendo sido headcoach em dois camps recentes, contra o Dan Henderson e contra o Ronaldo Jacaré, eu vejo um Vitor já desmotivado, já cansado dessa longa estrada que ele trilhou. Como todos sabemos, o Vitor é uma lenda, um ícone, ele praticamente inventou o MMA, mas nos últimos anos ele não vem mais apresentando aquele ímpeto, aquela garra necessária para figurar entre os melhores lutadores do mundo. Já o Lyoto mostra ânimo e vigor renovados após essa vitória sobre o Eryk Anders, e esse será o grande trunfo em relação ao Vitor Belfort, uma vontade ferrenha, inabalável de voltar a figurar entre os melhores do mundo”. “Por fim, Vinicio Antony revelou que a equipe está dando uma ênfase à preparação física de Lyoto, que deve chegar mais forte para o UFC Rio. Estamos trabalhando em cima de deixá-lo mais forte, mais bem preparado fisicamente, tendo em vista que nas últimas lutas, a meu ver, o Lyoto se apresentou em déficit na questão física. A gente vê que na categoria ele era um lutador mais franzino, com menos pujança. Antes ele estava dando ênfase a um trabalho só de agilidade, e deixando um pouco de lado o trabalho de força, que a gente sabe que é preponderante para atletas de alto rendimento em qualquer modalidade esportiva. Então, desde a última luta, contra o Eryk Anders, a gente está fazendo, além do trabalho mental – que é nossa linha no Karatê -, um trabalho para transformá-lo em um atleta superior”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/vitor-deveria-ser-grato-luta-com-lyoto-e-nao-entender-como-um-problema-declara-vinicio-antony/
  3. O Bellator vai colocar Dudu Dantas e Michael McDonald frente a frente no dia 13 de julho, conforme revelou o peso-galo brasileiro em entrevista ao PVT. Ex-campeão da categoria em duas oportunidades, o lutador da Nova União está em busca da terceira conquista, algo inédito na história da organização, e acredita que uma vitória sobre o canadense lhe catapulte para uma nova disputa. “Provavelmente 13 de julho”, contou. “Me deram esta data, contra o Michael McDonald, que é um cara bastante tarimbado, que casa com meu jogo, que gosta da trocação, faz chão, é completo também. Seria antes, em maio, mas eles acharam uma luta boa para julho. É uma luta ótima para me alavancar para o cinturão novamente”. Dudu Dantas perdeu o cinturão ao ser superado por Darrion Caldwell por decisão unânime em outubro do ano passado. Já McDonald, que disputou o cinturão do UFC em 2013, quando foi finalizado por Renan Barão, fez apenas uma luta no Bellator, e venceu Peter Ligier, em dezembro do ano passado. Intercâmbio Sem perder tempo, Dudu Dantas já está no ritmo de preparação e ajusta os últimos detalhes para passar um tempo afiando o Wrestling na Rússia. Não será a primeira vez que o brasileiro viaja à Europa em busca de treinos. Em 2012, passou um mês afiando o Kickboxing na Holanda. “(O intercâmbio) é muito bom, muito proveitoso. Acredito que todo atleta de MMA deve fazer isso, deve procurar sempre se renovar, aprender coisas novas, senão ele fica estagnado, e o esporte está evoluindo muito. Quanto mais a gente fazer essa transição – de um atleta treinar em academias diferentes, treinar com um cara que mora do seu lado e faz um armlock diferente ou um chute diferente do seu e você somar e compartilhar conhecimento com ele -, melhor, mais longe o atleta vai. Se ficar parado, o atleta estagna, vem outro e ultrapassa ele”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/dudu-dantas-enfrenta-o-ex-ufc-michael-mcdonald-em-julho/
  4. Em 2010, quando o UFC anunciou a incorporação do WEC, Diego Nunes era uma das apostas brasileiras na categoria dos penas, mesmo, na época, sendo um dos parceiros de treinos do então campeão José Aldo. Sem conseguir corresponder às expectativas, “The Gun” acabou sendo cortado da organização em 2013, após de uma sequência irregular. No mesmo ano, assinou com o principal concorrente do Ultimate, o Bellator, mas acabou demitido depois de duas derrotas consecutivas. As coisas pareciam que iam melhorar no final de 2014. Depois de nocautear o ex-Pride Joachim Hansen no segundo round, Diego Nunes conquistou o cinturão do evento sueco Superior Challenge. Entretanto, apesar da vitória, o brasileiro sofreu uma séria lesão no joelho durante a luta, o que lhe afastou dos cages por quase dois anos. Em seu retorno, já em 2016, nova derrota: nocauteado por Rasul Mirazev no evento russo Fight Nights Global. As coisas só voltaram a melhorar no ano passado. De volta ao Brasil depois de passar os últimos anos na China, Diego Nunes reencontrou a boa fase na curitibana Evolução Thai. Desde a sua chegada, já foram três vitórias consecutivas, todas na Europa: Itália, Suécia e Romênia, respectivamente. Agora, aos 35, o gaúcho de Caxias do Sul tenta seguir os passos do “padrinho” Wanderlei Silva no Japão, onde enfrenta a sensação japonesa Yusuke Yachi na 10ª edição do Rizin FF, que acontece no dia 06 de maio. Confira abaixo a entrevista com Diego Nunes: PVT: Para quem não tem notícias do Diego Nunes desde a época do UFC, o que aconteceu nesse período entre a sua saída do UFC, passando pela China, agora treinando na Evolução Thai? Diego Nunes: Até então, estava tudo bem, mas a situação ficou difícil no final de 2014. Eu estava morando em Hong Kong, e bem estabilizado financeiramente, pretendia seguir minha carreira na Ásia. Nesse período, eu disputei um título na Suécia contra Joachim Hansen, rompi o ligamento cruzado anterior e venci a luta. A partir desse momento, todos os meus planos mudaram. Fiquei dois anos sem poder treinar em uma grande equipe, tive complicações para operar e não pude focar na minha carreira. Foi um momento muito difícil para mim, eu via minha idade avançando e meus sonhos profissionais sendo adiados. Eu só pude retornar no começo de 2017, quando entrei na Evolução Thai. Para mim foi um recomeço! Como aquele jovem que aos 24 anos estava chegando no Rio de Janeiro, cheio de disposição, agora estou aqui em Curitiba, vivendo situações parecidas e na mesma pegada. Isso já tem me trazido frutos, como aqueles que comecei a ter 11 anos atrás. PVT: Voltando no tempo, por que você acha que não rendeu no UFC? Acha que, na época de Nova União, você foi injustiçado por ser da mesma equipe que o campeão (José Aldo)? Diego Nunes: Eu já trabalhava com a Zuffa há 3 anos, desde o WEC, e depois foram mais 3 anos com ela no UFC. Foi uma vida meio curta, porém bem sucedida. Logo de cara fui jogado com os leões, lutei com o top five dos pesos-penas do mundo, cheguei a uma luta de disputar o cinturão. Eu saí (da Nova União) por outros motivos que não tiveram nada a ver com as minhas atuações no cage, foram problemas extra oficiais. Tudo é uma fase, tudo é um momento e um aprendizado. Nós estamos aqui para aprender ajudando e sendo ajudado. Eu aprendi muito lá na Nova União e tive grandes experiências, que me ajudaram nas minha lutas e carreira. Não tenho do que reclamar, eu sou um cara bem resolvido. Hoje eu enxergo com esses olhos. Aproveitei ao máximo cada momento que passei tanto no UFC quanto na Nova União e agradeço pelas oportunidades que tive trabalhando com eles. PVT: Qual a expectativa para lutar no Rizin? Sabemos que muitos brasileiros se tornaram ídolos mundiais no Japão. Diego Nunes: Conheci todos os que alcançaram o sucesso lá e sei o que eles fizeram para isto acontecer. Eu tenho o maior exemplo de todos ao meu lado neste momento, o Wanderlei Silva, que treina comigo na Evolução Thai. Eu sei que muitas pessoas vão duvidar, mas elas não conhecem pessoalmente a minha história. A verdadeira história de um homem contraria a opinião alheia. Basta eu acreditar, só eu acreditar que eu tenho capacidade de ser campeão do Rizin e me tornar uma grande estrela no Japão. Eu vou fazer isso acontecer! Minhas expectativa são as melhores, eu tenho tudo para ir lá e ser bem sucedido. Diego Nunes fechou com o Rizin graças à influência do ídolo no Japão Wanderlei Silva – Foto: Arquivo pessoal PVT: O André Dida disse que o Wanderlei Silva abriu as portas do Japão para você. Que responsabilidade! Diego Nunes: Creio que o primeiro a me ajudar foi o próprio André Dida, que vê o meu trabalho e acredita nesse trabalho que estamos desenvolvendo juntos. E foi através do nosso grande ídolo Wanderlei Silva que as portas se abriram para mim no Rizin. Serei pra sempre grato pelo que ele fez por mim e por acreditar no meu potencial. Não é só uma pessoa acreditando em mim, é toda uma equipe. E isso é forte. Um homem bem estruturado certamente irá longe. Eu sou esse homem agora. Obrigado, Wanderlei Silva e Evolução Thai, por tudo o que vocês têm feito por mim. PVT: Você já chega enfrentando o atual campeão do torneio. Qual a sua expectativa para a estreia? Diego Nunes: A melhor possível, não poderia ser diferente. Os japoneses valorizam muito os grandes combates, não tem essa de proteção. Eles casam as lutas mais empolgantes . Quando eu soube do oponente, fiquei muito motivado. Sei que ele é o peso leve número 1 do Japão neste momento. Quando eu ganhar dele, então, eu serei o peso leve número 1 do Japão. Eu o respeito muito como atleta, mas agora é a minha chance, é a minha vez. Todo mundo tem algumas grandes chances na vida, esta é a minha hora! Eu não estou aqui para ser escada, eu estou aqui para quebrar a banca e fazer história naquele lugar. PVT: Qual a diferença daquele Diego considerado promessa do UFC para o Diego de hoje, mais maduro? Diego Nunes: Como você mesmo disse na pergunta: “maturidade”. Ela faz você alcançar o conhecimento necessário para se obter um sucesso mais efetivo. Você consegue elaborar melhor os caminhos que você precisa seguir. Hoje eu só não acertarei o alvo para ser bem-sucedido na minha carreira se eu não quiser. Agora eu conheço esse caminho como a palma das minhas mãos. Hoje minha mente é blindada, por isso que eu adquiri uma cabeça de campeão! PVT: Quais os planos do Diego Nunes daqui para frente? Carreira no Japão? Ainda pensa em UFC? Diego Nunes: Meus planos são simples: passo a passo, viver e aproveitar o máximo esse momento, obtendo o maior número de bons frutos possíveis. Primeiro ganhado Yusuke Yachi. Me tornar campeão do Rizin até o final deste ano é a minha única meta neste momento. Depois, os meus resultados me levarão aonde eu devo estar. Como eu disse no início, pouca gente conhece minha vida pessoal, não sabem pelo que eu passei nesses últimos anos, eu sou um verdadeiro guerreiro, por isso eu mereço o melhor. Pouca gente passa por tudo o que eu passei, resiste e consegue se reinventar. Eu ressurgi das cinzas direto para a glória! http://portaldovaletudo.uol.com.br/apos-frustracoes-no-ufc-e-no-bellator-diego-nunes-fecha-com-o-rizin-para-tentar-fazer-historia-no-japao-das-cinzas-gloria/
  5. Batizada de “The Black Giant”, a 9ª edição do Imortal FC desembarca em São Luís do Maranhão no dia 02 de junho com um nome de peso – literalmente – no card. Trata-se do veterano Wagner Zuluzinho, filho da lenda local Rei Zulu e com passagens pelos extintos Pride e K-1. Astro da luta principal, o gigante terá pela frente o ex-participante do TUF Cabo Job. Sem lutar desde 2010, Zuluzinho, atualmente com 39 anos, aceitou o convite da organização curitibana com a esperança de voltar ao radar do MMA e, assim, ter a chance de ser convidado para lutar novamente no Japão, onde ficou conhecido por seu tamanho e por duelos contra as lendas Fedor Emelianenko e Rodrigo Minotauro. “Minha motivação é, em primeiro lugar, os fãs do Pride, que não perdiam uma edição do evento. Além disso, como o Imortal possui um grande alcance, quem sabe eu não sou convidado para lutar no Japão. Se acontecer, não penso duas vezes”, disse o lutador, que não faz ideia de quanto está pesando atualmente. “Ainda não me pesei, não sei dizer”. A missão de superar Zuluzinho fica por conta do policial militar do Rio de Janeiro Cabo Job, um dos participantes da terceira edição do reality show The Ultimate Fighter Brasil. Ainda sem saber quais armas irá usar contra o gigante, o carioca esbanja confiança. “Ele (Zuluzinho) é muito grande, muito pesado (risos), mas eu vou entrar para ganhar. Ainda não sei qual estratégia eu vou usar, deixo por conta dos meus treinadores, Beto Padilha e Hugo Duarte, mas, como sou mais leve, acredito que a minha velocidade fará diferença a meu favor”. Presidente do Imortal FC, Stefano Sartori revelou que a luta principal do evento é uma homenagem à família de lutadores mais tradicional do Maranhão. “Quem conhece a história do nosso esporte reconhece a figura histórica do Rei Zulu e a importância do trabalho que ele fez pelo esporte nos anos 70 e 80, então nada mais justo do que convidar um representante da família para fazer parte do Imortal nesta edição especial”, justificou. “Embora seja o anfitrião, o Zuluzinho não vai ter moleza, pois o Cabo Job é um cara duro, teve uma boa passagem pelo TUF, além de estar acostumado com grandes desafios, já que é um policial honrado e destemido. E para subir no cage com o Zuluzinho tem que ter muita coragem. Será uma edição histórica”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/sem-saber-quanto-esta-pesando-zuluzinho-enfrenta-ex-tuf-no-imortal-fc-com-esperanca-de-voltar-ao-japao/
  6. No que depender de José Aldo, o UFC Rio, marcado para o dia 12 de maio, ganhará mas uma grande luta. Em entrevista ao programa “Combate News” da última quinta-feira, o ex-campeão dos penas disse se interessar por um duelo contra Jeremy Stephens no card carioca. “Pedi para lutar com ele, ele pediu pra lutar comigo, então tem tudo para ser uma grande luta. Estou esperando marcarem”, disse o atleta da Nova União, que também revelou ter sido sondado pelo UFC para voltar ao octógono em abril. Sem vencer desde 2016, quando bateu Frankie Edgar por decisão unânime, o brasileiro acumula dois nocautes sofridos em suas últimas duas lutas, ambas para o atual campeão, Max Holloway, que lhe roubou o cinturão em junho de 2017. Na contramão de José Aldo, Jeremy Stephens vem embalado por três vitórias em sequência, as duas últimas por nocaute, sobre Josh Emmett e Doo Ho Choi, e uma por decisão unânime, sobre Gilbert Melendez. http://portaldovaletudo.uol.com.br/jose-aldo-quer-luta-contra-jeremy-stephens-no-ufc-rio/
  7. UFC 222: PERGUNTAS, RESPOSTAS E POLÊMICAS Ótimas lutas, surpresas, revelações e grandes reviravoltas. O UFC 222 fez as redes sociais ferverem assim que o evento terminou na madrugada do último sábado (3). Separei as perguntas mais freqüentes relacionadas aos protagonistas da noite e deixei os meus pitacos com relação ao futuro de cada um. Existe alguma mulher capaz de vencer Cyborg? Esta é a pergunta que todo fã de luta se fez após assistir Cris Cyborg atropelar a russa Yana Kunitskaya em apenas 3min25s, conquistando sua 20ª vitória (17ª por nocaute) e se aproximando dos 13 anos de invencibilidade no MMA. Marca que, por sinal, nunca foi atingida por nenhum campeão da história do esporte (Fedor e José Aldo chegaram perto dos 10 anos de invencibilidade). Diante dos fatos a resposta à pergunta acima parece simples, ou seja, por enquanto não existem ameaças claras ao reinado da curitibana. Cabe ao UFC então buscar meninas competitivas. E é nesta toada que Cyborg tem pressionado a organização a fortalecer sua divisão, contratando meninas peso pena, mas a realidade do mercado não tem ajudado mundo. A australiana Megan Anderson (campeã do Invicta), que vem de uma seqüência de 4 vitórias, ainda está às voltas com problemas pessoais. Diante destas condições do mercado na categoria pena feminino, sou obrigado a concordar com a decisão de Dana White: a oponente mais competitiva para Cris Cyborg no momento é Amanda Nunes. Além de ser uma das maiores lutadoras da divisão, Amanda tem poder de nocaute e é faixa preta de Judô e Jiu-Jitsu. Se conseguir derrubar e manter a curitibana no chão, coisa que nenhuma das suas 22 oponentes conseguiu até então, a atleta da ATT pode surpreender. No papel a baiana é uma oponente mais dura que Holly Holm, que mal ou bem, conseguiu proporcionar 5 rounds competitivos com a campeã. Cyborg, como sempre, entraria como favorita, mas se a atual campeã peso galo do UFC conseguir destronar a maior lutadora de todos os tempos, escreverá seu nome na história do esporte como a primeira campeã a unificar o cinturão em duas categorias do UFC. Feito até hoje só alcançado por Conor McGregor. Ketlen Vieira já merece disputar o cinturão? Depois de vencer quatro lutas, com destaque para as duas últimas, contra as veteranas Sara Mcmann e Cat Zingano, Ketlen conquistou merecidamente o 4º lugar no ranking e praticamente carimbou o direito ao title shot. A questão é o timing e a agenda da campeã Amanda Nunes que, além de uma possível luta contra Cyborg, ainda tem Raquel Pennington na frente da fila. Neste caso a brasileira, provavelmente, teria que fazer mais uma luta, que poderia ser contra Germaine de Randamie (5º) ou, Julianna Pena (3º), que deu à luz em janeiro e deixou claro que ficaria afastada por período indeterminado para cuidar do bebê. Em caso de uma 5ª vitória, Ketlen teria chances de estar disputando o cinturão antes do final do ano, ou seja, antes de completar 2 anos de UFC. O fato é que ao anotar a quarta vitória em pouco mais de um ano e meio, Ketlen fez sua parte chegando a 4ª no ranking. O mais importante agora é se manter concentrada e não cair na cantilena de exigir cinturão e achar que está sendo prejudicada pelo evento, caso tenha que fazer mais uma luta. Brian Ortega será páreo para Max Holloway? bria Confesso que apesar de reconhecer a impressionante evolução de Brian Ortega, principalmente depois das finalizações sobre Moicano e Swanson em 2017, acreditava que o garoto de 27 anos ainda não tinha armas suficientes para bater de frente com uma lenda como Frankie Edgar, que já havia despachado outro talento novato em maio (Yair Rodriguez). Curioso é que, assim como na luta entre Romero e Rockhold há 3 semanas no UFC 221, pairava no ar neste co-main event do UFC 222 um certo clima de roteiro pré-escrito. Se na Austrália tudo levava a crer que o substituto, Romero, chamado em cima da hora, seria um mero coadjuvante para o anteriormente planejado title shot entre Rockhold e Whittaker; no evento de Vegas, Brian Ortega, chamado para substituir o campeão contundido a 4 semanas do UFC 222, também chegou como zebra, e assim como Romero, Ortega saiu como grande vencedor da noite, vencendo ainda no 1º round a lenda Edgar, apontado por muitos como a última ameaça a era Holloway. Ortega deu uma aula de Boxe em Edgar, controlou a distância inteiramente e ao encaixar uma cotovelada de encontro seguida de um upper, que tirou Frankie Edgar do chão (numa versão peso pena do nocaute de Ngannou sobre Overeem) escreveu seu nome na história do esporte como primeiro homem a conseguir nocautear o ex-campeão dos leves que destronou BJ Penn. De volta a pergunta no topo do texto: Ortega será páreo para Holloway? Pela evolução que tem mostrado na luta em pé e as impressionantes finalizações que tem conseguido, definitivamente o faixa preta de Rener Gracie merece todo respeito por parte do campeão, curiosamente um ano mais novo que ele. Mas pelas vitórias impressionantes sobre José Aldo e Anthony Pettis, ainda continuo achando que o cinturão permanecerá com o campeão. Independente de qualquer coisa, Dana White já garantiu que o confronto será realizado o quanto antes. Mais uma luta de tirar o fôlego para abrilhantar o calendário do UFC 2018. A estreia de Mackenzie decepcionou? De maneira alguma. A competitividade no maior evento do mundo é muito maior que no Invicta, então seria natural que com todo marketing em cima de Dern ela passasse a ter seu jogo estudado. Trabalho aliás muito bem executado pelos treinadores de Ashley Yoder, os brasileiros Ricardo Feliciano e Gustavo Pugliese. A americana, faixa marrom de Jiu-Jitsu, seguiu à risca o plano tático dos mestres e fugiu inteiramente ao seu jogo tradicional de buscar as lutas de solo. Além de usar bem sua envergadura pontuando com jabs, Yoder fez um anti-jogo perfeito para bloquear as tentativas de queda e o boxe ainda rudimentar da filha de Megaton Dias. Certamente as muitas horas de competição no Jiu-Jitsu foram um diferencial para que Dern mantivesse o ímpeto até o final conseguindo a queda salvadora que a permitiu chegar às costas de Yoder no último minuto, virando a luta na opinião de 2 dos 3 juízes. Outro ponto positivo foi a motivação de Mackenzie que, após entregar tudo o que tinha numa guerra de 15 minutos, já saiu do Octógono pedindo uma vaga no UFC Rio. Na entrevista a equipe do Combate na saída do octógono deixou no ar, inclusive, uma possível pré negociação para enfrentar a australiana Alex Chambers, que vem de duas derrotas e em sua penúltima luta foi finalizada por Paige Vanzant. Mais uma oponente na medida para a faixa-preta, que chegou a ser chamada pela imprensa americana de nova Ronda, só que do JJ. Ronda aliás é um ótimo exemplo para Mackenzie e seus treinadores traçarem sua carreira, levando em conta o alto nível de competitividade das categorias femininas. Para começar a pensar em cinturão, a longo prazo, Mackenzie precisa afiar bastante sua trocação e Wrestling com o headcoach Ben Henderson na MMA Lab. Tendo em vista a dificuldade de derrubar na grade, umas aulas particulares com o papai Megaton, faixa preta de Judô, também podem ser uma ótima pedida. Se conseguir surpreender as adversárias alternando seu poderoso ataque de single leg, com quedas “de varrida” como Ouchi Gari e Couchi Gari, Mackenzie certamente terá menos dificuldade de levar as oponentes para seu hábitat natural. É justo já colocar o estreante Alexander Hernandez entre os top 13 dos leves? Apesar de todo o mérito por ser chamado a 10 dias do evento (para substituir o contundido Bobby Green) e conseguir nocautear em apenas 42 segundos o 12º do ranking Beneil Dariush, discordo da votação dos colegas da imprensa que já o colocaram na 13º posição do ranking dos leves após o UFC 222. Uma injustiça com atletas como Gregor Gillespie (invicto no MMA e com 4 vitórias no UFC), James Vick (4 vitórias consecutivas no UFC) e Leonardo Santos (há 6 lutas sem perder, invicto no UFC). Penso que na hora de formularem seus rankings, os jornalistas devam levar em conta o grau de competitividade de cada divisão. Se o critério for meramente substituição de números (12º venceu 5º, passa a ser 5º?), não é necessário colocar profissionais que respiram e entendem o esporte para votar no ranking. Bons exemplos de que a objetividade e o bom senso podem evitar bizarrices são Colby Covington em 3º nos meio médios (não estava nem ranqueado até vencer Demian Maia e tomar seu lugar) e Josh Emmett (que pulou de fora do ranking para o 4º lugar após nocautear Ricardo Lamas). Emmett já na primeira luta após Lamas foi nocauteado por Jeremy Stephens; Já Colby, passou a exigir lutas com o campeão Woodley, evitando qualquer oferta que venha “de baixo”. Não estou aqui dizendo que Hernandez não possa ser um fenômeno que vá enfileirar toda divisão e um dia se tornar campeão, apenas acho que uma exibição de 42 segundos não é suficiente para colocá-lo na elite da divisão mais disputada do maior evento do mundo. Foi justa a desclassificação de Hector Lombard? Como falei comentando na transmissão do Combate ao lado do meu parceiro Prota: o jab aplicado por Lombard milésimos de segundos depois da buzina soar seria plenamente justificável, agora o direto que veio na seqüência enquanto o juiz gritava "stop" pela segunda vez em cima do lance foi a pá de Cal. Para completar o cubano ainda virou de costas e não demonstrou nenhuma surpresa ou arrependimento, deixando claro que ele sabia bem o que tinha acabado de fazer. De qualquer maneira vale comentário a maneira como CB Dollaway “valorizou” o golpe numa malandragem excessiva. Para efeito de contagem de pontos ao final do round, as comissões atléticas adotam um grau para estipular os níveis crescentes de abalo pelo knock down. No Knock down grau 1, por exemplo, o lutador cai sentado com as duas mão protegendo a queda, ou seja lúcido; no KD grau 2, o lutador cai pra trás sem a proteção das mãos e recobra a consciência na queda; No KD grau 3, cai para o lado sem os braços protegendo e recobra a consciência na queda; no KD grau 4 ele cai para frente e recobra a consciência na queda. Já no KD grau 5, o lutador “implode” caindo no eixo do próprio corpo e recobra a consciência na queda. Obviamente o Knock Down do CB foi grau 1, só que ele se comportou como se tivesse perdido totalmente a consciência, como num knock out. Outro sintoma de simulação foi a “progressão do estado de inconsciência”. Ele começou sem saber contar os dois dedos do médico e em poucos minutos não conseguia ficar de pé, tendo que ser retirado do Octógono de maca. Uma atitude que me lembrou bastante a de Chris Weidman na luta com Gegard Mousasi no UFC 210, quando o americano simulou estar tonto (sem lembrar o dia da semana) após uma possível joelhada ilegal, mas acabou se dando mal quando o juiz Dan Miragliota usou o recurso de vídeo, confirmou que o golpe foi legal e decretou sua derrota por TKO. Desta vez Dollaway acabou beneficiado por conta da clara intenção e ilegalidade do golpe do cubano, mas seria interessante que as comissões atléticas estejam de olho neste tipo de malandragem que pode vir a causar muitas polêmicas no esporte. Se no futebol o excesso de malandragem é coibido com cartões amarelos, há de haver no MMA alguma maneira de coibir este tipo de atitude que pode causar sérias injustiças. Sean O'Malley: um novo fenômeno? Pelo que exibiu em suas duas vitórias por decisão no UFC contra oponentes medianos, o garoto de 23 anos que caiu nas graças de Snoop Dogg e Dana White após aplicar um belo nocaute sobre o irregular Alfred Khashakyan no Tuesday Night Contender Series, ainda tem muito a evoluir para entrar no nível técnico dos tops de uma divisão encabeçada por TJ Dillashaw (campeão), e quem tem logo abaixo atiradores de elite como Cody Garbrandt (1), Dominick Cruz (2), Raphael Assunção(3), Jimmie Rivera(4), Marlon Moraes (5), e os Johns, Lineker (6) e Dodson (7). Mas o tempo joga a seu favor. Se estiver cercado de bons managers e contar com a boa vontade dos matchmakers do UFC, Sean pode construir sua carreira sem pressa. O momento é de treinar e adicionar, luta a luta, mais armas a seu arsenal. O fato é que "Sugar" O'Malley agradou ao patrão não só pelo “estilão irmãos Diaz” de ser, mas principalmente pelo estilo versátil e espírito guerreiro de lutar até o final da luta com Soukhamthath mesmo tendo machucado o tornozelo. No final recebeu o anúncio da vitória deitado no Octógono, numa cena que me remeteu a famosa vitória de Ronaldo Jacaré sobre Roger Gracie, com o braço quebrado, na final do mundial de 2008. Muito aplaudido pelos fãs o garoto levou pra casa um bônus de US$ 50 mil por sua exibição. O novo talento terá tempo de sobra para curtir o presente, afinal de contas após o evento, a NSAC lhe deu uma suspensão de quase 5 meses em decorrência de sua contusão. Mas voltando à pergunta, só o tempo dirá se O'Malley está mais para Sage Northcutt, irmãos Diaz ou Max Holloway. http://www.ufc.com.br/news/blog-por-tras-do-octogono-marcelo-alonso?utm_source=facebook&utm_medium=post&utm_content=blog_alonso&utm_campaign=midias sociais
  8. O Bellator pode desembarcar no Brasil ainda este ano, capitaneado pela lenda Wanderlei Silva. Em entrevista ao blog “Luta-Livre”, do site “Gazeta do Povo”, o ex-campeão do Pride revelou que recebeu carta branca da organização para negociar a vinda do evento para o país. Segundo ele, o plano é promover a edição no segundo semestre de 2018, na Arena da Baixada, em Curitiba, com estrelas brasileiras no card, tendo como luta principal um novo duelo entre ele e o norte-americano Quinton Jackson. “Eu vou fazer a luta principal e estou querendo me lançar como organizador. Tenho o evento, tenho o local, estou na luta principal. É só encaixar as peças”, revelou o “Cachorro Louco”. “Coloca os dois irmãos Pitbull (Patricky e Patrício), que estão bem no evento, o nosso campeão Rafael Carvalho e o Goiti Yamauchi, que é daqui de Curitiba. Está feito o evento. O Bellator está muito interessado no mercado brasileiro e Curitiba seria o local perfeito”. A última luta de Wanderlei Silva em Curitiba foi em 2000, pelo Meca. Na oportunidade, ele nocauteou Toddy Medina com joelhadas em apenas 39 segundos de luta. Wanderlei atualmente vem de derrota para Chael Sonnen, na sua única luta no Bellator até aqui, em junho do ano passado. http://portaldovaletudo.uol.com.br/wanderlei-silva-revela-que-trabalha-para-promover-edicao-do-bellator-na-arena-da-baixada/
  9. No último sábado, pelo UFC 220, em Boston-EUA, Stipe Miocic e Daniel Cormier venceram e mantiveram os cinturões dos pesados e dos meio-pesados, respectivamente. Nos bastidores do evento, Dana White manifestou o desejo de casar um confronto entre os dois valendo o título dos pesados. “Ele (Daniel Cormier) não gosta da ideia de subir de divisão por causa da sua relação com o Cain Velasquez, mas ele pode lutar, e se o Cain voltar, ele pode desistir do cinturão, se for isso que ele escolher fazer. Mas eu acho que Stipe e Daniel seria uma luta divertida”, disse o presidente do UFC ao canal oficial da organização. Vale lembrar que Daniel Cormier já foi campeão dos pesos pesados no extinto Strikeforce, e só desceu para os meio-pesados porque, quando chegou ao UFC, o campeão da categoria de cima era seu companheiro de treino e amigo Cain Velasquez. http://portaldovaletudo.uol.com.br/dana-white-sugere-superluta-entre-stipe-miocic-e-daniel-cormier-seria-divertido/
  10. No próximo domingo um dos maiores lutadores de todos os tempos sairá de cena. Em entrevista ao podcast do UFC, Vitor Belfort afirmou que a luta contra Uriah Hall, que acontece em St. Louis-EUA, será a última de sua vitoriosa carreira, iniciada no longínquo ano de 1996, ou seja, há mais de 20 anos. “Esta é a minha luta de aposentadoria. Depois disso, vou me aposentar. Agradeço as outras organizações pelos convites feitos para eu seguir lutando, mas meu corpo precisa de repouso”, declarou o “Fenômeno”. Aos 40 anos de idade, Vitor Belfort vai para a 41ª luta de sua carreira. No total, seu cartel é de 26 vitórias – 18 de3las por nocaute –, 13 derrotas e um recente no-contest. Ao pendurar as luvas, ele voltará suas atenções exclusivamente aos mundo dos negócios. “Desenvolvi um negócio próprio, uma franquia de um sistema de treinamento em grupo. Encerro meu ciclo como lutador, mas vou continuar ajudando o esporte, só que de outra forma. Cada um sabe o momento certo de iniciar e encerrar uma carreira, e a minha hora chegou”, afirmou o ex-campeão do UFC. UFC Fight Night St-Louis, EUA Domingo, 14 de janeiro de 2018 CARD PRINCIPAL (1h, no horário de Brasília): Peso-pena: Jeremy Stephens x Doo Ho Choi Peso-médio: Uriah Hall x Vitor Belfort Peso-mosca: Paige VanZant x Jessica-Rose Clark Peso-meio-médio: Kamaru Usman x Emil Meek CARD PRELIMINAR (21h, no horário de Brasília): Peso-pena: Darren Elkins x Michael Johnson Peso-leve: James Krause x Alex White Peso-leve: Matt Frevola x Marco Polo Reyes Peso-meio-médio: Thiago Alves x Zak Cummings Peso-mosca: Kalindra Faria x Jessica Eye Peso-galo: Talita Bernardo x Irene Aldana Peso-palha: Danielle Taylor x JJ Aldrich Peso-pena: Mads Burnell x Michael Santiago Peso-galo: Kyung Ho Kang x Guido Cannetti http://portaldovaletudo.uol.com.br/vitor-belfort-anuncia-aposentadoria-apos-luta-de-sabado-minha-hora-chegou/
  11. Renan Barão está de compromisso marcado no UFC. Ode acordo com o jornal “Orlando Sentinel”, o ex-campeão dos galos enfrentará o norte-americano Brian Kelleher no dia 24 de fevereiro, em Orlando-EUA. O brasileiro vive a pior sequência da carreira, tendo perdido quatro das últimas seis lutas que disputou. A mais recente foi em julho do ano passado, quando foi dominado por Aljamain Sterling. Será a primeira apresentação do potiguar sob a bandeira da American Top Team. Brian Kelleher venceu duas das três lutas que fez no Ultimate, onde estreou em junho do ano passado, com vitória por finalização sobre o brasileiro Iuri Marajó. No mês seguinte, foi finalizado por Marlon Vera, se recuperando três meses depois ao vencer Damian Stasiak por nocaute técnico. http://portaldovaletudo.uol.com.br/na-busca-da-recuperacao-renan-barao-volta-ao-octogono-em-fevereiro-contra-brian-kelleher/
  12. Vivendo o momento mais delicado de sua carreira no MMA, Lyoto Machida parou para ouvir as críticas do mestre de Karatê Vinicio Antony, que há tempos, inclusive em algumas entrevistas ao PVT, aponta o distanciamento de sua modalidade raiz como o principal motivo da má fase. De volta ao octógono no dia 03 de fevereiro, quando faz a luta principal do UFC Belém contra o invicto norte-americano Eryk Anders, o brasileiro recorreu à ajuda do antigo treinador para tentar reviver os momentos de glória. “Ele me questionou no que poderia melhorar”, revelou Vinicio Antony ao PVT. “O que aconteceu com o Lyoto foi um acidente de percurso, aconteceu com muita gente dentro do MMA. Estava conversando com o Flávio Canto… a Ronda Rousey foi uma que sofreu esse efeito… começa a treinar Boxe demais, acha que pode lutar Boxe e esquece a raiz, que é do Judô. A gente tem pouca gente que teve esse sucesso nessa transição, como o Rafael Dos Anjos, que é oriundo do Jiu-Jitsu e hoje em dia está arrebentando no Muay Thai, mas isso é raro de acontecer. O ideal é que o atleta preserve as características dele e consiga só complementar o jogo com as outras artes”. Lyoto iniciou o camp no Rio de Janeiro sob a batuta de Vinicio Antony, que analisou detalhadamente o erro que supostamente facilitou para os recentes nocautes sofridos pelo Karateca em suas últimas lutas. “O Lyoto acabou fazendo uma transição perigosa. A questão de treinar muito Muay Thai tornou o jogo do Lyoto mais previsível, ele caminha dentro da distância de uma maneira perigosa para um lutador de Karatê, porque o lutador de Karatê sabidamente não tem grandes esquivas pendulares como no Boxe e também não tem uma guarda muito bem postada, então isso tem dificultado a performance do Lyoto e facilitado a leitura para os adversários, que hoje leem o jogo do Lyoto com uma facilidade muito maior”. Em relação ao próximo adversário, que venceu todas as 10 lutas de MMA que disputou na carreira, sendo seis por nocaute, o professor em Educação Física Vinicio Antony aponta o condicionamento como seu principal trunfo, mas exalta a “infinita” superioridade técnica de Lyoto Machida como o fator que deve desequilibrar o duelo. “O Eryk Anders é um atleta muito forte, oriundo do futebol americano, tem um condicionamento físico privilegiado, é um cara que dá o mesmo ritmo para a luta do primeiro ao último round, imprime a mesma cadência, o mesmo ritmo, é um cara muito bem condicionado. Dito isto, no resto, ele é o que eu chamo – de maneira respeitosa – um pato dentro do MMA. O que é isso? Ele nada, ele anda e ele voa, mas ele nada mal, ele anda mal e ele voa mal, exatamente como um pato. Ele não é especialista em nenhuma arte marcial, não domina os fundamentos de nenhum arte marcial, nem no chão, nem em pé e nem no Wrestling. O Lyoto tem uma qualidade técnica infinitamente superior. Se o Lyoto tiver tranquilidade e impor seu jogo técnico para cima dele, deve vencer sem problemas. Acredito que uma vitória por nocaute no segundo ou no terceiro round, no máximo”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/vinicio-antony-aponta-erros-que-levaram-lyoto-pior-fase-da-carreira-e-aposta-em-nocaute-sobre-o-pato-eryk-anders/
  13. O UFC Belém, que acontece no dia 03 de fevereiro, já tem sua luta principal definida, e terá como protagonista um anfitrião. Baiano radicado na capital paraense, Lyoto Machida enfrentará o invicto norte-americano Eryk Anders. A informação foi noticiada pelo “MMA-Today”. O brasileiro, de 39 anos, vive uma das piores fases da carreira. Ex-campeão do UFC, ele não vence desde 2014. De lá para cá foram três derrotas em sequência, além de uma suspensão de mais de um ano por uso de substância proibida. Nove anos mais jovem que Machida, Anders estreou no MMA profissional há pouco mais de dois anos. Diferentemente de Machida, ele vive grande fase, já que venceu todas as 10 lutas profissionais que disputou – as duas últimas pelo UFC, sobre os brasileiros Rafael Sapo e Markus Maluko, respectivamente. UFC Belém Sábado, 03 de fevereiro de 2018 Card em construção Peso-médio: Lyoto Machida x Eryk Anders Peso-mosca: Valentina Shevchenko x Priscila Pedrita Peso-médio: Thiago Marreta x Anthony Smith Peso-mosca: Deiveson Alcântara x Joseph Morales Peso-pesado: Marcelo Golm x Timothy Johnson Peso-palha: Polyana Viana x Maia Stevenson http://portaldovaletudo.uol.com.br/lyoto-machida-enfrenta-norte-americano-invicto-na-luta-principal-do-ufc-belem/
  14. Neste sábado, em Detroit-EUA, Alex Cowboy vai tentar emplacar a terceira vitória consecutiva no UFC. Pela frente ele terá o havaiano Yancy Medeiros, de quem ele revelou ser fã, embora tenha deixado claro que, na hora em que o octógono fechar, a estratégia é buscar o nocaute. “Sou fã desse cara. Infelizmente a gente vai bater de frente, e eu vou sair campeão. O estilo dele é maneiro. Eu também sou fã do Cerrone e acabei lutando com ele. Nosso trabalho é esse, tem que saber separar amizade de trabalho, então vamos trocar porrada”, disse o meio-médio em bate-papo com os fãs através do Facebook oficial do UFC. Assim como o brasileiro, Medeiros também vem de duas vitórias em sequência, a última, um nocaute sobre o Erick Silva em junho deste ano. Sua derrota mais recente foi para Francisco Massaranduba numa guerra de três rounds. “Muito boa esta luta para a gente, somos dois trocadores, e espero que ele venha para trocar, porque chão não vale a pena, já que ele é trocador. Quero uma luta igual ele fez com o Massaranduba, sair na porrada o tempo todo”, almeja. Perguntado por um fã se deseja lutar no UFC Belém, marcado para 03 de fevereiro, Cowboy não só deu uma resposta positiva, como também apontou um adversário de sua preferência, o norte-americano Colby Covington, que vem ofendendo o Brasil. “Vou pedir (para lutar em Belém), quero sim, quero lutar com um americano lá, pode botar qualquer um, ainda mais aquele cara que falou mal do Brasil. Ele que espere a gente, tem muito brasileiro querendo a cabeça dele. Quer falar mal do Brasil? Fala mal do brasileiro que você vai lutar, mas não fala do Brasil, não, pois tem muita gente boa lá, tirando os políticos”. Por fim, Cowboy, 15º do ranking dos meio-médios do UFC, não reclama por ter recebido um adversário não ranqueado, que é o caso de Yancy Medeiros, e revela sua única exigência. “Não importa ( o adversário). Está me dando luta, eu quero lutar e o mais importante é isso, eu só não quero ficar sem lutar. Eu sou azarão. Todo mundo me chama de azarão, nas bancas de apostas estou sempre lá embaixo, estou sempre surpreendendo as pessoas e é melhor assim (risos)”. UFC 218 Detroit, EUA Sábado, 02 de dezembro de 2017 CARD PRINCIPAL (a partir de 1h, horário de Brasília): Peso-pena: Max Holloway x José Aldo Peso-pesado: Francis Ngannou x Alistair Overeem Peso-mosca: Henry Cejudo x Sergio Pettis Peso-leve: Eddie Alvarez x Justin Gaethje Peso-palha:Tecia Torres x Michelle Waterson CARD PRELIMINAR (a partir de 21h15, horário de Brasília): Peso-leve: Paul Felder x Charles do Bronx Peso-meio-médio: Yancy Medeiros x Alex Cowboy Peso-leve: Drakkar Klose x David Teymur Peso-palha: Cortney Casey x Felice Herrig Peso-meio-médio: Abdul Razak Alhassan x Sabah Homasi Peso-meio-Pesado: Jeremy Kimball x Dominick Reyes Peso-palha: Amanda Cooper x Angela Magaña Peso-pesado Allen Crowder x Justin Willis http://portaldovaletudo.uol.com.br/cowboy-revela-ser-fa-de-yancy-medeiros-e-manda-recado-colby-covington-no-brasil-so-tem-gente-boa-tirando-os-politicos/
  15. Nesta semana, Ronaldo Jacaré revelou que o UFC planeja colocá-lo frente a frente contra Derek Brunson no card de Belém, programado para o dia 03 de fevereiro. Embora o norte-americano ainda não tenha confirmado se aceita ou não o desafio, o brasileiro já deu início à preparação. Caso confirmado, o duelo será uma revanche de uma luta que aconteceu em 2012, pelo extinto Strikeforce, e na oportunidade, Jacaré venceu por nocaute aos 41 segundos de luta. Apesar disso, ele descarta qualquer vantagem. “É uma nova luta. Eu não posso contar com a primeira luta entre a gente, até porque de lá para cá ele evoluiu bastante, tanto que vem de uma boa vitória sobre o Lyoto no Brasil, fez um bom trabalho. Estou focado no Derek Brunson de agora, nem penso na luta que a gente teve”, garante. “São momentos diferentes. Estou vindo de uma lesão séria, voltei a treinar tem duas semanas e acredito que em fevereiro vou estar 100% preparado para enfrentá-lo. Vejo ele como um adversário duro e que evoluiu bastante nesse tempo. Será um bom desafio para o meu retorno”, analisa. Morando na Flórida há cerca de quatro meses, Jacaré treina na academia Fusion X-Cel, uma filial da American Top Team que, segundo ele, tem um excelente material humano e muitos especialistas em wrestling, modalidade que motivou sua mudança para os EUA. “A família se adaptou bem aqui e eu encontrei um local para fazer meus treinamentos e evoluir no wrestling, o que foi o motivo da minha vinda. Além da Fusion X-Cel, a gente também faz um intercâmbio na academia do Paul Rodriguez, que também é uma filial da American Top Team, onde tem atletas do UFC e muito material humano para trocar conhecimento”. http://portaldovaletudo.uol.com.br/treinando-em-filial-da-att-jacare-analisa-revanche-contra-brunson-ele-e-duro-e-evoluiu-bastante/